RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

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1 ório do Conselho de Administração RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

2 Senhores accionistas No cumprimento dos estatutos e da lei, vem o Conselho de Administração submeter à vossa apreciação e aprovação o Relatório de Gestão e Contas da Patris Seguros, SA, relativo ao exercício de. 1. Introdução A Patris Seguros, SA, é uma corretora de seguros, que se dedica à exploração e comercialização de produtos de seguros e ao aconselhamento técnico dos clientes em matéria de protecção e segurança dos seus activos e rendimentos através de produtos de seguros. 2. Enquadramento macro económico Economia Internacional A economia mundial continua a recuperar, a diferentes velocidades, da recessão provocada pela crise financeira em As economias desenvolvidas, mais focadas em questões orçamentais e financeiras, não ultrapassaram o 1,6% de crescimento médio. Após uma contracção de 0,6% em 2009, o produto mundial aumentou 5,2% em 2010 e 3,8% em, e para 2012, as projecções do FMI apontam para um crescimento na ordem dos 3,3%. O abrandamento da economia mundial foi particularmente acentuada nos últimos trimestres de em resultado do fraco crescimento da Europa e da desaceleração das economias emergentes. A crise da dívida soberana da zona Euro e as consequentes políticas de austeridade e limitações no acesso ao crédito condicionaram o crescimento Europeu que, naturalmente, se repercutiu nas restantes economias mundiais. A turbulência financeira, inicialmente circunscrita apenas aos países da periferia Europeia, difundiu-se pela zona Euro contagiando algumas das maiores economias europeias. Diversos países europeus viram a sua notação financeira ser cortada em alguns níveis e o preço das respectivas obrigações do tesouro subiram para, em alguns casos, níveis quase proibitivos. Os governos europeus, determinados em restaurar a confiança dos mercados financeiros, adoptaram uma política de consolidação orçamental agressiva condicionando o crescimento económico da região. Com efeito, apesar da zona Euro ter alcançado uma taxa de crescimento de 1,6% em, o último trimestre do ano foi já de contracção e para o ano de 2012, de acordo com as projecções do FMI, a zona Euro deverá ter uma recessão ligeira de 0,5%.

3 As medidas de correcção orçamental adoptadas permitiram a redução do défice público dos governos europeus, em, em cerca de 2 pontos percentuais, situando-se em 4,7% do PIB da União Europeia e em 4,1% do PIB da zona Euro. Para 2012 a Comissão Europeia prevê que os défices públicos atinjam os 3,9% na UE e os 3,4% na zona Euro e que a dívida pública se estabilize nos 85% do PIB da UE e nos 90% do produto da zona Euro. Os indicadores financeiros mais recentes apontam para uma redução gradual dos custos de financiamento e sugerem uma menor aversão dos investidores ao risco. Não obstante estes sinais de melhoria, o sistema financeiro europeu permanece instável. As taxas de juro das obrigações do tesouro mantêm-se demasiado elevadas em alguns países da zona Euro e assiste-se a uma diminuição do financiamento ao sector privado. Em suma, os mercados financeiros continuam frágeis e as tensões políticas e a instabilidade no mercado de dívida soberana deverão constituir um forte constrangimento ao crescimento económico. Economia Portuguesa A pressão dos mercados financeiros sobre Portugal intensificou-se substancialmente ao longo de, obrigando o governo a recorrer ao programa de auxílio financeiro conjunto da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional ( FMI ). Este programa impôs uma política de consolidação orçamental exigente que, de tal forma, condicionou o desempenho económico do país. O défice das contas públicas terá ficado nos 4% e a economia terá contraído 1,5% em. Os bancos portugueses continuam com dificuldades no acesso ao financiamento nos mercados internacionais, o que consequentemente se traduz numa limitação ao financiamento do sector privado da economia. Pela positiva destacou-se o comportamento do sector exportador que, de acordo com as previsões do governo português e da comissão europeia, deverá continuar ter um crescimento expressivo em 2012 e O ano de 2012 será marcado por novos esforços de consolidação orçamental e pela crescente desalavancagem do sector empresarial e dos particulares. Os custos de financiamento da economia deverão aumentar e, consequentemente, o investimento público e privado tenderão a diminuir para valores mínimos históricos. Apesar do desempenho esperado para o comércio externo, o Produto Interno Bruto deverá recuar cerca de 3%, de acordo com as previsões da União Europeia. 3. Mercado segurador Em, Portugal viveu num ambiente económico e social marcado pela contracção

4 do consumo, aumento relevante do desemprego, clara desaceleração da actividade económica, tendo como consequência o aumento do número de falências, a redução do rendimento disponível e a diminuição da massa segurável. Este contexto afectou directamente o desempenho da actividade seguradora e a performance dos principais indicadores de mercado. O ramo Vida apresentou um decréscimo superior a -38%, contrariando a evolução positiva registada em Neste âmbito, merece destaque a evolução registada ao nível dos ramos Vida Risco, Produtos de Capitalização e PPR. Assim, e no que se refere a Vida Risco (sem rendas vitalícias), o mercado apresentou um decréscimo de -1,0%, invertendo a evolução positiva registada em 2010 (+1,3%) e 2009 (+1,9%). O mercado PPR no seu conjunto apresentou uma evolução negativa de -59,9%, invertendo de forma significativa o desempenho obtido nos últimos anos em que se registaram crescimentos consecutivos. No entanto, o mercado de PPR Contratos de Investimento sofreu uma acentuada quebra apoiada pelo mercado de PPR Contratos de Seguro, cujo decréscimo foi de -65,0%. Nos ramos Não Vida, o decréscimo da produção do seguro directo foi marginal (-0,8%), atingindo com maior intensidade alguns ramos mais sensíveis a variáveis macroeconómicas, mas não inibindo o crescimento moderado de outros. Os ramos Doença e IODC registaram um aumento de +1,5% e +1,4%, respectivamente, mantendo desta forma a performance positiva do ano anterior. Nos dos Acidentes Pessoais a evolução foi de -12,2% e em Responsabilidade Civil -2,5%. O ramo Automóvel registou em um ligeiro decréscimo de -0,1%, em claro contraste com a recuperação efectuada em 2010 onde tinha registado um crescimento de +0,4%. No tocante ao ramo de Acidentes de Trabalho, o ano de voltou a registar uma forte quebra ao nível dos prémios, naturalmente induzida pela redução do emprego e pela contenção da massa salarial, ainda que adicionalmente afectada pela pressão concorrencial do mercado. A produção registou uma redução de -3,7%, em linha com o decréscimo médio dos últimos anos (-4,1% em 2010 e -9,1% em 2009). No âmbito dos ramos de Transportes e pese embora o decréscimo verificado em (- 3,3%), salienta-se o crescimento do ramo Mercadorias Transportadas em 0,7%, resultante do recente dinamismo das exportações. No ramo Diversos, que no seu conjunto obteve um crescimento de 6,8%, destaca-se a evolução positiva, após dois anos de contracção, dos seguros de Crédito, em resultado de uma procura crescente por parte das empresas exportadoras. 4. Actividade da sociedade

5 O ano de ficou marcado pela entrada de um novo acionista de referência no capital da Sociedade e pela reestruturação económica e financeira subsequente. Com efeito, mediante contrato promessa de compra e venda firmado entre a actual acionista maioritária e a GI10 - Investimentos e Gestão SGPS, S.A.(GI10) esta sociedade prometeu adquirir uma posição de 52,5% no capital da sociedade a realizar em dois momentos, concretamente, no acto da assinatura do contrato e mediante aumento do capital de 950m para 1.275m, através da realização de 325m em dinheiro e, após o fecho do exercício de, nos termos que o contrato estabelece, um novo aumento de 725m a realizar parte em espécie e parte em dinheiro. Por conta do segundo aumento referido, a GI 10 já procedeu ao integral adiantamento de fundos e à realização adicionalmente de 150 m em suprimentos. De acordo com o contrato, a GI 10, nomeou dois novos administradores para a sociedade, um dos quais o Presidente, passando o Conselho de Administração a integrar seis administradores. O reforço de fundos, possibilitou à Patris Seguros uma significativa redução do seu endividamento financeiro e a normalização da sua situação de tesouraria. Subsequentemente, entendeu o Conselho de Administração proceder ao redimensionamento da sociedade e ao ajustamento da estrutura em melhorar consonância com o nível de negócios, tendo, já no final de, reduzido, por mútuo acordo, o número de colaboradores em seis unidades e já em 2012 em mais uma unidade. Simultaneamente, entendeu o Conselho de Administração adoptar uma nova estratégia de negócio e clarificar o posicionamento de mercado, procedendo a uma melhor segmentação dos clientes e à adopção de uma proposta de valor adequada aos distintos mercados onde a Patris actua. Foi igualmente preocupação do Conselho de Administração reforçar os laços e o relacionamento com os distintos operadores de mercado em particular as Seguradoras, tendo promovido uma apresentação institucional formal junto dos principais parceiros de negócio. A evolução dos negócios ressentiu-se da saída de um importante cliente por razões que não estão relacionadas com o nível de serviço e prestação por parte da Patris Seguros. O reflexo na carteira, não teve igual impacto na estrutura de proveitos considerando a modalidade de serviço que vigorava com este cliente. Noutro plano, de salientar o reforço de mercado da Patris Seguros no segmento dos seguros de crédito e caução, no qual tem vindo a alcançar posição proeminente. A evolução da conta de resultados traduziu os ajustamentos económicos resultantes do processo de saneamento de algumas rubricas do balanço e do esforço de redimensionamento traduzido no valor pago em indemnizações de ,00, a par da

6 amortização do goodwill respeitantes às carteiras detidas no montante de ,81. O resultado operacional foi negativo em ,63, superior ao prejuízo operacional de 2010, ainda que este tenha sido mitigado por proveitos extra exploração no montante de 213 m e um resultado liquido negativo depois de impostos no valor de ,10.Em consequência dos prejuízos apurados a situação liquida da sociedade apresenta um valor de ,70 representando 18,56% do capital social, infringindo o previsto no artº 35º do Código das Sociedades. Nestes termos, a próxima Assembleia Geral da Sociedade deverá pronunciar-se quanto à reposição da regularidade em matéria de fundos próprios, situação já prevista na convocatória da mesma. A situação financeira apresenta substanciais melhorias relativamente a 2010, considerando a redução dos níveis de endividamento bancário em cerca de 385m, bem como a total regularização de todos os débitos em atraso, com o reforço dos empréstimos a título de suprimentos efectuados pela sócia GI 10, no montante de 275m (dos quais 150 m ainda em e o restante em 2012), o reforço dos fundos próprios em 325m em e de empréstimos efectuados pela GI 10 no valor de 325m realizados já em Proposta de aplicação de resultados No cumprimento dos termos legais, o Conselho de Administração propõe que o Resultado Líquido Negativo de ,10 (um milhão trinta e sete mil quatrocentos e cinquenta e dois euros e dez cêntimos) seja transferido para Resultados Transitados. 6. Perspectivas O Conselho de Administração considera que as alterações introduzidas no modelo de gestão e de negócio da Sociedade, a par da segmentação e refocagem das equipas comerciais, deverão traduzir-se na retoma do crescimento do volume de negócios. Estas alterações, combinadas com uma gestão mais efectiva das parcerias e particularmente do relacionamento com as Seguradoras, deverão proporcionar um aumento do nível de proveitos da Sociedade invertendo a tendência anterior. Para 2012, é intenção do Conselho de Administração: 6.1. Aprofundar a proposta de valor e os níveis de compromisso em termos de serviço e resposta; 6.2. Alargar as parcerias e aprofundar os relacionamentos comerciais, em particular com as Seguradoras;

7 6.3. Melhorar a qualidade do aconselhamento e, duma forma geral, os níveis de tecnicidade e profissionalismo; 6.4. Desenvolver a oferta de novas coberturas; 6.5. Promover a modernização das operativas e infraestruturas de suporte ao negócio e, por essa via, automatizar algumas rotinas e simplificar os processos de negócio; 6.6. Estabilizar o processo de reestruturação e equilíbrio financeiro. 7. Considerações adicionais 7.1. Menções obrigatórias No decorrer do exercício de, a Sociedade não adquiriu ou alienou acções próprias. A 31 de Dezembro de a empresa não detinha quaisquer acções próprias. Para efeitos da alínea e) do nº 5 do Artigo 66º, e em conformidade com o disposto no Artigo 397º do Código das Sociedades Comerciais, durante o exercício de a sociedade concedeu um empréstimo a um dos seus administradores, no entanto o valor do empréstimo em cerca de é inferior à remuneração mensal do referido administrador. Além deste empréstimo, não houve mais nenhum negócio entre a empresa e os seus administradores. Dando cumprimento às imposições legais, informamos que não existem dívidas em mora a trabalhadores nem ao Estado ou à Segurança Social e que a Empresa não detém, nem transaccionou, no exercício quotas próprias Eventos subsequentes Posteriormente ao encerramento do exercício, não se verificarem eventos que pela sua materialidade ou relevância mereçam destaque.

8 8. Notas finais O Conselho de Administração entende dever prestar o seu reconhecimento a todos os colaboradores da sociedade e membros dos órgãos sociais pela dedicação, sentido de empresa, cooperação e profissionalismo que emprestaram ao desempenho das suas funções e agradecer a todos os parceiros de negócio, nomeadamente às seguradoras, pelo apoio e colaboração recebidos. Entende também o Conselho de Administração manifestar o seu agradecimento às autoridades de supervisão, nomeadamente, ao Instituto de Seguros de Portugal, pela prontidão e profissionalismo com que tratou todos os assuntos que tivemos oportunidade de submeter à sua consideração. Porto, 5 de Abril de 2012 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Artur de Jesus Marques Presidente Gonçalo Pereira Coutinho Vice -Presidente Eduardo Augusto da Fonseca Marques Vogal Luiz Megre Beça Vogal Michael Stilwell Vogal João Pedro Espregueira Vogal

9 Anexo ao Relatório de Gestão

10 Nos termos dos artigos 447º e 448º do Código das Sociedades Comerciais cumpre-nos fazer as seguintes divulgações: - Membros dos órgãos Socais com participação no capital da sociedade, e accionistas com participação igual ou superior a 10%: Nome do Accionista Nº % Orgãos Sociais Acções Patris Investimentos, SGPS, SA ,1 7 Administrador (representação) GI10 - Investimentos e Gestão SGPS, S.A ,5 Administrador (representação) Porto, 5 de Abril de 2012 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Artur de Jesus Marques Presidente Gonçalo Pereira Coutinho Vice -Presidente Eduardo Augusto da Fonseca Marques Vogal Luiz Megre Beça Vogal Michael Stilwell Vogal João Pedro Espregueira Vogal

11 Demonstrações Financeiras

12 BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO DE (Montantes expressos em euros) 31 Dezembro 31 Dezembro ACTIVO Notas 2010 ACTIVO NÃO CORRENTE: Activos fixos tangiveis 5, , ,33 Propriedades de investimento Activos intangíveis , ,38 Activos biológicos Participações financeiras - método da equivalência patrimonial , ,04 Participações financeiras - outros métodos , ,94 Accionistas / sócios Outros activos financeiros Activos por impostos diferidos Outros activos não correntes Total do activo não corrente , ,69 ACTIVO CORRENTE: Inventários 0,00 Activos biológicos 0,00 Clientes , ,00 Adiantamentos a fornecedores Estado e outros entes públicos 9 25,00 Accionistas / sócios Outras contas a receber , ,48 Diferimentos , ,82 Activos financeiros detidos para negociação Outros activos financeiros 4, ,46 Activos não correntes detidos para venda Caixa e depósitos bancários , ,20 Total do activo corrente , ,96 Total do activo , ,65 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO: Capital realizado , ,00 Acções (quotas) próprias Outros instrumentos de capital próprio ,00 Prémios de emissão Reservas legais , ,82 Outras reservas , ,63 Resultados transitados , ,35 Ajustamentos em activos financeiros , ,96 Excedentes de revalorização , ,43 Outras variações no capital próprio 0, , ,49 Resultado líquido do período 9, , ,63 Total do capital próprio , ,86 PASSIVO: PASSIVO NÃO CORRENTE: Provisões ,00 Financiamentos obtidos , ,88 Responsabilidades por benefícios pós-emprego Passivos por impostos diferidos , ,58 Outras contas a pagar Total do passivo não corrente , ,46 Porto, 5 de Abril de 2012 PASSIVO CORRENTE: Fornecedores 10, , ,87 Adiantamentos de clientes Estado e outros entes publicos 9, , ,81 Accionistas / sócios Financiamentos obtidos 5, , ,19 Outras contas a pagar 10,13, , ,05 Diferimentos , ,41 Passivos financeiros detidos para negociação Outros passivos financeiros Passivos não correntes detidos para venda Total do passivo corrente , ,33 Total do passivo , ,79 Total do capital próprio e do passivo , ,65 - Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração

13 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE (Montantes expressos em euros) RENDIMENTOS E GASTOS Notas 2010 Vendas e serviços prestados , ,77 Subsídios à exploração Ganhos / perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos ,66 295,21 Variação nos inventários da produção Trabalhos para a própria entidade Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos 18, , ,38 Gastos com o pessoal 15, , ,63 Imparidade de inventários (perdas / reversões) Imparidade de dívidas a receber (perdas / reversões) , ,24 Provisões (aumentos / reduções) ,00 Imparidade de investimentos não depreciáveis / amortizáveis (perdas / reversões) , ,71 Aumentos / reduções de justo valor ,54 Outros rendimentos e ganhos , ,61 Outros gastos e perdas , ,14 Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos , ,95 Gastos / reversões de depreciação e de amortização 3,5,6, , ,02 Imparidade de investimentos depreciáveis / amortizáveis (perdas / reversões) , ,03 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) , ,96 Juros e rendimentos similares obtidos Juros e gastos similares suportados , ,94 Resultado antes de impostos , ,98 Imposto sobre o rendimento do período 9, , ,65 Resultado líquido do período , ,63 Resultado por acção básico -8,80-0,59 Porto, 5 de Abril de 2012 Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração

14 DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO NO PERÍODO 2010 (Montantes expressos em euros) Outros Outras Acções instrumentos Ajustamentos Excedentes variações no Resultado Total do Capital (quotas) de capital Prémios de Reservas Outras Resultados em activos de capital líquido do capital Notas realizado próprias próprio emissão legais reservas transitados financeiros revalorização próprio período próprio Posição no início do período , , , , , ,79 0, ,93 0,00 Alterações no período: 0,00 Primeira adopção de novo referencial contabilístico 0,00 Alterações de políticas contabilísticas 0,00 Diferenças de conversão de demonstrações financeiras 0,00 Realização do excedente de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis 372,36-372,36 0,00 Variações dos excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis 0,00 Ajustamentos por impostos diferidos Efeito de aquisição / alienação de participadas 0,00 Outras alterações reconhecidas no capital próprio: Metodo de equivalência patrimonial , , ,44 xxx 0, ,00 0,00 0,00 0, , , , , ,43 0,00 0, ,49 Resultado líquido do período , ,63 Resultado integral ,63-912,14 Operações com detentores de capital no período Realizações de capital 0,00 Realizações de prémios de emissão 0,00 Dsitribuições 0,00 Entradas para cobertura de perdas 0,00 Outras operações , ,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 Posição no fim do período ,00 0, ,00 0, , , , , ,43 0, , ,86 Porto, 5 de Abril de 2012 Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração

15 DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO NO PERÍODO (Montantes expressos em euros) Outros Outras Acções instrumentos Ajustamentos Excedentes variações no Resultado Total do Capital (quotas) de capital Prémios de Reservas Outras Resultados em activos de capital líquido do capital Notas realizado próprias próprio emissão legais reservas transitados financeiros revalorização próprio período próprio Posição no início do período ,00 0, ,00 0, , , , , ,43 0, ,86 0,00 Alterações no período: 0,00 Primeira adopção de novo referencial contabilístico 0,00 Alterações de políticas contabilísticas 0,00 Diferenças de conversão de demonstrações financeiras 0,00 Realização do excedente de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis 186,11-186,11 0,00 Variações dos excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis 0,00 Ajustamentos por impostos diferidos -98,64 98,64 Efeito de aquisição / alienação de participadas 0,00 Outras alterações reconhecidas no capital próprio: Metodo de equivalência patrimonial 8-295,21 295,21 0,00 xxx 0, ,00 0, ,00 0, , , , , ,96 0,00 0, ,86 Resultado líquido do período , ,10 Resultado integral , ,24 Operações com detentores de capital no período Realizações de capital , , ,00 Realizações de prémios de emissão 0,00 Dsitribuições 0,00 Entradas para cobertura de perdas 0,00 Outras operações 0,00 Redução do capital para cobertura de prejuizos , , ,00 0, ,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 Posição no fim do período ,00 0,00 0,00 0, , , , , ,96 0, , ,76 Porto, 5 de Abril de 2012 Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração

16 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DEZEMBRO DE (Montantes expressos em euros) FLUXOS DE CAIXA DAS ACTIVIDADES OPERACIONAIS: Recebimentos de clientes , ,48 Pagamentos a fornecedores , ,36 Pagamentos ao pessoal , ,53 Caixa gerada pelas operações , ,31 Pagamento / recebimento do imposto sobre o rendimento , ,58 Outros recebimentos / pagamentos , ,78 Fluxos das actividades operacionais [1] , ,51 FLUXOS DE CAIXA DAS ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO: Pagamentos respeitantes a: Activos fixos tangíveis , ,70 Activos intangíveis 1.611, ,20 Investimentos financeiros Outros activos , ,90 Recebimentos provenientes de: Activos fixos tangíveis , ,00 Activos intangíveis Investimentos financeiros Outros activos Subsídios ao investimento Juros e rendimentos similares 5.593, ,07 Dividendos , ,07 Fluxos das actividades de investimento [2] , ,17 FLUXOS DE CAIXA DAS ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO: Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Realizações de capital e de outros instrumentos de capital próprio ,00 Cobertura de prejuízos Doações Outras operações de financiamento ,00 0,00 Pagamentos respeitantes a: 2010 Financiamentos obtidos , ,22 Juros e gastos similares , ,30 Dividendos Reduções de capital e de outros instrumentos de capital próprio Outras operações de financiamento , ,52 Fluxos das actividades de financiamento [3] , ,52 Variação de caixa e seus equivalentes [4]=[1]+[2]+[3] , ,84 Efeito das diferenças de câmbio -488,56 Caixa e seus equivalentes no início do período , ,72 Caixa e seus equivalentes no fim do período , ,32 Porto, 5 de Abril de 2012 Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração

17 Anexos

18 31 de Dezembro de (Montantes expressos em euros) 1 NOTA INTRODUTÓRIA A PATRIS SEGUROS CORRETORES E CONSULTORES DE SEGUROS, S.A. é uma sociedade anónima constituída em Abril de 1982, e tem a sua sede social na Rua Santa Catarina, 706-4º andar, Porto. A sociedade tem como objecto social a corretagem, mediação e consultoria de seguros e a sua actividade encontra-se enquadrada pelo Decreto Lei nº 144/2006, de 31 de Julho. A sociedade é detida pela Patris Investimentos SGPS, S.A., com sede em Rua Castilho, nº 44 4º Lisboa, detém 73,17% do capital da Empresa e vai apresentar contas consolidadas nas quais serão incluídas as demonstrações financeiras da Empresa, e pela empresa GI10 - Investimentos e Gestão SGPS, S.A. com sede na Praça do Campo Pequeno, n.º21, 1º Dto, Lisboa, que detém uma participação de 25.5%. 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As presentes demonstrações financeiras foram apresentadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos registos contabilísticos da Empresa e de acordo com as normas do SNC, regulado pelos seguintes diplomas legais: D L 158/2009 de 13 de Julho, Portaria 986/2009 de 7 de Setembro, Avisos e 15655/2009 de 7 de Setembro e Portaria 1011/2009 de 9 de Setembro. O conjunto de normativos que integram o SNC foi utilizado pela primeira vez em 2010, passando a constituir o referencial de base para os períodos subsequentes. Nos períodos abrangidos pelas presentes demonstrações financeiras não foram derrogadas quaisquer disposições do SNC que tenham produzido efeitos materialmente relevantes e que pudessem por em causa a imagem verdadeira e apropriada que devem transmitir aos interessados pelas informações disponibilizadas. Sempre que não exista outra referência os montantes encontram-se expressos em euros. 3 PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS

19 As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as seguintes: 3.1 Bases de apresentação As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos livros e registos contabilísticos da Sociedade, de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro. 3.2 Activos fixos tangíveis Os activos fixos tangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição deduzido das depreciações e eventuais perdas por imparidade acumuladas. Existem ainda activos valorizados de acordo com o modelo de revalorização segundo o qual um activo fixo tangivel é escriturado por uma quantia revalorizada, a qual corresponde ao seu justo valor, à data de revalorização, menos depreciações e perdas de imparidades acumuladas subsequentes. As depreciações são calculadas a partir do momento em que os activos se encontram disponíveis para utilização, pelo método das quotas constantes em conformidade com o período de vida útil estimado. 3.3 Locações As locações são classificadas como financeiras sempre que os seus termos transferem substancialmente todos os riscos e benefícios associados à propriedade do bem para o locatário. As restantes locações são classificadas como operacionais. Os activos fixos adquiridos mediante contratos de locação financeira, bem como as correspondentes responsabilidades, são contabilizados pelo método financeiro, reconhecendo os activos fixos tangíveis e as depreciações acumuladas correspondentes, e as dívidas pendentes de liquidação de acordo com o plano financeiro contratual. Adicionalmente, os juros incluídos no valor das rendas e as depreciações dos activos fixos tangíveis são reconhecidos como gastos na demonstração de resultados do exercício a que respeitam. 3.4 Activos intangíveis Os activos intangíveis, encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das amortizações e eventuais perdas por imparidade. Estas despesas apenas são reconhecidas

20 como activo, quando seja provável que delas advenham benefícios económicos futuros para a Empresa. 3.5 Imparidade de activos fixos tangíveis e intangíveis Em cada data de relato é efectuada uma revisão das quantias escrituradas dos activos fixos tangíveis e intangíveis da Empresa com vista a determinar se existe algum indicador de que os mesmos possam estar em imparidade. Se existir algum indicador, é estimada a quantia recuperável dos respectivos activos (ou da unidade geradora de caixa) a fim de determinar a extensão da perda por imparidade (se for o caso). A quantia recuperável do activo (ou da unidade geradora de caixa) consiste no maior de entre (i) o justo valor deduzido de custos para vender e (ii) o valor de uso. Na determinação do valor de uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados usando uma taxa de desconto que reflicta as expectativas do mercado quanto ao valor temporal do dinheiro e quanto aos riscos específicos do activo (ou da unidade geradora de caixa) relativamente aos quais as estimativas de fluxos de caixa futuros não tenham sido ajustadas. Sempre que a quantia escriturada do activo (ou da unidade geradora de caixa) for superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda por imparidade. A perda por imparidade é registada de imediato na demonstração dos resultados na rubrica de Perdas por imparidade, salvo se tal perda compensar um excedente de revalorização registado no capital próprio. Neste último caso, tal perda será tratada como um decréscimo daquela revalorização. A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é registada quando existem evidências de que as perdas por imparidade reconhecidas anteriormente já não existem ou diminuíram. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na rubrica de Reversões de perdas por imparidade. A reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida (líquida de amortizações) caso a perda por imparidade anterior não tivesse sido registada. 3.6 Investimentos financeiros As participações em subsidiárias são registadas pelo método da equivalência patrimonial, sendo registadas inicialmente pelo seu custo de aquisição e posteriormente ajustadas em função das alterações verificadas, após a aquisição, na quota-parte da Empresa nos activos líquidos das correspondentes entidades. Os resultados da Empresa incluem a parte que lhe corresponde nos resultados dessas entidades.

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