COMUNICAR A TRANSPORTES METROPOLITANOS DO PORTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMUNICAR A TRANSPORTES METROPOLITANOS DO PORTO"

Transcrição

1

2 ENQUADRAMENTO A INTEGRAÇÃO DA METRO DO PORTO E DA STCP E A PERSPECTIVA DE PRIVATIZAÇÃO COMUNICAR A TRANSPORTES METROPOLITANOS DO PORTO ANÁLISE OBJECTIVOS MENSAGENS-CHAVE ACÇÕES A DESENVOLVER

3 ENQUADRAMENTO A INTEGRAÇÃO DA METRO DO PORTO E DA STCP E A PERSPECTIVA DE PRIVATIZAÇÃO A presente proposta visa apresentar um plano de PR com vista à integração das Marcas Metro do Porto e STCP numa única entidade gestora a Transportes Metropolitanos do Porto prevista no Plano Estratégico de Transportes (PET). A Metro do Porto detém a concessão da rede de Metropolitano da Área Metropolitana do Porto (6 linhas, 67 km de extensão, 81 estações e 7 concelhos servidos). Com 11 anos de operação comercial, a Metro do Porto apresenta uma elevada taxa de satisfação do cliente e caracterizase pela modernidade, fiabilidade e profissionalismo, não existindo qualquer registo de instabilidade laboral ou memória de greves. Por outro lado, a STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto) que opera a rede de autocarros e eléctricos do Porto, é uma empresa centenária e uma marca histórica da cidade. Ao contrário do que acontece com a Metro do Porto, a instabilidade laboral por vezes registada afecta a imagem da empresa, pondo em causa os seus valores de responsabilidade social, competência e proximidade ao cliente. A integração de ambas as marcas numa única entidade gestora, prevista no PET, é bastante polémica e tem sido amplamente discutida na comunicação social, havendo informação difusa e pouco clara sobre o assunto. É importante realçar que esta integração está intrinsecamente ligada ao processo de concessão de transportes públicos a privados, uma vez que o Governo Português decidiu que haverá apenas dois concursos, agregando as redes de metropolitano e autocarro de Lisboa e Porto. Para além da inevitável especulação relativa a modelos a adoptar e a potenciais investidores, habitual em todos os processos de privatização, outros temas alimentam a polémica na comunicação social. Neste cenário, a delineação e execução de uma correcta estratégia de comunicação para o lançamento da Transportes Metropolitanos do Porto assume especial relevância. A dimensão e reconhecimento público da Metro do Porto e da STCP, em paralelo com a necessidade de proximidade com clientes e stakeholders, tornam imprescindível uma comunicação coerente, clara e que desmistifique eventuais questões que possam gerar dúvidas e causar polémica.

4 - ANÁLISE Como foi já referido, a Transportes Metropolitanos do Porto passará a ser a entidade responsável pela gestão da Metro do Porto e da STCP, pelo que incorporará as forças e fraquezas de ambas as marcas comerciais. Desta forma, é muito importante que a estratégia de comunicação desta nova entidade procure manter e reforçar os valores positivos de cada uma das marcas, transportando-os para a nova entidade, e procure minimizar, ao máximo os aspectos mais negativos das mesmas. FORÇAS Tradição e história da STCP na cidade do Porto Modernidade, fiabilidade e profissionalismo da Metro do Porto Proximidade de ambas as empresas em relação ao cliente Infra-estruturas, frotas e carruagens modernas Os resultados operacionais das empresas têm vindo a registar uma melhoria significativa FRAQUEZAS Integra o sector empresarial do Estado Perspectiva de privatização Conflitos laborais consubstanciados pela influência interna de alguns sindicatos Envolvimento no caso dos SWAPS

5 - OBJETIVOS A comunicação da Transportes Metropolitanos do Porto requer: - que os stakeholders entendam o que é a Transportes Metropolitanos do Porto e como funciona; - que a Transportes Metropolitanos do Porto entenda o que procuram os jornalistas, como difusores de informação; - que a Transportes Metropolitanos do Porto entenda o que procuram os investidores para melhor definirem uma estratégia das suas carteiras - de títulos; - que a Transportes Metropolitanos do Porto entenda as exigências das entidades reguladoras, nacionais e internacionais; - que a Transportes Metropolitanos do Porto saiba chegar ao público em geral de forma adequada e eficaz. A estratégia de comunicação deverá ter como objectivo: Lançar e posicionar a Transportes Metropolitanos do Porto junto dos stakeholders Demonstrar a sua importância para o mercado Enaltecer a qualidade da equipa de gestão e dos serviços prestados Desmistificar os receios que advêm da integração da Metro do Porto e da STCP numa única entidade

6 - MENSAGENS-CHAVE Em termos de comunicação, a Transportes Metropolitanos do Porto deve posicionar-se através das seguintes mensagens-chave: Transportes Metropolitanos do Porto Estabilidade de gestão Aproveitamento de sinergias entre a Metro do Porto e a STCP Prestação de um melhor serviço ao cliente Sector responsável Utilização mais eficiente dos recursos Conhecimento das melhores práticas

7 - ACÇÕES A DESENVOLVER Teaser No período que antecede o lançamento da Transportes Metropolitanos do Porto (cerca de duas semanas antes) deverá ser lançado um teaser, utilizando, por exemplo, como suporte as paragens da STCP e do Metro, onde figurará apenas o novo slogan da empresa. Sugerimos que este slogan seja Juntos, o Porto fica mais perto. Pretende-se que este momento aguce a curiosidade da população do Porto e a expectativa em relação ao que será anunciado. Conferência de Imprensa de lançamento da nova entidade Para dar o pontapé de saída do lançamento da nova empresa- Transportes Metropolitanos do Porto consideramos imprescindível a realização de uma conferência de imprensa onde será apresentada a nova entidade e os seus objectivos. Para que tal seja impactante, sugerimos que a mesma tenha lugar num local com clara conotação às duas marcas. Por exemplo: convocar os membros dos órgãos de comunicação social a estar a x horas na sede da STCP onde um autocarro da empresa os levará para um local da Metro do Porto onde a conferência terá lugar dentro de uma carruagem. Assim, o efeito surpresa permitirá demonstrar o entrosamento que se pretende com a coabitação de ambas as empresas sob uma gestão comum. Para que a harmonia desta operação seja visível, seria fulcral contar com a presença de um membro do governo- por exemplo o Secretário de Estado dos Transportes- assim como membros da Câmara Municipal do Porto. Adicionalmente, deverá ser preparado um Press Kit para ser distribuído aos jornalistas no local onde devem constar todas as mensagens-chave que se pretende difundir. Entrevista do CEO a um meio de referência Paralelamente à conferência de imprensa, deverá ser seleccionado um meio de referência nacional para uma grande entrevista do CEO. Esta entrevista terá um enfoque puramente institucional e terá como objectivo incrementar o interesse de potenciais candidatos ao processo de concessão. Criação de um vídeo em gráficos animados Propõe-se a criação de um vídeo em gráficos animados sobre a operação de integração das duas marcas, com recurso a números, gráficos, imagens, voz-off apelativa para divulgação nos websites da Metro do Porto e da STCP e nas redes sociais.

8 - ACÇÕES A DESENVOLVER Campanha Q&A Após o lançamento da Transportes Metropolitanos do Porto, deverá ser realizada uma campanha de esclarecimento em formato Q&A, sendo utilizadas as estações, paragens e suportes existentes dentro das carruagens de metro, autocarros e eléctricos. De forma simples e objectiva, deverão ser seleccionadas três ou quatro questões com respectivas respostas, de forma a esclarecer os utentes. Criação de um ou de um espaço nos websites das duas marcas para envio de dúvidas Para além da campanha Q&A sugerida, e de forma a evitar que os utentes tenham alguma dúvida adicional sobre a integração da Metro do Porto e da STCP numa única entidade, somos da opinião que deverá ser criado um ou criado um espaço nos websites de ambas as marcas onde os utentes poderão colocar as suas dúvidas em relação a esta integração para posterior resposta da entidade. Este /espaço deverá ser mencionado nos cartazes da campanha Q&A. Promoção de peças sobre a nova entidade em meios nacionais e regionais Nos meses a seguir ao lançamento da Transportes Metropolitanos do Porto, deverão ser promovidas peças junto dos meios nacionais e regionais sobre a nova entidade, de forma a assegurar que toda a população servida pela rede de metro, autocarros e eléctricos da Área Metropolitana do Porto fica esclarecida sobre a operação. Há, assim, que ter em conta que o target que queremos atingir é muito diversificado, pelo que nenhum meio - nacional ou regional - deverá ser descurado. Promoção de peças de televisão sobre a evolução dos transportes na Área Metropolitana do Porto Deverão também ser promovidas peças televisivas sobre a evolução dos transportes na Área Metropolitana do Porto, demonstrando a sua importância e a sua adaptação à nova realidade. Assim, é fundamental uma cooperação activa com os meios televisivos no que respeita a cedência de materiais e documentação.

9 - ACÇÕES A DESENVOLVER Criação de newsletter digital semanal, dirigida aos utentes, para divulgação de notícias da empresa e promoção de eventos na cidade Para criar uma relação de proximidade com os utentes dos serviços da Metro do Porto e da STCP, já sob a chancela da Transportes Metropolitanos do Porto, sugerimos a criação de uma newsletter digital semanal para divulgação de notícias da empresa e respectivas marcas e promoção de eventos na Área Metropolitana do Porto a decorrer na semana em vista. A newsletter deve ser enviada para a base de dados de clientes e parceiros de ambas as marcas. Jornal mensal gratuito para distribuição no metro e nos autocarros Aproveitando os melhores conteúdos das newsletters semanais, consideramos que deverá ser criado um jornal da Transportes Metropolitano do Porto, de periocidade mensal, a ser distribuído no metro e nos autocarros. Criação de uma aplicação da Transportes Metropolitanos do Porto Numa fase em que o mundo digital ganha cada vez mais importância devido à proliferação de dispositivos móveis inteligentes, consideramos que é fundamental a criação de uma aplicação da Transportes Metropolitanos do Porto que integre a já existente imetroporto e a complemente com conteúdos da STCP. Esta aplicação deverá planear as rotas aos utentes, jogando com a interacção entre os serviços disponibilizados pelas marcas. Criação de uma página no Facebook da Transportes Metropolitanos do Porto Consideramos também indispensável a criação de uma página de Facebook da Transportes Metropolitanos do Porto que agregue conteúdos relativos à Metro do Porto e à STCP, de forma a criar uma interacção saudável com os internautas nesta rede social. Criação do Roteiro Turístico Transportes Metropolitanos do Porto Sugere-se a criação de um Guia Turístico, composto por diversas fichas individuais, em que cada ficha está ligada a uma estação/paragem. Estas fichas deverão conter dicas de lazer, nomeadamente restaurantes aconselhados, locais para compras, museus, monumentos, etc. Este roteiro poderá ser elaborado em parceria com outras entidades que tenham interesse em estar presentes no Guia e deverá ser vendido ao público por um valor simbólico.

10 - ACÇÕES A DESENVOLVER Organização da I Corrida Transportes Metropolitanos do Porto De forma a apelar a uma vida mais saudável, e aproveitando um fenómeno que tem ganho muitos adeptos nos últimos tempos, consideramos que se deverá organizar a I Corrida Transportes Metropolitanos do Porto que deverá ter o seu início e fim em locais emblemáticos das duas marcas. Realização de exposição de fotografias sobre a história e evolução das duas marcas Utilizando como suportes as paragens de metro e autocarro, sugerimos a realização de uma exposição de fotografias sobre a história e evolução das duas marcas. Esta exposição deverá ter dois momentos: um primeiro em que seriam utilizadas as fotografias que constam do espólio da Metro do Porto e da STCP; e um segundo momento em que seriam utilizadas as fotografias que os utentes enviassem para um , criado para o efeito. Ao abrir esta exposição à participação dos utentes personificar-se-ia a exposição. Realização de concurso dirigido a jovens artistas para decoração do metro e autocarros De forma a fomentar a arte urbana e a adaptação dos meios de transportes em questão aos dias que correm, consideramos que se deverá desenvolver um concurso dirigido a jovens artistas. Os melhores trabalhos teriam a oportunidade de concretizar a sua arte no metro e autocarros. Criação de uma campanha Segurança nos Transportes dirigida ao público infantil De forma a atingir um target infantil (futuros utentes dos transportes) e os respectivos familiares, sugerimos a criação de uma campanha promovida pela Transportes Metropolitanos do Porto com enfoque na segurança do público infantil nos transportes. Para além de um guia onde constassem pequenas dicas de segurança dirigidas ao público mais novo, cujo download pudesse ser feito nos websites das marcas, consideramos que deverão ser realizadas acções pontuais de prevenção (realizadas pelos próprios colaboradores) no metro e autocarros. Desenvolvimento de acções de responsabilidade social que envolvam os trabalhadores das duas marcas A integração da Metro Porto e da STCP numa só entidade não poderá descurar o envolvimento dos colaboradores de ambas as marcas. Assim, consideramos que deverão ser promovidas acções de responsabilidade social que contem com a participação dos colaboradores das duas marcas e posterior divulgação destas acções na newsletter e jornal. Poderá também ser dirigido convite a um órgão de comunicação social para acompanhar uma destas acções.

ENQUADRAMENTO OBJETIVO ANÁLISE DESAFIO. Integração das empresas Metro do Porto e STCP na entidade Transportes Metropolitanos do Porto

ENQUADRAMENTO OBJETIVO ANÁLISE DESAFIO. Integração das empresas Metro do Porto e STCP na entidade Transportes Metropolitanos do Porto ENQUADRAMENTO OBJETIVO Integração das empresas Metro do Porto e STCP na entidade Transportes Metropolitanos do Porto ANÁLISE Não há memória de greves no Metro do Porto CONFIANÇA Antiguidade e tradição

Leia mais

Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade

Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade Candidatura aprovada ao Programa Política de Cidades - Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação Síntese A cidade de S.

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA

DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA Fevereiro de 2014 AVISO: Este Documento de Consulta é exclusivamente informativo,

Leia mais

SESSÃO "SEMANA EUROPEIA DA ENERGIA SUSTENTÁVEL 2015" RELATÓRIO FINAL

SESSÃO SEMANA EUROPEIA DA ENERGIA SUSTENTÁVEL 2015 RELATÓRIO FINAL SESSÃO "SEMANA EUROPEIA DA ENERGIA SUSTENTÁVEL 015" RELATÓRIO FINAL ENQUADRAMENTO No âmbito da Semana Europeia da Energia Sustentável (15 a 19 de Junho de 015),, a Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa

Leia mais

elemento digital Dossier de Serviços para Empresas www.e-noivos.com

elemento digital Dossier de Serviços para Empresas www.e-noivos.com elemento digital Dossier de Serviços para Empresas www.e-noivos.com Julho 2003 1. A quem se dirige este documento? Este documento dirige-se a responsáveis pelo Marketing e/ou pela promoção e dinamização

Leia mais

Plano de Actividades. Orçamento ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS DOS CONCELHOS DE VILA FRANCA DE XIRA E ARRUDA DOS VINHOS

Plano de Actividades. Orçamento ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS DOS CONCELHOS DE VILA FRANCA DE XIRA E ARRUDA DOS VINHOS Plano de Actividades e Orçamento Exercício de 2012 Plano de Actividades e Orçamento para o exercício de 2012 Preâmbulo: O Plano de Actividades do ano de 2012 foi concebido com a prudência que resulta da

Leia mais

Programa Nacional de Desenvolvimento do Empreendedorismo,, Inovação e Emprego no Sector Cultural e Criativo Cri[activo]

Programa Nacional de Desenvolvimento do Empreendedorismo,, Inovação e Emprego no Sector Cultural e Criativo Cri[activo] Programa Nacional de Desenvolvimento do Empreendedorismo,, Inovação e Emprego no Sector Cultural e Criativo Cri[activo] 1. ENQUADRAMENTO Ao longo de 2009 consolidou-se em Portugal o reconhecimento de que

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

PROJECTO TER TOTAL ENERGY ROCKS

PROJECTO TER TOTAL ENERGY ROCKS PROJECTO TER 15 DE DEZEMBRO DE 2009 Projecto desenvolvido por: Professora Ana Mafalda Henriques Alunos Adriano Félix Ana Filipa Gonçalves Ana Rita Castelão André Gomes Lady Burrell Lauro Espanhol Marta

Leia mais

incorporação de um novo colaborador

incorporação de um novo colaborador incorporação de um novo colaborador Manual de Excelência no Serviço 21 4. A Incorporação de um Novo Colaborador Recrutamento e Selecção Antes da incorporação de um novo colaborador no Hotel será obrigatório

Leia mais

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Programa de da ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (ELD) 1 / 16 Programa de da 1. Caracterização Socioeconómica do Território A caracterização do território deve centrar-se em dois aspectos

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Apresentação Programas de Apoio

Apresentação Programas de Apoio Apresentação Programas de Apoio Índice Programa MOP APOIO SOCIAL Introdução Suportes para apoio Redes formatadas Descrição Tabela de custos Outros formatos Descrição Tabela de custos Contatos 2 4 5 7 12

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM Assembleia de Parceiros 17 de Janeiro 2014 Prioridades de Comunicação 2014 Eleições para o Parlamento Europeu 2014 Recuperação económica e financeira - Estratégia

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO DE SETÚBAL E A CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO Considerando: a) As atribuições da Câmara Municipal de Setúbal, conferida

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

Aspectos a Abordar. Como Comunicar na Área dos Resíduos Paula Mendes (LIPOR) paula.mendes@lipor.pt. Porquê Comunicar? Estratégia de Comunicação

Aspectos a Abordar. Como Comunicar na Área dos Resíduos Paula Mendes (LIPOR) paula.mendes@lipor.pt. Porquê Comunicar? Estratégia de Comunicação Como Comunicar na Área dos Resíduos Paula Mendes (LIPOR) paula.mendes@lipor.pt Conferência Gestão e Comunicação na Área dos Resíduos Estoril, 22 de Setembro de 2009 1 Aspectos a Abordar Porquê Comunicar?

Leia mais

Estratégia de Marketing na Comunicação Interna. O caso épt! Miguel Horta e Costa Presidente Executivo

Estratégia de Marketing na Comunicação Interna. O caso épt! Miguel Horta e Costa Presidente Executivo Estratégia de Marketing na Comunicação Interna O caso épt! Miguel Horta e Costa Presidente Executivo Conferência Mercator XXI Lisboa, 7 de Outubro 2004 O papel da comunicação no desenvolvimento dos negócios

Leia mais

Índice. Novo canal. Canais de Comercialização. Canais de Comunicação

Índice. Novo canal. Canais de Comercialização. Canais de Comunicação Índice Novo canal Canais de Comercialização - Diretório - Trader - Pesquisa - Feiras profissionais - Catálogos digitais - Certificação - Associações ecológicas - Encontros bilaterais online Canais de Comunicação

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015

Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015 Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015 Plano de Atividades Programa de Educação para a Sustentabilidade O Programa de Educação para a Sustentabilidade para o ano letivo 2014/2015 integra

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

Palmela - Experiências com Sabor

Palmela - Experiências com Sabor Promover a notoriedade da marca turística Palmela, como território associado à gastronomia, aos produtos locais de qualidade e às boas experiências que proporciona a quem o visita. Objectivo global Incentivar

Leia mais

DESAFIOS URBANOS 15. concurso. de arquitectura

DESAFIOS URBANOS 15. concurso. de arquitectura Espaço de Arquitectura O Espaço de Arquitectura é um portal dedicado à Arquitectura em Portugal, que assumiu o seu posicionamento em 2010, com o propósito de privilegiar a proximidade entre arquitectos

Leia mais

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011 Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar Ano lectivo 2010/2011 Apreciação Geral A aplicação do Regime de Fruta Escolar (RFE) em Portugal tem os seguintes objectivos gerais: Saúde Pública:

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação 2011-2015 Maputo, Janeiro de 2011 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO......... 3 1.1 Contextualização............ 3 1.2 Justificativa (Porquê

Leia mais

GUIA MEDICAMENTOS GENÉRICOS. SOFTWARE PARA CONSULTA EM POCKET PC e TELEMÓVEL

GUIA MEDICAMENTOS GENÉRICOS. SOFTWARE PARA CONSULTA EM POCKET PC e TELEMÓVEL Introdução GUIA MEDICAMENTOS GENÉRICOS SOFTWARE PARA CONSULTA EM POCKET PC e TELEMÓVEL Este será um novo instrumento de consulta que irá permitir reforçar e tornar mais acessível um suporte de informação

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

António Amaro Marketing Digital Junho 2014 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS

António Amaro Marketing Digital Junho 2014 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS FACTOS A Internet mudou profundamente a forma como as pessoas encontram, descobrem, compartilham, compram e se conectam. INTRODUÇÃO Os meios digitais, fazendo hoje parte do quotidiano

Leia mais

Concurso de Ideias. Congresso Ibérico de Jovens Engenheiros

Concurso de Ideias. Congresso Ibérico de Jovens Engenheiros Congresso Ibérico de Jovens Engenheiros Braga, Maio 2012 REGULAMENTO O Prémio rege-se pelo presente regulamento, sendo o Júri soberano na sua interpretação, aplicação, e resolução de eventuais lacunas.

Leia mais

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias:

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias: REGULAMENTO Introdução O Prémio Healthy Workplaces - Locais de Trabalho Saudáveis pretende reconhecer e distinguir as organizações portuguesas com contributos notáveis e inovadores para a segurança, o

Leia mais

Enquadramento e critérios de Candidatura

Enquadramento e critérios de Candidatura Enquadramento e critérios de Candidatura A cidadania ativa constitui um elemento chave do reforço da coesão social. O Conselho da União Europeia instituiu o ano de 2011, como Ano Europeu do Voluntariado

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

INVESTIR EM I&D - PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS

INVESTIR EM I&D - PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS 1 ENQUADRAMENTO - I - Os objectivos delineados na Estratégia de Lisboa e as conclusões do Conselho de Barcelona,

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO

REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO Objetivo Artigo 1.º 1. Este regulamento tem como objetivo estabelecer condições e normas para a obtenção

Leia mais

NCE/10/00411 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/00411 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/00411 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Iade Instituto De Artes Visuais,

Leia mais

ÍNDICE. 1. Lançamento da Campanha de Media. 2. Principais medidas de execução Novas Oportunidades. 3. Resultados já alcançados

ÍNDICE. 1. Lançamento da Campanha de Media. 2. Principais medidas de execução Novas Oportunidades. 3. Resultados já alcançados ÍNDICE 1. Lançamento da Campanha de Media 2. Principais medidas de execução Novas Oportunidades 3. Resultados já alcançados 4. Objectivos da Campanha de Media 5. Construção da Campanha de Media 6. Lista

Leia mais

O contributo do Cluster Habitat Sustentável

O contributo do Cluster Habitat Sustentável O contributo do Cluster Habitat Sustentável Victor Ferreira Plataforma para a Construção Sustentável Seminário Construção Sustentável CONCRETA 2011 20/10/2011 Visão e Missão O Cluster Habitat? agregador

Leia mais

Relatório de Gestão e Sustentabilidade. Relatório de Gestão e Sustentabilidade 2011 1

Relatório de Gestão e Sustentabilidade. Relatório de Gestão e Sustentabilidade 2011 1 Relatório de Gestão e Sustentabilidade Relatório de Gestão e Sustentabilidade 2011 1 As melhores vistas da cidade Relatório de Gestão e Sustentabilidade Índice 1 MENSAGEM DA PRESIDENTE 7 2 O ANO DE 2011

Leia mais

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org 1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org CONCEITO Realização do 1º Fórum União de Exportadores CPLP (UE-CPLP) que integra:

Leia mais

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA?

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA? INVENTARIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE AVIFAUNA DA RESERVA NATURAL LOCAL DO PAUL DE TORNADA - Quais os objetivos da tarefa? Manter, incrementar e divulgar os valores naturais da Reserva Natural Local do Paul de

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Índice Apresentação... 3 Principais Objectivos do Código... 3 Finalidade do Código de Ética... 4 Âmbito de Aplicação... 4 Serviço Público... 4 Missão... 5 Visão... 5 Responsabilidade

Leia mais

P L A N O D E A C T I V I D A D E S

P L A N O D E A C T I V I D A D E S Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo P L A N O D E A C T I V I D A D E S = 2008 = Janeiro de 2008 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ACTIVIDADES A DESENVOLVER NO ANO DE 2008... 5

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015 Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis CAPÍTULO I AETP: A INSTITUIÇÃO 1. Introdução No decorrer do ano de 2015 prevê-se que a AETP

Leia mais

Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas. desde 1896

Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas. desde 1896 Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas desde 1896 Quem Somos? Instituição de Utilidade Pública Restauração Pastelarias e Cafés Mais de um século de existência Empreendimentos Turísticos

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

APOGOM. Compromissos da indústria alimentar sobre Alimentação, Actividade Física e Saúde

APOGOM. Compromissos da indústria alimentar sobre Alimentação, Actividade Física e Saúde APOGOM Compromissos da indústria alimentar sobre Alimentação, Actividade Física e Saúde É hoje amplamente reconhecido que o aumento significativo de certas doenças não transmissíveis (tais como as doenças

Leia mais

Programa de Promoção Turística e Cultural

Programa de Promoção Turística e Cultural Programa de Promoção Turística e Cultural Sintra encontra-se em 11º lugar no ranking dos 50 melhores lugares a visitar, nas escolhas dos leitores do jornal New York Times? Sintra é uma das 21 finalistas

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação. Lisboa, 8 de Julho de 2009

Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação. Lisboa, 8 de Julho de 2009 Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação Lisboa, 8 de Julho de 2009 Índice 1. Enquadramento 2. Proposta O Projecto Missão e Princípios Fases do Projecto O Nosso Desafio A Nossa Resposta O Conceito

Leia mais

PONTNews Solução Comercial de e-marketing

PONTNews Solução Comercial de e-marketing PONTNews Solução Comercial de e-marketing Dossier de Produto DP010.03 02/01/2009 A Pontual A Pontual é uma empresa de capitais 100% nacionais, cuja principal actividade é implementação de Sistemas de Informação

Leia mais

Ensino Básico. Regulamento da Competição

Ensino Básico. Regulamento da Competição ESCOLA + Promoção de Eficiência Energética entre Escolas do 1º Ciclo de O Projeto Escola + Ensino Básico Regulamento da Competição Ano Letivo 2014-2015 O Projeto «Escola +» é uma iniciativa da Lisboa E-Nova

Leia mais

REGULAMENTO Mobilidade Macau

REGULAMENTO Mobilidade Macau Face à parceria estabelecida entre a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) e o Instituto de Formação Turística em Macau (IFT Macau) no âmbito da qual são facultadas possibilidades de

Leia mais

Com o surgimento de novas tecnologias, além da sofisticação e aprimoramento de métodos de comunicação já existentes, afloram a cada dia novas

Com o surgimento de novas tecnologias, além da sofisticação e aprimoramento de métodos de comunicação já existentes, afloram a cada dia novas sports Com o surgimento de novas tecnologias, além da sofisticação e aprimoramento de métodos de comunicação já existentes, afloram a cada dia novas alternativas, tornando mais dinâmicas as possibilidades

Leia mais

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO O contexto da Globalização Actuação Transversal Aposta no reforço dos factores dinâmicos de competitividade Objectivos e Orientações Estratégicas para a Inovação Estruturação

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS 1. APRESENTAÇÃO PRINCÍPIOS E VALORES Acreditamos pela força dos factos que o desenvolvimento desportivo de um Concelho ou de uma Freguesia, entendido na sua vertente quantitativa e qualitativa, exige uma

Leia mais

Regulamento MOSTRA 16. Capítulo I (Definição) Capítulo II (Objectivos) Capítulo III (Princípios Gerais)

Regulamento MOSTRA 16. Capítulo I (Definição) Capítulo II (Objectivos) Capítulo III (Princípios Gerais) Regulamento MOSTRA 16 Capítulo I (Definição) A MOSTRA é um evento artístico português, que apresenta a 3ª edição em 2016. A MOSTRA é uma plataforma onde a comunidade artística, o mercado e o público se

Leia mais

CARTA DE COMPROMISSO

CARTA DE COMPROMISSO CARTA DE COMPROMISSO Introdução O Centro para a Qualificação e Ensino Profissional (CQEP) do Agrupamento de Escolas nº1 de Gondomar encontra-se sedeado na Escola-sede do Agrupamento, a Escola Secundária

Leia mais

APRESENTAÇÃO Outubro de 2012

APRESENTAÇÃO Outubro de 2012 APRESENTAÇÃO Outubro de 2012 O QUE É É A QUEM SE DIRIGE ENQUADRAMENTO CONTEÚDOS ESTATUTO EDITORIAL A EQUIPA PARTICIPE NO 365AGRO A informação assume, hoje em dia, uma importância crescente. O acesso à

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC

A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC ABBC A actuação da ABBC assenta na independência, no profissionalismo e na competência técnica dos seus advogados e colaboradores,

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 Ilustração de Antónia Tinturé Associação Zoófila Portuguesa, março de 2014 1 Índice Enquadramento... 2 Qualidade dos Serviços e gestão internaerro! Marcador não definido. Abrangência e divulgação... 7

Leia mais

MUNICÍPIO DE CELORICO DA BEIRA. I CONCURSO DE FOTOGRAFIA ALFREDO CUNHA Encantos da Natureza REGULAMENTO PREÂMBULO.

MUNICÍPIO DE CELORICO DA BEIRA. I CONCURSO DE FOTOGRAFIA ALFREDO CUNHA Encantos da Natureza REGULAMENTO PREÂMBULO. MUNICÍPIO DE CELORICO DA BEIRA I CONCURSO DE FOTOGRAFIA ALFREDO CUNHA Encantos da Natureza REGULAMENTO PREÂMBULO Com o presente Regulamento o Município pretende definir as regras do I Concurso de Fotografia

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais

DIAGNÓSTICO PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS DOS AÇORES

DIAGNÓSTICO PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS DOS AÇORES APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DIAGNÓSTICO PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS DOS AÇORES JUNHO DE 2012 CENTRO ESTUDOS NATÁLIA CORREIA PONTA DELGADA CATARINA BORGES AGRADECIMENTOS SECRETARIA REGIONAL

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

Regulamento da Rede de Mentores

Regulamento da Rede de Mentores Regulamento da Rede de Mentores 1. Enquadramento A Rede de Mentores é uma iniciativa do Conselho Empresarial do Centro (CEC) e da Associação Industrial do Minho (AIMinho) e está integrada no Projeto Mentor

Leia mais

Em dúvida do que fazer em 2012?

Em dúvida do que fazer em 2012? { Em dúvida do que fazer em 2012?? Anuncie no jornal {O Polifônico!!! Pesquisas comprovam: O jornal O Polifônico tem o público leitor mais crítico de Rio das Ostras. Saiba mais em breve. Mídia Kit 2012

Leia mais

Com o surgimento de novas tecnologias, além da sofisticação e aprimoramento de métodos de comunicação já existentes, afloram a cada dia novas

Com o surgimento de novas tecnologias, além da sofisticação e aprimoramento de métodos de comunicação já existentes, afloram a cada dia novas sports Com o surgimento de novas tecnologias, além da sofisticação e aprimoramento de métodos de comunicação já existentes, afloram a cada dia novas alternativas, tornando mais dinâmicas as possibilidades

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

Desporto e Hábitos de Vida Saudável

Desporto e Hábitos de Vida Saudável Desporto e Hábitos de Vida Saudável SRA PRESIDENTE SRAS E SRS DEPUTADOS SR PRESIDENTE SRA E SRS MEMBROS DO GOVERNO Em primeiro lugar gostaria de cumprimentar a Srª Presidente da Assembleia, desejando-lhe

Leia mais

Contextualização Turismo Acessível para Todos oferta transversal a todos sem barreiras

Contextualização Turismo Acessível para Todos oferta transversal a todos sem barreiras Access Azores. Associação privada s/ fins lucrativos;. Constituída em 2014;. Idealizada no seio académico das Universidades de Coimbra e de Aveiro;. Professores, alunos e ex-alunos ligados ao setor do

Leia mais

SUMÁRIO O TERRITÓRIO, A BICICLETA E A GÉNESE DO PROJECTO MURTOSA CICLÁVEL REDE DE CICLOVIAS E INFRAESTRUTURAS DE APOIO AS PESSOAS E A BICICLETA

SUMÁRIO O TERRITÓRIO, A BICICLETA E A GÉNESE DO PROJECTO MURTOSA CICLÁVEL REDE DE CICLOVIAS E INFRAESTRUTURAS DE APOIO AS PESSOAS E A BICICLETA A BICICLETA NA MOBILIDADE URBANA E NA FRUIÇÃO DA NATUREZA MURTOSA, 23 DE SETEMBRO DE 2011 SUMÁRIO O TERRITÓRIO, A BICICLETA E A GÉNESE DO PROJECTO MURTOSA CICLÁVEL REDE DE CICLOVIAS E INFRAESTRUTURAS DE

Leia mais

geas www.sensocomum.pt

geas www.sensocomum.pt geas Como uma aplicação online pode facilitar a gestão da minha associação + fácil fichas de sócio online + rápido consulta de cotas + controlo histórico de alteração dados Com uma ferramenta disponível

Leia mais

Estratégia de Dinamização e de Divulgação

Estratégia de Dinamização e de Divulgação Estratégia de Dinamização e de Divulgação Plano de Ação de 2015 FEVEREIRO 2015 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO DA BOLSA DE TERRAS... 4 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS - LINHAS GERAIS DA ESTRATÉGIA... 5

Leia mais

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia:

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia: GRUPO FERREIRA A GFH, é um Grupo sólido e inovador, detendo um curriculum de projectos de qualidade reconhecida, com um portfólio de negócios diversificado, e que aposta no processo de internacionalização,

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA DA U.PORTO Outubro de 2012 Enquadramento do programa na Estratégia Nacional de Formação Financeira Plano Nacional de Formação Financeira

Leia mais

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E.

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. Empresa e Serviço Público Empresa Missão Visão Função Social e Responsabilidades Sociais 2. Princípios e Valores Estruturantes

Leia mais

História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo

História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo Morgana Hamester História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo Contexto atual Modelização digital contemporaneidade;

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE 2011 ACTIVIDADES Federação Portuguesa das Associações, Centros e Clubes UNESCO Julho de 2011 FICHA TÉCNICA TÍTULO: PLANO DE ACTIVIDADES 2011 AUTOR: Federação Portuguesa das Associações, Centros

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS Novembro de 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE ESPOSENDE ESPOSENDE AMBIENTE, EEM OBJECTIVOS DE COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Até ao ano de 2020, Aumentar em 20% a eficiência energética

Leia mais

Desenvolvimento do Conceito

Desenvolvimento do Conceito #eusou Desenvolvimento do Conceito Desafio: Reforçar a eficácia das plataformas online da Marketeer Estratégia: Definição do tema #eusoumarketeer; Foco da estratégia não só na activação do tema como na

Leia mais

O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público.

O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público. 7ª edição Prémio Boas Práticas no Sector Público O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público. Aconselhamos a sua leitura antes de iniciar o processo

Leia mais

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Plano de Acção para a Cooperação Económica e Comercial (2014-2016) 4ª Conferência Ministerial Preâmbulo

Leia mais

Projeto de Cooperação PRODER Um outro Algarve

Projeto de Cooperação PRODER Um outro Algarve Projeto de Cooperação PRODER Um outro Algarve As três Associações de Desenvolvimento Local do Algarve, no âmbito do PRODER, estão a cooperar para criar uma marca regional para o Turismo de Natureza, uma

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS PRINCIPIOS GERAIS I. OS FUNDAMENTOS DO ENOTOURISMO 1. Por enotourismo queremos dizer que são todas as actividades e recursos turísticos, de lazer e de tempos livres, relacionados com as culturas, materiais

Leia mais

Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de

Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de 2012. ENQUADRAMENTO 2ºs PRÉMIOS DE JORNALISMO CEPSA ESTRADAS

Leia mais

PASSATEMPO DE FOTOGRAFIA. Algarve, Segredos Patrimoniais - ruelas, becos e travessas com história REGULAMENTO GERAL

PASSATEMPO DE FOTOGRAFIA. Algarve, Segredos Patrimoniais - ruelas, becos e travessas com história REGULAMENTO GERAL PASSATEMPO DE FOTOGRAFIA Algarve, Segredos Patrimoniais - ruelas, becos e travessas com história REGULAMENTO GERAL Artigo 1º - Objectivos O passatempo de fotografia Algarve, Segredos Patrimoniais ruelas,

Leia mais

Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas

Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas Cascais, 26 de Agosto de 2010 1 P á g i n a ÍNDICE 1.ENQUADRAMENTO... 1 2.METAS E OBJECTIVOS... 2 3.MEDIDAS A IMPLEMENTAR...

Leia mais

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões MÍDIA KIT INTERNET Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões Segundo pesquisa da Nielsen IBOPE, até o 1º trimestre/2014 número 18% maior que o mesmo período de 2013. É a demonstração

Leia mais