Relatório Final 2013/2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório Final 2013/2014"

Transcrição

1 Relatório Final 2013/2014 Fernando Matos, Ana Lúcia Bento e Sandra Ribeiro

2 Índice Introdução... 2 Monitorização das metas do Projeto Educativo - Resultados... 4 Balanço final sobre cumprimento das metas do Projeto Educativo Aplicação de modelo estatístico utilizado pelo MEC e IGEC na avaliação externa das escolas Quadros relativos à aplicação do modelo estatístico de análise de resultados académicos Notas Finais: ANEXOS Página 1

3 Introdução No presente relatório apresentamos à comunidade educativa os resultados da autoavaliação realizada durante o ano letivo 2013/2014. Este processo procura recolher e divulgar informação estratégica sobre o cumprimento da Missão do Agrupamento na sequência do plano de ação da Equipa de Autoavaliação aprovado pelo órgão pedagógico e pelo Conselho Geral do Agrupamento. A atividade da equipa de autoavaliação desenvolveu-se segundo dois vetores: - Monitorizar o grau de cumprimento das metas estabelecidas no Projeto Educativo (PE). - Monitorizar regularmente os resultados escolares obtidos na avaliação interna e na avaliação externa. Este relatório assume-se como uma ferramenta para os órgãos de gestão e administração do Agrupamento, bem como a comunidade educativa em geral, conceberem planos de ação enquadrados com os objetivos e metas definidos no Projeto Educativo. O relatório disponibiliza ainda os dados utilizados pela Inspeção Geral de Educação e Ciência (IGEC) no modelo estatístico de avaliação externa das escolas realizada desde 2010/2011. Os dados apresentados são um referencial importante para a prática docente e para a avaliação do desempenho dos alunos ao nível do aproveitamento uma vez que são apresentados resultados escolares esperados na avaliação externa das disciplinas a ela sujeita realizada nos anos terminais, quer do ensino básico quer do ensino secundário. Esses resultados são ainda analisados comparativamente com os registados em estabelecimentos de ensino com características socioculturais idênticas. Página 2

4 O Projeto Educativo (PE) do Agrupamento preconiza 28 metas enquadradas nas três dimensões que são nele elencados. Neste relatório apresentamos para essas metas os resultados resultantes da monitorização que foi realizada durante o ano letivo. De acordo com as orientações aprovadas no Conselho Pedagógico e no Conselho Geral procurámos simplificar a forma como a informação é apresentada acreditando que dessa forma a autoavaliação será melhor incorporada no planeamento e tornada mais universal. Página 3

5 Monitorização das metas do Projeto Educativo - Resultados Dimensão A- Dimensão humana C- Dimensão da cidadania Nº da Meta no PE 1 Meta 75% dos alunos no final do ensino básico devem ter uma visão positiva de si mesmos Observações sobre a meta O cumprimento desta meta foi avaliado mediante uma avaliação individual dos alunos a frequentar o 9º ano de escolaridade (términus do ensino básico). A avaliação foi desenvolvida pelo Serviço de Psicologia e Orientação (SPO) mediante aplicação de questionário elaborado para o efeito. Dos 66 alunos do 9º ano: 20% Foram avaliados 66 alunos (incluindo alunos com NEEcp) de um total de 67 alunos matriculados no final do 3º período. A taxa de resposta ao questionário foi de 99%. 80% As respostas ao questionário foram tratadas pela técnica do SPO Revelaram uma imagem negativa Revelaram uma imagem positiva Página 4

6 tendo sido apresentados os resultados agora divulgados. Em função dos mesmos conclui-se que a meta foi superada. De acordo com informação facultada pelo SPO: A «visão positiva de si mesmo» corresponde à imagem que o aluno tem de si próprio nas dimensões pessoal, relacional e escolar. A metodologia utilizada foi a realização individual de inquéritos em contexto sala de aula na disciplina de Educação para a Cidadania. Deste inquérito faziam parte quatro questões em que eram dadas várias alternativas de resposta aos alunos. As questões solicitavam aos alunos que expusessem os seus sentimentos em relação a si próprios em quatro vertentes: -Como alunos; -Interação com os pares; -Evolução pessoal; -Vivência pessoal. Leitura e Análise dos Dados: Os dados foram lidos e analisados quantitativamente e qualitativamente. Quantificaram-se as respostas, de cada aluno, que exprimiam uma imagem negativa e uma imagem positiva de si mesmos, assim como as que exprimiam ambiguidade recorrendo a uma tabela. Verificou-se quais as que prevaleciam. Página 5

7 Seguidamente analisou-se qualitativamente o inquérito de cada aluno confrontando os dados quantitativos com as respostas a cada questão para estabelecer uma conclusão. Conclusões A grande maioria dos alunos tem uma autoimagem positiva, ou seja uma visão positiva de si mesmos para a qual contribui a escola e os docentes. A Escola deverá continuar a trabalhar neste sentido. Página 6

8 Dimensão A- Dimensão humana B- Dimensão académica C- Dimensão da cidadania Nº da Meta no PE 2 Meta 100% dos alunos do 1º ano devem ter frequentado a educação pré-escolar (EPE) Observações sobre a meta Observando os resultados indicados no quadro ao lado conclui-se que no presente ano letivo a meta encontra-se alcançada. Página 7

9 Dimensão A- Dimensão humana Nº da Meta no PE 3 Meta 75% dos alunos até final do 3º ceb participaram numa iniciativa de voluntariado Observações sobre a meta Esta meta foi monitorizada aplicando aos alunos que concluíam o ensino básico (9º ano) um questionário que permitisse concluir algo sobre o cumprimento da meta. Contudo, optou-se por aproveitar a ocasião para tentar obter alguma informação útil para o Agrupamento tendo em consideração a necessidade de planeamento de atividades anuais e plurianuais que visem cumprir os objetivos do Projeto Educativo. A meta não foi superada este ano letivo. Dos 60 alunos inquiridos 30 (50%) participaram numa ação de voluntariado. Só 43 alunos têm conhecimento de iniciativas do género. A maioria dos alunos participou pela primeira vez numa ação de voluntariado no 9º ano de escolaridade. A maioria participou apenas numa ação quando frequentava o 9º ano. Página 8

10 Os quadros seguintes ajudam a compreender melhor a situação registada no passado escolar dos alunos que concluem o ensino básico em matéria de voluntariado. Para superar esta meta terá que haver um maior empenho na realização de ações de solidariedade e de voluntariado, assim como tentar sensibilizar os alunos das faixas etárias mais baixas para este tipo de iniciativas, de modo a todos os alunos poderem ter a oportunidade de participar ativamente em pelo menos duas ações de voluntariado até ao final do 3º ciclo. Página 9

11 Dimensão A- Dimensão humana Nº da Meta no PE 4 Em cada ano letivo realizar 1 campanha de solidariedade dirigida à comunidade Meta Observações sobre a meta Alertamos para a necessidade de não confundir voluntariado com solidariedade. A meta 3 visa a primeira enquanto a meta 4 visa a segunda. Ambas as metas podem complementar-se. Segundo a Wikipedia Enciclopédia Livre, em 1-set-2014: O voluntariado é o conjunto de ações de interesse social e comunitário em que toda a atividade desempenhada reverte a favor do serviço e do trabalho. Solidariedade é um ato de bondade para com o próximo ou um sentimento, uma união de simpatias, interesses ou propósitos entre os membros de um grupo. Neste ano letivo, mediante análise da execução do Plano Anual de Atividades, concluiu-se que foi realizada uma campanha de solidariedade dirigida a toda a comunidade escolar no 1º período - a campanha "Cabaz de Natal". Esta iniciativa foi dinamizada pelas turmas do 6ºB e do 6ºC (32 em 470, não incluindo a EPE 7% dos alunos do ens. básico e secundário). A meta foi atingida. No intuito de promover a meta 4 deveriam realizar-se ações dirigidas e promovidas por mais turmas de modo a que um número mais significativo de alunos pudesse reforçar a campanha e juntar à mesma outros parceiros. Página 10

12 Dimensão A- Dimensão humana Nº da Meta no PE 5 Meta 95 % dos alunos do ensino básico e secundário sem participações disciplinares Observações sobre a meta Durante o ano letivo a meta apenas foi superada no 3º período letivo (com reduzido número de dias com atividade escolar). Como os períodos apresentam uma duração diferenciada optou-se por determinar a média do ano letivo sendo de notar que meta não foi superada. Observando a tabela ao lado, verifica-se que é no ensino básico (EB) que é necessário atuar e definir estratégias no sentido de reduzir o número de participações disciplinares. Página 11

13 Dimensão A- Dimensão humana Nº da Meta no PE 6 Meta Realizar 1 debate anual em cada turma sobre prevenção de indisciplina Observações sobre a meta Esta meta foi monitorizada no final do ano letivo mediante inquérito dirigido a todos os professore titulares de turma do 1º ceb e diretores de turma do 2º e 3º ceb e do ensino secundário. Todos responderam ao inquérito à exceção de um diretor de turma. A taxa de respostas ao questionário foi de 96%. Nos quadros que se apresentam pode verificar-se que a maioria das turmas, de todos os níveis de ensino, superou a meta definida no projeto educativo. Analisando os dados recolhidos é de registar os seguintes aspetos assinalados genericamente com asterisco (*): Página 12

14 - Nas turmas da EB1 de Sardoal que integram alunos do 1º ano de escolaridade (turmas A e E), os professores titulares de turma não quantificam objetivamente o número de debates sobre a temática da indisciplina, na medida em que não indicam a respetiva calendarização pelo fato dos debates se terem realizado de forma espontânea e sempre que o clima de aula o suscitava. - Nas turmas de 5º ano, onde os alunos experimentam pela primeira vez o fim da monodocência, verifica-se a realização de 2 ou mais debates ao longo do ano letivo, em especial nas aulas de Educação para a Cidadania (oferta complementar). A sua calendarização precisa não foi respondida. Há ainda a referir que 50% das turmas faz constar uma planificação parcial das sessões de debate sobre prevenção da indisciplina no respetivo plano de turma. Apenas 31% das turmas planificou integralmente aqueles debates no plano. Nas turmas do ensino secundário verifica-se uma menor preocupação com esta temática na medida em que nas respostas obtidas o plano de turma é omisso neste planeamento. Contudo, note-se que, de acordo com a informação recolhida na meta nº 5, neste nível de ensino não se registaram participações de natureza disciplinar durante o ano letivo. Página 13

15 Independentemente do grau de planeamento, as sessões realizadas podem caracterizar-se da seguinte forma: Formato dos debates Diálogo com os alunos, principalmente na oferta complementar de Educação para a Cidadania. Apresentação seguida de debate (Escola Segura GNR) Aulas curriculares (Filosofia 10ºA e Psicologia B) Visionamento de filmes Definição de «contrato de turma» Avaliação de ocorrências comportamentais de alunos Brainstorming entre alunos Sessões de sensibilização (Missão País) Temas abordados com os alunos Atitudes/condutas corretas e incorretas Resolução de conflitos Indisciplina no recreio e noutros espaços escolares Definição de regras de comportamento nas salas de aula e no exterior Bullying e Cyberbulling Cidadania A vida em sociedade Aceitar os outros Análise de direitos e deveres do Regulamento Interno Análise do Estatuto do Aluno (diploma legal) Viver feliz na escola A importância da escola para a formação de cada um Relações interpessoais/natureza humana Página 14

16 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 7 Meta Realizar anualmente 1 concurso interno de comunicação em LP escrita desde o ensino básico ao ensino secundário Observações sobre a meta No final do ano letivo, os departamentos com responsabilidades curriculares na promoção e desenvolvimento da comunicação escrita (1º ceb, Línguas e Ciências Sociais e Humanas) foram inquiridos sobre o conhecimento da meta nº 7 do PE e a forma como a consideraram na definição do plano anual de atividades ou nas suas planificações curriculares. Os resultados registados são os seguintes: Confrontando estes resultados com os verificados até final do 1ª período (vide Relatório Intercalar), reconhece-se que o Departamento curricular do 1º ceb e o Departamento de Línguas modificaram a abordagem desta meta, em particular no que se refere ao público alvo visado na definição da meta. Página 15

17 Os resultados agora observados permitem concluir que a meta foi atingida em todos os níveis de ensino, contudo, no 1º ceb o concurso de comunicação escrita em Língua Portuguesa não envolveu todos os alunos daquele ciclo conforme se preconiza na meta. O Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas, onde está integrado um docente que leciona Português nas turmas do 2º ceb, também foi inquirido sobre o cumprimento desta meta. Tal situação não se revelou como um constrangimento ao cumprimento da meta na medida em que aquele docente, sempre que necessário, é formalmente envolvido no trabalho e planeamento desenvolvido pelos restantes docentes que lecionam Português e que integram o Departamento Curricular de Línguas. Considerando as observações feitas sobre esta meta durante o ano letivo recomenda-se que os departamentos curriculares a tomem em consideração na fase inicial de planeamento das atividades curriculares a desenvolver ao longo do ano letivo. Página 16

18 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 8 Meta Realizar anualmente 1 concurso interno de comunicação em língua Inglesa escrita desde o ensino básico ao ensino secundário Observações sobre a meta No final do ano letivo voltámos a questionar os departamentos com responsabilidades curriculares na promoção e desenvolvimento da comunicação escrita em língua inglesa (1º ceb e Línguas). Foram inquiridos sobre o conhecimento da meta nº 8 do PE e a forma como a consideraram na definição do plano anual de atividades e no desenvolvimento das atividades curriculares. Observaram-se os seguintes resultados: O departamento curricular do 1º ceb não conhecia a meta no início do ano letivo. Este departamento foi considerado nesta monitorização porque ao nível das atividades de enriquecimento curricular a iniciação à língua inglesa é uma das ofertas do projeto e muitos alunos do 1º ceb frequentam estas atividades. Durante o 3º período letivo este departamento realizou uma atividade visando o cumprimento da meta. A atividade apenas envolveu alguns alunos das diversas turmas daquele nível de ensino. A meta foi atingida. Página 17

19 Nos restantes níveis de ensino o departamento de línguas apontou que a meta foi contemplada, mas as iniciativas que lhe eram dirigidas foram cometidas inicialmente ao clube de Línguas que desenvolve a sua atividade em articulação com a biblioteca escolar. Ao longo do ano letivo a abordagem da meta foi modificada e desenvolveram atividades conducentes ao seu cumprimento. Os resultados observados indicam que a meta foi superada. Note-se que somente os alunos de algumas turmas do 2º ceb ao ensino secundário se envolveram nos concursos. Os resultados registados indiciam que no futuro os Departamentos devem procurar assegurar um envolvimento mais generalizado dos alunos nas iniciativas que visam o cumprimento desta meta. A realização futura das provas de comunicação em Língua Inglesa Key for Schools Portugal, depois de avaliada a sua aplicação no presente ano letivo, pode ser assumida como uma forma de efetivar o cumprimento da meta para alguns anos de escolaridade. Este teste visava posicionar os alunos num nível de proficiência linguística, tendo como referência o nível B1 (onde os alunos no final do ensino básico se deveriam posicionar). Página 18

20 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 9 Meta Aumentar 10% o nº de requisições de livros da BE Observações sobre a meta Os dados recolhidos junto da Biblioteca Escolar podem ser traduzidos pelo quadro seguinte: Neste ano letivo a meta ainda não foi atingida uma vez que o número de requisições diminui em relação ao ano escolar transato. Segundo a equipa da BE e depois de analisar vários dados, concluiu-se que no que se refere às taxas de empréstimo domiciliário e presencial, em comparação com o ano anterior, houve uma diminuição. Contudo houve um aumento no que se refere à taxa de empréstimo para sala de aula. Em relação ao número de utilizadores da Biblioteca Escolar pode-se concluir que o número de docentes que utilizou a Biblioteca, quer a título individual, quer acompanhando uma turma, aumentou. No que se refere ao número de alunos utilizadores não foi possível Página 19

21 efetuar uma análise comparativa em virtude de não ter sido utilizada a mesma forma de registo. A equipa da Biblioteca Escolar considerou que a diminuição no número das requisições domiciliárias se deveu essencialmente à quase inexistente taxa de renovação da coleção, não havendo novidades que motivem os alunos, estes requisitam menos material para casa e de forma presencial. Por outro lado, o número de alunos e turmas diminuiu, o que também afetou as requisições e utilização deste espaço. A sala 3 do JI de Sardoal não desenvolveu este ano letivo a atividade "Leitura em vai e vem", que possibilita as requisições domiciliárias, devido às caraterísticas do grupo de crianças em causa, nomeadamente a faixa etária muito baixa. Página 20

22 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 10 Meta Observações sobre a meta Obter nas provas de final de ciclo de português do ensino básico uma média percentual que não difira mais de 10% relativamente à média nacional Aplica-se às provas de português de 4º, 6º e 9º ano Conforme estabelecido no relatório intercalar publicado em fevereiro 2014, na análise desta meta, e de outras metas idênticas, apenas são considerados os resultados verificados pelos alunos internos na 1ª fase/chamada da avaliação externa. valor min. O intervalo correspondente à meta tem o formato [min;max]. A meta pretende que a média dos nossos alunos, na 1ª fase, supere o No Agrupamento de Escolas de Sardoal os resultados obtidos foram os seguintes: Página 21

23 Analisando os resultados apresentados nos dois quadros anteriores podemos concluir: - No 1º ceb a meta não foi cumprida, pelo que é importante o departamento analisar quais os domínios da prova de avaliação externa onde os alunos obtiveram um pior desempenho com o intuito de estabelecer um plano de melhoria. A média dos nossos alunos situa-se abaixo da média nacional (-6,6%) ultrapassando assim o limite de tolerância admitido na meta. De forma a possibilitar aos docentes melhores condições para analisar os resultados obtidos, optámos por incluir neste relatório informação sobre o desempenho, por domínios, registado a nível nacional. Posteriormente o IAVE costuma disponibilizar informação idêntica relativa aos alunos de 4º ano do Agrupamento. Página 22

24 - No 2º ceb a meta foi superada estando a média dos nossos alunos próxima da média nacional (-1,7%). De seguida apresentam-se os resultados nacionais registados em cada domínio. - No 3º ceb a meta foi superada estando a média dos nossos alunos próxima da média nacional (-2,9%). No 3º ceb o IAVE, não disponibilizou até à data os dados nacionais registados em cada domínio. Página 23

25 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 11 Meta Observações sobre a meta Obter nas provas de português do ensino secundário regular uma média pontual que não difira mais de 10 pontos relativamente à média nacional Aplica-se às provas de português do 12º ano (CCH). Na disciplina de Português do ensino secundário regular no presente ano letivo verificaram-se os seguintes resultados. O intervalo correspondente à meta tem o formato [min;max]. A meta pretende que a média dos nossos alunos internos, na 1ª fase, supere o valor min. Página 24

26 Internamente o cenário registado foi o seguinte: Conclui-se que neste ano letivo a meta foi superada, sendo de destacar a proximidade entre a média nacional e a média interna. Página 25

27 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 12 Meta Manter acima dos 85% a taxa de sucesso na disciplina de inglês do 3º ciclo do ensino básico Observações sobre a meta Pode ser revista em função da introdução da prova globalizante a realizar no 9º ano a ser regulamentada pelo MEC e AES. Pode-se começar a monitorizar resultados logo no 7º ano e 8º ano e em cada um dos 3 períodos letivos. A meta aponta a taxa de sucesso para o final do 3º ciclo numa perspetiva de final de percurso da escolaridade básica. Tal fato, não deverá levar à exclusão da análise dos resultados pelos agentes diretamente envolvidos no ensino-aprendizagem do inglês no 1º e no 2º ceb. Como se verifica pela tabela ao lado, a meta foi superada no final do ano letivo (3º período P3) e nos três anos que compõem o 3º ceb. Nota: os alunos das turmas PCA estão incluídos na amostra. O mesmo sucede com os alunos com NEE e com CEI, desde que avaliados na disciplina. De qualquer modo, estes quadros com resultados sobre o sucesso na disciplina de inglês devem ser confrontados com os resultados obtidos no teste promovido pelo IAVE Key for Schools. Página 26

28 Analisámos os resultados obtidos pelos 48 alunos submetidos à prova e o balanço é o que se apresenta no quadro ao lado. Note-se que a maioria dos alunos pertence ao 9º ano, onde o teste era de aplicação obrigatória. A este propósito recomenda-se a leitura integral do relatório do IAVE sobre os resultados deste teste: Para melhor se analisar o quadro anterior apresenta-se um excerto do referido relatório publicado pelo MEC. Pode-se inferir que dos alunos que realizaram a prova Key for Schools só 48% estaria em condições de receber a menção PASS ou superior. Note-se ainda o fato de quase 1/3 dos alunos (31%) se posicionar no nível Pré-A1 o que não se afigura como concordante com a taxa de sucesso de 91% obtida na avaliação sumativa interna do 9º ano. Obviamente, que esta análise exige maior cuidado na medida em que os instrumentos e o formato da avaliação poderão ser distintos. Página 27

29 Página 28

30 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 13 Meta Atingir no 3º ceb um nível de sucesso de 85% nas disciplinas de CN e de FQ Observações sobre a Meta a atingir no final do 3º ceb - pode-se monitorizar desde o 7º ano meta Também nestas disciplinas se optou por apresentar resultados para os três anos de escolaridade que formam o 3º ceb. Como se depreende das tabelas ao lado: - Na disciplina de Ciências Naturais a meta foi superada nos três anos de escolaridade apenas no final do ano letivo (3º período P3). - Na disciplina de Físico-Química a meta apenas foi superada no 8º ano. Nos restantes anos, e em particular no 9º ano (ano terminal de ciclo), a meta não foi atingida e o valor registado Página 29

31 está muito distante da taxa de sucesso definida para a meta. Nota: os alunos das turmas PCA estão incluídos na amostra. O mesmo sucede com os alunos com NEE e com CEI, desde que avaliados na disciplina. Página 30

32 Dimensão B- Dimensão académica C- Dimensão da cidadania Nº da Meta no PE 14 Meta Realizar durante o 1º CEB uma atividade experimental de projeto Observações sobre a meta É fundamental esta meta ser cumprida durante o 1º ceb na medida em que é percursora de práticas importantes do processo de aprendizagem que se começam a aprofundar nos níveis de ensino seguintes. Os docentes do 1º ceb foram inquiridos e a partir das suas respostas obtiveram-se os seguintes resultados: Os resultados acima expressos permitem concluir que a meta foi superada em todos os anos de escolaridade do 1º ceb. Além desse fato há ainda a registar o seguinte: Página 31

33 - 100% dos docentes do 1º ciclo realizaram atividades de projeto; - Todas as atividades foram realizadas pelos docentes e pelos alunos; - Numa turma de 1º ano e noutra de 2º ano as atividades também foram realizadas com a participação dos encarregados de educação de alguns alunos da turma; - Algumas das experiências não foram realizadas, uma vez que o material solicitado para a realização das mesmas, não foi disponibilizado atempadamente. Página 32

34 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 15 Meta Realizar até final do 3º CEB, pelo menos 2 atividades laboratoriais/ experimentais em cada ano de escolaridade (CN e FQ) Observações sobre a meta Para avaliar o cumprimento desta meta foram inquiridos, através de questionário elaborado para o efeito, a totalidade dos docentes que lecionam as disciplinas de Ciências Naturais (5º ao 9º ano) e de Físico-Química (7º ao 9º ano). Procurou avaliar-se o cenário teórico, constante nas planificações curriculares) e a situação real que decorreu da prática letiva que muitas vezes é condicionada por diversos fatores. Na disciplina de Ciências Naturais as respostas obtidas traduzem-se da seguinte forma: Página 33

35 Enquanto na disciplina de Físico-Química os resultados obtidos são os seguintes: A partir da análise das respostas dos docentes que lecionaram a disciplina de Ciências Naturais, no 2º e 3º ciclos, concluiu-se que todos realizaram pelo menos duas atividades laboratoriais/ experimentais com os seus alunos à exceção da docente que lecionou as turmas do 5º ano. A docente salientou que não foram realizadas atividades experimentais, uma vez que, com a inexistência de desdobramento das aulas da disciplina se torna extremamente difícil cumprir o programa e realizar experiências. Todas as atividades foram realizadas pelos docentes e respetivos alunos. Pelos resultados obtidos conclui-se que a meta foi superada de uma forma bastante satisfatória nas turmas de 6º ano e nas do 9º ciclo e atingida nas turmas de 7º ano. Para a disciplina de Ciências Naturais a meta não foi superada face aos resultados verificados no 5º e no 8º ano. Página 34

36 Na disciplina de Físico-Química, todos os docentes do 3º ciclo, realizaram pelo menos duas atividades laboratoriais/ experimentais e todas elas foram realizadas pelos docentes e pelos alunos, à exceção das turmas de 8º ano cujas experiências foram realizadas pelo professor. Para a disciplina de Físico-Química a meta foi superada. Página 35

37 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 16 Meta Realizar bienais artísticas - música, desenho, tecidos e outras Observações sobre a meta O termo bienal significa: Dá-se o título de bienal a qualquer evento que ocorra a cada dois anos. Normalmente o termo está associado a acontecimentos culturais, como mostras, congressos, seminários, encontros, etc. in Wikipédia A enciclopédia livre A formulação desta meta no Projeto Educativo é nova e entende-se que o seu objetivo é levar o AES a promover de dois em dois anos eventos de índole artístico e com impacto na comunidade educativa. No nosso entender esta meta ainda não terá sido totalmente integrada no trabalho de planeamento desenvolvido no AES, em particular, no departamento curricular de expressões. De qualquer modo, uma análise aos instrumentos de gestão do plano anual de atividades permitiu concluir que foram realizadas atividades artísticas ao longo do ano letivo - 2 concertos na área das expressões musicais (Natal e Final de Ano) e 5 iniciativas/atividades envolvendo o Clube da Música e ainda exposições e concursos de trabalhos realizados pelos alunos. Página 36

38 Por estes resultados conclui-se que a meta foi superada de uma forma satisfatória, contudo entende-se que o formato e o modelo para a realização de iniciativas de índole artístico devem ser reavaliados para irem de encontro à meta do PE. Página 37

39 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 17 Meta Observações sobre a meta Obter nas provas de final de ciclo de Matemática do ensino básico uma média percentual que não difira mais de 10% relativamente à média nacional Aplica-se às provas de português de 4º, 6º e 9º ano Conforme estabelecido no relatório intercalar publicado em fevereiro 2014, na análise desta meta, e de outras metas idênticas, apenas são considerados os resultados verificados pelos alunos internos na 1ª fase/chamada da avaliação externa. O intervalo correspondente à meta tem o formato [min;max]. Obviamente, a meta pretende que a média dos nossos alunos internos na 1ª fase supere o valor min. Página 38

40 Analisando os resultados apresentados nos dois quadros anteriores podemos concluir: - No 1º ceb a meta não foi cumprida, pelo que é importante o departamento analisar quais os domínios da prova de avaliação externa onde os alunos obtiveram um pior desempenho com o intuito de estabelecer um plano de melhoria. A situação afigura-se ainda mais preocupante na medida em que a média nacional registou um valor positivo enquanto a média dos resultados obtidos pelos alunos do 4º ano no Agrupamento registou uma média negativa, distando da média nacional -9,4%. De forma a possibilitar aos docentes melhores condições para analisar os resultados obtidos, optámos por incluir neste relatório informação sobre o desempenho, por domínios, registado a nível nacional. Posteriormente o IAVE costuma disponibilizar informação idêntica relativa aos alunos de 4º ano do Agrupamento. Página 39

41 - No 2º ceb a meta foi superada estando a média dos nossos alunos próxima da média nacional (-1,5%). Contudo, é necessário estar atento e analisar o fato da média registada pelos nossos alunos apresentar um valor negativo. De seguida apresentam-se os resultados nacionais registados em cada domínio. - No 3º ceb a meta foi superada tendo a média dos nossos alunos superado a média nacional (+3,6%). Ao contrário dos ciclos anteriores é de destacar o fato da média obtida ser positiva. No 3º ceb o IAVE, não disponibilizou até à data os dados nacionais registados em cada domínio. Página 40

42 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 18 Obter nas provas de Matemática A do ensino secundário regular uma média pontual que não difira mais de 10 pontos relativamente à média nacional Meta Observações sobre a Aplica-se às provas de Matemática A do 12º ano (CCH) meta Conforme estabelecido no relatório intercalar publicado em fevereiro 2014, na análise desta meta, e de outras metas idênticas, apenas são considerados os resultados verificados pelos alunos internos na 1ª fase da avaliação externa. O intervalo correspondente à meta tem o formato [min;max]. Obviamente, a meta pretende que a média dos nossos alunos internos na 1ª fase supere o valor min. Os alunos internos do Agrupamento, na 1ª fase, obtiveram os resultados que se apresentam a seguir. Página 41

43 Claramente se conclui que a meta não foi superada. Além do facto anterior é de apontar o valor bastante negativo registado na média dos alunos que realizaram a prova de exame e o distanciamento para a média nacional (-32 pontos) e que deverão merecer uma análise por parte do respetivo departamento. Página 42

44 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 19 Meta Atingir um diferencial entre a média interna final e a média da avaliação externa, inferior a 20% da média da avaliação interna. Observações sobre a Aplica-se a todos os anos e disciplinas sujeitas a avaliação externa (Português e Matemática - 4º, 6º, 9º 12º; FQ A, Biologia-Geologia, Geografia A, MACS e Filosofia no 11º; História A - 12º) meta Esta meta visa estabelecer uma correlação forte entre a Classificação Interna, obtida por frequência, e a Classificação Externa, obtida através da Prova de Final de Ciclo/Exame. Tal pressupõe que, para cada disciplina sujeita a avaliação externa, a diferença entre a média das classificações internas e a média das classificações externas deve cair num intervalo cujos limites inferior e superior são respetivamente [- 20% da Média interna; + 20% da Média interna]. Diferencial máximo ultrapassado Meta não atingida Média Interna Meta atingida Diferencial permitido Diagrama de interpretação da meta Página 43

45 Os resultados obtidos para a cada disciplina alvo de avaliação externa são os seguintes: O segundo quadro é elucidativo das diversas situações registadas nas disciplinas monitorizadas. Os resultados registados nas disciplinas de Português e de Matemática devem ser confrontados com os já apresentados para outras metas de ordem académica relacionadas com essas disciplinas (10, 11 e 17, 18 respetivamente). Página 44

46 Do conjunto de resultados são de destacar, em 2013/2014, os diferenciais inferiores a 10% registados em MAT9, BG11, PORT9, GEO_A11 e PORT6. Igual destaque deve ser feito, por motivos opostos, nas disciplinas de MAT_A12 e FIL11. Observando cuidadosamente os dados fornecidos prende novamente a nossa atenção o facto de em todas as disciplinas de 1º ciclo a meta não ter sido atingida. Ao contrário, em todas as disciplinas do 2º e 3º ceb com avaliação externa a meta foi atingida ou superada. Ao nível do ensino secundário o cenário é mais heterogéneo não tendo a maioria das disciplinas (4 em 7) atingido a meta. Tais resultados vêm mais uma vez confirmar a urgência na definição de um plano de ação dirigido às áreas estruturantes objeto de ensino-aprendizagem no 1º ceb. Página 45

47 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 20 Meta Superar, em cada ciclo do ensino básico, uma taxa de transição de 93% Observações sobre a Aplica-se ao 4º, 6º e 9º anos após a avaliação externa. meta Em cada ciclo do ensino básico a transição só se consuma no final do ano letivo após a incorporação da avaliação externa na avaliação interna nos termos da lei. Os resultados verificados no final do ano letivo (até divulgação dos resultados da 1ª fase/chamada) são os seguintes: Observando os resultados obtidos pode-se concluir que a meta foi superada apenas nos 1º e 2º ceb. Os alunos das turmas de 9º ano ficaram ainda ligeiramente aquém da meta estabelecida. Tais resultados são de natureza quantitativa e a sua análise deve ser feita observando os resultados obtidos em metas anteriores onde está em causa a qualidade dos resultados académicos obtidos pelos alunos. Página 46

48 Repare-se mais uma vez na situação do 1º ceb. Verificou-se uma taxa absoluta na transição para o ciclo seguinte de 100% - todos os alunos passaram de ano. Contudo atente-se nos resultados obtidos na meta 19 em ambas as provas de final de ciclo realizadas por aqueles alunos o nível médio obtido foi inferior a 3 e o diferencial relativamente à média da avaliação interna ultrapassa os 20%. Página 47

49 Dimensão A- Dimensão humana B- Dimensão académica C- Dimensão da cidadania Nº da Meta no PE 21 Meta Manter a adesão ao projeto desporto escolar participando no quadro competitivo com modalidade individual e modalidade coletiva Observações sobre a meta O projeto desporto escolar foi aprovado em julho/agosto 2013 para vigorar durante 3 anos nos termos da lei. No seu projeto, o Desporto Escolar, contemplou apenas modalidades individuais (badmington e ténis de mesa) com efetiva participação no quadro competitivo. O projeto não contempla qualquer modalidade coletiva envolvida em competição, pelo que a meta não foi atingida. O Clube Local do Desporto Escolar deve rever projeto, logo que possível, com o intuito de possibilitar o cumprimento da meta e a sua efetiva articulação com o Projeto Educativo do Agrupamento. Página 48

50 Dimensão A- Dimensão humana B- Dimensão académica C- Dimensão da Cidadania Nº da Meta no PE 22 Meta Promover em cada período letivo um quadro competitivo interno com modalidades individuais e coletivas Observações sobre a meta Relativamente a esta meta as atividades internas do Desporto Escolar desenvolveram-se segundo o seguinte quadro: Página 49

51 A meta 22 não foi alcançada este ano letivo, uma vez não se terem registado em todos os períodos um quadro competitivo interno com modalidade individuais e coletivas. No 1º período foram realizadas atividades nos dois quadros competitivos a nível interno, nomeadamente o corta mato escolar e um torneio inter turmas de basquetebol 3x3. No entanto, o mesmo já não se registou nos dois períodos seguintes. No 2º período foi promovido um quadro competitivo interno coletivo não tendo sido realizado nenhum quadro competitivo interno individual. No 3º período foi realizado um quadro competitivo interno coletivo e nenhum quadro individual. Página 50

52 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 23 Meta Possibilitar anualmente a todos os alunos de 8º e 9º ano de escolaridade o acesso a sessões de avaliação vocacional Observações sobre a meta A conceção e planeamento de atividades que permitissem o cumprimento desta meta estão, pela sua natureza, atribuídos à partida ao SPO. No início do ano letivo foram planeadas atividades de orientação vocacional dirigidas ao grupo/turma e outras de natureza individual ou para pequeno grupo. Os dados fornecidos por aquele serviço estão traduzidos nos quadros seguintes: Página 51

53 Observando os resultados anteriores conclui-se que a meta não foi atingida porque foram globalmente excluídos os alunos do 8º ano de escolaridade. Questionado sobre os motivos para não incluir os alunos de 8º ano o SPO refere que os mesmos, devido à sua idade e grau de imaturidade, ainda não estão motivados para uma análise de percursos vocacionais. Foi ainda adiantado que, embora o SPO tivesse proposto aos alunos a realização de atividades de exploração vocacional, aqueles não foram recetivos, alegando ser demasiado cedo e terem os horários muito preenchidos. As sessões de trabalho e avaliação vocacional foram possibilitadas aos alunos de 9º ano contudo é de salientar, em particular nas turmas 9ºB e 9ºC (regulares), a baixa taxa de participação nas sessões individuais (32% e 52% respetivamente). Página 52

54 Dimensão A- Dimensão humana B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 24 Meta Observações sobre a meta Proporcionar um serviço de apoio aos alunos, de orientação no trabalho escolar (presencial ou à distância) e de integração no mundo do trabalho Esta meta do PE aponta para o modelo de organização pedagógica do AES e para o tipo de iniciativas de apoio e de orientação dos alunos durante o seu percurso escolar visando a promoção do sucesso escolar e a prevenção do abandono. Neta medida, é ainda uma meta que visa o direito da cidadania e a plena integração numa escola que se quer inclusiva. Para analisar o cumprimento desta meta, foram inquiridas as docentes responsáveis pela Educação Especial e pelo serviço de Tutorias. Relativamente ao apoio prestado aos alunos na área da Educação Especial, 8 alunos beneficiaram de um CEI (Currículo Específico Individual). Inicialmente tinham todos PIT fora da escola, depois ao longo do ano foram surgindo algumas alterações, até que, devido a vários fatores (principalmente de ordem familiar e também no local de estágio), apenas 4 alunos desenvolveram o PIT fora da escola. Página 53

55 O acompanhamento desses alunos era feito semanalmente no local onde o aluno desenvolvia o PIT preferencialmente de um modo presencial ou em última instancia através de um contacto telefónico com o responsável pela entidade de acompanhamento. De um modo geral, os alunos foram assíduos, pontuais e revelaram interesse e empenho. É ainda de salientar a abertura de agentes externos da comunidade para a celebração dos protocolos que permitem o desenvolvimento destas iniciativas de apoio aos alunos. No que concerne ao serviço de Tutoria, 11 alunos do 2º e 3ºciclos usufruíram deste programa. O trabalho desenvolvido nas sessões de Tutoria passou sobretudo pelo diálogo, apoio na realização dos trabalhos de casa e no estudo das diversas disciplinas, oorientação e aconselhamento do aluno. Procurou-se também desenvolver hábitos de higiene, relações sócio afetivas e, acima de tudo, promover a autoestima e ddesenvolver competências sociais (prevenção de comportamentos de risco). Nas sessões de Tutoria, de um modo geral, os alunos foram assíduos, pontuais e revelaram interesse e empenho. O serviço de tutoria encontra-se regulamentado no Regulamento Interno do AES. Pelo conjunto de medidas proporcionadas aos alunos e pelos resultados obtidos e conclui-se que a meta foi atingida de uma forma bastante satisfatória. Página 54

56 Dimensão C- Dimensão da cidadania Nº da Meta no PE 25 Meta Observações sobre a meta Desenvolver anualmente iniciativas que visem a educação para a saúde e sexualidade, a educação ambiental, educação para o consumo, educação para a segurança, educação financeira A avaliação desta meta realizou-se monitorizando a execução do Plano Anual de Atividades. Para o efeito a equipa diligenciou junto da Coordenadora do Departamento de Projetos. Ao longo do ano foram programadas e desenvolvidas várias iniciativas que visem a educação para a saúde e sexualidade, a educação ambienta, a educação para o consumo, a educação para a segurança e a educação financeira. A partir dos dados facultados pela Coordenadora de Projetos, podemos constatar que todas as iniciativas relativas a esta meta, previstas no PAA, foram realizadas. A maioria das iniciativas realizadas verificou-se na área da Educação Ambiental e da Educação Financeira. O retrato detalhado do conjunto de ações desenvolvido apresenta-se no gráfico seguinte. Página 55

57 Pode-se assim concluir que esta meta foi atingida de um modo bastante satisfatório. Página 56

58 Dimensão B- Dimensão académica Nº da Meta no PE 26 Meta Observações sobre a meta Superar taxa de empregabilidade de 75% nos dois primeiros anos após conclusão de curso profissional ou vocacional Antes do ano letivo 2013/2014 nunca funcionaram cursos de natureza vocacional, pelo que, atendendo à definição da meta, decidiu-se identificar os alunos que concluíram os respetivos cursos profissionais em 2011/2012. Com a colaboração dos serviços de administração escolar, foram identificados 35 alunos para a amostra em avaliação. Optou-se pela realização de um inquérito telefónico aos alunos visados. Os resultados registados encontram-se traduzidos no gráfico seguinte. Um constrangimento destaca-se imediatamente observando os resultados não foi possível estabelecer contacto com pouco mais de metade da amostra, o que, do ponto de vista estatístico, diminui a fiabilidade dos resultados. Página 57

59 Dos 35 alunos que formavam a amostra só 17 responderam ao inquérito e, destes, apenas 4 estão empregados ou em estágio. Ainda se encontram a estudar 9 alunos. Estes dois grupos, formam um total de 13 elementos que apresentam uma ocupação funcional pós-conclusão do seu curso profissional. Estes elementos representam 76% das respostas obtidas ao inquérito. Com as devidas reservas admitimos extrapolar que no conjunto de elementos que não responderam ao inquérito se passasse um cenário idêntico e, nessas condições, a meta terá sido atingida. Página 58

60 Dimensão B- Dimensão académica C- Dimensão da cidadania Nº da Meta no PE 27 Meta Promover e apoiar o mérito escolar aplicando critérios de rigor e de qualidade Observações sobre a meta No intuito de promover o mérito escolar o Agrupamento aplica critérios específicos acordados entre todos os docentes em cada disciplina ministrada. No final de cada ano letivo é entregue aos melhores alunos diplomas de mérito. Não existem neste momento bolsas de estudo promovidas quer pela escola quer pela câmara que possam incentivar ainda mais o mérito escolar. No agrupamento existem 44% de alunos apoiados e beneficiários da ação social escolar, sendo 24% dos alunos bonificados com escalão A e 20% com escalão B. São ainda disponibilizados reforços alimentares a alunos com dificuldades económicas acrescidas. O agrupamento possui ainda parcerias com instituições, nomeadamente o CRIA e o Instituo Quintino Aires. Ao longo do ano letivo foi proporcionado apoio ao estudo no 1º e 2º ciclo e salas de estudo às disciplinas de Português, Matemática, Inglês, Francês e Físico-Químicas no sentido de prestar mais uma ajuda para os alunos com dificuldades poderem superar as mesmas. Considerando este conjunto de iniciativas concluímos que a meta foi atingida. Página 59

61 Dimensão A- Dimensão humana B- Dimensão académica C- Dimensão da cidadania Nº da Meta no PE 28 Meta Aumentar 10%/ano a taxa de participação voluntária dos encarregados de educação no acompanhamento do projeto escolar dos seus educandos Observações sobre a meta Esta meta foi monitorizada solicitando informação aos educadores de infância com grupo de crianças, aos professores titulares de turmas do 1º ceb e aos diretores das turmas dos restantes anos de escolaridade. Note-se que a taxa de resposta foi de 93% uma vez que um diretor de turma não respondeu ao questionário. É de destacar igualmente o fato da natureza da meta pressupor o conhecimento dos indicadores utilizados relativamente ao ano letivo anterior o que não se verificou em virtude de não haver um registo que compilasse a informação na posse dos responsáveis pelos grupos/turma. Tal situação levou-nos a considerar o ano letivo 2013/2014 como um ano zero ponto de partida para uma monitorização da meta nos anos seguintes. Os resultados obtidos a partir das respostas obtidas estão apresentados no quadro seguinte. Página 60

62 No quadro anterior optou-se por apresentar a informação por nível de ensino e a os dados aglutinados para o Agrupamento (AES). Os indicadores mais relevantes são os que se encontram destacados e no que concerne à monitorização da meta dever-se-á dar atenção aos indicadores «Média presenças EE/reunião» e «Média de contatos individuais/turma». O primeiro, refere-se à presença de encarregados de educação (EE) nas reuniões convocadas nos termos da lei pelo docente responsável pelo grupo/turma, enquanto o segundo, se refere aos contatos individuais estabelecidos com o EE por iniciativa deste ou quando solicitada a sua presença no estabelecimento de ensino. Observando os dados do quadro anterior é de destacar o fato da presença dos encarregados de educação ir diminuindo a partir da educação pré-escolar e o fato de neste mesmo nível de educação o número de contatos individuais ser praticamente inexistente. Página 61

63 Balanço final sobre cumprimento das metas do Projeto Educativo Pretende-se quantificar este balanço mediante a determinação de uma taxa de cumprimento das 28 metas elencadas no PE. Nesta secção apresentamos uma súmula da monitorização das 28 metas estabelecidas no Projeto Educativo. Procurou-se um formato de leitura simples e rápida. Este resumo possibilita ainda às estruturas de gestão e administração do AES a definição de áreas prioritárias de intervenção a curto e médio prazo apontando para a importância da criação de planos de ação que visem o cumprimento das metas em que os indicadores ainda estão distantes do alvo a atingir ou superar. A monitorização das metas vem também reforçar a importância do PE enquanto documento estratégico para o funcionamento do AES. Permite ainda alimentar uma cultura de registo e monitorização de dados de uma forma sistemática e uniforme. O PE refere que «( ) está alinhado segundo grandes eixos de intervenção e que dão corpo à nossa missão educativa: I. [A] Dimensão Humana a criança/aluno apresenta-se na Escola como um ser humano e, como tal, a sua formação e crescimento deve estruturar-se no domínio individual e no domínio coletivo. II. [B] Dimensão Académica nesta dimensão consideram-se objetivos que procuram o desenvolvimento psicomotor e sensorial e o desenvolvimento de capacidades intelectuais. III. [C] Dimensão da Cidadania procurando-se capacitar o aluno para uma vida em sociedade, há necessidade de o habilitar com um conjunto de competências, valores e saberes fundamentais para uma plena e efetiva integração num grupo social.» Página 62

64 O conjunto de metas e o resultado da sua monitorização em 2013/2014 traduz-se no quadro seguinte: LEGENDA: Meta Superada Meta Parcialmente Superada Meta Atingida Meta Não Atingida Nº DIMENSÃO METAS Monitorização Observações 1 AC 75% dos alunos no final do ensino básico devem ter uma visão 80% com visão positiva positiva de si mesmos 2 ABC 100% dos alunos do 1º ano devem ter frequentado a educação 100% dos alunos do 1º ano frequentou EPE pré-escolar 3 A 75% dos alunos até final do 3º ceb participaram numa iniciativa de Indicador nos 50%. voluntariado Não confundir voluntariado c/ solidariedade! 4 A 5 A 6 A 7 B 8 B 9 B Em cada ano letivo realizar 1 campanha de solidariedade dirigida à comunidade 95 % dos alunos do ensino básico e secundário sem participações disciplinares Realizar 1 debate anual em cada turma sobre prevenção de indisciplina Realizar anualmente 1 concurso interno de comunicação em LP escrita desde o ensino básico até ao ensino secundário Realizar anualmente 1 concurso interno de comunicação em Língua Inglesa escrita desde o ensino básico até ao ensino secundário Aumentar 10% o nº de requisições de livros da BE Não confundir voluntariado c/ solidariedade! Melhorar participação de alunos e comunidade Indicador nos 92% (média dos 3 períodos letivos) Houve turmas em que a meta não foi cumprida. Atenção ao formato concurso e respetiva divulgação na comunidade. Indicador atingido no 1º ceb e superado nos restantes ciclos. Atenção ao formato concurso e considerar Teste Key for Schools na análise 10 B Obter nas provas de Português do ensino básico uma média percentual que não difira mais de 10% relativamente à média nacional O 4º ano não atingiu ainda a meta recomenda-se plano de ação. Nenhum ciclo superou média nacional, contudo o 6º e 9º ano aproximaram-se. Página 63

65 11 B 12 B 13 B 14 BC 15 B 16 B 17 B 18 B 19 B 20 B 21 ABC 22 ABC Obter no exame de Português do ensino secundário regular uma média pontual que não difira mais de 10 pontos relativamente à média nacional Manter acima dos 85% a taxa de sucesso na disciplina de inglês do 3º ciclo Atingir um nível de sucesso global de 85%nas disciplinas de CN e FQ do 3º ciclo Realizar durante o 1º ceb uma atividade experimental de projeto Realizar até final do 3º ceb, pelo menos 2 atividades laboratoriais/experimentais em cada ano de escolaridade (CN e FQ) Realizar bienais artísticas música, desenho, tecidos, outras Obter nas provas de Matemática do ensino básico uma média percentual que não difira mais de 10% relativamente à média nacional Obter no exame de Matemática do ensino secundário regular uma média pontual que não difira mais de 10 pontos relativamente à média nacional Atingir um diferencial entre a média da avaliação interna final e a média da avaliação externa, inferior a 20% da média da avaliação interna Superar, em cada ciclo do ensino básico, uma taxa de transição de 93% Manter a adesão ao projeto desporto escolar participando no quadro competitivo com modalidade individual e modalidade coletiva Promover em cada período letivo um quadro competitivo interno com modalidades individuais e coletivas Abaixo da média nacional mas relativamente próxima. Todos os anos cumprem a meta. Confrontar com resultados do Teste Key for Schools. Meta superada a C. Naturais. Em FQ não foi atingida em todos os anos. Meta superada em FQ. C. Naturais não atingiu a meta. Atenção ao conceito de Bienal. O 4º ano ainda não cumpriu a meta. O 6º ano aproxima-se por defeito da média nacional. O 9º ano superou a meta nacional. Afastou-se bastante, por defeito, da média nacional. Ver análise detalhada da meta página 42 O 9º ano não atinge a meta ao contrário dos restantes ciclos. Projeto DE carece de revisão. Rever planeamento anual e respetiva execução. Página 64

66 23 B 24 AB 25 C 26 B 27 BC 28 ABC Possibilitar anualmente a todos os alunos de 8º e 9º ano de escolaridade o acesso a sessões de avaliação vocacional Proporcionar um serviço de apoio aos alunos, de orientação no trabalho escolar (presencial ou à distância) e de integração no mundo do trabalho Desenvolver anualmente iniciativas que visem a educação para a saúde e sexualidade, a educação ambiental, educação para o consumo, educação para a segurança, educação financeira Superar taxa de empregabilidade de 75% nos dois primeiros anos após conclusão de curso profissional ou vocacional Promover e apoiar o mérito escolar aplicando critérios de rigor e de qualidade Aumentar 10%/ano a taxa de participação voluntária dos encarregados de educação no acompanhamento do projeto escolar dos seus educandos NÃO MONITORIZADA O 8º ano foi excluído pelo SPO. Melhorar a participação dos alunos e EE. COM RESERVAS!!! ver detalhes da meta. O ano 2013/2014 foi trabalhado para definição de um referencial. Atenção à sistematização e uniformização dos registos. Página 65

67 Fazendo um balanço do quadro anterior para as 27 metas do PE alvo de monitorização, vem: Registos p/ as metas Nº de metas % de metas 7 26% 8 30% 5 18% 7 26% Perante os resultados acima apresentados compete às estruturas competentes do AES, a nível administrativo e pedagógico, proceder a uma análise global e detalhada da informação veiculada no presente relatório e tomar decisões quanto às eventuais respostas a planear e implementar visando uma melhoria quantitativa e qualitativa no cumprimento das metas. Apresentámos os dados obtidos no primeiro ano de monitorização das metas do Projeto Educativo aprovado em O modelo de autoavaliação foi adaptado considerando as orientações aprovadas em Conselho Pedagógico e em Conselho Geral e emanadas pelo Diretor do AES. A estrutura da equipa e a sua orgânica também são determinantes no trabalho desenvolvido. Página 66

68 Reconhecemos que o modelo e os instrumentos de gestão da monitorização de cada meta podem ser aperfeiçoados. Tal objetivo pressupõe um esforço da equipa de autoavaliação mas também uma uniformização de procedimentos e de formato dos registos de informação. Página 67

69 Aplicação de modelo estatístico utilizado pelo MEC e IGEC na avaliação externa das escolas A avaliação externa das escolas no domínio referente aos resultados académicos faz uma análise dos mesmos mediante a aplicação de «Modelos para comparação estatística dos resultados académicos em escolas de contexto análogo» adaptados pela Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC). O documento completo de apoio à interpretação dos modelos e à leitura dos resultados é apresentado em anexo a este relatório. Nesse modelo as escolas (unidades orgânicas - UO) são agrupadas em três categorias clusters que se distinguem pelas variáveis de contexto social e cultural. O nosso Agrupamento está integrado no cluster Pegasus. Deste cluster fazem parte cerca de 445 UO que apresentam em comum uma ou mais das seguintes características: - Elevada diversidade de ofertas formativas; - Valores elevados na percentagem de alunos que beneficiam de ASE; - Valores baixos ou relativamente baixos na média do número de anos da habilitação escolar dos Mães/Pais; Para colocar cada UO num dado cluster foram analisadas múltiplas variáveis sendo as mais significativas compiladas num quadro geral do Agrupamento que se apresenta mais à frente. Para cada ano terminal de ciclo (4º, 6º, 9º e 12º anos) bem como para o ensino básico em geral e para o ensino secundário (regular) também foram analisadas algumas variáveis de contexto que permitem efetuar uma análise comparativa entre escolas do mesmo cluster ou seja, entre escolas cujo contexto sociocultural é idêntico ver quadros respetivos mais à frente. Nessa análise comparativa são usados como referencial dados das UO que integram o cluster relativos ao ano letivo 2010/2011. Segundo a DGEEC, as variações que provavelmente ocorreram em cada UO num período de 3 a 4 anos não são estatisticamente Página 68

70 significativas pelo que os dados de 2010/2011 continuam a ser utilizados pela IGEC nas atividades de avaliação externa das escolas realizadas desde esse ano letivo. Para possibilitar uma análise comparativa MACRO recorreu-se ao conceito de percentil (P). O percentil (cujo conceito é explicado de forma mais completa no anexo acima referido) é definido em cinco patamares P5, P25, P50, P75, P95. Aqui, apenas referimos que o P50 corresponde à mediana das escolas que integram o cluster Pegasus, ou seja, das escolas cujas variáveis de contexto são análogas às do nosso Agrupamento. Se pretendermos realizar uma análise comparativa MICRO (mais refinada) devemos comparar os resultados observados com os valores do Limite Critico Superior e do Limite Crítico Inferior. Para facilitar e agilizar a leitura e interpretação dos dados é utilizado um código de duas cores que são assumidas conforme cada variável de contexto registe no Agrupamento, em 2013/2014, um valor desfavorável (VERMELHO) ou um valor favorável (VERDE) em relação a cada um dos percentis identificado no cluster. Se o valor da variável registado no Agrupamento coincidir com o percentil, o código cromático não será utilizado (fundo branco). Com base na aplicação deste modelo estatístico apresentamos mais à fente os resultados esperados na avaliação sumativa externa (provas de final de ciclo de Português e de Matemática do 4º, 6º e 9º anos e exames nacionais de Português e Matemática A do 12º ano) ver último quadro. A linha desse quadro correspondente aos resultados esperados será a que deve mobilizar a atenção da comunidade educativa uma vez que os valores esperados são um referencial de base para a análise dos resultados verificados na 1ª fase da Página 69

71 avaliação sumativa externa realizada pelos alunos internos em «confronto» com os registados em escolas idênticas do ponto de vista sociocultural. Segundo a DGEEC o Valor Esperado não deve ser encarado como uma meta a atingir, mas sim como um valor de referência que permite enquadrar o AES entre outras escolas que se podem considerar como, de algum modo, comparáveis em termos de contexto sociocultural. Os dados de contexto foram determinados, recorrendo aos dados oficiais (MISI) exportados no início do ano letivo. As variações ocorridas posteriormente não são estatisticamente significativas. O tratamento dos dados do Agrupamento foi VALIDADO mediante o tratamento análogo dos dados exportados para a MISI no ano letivo de 2010/2011 e que já foram oportunamente divulgados e publicitados. Apenas nas variáveis de contexto relativas à média de anos de escolaridade dos pais e das mães dos alunos se registaram algumas diferenças mínimas entre os valores obtidos pela equipa de autoavaliação e os divulgados pelas fontes oficiais (MISI). Estas diferenças repercutem-se nos resultados académicos esperados, mas a divergência verificada é muito pequena pelo que assumimos um elevado grau de confiança no tratamento de dados que foi realizado. Página 70

72 Quadros relativos à aplicação do modelo estatístico de análise de resultados académicos As crianças da educação pré-escolar e os educadores de infância não são inseridos no tratamento de dados do modelo estatístico. A partir deste quadro destacamos, globalmente no AES, dois aspetos: - Do ponto de vista económico a população escolar não é significativamente desfavorecida. - Conjunto muito significativo de docentes do quadro que confere estabilidade ao corpo docente. Página 71

73 Ao nível dos alunos a frequentar em 2013/2014 o 4º ano, passando um olhar rápido pelo quadro infere-se imediatamente o seguinte: - Há um equilíbrio entre as variáveis de contexto que se apresentam como favoráveis (a verde) e as que se apresentam com um quadro desfavorável (a vermelho). - Em quase todas as variáveis de contexto os alunos do 4º ano do AES acompanham a mediana das escolas do cluster. Página 72

74 Para os alunos de 6º ano a frequentar em 2013/2014 o AES passando um olhar rápido pelo quadro conclui-se imediatamente o seguinte: - Há um equilíbrio entre as variáveis de contexto que se apresentam como favoráveis (a verde) e as que se apresentam com um quadro desfavorável (a vermelho). - A dimensão das turmas e a situação económica dos alunos apresentaram-se como variáveis favoráveis ao sucesso. Pelo contrário, o menor nº de raparigas nas turmas de 6º ano relativamente ao nº de rapazes foi um facto penalizador do sucesso. Página 73

75 Quanto aos alunos do 9º ano, o quadro com as variáveis de contexto revela o seguinte: - Todas as variáveis de contexto são desfavoráveis ao sucesso, destacando-se o facto de haver mais alunos do que alunas. - Comparando os alunos do AES com os alunos de 9º ano das escolas que integram o nosso cluster (contexto socioeconómico idêntico), verifica-se que a população discente do 9º ano revela uma situação que se afasta da mediana do cluster (percentil 50) no sentido mais penalizador. Página 74

76 No conjunto dos alunos do 12º ano (ensino regular) verificou-se o seguinte: - As variáveis de contexto são mais favoráveis do que desfavoráveis relativamente às das escolas que integram o mesmo cluster. - Os alunos de 12º ano não pertencem um contexto economicamente desfavorecido. - A dimensão da turma e a faixa etária dos alunos eram fatores favoráveis ao sucesso. Página 75

77 Por nível de ensino, a situação no ensino básico durante o ano letivo 2013/2014 permite-nos concluir: - Todas as variáveis de contexto são bastante favoráveis ao sucesso sobressaindo quando comparamos o AES com escolas do mesmo cluster. Página 76

78 Relativamente ao ensino secundário regular, as conclusões são quase idênticas às anteriores, ou seja: - Os alunos do ensino secundário acompanham ou superam bastante a mediana das escolas do mesmo cluster no conjunto de todas as variáveis de contexto. Página 77

79 Valor Esperado: média ajustada dos resultados obtidos nas escolas do mesmo cluster e com valores análogos nas variáveis de contexto. Limite Crítico Superior: valor, que teoricamente, só é excedido por 5% das escolas que, dentro do mesmo cluster, têm valores análogos nas variáveis de contexto utilizadas no cálculo do valor esperado. Limite Crítico Inferior: valor que, teoricamente, excede somente o registado em 25% das escolas que, dentro do mesmo cluster, têm valores análogos nas variáveis de contexto utilizadas no cálculo do valor esperado. Página 78

DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS.

DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS. AÇÃO Nº 1 DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS. BREVE DESCRIÇÃO DA AÇÃO: conceber, discutir e aplicar planificações, metodologias, práticas

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14 Agrupamento de Escolas da Moita Plano de Melhoria P r o v i s ó r i o P p P r o Ano letivo 2013-14 Moita, 22 de abril de 2015 A COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO o Célia Romão o Hélder Fernandes o Ana Bela Rodrigues

Leia mais

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Avaliação do impacto das atividades desenvolvidas nos resultados escolares de 2014/2015 Plano estratégico para 2015/2016 (Conforme

Leia mais

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE DEPARTAMENTO DA QUALIDADE PLANO DE MELHORIA ESA 2013-2016 Objetivos gerais do Plano de Melhoria 1. Promover o sucesso educativo e melhorar a sua qualidade 2. Melhorar os processos e resultados pedagógicos

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

janeiro.2015 Relatório Intercalar 2014/2015

janeiro.2015 Relatório Intercalar 2014/2015 Relatório Intercalar 2014/2015 Índice Introdução... 2 Aplicação do modelo estatístico VALOR ESPERADO... 3 Quadros relativos à aplicação do modelo estatístico de análise de resultados académicos... 5 Avaliação

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR 2012/2013 Julho de 2013 www.mosteiroecavado.net eb23@mosteiroecavado.net Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Durante o ano letivo 2012/2013,

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013 Grupo Disciplinar de Filosofia Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina de Filosofia Ano letivo de 2012/2013 A Coordenadora de Grupo Disciplinar: Maria João Pires

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO A Lei nº 31/2012, de 20 de Dezembro, veio aprovar o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações para a autoavaliação

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES

A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CABECEIRAS DE BASTO A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES A EQUIPA DE AUTOAVALIAÇÃO: Albino Barroso Manuel Miranda Paula Morais

Leia mais

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade)

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade) Escola Secundária da Ramada Plano Plurianual de Atividades Pro Qualitate (Pela Qualidade) 2014 A Escola está ao serviço de um Projeto de aprendizagem (Nóvoa, 2006). ii ÍNDICE GERAL Pág. Introdução 1 Dimensões

Leia mais

Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória

Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Programa de Apoio Educativo Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Ano Letivo 2013/2014 Índice 1- Fundamentação Legal 2 2- Definição de Programa de Apoio Educativo 2 3- Finalidades. 2 4- Destinatários.

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Ensino Secundário 10º ano Cursos Científico Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação O presente documento pretende materializar a execução dos princípios orientadores da avaliação

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.)

REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.) REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.) A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E B E N A V E N T E INTRODUÇÃO Tendo por base os normativos legais

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador 1. ENQUADRAMENTO LEGAL Compete ao conselho pedagógico, enquanto órgão de gestão pedagógica da escola, definir, anualmente, os critérios gerais de avaliação e

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 0/0 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 ÍNDICE - Introdução...

Leia mais

Relatório do Plano Anual de Atividades - 1º Período -

Relatório do Plano Anual de Atividades - 1º Período - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO 2014-2015 Relatório do Plano Anual de Atividades - 1º Período - Índice 1 Introdução... 3 2 Cumprimento das atividades propostas... 4 3 Proponentes e destinatários das atividades...

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 I SÉRIE Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministério da Educação e Ciência Portaria n.º 292-A/2012: Cria uma experiência-piloto de oferta formativa de cursos vocacionais

Leia mais

Projeto Educativo 2012-2015 Querendo, quero o infinito Fernando Pessoa

Projeto Educativo 2012-2015 Querendo, quero o infinito Fernando Pessoa Projeto Educativo 2012-2015 Querendo, quero o infinito Fernando Pessoa CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO Estabelecimentos de ensino EB2,3 de Fernando Pessoa EB1 com JI Infante D. Henrique EB1 com JI Adriano

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO ANO LETIVO 2015-2016

PLANO ESTRATÉGICO ANO LETIVO 2015-2016 PLANO ESTRATÉGICO ANO LETIVO 2015-2016 1. INTRODUÇÃO E ENQUADRAMENTO Nos termos do Artigo 15.º, do Despacho Normativo n.º7/2013, 11 de julho No final de cada ano escolar, o conselho pedagógico avalia o

Leia mais

Colégio da Imaculada Conceição

Colégio da Imaculada Conceição AVALIAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO CURRÍCULO 2014/15 Resultados da avaliação (taxas de não transição/ não conclusão, em percentagem) Proposta do PDC Ano 09/10* 10/11* 11/12* 12/13 13/14 14/15 5.º

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO Indicações para Operacionalização 2012-2015 O Plano Anual de Atividades do Agrupamento é relevante para toda a Comunidade Educativa. Por ele se operacionalizam

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014

PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014 Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014 1-Introdução Atendendo ao estipulado no despacho normativo n.º7/2013 de 11

Leia mais

Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017

Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017 Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017 um fruto não se colhe às pressas. Leva seu tempo, de verde-amargo até maduro-doce Mia Couto

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA - FELGUEIRAS PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA - FELGUEIRAS PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA - FELGUEIRAS PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA, FELGUEIRAS PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA, FELGUEIRAS 1 Índice

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014)

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014) (Anexo à ata nº 4, da reunião de 07-03-2014) A. LEITURA GLOBAL DOS

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRONCHES AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria JANEIRO 2014 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ANÁLISE QUALITATIVA... 1 3.... 5 3.1. Áreas de Melhoria... 5 3.2. Identificação

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ AFONSO SEIXAL CÓDIGO 401481 Av. José Afonso Cavaquinhas Arrentela 2840 268 Seixal -- Tel. 212276600 Fax. 212224355 PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ABRIL DE 2014 Índice 1. Introdução

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE RECUPERAÇÃO / DESENVOLVIMENTO / ACOMPANHAMENTO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE RECUPERAÇÃO / DESENVOLVIMENTO / ACOMPANHAMENTO 15.9.7/9 Relatório Planos 8-9. Canas de Senhorim Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim (Cód. 161755) Escola EB 2,3/S Engº Dionísio A. Cunha (Cód. 345842) Canas

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE AUTOAVALIAÇÃO

RELATÓRIO FINAL DE AUTOAVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MURALHAS DO MINHO, VALENÇA RELATÓRIO FINAL DE AUTOAVALIAÇÃO Ano Letivo 2013/2014 Equipa de auto-avaliação 10-07-2014 (Critério 9 Desempenho-Chave) INDÍCE INTRODUÇÃO... 3 EVOLUÇÃO

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013. Critérios de avaliação

DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013. Critérios de avaliação DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013 Critérios de avaliação 0 MATRIZ CURRICULAR DO 1º CICLO COMPONENTES DO CURRÍCULO Áreas curriculares disciplinares de frequência obrigatória: Língua Portuguesa;

Leia mais

Regulamento. Curso Vocacional do Ensino Secundário

Regulamento. Curso Vocacional do Ensino Secundário Regulamento Curso Vocacional do Ensino Secundário Página 1 Artigo 1. Âmbito 1 - Os cursos vocacionais do ensino secundário constituem uma oferta formativa que se desenvolve no âmbito de uma experiência-piloto

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 JULHO 2015 1. Enquadramento. O presente Plano Estratégico para o ano 2015-2016, dá cumprimento ao disposto no artigo 15.º do Despacho Normativo n.º6/2014, de 26 de maio. Apresentam-se

Leia mais

Projeto turma E+ Uma opção orientada para o sucesso. Albino Martins Nogueira Pereira Agrupamento de Escolas de Vilela diretor@esvilela.

Projeto turma E+ Uma opção orientada para o sucesso. Albino Martins Nogueira Pereira Agrupamento de Escolas de Vilela diretor@esvilela. Projeto turma E+ Uma opção orientada para o sucesso Albino Martins Nogueira Pereira Agrupamento de Escolas de Vilela diretor@esvilela.pt Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação 15 de fevereiro de

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR)

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Nota Introdutória Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo

Leia mais

Ministério da Educação e Ciência

Ministério da Educação e Ciência Despacho O Despacho Normativo n.º 24/2000, de 11 de maio, com as alterações que lhe foram introduzidas pelo Despacho Normativo n.º 36/2002, de 4 de junho, estabelece as regras orientadoras para a organização

Leia mais

Plano de Melhoria. Biénio 2013/2015

Plano de Melhoria. Biénio 2013/2015 Escola EB1 João de Deus CÓD. 242 937 Escola Secundária 2-3 de Clara de Resende CÓD. 346 779 AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE CÓD. 152 870 Plano de Melhoria Biénio 2013/2015 Agrupamento de Escolas de Clara

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas Levante da Maia 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas

Leia mais

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA 2010/2011 Coordenadora Elvira Maria Azevedo Mendes Projecto: Mais Sucesso Escolar Grupo de Matemática 500 1 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO 1.1 Nome do projecto:

Leia mais

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO REGULAMENTO ESPECÍFICO MARÇO DE 2014 ÍNDICE ENQUADRAMENTO NORMATIVO... 1 ÂMBITO E DEFINIÇÃO 1 CONDIÇÕES DE ACESSO 1 OBJETIVOS 1 COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER 2 ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DE PS 2 AVALIAÇÃO

Leia mais

Relatório 2015. Interna do. Agrupamento RAIA. Barreiro, 04 de setembro de 2015. Página 1 de 39 RAIA 2015

Relatório 2015. Interna do. Agrupamento RAIA. Barreiro, 04 de setembro de 2015. Página 1 de 39 RAIA 2015 Avaliação Interna do Agrupamento Relatório 2015 RAIA Cândida Santos Carlos Pegacha Jaime Filipe Paulo Cardoso Barreiro, 04 de setembro de 2015 Página 1 de 39 "A autoavaliação é um processo que pode ser

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Projeto do CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz Uma ação educativa de abertura para a comunidade Ano letivo 2014/2015 Índice 1. Introdução

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA

AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR I. Introdução Nos termos do art.º 22º da Lei nº 30/2002, de 20 de Dezembro, alterada

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Plano Anual de Atividades 2015/ 2016 Ser,Intervir e Aprender PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Sede: ES de Mem Martins EB23 Maria Alberta Menéres; EB1 de Mem Martins n.º2; EB1 com JI da Serra das Minas

Leia mais

PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES

PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES Agrupamento de Escolas Elias Garcia 2013/2016 1 PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES 2013/2016 O Plano Plurianual de Atividades (PPA) constitui um dos documentos de autonomia,

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE COORDENADOR DE

RELATÓRIO FINAL DE COORDENADOR DE ANEXO IV RELATÓRIO FINAL DE COORDENADOR DE GRUPO ANO LETIVO 2013/2014 I.- CARATERIZAÇÃO DO GRUPO DISCIPLINAR Coordenadora do grupo disciplinar de Francês e Espanhol: Ana Cristina Bernardes Tavares Fazem

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente 2012/2013. Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 21.03.2013

Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente 2012/2013. Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 21.03.2013 2012 2013 Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente 2012/2013 Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 21.03.2013 1. ÂMBITO Dando cumprimento ao disposto no decreto regulamentar nº 26/2012, de 21 de

Leia mais

Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015

Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015 Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DO DESPORTO ESCOLAR 2014-2015 ( a que se refere o Despacho nº9302/2014 de 17 de julho) 1. ÂMBITO O presente regulamento define

Leia mais

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO PROGRAMA TEIP3 REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO Novembro de 2013 DGE / EPIPSE Programa TEIP3 Página 1 de 5 A Direção-Geral de Educação, através da EPIPSE, após análise de conteúdo

Leia mais

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 QUEM SOMOS A APF Associação para o Planeamento da Família, é uma Organização Não Governamental com estatuto de IPSS (Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

Cândida Santos Carlos Pegacha Jaime Filipe Paulo Cardoso

Cândida Santos Carlos Pegacha Jaime Filipe Paulo Cardoso Cândida Santos Carlos Pegacha Jaime Filipe Paulo Cardoso Barreiro, 20 julho 2012 É no diálogo entre perspectivas internas e externas que as instituições se desenvolvem e melhoram. Também a avaliação da

Leia mais

C.E.B. DR. MANUEL FERNANDES ABRANTES

C.E.B. DR. MANUEL FERNANDES ABRANTES ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 2º e 3º C.E.B. DR. MANUEL FERNANDES ABRANTES (401547) ANÁLISE DOS RESULTADOS ESCOLARES MATEMÁTICA 1º Período 2012/2013 Análise efectuada em reunião da Área Disciplinar de Matemática

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

(Docentes, Não-Docentes, Alunos e Encarregados de Educação) NOTA IMPORTANTE Esta apresentação não dispensa e leitura do Relatório da Função Manuel Leão. Tendo como preocupação fundamental a procura da

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento

Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento Agrupamento de Escolas da Trofa Plano de Melhoria e Desenvolvimento Biénio 2015/2017 INTRODUÇÃO A autoavaliação e a avaliação externa são procedimentos obrigatórios e enquadrados na Lei n.º 31/2002, de

Leia mais

Critérios de avaliação dos alunos abrangidos pela Educação Especial

Critérios de avaliação dos alunos abrangidos pela Educação Especial Critérios de avaliação dos alunos abrangidos pela Educação Especial ANO LETIVO 2015 / 2016 Departamento de Educação Especial Proposta para o Ano Letivo 2015 / 2016 Avaliação dos alunos com NEE de carácter

Leia mais

ANEXO I. Regulamento. Cursos Vocacionais

ANEXO I. Regulamento. Cursos Vocacionais ANEXO I Regulamento Cursos Vocacionais Março de 2014 1 REGULAMENTO do ENSINO VOCACIONAL Conteúdo Âmbito e definição... 3 Artigo 2º... 3 Destinatários e acesso... 3 Artigo 3º... 3 Organização curricular...

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA. Regulamento geral de avaliação dos alunos

ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA. Regulamento geral de avaliação dos alunos ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA Regulamento geral de avaliação dos alunos Outubro / 2014 Índice I PRINCÍPIOS... 3 II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO... 4 III- IMPLEMENTAÇÃO... 4 IV - COMPETÊNCIAS A AVALIAR

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE 1. Descrição Educação Ambiental, Ensino Experimental e Educação Especial: Uma perspetiva integrada

Leia mais

Manual. Coordenador / Diretor de Curso. Ano letivo 2012/2013

Manual. Coordenador / Diretor de Curso. Ano letivo 2012/2013 Manual do Coordenador / Diretor de Curso Ano letivo 2012/2013 Índice Índice... 1 Atribuições do Coordenador/Diretor de Curso... 2 Horários... 4 Alteração de Horários... 5 Arquivo de Documentação... 5 C1

Leia mais

Avaliação da Aprendizagem

Avaliação da Aprendizagem Avaliação da Aprendizagem A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno. A avaliação

Leia mais

Auto-avaliação do Agrupamento - Principais resultados

Auto-avaliação do Agrupamento - Principais resultados Auto-avaliação do Agrupamento - Principais resultados Equipa de autoavaliação Julieta Martins Adília Rodrigues (coords.) Conselho Geral, 17setembro 2013 Agrupamento Vertical de Escolas Ordem de Santiago

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET Escola E.B. 2/3 João Villaret Tão importante quanto o que se ensina e se aprende é como se ensina e como se aprende. (César Coll) O Agrupamento de Escolas João Villaret

Leia mais

PES Promoção e Educação para a Saúde

PES Promoção e Educação para a Saúde (A PREENCHER PELA COMISSÃO DO PAA) Atividade Nº AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Projeto PES Promoção e Educação para a Saúde Equipa Dinamizadora: Alice Gonçalves e Rosa Rêgo Ano letivo 2014/2015

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 27 de julho de 2015. Série. Número 135

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 27 de julho de 2015. Série. Número 135 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 27 de julho de 2015 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO Despacho n.º 352/2015 Determina que no ano letivo 2015/2016 fique suspensa a componente

Leia mais

DESPACHO. ASSUNTO: - Regulamento do Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado- GAED

DESPACHO. ASSUNTO: - Regulamento do Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado- GAED DESPACHO Nº. 17/2015 Data: 2015/05/22 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: - Regulamento do Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado- GAED Com o intuito de normalizar

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo. Ano letivo 2012/2013

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo. Ano letivo 2012/2013 RELATÓRIO FINAL DE EXECUÇÃO DO PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES RELATIVO A 2012/2013 1 - Enquadramento O presente relatório tem enquadramento legal no artigo 13.º alínea f, do Decreto -Lei nº 75/2008, de 22

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação Ano letivo 2013/2014 Critérios de Avaliação 2013/2014 Introdução As principais orientações normativas relativas à avaliação na educação pré-escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA

AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA JULHO 2015 1 Abreviaturas AEAG Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo CAF Common Assessment Framework (Estrutura Comum de Avaliação) AM - Ação de Melhoria

Leia mais

Impacto das Atividades nos resultados escolares

Impacto das Atividades nos resultados escolares Impacto das Atividades nos resultados escolares O Agrupamento de Escolas da Venda do Pinheiro (AEVP) sistematiza e analisa os resultados relativos ao desempenho escolar dos alunos no ano letivo que agora

Leia mais

Agrupamento de Escolas Alves Redol. Gabinete Do Aluno. Regulamento

Agrupamento de Escolas Alves Redol. Gabinete Do Aluno. Regulamento Gabinete Do Aluno Regulamento 2012-2013 Preâmbulo A disciplina, entendida como a interiorização de um conjunto de regras básicas do saber - estar e ser -, merece particular atenção por parte de todos os

Leia mais

Colaborar com as várias estruturas da escola nas tarefas inerentes ao cargo.

Colaborar com as várias estruturas da escola nas tarefas inerentes ao cargo. Atualizar e divulgar a composição da equipa. Divulgar as atividades. Atualizar e divulgar diversos materiais. ano lectivo Informação/divulgação dos serviços especializados na página da escola /EE Representar

Leia mais

d o S u c e s s o A c a d é m i c o - 2 0 1 3 / 2 0 1 4 d o S u c e s s o A c a d é m i c o - 2 0 1 3 / 2 0 1 4

d o S u c e s s o A c a d é m i c o - 2 0 1 3 / 2 0 1 4 d o S u c e s s o A c a d é m i c o - 2 0 1 3 / 2 0 1 4 A v a l i a ç ã o d o S u c e s s o A c a d é m i c o 1-2 0 1 3 / 2 0 1 4 A v a l i a ç ã o d o S u c e s s o A c a d é m i c o - 2 0 1 3 / 2 0 1 4 A v a l i a ç ã o d o S u c e s s o A c a d é m i c o

Leia mais

REDESENHAR, REORIENTAR, REAJUSTAR:

REDESENHAR, REORIENTAR, REAJUSTAR: REDESENHAR, REORIENTAR, REAJUSTAR: Ponto de partida 2006/ 2007 Convite para integrar o Programa TEIP Territórios Educativos de Intervenção Prioritária Insucesso Escolar Violência e indisciplina Agrupamento

Leia mais

Visão. Missão. Valores. Escola Profissional de Tecnologia Psicossocial do Porto

Visão. Missão. Valores. Escola Profissional de Tecnologia Psicossocial do Porto Missão A Escola Profissional de Tecnologia tem como missão prestar serviços educativos de excelência aos seus alunos, qualificando-os para o exercício profissional e para o prosseguimento de estudos, no

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA. Conselho Geral

ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA. Conselho Geral ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA Conselho Geral DEFINIÇÃO DAS LINHAS ORIENTADORAS DO PLANEAMENTO E EXECUÇÃO, PELO DIRETOR, DAS ATIVIDADES NO DOMÍNIO DA AÇÃO SOCIAL ESCOLAR (2013-14) De acordo com o Decreto-Lei

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO 2015-2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO 2015-2016 ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO 2015-2016 JULHO 2015 1 Preâmbulo O presente documento estabelece orientações para a organização do ano letivo 2015-2016 no que concerne a horários, constituição de turmas e distribuição

Leia mais

Agrupamento de Escolas Santos Simões Apoios Educativos Ano Letivo 2012-2013

Agrupamento de Escolas Santos Simões Apoios Educativos Ano Letivo 2012-2013 Agrupamento de Escolas Santos Simões Apoios Educativos Ano Letivo 2012-2013 O apoio educativo abrange todos os ciclos, níveis de ensino e cursos do Agrupamento. No 1.º e 2.º ciclos o apoio educativo é

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 Biblioteca Escolar GIL VICENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE ESCOLA GIL VICENTE EB1 CASTELO BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 As atividades constantes do presente

Leia mais

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas

Leia mais

DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123. Plano de Melhoria Página 1

DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123. Plano de Melhoria Página 1 DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123 Plano de Melhoria Página 1 Introdução... 3 Identificação das áreas de melhoria... 3 Visão geral do Plano de Melhoria...

Leia mais

LINHAS ORIENTADORAS DO PLANEAMENTO E EXECUÇÃO, PELA DIRETORA, DAS ATIVIDADES NO DOMÍNIO DA AÇÃO SOCIAL ESCOLAR PARA

LINHAS ORIENTADORAS DO PLANEAMENTO E EXECUÇÃO, PELA DIRETORA, DAS ATIVIDADES NO DOMÍNIO DA AÇÃO SOCIAL ESCOLAR PARA CONSELHO GERAL LINHAS ORIENTADORAS DO PLANEAMENTO E EXECUÇÃO, PELA DIRETORA, DAS ATIVIDADES NO DOMÍNIO DA AÇÃO SOCIAL ESCOLAR PARA 2015 O regime jurídico dos apoios concedidos pelo Estado no âmbito da

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS 1. INTRODUÇÃO Este documento tem por objetivo estabelecer o Sistema de Gestão da Qualidade das Atividades Pedagógicas da ESTBarreiro/IPS

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Critérios Gerais de Avaliação A elaboração do presente documento teve por referência os diferentes normativos legais que o enquadram no seu âmbito e objetivo, nomeadamente o que se encontra consignado

Leia mais

CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS

CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS Versão 1.1 Setembro 2013 1. Critérios (mínimos) de referência quanto à qualificação do corpo docente para a acreditação

Leia mais

ESTATUTO 10 de setembro de 2014

ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTRUTURA ORGÂNICA A Escola Artística e Profissional Árvore é um estabelecimento privado de ensino, propriedade da Escola das Virtudes Cooperativa de Ensino Polivalente

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

Matriz de Responsabilidades. Descentralizar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal

Matriz de Responsabilidades. Descentralizar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal A3. Relação escola/comunidade A - Políticas Educativas A2. Políticas de avaliação institucional A1. Planeamento Estratégico 1 Definição geral de políticas educativas nacionais 2 Definição do Plano Estratégico

Leia mais