ÍNDICE RELATÓRIO DE GESTÃO 2012

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ÍNDICE RELATÓRIO DE GESTÃO 2012"

Transcrição

1 RELATÓRIO E CONTAS 2012

2 ÍNDICE RELATÓRIO DE GESTÃO ENQUADRAMENTO ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ATIVIDADE GERAL DA EMPRESA... 8 A. Implementação da 1ª Fase Linha Verde - Linha da Lousã... 8 B. Implementação da 2ª Fase Linha Amarela - Linha do Hospital C. Serviços Rodoviários Alternativos ao Ramal da Lousã D. Planeamento de médio e longo prazo e integração com o ordenamento do território E. Comunicação e divulgação F. Grupo de Trabalho criado pelo Despacho 6879/2012 de 21 de Maio de G. Candidatura a fundos comunitários do IV QCA (POVT) GOVERNO DA SOCIEDADE A. Missão, objetivos e políticas da empresa B. Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita C. Informação sobre as transações relevantes com entidades relacionadas D. Informação sobre outras transações E. Indicação do modelo de governo e identificação dos membros dos órgãos sociais F. Remuneração dos membros dos órgãos sociais G. Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental H. Viabilidade do cumprimento dos Princípios de Bom Governo, devidamente fundamentada I. Existência de Código de Ética J. Informação sobre a existência de um sistema de controlo adequado à dimensão e à complexidade da empresa, em ordem a proteger os investimentos da empresa e os seus ativos K. Identificação dos mecanismos adotados com vista à prevenção de conflitos de interesses L. Explicitação fundamentada da divulgação de toda a informação atualizada prevista na RCM 49/2007, de 28 de Março [2]

3 5. CUMPRIMENTO DAS ORIENTAÇÕES LEGAIS A. Objetivos de gestão B. Gestão do risco financeiro C. Limites de acréscimo de endividamento D. Evolução do prazo médio de pagamentos a fornecedores nos termos da RCM 34/2008 com as alterações introduzidas pelo Despacho 9870/ E. Deveres especiais de informação F. Recomendações do acionista em Assembleia Geral Ordinária G. Remunerações H. Artigo 32.º do Estatuto do Gestor Público I. Contratação pública J. Racionalização da política de aprovisionamento de bens e serviços K. Princípio da igualdade de género L. Plano de redução de custos M. Redução do número de efetivos e de cargos dirigentes N. Princípio da Unidade de Tesouraria do Estado O. Tribunal de Contas P. Quadro resumo GESTÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA A. Análise da atividade B. Análise dos custos de estrutura PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO ANEOS AO RELATÓRIO DE GESTÃO [3]

4 RELATÓRIO DE GESTÃO ENQUADRAMENTO No ano de 2012 assistiu-se ao desenvolvimento e mesmo ao acentuar da crise económica, em termos europeus e globais, com reflexos em Portugal e na realização do projeto, com o quadro de medidas que procuram reforçar o controlo da derrapagem do défice público. Tais medidas, acrescidas da situação de indefinição e/ou não decisão que o projeto do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) sofreu no passado, reforçaram a necessidade de o repensar, principalmente no que respeita aos valores de investimento e ao calendário previsto para a sua implementação, essencial para a ultrapassagem daquela situação. Recordam-se, pela ainda atualidade, duas afirmações contidas na proposta de Plano de Atividades e Orçamento (PAO) do presente ano: "o[s] ano[s] de 2012 [e 2013] será[ão], seguramente, um ano[s] decisivo[s] para o desenvolvimento do projeto e da sociedade" e "a superação da situação de indefinição verificada passará pelas decisões e consensos que possam ser [alcançados e] adotados, pela Tutela e acionistas". Na Assembleia Geral realizada em 30 de Março de 2012, de modo semelhante ao ocorrido no ano de 2011, apenas foi discutida e deliberada a aprovação do Relatório e Contas de 2011, não se tendo registado, por proposta do acionista maioritário estado, qualquer outra deliberação, nomeadamente sobre o PAO para 2012 e o Plano Estratégico Sem prejuízo da realização das obras de construção das infraestruturas nos 30,4 Km coincidentes com os troços Serpins - Miranda do Corvo e Miranda do Corvo - Alto de S. João do antigo ramal da Lousã, de algumas intervenções no canal da Baixa de Coimbra e dos passos dados no sentido da preparação da candidatura aos Fundos Comunitários e da renovação (novo concurso) dos Serviços Alternativos. Dois outros factos, ocorridos em 2012, devem, ainda, ser referidos: o pedido de renúncia dos membros dos órgãos sociais e a publicação, em 21 de maio de 2012, do Despacho do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, que determinou a criação de um Grupo de Trabalho tendo como missão apresentar um conjunto de propostas para adequar o projeto às possibilidades do País e de todos os acionistas da Sociedade Metro-Mondego, S.A., os quais, nos termos dos estatutos e acordo parassocial, deverão assumir as respetivas responsabilidades pelo financiamento do investimento já realizado e a realizar, indo ao encontro da intenção [manifestada pelo] do Governo em desenvolver um sistema de mobilidade que satisfaça adequadamente as efetivas necessidades de mobilidade e acessibilidade das populações, revendo os pressupostos que estiveram na base das decisões relativas a este projeto. Esta intenção coincide e dá sequência ao previsto no Plano Estratégico dos Transportes, aprovado pela Resolução do Concelho de Ministros nº 45/2011 de 10 de Novembro. Para a elaboração dessa análise e das propostas do Grupo de Trabalho (GT), foram realizadas diversas reuniões, das quais se destacam as realizadas com os presidentes das três Câmaras Municipais e, ainda, aquela onde foi possível contar com a presença do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, permitido ao GT obter um melhor entendimento quanto às posições dos [4]

5 acionistas, orientações e esclarecimentos, aproveitando-se, também, para confirmar a continuidade e papel da sociedade Metro Mondego, S.A.. Em final de Agosto foi concluído e entregue à Tutela o relatório final. O Governo veio a pronunciar-se publicamente quanto ao apoio à concretização do projeto, mas sem deixar de referir a imperiosa necessidade de serem garantidos fundos comunitários para o seu financiamento e dando nota da disponibilização no POVT (Programa Operacional Temático Valorização do Território), de uma verba (indicativa) de 15M. De igual modo, foi reconhecida a necessidade de continuação dos transportes rodoviários alternativos ao Ramal da Lousã (Serviços Alternativos) - cujo contrato em vigor terminaria nos primeiros dias de Janeiro de tendo sido determinado o desenvolvimento pela CP, um processo de concurso, mantendo a Metro Mondego a responsabilidade do pagamento dos respetivos encargos. Na Assembleia Geral realizada no passado dia 7 de Novembro foi aprovada uma nova estrutura orgânica, nomeadamente, para o Conselho de Administração (reduzido de sete para três elementos, passando apenas um dos administradores a ter funções executivas), tendo-se procedido, igualmente, à eleição dos novos órgãos sociais. Assinale-se, ainda, que durante o ano 2012 a Metro Mondego reduziu os custos de funcionamento em 16% e com pessoal em 20%. Dentro dessa conjuntura de grande indefinição, a Metro Mondego procurou prosseguir a sua atividade tendo como objetivos prioritários a procura da garantia das condições visando a sua realização, bem como que da sua atuação em nada se onerasse o projeto em termos de execução. Nesse sentido, o atual documento reflete as atividades desenvolvidas durante o ano de Estação de metro Portela/Pq.Campismo em Fevereiro de 2012 [5]

6 2. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Órgãos Sociais [em 31 de dezembro de 2012] Recursos Humanos MESA DA ASSEMBLEIA GERAL Presidente: Luís Miguel Correia Antunes Vice-Presidente: Eng.º Paulo Jorge Carvalho Leitão Secretário: Dra. Sónia Serrano Pujalrás CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente (executivo): Eng.º João José Nogueira Gomes Rebelo Vogal (não-executivo): Eng.º Carlos Jorge Rodrigues Vale Ferreira Vogal (não-executivo): Eng.º Leonel Serra Nunes Pedro FISCAL ÚNICO ROC efetivo: Dr. José de Jesus Gonçalves Mendes em representação da Rosa Lopes, Gonçalves Mendes & Associados Suplente: Dr. João Manuel Rosa Lopes Efetivo Total Excluindo Vogais não Executivos Idade média 39,6 40,6 42,6 Média de Trabalhadores 15,2 13,5 12,5 Contratados a Termo Quadros Técnicos 75% 66% 75% Em 2012 a Metro Mondego sofreu algumas alterações ao nível dos recursos humanos. Os órgãos sociais foram racionalizados, passando o Conselho de Administração a ser constituído por um presidente executivo e dois vogais não executivos. Quanto aos funcionários, registou-se uma saída. Esta empresa continua a dar preferência à coesão e fortificação nas relações laborais contínuas e de elevado nível de qualificação. Todos os colaboradores detêm contrato de trabalho sem termo. Em 31 de Dezembro de 2012, a percentagem de colaboradores que possuem licenciatura ou graduação superior mantém-se nos 93% mas a média de idades subiu para os 42 anos de idade. Na sequência do trabalho desenvolvido nos anos anteriores, a formação contínua dos trabalhadores continua a ser uma aposta, quer sob forma financiada, quer sob forma de cedência em tempo para frequência de formação. Sempre de forma ajustada à conjetura atual, em % dos trabalhadores estiveram envolvidos em atividades formativas, resultando em mais de 439 horas aplicadas em formação. [6]

7 [7]

8 3. ATIVIDADE GERAL DA EMPRESA A. Implementação da 1ª Fase Linha Verde - Linha da Lousã Sendo a Metro Mondego responsável pela coordenação geral do projeto, para além das atividades sob sua responsabilidade direta, tais como a promoção da intermodalidade, o planeamento de transportes e a gestão da imagem única do projeto do SMM perante os utentes, a empresa esteve diretamente envolvida na coordenação dos estudos adicionais e licenciamentos relativos aos projetos contratados pela REFER para a Linha Amarela (Lousã), entre os quais os projetos de execução dos troços Portagem - S. José, Coimbra B Portagem e do Parque de Material e Oficinas (PMO). A Metro Mondego detém um papel fundamental na obtenção de licenciamentos ambientais e no diálogo com a Autarquias e os diversos Serviços, Entidades e Concessionárias responsáveis pelas infraestruturas implantadas no espaço público e pela sua aprovação. Verificação da qualidade dos trabalhos realizados e participação no processo de aprovação de materiais e métodos construtivos; Acompanhamento, apresentação de propostas e aprovação das alterações de projeto que se torna necessário executar face à realidade encontrada em obra; Mediação com a estrutura de gestão da obra, na resolução de reclamações apresentadas pelas populações, Autarquias e outras Entidades; Divulgação e comunicação da evolução das frentes de obra e constrangimentos provocados pelos faseamentos necessários à sua execução; Acompanhamento e validação dos processos expropriativos; Participação nas vistorias para efeitos de receção provisória das obras que foram concluídas em Março de 2012; A1. Acompanhamento e coordenação da execução das empreitadas No desempenho da coordenação global do projeto, a Metro Mondego assumiu diversas responsabilidades na fase de execução das empreitadas, que se prolongaram até meados de 2012, nomeadamente: No diálogo com as Concessionárias das infraestruturas, na sua compatibilização com o canal ferroviário e integrações funcionais a executar, na elaboração de propostas e aprovação das soluções encontradas. As infraestruturas rodoviárias, as redes de abastecimento de água e drenagens de águas pluviais e residuais, as redes de energia elétrica (BT e MT), telecomunicações e gás, são exemplos destas infraestruturas; A2. Licenciamentos ambientais A Metro Mondego é responsável pela coordenação e acompanhamento do cumprimento da DIA nos troços em execução e pelo controlo da elaboração dos RECAPE e de documentação adicional para resposta a pedidos de esclarecimentos, solicitada pelas Comissões de Avaliação (CA) para os troços em projeto. O RECAPE referente ao projeto de S. José / Alto de S. João, mais concretamente o sub-troço São José / Casa Branca, contínua em fase de apreciação pela SEOPTC. Em fase de pós-avaliação dos RECAPE do troço Portagem / Coimbra B e do PMO foram rececionados os pareceres positivos referentes aos esclarecimentos prestados às entidades que integraram a CA respetiva. [8]

9 O RECAPE relativo ao troço Portagem S. José foi submetido a aprovação no decurso de 2011, tendo sido rececionado em Dezembro de 2011 um ofício da APA em que foi dado conhecimento da necessidade de reformulação do relatório. Durante o ano de 2012 procedeu-se a referida reformulação que se encontra ainda em desenvolvimento. Ainda na área dos licenciamentos ambientais, a Metro Mondego continuou a desenvolver as diligências necessárias para a aprovação e concessão de licenciamentos relacionados com os seguintes aspetos: Monitorização do Domínio Hídrico e do Ruído; Pedidos de ocupação de solos (RAN e REN); Obtenção de adendas aos Títulos de Utilização do Domínio Hídrico, motivadas por alterações de projeto em fase de obra; A3. Sistema de Bilhética para o SMM Na sequência do estudo de dimensionamento do Sistema de Bilhética para o Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), desenvolvido em 2010 pela OTLIS, a Metro Mondego decidiu realizar uma avaliação de alternativas para a localização dos validadores de títulos de transporte, considerado um pressuposto do estudo realizado, também incorporado nas especificações técnicas de concursos públicos, realizados em 2009 pela REFER e posteriormente cancelados, para o fornecimento de Material Circulante e dos Sistemas de Telecomunicações. Esta avaliação adquiriu particular relevância face às informações existentes e notícias divulgadas sobre as taxas de fraude registadas por operadores de transporte público e à possibilidade de revisão de especificações técnicas dos sistemas atrás referidos, tendo sido concluído, em Maio de 2012, um estudo sobre o impacto técnico e económico de instalação de validadores nas plataformas de embarque de passageiros das estações, de modo a sustentar uma decisão futura sobre o tema. Foram também aprofundados os contactos com os SMTUC, tendo os serviços técnicos da Metro Mondego solicitado e recebido uma cópia dos documentos concursais do Concurso Público Internacional, realizado por essa entidade, para o Fornecimento, Instalação e Colocação em Serviço de um novo Sistema de Bilhética. Foi, possível assim analisar as especificações técnicas do sistema recentemente implementado de forma a assegurar a futura articulação do Sistema de Bilhética do SMM com o Sistema dos SMTUC. Foi verificada e confirmada a adequação do modelo de dados aos produtos tarifários intermodais (ou monomodais), a criar aquando da implementação do SMM, garantindo a melhor e necessária intermodalidade e interoperabilidade do tarifário e bilhética a utilizar futuramente na região. Assim que esteja definido e estabilizado o calendário global para a implementação do SMM, dar-se-á início à elaboração das especificações técnicas e do respetivo Caderno de Encargos para o Concurso Público Internacional tendo em vista o fornecimento, e eventualmente manutenção, do sistema de bilhética intermodal para o SMM. A4. Acompanhamento e Manutenção das obras realizadas Durante o ano de 2012, e ainda no âmbito das vistorias para efeitos de receção provisória, foram emitidos relatórios e/ou memorandos com o propósito de analisar a evolução da resolução dos assuntos pendentes apontados pela Metro Mondego, quer referentes ao projeto quer referentes à execução da Empreitada. Terminadas as empreitadas a Metro Mondego continuou a ter um papel ativo na: Receção de reclamações e na sua averiguação e encaminhamento; Realização de inspeções regulares no sentido de identificar danos e patologias, decorrentes de aspetos construtivos e/ou projeto, provocados pelas intempéries, falta de uso ou manutenção, proliferação de vegetação e vandalismos; Definição/recomendação de ações de prevenção e manutenção de modo a evitar a degradação [9]

10 avançada das infraestruturas executadas até ao avançar de novas empreitadas do projeto do SMM. Avaliação e determinação dos trabalhos a incluir nas próximas empreitadas, essenciais para o projeto do SMM, e que não tenham sido identificados no âmbito das empreitadas executadas ou em projeto. Com o objetivo de assegurar a manutenção dos espaços de uso público, existentes nas integrações funcionais das estações, executadas no âmbito das empreitadas de Alto São João-Miranda do Corvo e Miranda do Corvo-Serpins, e ainda das Interfaces de Sobral de Ceira, Miranda do Corvo e Lousã, foi proposto pela Metro Mondego, à REFER e à CP, a assinatura de um protocolo com as Câmaras Municipais de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, que estabelecesse os termos em que a manutenção desses espaços (áreas) fosse realizada, pelo menos, enquanto não seja possível formalizar a transferência destas áreas, do domínio publico ferroviário para o domínio municipal. Pretende-se com estas diligências garantir, a efetiva utilização dos espaços que têm uso público e a gestão e manutenção eficaz dos mesmos, servindo ainda de base para a elaboração das delimitações definitivas / plantas cadastrais que a REFER e a Metro Mondego deverão executar, com a identificação dos Domínios Público Municipal (DPM) e Ferroviário (DPF/MM) e privado. B. Implementação da 2ª Fase Linha Amarela - Linha do Hospital B1. A Libertação do Canal da Baixa de Coimbra O projeto do SMM previu, desde o seu início, a abertura do canal para o atravessamento da Baixa de Coimbra (Linha do Hospital ou Linha Amarela), já aprovada, em sede de RECAPE, pela Agência Portuguesa do Ambiente, pela tutela do Património e pela Autarquia. Para execução do projeto foi emitida, em 2004, uma Declaração de Utilidade Pública (DUP) para a área compreendida entre o Largo das Olarias e a Rua da Sofia, tendo a Metro Mondego procedido à aquisição dos prédios necessários à execução do projeto e tendo em conta a situação física edificada. O conjunto dos prédios/parcelas adquiridas, reparte-se em três áreas: as estritamente necessárias para o canal ferroviário (construção das duas linhas e estação); as incluídas na integração funcional (circulação pedonal e rodoviária); e as sobrantes, que acabaram por ter de ser adquiridas face às condições físicas e tipológicas das construções e ao cadastro existentes. Em 2012 deu-se continuidade e foram concluídos alguns dos estudos e projetos em curso, relativos à Libertação do Canal da Baixa de Coimbra, nomeadamente: O licenciamento do projeto de arquitetura e a elaboração do projeto de execução dos novos edifícios correspondentes às parcelas 25, 26 e 27, na Rua Nova, Rua da Sofia e Praça 8 de Maio, que se encontra em fase de revisão pelo Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico em Ciências da Construção (ITeCons). A Empresa responsável pela elaboração respetiva é Gonçalo Byrne Arquitectos, Lda.; A Aprovação pela APA/CA do Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE), referente ao troço entre a Av. Aeminium e a Câmara Municipal de Coimbra, ao qual ainda foi necessário prestar esclarecimentos adicionais. A Empresa responsável pela elaboração desses elementos foi a Agripro Ambiente, Consultores S.A.; Campanha de vistorias técnicas conjuntas com a CMC, ITeCons e Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC), para avaliação do estado de degradação e riscos potenciais de segurança dos edifícios propriedade da Metro Mondego na baixa de Coimbra. Com a aprovação do RECAPE e perante a conclusão das vistorias técnicas conjuntas aos edifícios, as quais identificaram o avançado estado de degradação das parcelas 39 a 42, e da parcela 22, a Câmara Municipal [10]

11 de Coimbra (CMC) veio a determinar trabalhos de demolição (desconstrução) e consolidação de paredes. Assim deu-se continuidade aos procedimentos de contratação de empresas para a execução das empreitadas de demolição respetivas e fiscalização. Na sequência dos procedimentos de contratação de empresas para a prestação de serviços de gestão, fiscalização, coordenação de segurança e execução da Empreitada para a Execução dos Trabalhos de Demolição dos Edifícios Situados Entre a Av. Aeminium e Av. Fernão de Magalhães, Designados por Parcelas 39 a 42, foram contratadas como entidade gestora, fiscalizadora, e coordenação de segurança a empresa VHM Coordenação e Gestão de Projectos S.A. e como entidade executante a empresa Ramos Catarino S.A.. No dia 17/07/2012 foi assinado o auto de consignação e a 02/10/2012 foi assinado o auto de receção provisória. A demolição decorreu de acordo com o planeado, projetado e com o conhecimento e acompanhamento das entidades envolvidas, nomeadamente, CMC, DRCC e ITeCons. Na área em causa ficou um terreno liberto de construções a cota positiva e vedado com vedação de rede assente em murete, sendo necessário proceder a prospeções arqueológicas à cota negativa antes da empreitada da linha do hospital do SMM. Perspetiva do canal do metro na Baixa de Coimbra após demolição das parcelas 39 a 42 [11]

12 Para a Parcela 22 foram, de igual modo, elaborados procedimentos de contratação de empresas para a prestação de serviços de gestão, fiscalização, coordenação de segurança e execução da Empreitada para a Execução dos Trabalhos de Demolição [Desconstrução] Parcial do Edifício Situado na Rua Nova nos Números 7 a 11, Designado por Parcela 22. Assim foram contratadas como entidade gestora, fiscalizadora, e coordenação de segurança a empresa VHM Coordenação e Gestão de Projectos S.A. e como entidade executante a empresa Veiga Lopes LDA.. No dia 16/08/2012 foi assinado o auto de consignação e a 13/11/2012 foi assinado o auto de receção provisória. A demolição decorreu de acordo com o planeado, projetado e com o conhecimento e acompanhamento das entidades envolvidas, nomeadamente, CMC, DRCC e ITeCons. Como previsto em caderno de encargos e projeto, foi necessário proceder á avaliação estrutural das parcelas confinantes, e também propriedade da Metro Mondego, o que obrigou à demolição da parcela 33, edifício situado na Rua Nova nos números 13 a 15. A demolição destes dois edifícios, parcela 22 e 33 foi parcial, pois as fachadas viradas à Rua Nova não foram demolidas e farão parte integrante dos novos edifício projetados para o local. Será, ainda, necessário proceder a prospeções arqueológicas à cota negativa antes da empreitada da linha do hospital do SMM. Trabalhos de desconstrução da parcela 22 [12]

13 As áreas de terrenos resultantes das demolições efetuadas desde 2005, entre o Largo das Olarias e a Rua Direita e a Rua direita e a Rua da Sofia, encontravam-se delimitadas por vedação de chapa lacada que é constantemente objeto de vandalização e deposição de lixos no interior da área, obrigando a ações de manutenção frequentes. No sentido de minimizar o vandalismo e a deposição de lixos, substituíram-se as vedações da Rua Direita, também por estarem num estado mais avançado de degradação, para rede assente em murete. Esta ação de substituição de vedação deve continuar em 2013, para a Rua João Cabreira e Largo das Olarias. A solução adotada teve, igualmente, presente a maior visibilidade, fator que se espera reduza as ações de vandalismo e deposição de lixos. Foram ainda executados trabalhos urgentes (1ª fase) de manutenção, nomeadamente de impermeabilização e limpeza de órgãos de drenagem pluvial, nos edifícios que estão por demolir na Rua Nova, Travessa da Rua Nova, Rua da Sofia e Praça 8 de Maio, de modo a evitar a sua degradação acelerada. B2. 1ª Unidade de Intervenção de Coimbra Viva SRU Assinale-se que a área abrangida pelo projeto do SMM está inserida na primeira Unidade de Execução da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU), incluída na requalificação urbana prevista para a Baixa de Coimbra que se encontra profundamente degradada, tendo o seu Documento Estratégico (equivalente a um Plano de Pormenor e de Ação) já aprovado. Este território está, ainda, abrangido pela área objeto da candidatura da Universidade de Coimbra a Património da Humanidade, que se encontra em desenvolvimento. Como já referido, o conjunto dos prédios/parcelas, reparte-se em três áreas: as estritamente necessárias para o canal ferroviário; as incluídas na integração funcional; e as sobrantes, correspondentes a cerca de 49,2%, que acabaram por ter de ser adquiridas face às condições físicas e tipológicas das construções e ao cadastro existentes. De acordo com o parecer emitido pela Direção Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) em 31 de Dezembro de 2010, a Metro Mondego pode proceder à alienação das parcelas nos seguintes termos: poderá haver lugar à alienação dos bens, mediante a autorização prévia do Ministro da Tutela, nos termos do nº4 da Base 6, a qual deverá ser concedida na perspectiva de ficar garantido o desempenho da actividade desenvolvida na concessão. A execução do documento estratégico considerou e pressupõe a requalificação das parcelas sobrantes (área envolvente ao canal do SMM), com a construção de um conjunto de novos edifícios, respeitando o projeto da Metro Mondego e com benefícios mútuos: por um lado pela atratividade e valorização dos acessos que potencia para o SMM (acentuada pela presença da estação), por outro lado, pelo seu (do SMM) papel na valorização da intervenção de requalificação desta área da cidade de Coimbra. Considerando a vantagem em se garantir a adequada integração (física e temporal) das duas intervenções, com os benefícios mútuos atrás referidos e ganhos em termos de custos e melhor viabilização, bem como aproveitando a janela de oportunidade que decorre da possibilidade -transmitida pelo IHRU, CMC e SRU Coimbra Viva - de poderem vir a ser disponibilizados meios financeiros para a operação de requalificação urbana (nomeadamente do BEI), foram estudadas e reportadas à SEOPTC as condições que permitam vir a concretizar a venda das parcelas/áreas com capacidade construtiva à SRU. Esta possibilidade exige sempre a garantia da viabilidade de realização das infraestruturas ferroviárias e a execução dos edifícios de acordo com os projetos aprovados (pela tutela do Património e SRU) e a satisfação do projeto do SMM e dos compromissos existentes (acordos de indeminização assumidos pela Metro Mondego). B3. Estudos e Projetos da Linha do Hospital Na sequência da receção de uma solicitação da CMC, para a reavaliação conjunta de alternativas de compatibilização entre a implantação prevista para a [13]

14 Estação Universidade, e o estudo urbanístico/plano de pormenor em curso pela CMC para o Bairro Sousa Pinto, nomeadamente no que concerne à garantia de acessibilidade às propriedades contíguas ao canal / Estação, a Metro Mondego decidiu realizar um estudo técnico interno de avaliação do impacto de se suprimir uma Estação nessa zona e de relocalizar outra na Rua Oliveira Matos, tendo-se concluído que a implantação da estação na Rua Oliveira Matos, em substituição das estações Praça da República e Universidade na Rua Castro Matoso é mais vantajosa. Referente ao troço compreendido entre o Túnel de Celas e o Complexo Hospitalar, foi submetido à APA, para apreciação, o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do prolongamento da Linha do Hospital até ao Pediátrico, elaborado pela Agripro Ambiente, Consultores S.A., e dobre o qual ainda não obtivemos resposta. Aguarda-se a definição da nova calendarização do empreendimento de modo a avançar-se com o procedimento de contração de serviços para a elaboração de projeto de execução da Linha do Hospital. C. Serviços Rodoviários Alternativos ao Ramal da Lousã Em 2012 cumpriu-se o terceiro ano do contrato de prestação dos Serviços Alternativos entre a CP e a ETAC (Grupo Joalto/Transdev). No segundo semestre desse ano, dando seguimento ao despacho do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, foram iniciados os procedimentos para o lançamento, por parte da CP, de novo concurso público para a prestação dos Serviços Alternativos para o ano de 2013, com possibilidade de renovação por mais um ano. A Metro Mondego deu toda a colaboração técnica necessária. Apresentaram proposta cinco empresas, tendo a ETAC vencido o concurso com a proposta economicamente mais vantajosa. As condições de funcionamento dos Serviços Alternativos mantiveram-se em 2012, com o serviço rodoviário prestado pela ETAC e gestão a cargo da CP (coordenação de linha, venda de bilhetes, inspeção, entre outros) a serem debitados mensalmente à Metro Mondego, que é responsável pelo seu pagamento. Coube à Metro Mondego o acompanhamento geral, incluindo a receção das reclamações e sua resolução. A Metro Mondego é também responsável pela gestão e manutenção da infraestrutura de apoio aos serviços alternativos (encargos com as estações e abrigos, incluindo limpeza e energia), bem como pela divulgação, informação e promoção dos Serviços Alternativos. Relativamente a este último ponto, ao longo de 2012, foi comunicando através do blog, das newsletters da empresa, dos folhetos dos horários, dos painéis informativos que existem nas paragens e, também, através da aplicação MMInfo. Disponível desde dezembro 2011, a aplicação MMInfo, destinada a smartphones com sistema operativo Android, de informação e aconselhamento individualizado para deslocações na rede dos Serviços Alternativos insere-se num projeto mais vasto, designado por SIIP -Sistema Inteligente de Informação ao Passageiro, que tem como objetivo disponibilizar aos clientes dos transportes públicos informação para a tomada de decisões sobre as suas deslocações, escolhendo os percursos e os modos de transporte que mais se adequam às suas necessidades. Entre outras funcionalidades, a aplicação permite a consulta dos horários dos transportes nas paragens, selecionando a paragem pretendida a partir da lista das paragens disponibilizada pela aplicação, ou pela seleção da paragem a partir da sua localização num mapa. Permite ainda realizar cálculo de rotas (viagens), com indicação de paragem de início e destino da viagem, complementada com indicações de tempo de deslocação e distância a percorrer. Sendo esta a primeira abordagem da Metro Mondego aos sistemas de informação orientados para os utentes dos transportes coletivos, pretende-se que futuramente uma evolução desta aplicação sirva também os utilizadores da rede SMM e de outros sistemas (e.g. [14]

15 SMTUC) incluindo, desejavelmente, informação em tempo real do estado da circulação. No que diz respeito à utilização dos Serviços Alternativos em 2012, a procura decresceu em relação ao ano anterior, com a média mensal a passar para os passageiros. Ao todo em 2012 foram transportados passageiros nos Serviços Alternativos. Em contrapartida, os proveitos de tráfego tiveram uma ligeira subida em relação ao ano anterior, em resultado do aumento das tarifas a partir de 1 de Fevereiro. Ou seja, em termos de proveitos de tráfego, a diminuição da procura foi compensada pelo aumento das tarifas em Fevereiro. A média mensal dos proveitos em 2012 situou-se nos Em relação aos custos dos Serviços Alternativos, a parcela que diz respeito ao operador rodoviário teve uma ligeira subida em relação ao ano anterior, justificada pela revisão de preços no início do ano, de acordo com o IPC (Indicador de Preços do Consumidor). O custo médio mensal da operação rodoviária foi na ordem dos Já no que diz respeito à parcela correspondente aos custos da CP, houve em 2012 uma descida da média mensal. No que diz respeito à gestão da infraestrutura, para além de algumas reparações nos abrigos, houve em 2012 a necessidade de deslocar a paragem Corvo para outro local e a necessidade de criar uma nova bilheteira em Miranda do Corvo, dado que a anterior funcionava no edifício da estação ferroviária que entretanto foi encerrada por motivos de segurança. No total, foram gastos cerca de com estas despesas ao nível da infraestrutura. Há ainda a assinalar em 2012 as despesas com a limpeza dos abrigos e da sala de espera da estação de Serpins, que representaram cerca de Tudo somado, a Metro Mondego teve em 2012 encargos médios mensais com os Serviços Alternativos na ordem dos D. Planeamento de médio e longo prazo e integração com o ordenamento do território D1. Promoção do Desenvolvimento Urbano nas Envolventes das Estações Dando continuidade à estratégia de colaboração iniciada em 2010 com as Autarquias de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, prosseguiu-se com o desenvolvimento de estudos e metodologias no sentido de encontrar soluções de reordenamento do território capazes de contribuírem para a obtenção da máxima rentabilidade e aproveitamento do SMM, nomeadamente, nas áreas de influência das estações. Para a elaboração do plano de pormenor da área envolvente à estação do Espirito Santo foi contratada a empresa Sítios & Formas, Lda. que durante 2011 elaborou e submeteu à aprovação da CML a proposta preliminar e a proposta de plano, aguardando esta última a validação por parte da autarquia bem como o desenvolvimento dos processos nos termos e para os efeitos previstos no Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial. No que respeita à estação do Corvo, o procedimento de contratação de empresa para a elaboração do Plano de Pormenor, foi iniciado em Julho de 2012, encontrando-se ainda em fase de audiência prévia. D2. Pareceres Técnicos para Operações Urbanísticas (de Construção e Loteamentos) e Projetos No decurso de 2012, a Metro Mondego procedeu à análise da viabilidade de operações de construção e urbanização confinantes com o projeto do Sistema de Mobilidade do Mondego, respondendo assim às solicitações de Autarquias e particulares. Procedeu igualmente à análise de projetos de remodelação da rede de abastecimento de água e da sua compatibilização com o projeto do SMM. Manteve ainda a colaboração na análise de projetos de concessionários rodoviários (ASCENDI) para a [15]

16 compatibilização do projeto de construção do IC3 com o projeto do SMM. F. Grupo de Trabalho criado pelo Despacho 6879/2012 de 21 de Maio de 2012 D3. Desenvolvimento de estudos de Avaliação Global do SMM e Análise Custo-Benefício Em Dezembro de 2012 foi iniciada a atualização do Estudo de Procura e da Análise Custo-Benefício do SMM. Face às versões anteriores destes estudos que datam de 2010 (Estudo de Procura do SMM, Ferbritas, 2010; Análise Custo-Benefício do SMM, TIS.PT, 2010), o objetivo foi incorporar atualizações da informação de base sobre a população e sobre a oferta e procura das redes de transporte existentes na região de implantação do SMM e alterações ao projeto, decididas em 2012 no âmbito do Grupo de Trabalho criado pelo Despacho 6879/2012 de 21 de Maio de 2012, incluindo o adiamento do investimento, a redução da frequência de serviço e a atualização do tarifário. Estes estudos serão incorporados na candidatura a cofinanciamento pelo Programa Operacional de Valorização do Território (POVT) do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) que a Metro Mondego prevê realizar no 1º trimestre de E. Comunicação e divulgação A Metro Mondego manteve em 2012 uma estratégia de comunicação prudente face à ausência de orientações proveniente da tutela, no que concerne ao desenvolvimento ou interrupção do projeto, que pudesse sustentar uma comunicação com informação adequada aos públicos. Por este fato, a ação comunicativa da Metro Mondego foi discreta, agindo com maior preponderância a partir das suas montras habituais (canais próprios na internet), mas também através do apoio a iniciativas de outras identidades, como foi o caso da exposição itinerante sobre as obras do SMM promovida pelas Câmaras Municipais de Coimbra, Lousã, Miranda do Corvo e, ainda, de Góis. Por Despacho do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, publicado em Diário da Republica em 21 de maio de 2012, foi criado um Grupo de Trabalho (GT) com o objetivo de realizar uma análise de diferentes cenários de reformulação do projeto do Sistema de Mobilidade do Mondego. O referido Grupo de Trabalho, foi coordenado pelo Dr. Carlos Manuel de Sousa Encarnação e constituído por um representante da Secretaria de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e da Secretaria de Estado do Tesouro e Finanças, um representante de cada uma das Câmaras Municipais (Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã), um representante da Metro Mondego, um representante da REFER, um representante da CP, um representante da Ferbritas, e ainda um representante da Ferconsult. Competiu à Metro Mondego assegurar o apoio logístico ao seu funcionamento. Este Grupo de Trabalho teve como missão a apresentação de um conjunto de propostas para adequar o projeto às possibilidades do País e de todos os acionistas da Sociedade Metro-Mondego, S.A., os quais, nos termos dos estatutos e acordo parassocial, deverão assumir as respetivas responsabilidades pelo financiamento do investimento já realizado e a realizar. Os membros constituintes do Grupo de Trabalho, reuniram regularmente, entre Maio e Agosto de 2012, na sede da Metro Mondego, tendo os trabalhos, reuniões e documentos desenvolvidos no âmbito do GT, nomeadamente a elaboração do Relatório Final, sido assessorados pelo Departamento Técnico da Metro Mondego. Os referidos trabalhos foram concluídos em Agosto de 2012, com a submissão à apreciação do Exmo. Senhor Secretário de Estado das Obras Publicas, Transportes e Comunicações, do Relatório Final do GT. [16]

17 G. Candidatura a fundos comunitários do IV QCA (POVT) A implementação do Sistema de Mobilidade do Mondego teve sempre previsto o recurso a fundos comunitários, no entanto, a efetiva disponibilização desses fundos nunca chegou a ser formalizada, embora o PORCentro (QCAII e III) e o MaisCentro (atual QREN) terem chegado mesmo a contemplar essa possibilidade. Com a assunção pela Tutela, do financiamento da 1ª etapa do projeto (execução da Linha da Lousã e aquisição do necessário Material Circulante), por via do orçamento da CP e da REFER, ou melhor, por recurso a empréstimos bancários, não chegou a ser efetivamente formalizada uma candidatura do projeto a fundos comunitários. A possibilidade de recurso a empréstimos (o seu prosseguimento) veio a tornar-se inviável, até pelas medidas previstas no PEC III, já que as empresas públicas ficaram impossibilitadas de recorrer a novos empréstimos (e a redução do seu nível de endividamento). Após um conjunto de diligência foi possível clarificar que o MaisCentro (atual QREN não tinha verba disponível, tendo a Metro Mondego diligenciado no sentido da resolução desta situação e que acabou por colocar-se na possibilidade de o financiamento vir a ser considerado no âmbito do POVT. e Comunicações, que no âmbito da reprogramação apresentada para o IV Quadro Comunitário de Apoio, se encontrava disponível para a execução do SMM, uma verba, que numa primeira análise deveria rondar os 15 M, devendo uma candidatura do projeto a fundos comunitários abranger a globalidade do projeto e como tal ser submetida não apenas ao atual Quadro Comunitário de Apoio, mas também ao que se seguirá, e que prevê o cofinanciamento de investimentos a realizar entre 2014 e Até ao fim de 2012 esse anúncio não ocorreu, prevendo-se que venha a acontecer no final do 1º trimestre de Com base nessa informação e no sentido de otimizar ao máximo o financiamento comunitário do projeto, a Metro Mondego continuou, a desenvolver trabalho no âmbito da candidatura, procedendo à revisão dos estudos de suporte a esta, nomeadamente, o Estudo de Procura e a Análise Custo-Benefício (incluindo Análise Financeira) do SMM. A candidatura deverá, como já referido, ser apresentada pela Metro Mondego para a totalidade do projeto, tendo como executores, para além da Metro Mondego, a REFER e possivelmente a CP. Atenta à importância de garantir a otimização das fontes de financiamento comunitário, a Metro Mondego, preparou entre Abril e Maio de 2012, o Dossier de candidatura. O referido Dossier foi submetido à apreciação do POVT a 25 de Maio de 2012, tendo a Presidente da Comissão Diretiva do POVT, informado que a submissão de candidaturas se encontrava sujeita à decisão prévia de abertura do período para apresentação das mesmas, devendo a Metro Mondego aguardar o anúncio de abertura do referido período, mas ficando, no entanto, considerada a mesma como intenção de candidatura. Efetivamente, em 2012, foi anunciado pelo Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes [17]

18 4. GOVERNO DA SOCIEDADE (Decreto-Lei n.º 558/99, de 17 de Dezembro, na redação do Decreto-Lei n.º 300/2007, de 23 de Agosto; RCM nº 121/2005, de 1 de Agosto; RCM nº 155/2005, de 9 de Setembro; RCM n.º 49/2007, de 28 de Março) A. Missão, objetivos e políticas da empresa A Metro-Mondego, S.A. é uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, integrando, portanto, o sector empresarial do estado (cujo regime geral consta do Decreto-Lei n.º 558/99, de 17 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 300/2007, de 23 de Agosto). Os membros do Conselho de Administração da Metro- Mondego, S.A. estão sujeitos ao Estatuto do Gestor Público, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 71/2007, de 27 de Março, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 8/2012, de 18 de Janeiro. De acordo com os respetivos estatutos, constantes do anexo II ao Decreto-Lei n.º 10/2002, de 24 de Janeiro, as participações sociais no capital dos acionistas do Metro Mondego, S.A. correspondem às percentagens seguintes: a) Estado 53%; b) Municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã 14% cada um; c) REFER 2,5%; d) CP 2,5%. A Metro-Mondego, S.A. é concessionária, em regime de serviço público, da exploração de um sistema de metro ligeiro de superfície nas áreas dos municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, tal como consta das Bases da Concessão, aprovadas pelo Decreto-Lei n.º 10/2002, de 24 de Janeiro e alteradas pelo Decreto- Lei n.º 226/2004, de 6 de Dezembro. Enquanto concessionária, a Metro-Mondego, S.A. tem como objeto e atividade principal a realização das prestações inerentes à concessão, ou seja, a conceção, projeto, realização das obras de construção, fornecimento, montagem e manutenção do material circulante e dos demais equipamentos que constituem o sistema objeto da concessão e sua exploração. Pode ainda exercer as seguintes atividades autónomas, que são acessórias do objeto da concessão e destinam-se a assegurar os fins sociais do sistema de transporte concessionado e o equilíbrio comercial da sua exploração: a) Exploração comercial, direta ou indireta de estabelecimentos comerciais, escritórios, salas de exposições, máquinas de venda de produtos e serviços de publicidade aposta nas instalações do sistema ou no material circulante; b) Promoção, direta ou indireta, da construção ou venda de edifícios para fins comerciais, industriais ou residenciais nos terrenos ou edifícios que integrem o seu património, nomeadamente, devido a entradas dos acionistas; c) Prestação de serviços, nomeadamente de consultadoria e de apoio técnico; d) Transferência de tecnologia e de know-how. Por decisão da Tutela, o sistema de metro ligeiro de superfície nas áreas dos municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã passou a ser denominado de Sistema de Mobilidade do Mondego, incluindo o aproveitamento do ramal centenário da Lousã com o retomar da ligação à Estação Coimbra B (Linha do Norte), ao qual se acrescenta um troço em pleno casco urbano de Coimbra, com ligação à Universidade, aos HUC e ao Hospital Pediátrico. O sistema assenta no conceito tram-train, a realizar em 2 Fases. A 1ª Fase, que inclui a criação de interfaces e a modernização do Ramal da Lousã, sendo as respetivas obras da responsabilidade da CP/REFER mas sob a coordenação geral da Metro Mondego. A 2ª Fase (Troço em casco Urbano), decorrerá integralmente sob responsabilidade da Metro Mondego. [18]

19 B. Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita D. Informação sobre outras transações Decreto-Lei 10/2002 de 24 de Janeiro, Este documento atribui à Metro Mondego a concessão de serviço público, da exploração de um sistema de metro ligeiro de superfície nos municípios de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo. Define as Bases de Concessão do Sistema de Metro Ligeiro de Superfície, orientadoras quanto a disposições e princípios gerais, bens e meios afetos à concessão, regime financeiro, relações com o concedente, obrigações diversas da concessionária e escolha da subconcessionária. Aprova ainda os Estatutos da Sociedade. Estes vieram a ser objeto de alteração na Assembleia Geral da Metro Mondego realizada em 7 de Novembro de 2012, em concreto o seu artigo 16º, passando o Conselho de Administração a ser constituído (reduzido para) por três administradores, dos quais só um executivo. Decreto-Lei 226/2004 de 6 de Dezembro Altera o DL 10/2002, introduzindo algumas alterações, designadamente, decorrentes da aplicação do regime jurídico previsto no Decreto-Lei 86/2003, de 26 de Abril e alargamento do prazo de concessão para 40 anos. C. Informação sobre as transações relevantes com entidades relacionadas Resultante da interrupção do serviço ferroviários a partir de Dezembro de 2009, para a execução das empreitadas de infraestrutura de Miranda do Corvo/Serpins e Alto S. João/Miranda do Corvo, dando cumprimento ao nº 2 do art.º 6 do DL 226/2004 de 6 de Dezembro 1, a CP tem contratado os Serviços Alternativos previstos, e a Metro Mondego mantém transações relevantes com esta entidade. 1 Cabe à Metro Mondego assegurar a realização de transportes alternativos durante a fase de construção e implementação do sistema objeto de concessão, até à entrada em funcionamento deste. A Metro Mondego rege-se pelo Código da Contratação Pública (aprovado pelo Decreto-Lei 18/2008, de 29 de Janeiro) e demais normas e diplomas atinentes. Nesse sentido, tem já implementado, nos termos da lei, uma plataforma eletrónica de contratação pública pelo que procede às publicitações, nos termos exigidos pela lei, das relações contratuais com terceiros. No que respeita aos ajustes diretos, a norma seguida na empresa passa pela atenção às condições de mercado, observando, com variações pontuais consoante os casos, comparações entre mais do que um fornecedor e prestadores de serviço. No decorrer do exercício não há aquisições ou prestação de serviço que alcancem 1 milhão de euros para além do referido no ponto anterior, cifrando-se em 2012 numa prestação total de 1,452 milhões de euros (inclui IVA). Nos procedimentos de contratação de bens e serviços, e demais contratos tenta-se, na medida do possível, realizar comparação ao nível da qualidade, preço, tempo e experiência. E. Indicação do modelo de governo e identificação dos membros dos órgãos sociais O modelo de governo adotado pela Metro Mondego é o modelo clássico composto pelo Conselho de Administração, Fiscal Único e Assembleia Geral. O Conselho de Administração é, desde Novembro de 2012, constituído por 3 membros (até aqui era de 7 elementos), incluindo o Presidente do Conselho de Administração designados por um período de 3 anos com alteração nos estatutos da empresa Ao Conselho de Administração cabe designadamente o desempenho das seguintes funções: execução, acompanhamento e controlo das prestações do contrato ou contratos celebrados; elaboração do projeto e plano de atividades e orçamento da [19]

20 sociedade; supervisão de todos os departamentos e serviços da sociedade; seleção e contratação de pessoal, técnicos e consultores; gerir os negócios sociais e praticar todos os atos e operações respeitantes ao objeto social; representar a sociedade; estabelecer a organização técnico-administrativa da sociedade e as normas de funcionamento interno quanto ao pessoal e à remuneração; exercer as demais atribuições que lhe sejam cometidas pela lei ou pela assembleia geral. O Conselho de Administração reúne ordinariamente pelo menos uma vez por mês, só podendo deliberar desde que esteja presente ou representada a maioria dos seus membros. A delegação de poderes de gestão no Presidente do Conselho de Administração não exclui a competência do Conselho de Administração para tomar resoluções sobre os mesmos assuntos. O Presidente do Conselho de Administração está obrigado a prestar ao Conselho de Administração todas as informações relativas aos negócios da sociedade, em ordem a permitir o acompanhamento da gestão da empresa e o esclarecimento de questões concretas das matérias delegadas. No novo modelo do governo da Metro Mondego, o Presidente do Conselho de Administração é o único elemento executivo. A fiscalização é exercida pelo Fiscal Único, Revisor Oficial da Sociedade, com os poderes de vigilância, fiscalização e verificação legalmente previstos. A síntese curricular de cada um dos membros dos órgãos sociais encontra-se em anexo a este relatório. F. Remuneração dos membros dos órgãos sociais As remunerações dos membros do Conselho de Administração são estabelecidas por uma Comissão de Fixação de Remunerações, constituída por 3 membros, cujos montantes se encontram definidos de acordo com a Ata nº 2 de 22 de Julho de Desde essa data, a Comissão não voltou a deliberar. [20]

Estatuto remuneratório fixado

Estatuto remuneratório fixado Estatuto remuneratório fixado De acordo com o estabelecido pela Comissão de Vencimentos em 14 de abril de 2004, os membros dos Órgãos Sociais podem auferir as seguintes remunerações principais brutas:

Leia mais

Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato. Conselho de Administração. Fiscal Único

Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato. Conselho de Administração. Fiscal Único Modelo de Governo II 2014-2016 Cargo Órgãos Sociais Eleição Conselho de Administração Presidente Vogal (1) Vogal (2) Francisca Passo Valente Carneiro Fernandes José Manuel Matos da Silva Sandra Bela de

Leia mais

1. Estatuto remuneratório fixado para os Membros do Conselho de Administração

1. Estatuto remuneratório fixado para os Membros do Conselho de Administração Órgãos Sociais 1. Estatuto remuneratório fixado para os Membros do Conselho de Administração A. Competência para a Determinação Compete à Assembleia Geral a aprovação da política de remunerações dos membros

Leia mais

Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana

Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana Núcleo Histórico da Vila da Lousã Fundo de Vila Área Urbana Central Nascente da Vila da Lousã Área Urbana Central Poente da Vila da

Leia mais

O SISTEMA DE. Álvaro Seco SISTEMA DE MOBILIDADE DO MONDEGO

O SISTEMA DE. Álvaro Seco SISTEMA DE MOBILIDADE DO MONDEGO O Álvaro Seco ÍNDICE 1. Resenha Histórica 2. O Presente Mudança de Paradigma Breve Descrição da Rede 3. O Faseamento do Projecto 4. Os Desafios Futuros 1. RESENHA HISTÓRICA 1 RESENHA HISTÓRIA O PROBLEMA

Leia mais

Projeto de Alteração ao Regulamento do Programa de Apoio ao Investimento Nota Justificativa

Projeto de Alteração ao Regulamento do Programa de Apoio ao Investimento Nota Justificativa Projeto de Alteração ao Regulamento do Programa de Apoio ao Investimento Nota Justificativa O Regulamento do Programa de Apoio ao Investimento entrou em vigor a 15/01/2015, após aprovação pela Câmara Municipal

Leia mais

Remunerações e outras regalias

Remunerações e outras regalias Remunerações e outras regalias 1. Mesa Assembleia Geral Não se aplica 2. Conselho de Administração Exercício de 2012 Adaptado ao EGP (Sim/Não) sim sim sim sim sim sim Remuneração Total (1.+2.+3.+4.) 69,863.78

Leia mais

ESTATUTOS COLISEU MICAELENSE SOCIEDADE DE PROMOÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS, SOCIAIS E RECREATIVOS, E.M., S.A.

ESTATUTOS COLISEU MICAELENSE SOCIEDADE DE PROMOÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS, SOCIAIS E RECREATIVOS, E.M., S.A. ESTATUTOS COLISEU MICAELENSE SOCIEDADE DE PROMOÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS, SOCIAIS E RECREATIVOS, E.M., S.A. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Denominação, sede, objeto e duração Artigo 1.º Tipo,

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º ARTIGO 2. ARTIGO 3.

ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º ARTIGO 2. ARTIGO 3. ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º Denominação e Regime Jurídico 1 - A empresa adota a denominação de RESIALENTEJO TRATAMENTO E VALORIZAÇÃO DE RESÍDUOS, E.I.M., adiante designada por RESIALENTEJO,

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO CÂMARA MUNICIPAL CADERNO DE ENCARGOS PROCESSO Nº 3 RH-2015 Apoio Técnico na área de Gestão de Recursos Humanos - Prestação de Serviços Ajuste Direto 1 de 10 ÍNDICE CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 Cláusula 1.ª - Objecto...

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1 ÂMBITO 1. O presente Regulamento, submetido à aprovação da Fundação

Leia mais

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE Princípios do Bom Governo das Cumprir a missão e os objetivos que lhes tenham sido determinados, de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO Preâmbulo O Associativismo constitui um esteio importante e singular de intervenção da sociedade civil na realização e prática de atividades de índole cultural,

Leia mais

A ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO PÚBLICO DA ABBC

A ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO PÚBLICO DA ABBC ABBC A atuação da ABBC assenta na independência, no profissionalismo e na competência técnica dos seus advogados e colaboradores, com o escrupuloso respeito das regras deontológicas que presidem ao exercício

Leia mais

Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato. Mesa da Assembleia-geral. Não Aplicável. Conselho de Administração

Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato. Mesa da Assembleia-geral. Não Aplicável. Conselho de Administração Modelo de Governo Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato Presidente Vice-Presidente Secretário Mesa da Assembleia-geral Não Aplicável Presidente Conselho de Administração Izabel Maria Nunes Rodrigues Daniel

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita Sendo a STCP uma sociedade anónima, rege-se pelo previsto nos seus estatutos, aprovados pelo Decreto-Lei 202/94,

Leia mais

A nova governação do serviço público de transportes de passageiros principais mudanças

A nova governação do serviço público de transportes de passageiros principais mudanças A nova governação do serviço público de transportes de passageiros principais mudanças Margarida Roxo mroxo@imt-ip.pt Águeda, Seminário Os novos desafios dos Transportes e Mobilidade e a Mobilidade Suave

Leia mais

APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA

APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA ARTIGO 1.º COMPOSIÇÃO DO CONSELHO E COMISSÕES 1. O Conselho de

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 A Resolução do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 14 de fevereiro, que aprova os critérios de determinação do vencimento dos gestores públicos, estabelece

Leia mais

DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO SEU PRESIDENTE

DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO SEU PRESIDENTE DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL NO SEU PRESIDENTE A Câmara Municipal de Pombal deliberou, em Reunião de Câmara de 24 de Outubro de 2005, ao abrigo do Artigo 65.º da Lei n.º 169/99,

Leia mais

Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E.

Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E. Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E. DIPLOMA / ATO : Decreto-Lei n.º 229/2012 NÚMERO : 208 SÉRIE I EMISSOR: Ministério dos Negócios Estrangeiros SUMÁRIO: Aprova

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTES ESCOLARES. Preâmbulo

REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTES ESCOLARES. Preâmbulo REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTES ESCOLARES Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, estabelece o quadro de atribuições e competências das autarquias locais, relativamente à Educação, em especial

Leia mais

Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. (ou STCP, S.A.) empresa detida a 100% pelo Estado Português.

Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. (ou STCP, S.A.) empresa detida a 100% pelo Estado Português. Identificação da empresa Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. (ou STCP, S.A.) empresa detida a 100% pelo Estado Português. Breve Historial da STCP A STCP - Sociedade de Transportes Colectivos

Leia mais

PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M.

PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M. PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M. Em 31/08/2012 foi publicada a Lei n.º 50/2012, que aprovou o novo regime jurídico da atividade empresarial local e das participações locais, revogando as Leis n.º 53

Leia mais

Programa Operacional Regional de Lisboa

Programa Operacional Regional de Lisboa AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM REGIME DE APROVAÇÃO CONDICIONADA - OVERBOOKING Considerando que a dotação global do Programa Operacional já está comprometida, não existindo recursos financeiros,

Leia mais

relatório final do projecto.../pt/16/c/ /

relatório final do projecto.../pt/16/c/ / Relatório Final Estrutura 1. INTRODUÇÃO 1.1 Caracterização da Situação Antes da Intervenção 1.2 Objectivos da Intervenção 2. IDENTIFICAÇÃO DA DECISÃO 2.1 Elementos Básicos da Decisão Inicial 2.2 Alterações

Leia mais

MEMORANDO DE ACORDO ENTRE O GOVERNO DE PORTUGAL E A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS PORTUGUESES

MEMORANDO DE ACORDO ENTRE O GOVERNO DE PORTUGAL E A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS PORTUGUESES MEMORANDO DE ACORDO ENTRE O GOVERNO DE PORTUGAL E A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS PORTUGUESES (i) Considerando as atuais características da situação económica e financeira de Portugal e o facto de

Leia mais

ESTATUTOS. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda.

ESTATUTOS. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. Capital Social 3.562.000,00 NIF. 502 814 063 Registada na Conservatória do Registo Comercial de Loures sob o nº 0001/920522 1 CAPÍTULO

Leia mais

Estatutos da Caixa Geral de Depósitos

Estatutos da Caixa Geral de Depósitos Estatutos da Caixa Geral de Depósitos Conforme aprovado em Assembleia Geral de 22 de julho de 2011 e posterior alteração pela Deliberação Unânime por Escrito de 27 de junho de 2012. CAPÍTULO I Natureza,

Leia mais

Proposta de áreas de Reabilitação Urbana do Município do Seixal ESTRATÉGIA DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DE AMORA

Proposta de áreas de Reabilitação Urbana do Município do Seixal ESTRATÉGIA DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DE AMORA ESTRATÉGIA DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DE AMORA I OPÇÕES ESTRATÉGICAS DE REABILITAÇÃO Antecedentes A presente estratégia de reabilitação urbana surge no seguimento da delimitação das áreas de reabilitação

Leia mais

REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS DO ISA

REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS DO ISA Deliberação nº /2011 Considerando que, nos termos do nº 3 do artigo 12º dos Estatutos do Instituto Superior de Agronomia, compete ao Conselho de Gestão do Instituto Superior de Agronomia (ISA), aprovar,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 125/2014 de 4 de Agosto de 2014

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 125/2014 de 4 de Agosto de 2014 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 125/2014 de 4 de Agosto de 2014 Através da Resolução do Conselho de Governo n.º 97/2013, de 3 de outubro, foi criada a Linha de Apoio à Reabilitação

Leia mais

CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social

CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social ESTATUTOS DA PARPÚBLICA PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social Artigo 1.º (Denominação) A sociedade adota a denominação PARPÚBLICA Participações Públicas

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO. Deliberações CMC POVT: 25/03/2011, 6/02/2012, 20/03/2012, 8/08/2012 e 2/10/2013

PROGRAMA OPERACIONAL VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO. Deliberações CMC POVT: 25/03/2011, 6/02/2012, 20/03/2012, 8/08/2012 e 2/10/2013 PROGRAMA OPERACIONAL VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Deliberações CMC POVT: 25/03/2011, 6/02/2012, 20/03/2012, 8/08/2012 e 2/10/2013 PREVENÇÃO E GESTÃO DE RISCOS ENTRADA EM VIGOR EM 3/10/2013 NA REDAÇÃO DADA

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita Sendo a STCP uma sociedade anónima, rege-se pelo previsto nos seus estatutos, aprovados pelo Decreto-Lei 202/94,

Leia mais

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 24 de fevereiro de 2015. Série. Número 33

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 24 de fevereiro de 2015. Série. Número 33 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 24 de fevereiro de 2015 Série 2.º Suplemento Sumário PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Decreto Regulamentar Regional n.º 1/2015/M Aprova o Regulamento

Leia mais

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão Capítulo VI Gestão Financeira e Patrimonial Artigo 18.º Princípios de Gestão 1. A gestão deve articular-se com os objectivos prosseguidos pela Câmara Municipal de Viseu, visando a promoção do desenvolvimento

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge Segunda alteração do Decreto Regulamentar Regional n.º 22/2007/A, de 25 de Outubro, que aprova o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento Local Promotores -Empresários em nome individual, estabelecimentos

Leia mais

REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SESIMBRA REALIZADA NO DIA 05 FEVEREIRO DE 2014

REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SESIMBRA REALIZADA NO DIA 05 FEVEREIRO DE 2014 REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SESIMBRA REALIZADA NO DIA 05 FEVEREIRO DE 2014 A Câmara deliberou, por unanimidade, justificar a falta da Vice-Presidente, Senhora Dr.ª Felícia Maria Cavaleiro

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Direito à dedução - Criação, desenvolvimento e gestão do Parque de Ciência e Tecnologia Processo: nº 3666, despacho do SDG dos

Leia mais

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D Condições de Enquadramento Portaria nº 57-A/2015 de 27 de Fevereiro de 2015 0 VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO,

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES 1783 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Decreto n.º 7/2008 de 27 de Março A rede ferroviária de alta velocidade constitui um empreendimento público de excepcional interesse nacional

Leia mais

REDES E EQUIPAMENTOS ESTRUTURANTES NACIONAIS DE TRANSPORTES E MOBILIDADE SUSTENTÁVEL (FUNDO COESÃO)

REDES E EQUIPAMENTOS ESTRUTURANTES NACIONAIS DE TRANSPORTES E MOBILIDADE SUSTENTÁVEL (FUNDO COESÃO) CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO I REDES E EQUIPAMENTOS ESTRUTURANTES NACIONAIS DE TRANSPORTES E MOBILIDADE SUSTENTÁVEL (FUNDO COESÃO) DOMÍNIO DE INTERVENÇÃO REDES E EQUIPAMENTOS

Leia mais

Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM

Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM José Miranda de Sousa Maciel Presidente do Conselho de Administração de Águas de Gaia, EM Nos últimos anos, os principais regimes jurídicos

Leia mais

ESTATUTOS. LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A.

ESTATUTOS. LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A. CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ Código Postal 8104-001 ESTATUTOS LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A. CAPÍTULO I Da Sociedade e do capital social ARTIGO 1.º Denominação A Sociedade adota a denominação

Leia mais

Estatutos da Esposende 2000 EM, Sociedade Unipessoal, Lda

Estatutos da Esposende 2000 EM, Sociedade Unipessoal, Lda Estatutos da Esposende 2000 EM, Sociedade Unipessoal, Lda ESPOSENDE 2000 ACTIVIDADES DESPORTIVAS E RECREATIVAS, EM, CAP I - Disposições Gerais Art.º 1º - Denominação e natureza 2 Art.º 2º - Capital Social

Leia mais

Eixo Prioritário IV Qualificação do Sistema Urbano. Mobilidade Territorial

Eixo Prioritário IV Qualificação do Sistema Urbano. Mobilidade Territorial Eixo Prioritário IV Qualificação do Sistema Urbano Mobilidade Territorial Convite Público à Apresentação de Candidaturas no domínio dos Sistemas ferroviários ligeiros (metro) MT/01/2008 MOBILIDADE TERRITORIAL

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Denominação e natureza A RUAS Recriar Universidade Alta e Sofia, adiante designada abreviadamente

Leia mais

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes Iniciativa JESSICA Perguntas Frequentes Iniciativa JESSICA: Perguntas Frequentes 1 - Como nasceu a iniciativa JESSICA? A iniciativa JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas)

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO. Decreto-Lei n.º 76/2012 de 26 de março

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO. Decreto-Lei n.º 76/2012 de 26 de março MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Decreto-Lei n.º 76/2012 de 26 de março No âmbito do Compromisso Eficiência, o XIX Governo Constitucional determinou as linhas gerais do Plano de Redução e Melhoria da

Leia mais

DESPACHO PC 9/2013 - MANDATO 2013/2017 SUBDELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

DESPACHO PC 9/2013 - MANDATO 2013/2017 SUBDELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DESPACHO PC 9/2013 - MANDATO 2013/2017 SUBDELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS Tendo a Câmara Municipal procedido, em 21 de outubro de 2013, à delegação de competências nos termos permitidos pela Lei n.º 75/2013,

Leia mais

INSTRUMENTOS DE PLANEAMENTO, DE PROGRAMAÇÃO E DE GESTÃO

INSTRUMENTOS DE PLANEAMENTO, DE PROGRAMAÇÃO E DE GESTÃO INSTRUMENTOS DE PLANEAMENTO, DE PROGRAMAÇÃO E DE GESTÃO Áreas de reabilitação urbana, Planos de pormenor de reabilitação urbana, Programas de Acção Territorial Outros instrumentos 1. Os elementos essenciais

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 20

CÂMARA MUNICIPAL DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 20 DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 20 DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA 17/10/2001 (Contém 6 folhas) Estiveram presentes os seguintes membros: Presidente: Hermano Manuel Gonçalves Nunes de Almeida (PSD)

Leia mais

VISEU TERCEIRO. Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade. Normas de Acesso e Apoio. Enquadramento

VISEU TERCEIRO. Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade. Normas de Acesso e Apoio. Enquadramento VISEU TERCEIRO Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade 2015 Normas de Acesso e Apoio Enquadramento A atividade de criação e programação exercida por entidades, grupos e pessoas singulares no

Leia mais

Regulamento de Bolsas do CCMar

Regulamento de Bolsas do CCMar Regulamento de Bolsas do CCMar CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia ao abrigo do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril,

Leia mais

ESTATUTOS FLUVIÁRIO DE MORA EMPRESA MUNICIPAL, EM. Artigo 1º. (Denominação e natureza jurídica)

ESTATUTOS FLUVIÁRIO DE MORA EMPRESA MUNICIPAL, EM. Artigo 1º. (Denominação e natureza jurídica) ESTATUTOS FLUVIÁRIO DE MORA EMPRESA MUNICIPAL, EM Artigo 1º (Denominação e natureza jurídica) 1. A FLUVIÁRIO DE MORA EMPRESA MUNICIPAL, EM, adiante também designada simplesmente por Fluviário de Mora,

Leia mais

REGULAMENTO DE PROJETOS ECONÓMICOS DE INTERESSE MUNICIPAL FINICIA

REGULAMENTO DE PROJETOS ECONÓMICOS DE INTERESSE MUNICIPAL FINICIA REGULAMENTO DE PROJETOS ECONÓMICOS DE INTERESSE MUNICIPAL FINICIA Regulamento de Projetos Económicos de Interesse Municipal - FINICIA Preâmbulo A organização do Estado Português, de acordo com o disposto

Leia mais

Decreto-Lei n.º 384/87 de 24 de Dezembro

Decreto-Lei n.º 384/87 de 24 de Dezembro Decreto-Lei n.º 384/87 de 24 de Dezembro (Alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 157/90, de 17 de Maio e 319/2001, de 10 de Dezembro) Disposições gerais relativas a contratos-programa...2 Âmbito... 2 Iniciativa

Leia mais

PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO

PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA PROJECTO DE EXECUÇÃO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO (RECAPE) VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO ÍNDICE DE PORMENOR 1. INTRODUÇÃO...1 2. PROCESSO DE

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO. Preâmbulo

PROJETO DE REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO. Preâmbulo PROJETO DE REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Preâmbulo A elaboração do presente Regulamento tem como objetivo criar um conjunto de regras e princípios que permitam dotar o Município

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO. Projetos de Desenvolvimento do Ensino Superior. Projetos Inovadores no Domínio Educativo. Enquadramento

REGULAMENTO DO CONCURSO. Projetos de Desenvolvimento do Ensino Superior. Projetos Inovadores no Domínio Educativo. Enquadramento REGULAMENTO DO CONCURSO Projetos de Desenvolvimento do Ensino Superior Projetos Inovadores no Domínio Educativo 2015 Enquadramento A Fundação Calouste Gulbenkian, desde a sua criação, tem atribuído grande

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014 QUADRO I: SÍNTESE DA SITUAÇÃO FINANCEIRA ATUAL E PREVISÕES DE EVOLUÇÃO Município: Miranda do Douro 31-12-214 estimados estimados / Apurados / Apurados 213 212 (acumulado) 211 212 total 213 214 Apurados

Leia mais

Profico Projetos, Fiscalização e Consultoria, Lda.

Profico Projetos, Fiscalização e Consultoria, Lda. Profico Projetos, Fiscalização e Consultoria, Lda. Rua Alfredo da Silva, 11B 1300-040 Lisboa Tlf. +351 213 619 380 Fax. +351 213 619 399 profico@profico.pt www.profico.pt INDICE 1. DESCRIÇÃO GERAL DA PROFICO...

Leia mais

CONSIDERANDOS PROGRAMA

CONSIDERANDOS PROGRAMA PROCEDIMENTO DE HASTA PÚBLICA PARA ATRIBUIÇÃO A TÍTULO PRECÁRIO DA EXPLORAÇÃO COMERCIAL CONJUNTA DE DOIS ESPAÇOS MUNICIPAIS SITOS NA PISCINA SOLÁRIO ATLÂNTICO (RESTAURANTE) E BALNEÁRIO MARINHO (CAFETARIA)

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO. Nota Justificativa

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO. Nota Justificativa Regulamento de Concessão de Incentivos ao Investimento REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Nota Justificativa A elaboração do presente Regulamento tem como objetivo criar um conjunto

Leia mais

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA. Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA. Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro A Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 17 de Junho, publicada em 26 de Julho, que aprovou o PPCE - Programa

Leia mais

CPAI COMISSÃO PERMANENTE DE APOIO AO INVESTIDOR

CPAI COMISSÃO PERMANENTE DE APOIO AO INVESTIDOR ANEXO V - NOTAS EXPLICATIVAS Este formulário é de preenchimento obrigatório e serve de sustentação à auto-avaliação realizada no Anexo III Os itens I Preenchimento dos requisitos de elegibilidade e II

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

Ponto 8.3. Contrato Interadministrativo de delegação de competências para limpeza e manutenção da Praia do Osso da Baleia

Ponto 8.3. Contrato Interadministrativo de delegação de competências para limpeza e manutenção da Praia do Osso da Baleia Cópia de parte da ata da Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Pombal nº0015/cmp/14, celebrada em 3 de Junho de 2014 e aprovada em minuta para efeitos de imediata execução. Ponto 8.3. Contrato Interadministrativo

Leia mais

ESTATUTOS DA CP COMBOIOS DE PORTUGAL, E. P. E. CAPÍTULO I Denominação, sede e objeto. Artigo 1.º Denominação e sede. Artigo 2.

ESTATUTOS DA CP COMBOIOS DE PORTUGAL, E. P. E. CAPÍTULO I Denominação, sede e objeto. Artigo 1.º Denominação e sede. Artigo 2. ESTATUTOS DA CP COMBOIOS DE PORTUGAL, E. P. E. CAPÍTULO I Denominação, sede e objeto Artigo 1.º Denominação e sede 1 A CP Comboios de Portugal, E. P. E., abreviadamente designada por CP, E. P. E., é uma

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014 Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027 Portaria n.º 151/2014 de 30 de julho O Governo tem vindo a desenvolver uma estratégia nacional de combate ao desemprego jovem assente numa

Leia mais

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva 1. INTRODUÇÃO Pretende-se com o presente trabalho, desenvolver uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro, de modo a promover a integração da bicicleta no sistema de

Leia mais

PLATAFORMA LOGÍSTICA DE LEIXÕES PÓLO 2 GATÕES / GUIFÕES (Área de Serviços Logísticos)

PLATAFORMA LOGÍSTICA DE LEIXÕES PÓLO 2 GATÕES / GUIFÕES (Área de Serviços Logísticos) ! " Capítulo I Introdução Geral Capítulo II Antecedentes do Projecto Capítulo III Conformidade com a DIA Capítulo IV Planos de Monitorização Ambiental Capítulo V Conclusões ANEXOS TÉCNICOS BIBLIOGRAFIA

Leia mais

Regulamento do centro coordenador de Transportes - central de camionagem

Regulamento do centro coordenador de Transportes - central de camionagem Regulamento do centro coordenador de Transportes - central de camionagem ARTIGO 1º. (Objeto e âmbito de aplicação) O presente regulamento destina-se se a assegurar a organização e a exploração regular

Leia mais

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição:

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição: 8.2 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados As demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012, foram preparadas de acordo com os princípios contabilístico fundamentais previstos no POCAL

Leia mais

Janeiro 2012. Instruções de Segurança. Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores

Janeiro 2012. Instruções de Segurança. Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores Cenário 1 Alarme de reconhecimento Responsável Bloco faz o reconhecimento Atuação Equipa 1ª Intervenção Alarme Parcial Bloco A Atuação Equipa Evacuação Bloco A Situação Controlada? Sinistro? Sim Não Reposição

Leia mais

Caderno de Encargos. Aquisição de serviços Seguro de. Acidentes de Trabalho De 1 de. Agosto 2015 a 31 de dezembro de

Caderno de Encargos. Aquisição de serviços Seguro de. Acidentes de Trabalho De 1 de. Agosto 2015 a 31 de dezembro de Aquisição de serviços Seguro de Acidentes de Trabalho De 1 de Agosto 2015 a 31 de dezembro de 2017 O Município de Guimarães conta nesta data com 1535 trabalhadores ao seu serviço, com vínculo de emprego

Leia mais

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A.

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação

Leia mais

1. ENQUADRAMENTO JURÍDICO DA ENTIDADE ENQUANTO ENTIDADE ADJUDICANTE

1. ENQUADRAMENTO JURÍDICO DA ENTIDADE ENQUANTO ENTIDADE ADJUDICANTE - A PREENCHER POR CADA PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO Salvo indicação em contrário, os artigos mencionados constam do Código dos Contratos Públicos 1. ENQUADRAMENTO JURÍDICO DA ENTIDADE ENQUANTO ENTIDADE

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DA CGD PARA A COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO LINHA DE CRÉDITO CGD/BEI E SUBVENÇÃO GLOBAL (APOIO AO QCA II)

RELATÓRIO FINAL DA CGD PARA A COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO LINHA DE CRÉDITO CGD/BEI E SUBVENÇÃO GLOBAL (APOIO AO QCA II) RELATÓRIO FINAL DA CGD PARA A COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO LINHA DE CRÉDITO CGD/BEI E SUBVENÇÃO GLOBAL (APOIO AO QCA II) ÍNDICE A. LINHA DE CRÉDITO CGD/BEI Pag. 1. ENQUADRAMENTO LEGAL 1 2. UTILIZAÇÃO DA

Leia mais

Estratégia de Dinamização e de Divulgação

Estratégia de Dinamização e de Divulgação Estratégia de Dinamização e de Divulgação Plano de Ação de 2015 FEVEREIRO 2015 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO DA BOLSA DE TERRAS... 4 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS - LINHAS GERAIS DA ESTRATÉGIA... 5

Leia mais

Portugal 2020. Modelo de governação

Portugal 2020. Modelo de governação Portugal 2020 Modelo de governação Princípios gerais: Princípio da racionalidade económica subordinação de qualquer decisão de apoio dos fundos à aferição rigorosa da sua mais-valia económica, social e

Leia mais

ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I

ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação personalidade e capacidade jurídica 1 - A empresa adopta a denominação

Leia mais

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das

Leia mais

A nova governação do serviço público de transportes de passageiros principais mudanças

A nova governação do serviço público de transportes de passageiros principais mudanças A nova governação do serviço público de transportes de passageiros principais mudanças Planeamento da Mobilidade Urbana Sustentável 2º Workshop Vila Real 19 de novembro de 2014 Agenda O quadro legal -

Leia mais

NORMAS E PRINCÍPIOS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 2015

NORMAS E PRINCÍPIOS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 2015 NORMAS E PRINCÍPIOS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 2015 CAPÍTULO I 1 Artigo 1º (Objeto) O presente documento estabelece, sem prejuízo do disposto na legislação em vigor, os princípios, regras e procedimentos aplicáveis

Leia mais

14.03.2012. Sumário REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS PARA O SETOR EMPRESARIAL LOCAL, FUNDAÇÕES, ASSOCIAÇÕES E AGÊNCIAS

14.03.2012. Sumário REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS PARA O SETOR EMPRESARIAL LOCAL, FUNDAÇÕES, ASSOCIAÇÕES E AGÊNCIAS 14.03.2012 Sumário REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS PARA O SETOR EMPRESARIAL LOCAL, FUNDAÇÕES, ASSOCIAÇÕES E AGÊNCIAS EDITAL Nº 100/2012 Regulamento de Procedimentos para o Setor Empresarial Local, Fundações,

Leia mais

Cadastro, Gestão e Manutenção do Património da REFER com recurso aos Sistemas de Informação Geográfica

Cadastro, Gestão e Manutenção do Património da REFER com recurso aos Sistemas de Informação Geográfica Cadastro, Gestão e Manutenção do Património da REFER com recurso aos Sistemas de Informação Geográfica 1. Introdução Ao longo de mais de 150 anos da existência do caminho de ferro em Portugal, foram muitos

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO, EMPREGO E COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL Despacho n.º 1607/2014 de 26 de Agosto de 2014

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO, EMPREGO E COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL Despacho n.º 1607/2014 de 26 de Agosto de 2014 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO, EMPREGO E COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL Despacho n.º 1607/2014 de 26 de Agosto de 2014 Considerando que, através da Resolução do Conselho de Governo n.º 97/2013, de 3 de outubro,

Leia mais

Regulamento Municipal de Atribuição de Lotes e Parcelas para instalação de Actividades Económicas

Regulamento Municipal de Atribuição de Lotes e Parcelas para instalação de Actividades Económicas Regulamento Municipal de Atribuição de Lotes e Parcelas para instalação de Actividades Económicas Nota Introdutória A existência de um Regulamento de cedência de lotes para a Zona Industrial de Moura,

Leia mais

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A.

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1.º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima de capitais

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DE LISBOA Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 15/07/2008, 30/01/2012 e 8/08/2012 SAÚDE (LISBOA) ENTRADA EM VIGOR DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO EM 9/08/2012 NA REDAÇÃO DADA PELA DELIBERAÇÃO

Leia mais

M U N I C I P I O de V I E I R A D O M I N H O Divisão de Urbanismo e Obras Municipais Serviços de Planeamento Urbanístico e Obras Particulares

M U N I C I P I O de V I E I R A D O M I N H O Divisão de Urbanismo e Obras Municipais Serviços de Planeamento Urbanístico e Obras Particulares Reg. N.º Em / / Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome: BI/Cartão de Cidadão: Arquivo: Validade: / / N.º de Identificação Fiscal: Morada: Freguesia:

Leia mais

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes 1 - Como nasceu a iniciativa JESSICA? A iniciativa JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas) é um instrumento financeiro promovido pela Comissão Europeia e desenvolvido

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 111 9 de junho de 2015 3667 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 52/2015 de 9 de junho Aprova o Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros e revoga a

Leia mais