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1 Instituto Politécnico de Viseu PLANO DE DESENVOLVIMENTO Aprovado em Conselho Geral no dia

2 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos Instituto Politécnico de Viseu: Confiança no futuro com novos rumos Viseu, Março de

3 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos INDÍCE GERAL Pág. 1. ENQUADRAMENTO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO 3 2. MISSÃO e VISÃO O INSTITUTO POLITÉCNICO QUE PRETENDEMOS 6 4. ENSINO E OFERTA FORMATIVA 7 5. EMPREENDEDORISMO: NOVO PARADIGMA DA GESTÃO DO ENSINO SUPERIOR INVESTIGAÇÃO IPV E COMUNIDADE COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL IPV CULTURAL PLANEAMENTO FÍSICO E QUALIDADE DE VIDA. 12 ANEOS. 13 ANEO 1 PLANO DE ACTIVIDADES A DESENVOLVER, POR UNIDADE ORGÂNICA, DURANTE O PERÍODO ANEO 2 METAS E INDICADORES RELATIVAS AO PLANO DE DESENVOLVIMENTO

4 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos 1 ENQUADRAMENTO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO As transformações que estão a ocorrer no ensino superior indicam novos rumos para os processos organizacionais. É notório, as instituições públicas e privadas estão à procura de novas metodologias administrativas e novas ferramentas de gestão para auxiliar no desempenho das actividades, na melhoria da qualidade do trabalho e nos resultados obtidos. No IPV, se a elaboração dos estatutos foi um momento de capital importância na sua história que exigiu a implicação generalizada dos membros da Academia no processo, muito mais o exigem o processo de reorganização da Instituição no novo modelo de governação e os novos desafios, como sejam: pressões financeiras resultantes da expansão do ensino superior, com os governos mais atentos à eficácia das instituições, a elevada competição pelos recursos (financeiros, estudantes, ) e a crescente dimensão e complexidade dos sistemas de ensino superior com autonomia crescente como forma de agilização do sistema. Embora seja um lugar-comum, nunca é demais afirmar que a reforma da organização só poderá constituir um êxito se houver um verdadeiro interesse nela e uma grande dedicação por parte de toda a comunidade académica. Assim, o envolvimento e a consequente participação de todos significam um claro benefício para a Instituição, decorrente da própria reflexão, do contraste de opiniões e do trabalho em equipa que sempre requererão. A essa luz, entende-se que este documento constitui uma oportunidade para reflectir, de uma maneira ordenada, sobre a Missão e a Visão que há-de enformar a Instituição. Na medida em que se procure e se promova um amplo debate colectivo no seio da Instituição, aos seus diferentes níveis, será de esperar que a instituição como um todo, e cada um dos seus agentes em particular, o venham a sentir como algo próprio e, daí, empenhar-se na sua concretização e sucesso. Este documento estratégico deverá constituir-se numa importante ferramenta de apoio a uma gestão que o IPV pretende participada, transparente, responsável, orientada para a satisfação das necessidades da sociedade e para a garantia de uma melhoria contínua e eficiente da actuação dos órgãos de governo e direcção do IPV. Respondidas às questões básicas de porque é que a Instituição existe, o que faz, como faz, onde quer chegar, está construído o marco de referência para a tomada de decisões, proporcionando adequada orientação aos órgãos de gestão. Queremos realçar, contudo, este não é um documento estático, antes pelo contrário, e por isso deve ser entendido como um processo permanente de monitorização das metas e objectivos traçados para a Instituição. Logo, ele está aberto a mudanças de um futuro que é 3

5 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos incerto e conta com processos de revisão que permitam a incorporação de novas estratégias e projectos. 2- MISSÃO E VISÃO Importando construir uma Visão para o IPV, faça-se clara a distinção entre a Missão e a Visão da organização: - A Missão do IPV, aquilo que justifica a sua existência, é a razão de ser. Ela está intimamente ligada aos motivos pelos quais foi criada: assegurar a formação de cidadãos segundo padrões de elevada exigência qualitativa, privilegiar acções de investigação e desenvolvimento e ligação à comunidade que lhe permitam ter um papel interventivo nas dimensões económica, social e cultural, designadamente na região envolvente. Com efeito, tem como propósito dar resposta a questões como: o que somos? A que nos dedicamos? Em que nos diferenciamos? Porquê e para quê fazemos o que fazemos? Para quem o fazemos? Como o fazemos? Que valores respeitamos? Para cumprir a sua função de referencial para uma estratégia, a Missão deve ser expressa de forma simples, clara, curta, consensual, mobilizadora. Simples e clara, para que possa ser facilmente interiorizada por todos os seus actores (estudantes, professores, investigadores, e trabalhadores não docentes e não investigadores); mobilizadora, para que estes se empenhem colectiva e diariamente no seu sucesso, fidelizando clientes e conquistando novos públicos. - A Visão de uma organização exprime o que esta ambiciona ser no futuro e como pretende posicionar-se relativamente ao meio em que se integra. Descreve o que a organização quer realizar objectivamente no médio e longo prazo. A Visão deve responder às seguintes questões: o que seremos e queremos ser dentro de n anos? Em que nos queremos transformar? Qual será o nosso público alvo? A Visão deve ser inspiradora, clara, concisa e coerente com a Missão. A Visão deve, ainda, ser suficientemente desafiadora e, ao mesmo tempo, atingível a ponto de motivar, satisfazer e promover o desenvolvimento de todos os colaboradores (aqueles que no âmbito da Missão se empenham colectiva e diariamente no seu sucesso). No caso do IPV, pretendemos ser uma instituição de projecção nacional e internacional, reconhecida pela qualidade do ensino, reconhecida pela produção científica e reconhecida pelo projecto cultural, cujos contributos efectivos se repercutem no desenvolvimento regional e nacional. Confrontando o que aqui se diz sobre a Missão e a Visão que devem enformar uma Instituição com o que a esse respeito se escreve nos novos Estatutos do IPV, facilmente se percebe o caminho que importa percorrer, a saber: primeiro, dar objectividade, clareza e transparência à 4

6 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos definição de missão estatutariamente consagrada; depois, partir para a construção da visão. Não é tarefa simples nem que se possa concretizar autonomamente. Adiante-se, a propósito, que o IPV mais do que adaptar a sua intervenção nos diferentes públicos-alvo, desenvolvendo a cadeia de valor dos seus produtos e serviços, com garantia de qualidade, deverá desempenhar e assumir um papel cada vez mais estruturante na região e no país. Perante as novas responsabilidades, resultantes do processo de Bolonha, promotoras da empregabilidade dos diplomados e da competitividade das instituições, a intervenção estruturante do IPV deverá ser fundamentada na sustentabilidade de um referencial ético de valores partilhados. Devendo ser construída a partir de um amplo envolvimento e movimento de reflexão no seio da academia e para além dela, convocando a comunidade envolvente, a estratégia de desenvolvimento do IPV deve filiar-se na realidade do que é ser uma Instituição de Ensino Superior do Século I. Esta é uma Instituição em que: a) o conhecimento é criado através da investigação científica e na qual uma renovada dinâmica se institui entre a investigação e desenvolvimento, inovação e transferência de conhecimento: b) a formação académica inserese no processo de criação de conhecimento e da sua fundamentação; e c) a qualidade da acção formativa conduzida é avaliada por indicadores globalmente estabelecidos. Este desempenho pode ser aferido por indicadores a nível de financiamento captado em concorrência directa, de reconhecimento científico à escala internacional, de impacto directo na comunidade e de sucesso profissional dos seus alunos. Uma ligação forte à sociedade, sem limites geográficos, é uma prática que caracteriza as melhores instituições de ensino superior, sendo já reconhecido que o IPV possui um caminho já percorrido nalgumas áreas de conhecimento que interessa generalizar, reforçar e aprofundar. Como poderemos concretizar o enunciado nos parágrafos imediatamente precedentes? Identificando áreas de sucesso reconhecido à luz dos critérios atrás definidos; Empreendendo formas de reflexão/acção que dinamizem outras áreas que parecem possuir na actualidade menos visibilidade; Definindo áreas prioritárias de desenvolvimento, enquadradas temporalmente, sem necessária exclusão de outras. Do que tem emergido de alguma reflexão informal mantida na academia e de alguns resultados em matéria de investigação e desenvolvimento parecem encaixar-se neste padrão de instituição do ensino superior do século I áreas transversais, entre outras, como a produção de energia e o seu uso eficiente, alguns segmentos da área da saúde, biotecnologias, a indústria alimentar, as tecnologias de informação, o planeamento do território e o ambiente, os serviços tecnológicos e organizacionais, o empreendedorismo. Um melhor conhecimento do 5

7 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos que se passa noutras áreas científicas, obtido através de um levantamento de tipo estratégico, permitirá confirmar ou não esta leitura de oportunidades e desafios e, seguramente, trazer para esta equação outras áreas ligadas às dimensões mais imediatas da ciência, da comunicação, da cultura, das humanidades e das artes. Quaisquer que sejam as áreas estratégicas a relevar, estas não poderão desenvolver-se sem que se invista, no horizonte mais próximo, no reforço da investigação científica e no estabelecimento de programas de pós-graduações nas áreas com maior protagonismo e reconhecimento. Para tanto, as estruturas de suporte deverão, por um lado, adquirir um papel central na configuração dessa oferta de conhecimento, no próprio governo da Instituição e das suas unidades orgânicas de ensino e de investigação. Devem também estabelecer planos de desenvolvimento que lhes permitam adquirir a dimensão necessária para se tornarem ainda mais competitivas no universo das entidades que com elas concorrem. O que é válido em matéria de investigação e de serviços tecnológicos também se aplica às unidades de ensino. A autonomia orgânica, administrativa, científica e pedagógica das unidades de ensino e investigação facilitará o desenvolvimento do ensino e da investigação e evitará a fragmentação e, nalguns casos, a duplicação de áreas científicas, que, não raras vezes, concorrem nos mesmos mercados de formação. Em diálogo com os interessados, deverão procurar-se soluções que permitam reforçar os potenciais científicos e de formação já instalados. As condições que facilitem a reunião de massas críticas a nível de ensino, de investigação e de prestação de serviços não serão suficientes para ter um IPV capaz de trilhar o percurso que o afirme como uma Instituição dinâmica, ousada e flexível. Um outro requisito será o modelo de governação, que terá que ser, ele próprio, flexível, dotado de eficácia, capaz de comunicar com a sociedade, com as empresas e com as demais organizações relevantes para a prossecução dos seus objectivos. A representação da comunidade académica deve andar a par de fórmulas de gestão que aliem sentido estratégico, operacionalidade e eficácia. A mobilização da comunidade académica tem que fazer-se em torno de metas que sejam entendidas, adoptadas e promovidas por todos internamente e que sejam subsequentemente comunicadas à sociedade. 3 - O INSTITUTO POLITÉCNICO QUE PRETENDEMOS Vemos o IPV como uma Instituição Pública de Ensino Superior, de criação e difusão de conhecimento e de cultura, apostada na promoção da formação integral dos cidadãos, através de um ensino de qualidade e de valores, no desenvolvimento da investigação, da transferência 6

8 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos de conhecimentos e investindo no empreendedorismo. Vemo-lo, ainda, como uma Instituição que deve prosseguir um claro compromisso com o desenvolvimento regional e nacional e com a cooperação internacional. Queremo-lo uma Instituição mais aberta, coesa, plural, inclusiva e reconhecida pela qualidade e relevância dos serviços que presta. Queremos, também, vê-lo assumir-se como factor de coesão e dinamização da identidade e do desenvolvimento regional, actuando como parceiro dos agentes sociais, económicos e culturais. Desse modo, a Instituição prosseguirá um projecto que deverá: visar a igualdade de oportunidades e a formação integral dos seus estudantes e apoiar a sua inserção na vida activa, acompanhando o seu percurso profissional; estimular as unidades de investigação e desenvolvimento no sentido que estas se orientem para projectos de elevada relevância e qualidade, através da dotação de recursos adequada. Estas unidades deverão ser, progressivamente, capazes de atrair investigadores externos e de manter um forte envolvimento na transferência de conhecimento e de tecnologia para o exterior. Queremo-lo, ainda, organizado segundo uma estrutura clara, ágil e eficaz, baseada numa gestão orientada por objectivos e sustentada num sistema de avaliação fiável, que aposte na racionalização dos recursos e na transparência da actividade. Finalmente, queremos vê-lo assumir um forte compromisso com o desenvolvimento do ensino superior em cooperação com os espaços europeu e países de língua oficial portuguesa (PALOP) e promover activamente a mobilidade e a participação em redes de conhecimento e de formação de âmbito nacional e internacional. 4 - ENSINO E OFERTA FORMATIVA As unidades orgânicas de ensino e investigação são as entidades a quem cumprirá, em primeira instância, definir a oferta de ensino da Instituição, aos seus variados níveis. Deverão fazê-lo atentas às necessidades e desafios que a sociedade lhes coloca, informadas por estratégias claras e apostadas na qualidade dos profissionais e cidadãos que formam, na relevância das formações e na empregabilidade. Atentas às dinâmicas da sociedade, o IPV irá proporcionar mais formação, para mais alunos, reforçando a abertura social do ensino superior a novas camadas de estudantes jovens e à população activa. Queremos responder, positivamente, ao alargamento da procura juvenil induzida pela redução dos índices de abandono escolar e pela extensão da escolaridade. Na formação de activos, é nossa intenção aumentar e diversificar a formação nos Cursos de Especialização Tecnológica (CET), aumentar o número de admissões de candidatos com mais de 23 anos, disponibilizar mais formação ao longo da vida, nomeadamente pós-graduações e cursos pós-laborais, dando oportunidades aos 7

9 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos trabalhadores estudantes de promover o seu sucesso escolar. Queremos, também, atrair os licenciados activos, empregados e desempregados, através da oferta formativa de mestrados de índole profissional, com participação dos empregadores, reestruturar a oferta formativa promovendo a qualidade e promovendo o sucesso escolar. Contudo, é fundamental e determinante, para que tal aconteça, qualificar o corpo docente. Para isso, o IPV está e continuará a aplicar quantias substanciais no apoio à formação avançada dos docentes, prevendo ter, no ano de 2014, cerca de 60% de doutorados. Esta dimensão, deveras importante, contribuirá para o reforço estratégico do papel da actividade científica do IPV. 5 - EMPREENDEDORISMO: novo paradigma da gestão do ensino superior O desenvolvimento da capacidade empreendedora do IPV é um desafio importante porque o seu sucesso dela depende. Isso implica uma postura que reconheça o conhecimento como um bem que se cria, desenvolve e transmite por diferentes vias. Postura ainda mais necessária num contexto em que a sociedade está carente de conhecimentos e em que há uma grande escassez de financiamento público e pressão para gerar receitas próprias. Desenvolver o empreendedorismo implica, em primeiro lugar, criar uma cultura de risco, procura e descoberta. Fomentar essa cultura passa pela inovação nos métodos de ensino e de aprendizagem que incentivem o aluno a ser autónomo, independente e a procurar mais activamente respostas para os problemas com que se confronta. É também necessário que uma cultura empreendedora seja incentivada por programas de formação sobre criação de empresas e lançamento de novos negócios. A formação em empreendedorismo é hoje tão necessária a um aluno de gestão ou de economia, como a um aluno de engenharia, humanidades, ciências ou artes. Várias e diversas iniciativas de formação, no âmbito do empreendedorismo, serão concretizadas. Queremos que o IPV seja uma instituição empreendedora capaz de prestar serviços à comunidade, sem colocar em causa a sua missão, e capaz de repensar e melhorar a sua oferta e diversificar os seus mercados. Muitos dos mercados e serviços em que não está ainda presente requerem estruturas, sistemas e estratégias que lhe confiram eficácia. Requerem uma abordagem empreendedora que incentive a inovação e contribua para uma maior dinâmica e satisfação dos seus diferentes públicos, incluindo os seus docentes e investigadores. 8

10 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos 6- INVESTIGAÇÃO A instituição de ensino superior do século I é uma instituição em que o conhecimento produzido, que se deve saber fundamentar, é sobretudo criado através da investigação científica, a qual se renova dinamicamente na sua articulação com o desenvolvimento, a inovação e a transferência. Perseguir estes objectivos, no entanto, pressupõe organização, liderança e estímulo, não reduzidos à esfera puramente financeira e material, às estruturas de investigação e aos investigadores. Há acções que queremos e importa desenvolver das quais destacamos: -apoiar as unidades de investigação na execução das suas políticas de investigação, procurando facilitar-lhes o apoio administrativo (face aos recursos humanos disponíveis); -reforçar a visibilidade externa da investigação realizada, pela divulgação na comunicação social da produção científica e do trabalho de extensão politécnica realizados; pela divulgação da participação dos investigadores em conferências internacionais; pela publicitação de prémios e financiamentos externos obtidos; -estudar, com as unidades de investigação, a viabilidade de produzir informação periódica relevante (sistema de indicadores socioeconómicos, ambientais e de saúde e bem-estar geral da população). -desenvolver a investigação aplicada unidades e consórcios com participação empresarial. 7- IPV E COMUNIDADE O IPV assume-se, hoje, como uma Instituição com algum envolvimento com a região onde se insere, mas claramente ficando aquém do potencial instalado, carecendo essa relação de eficácia em matéria de dinamização do tecido económico, social e cultural, em muitos casos. A ligação do IPV à Comunidade deve constituir-se em elemento chave da estratégia da Instituição. O IPV deve privilegiar as actividades que conduzam a uma forte e estreita interacção com o meio envolvente, seja ele de cariz empresarial, institucional ou associativo. Esta é, de facto, uma das missões centrais do Ensino Superior, que parcialmente o justificam. Se a docência e a investigação se enquadram, desde logo, nesta dinâmica de ligação à sociedade (ao contribuir para a formação da população e para o desenvolvimento de conhecimento com interesse social), a importância da interacção e do serviço à comunidade impõe uma estruturação estratégica que garanta o envolvimento em níveis mais profundos, consolidados e eficazes. 9

11 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos -reforço e consolidação das infra-estruturas de interface existentes, promovendo o alargamento das colaborações de docentes, nas suas áreas específicas de actuação; -promoção de novas infra-estruturas, em áreas que as justifiquem, seja nos domínios da prestação de serviços, seja na componente de investigação aplicada, seja ainda na vertente de formação. Estas novas realidades devem resultar de processos de detecção de oportunidades e de necessidades, articulando-se com as estratégias das unidades de ensino ou investigação mais directamente envolvidas; -(re-)organização da componente administrativa do IPV, nomeadamente na área contabilística e financeira, por forma a agilizar os procedimentos implícitos às acções de colaboração entre docentes e entidades externas; -criação de mecanismos de reconhecimento interno do desempenho dos docentes na área da ligação à comunidade, de modo a promover as iniciativas e o empenho individuais, sem os quais a estratégia global do IPV nesta área fica fortemente prejudicada. -apoio e estimulo a prática da responsabilidade social dos colaboradores e dos estudantes na sociedade, através da promoção do voluntariado e da intervenção social e cultural. 8 COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL A Instituição tem vindo a consolidar-se como pólo de coesão e promoção do desenvolvimento regional. Porém, é altura de tornar mais efectiva a prestação de serviços à comunidade, e de trabalhar activamente quer na valorização económica do conhecimento científico e tecnológico, quer na criação de um ambiente educativo apropriado à realização de acções de formação profissional e de actualização de conhecimentos. Este desígnio nunca poderá ser plenamente alcançado sem o reforço da cooperação com instituições congéneres, nacionais e estrangeiras, para articulação e prossecução conjunta das actividades de produção e difusão do conhecimento e da cultura. Nesta perspectiva, consideramos importante que as unidades orgânicas venham a reforçar e generalizar as apostas nas seguintes linhas de acção: -incentivo à associação com outras instituições de ensino superior, tendo em vista a coordenação conjunta de actividades de investigação, bem como a criação de programas de graus conjuntos, partilhando recursos e equipamentos, sem prejuízo da identidade própria e da autonomia de cada uma das instituições ou das unidades orgânicas intervenientes; -prosseguimento escrupuloso do direito e dever da Instituição de participar na formulação das políticas do ensino e investigação, pronunciando-se sobre iniciativas legislativas em matéria de ensino superior e investigação científica e de ordenamento territorial do ensino superior; 10

12 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos -fomento da integração da Instituição em redes internacionais, promovendo o estabelecimento de relações de parceria e de cooperação com estabelecimentos de ensino superior estrangeiros, organizações científicas e outras instituições internacionais, nomeadamente no âmbito da União Europeia, dos países de língua portuguesa, e de outros acordos firmados pelo Estado Português; -consolidação do estabelecimento de acordos de associação ou de cooperação com instituições congéneres, para o incentivo à mobilidade de estudantes e docentes, tendo em vista a criação não só do espaço europeu de ensino superior, como também do espaço lusófono de ensino superior. 9- IPV CULTURAL O IPV elegeu a formação cultural e humanista como uma das suas grandes linhas de intervenção, complementando a formação científica incrementada nas suas unidades orgânicas. Com efeito, o IPV, com o apoio da Presidência, tem desenvolvido uma política cultural edificada numa série de eventos, publicações periódicas e o intercâmbio cultural. No primeiro caso, os eventos têm surgido de iniciativas pontuais de membros da academia, funcionários ou alunos, como sejam as semanas culturais, congressos, conferências, jornadas, seminários, recitais, exposições, concertos, workshops, dias abertos, entre outras actividades. No âmbito editorial, estas assentam em princípios de defesa e cultivo da nossa língua, destacando-se as três publicações periódicas a Revista Científica Millenium, a Revista Polistécnica e o Boletim Superior em Notícias. Por último, o intercâmbio cultural, com participação de funcionários docentes e não docentes e alunos, tem ocorrido, regularmente, com os semelhantes de vários países europeus e PALOP. Face ao exposto, e após a análise do histórico-cultural do IPV, é nossa intenção que o Serviço de Comunicação, Cultura e Documentação promova diversas iniciativas, inseridas num calendário anual, ou mais alargado no tempo, com elevada participação da comunidade académica e sociedade civil, fundamental para assegurar uma continuidade temporal de eventos, deveras significativo para a criação, de facto, de uma política cultural bem definida. Para isso, torna-se necessário que o capital social da cultura seja um grupo dinâmico, que tenha como missão primordial a preparação e coordenação de um calendário cultural de qualidade, bem como o apoio e procura de financiamento para as actividades desse calendário. Esse é um passo a dar no sentido da concretização de um programa cultural da iniciativa do IPV. 11

13 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos 10 - PLANEAMENTO FÍSICO E QUALIDADE DE VIDA O ritmo exponencial da evolução da ciência e da tecnologia, a internacionalização e a globalização implicam, por um lado, novas exigências nas estruturas físicas e na configuração dos ambientes de trabalho. O IPV, por isso mesmo, deve comportar-se como agente de desenvolvimento sustentável, contribuindo para o aumento da competitividade global da sociedade. Cada vez mais, a sustentabilidade e o respeito pelos ecossistemas se impõem como factores determinantes para o sucesso do ensino e da investigação pois contribuem decisivamente para que as pessoas se sintam mais motivadas, mais realizadas e mais felizes. A necessidade de implementar formas diferentes de ensino, com a crescente importância do ensino tutorial, o acolhimento de novos públicos e novos projectos de ensino implica a disponibilidade de espaços lectivos versáteis, polivalentes e flexíveis, o que requer abertura para a alteração, transformação e adaptação de espaços existentes. Os campos inovadores devem proporcionar os melhores serviços, grande satisfação social e espaços de lazer, de forma a potenciar um trabalho interactivo de equipas de estudantes e investigadores e banalizar a formação de equipas mistas com a comunidade e as empresas. Com o aproveitamento dos meios tecnológicos disponíveis é possível desenhar um campus ambientalmente sustentável baseado em princípios modernos de racionalização de custos, onde os espaços simples e combinados, permitam usufruir do convívio com a natureza. O nível ecológico de um campus deve ser um elemento fundamental de análise ao desempenho dos seus espaços e lugares. As suas ligações à cidade, a criação de praças e a sustentabilidade dos edifícios (consumo de energia para aquecimento e iluminação, nível de CO2, uso de energia solar, nível de reciclagem e reutilização de água, aplicação de soluções bioclimáticas em telhados e fachadas) constituem peças fundamentais para garantir um modelo de harmonia espacial e de sensibilidade relativamente à natureza. Nota O plano de desenvolvimento apresentado foi elaborado com base nos pressupostos insertos no contrato de confiança, assinado entre o MCTES e o CCISP, e as propostas das unidades de ensino e investigação do IPV. De forma a dar corpo às vontades das unidade orgânicas, em termos de acções a desenvolver, e os indicadores e metas a avaliar, no ano de 2013, fazem parte integrante deste plano de desenvolvimento os Anexos 1 e 2. 12

14 IPV Plano de Desenvolvimento Confiança no futuro com novos rumos Anexos 13

15 Anexo 1- PLANO DE ACTIVIDADES A DESENVOLVER, POR UNIDADE ORGÂNICA, DURANTE O PERÍODO CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA (CET S) Escolas -Curso de Especialização Tecnológica em Viticultura e Enologia (CET). -Reedição do Curso de Especialização Tecnológica em Viticultura e Enologia. -Curso de Especialização Tecnológica em Agricultura Biológica. -Reedição do Curso de Especialização Tecnológica em Viticultura e Enologia. -Edição do Curso de Especialização Tecnológica em Agricultura Biológica. -Edição do Curso Especialização Tecnológica em Tecnologia Alimentar (se aprovado). -Candidatura de um Curso de Especialização Tecnológica em Tecnologia Alimentar. -Edição do Curso Especialização Tecnológica em Produção Avícola. -Edição do Curso Especialização Tecnológica em Produção Animal (se aprovado). Formação de activos -Curso de Especialização Tecnológica em Sistemas de Informação Geográfica (CET): Funcionaram duas edições. -Curso de Especialização Tecnológica em Produção Avícola. -Candidatura de um Curso de Especialização Tecnológica em Produção Animal. Promover o registo de outro CET aproveitando e optimizando recursos e conhecimento inerentes ao CET em SIG -Reforço da oferta, através da elaboração de novas propostas de Curso de Especialização Tecnológica. Promover o funcionamento do CET em SIG, bem como o registo e funcionamento de outros que garantam uma resposta sustentável às necessidades e desafios de emprego e competitividade. Setembro Início de CET em Educação e Trabalho Social. -Continuação do CET em Educação Social e Trabalho Social -CET em Animação Ambiental, envolvendo fundamentalmente os docentes dos Departamentos de Ciências Exactas e Naturais e de Comunicação e Arte -CET em Ambiente e Desporto envolvendo fundamentalmente os docentes dos Departamentos de Ciências Exactas e Naturais e de Ciências do Desporto e Motricidade -CET em Automação e Energia. -CET em Técnico de Design de Mobiliário. - CET em Automação e Energia. - CET em Técnico de Design de Mobiliário. - CET em Técnico de Laboratório. - CET em Condução de obra -CET em Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. - Propor a criação de CET s na aérea da Gestão, do Turismo e do Marketing. Página:14

16 CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA (CET S) Escolas Aplicações Informáticas de Gestão Gestão de Turismo (Despacho 648/2007) (Despacho 11818/2009) Formação de activos Serviço Social e Desenvolvimento Comunitário (Despacho 5939/2009) Secretariado e Assessoria Administrativa (Despacho 9807/2008) Técnico Especialista de Contabilidade (Despacho 10873/2008) x Telecomunicações e Redes Técnico Especialista em Manutenção de Aerogeradores Técnico de Contabilidade e Gestão em Organizações Sociais x Não possuímos CET S Propor CET em Termalismo CET em Termalismo, se aprovado Página:15

17 Formação Pós-Graduada (não conferentes de grau académico) Escolas Aumentar a oferta formativa recorrendo, preferencialmente, a parcerias transfronteiriças. Aumentar as propostas de Cursos de Pós-Graduação, nomeadamente, no âmbito do Empreendedorismo. - Pós Graduação em Sistemas Integrados de Gestão do Ambiente, Qualidade e Segurança (com acesso ao CAP de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho Nível 5), com a duração de 644 horas (ESTGV/ADIV) - Pós Graduação em Sistemas Integrados de Gestão do Ambiente, Qualidade e Segurança (com acesso ao CAP de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho Nível 5), com a duração de 644 horas (ESTGV/ADIV); - Pós Graduação em Sistemas Integrados de Gestão do Ambiente, Qualidade e Segurança (com acesso ao CAP de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho Nível 5), com a duração de 644 horas (ESTGV/ADIV); Formação de activos -Pós-graduação em Construção e Reabilitação. -Coordenação e participação no Curso de Pós-graduação em Sistemas Integrados de Gestão do Ambiente, Qualidade e Segurança em colaboração com Associação para o Desenvolvimento e Investigação de Viseu (ADIV), num turno em funcionamento para activos, em regime pós laboral. - Pós-graduação em Construção e Reabilitação. -Coordenação e participação no Curso de Pós-graduação em Sistemas Integrados de Gestão do Ambiente, Qualidade e Segurança em colaboração com Associação para o Desenvolvimento e Investigação de Viseu (ADIV), num turno em funcionamento para activos, em regime pós laboral. -Pós-Graduação em Construção e Reabilitação. - Coordenação e participação no Curso de Pós-graduação em Sistemas Integrados de Gestão do Ambiente, Qualidade e Segurança em colaboração com Associação para o Desenvolvimento e Investigação de Viseu (ADIV), num turno em funcionamento para activos, em regime pós laboral. -Pós-Graduação em Auditoria e Fiscalidade ( nova edição). -Pós-Graduação em Auditoria e Fiscalidade -Pós graduação em Sistemas e Tecnologias de Informação, para as organizações. -Pós-Graduação em Multimédia - Pós Graduação em Gestão de Centros e Serviços Sociais, com a duração de 180 horas (2 edições) (ESTGL/ADIV). - Pós-Graduação em Gestão de Centros e Serviços Sociais, com a duração de 180 horas (ESTGL/ADIV). - Assessoria e Serviços Públicos - Pós Graduação em Gestão de Centros e Serviços Sociais, com a duração de 180 horas (ESTGL/ADIV). -Relações Internacionais e Comércio Externo x -Entrepreneurship -Empreendedorismo em Turismo e Gestão de Eventos -Gestão Cultural e Patrimonial -Gestão de Sistemas de Informação -Web Design e Multimédia -Contabilidade e Controlo de Gestão -Estudos Europeus -Gerontotecnologia e Desenvolvimento Social Página:16

18 Formação Pós-Graduada (não conferente de grau académico) Escolas Formação de activos Curso de Pós-Graduação em Urgência e Emergência Curso de Pós-Graduação Tratamento de Feridas e Regeneração Tecidular (CPGTFRT) Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem: - Reabilitação (CPLEER); - Saúde Infantil e Pediatria (CPLEESIP); - Saúde Materna e Obstetrícia (CPLEESMO) Curso de Pós-Graduação em Urgência e Emergência Curso de Pós-Graduação Tratamento de Feridas e Regeneração Tecidular (CPGTFRT) Curso de Pós-Graduação em Supervisão Educacional e Clínica Curso de Pós-Graduação em Gestão e Saúde Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem: - Reabilitação (CPLEER); - Saúde Infantil e Pediatria (CPLEESIP); Curso de Pós-Graduação em: -Urgência e Emergência -Supervisão Educacional e Clínica -Gestão e Saúde - Geriatria e Gerontologia - Cuidados Paliativos - Sistemas e Tecnologias de Informação para a Saúde Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem: - Comunitária (CPLEEC) - Saúde Materna e Obstetrícia (CPLEESMO) - Reabilitação (CPLEER); - Comunitária (CPLEEC) - Saúde Infantil e Pediatria (CPLEESIP); Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica (CPLEEMC) - Saúde Materna e Obstetrícia (CPLEESMO) - Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Saúde Mental e Psiquiatria - Comunitária (CPLEEC) -Médico-cirúrgica (CPLEEMC) -Saúde Mental e Psiquiatria Página:17

19 Maiores de 23 anos Escolas Existem vagas em todos os cursos de 1º ciclo. Divulgar a oferta formativa, para os maiores de 23 anos, oferecendo a estes, a possibilidade de formarem um turno, com funcionamento pós laboral e/ou aos sábados. Desenvolvimento de acções de ensino sobre o conteúdo das unidades curriculares que constituem as provas específicas de cada curso para os candidatos maiores de 23 anos. Formação de activos Plenitude do preenchimento de vagas disponíveis. Todos os cursos têm alunos que foram admitidos por esta modalidade de acesso. No departamento de Engenharia Civil estão em funcionamento turmas, teóricopráticas e práticas e laboratoriais, a várias unidades curriculares do 1º e 2º ano da licenciatura em Eng. Civil, em horário pós-laboral de modo a facilitar a frequência por parte de alunos trabalhadores estudantes; apoio, com sessões de esclarecimento de dúvidas, para a preparação das provas de acesso no âmbito da candidatura. Continuar com a mesma política de divulgação dos cursos para os maiores de Abrir vagas para candidatos aprovados nas provas de acesso ao Ensino Superior para pessoas com mais de 23 anos em todos os cursos. -Divulgar o concurso de acesso de forma a proporcionar a integração, nos cursos do 1º ciclo, de activos de diversas áreas, dando-lhes a possibilidade de ingressarem no ensino superior e melhorarem o nível de formação. -Desenvolver planos de comunicação de modo a informação chegar a públicos mais alargados. - Dinamizar cursos de preparação em Matemática, Física, Economia, Português, Geografia para as provas de acesso ao Ensino Superior neste modo de ingresso. Organizar turmas dos cursos diurnos em horário pós-laboral no sentido de dar melhor resposta aos trabalhadores estudantes. - Abrir vagas para candidatos aprovados nas provas de acesso ao Ensino Superior para pessoas com mais de 23 anos em todos os cursos. - Desenvolver planos de comunicação de modo a informação chegar a públicos mais alargados. - Dinamizar cursos de preparação em Matemática, Física, Economia, Português, Geografia para as provas de acesso ao Ensino Superior neste modo de ingresso; -O departamento de Engenharia Civil prevê a continuidade das turmas pós-laborais; -O departamento de Engenharia Civil prevê a continuidade das turmas pós-laborais e a sua extensão ao 3.º ano; Página:18

20 Maiores de 23 anos Escolas Formação de activos -Existem vagas disponíveis para todos os cursos do 1º ciclo. -Cursos de preparação para provas de ingresso: Cultura geral Provas específicas (Matemática, Português, Economia, Matemática aplicada às ciências sociais, História, Geografia e Inglês) -Existem vagas disponíveis para todos os cursos do 1º ciclo. -Cursos de preparação para provas de ingresso: Cultura geral Provas específicas (Matemática, Português, Economia, Matemática aplicada às ciências sociais, História, Geografia e Inglês) -Existem vagas disponíveis para todos os cursos do 1º ciclo. -Criação de semestre curricular preparatório, para o ingresso dos Maiores de 23 anos, constituído por um conjunto de módulos que visam preparar os alunos que se vão submeter à avaliação nos exames de ingresso. -Plenitude no preenchimento de vagas. Manter a admissão dos maiores de 23 anos em 5% das vagas do curso de licenciatura Aumentar a admissão dos maiores de 23 anos em 10% das vagas do curso de licenciatura Página:19

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