-+,(62+%".)2)(//(+?".)&+.%&%-'&"+(&.) ) 126(<)Políticas públicas, organización industrial y desarrollo tecnológico. 5(%24"/&(<)Trabajo" name="description"> -+,(62+%".)2)(//(+?".)&+.%&%-'&"+(&.) ) 126(<)Políticas públicas, organización industrial y desarrollo tecnológico. 5(%24"/&(<)Trabajo"> -+,(62+%".)2)(//(+?".)&+.%&%-'&"+(&.) - PDF">

!"#$%&'()*+,-.%/&(#0)12'+"#34&'()2),2)5"67/'&")89%2/&"/):!*158;<)(+=#&.2),2) >-+,(62+%".)2)(//(+?".)&+.%&%-'&"+(&.)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "!"#$%&'()*+,-.%/&(#0)12'+"#34&'()2),2)5"67/'&")89%2/&"/):!*158;<)(+=#&.2),2) >-+,(62+%".)2)(//(+?".)&+.%&%-'&"+(&.)"
-+,(62+%".)2)(//(+?".)&+.%&%-'&"+(&.).pdf" class="btn bg-purple-seance" href="#" target="_blank" style="margin-top: 10px; display: none;"> Download Document

Transcrição

1 !"#$%&'()*+,-.%/&(#0)12'+"#34&'()2),2)5"67/'&")89%2/&"/):!*158;<)(+=#&.2),2) >-+,(62+%".)2)(//(+?".)&+.%&%-'&"+(&.) ) 126(<)Políticas públicas, organización industrial y desarrollo tecnológico. 5(%24"/&(<)Trabajo acadêmico Milton de Abreu Campanário Universidade De São Paulo - USP Marcello Muniz da Silva Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo Tiago Ribeiro Costa Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo ) A2.-6"<) A política econômica da era FHC promoveu a abertura econômica causando profundas mudanças estruturais na indústria ao afetar o nível de investimento, preços, quantum produzido, valor adicionado, margens, emprego, coeficientes de comércio e produtividade. Os instrumentos da política de estabilização foram os agentes da mudança. A política industrial foi negligenciada. As conquistas no plano macroeconômico contrastam com os desequilíbrios e fragilidades do parque produtivo nacional. Nesse contexto, ressurge a discussão em torno da necessidade de adoção de políticas como meio de afetar o desenvolvimento industrial. Tal como recentemente concebida pelo Governo, a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) não deve interferir na busca da estabilização macroeconômica; pretende, outrossim, contribuir para corrigir os desequilíbrios microeconômicos daí resultantes, valorizando a competitividade industrial nos mercados interno e externo e incrementos em sua função social por meio de maior articulação entre setor produtivo, universidades e institutos de pesquisa. Sob esta perspectiva, o atual governo têm procurado, inclusive, lançar programas objetivando o progresso de setores indústrias considerados prioritários. Este artigo pretende apontar o caráter da PITCE, procurando indicar o papel e as possíveis limitações do modelo adotado por meio da análise dos arranjos institucionais que respaldam sua execução. Como será demonstrado, o novo arranjo é marcado por sobreposição de diversos órgãos. As análises são feitas a partir da discussão dos fundamentos da PITCE e enquadramento formal do papel de cada instituição responsável por sua execução. Nesse contexto, é apresentado esquematicamente como se articulam os diversos entes governamentais. Defende-se a hipótese de que os programas têm sido implementados sob um vácuo de medidas destinadas a adequação de arranjos administrativos/institucionais, o que deve prejudicar a eficiência e eficácia da PITCE. industrial, política tecnológica, competitividade industrial, estabilização macroeconômica, instituições, PITCE ) 1

2 DE) *+%/",-FG") A política econômica da era FHC promoveu a abertura econômica causando profunda mudança estrutural na indústria ao afetar o nível de investimento, preços,!"#$%"& produzido, valor adicionado, margens, emprego, coeficientes de comércio e produtividade. Os instrumentos da política de estabilização foram os agentes da mudança. A política industrial foi negligenciada em meio a crise fiscal e aos desajustes verificados no plano macroeconômico a partir do início da década de Em meio êxito do Plano Real e o choque de competitividade pelo qual passou a indústria, as conquistas no plano macroeconômico contrastam com os desequilíbrios e fragilidades do parque produtivo nacional. Nesse contexto, ressurgiu a discussão em torno da necessidade de adoção de políticas como meio de afetar o desenvolvimento industrial. Tal como recentemente concebida pelo Governo, a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) não deve interferir na busca da estabilização macroeconômica; pretende, outrossim, contribuir para corrigir os desequilíbrios microeconômicos daí resultantes, valorizando a competitividade industrial nos mercados interno e externo, incrementando sua função social por meio de maior articulação entre setor produtivo, universidades e institutos de pesquisa. Sob esta perspectiva, o atual governo têm procurado, inclusive, lançar programas objetivando o progresso de setores industrias considerados prioritários. Este artigo pretende apontar o caráter da PITCE, procurando indicar o papel e as possíveis limitações do modelo adotado. Isso será feito por meio da análise dos arranjos institucionais que respaldam a execução da PITCE. Como será demonstrado, o novo arranjo é marcado por sobreposição de diversos órgãos. As análises são feitas a partir da discussão dos fundamentos da PITCE e enquadramento formal do papel de cada instituição responsável por sua execução. Nesse contexto, apresenta-se esquematicamente como se articulam os diversos entes governamentais. Defende-se a hipótese de que os programas têm sido implementados sob um vácuo de medidas destinadas a adequação de arranjos administrativos/institucionais, o que deve prejudicar a eficiência e eficácia da PITCE. O artigo encontra-se dividido em 6 seções, além dessa introdução. Na seção 2, é elaborada uma classificação das etapas da industrialização a qual é analisada de maneira sumária em termos das funções assumidas pelo governo e em termos do balizamento das funções apontadas. Em seguida (seção 3) são apontados os aspectos da abertura econômica e os efeitos mais gerais da (re)inserção da indústria. Na seção 4 são apresentados os grandes marcos gerais da atual política industrial (PITCE) para, em seguida (seção 5), apontar seu caráter mais objetivo. A seção 6 faz um mapeamento das principais instituições responsáveis pela PITCE e seu resultado. Com base nestas informações são discutidos os papéis do CNDI e da ABDI, responsáveis pela execução e coordenação das instituições que operam a PITCE. Por fim, a seção 8 tece algumas considerações acerca de seu caráter e efetividade. HE) 5#(..&>&'(FG")2)(+=#&.2),(.)2%(I(.),()&+,-.%/&(#&J(FG") O quadro 1 procura sumarizar as diversas fases, contextos, orientações/ênfases e instrumentos das políticas de promoção da indústria no Brasil. A fase '()&)%)*# da industrialização brasileira se dá no final do século XIX e início do XX a partir da implantação de capacidade produtiva em bens de consumo não duráveis, no contexto de uma economia agrário-exportadora, marcada por crises econômicas internas e externas. Nesta etapa, compreendida entre , doravante denominada KLM8) D, não havia clara intenção de promover a indústria 2

3 nascente. O café e uns poucos +,&&,-)%)./ agrícolas (algodão, borracha, açúcar, etc.) eram as bases de sustentação da economia em torno do qual gravitava a vida sócio-econômica e política da nação. As esparsas medidas de apoio à indústria se davam sob pressões oriundas pelos setores tradicionais da economia (agricultura e serviços) em meio a problemas de financiamento do Balanço de Pagamentos e política de câmbio fixo. Nesse mundo prékeynesiano, marcado pela crença na lei das vantagens comparativas, vigorava a idéia de mercado auto-regulado. 1 Nesse contexto, não havia intenção nem condições sociais e políticas de promover a industrialização. Durante a etapa seguinte, compreendida entre e aqui denominada de KLM8) H, instrumentos de incentivo à indústria seriam implementados por meio de políticas explícitas destinadas a promover o desenvolvimento industrial. A rigor, a KLM8)H se subdivide em dois sub-períodos, o primeiro compreende o período que se estende entre DNOP e DNQP, o segundo entre DNQP e DNRP. Tal como indicado no quadro 1, estas sub-fases serão denominadas, respectivamente, de e Durante estas sub-fases a política comercial e, de maneira incisiva, instrumentos explícitos de política industrial, formam implementados (Versiani e Suzigan, 1990; Suzigan, 2000). Nesse contexto, o setor externo foi perdendo paulatinamente a importância como determinante (exógena) dos níveis de emprego e renda ao mesmo tempo em que investimento agregado se tornava a variável (endógena) crítica do processo desenvolvimento da economia. O deslocamento do centro dinâmico da economia representa profunda mudança na estrutura produtiva nacional. Embora o setor exportador estimulasse algumas atividades internas este impulso não era suficiente para dar a elas um dinamismo próprio. O crescimento econômico estava intrinsecamente atrelado à dinâmica das relações da economia com o exterior (Furtado, 1971). Nas grandes economias abertas (EUA, Inglaterra, França, Alemanha, etc.) isso não se verificava tão pouco havia diferenciação qualitativa entre setores destinados a atender os mercado externo e interno. Segundo Tavares (1972:33), #0 +()/.0 -,/0 #$,/0 120 ',-.0 /.(0.$+#(#-#0+,&,0,0',$%,0+(3%)+,0-.0("'%"(#0-,0&,-.4,0'()&5(),0.6',(%#-,07(#/)4.)(,. O elemento de ajuste ao desequilíbrio foi a taxa de câmbio, pois o crescimento abrupto dos preços dos importados gerou fortes estímulos à produção doméstica. Este movimento deslocou gradualmente o centro da atividade econômica. Paulatinamente, o setor externo vai perdendo importância como elemento determinante do emprego, renda, produção e investimento. As atividades industriais orientadas para o mercado interno ganhariam impulso. Em linhas gerais, o crescimento econômico brasileiro no pós-guerra atravessou vários ciclos, a exemplo do que ocorreu com outros 4#%.84#%.8+,&.(/ (países de industrialização tardia). Em tempo relativamente curto foram introduzidos no Brasil setores industriais completos. Isso implicou na necessidade de criação e ampliação da infra-estrutura (comunicações, transportes, energia, bens e serviços públicos, etc.) para atender a dinâmica de formação dos estágios superiores da matriz industrial brasileira (indústria siderúrgica, química pesada, indústria de bens de consumo duráveis, etc.). Isso exigia o emprego de vultosos recursos que só poderiam ser sustentados pelo Estado. 1 Esta crença seria paradoxalmente revertida em meio as crises cíclicas do setor agrário-exportador culminado no Convênio de Taubaté. Segundo Furtado (1971), a política de valorização do café promovia uma política tipicamente keynesiana antes mesmo da publicação da 9.,()#0Gera,l0em

4 !uadro () *r+t-.a/0 mode3o/ de de/en5o35-mento e.ara.ter-6a78o da/ 9a/e/ (0 :0 ;0 < e = >.ont-nua a BASE CGHIEJIG KHBASE GLMEINOGS E SEIGPES NHSIPRSEHIGS *PNGPNIQPNGS Crises e'ternas+ flutuações no produto dos países industrializados, 77 8evoluç:o 7ndustrial, 7 ;uerra Mundial, crise Busca garantir lucratividade das atividades orientadas a produç:o cafeeira. 8esultado n:o esperado+ manutenç:o Atividades orientadas I e'portaç:o (notadamente o café, algod:o e borracha). Efeitos, n:o esperados sobre a lucratividade e produç:o de bens de de do nível de renda interna por meio da consumo n:o duráveis (indústria tê'til, BASE ( Crises internas+ desajuste estrutural política de valorizaç:o do café. alimentos e máquinas e equipamentos entre a demanda e oferta de café, 8ecuperaç:o da economia e entrada simples). problemas no Balanço de Pagamentos, ciclos de desvalorizaç:o cambial e estímulo I industrializaç:o, crises sociais. em novo ciclo de desenvolvimento com maior participaç:o do produto industrial. Salorizaç:o e insustentabilidade de políticas baseadas na defesa dos interesses ligados a cafeicultura BASE : >(X;V Y SRLBASE N SRLBASE NN>(X=VW(XTV Estado novo (era Sargas), pusguerra, populismo, estrangulamento e'terno absoluto e relativo, PS7, maior participaç:o do Estado nas atividades econômicas. PS7, maior participaç:o Estado (produtor direto) Crescimento da participaç:o do setor secundário no P7B. Atraç:o de capital privado (nacional e e'terno) Período Militar (>?]^->?_^) Primeiro e segundo choques do petruleo. Ynfase em uma resposta ao estrangulamento e'terno. Necessidade de substituiç:o de importações (matéria prima, insumos básico, máquinas e equipamentos). Maior participaç:o do Estado como provedor de bens e serviços. Crescimento urbano, desenvolvimento industrial, surgimento de mecanismos de financiamento mais adequados, ampliaç:o do mercado interno. Criaç:o de instituições (BN[ES, BACEN, etc.) Maior concentraç:o de renda (final período). Aumento inflaç:o e flutuações no nível de reservas. Crescimento da produç:o de Bens de Consumo n:o [uráveis. Atividades industriais orientadas ao mercado interno. Estado atuando de forma a incentivar a produç:o e como produtor direto em diversos setores econômicos (energia, telecomunicações, etc.). Ynfase na produç:o de BC[ e mais tarde em BK. (mectnica pesada, máquinas elétricas, construç:o naval e produtos químicos) [esenvolvimento de infra-estrutura de transportes e energia com forte presença do Estado, criaç:o de empresas de mineraç:o, siderurgia, etc. Proteç:o comercial gerava impacto negativo na produtividade e mudança tecnolugica. Bai'o nível de comércio. Medidas destinadas a manter o controle do ctmbio. Ausência de instrumentos orientados I promoç:o das atividades industriais. Política tarifária como meio de manter o nível de arrecadaç:o tributária. Política cambial seletiva Política comercial controles administrativos 8estrições Is importações Ciraç:o de empresas públicas nos setores de insumos básicos, energia, bens de consumo duráveis, etc. 8eformas institucionais (criaç:o do SaN). Política comercial de proteç:o >Le- /-m-3ar na.-ona3) Política tributária balizadora de estímulos I atividade industrial (depreciaç:o acelerada, política cambial seletiva, etc.) Atraç:o de investimento estrangeiro direto tripé Estado e capital privado interno e e'terno. Criaç:o de mecanismos de financiamento (BN[E) e captaç:o recursos (a;bs) 7ncentivos I produç:o (Le-/ reme//a/ 3u.ro/) Plano de Metas e 77 PN[. Bonte) E3a[orado \e3o/ autore/a 4

5 !uadro () *r+t-.a/ e mode3o/ de de/en5o35-mento e.ara.ter-6a78o da/ 9a/e/ a\re/entada/ BASE CGHIEJIG KHBASE GLMEINOGS E SEIGPES *PNGPNIQPNGS NHSIPRSEHIGS BASE ; aim do período militar, esgotamento capacidade de aç:o do governo, inflaç:o, crescimento da dívida, defaults, políticas contracionistas. Péssimo desempenho econômico, cdécada perdidac, economia fechada e início da abertura.. Ajuste e'terno, ajuste fiscal, consolidaç:o da matriz industrial em meio aos choques do petruleo. Condições desfavoráveis ao desenvolvimento industrial. Criaç:o de condições para o processo de abertura comercial. Economia fechada gerava bai'o nível de incentivos ao investimento e a inovaç:o. Perda de competitividade e dinamismo da industria. Amplo setor industrial, mas carente de produtos de alto valor agregadodtecnologia. BASE < BASE = >(XXX ] Crises e'ternas (asiática, russa, etc.) Abertura da economia, programas de estabilizaç:o econômica, Política 7ndustrial e de Comércio E'terior (P7CE) Privatizações, aumento da regulaç:o, pública. Plano 8eal, aumento do comércio e'terior, entrada de capital estrangeiro, ctmbio valorizado. [esvalorizaç:o cambial, cenário e'terno conturbado, crise Argentina, impasse da ALCA, retomada do crescimento, aumento das e'portações, superávit comercial. Lançamento da Política 7ndustrial becnolugica e de Comércio E'terior (P7bCE) (março Bonte) E3a[orado \e3o/ autore/a Abertura da economia consolida novo cenário na esfera da produç:o. Competiç:o acabou gerando aumento de produtividade. Plano 8eal trou'e estabilizaç:o econômica. Bai'os níveis de crescimento ;randes déficits comerciais Processo de modernizaç:o industrial. Necessidade de uma maior modernizaç:o do parque produtivo nacional. Pauta de e'portações orienta-se para diminuir a participaç:o de commodities. Superávits comerciais [esenvolvimento de setores estratégicos e de alta tecnologia ainda em fase de iniciaç:o. Ynfase no equilíbrio fiscal e controle do processo inflacionário. Abertura econômica e inicio da mentalidade voltada a e'portaç:o. CTmbio desvalorizado incentivava a aquisiç:o de máquinas e equipamentos. Aumento da produtividade, reduç:o de margens e emprego em diversos setores. Aumento do 7E[. 7ncentivos para investimentos em tecnologia, em especial na importaç:o, mas n:o na criaç:o de inovações. Prioridade aos setores ligados I e'portaç:o. Algum foco em programas sociais e políticas de desconcentraç:o de renda. P7bCE, definiç:o de setores considerados prioritários, (ie b7dsemicondutores, b7dsoftware, bens de capital e fármacos). ibjetivo de crescimento econômico sustentável. Contradições entre objetivos e problemas de coordenaç:o dos Urg:os e'ecutores da P7bCE Apoio dos Urg:os internacionais (am7). Política monetária e fiscal restritiva, controle inflaç:o. Ausência de instrumentos orientados I promoç:o das atividades industriais. P7CE e Plano 8eal Abertura econômica com queda das barreiras n:o tarifárias e, sobretudo, n:o tarifárias. CTmbio valorizado 8eforma patrimonial - privatizações Abertura ao capital e'terno Estabilizaç:o monetária. Poucos programas de incentivo a Ceb Programa Brasileiro de fualidade e de Produtividade Criaç:o de Agências de 8egulaç:o [esvalorizaç:o cambial e ctmbio fle'ível. bentativa e inicio de uma reforma tributária. 8eforma previdenciária, etc. [iminuiç:o incipiente dos juros e do risco-país P7bCE, PPPks Persistência na busca de superávits primários Lançamento de programas de política industrial centrados nos critérios de horizontalidade e estímulo I inovaç:o industrial. 7nstrumentos baseados na capacitaç:o, critérios normativos e aumento no valor adicionado. 5

6 A rigor a KLM8) H e seus sub-períodos compreendem o I/"'2.."),2) &+,-.%/&(#&J(FG") I"/).-S.%&%-&FG"),2)&6I"/%(FT2. (PSI), o qual dotou o país de um dos maiores parques industrias do mundo, já a partir do final da década de São marcos desta fase denominada nacional desenvolvimentista, o Plano de Metas ( ) e o II Plano Nacional de Desenvolvimento ( ). :,0;)$#40-./%#0;#/.0-.0)$-"/%()#4)<#=>,?0#0&#%()<0)$-"/%()#40(."$)#0+#'#+)-#-.0'(,-"%)*#0.&0 '(#%)+#&.$%.0 %,-,/0,/0 /.%,(./ ,$/"&,0 $>,0 -"(5*.)/?0 7.$/ ,$/"&,0 /.B")&.$%,/0 -#0!"3&)+#0 ;)$#?0 &)+(,.4.%(C$)+#?0 #"%,&#=>,0 )$-"/%()#4?0.%+DAD0 E-.&#)/?0,0 FGH0 $>,0 +,$/.B")"0)$%.($#4)<#(0#0+#'#+)-#-.0-.0)&'4.&.$%#(0)$,*#=I./0-.0'(,-"%,0.0,"0'(,+.//, isso em um momento no qual a indústria mundial avançava na direção do paradigma eletro-mecânico, em contraposição ao metal-mecânico, vigente até então (Zanatta, 2004, Suzigan, 2000). No início da década de 1980, devido ao esgotamento do modelo nacional desenvolvimentista, a atividade industrial entraria em uma fase de franca letargia. 2 Este período, compreendido entre , doravante denominado KLM8)O, seria marcado pela queda da participação relativa da indústria no produto e violenta redução no nível de atividade e de investimento industrial. Ao longo das KLM8M) H e O, descritas de maneira sumária acima, assistiu-se a formação e ao paulatino esgotamento do modelo nacional desenvolvimentista e a consolidação de um modelo de desenvolvimento econômico e industrial aberto ao exterior (Ferraz.%0#4D, 1996). Correspondendo a KLM8) U, um novo modelo de desenvolvimento industrial foi implementado a partir da abertura comercial iniciada em 1989, a qual foi aprofundada em 1991 por meio da!"#$%&'()*+,-.%/&(#)2),2) 5"67/'&") 89%2/&"/ (PICE) do Governo Collor, sendo consolidada em 1994 por meio dos mecanismos do!#(+") A2(# de estabilização. :./%#0 $,*#0 ;#/.?0 /.()#&0.&'(.B#-,/0 )$/%("&.$%,/0 '#//)*,/0 -.0 ',43%)+#0 )$-"/%()#4?0 7#/.#-,/0 $,/0 &.+#$)/&,/ )*(.0 &.(+#-,?0 +,&,0 &.),/0 -.0 '(,&,*.(0,0-./.$*,4*)&.$%,0)$-"/%()#4. Este modelo, ainda não totalmente superado, se baseia na (re)inserção externa da economia brasileira por meio da abertura comercial, financeira e patrimonial dos setores público e privado, privilegiando as forças de mercado como melhor meio de garantir a estabilidade de preços, a eficiência do setor produtivo industrial e a defesa da concorrência. A partir de janeiro de 1999, com a passagem do regime de (mini)bandas cambiais para um regime de câmbio flutuante, seria inaugurada a fase recente de inserção da indústria esta fase aqui denominada como KLM8)Q)(Batista Jr., 1996; Campanário e Silva, 2004). Incorporando lógicas distintas, +#-#0"&#0-#/0;#/./0-.0-./.$*,4*)&.$%,0)$-"/%()#40#',$%#-#/0#+)&#0 ;,)0 +,$+.7)-#?0 )&'4.&.$%#-# "%#-#0 /,70 +,$+.'=I./0 %.J()+#/?0 )-.,4JB)+#/0.0.&0 +,$-)=I./0 K)/%J()+,8.+,$C&)+#/0-)/%)$%#/. Em linhas gerais, a industrialização por substituição de importações foi marcada por fortes barreiras à entrada; baixa concorrência externa; reduzidas escalas de produção empresarial; baixos padrões tecnológicos e de produtividade; baixa competitividade externa; intervencionismo estatal na oferta e demanda; recurso a fortes intervenções do setor público de grande capilaridade (Campanário e Silva, 2004). Nesse ínterim, constata-se que,,0%.+)-,0 )$-"/%()#40!".0.&.(B)"0#0'#(%)(0-#3?0%L&0+,&,0"&0-,/0'()$+)'#)/0,7/%5+"4,/0#,0/."0-./.$*,4*)&.$%,0 #0)$/)').$%.0+#'#+)-# /.$*,4*.(0.0-);"$-)(0$,*,/0'(,+.//,/0.0'(,-"%,/?0;#%,0!".0/.0(.;4.%.0$#0 +,&'.%)%)*)-#-.0 )$%.($#0.0.6%.($#0 -#0 )$-M/%()#. Estas incapacidades constituem o desafio fundamental a ser enfrentado pelas políticas industrial, científica e tecnológica seja aquelas destinadas a atender a indústria de maneira horizontal, seja as orientadas por critérios seletivos 2 A rigor, a crise do modelo nacional desenvolvimentista, que marcou o esgotamento do processo de industrialização por substituição de importações, foi aprofundada pelos choques externos associados as fragilidades do modelo. Como conhecido, após o primeiro choque do petróleo (1973), o Brasil optou por aprofundar o processo de industrialização financiando-o com capital externo provindo dos euro-dólares contratados pela Libor. Foi a fase do II PND ( ). Em meio ao segundo choque do petróleo (1979) e a concomitante elevação das taxas de juros internacionais houve o esgarçamento do modelo culminando na crise da dívida externa. Este movimento levou ao chamado ajustamento externo durante os anos de

7 destinados a atender setores tidos como prioritário. 3 De fato, essa carência estrutural do parque industrial brasileiro, apontada em diversos estudos, se torna crítica quando consideradas as opções estratégicas, orientadas a segmentos industriais baseados em ciência (bens de capital, semicondutores, /,;%N#(., fármacos), estabelecidas pelo Governo Federal, por meio da PITCE. OE) LS2/%-/()2'"+V6&'()2)I"#$%&'()&+,-.%/&(#)+")W/(.&#) A década de 90 marca uma profunda mudança no padrão de desenvolvimento do Brasil, conduzindo-o a um novo padrão de crescimento. Como salienta Baumann (1999), esse período pode ser denominado como!"#$%!#!"#!&"'()*'+!&. De fato, ele representa um momento excepcional de ruptura na orientação das políticas públicas o que inclui a política industrial. Estas podem ser traduzidas pelo redesenho das políticas de caráter social; privatizações; regulação de setores via da criação de agências (Anatel, Aneel, ANP, etc.); promulgação da Lei de responsabilidade fiscal; ampliação da abertura da economia e liberalização comercial; redução e controle da inflação; liberalização financeira; implementação do código de defesa do consumidor; entre outras. 4 Aqui cabe destacar dois importantes momentos. O Plano Collor, implementado no início dos anos 1990, tinha como principal desafio conter a inflação. O diagnóstico apontava que as causas da escalada dos preços se encontravam na fragilidade financeira e fiscal do governo e no excesso de liquidez provocado. Este plano foi estruturado em torno de três pontos (reforma monetária, ajuste fiscal e política de rendas). Nesse contexto que a!"#$%&'() *+,-.%/&(#) 2),2) 5"67/'&") 89%2/&"/ (PICE) foi lançada. A estratégia de desenvolvimento industrial se baseava na abertura comercial, por meio da redução de barreiras não tarifárias, focalizada em setores oligopolizados da economia (setor automotivo, fármacos, etc.). Nesse sentido, pode-se dizer que a #7.(%"(#0$>,0.(#0)((./%()%#0.0',//"3#0"&0+#(5%.(0.&)$.$%.&.$%.0 /.4.%)*,. Em meio ao fracasso da estratégia de estabilização e ao )&'.#+K&.$% do presidente Collor a inflação e o problema fiscal ressurgiram (Campanário, 1992). Contudo, persistiria a idéia de que abertura aumentaria a eficiência produtiva da economia. A solução definitiva para o problema da inflação crônica só viria com o Plano Real. Apesar de tratar-se de um plano de estabilização, /%()%,0 +.$/,, o!#(+") A2(#, lançado em 1994, representa um grande divisor de águas no padrão de desenvolvimento econômico brasileiro. Como afirma Batista Jr (1996), comparado aos planos de estabilização anteriores, o Plano Real foi, sem dúvida, o mais eficaz no combate à inflação. Partindo de um cenário econômico e político adverso, foram criados fundamentos fiscais e monetários que, embora pouco sólidos, levaram à criação da nova moeda em julho de Os elementos centrais do modelo de estabilização adotado foram: uso da taxa de câmbio como instrumento de combate à inflação, abertura econômica às importações por meio de drástica redução de barreiras tarifárias e não tarifárias, abertura financeira com adoção, inclusive, de políticas de estímulo a entrada de capitais de curto prazo e medidas de desindexação da economia (URV). Esta arquitetura vai de encontro aos postulados do Consenso de Washington. Em função da abertura, a indústria ficou mais exposta à concorrência estrangeira, o que foi facilitado pelo crescimento da renda real da população e a adoção de um modelo de câmbio valorizado. A tabela 1 sumariza os resultados das medidas sobre o setor industrial. Além da mudança estrutural indicada, os efeitos das medidas são evidenciados pela forte elevação das importações a partir de 1995 e mudança estrutural na forma de financiamento do balanço de pagamentos. A rigor, a 3 Como será indicado adiante, tal é o caso das chamadas opções estratégicas (OE) eleitas na Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior PITCE (lançada em março de 2004). 4 É importante destacar que muitas intentonas reformistas foram discutidas por diversos setores da sociedade civil nesse período; entre elas, as reformas administrativas, previdenciária; outras delas, encontram-se em processo de consolidação (tributária, política, judiciário, sindical, etc). 7

8 sobrevalorização cambial aumentou a competição com as importações e reduziu a competitividade das exportações. Nesse contexto, o governo procurou realizar, por meio de uma série de programas, um amplo processo de reorganização industrial, cujos objetivos eram a melhora da qualidade, produtividade e redução de custos. E0 '#(%)(0 -#30 #0./%(#%OB)# /.$*,4*)&.$%,0.+,$C&)+,0.0 )$-"/%()#40 )$+,(',(#()#0 "&0 $,*,0.$;,!".0 (.4#+),$#-,0 P0,'=>,0 '.4#0 )$/.(=>,0 +,&'.%)%)*#0 -#0.+,$,&)#07(#/)4.)(#0$,0+.$5(),0)$%.($#+),$#4 (Baumann, 1999; Moreira, 1999). No campo fiscal o ajuste veio acompanhado da reforma patrimonial do Estado, liberalização e regulação setorial (energia, telecomunicações, etc.) (Giambiagi e Além, 2001). Q,&0 #0 #7.(%"(#0,0 )$*./%)&.$%,0 )$-"/%()#40 +,$+.$%(,"8/.0 '()$+)'#4&.$%.0 $#0 &,-.($)<#=>,0 +,&0.6'#$/>,0 #'.$#/0 4)&)%#-#0 -#0 +#'#+)-#-.0 '(,-"%)*#0.&0 #4B"$/0 /.%,(./0./'.+3;)+,/. (Baumann, 1999:30). 5 A estabilização teria provocado o ()(,-*" ',./(0! o que estimulou o crescimento das inversões nas atividades produtoras de bens de consumo e em outros setores específicos. Setores como os de telecomunicações atraíram fortes inversões em função das privatizações. R&0 &.),0 #,/0 L6)%,/0 -,0 F4#$,0S.#4?0B#$K,"0;,(=#0#0)-O)#0/.B"$-,0#0!"#40,0R/%#-,0-.*.()#0#%"#(0+,&,0#%,(0(.B"4#-,(0.0 T;#+)4)%#-,(U0-,0-./.$*,4*)&.$%,. 1(S2#()D<)8B"#-FG"),")26I/24"0).(#=/&".0)6(/42+.),2)#-'/")2)I/",-%&B&,(,2)I(/()()&+,X.%/&()(Base: agosto de 1994=100) LYZ) 86I/24") [(..().(#(/&(#) M(#=/&")/2(#)67,&") [(/426),2)#-'/")!/",-FG")K$.&'()!/",-%&B&,(,2) ,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100, ,04 123,18 126,94 82,00 101,01 104, ,30 130,71 149,73 79,64 104,10 119, ,68 134,21 162,32 79,13 106,20 128, ,70 133,69 178,97 78,02 104,30 139, ,47 105,98 152,56 98,14 104,01 149, ,47 102,05 144,81 108,93 111,16 157,74 H0PQ]) UU0RD]) R0NO]) DD0D^]) Q_0_U]) K"+%2<)5(6I(+=/&")2)M&#B():HPPU;E) Como conceituam Campanário e Silva (2004) e Silva (2003), #0 ',43%)+#0 )$-"/%()#40 ',-.0 /.(0.$%.$-)-#0 +,&,0 #0 +()#=>,?0 #0 )&'4.&.$%#=>,?0 #0 +,,(-.$#=>,0.0,0 +,$%(,4.0./%(#%OB)+,0 -.0 )$/%("&.$%,/0 -./%)$#-,/0 #0 #&'4)#(0 #0 +#'#+)-#-.0 '(,-"%)*#0.0 +,&.(+)#40 -#0 )$-M/%()#?0 #0 ;)&0 -.0 B#(#$%)(0+,$-)=I./0+,$+,((.$+)#)/0/"/%.$%5*.)/0$,/0&.(+#-,/0)$%.($,0.0.6%.($,. Tradicionalmente (fases 2 e 3), a política industrial visava gerar capacidade produtiva, reduzir gargalos produtivos e contornar desajustes externos em meios a conciliação de grupos de interesse diversos. 6 A rigor, em meio a deterioração das condições de equilíbrio macroeconômico, verificadas ao longo dos anos 1980 e 1990 (em parte oriundas da crise fiscal), a política industrial seria relegada a um plano secundário na concepção das políticas econômicas. Isso não quer dizer que determinados setores da sociedade deixassem de discutir temas a ela associados. Este embate fica caracterizado pela polarização entre os chamados desenvolvimentistas e os chamados monetaristas durante a era FHC. 7 E0()B,(?0#$,/0-.0'(,%.+),$)/&,?0$,0+,$%.6%,0-#0+()/.0-#/0;)$#$=#/0'M74)+#/?0;#<)#&0+,&0!".0 ;,//.&0*)/%,/0+,&0&#"/0,4K,/0#0#'4)+#=>,0-.0)$/%("&.$%,/0-.0',43%)+#0)$-"/%()#4. No plano político, em meio a redemocratização, passou a haver certo consenso acerca da necessidade de revisão do papel do Estado na economia:. a (&./('#! criticava a (re)distribuição de renda impetrada durante o regime militar; a #,'(,-! defendia a redução do papel do Estado o qual geraria distorções diversas (mal emprego de recursos, distorções devido a falhas de informação, descompasso entre formulação e execução de medidas e o estado real da economia, etc.); já o %(1-'* argumentava que chegara ao 5 Bauman (1999) aponta ainda que este excesso de investimento em certos setores indica uma diminuição futura nos níveis de inversão, principalmente em telecomunicações, setor automotivo, etc. e constitui sério desequilíbrio. 6 As câmeras setoriais representam um bom exemplo da tentativa de contornar conflitos entre o capital e o trabalho. 7 Mais recentemente, estas discussões de dão no seio do atual governo nas discussões pelas polêmicas travadas entre o Ministério da Fazenda e a Casa Civil. 8

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro

Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro Mario Sergio Salerno Diretor de Estudos Setoriais do IPEA 1 de julho de 2005 Uma nova trajetória de desenvolvimento

Leia mais

Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil

Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil ANAIS DA 65ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC RECIFE, PE JULHO/2013 Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil Glauco Arbix Somente a inovação será capaz de reverter o quadro de estagnação da economia brasileira,

Leia mais

Levantamento da Base. Industrial de Defesa. Levantamento da Base. Industrial de Defesa (BID) Reunião Plenária do COMDEFESA

Levantamento da Base. Industrial de Defesa. Levantamento da Base. Industrial de Defesa (BID) Reunião Plenária do COMDEFESA Levantamento da Base Industrial de Defesa (BID) Levantamento da Base Reunião Plenária do COMDEFESA Industrial de Defesa São Paulo, 05 de março de 2012 (BID) Reunião Ordinária ABIMDE São Bernardo do Campo,

Leia mais

Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto de 2010

Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto de 2010 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio Exterior Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Desafios da Inovação no Brasil Rafael Lucchesi Rafael Lucchesi 25/05/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial em

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Fernando Veloso IBRE/FGV Book Launch of Surmounting the Middle Income Trap: The Main Issues for Brazil (IBRE/FGV e ILAS/CASS) Beijing, 6 de Maio

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008 INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008 O momento e as tendências Fundamentos macroeconômicos em ordem Mercados de crédito e de capitais em expansão Aumento do emprego

Leia mais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Foco e Prioridades Contexto Dimensões do Plano Brasil Maior Estrutura de Governança Principais Medidas Objetivos Estratégicos e

Leia mais

ESTUDO DE CASO MÓDULO XI. Sistema Monetário Internacional. Padrão Ouro 1870 1914

ESTUDO DE CASO MÓDULO XI. Sistema Monetário Internacional. Padrão Ouro 1870 1914 ESTUDO DE CASO MÓDULO XI Sistema Monetário Internacional Padrão Ouro 1870 1914 Durante muito tempo o ouro desempenhou o papel de moeda internacional, principalmente por sua aceitabilidade e confiança.

Leia mais

Inovar para competir. Competir para crescer.

Inovar para competir. Competir para crescer. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 sumário Plano Brasil Maior...7 Dimensões do Plano...8 Dimensão Estruturante...11

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

Workshop sobre Apoio a Empresas de Base Tecnológica em SP Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico FAPESP

Workshop sobre Apoio a Empresas de Base Tecnológica em SP Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico FAPESP Workshop sobre Apoio a Empresas de Base Tecnológica em SP Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico FAPESP Aluysio Asti Superintendente da Área de Planejamento- BNDES Abril/2006 Marcos

Leia mais

2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro.

2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro. 1 1 2 2 3 2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro. 2004-06: recuperação econômica, com direcionamento do aumento da arrecadação federal

Leia mais

Inovação, Regulação e Certificação. I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde

Inovação, Regulação e Certificação. I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde Inovação, Regulação e Certificação I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde São Paulo 11/04/2012 ABDI Criada pelo Governo Federal em 2004 Objetivo Objetivos Desenvolver ações

Leia mais

Medidas de lançamento, agosto de 2011

Medidas de lançamento, agosto de 2011 Brasil Maior Medidas de lançamento, agosto de 2011 ANÁLISE O plano BRASIL MAIOR é a terceira versão de política industrial dos governos do PT. É importante reconhecer o esforço destes três últimos governos

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

Programa de Atração de Investimentos

Programa de Atração de Investimentos 1 Programa de Atração de Investimentos Oficina de Trabalho da RENAI - Rede Nacional de Informação sobre o Investimento Brasília, 08 de Junho de. Antecedentes 2 O Governo Brasileiro quer dar prioridade

Leia mais

MÓDULO 3 A estrutura brasileira para o comércio exterior

MÓDULO 3 A estrutura brasileira para o comércio exterior MÓDULO 3 A estrutura brasileira para o comércio exterior O governo brasileiro possui definida uma política voltada para o comércio internacional, onde defende os interesses das empresas nacionais envolvidas,

Leia mais

Política de Software e Serviços

Política de Software e Serviços Política de Software e Serviços Encontro de Qualidade e Produtividade em Software - Brasília Dezembro / 2003 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática e Tecnologia Antenor

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CARTA SÃO PAULO 2006 1 CARTA SÃO PAULO 2006 Visão para inovação, competitividade e renda. Reunidos na cidade de São Paulo-SP, no dia 25 de agosto de

Leia mais

EQPS Belo Horizonte. Política de Software e Serviços: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010

EQPS Belo Horizonte. Política de Software e Serviços: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 EQPS Belo Horizonte Política de Software e Serviços: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 Antenor Corrêa Coordenador-Geral de Software e Serviços Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria

Leia mais

MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO

MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO Fernando Ferrari Filho Resenha do livro Macroeconomia da Estagnação: crítica da ortodoxia convencional no Brasil pós- 1994, de Luiz Carlos Bresser Pereira, Editora 34, São Paulo,

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

Plano BrasilMaior 2011/2014

Plano BrasilMaior 2011/2014 Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Agenda de Ações para a Competitividade dos Pequenos Negócios Dimensões do Plano Brasil Maior -Quadro Síntese Dimensão Estruturante:

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas

O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas Análise Economia e Comércio / Desenvolvimento Carolina Dantas Nogueira 20 de abril de 2006 O processo de abertura comercial da China:

Leia mais

O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil

O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil Davi Almeida e Rodrigo Ventura Macroplan - Prospectiva, Estratégia & Gestão Artigo Publicado em: Sidney Rezende Notícias - www.srzd.com Junho de 2007 Após duas décadas

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

Programas para consolidar e expandir a liderança. PDP setembro/09 PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA CELULOSE E PAPEL

Programas para consolidar e expandir a liderança. PDP setembro/09 PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA CELULOSE E PAPEL Programas para consolidar e expandir a liderança PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA CELULOSE E PAPEL 1 Estratégias: liderança mundial e conquista de mercados Objetivos: consolidar a liderança

Leia mais

O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES

O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES 20.10.2009 Luciano Coutinho Mensagem Inicial Pré-sal:

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo

Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo Josué Gomes da Silva IEDI Seminário Internacional: A Hora e a Vez da Política de Desenvolvimento Produtivo BNDES / CNI CEPAL / OCDE 22/09/2009

Leia mais

Plano Plurianual 2012-2015

Plano Plurianual 2012-2015 12. Paraná Inovador PROGRAMA: 12 Órgão Responsável: Contextualização: Paraná Inovador Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI As ações em Ciência, Tecnologia e Inovação visam

Leia mais

valorização profissional e pessoal dos Associados SERVIDORES EFETIVOS DAS AGÊNCIAS REGULADORAS FEDERAIS

valorização profissional e pessoal dos Associados SERVIDORES EFETIVOS DAS AGÊNCIAS REGULADORAS FEDERAIS valorização profissional e pessoal dos Associados SERVIDORES EFETIVOS DAS AGÊNCIAS REGULADORAS FEDERAIS ANER SEDE ANER SHIS QI 23 Conjunto 13 casa 19 Lago Sul Brasília - DF Entidade sem fins lucrativos,

Leia mais

Plano BrasilMaior A PolíticaIndustrial Brasileira. Inovar para competir. Competir para crescer.

Plano BrasilMaior A PolíticaIndustrial Brasileira. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano BrasilMaior A PolíticaIndustrial Brasileira 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Mauro Borges Lemos Presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial novembro 2012

Leia mais

Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade

Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo do MDIC Rio de Janeiro, Agosto de 2011 Introdução 1 Contexto

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo São Paulo, agosto de 2012 Introdução 1 Contexto Econômico Internacional;

Leia mais

Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010

Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010 Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010 A produção de commodities e a transformação econômica do Brasil João

Leia mais

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica Desafios para a Indústria Eletroeletrônica 95 O texto aponta as características das áreas da indústria eletroeletrônica no país e os desafios que este setor tem enfrentado ao longo das últimas décadas.

Leia mais

Princípios ref. texto nº de votos N

Princípios ref. texto nº de votos N Princípios N G A E Estimular os processos de articulação de políticas públicas nos territórios, garantindo canais de diálogo entre os entes federativos, suas instituições e a sociedade civil. Desenvolvimento

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS E CONCLUSÕES

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS E CONCLUSÕES 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS E CONCLUSÕES O modelo tradicional do setor elétrico estruturado através de monopólios naturais verticalizados foi a principal forma de provisionamento de energia elétrica no mundo

Leia mais

Sistema produtivo e inovativo de software e serviços de TI brasileiro: Dinâmica competitiva e Política pública

Sistema produtivo e inovativo de software e serviços de TI brasileiro: Dinâmica competitiva e Política pública Conferência Internacional LALICS 2013 Sistemas Nacionais de Inovação e Políticas de CTI para um Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável 11 e 12 de Novembro, 2013 - Rio de Janeiro, Brasil Sistema produtivo

Leia mais

IV. Visão Geral do Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2008/2015

IV. Visão Geral do Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2008/2015 IV. Visão Geral do Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2008/2015 Quem disse que nada é impossível? Tem gente que faz isso todos os dias!. Alfred E. Newman O Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2008/2015

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ Av. Jerson Dias, 500 - Estiva CEP 37500-000 - Itajubá Minas Gerais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ Av. Jerson Dias, 500 - Estiva CEP 37500-000 - Itajubá Minas Gerais Lei nº 2677 BENEDITO PEREIRA DOS SANTOS, Prefeito do Município de Itajubá, Estado de Minas Gerais, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014

Plano Brasil Maior 2011/2014 Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer 1ª. Reunião do Conselho de Competitividade Serviços Brasília, 12 de abril de 2012 Definições O PBM é: Uma PI em sentido amplo: um

Leia mais

PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL

PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL Políticas de Inovação para o Crescimento Inclusivo: Tendências, Políticas e Avaliação PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL Rafael Lucchesi Confederação Nacional da Indústria Rio

Leia mais

Máquinas e Equipamentos de Qualidade

Máquinas e Equipamentos de Qualidade Máquinas e Equipamentos de Qualidade 83 A indústria brasileira de máquinas e equipamentos caracteriza-se pelo constante investimento no desenvolvimento tecnológico. A capacidade competitiva e o faturamento

Leia mais

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS Programas para fortalecer a PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS 1 Madeira e Móveis Estratégias: conquista de mercados, focalização, diferenciação e ampliação do acesso Objetivos:

Leia mais

PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA SIDERURGIA

PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA SIDERURGIA Programas para consolidar e expandir a liderança PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA SIDERURGIA Legenda: Branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho

Leia mais

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS José E Cassiolato Coordenador da RedeSist, IE-UFRJ Marcelo G P de Matos Pesquisador da RedeSist,

Leia mais

Parte V Financiamento do Desenvolvimento

Parte V Financiamento do Desenvolvimento Parte V Financiamento do Desenvolvimento CAPÍTULO 9. O PAPEL DOS BANCOS PÚBLICOS CAPÍTULO 10. REFORMAS FINANCEIRAS PARA APOIAR O DESENVOLVIMENTO. Questão central: Quais as dificuldades do financiamento

Leia mais

O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK

O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK O desenvolvimento autônomo com forte base industrial, que constituiu o núcleo da proposta econômica desde a Revolução de 1930 praticamente esgotou suas

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITORIO BRASILEIRO. Prof. Israel Frois

FORMAÇÃO DO TERRITORIO BRASILEIRO. Prof. Israel Frois FORMAÇÃO DO TERRITORIO BRASILEIRO Prof. Israel Frois SÉCULO XV Território desconhecido; Era habitado por ameríndios ; Natureza praticamente intocada Riqueza imediata: Pau-Brasil (Mata Atlântica) Seus limites

Leia mais

Agenda de Políticas para Inovação. Brasília, 14 de fevereiro de 2013

Agenda de Políticas para Inovação. Brasília, 14 de fevereiro de 2013 Agenda de Políticas para Inovação Brasília, 14 de fevereiro de 2013 Recursos Humanos para Inovação Horácio Lafer Piva - Klabin A Agenda Promover uma mudança no ensino brasileiro com direcionamento claro

Leia mais

ARRUDA, Mauro; VERMULM. Roberto; HOLANDA, Sandra. Inovação

ARRUDA, Mauro; VERMULM. Roberto; HOLANDA, Sandra. Inovação ARRUDA, Mauro; VERMULM. Roberto; HOLANDA, Sandra. Inovação Tecnológica no Brasil; a Indústria em Busca da Competitividade Global. São Paulo: Associação Nacional de Pesquisa ANPEI, 2006. 117p. Kira Tarapanoff

Leia mais

Regras fiscais e o ajuste em curso no Brasil: comentários gerais

Regras fiscais e o ajuste em curso no Brasil: comentários gerais Regras fiscais e o ajuste em curso no Brasil: comentários gerais André M. Biancarelli IE-Unicamp Seminário O Desafio do Ajuste Fiscal Brasileiro AKB; Centro do Novo Desenvolvimentismo, EESP-FGV São Paulo,

Leia mais

Leilões de Linhas de Transmissão e o Modelo de Parceria Estratégica Pública Privada. (*)

Leilões de Linhas de Transmissão e o Modelo de Parceria Estratégica Pública Privada. (*) Leilões de Linhas de Transmissão e o Modelo de Parceria Estratégica Pública Privada. (*) Nivalde J. de Castro (**) Daniel Bueno (***) As mudanças na estrutura do Setor Elétrico Brasileiro (SEB), iniciadas

Leia mais

EIXO 2 ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO

EIXO 2 ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO EIXO 2 ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO Disciplina: D2.1 Economia Brasileira (24h) (Aula 1 Fase desenvolvimentista 1930/80 e os planos de estabilização nos anos 1980 a 1990) Professora: Maria Abadia Alves 23

Leia mais

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960.

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. Glauber Lopes Xavier 1, 3 ; César Augustus Labre Lemos de Freitas 2, 3. 1 Voluntário Iniciação

Leia mais

Vamos usar a seguinte definição: Aumento da taxa de cambio = Desvalorização. Taxa de cambio real : é o preço relativo dos bens em dois paises.

Vamos usar a seguinte definição: Aumento da taxa de cambio = Desvalorização. Taxa de cambio real : é o preço relativo dos bens em dois paises. Vamos usar a seguinte definição: Aumento da taxa de cambio = Desvalorização Uma desvalorização ocorre quando o preço das moedas estrangeiras sob um regime de câmbio fixa é aumentado por uma ação oficial.

Leia mais

02 a 05 de junho de 2009. Eventos Oficiais:

02 a 05 de junho de 2009. Eventos Oficiais: 02 a 05 de junho de 2009 Expo Center Norte - SP Eventos Oficiais: 1 A Saúde Rompendo Paradigmas para o Crescimento Sustentável Saúde Suplementar : Modelo,Regulação e Intervenção Estatal Alceu Alves da

Leia mais

COMÉRCIO INTERNACIONAL. Instituições Intervenientes no Comércio Exterior do Brasil e Siscomex COMÉRCIO INTERNACIONAL COMÉRCIO INTERNACIONAL

COMÉRCIO INTERNACIONAL. Instituições Intervenientes no Comércio Exterior do Brasil e Siscomex COMÉRCIO INTERNACIONAL COMÉRCIO INTERNACIONAL Instituições Intervenientes no Comércio Exterior do Brasil e Siscomex Prof.Nelson Guerra Órgãos acima + Ministério das Relações Exteriores. Conheça cada um deles CAMEX: Objetiva a formulação, adoção, implementação

Leia mais

Turma BNDES Engenharia Específica Regular

Turma BNDES Engenharia Específica Regular Turma BNDES Engenharia Específica Regular Banca: CESGRANRIO Edital de referência: 01/2012 (data da publicação: 17/12/2012) Carga horária (aulas presenciais): 161,0 horas EMENTA DA PROVA 1 OBJETIVA Carga

Leia mais

Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004

Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004 Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004 Fernando Ferrari-Filho Frederico G. Jayme Jr Gilberto Tadeu Lima José

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. Aprova as Diretrizes Gerais do Sistema Brasileiro de Tecnologia - SIBRATEC.

Leia mais

Uma proposição de política cambial para a economia brasileira +

Uma proposição de política cambial para a economia brasileira + Uma proposição de política cambial para a economia brasileira + Fernando Ferrari Filho * e Luiz Fernando de Paula ** A recente crise financeira internacional mostrou que a estratégia nacional para lidar

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Em Busca do Crescimento Perdido

Em Busca do Crescimento Perdido São Paulo - SP / CORECON-SP em 25 de abril de 2003 Em Busca do Crescimento Perdido Paulo Faveret Filho Chefe do Depto. de Planejamento BNDES (com agradecimentos a Fábio Giambiagi) 1. Retrospecto 2. O problema

Leia mais

Modernização da Gestão

Modernização da Gestão Modernização da Gestão Administrativa do MPF Lei de Responsabilidade Fiscal, Finanças Públicas e o Aprimoramento da Transparência Francisco Vignoli Novembro-Dezembro/2010 MPF - I Seminário de Planejamento

Leia mais

Universidade de Coimbra Faculdade de Direito. Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social

Universidade de Coimbra Faculdade de Direito. Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social Universidade de Coimbra Faculdade de Direito Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social Eduardo Molan Gaban Sócio das áreas de Direito Antitruste e Comércio Internacional de Machado Associados

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: síntese dos trabalhos e principais resultados

A Mobilização Empresarial pela Inovação: síntese dos trabalhos e principais resultados A Mobilização Empresarial pela Inovação: síntese dos trabalhos e principais resultados Pedro Wongtschowski São Paulo - 4/2/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial

Leia mais

O COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL

O COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL International Seminar & Book Launch of "Surmounting Middle Income Trap: the Main Issues for Brazil" Institute of Latin American Studies (ILAS, CASS) Brazilian Institute of Economics at Getulio Vargas Foundation

Leia mais

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 Regina Beatriz Bevilacqua Vieira 1 SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 BRASIL/INEP. SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior:

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Atração de Investimentos, Promoção Comercial e Projeção Internacional Eduardo Bernis Secretaria Municipal de Desenvolvimento Belo Horizonte

Leia mais

Workshop 007 Tecnologia da Informação

Workshop 007 Tecnologia da Informação Workshop 007 Diretor, Softex Blumenau, November 20 th th 2007 Logo Empresa Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2007 QUESTÕES APRESENTADAS: 1) Como o Brasil desenvolve o setor de TI e quais os maiores desafios?

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE SETOR DE BRINQUEDOS

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE SETOR DE BRINQUEDOS PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE SETOR DE BRINQUEDOS 1 Setor de Brinquedos Estratégias: Ampliação de Acesso e Conquista de Mercado Objetivos: 1 - Aumentar a competitividade; 2 - consolidar o

Leia mais

O BNDES E A INOVAÇÃO

O BNDES E A INOVAÇÃO O BNDES E A INOVAÇÃO LUCIANO COUTINHO PRESIDENTE DO BNDES FÓRUM NACIONAL - INAE 17 de Maio de 2007 1 Onde Estamos A indústria de transformação precisa voltar a funcionar como motor propulsor da economia

Leia mais

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje?

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje? Entrevista A diretora do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Cândida Cervieri, foi entrevistada pelo Informativo RENAPI.

Leia mais

Brasília, 9 de maio de 2012

Brasília, 9 de maio de 2012 Brasília, 9 de maio de 2012 Discurso do presidente Alexandre Tombini em evento no Sebrae para lançamento do Plano de Ação para Fortalecimento do Ambiente Institucional para a Adequada Inclusão Financeira

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral

Leia mais

Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC

Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC Brasília, 22 de janeiro de 2008 NOTAS SOBRE O BALANÇO DE UM ANO DO PAC AVALIAÇÃO GERAL Pontos positivos e destaques: 1)

Leia mais

Visão. O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada. do Desenvolvimento. nº 96 29 jul 2011

Visão. O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada. do Desenvolvimento. nº 96 29 jul 2011 Visão do Desenvolvimento nº 96 29 jul 2011 O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada Por Fernando Puga e Gilberto Borça Jr. Economistas da APE BNDES vem auxiliando

Leia mais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais IMF Survey PERSPECTIVAS ECONÓMICAS REGIONAIS África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais Por Jesus Gonzalez-Garcia e Juan Treviño Departamento da África, FMI 24 de Abril de 2014

Leia mais

O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro

O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro GESTÃO DE MACROPOLÍTICAS PÚBLICAS FEDERAIS O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro Esther Dweck Brasília Ministério do Planejamento 04 de fevereiro de 2014 O modelo de desenvolvimento brasileiro Objetivos

Leia mais

O sucesso do Plano Real na economia brasileira RESUMO

O sucesso do Plano Real na economia brasileira RESUMO 1 O sucesso do Plano Real na economia brasileira Denis de Paula * RESUMO Esse artigo tem por objetivo evidenciar a busca pelo controle inflacionário no final da década de 1980 e início da década de 1990,

Leia mais