Escolas João de Araújo Correia

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1 EXAMES-DÚVIDAS MAIS FREQUENTES E RESUMO DA NORMA 2/JNE/2014 INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO REAPRECIAÇÃO RECLAMAÇÃO PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA E EXAMES NACIONAIS DO ENSINO SECUNDÁRIO CURSO DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSUS CURSO DO ENSINO SUPERIOR 1 Atualmente não é necessário ter um determinado curso do ensino secundário, ou um determinado plano curricular, para concorrer a um determinado curso do ensino superior (ES). O aluno deve realizar a(s) prova(s) de ingresso exigida(s) para o curso/instituição pretendido, com uma classificação à classificação mínima fixada pela instituição, ter uma nota de candidatura ao mínimo fixado pela instituição e, se exigidos, satisfeitos os pré-requisitos. PRAZOS EXAMES 2014/2015 ENSINO SUPERIOR Inscrição Período Exames Afixação de Pautas Resultados Reapreciação Candidatura 1ª Fase 2ª Fase Prazo normal 9 a 20 março Prazo normal 13 e 15 julho De 15 a 22(*26) junho De 17 a 21(*24) julho Em 13 de julho Em 4 de agosto Em 14 agosto Em 26 agosto 1ª Fase 20 jul a 7 agos 2ª Fase 7 a 18 set 3ª Fase 1 a 5 out INSCRIÇÃO PARA OS EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ALUNOS INTERNOS: Alunos que frequentem até ao final do ano letivo as disciplinas sujeitas a exame final nacional e que reúnam as condições de admissão a exame. ALUNOS AUTOPROPOSTOS (EXTERNOS): Alunos que pretendam: - obter aprovação em disciplina terminal; - realizar melhoria de classificação final da disciplina; - realizar provas de ingresso ao ES; - aprovação em disciplinas do mesmo curso ou de curso diferente do frequentado e nas quais não tenha estado matriculado, desde que estejam ou tenham estado matriculados no ano curricular em que essas disciplinas sejam terminais.

2 E ainda os que: - tendo estado matriculados, anulem a matrícula até ao 5º dia útil do 3.º período, apenas permitido a > de 18 anos. A inscrição/alteração é realizada nos 2 dias úteis seguintes ao da anulação. - Não tendo estado matriculados ou estando matriculados anulem a matrícula a todas as disciplinas até ao 5º dia útil do 3ºperíodo. - os que tenham ficado excluídos por faltas; Nas disciplinas com exame nacional não há lugar a prova de equivalência à frequência. EXAME FINAL NACIONAL OBRIGATÓRIO No 12º Ano: a Português na componente de formação geral; à disciplina trienal na componente de formação específica. No 11º Ano: Nas duas disciplinas bienais da componente de formação específica ou numa dessas disciplinas e na disciplina de Filosofia da componente de formação geral. No momento da inscrição para exame, o aluno fica vinculado até ao final do ano à opção que tomou em relação às duas disciplinas bienais. No ano ou anos letivos seguintes, se o aluno quiser alterar esta situação só o poderá fazer se não tiver concluído as disciplinas. Os alunos que estão a repetir o 11.º ano, ou que estejam no 12.º ano poderão também beneficiar desta situação caso não tenham concluído a disciplina. Os exames/provas são cotados de 0 a 200 pontos, sendo a classificação de exame (CE) expressa na escala de 0 a 20 valores. Para efeitos de acesso ao ES, as classificações dos exames nacionais do ensino secundário como provas de ingresso são utilizadas sem arredondamento. 2 PROGRAMA DOS EXAMES E DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Exames - disciplinas bienais (11ºano) e disciplinas trienais (12º ano) incidem sobre o programa em vigor e são relativos à totalidade dos anos em que foram lecionadas. Provas de equivalência à frequência - incidem sobre os programas definidos para as disciplinas, e incidem sobre a totalidade dos anos em que foram lecionadas. REALIZAÇÃO DE EXAME FINAL NA 1ª FASE É obrigatório os alunos realizarem o exame na 1ª fase, se frequentaram até ao final do ano letivo a disciplina sujeita a exame final nacional, e: - Não obtiveram aprovação; - Obtiveram aprovação na frequência em todas as disciplinas, ou em todas menos 1 ou 2; - Na classificação interna final (CIF) da disciplina terminal obtiveram classificação a 10 valores; - Na classificação de frequência no ano terminal obtiveram uma classificação a 8 valores;. - Tenham estado matriculados no ano terminal da disciplina a que respeita o exame e anulado a matrícula até ao 5º dia do 3.º P (maiores de 18 anos) inscrevem-se como autopropostos. Caso anulem a matrícula numa determinada disciplina, após o 5.º dia útil do 3.ºP, estão impedidos de realizar exame final nacional ou prova de equivalência à frequência nessa disciplina, no mesmo ano letivo.

3 Assim, o aluno em situação de: anulação matrícula até 5º dia, reprovação, melhoria classificação do ano anterior, disciplina a que não esteve matriculado, qualquer disciplina para conclusão de 12º ano, prova de ingresso, são obrigados a realizar o exame na 1ª fase. Situação de inscrição fora do calendário inicial: Exames Nacionais: o aluno caso reprove na frequência deve, no 1º dia útil após a afixação da pauta do 3º período, dirigir-se à secretaria pagando 3 (três euros) para alterar a sua condição de aluno interno, para aluno autoproposto para o exame da 1ª fase. Prova de Equivalência à Frequência de disciplinas não sujeita exame final: se o aluno desejar realizar estas provas, por não ter aprovação na frequência, deve proceder à sua inscrição nos 2 dias úteis a seguir a afixação da pauta do 3º período. Os alunos internos e autopropostos que faltarem à 1ª fase dos exames finais nacionais e provas de equivalência não são admitidos à 2ª fase, salvo casos muito excecionais. 3 ALUNOS EXCLUÍDOS POR FALTAS Só poderão realizar exame nacional e/ou prova de equivalência à frequência, na 2ª fase dos mesmos. CONDIÇÃO PARA A 2.ª FASE DE EXAMES Os alunos internos que não fiquem aprovados no exame da 1.ª fase ficam automaticamente inscritos para a 2.ª fase. Têm, obrigatoriamente, que proceder a nova inscrição para serem admitidos à 2.ª fase os alunos internos e autopropostos que pretendam realizar: - Melhoria de classificação dos exames da 1ª fase; - Repetir o exame da 1ª fase e que se constitua exclusivamente como prova de ingresso; - Realizar exame de disciplina que não pertença ao seu plano de estudos, desde que o exame da 1ª fase tenha ocorrido no mesmo dia e hora de outro realizado pelo aluno, sendo aqueles equiparados a exames realizados na 1.ª fase. Para o aluno interno, a classificação interna final da disciplina mantém-se válida até à 2.ª fase do mesmo ano escolar em que obteve aprovação (70% CIF+ 30% exame). Nos anos seguintes a classificação final da disciplina será a classificação obtida no exame. APROVAÇÃO NUM CURSO DO ENSINO SECUNDÁRIO Para concluir um curso do secundário, os alunos têm de obter aprovação em todas as disciplinas do plano de estudo do respetivo curso, independentemente de ser por frequência, por provas de equivalência à frequência ou por exames finais nacionais. A aprovação dos alunos dos cursos CH em disciplinas sujeitas a exame final nacional obtém-se por frequência e exame final obrigatório (alunos internos) ou unicamente pela realização do exame final nacional (alunos autopropostos). Aluno interno - fica aprovado à disciplina, o aluno que na classificação interna final (CFD) obtenha, pelo menos, 10 valores (numa escala de 0 a 20). Para tal: Nas disciplinas anuais, a classificação final da disciplina (CFD) é a classificação interna anual (CI), (CFD=CI). Nas disciplinas bienais e trienais não sujeitas a exame final nacional, a classificação final da disciplina é a média aritmética simples das classificações internas anuais, respetivamente:

4 Bienal, CFD= (10º+11º) /2, também a aplicar na disciplina bienal que o aluno optou por substituir pelo exame de Filosofia; Trienais, CFD= (10º+11º+12º) /3; A CFD em disciplinas sujeitas a exame final nacional (11º e 12º ano) pode obter-se por: CFD= (7CIF+3CE) /10 Classificação interna da disciplina, CIF (70%) com a classificação de exame, CE (30%), também a aplicar na disciplina de Filosofia, por substituição do exame de uma das bienais pelo de Filosofia. Aluno autoproposto fica aprovado à disciplina o aluno que no respetivo exame/prova tenha obtido classificação a 10 valores, sendo a classificação final da disciplina (CFD) a classificação do respetivo exame/prova (CE), CFD=CE. EXAMES NACIONAIS- SUA UTILIZAÇÃO COMO PROVA DE INGRESSO - MELHORIA DE CLASSIFICAÇÃO Os exames finais nacionais do ensino secundário podem ser utilizados como provas de ingresso no âmbito da candidatura ao ES no ano da sua realização e nos dois anos seguintes, sem necessidade de repetição no ano em que for concretizada a candidatura. Os alunos que pretendam melhorar a sua classificação podem repetir os exames nacionais com vista à sua utilização como prova de ingresso, na 2º fase do ano em que concluíram e em ambas as fases do ano seguinte e assim utilizar a melhor das classificações, eventualmente obtida, para efeitos de acesso ao ES. Caso o aluno faça melhoria posteriormente ao indicado no ponto anterior, essa classificação se for melhor, servirá apenas para a média do secundário de acesso ao ES mas não altera a do diploma do secundário. Isto é: existem 2 médias distintas, uma diz respeito à média de conclusão do secundário, que só pode ser melhorada na 2ª fase do ano em que a disciplina é concluída e na 1ª e 2ª fases do ano seguinte (um total de 3 melhorias). Um ano depois de concluído o secundário o aluno não mais poderá melhorar essa média. Outra é a média do secundário para acesso ao ES: Essa média pode ser sempre melhorada com a realização de exames nacionais, sem qualquer limite temporal. Para efeitos de melhoria de classificação são válidos somente os exames prestados mediante provas de disciplinas com o mesmo programa e código de exame em que os alunos obtiveram a primeira aprovação. Mas 4 Para os alunos que realizem exames na 2ª fase para aprovação ou melhoria, a produção de efeitos de melhoria, quer no cálculo da média do ES, quer na prova de ingresso só podem ser utilizados na 2ª fase de candidatura ao ES, no próprio ano letivo. Porém, se os alunos pretenderem candidatar-se no ano seguinte, aí a classificação final da disciplina que entra no cálculo da média do secundário obtida por melhoria, realizada este ano na 2ª fase, já pode ser utilizado na 1ª fase de candidatura do próximo ano. A classificação do exame realizado na 2ª Fase nunca poderá ser utilizada como prova de ingresso para a 1ª fase de acesso ao ES.. PROVAS DE INGRESSO EM QUE O ALUNO DEVE REALIZAR EXAMES As provas de ingresso são as definidas pelo estabelecimento de ES, com base nas classificações obtidas em exame nacional a classificação exigida é a 95 pontos na escala de 0 a 200. Quando um exame é utilizado simultaneamente para aprovação no secundário e como prova de ingresso, poderá acontecer que embora o aluno esteja aprovado à disciplina, não possa utilizar esse exame como prova de ingresso por não atingir o mínimo fixado pela instituição de ES.

5 E ainda, quando um exame final nacional com o mesmo código e designação corresponda simultaneamente a um exame para aprovação no ensino secundário e a uma prova de ingresso, o mesmo é válido para ambas as finalidades previstas. Os exames nacionais podem ser utilizados como provas de ingresso no ano da sua realização, bem como nos dois anos subsequentes. A prova de ingresso só será válida se a classificação do exame for a 95 pontos, independentemente de a média obtida com o exame e com a classificação de frequência ser de 9,5. (Norma2) 4- MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO Os alunos apenas podem usar o material autorizado nas Informações-Prova Final/Exame, da responsabilidade do IAVE, I.P., devendo cada aluno, na sala de exame, utilizar apenas o seu material. Só podem utilizar caneta/ esferográfica de tinta preta ou azul, sendo proibido o uso de corretor. A utilização de lápis só é permitida nas situações expressamente previstas nas Informações - Exames. Os alunos só podem levar para a sala de exame uma única calculadora. Nos exames finais nacionais de Matemática A (635), Matemática B (735), Matemática Aplicada às Ciências Sociais (835) e Física e Química A (715) só são autorizadas as calculadoras que respeitem as características técnicas previstas no ofício circular S DGE/2014/1286. Nos exames finais nacionais de Economia A (712) e Geografia A (719) só podem ser utilizadas calculadoras não alfanuméricas e não programáveis. Sempre que os alunos se apresentem com uma calculadora cujas características técnicas levantem dúvidas quanto à legitimidade da sua utilização, é permitido o seu uso, devendo obrigatoriamente ser preenchido um documento do JNE. Excecionalmente, a escola pode proceder ao empréstimo de uma calculadora, quando possível, na situação referida ou no caso de avaria, devendo o examinando preencher igualmente um documento do JNE, para arquivo na escola. Caso se venha a confirmar o uso de calculadora com características técnicas diferentes das previstas, a prova de exame é anulada. É permitido o uso de dicionários nos termos definidos em Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e Secundário e nas Informações-Prova/Exame. 5 Devem comparecer 30 minutos antes da prova. (Norma2) 9- CONVOCATÓRIA DOS ALUNOS A chamada faz-se pela ordem constante nas pautas, assim como, a atribuição dos respetivos lugares, 15 minutos antes da hora marcada para o início da prova. Na eventualidade de algum aluno não constar da pauta por erro administrativo deve ser admitido, a título condicional, procedendo-se de imediato à clarificação da sua situação escolar. 9- (Norma2) 10 IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS Os alunos devem ser portadores do B.I./C.C ou outro documento identificativo que o substitua, desde que este tenha fotografia. Não são aceites os recibos de entrega de pedidos de emissão de cartão de cidadão. Os alunos indocumentados que frequentam a escola podem realizar a prova, devendo um elemento do secretariado de exames elaborar um auto de identificação utilizando para o efeito um documento do JNE. No

6 caso de um aluno menor, a situação deve ser comunicada de imediato ao encarregado de educação (EE), o qual tem de tomar conhecimento da ocorrência, assinando também o respetivo auto. No caso dos alunos externos à escola, o auto é assinado por um elemento do secretariado de exames e pelo aluno, que deve apor, igualmente, a impressão digital do indicador direito. No caso de um aluno menor, a situação deve ser comunicada de imediato ao EE, o qual toma conhecimento da ocorrência, assinando também o respetivo auto. Nos 2 dias úteis seguintes, os alunos referidos no número anterior, acompanhados dos respetivos EE, quando menores, devem comparecer na escola, com o documento de identificação, e apor novamente a sua impressão digital do indicador direito sobre o auto elaborado no dia da prova, sob pena de anulação da mesma. Não podem escrever o seu nome em outro local das folhas de resposta, para além da parte destacável do cabeçalho, sob pena de anulação da prova. 6 (Norma2) 11- ATRASO NA COMPARÊNCIA DOS ALUNOS Só é permitido um atraso de 15 minutos, mas a prova terminará ao mesmo que os restantes alunos. (Norma2) 12- DISTRIBUIÇÃO DAS FOLHAS DE RESPOSTA Nos exames finais nacionais das disciplinas de Geometria Descritiva A (708) e Desenho A (706) deve ter se em conta que, em cada folha de prova, apenas pode ser resolvido um único exercício, não devendo, em caso algum, ser utilizado o verso da respetiva folha. Não é admitida a entrega das folhas de rascunho para classificação. (Norma2) 13- PREECHIMENTO DO CABEÇALHO DO PAPEL DA PROVA No cabeçalho das folhas de resposta, há 2 partes distintas que o aluno irá preencher antes do início da prova: a) uma parte destacável, onde o aluno se identifica de forma legível e sem abreviaturas; indica a designação e o código da prova que se encontra a realizar; o ano de escolaridade, a fase ou chamada; o número do cartão de cidadão/bilhete de identidade e local de emissão, no caso de ser portador de bilhete de identidade. a) Um parte fixa, novamente, a designação e o código da prova que se encontra a realizar; o curso do ensino secundário; o ano de escolaridade e fase, o nº de páginas utilizadas e muito importante, a Versão 1 ou 2 conforme enunciado distribuído. Caso haja rasura no preenchimento, a alteração registada tem que ficar legível. Esta alteração deve também ser registada no reverso da parte destacável do cabeçalho sendo neste local apostas as assinaturas dos professores vigilantes e do aluno. Se não for indicada a versão no cabeçalho da folha de prova são classificadas com zero (0) pontos todas as respostas aos itens de seleção, conforme indicação nas instruções de cada uma das provas.

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8 (Norma 2) 14- ADVERTÊNCIAS AOS ALUNOS Os professores responsáveis pela vigilância devem avisar os alunos do seguinte: a) Não é permitido escrever o nome em qualquer outro local das folhas de resposta, para além dos mencionados no n.º 13; b) Não é permitido escrever comentários despropositados ou descontextualizados, nem mesmo invocar matéria não lecionada ou outra particularidade da sua situação escolar; c) Só é permitido usar caneta/esferográfica de tinta azul ou preta indelével; d) Não é permitido utilizar fita ou tinta corretora para correção de qualquer resposta, devendo riscar, em caso de engano; e) Não é permitido escrever nas margens da prova nem nos campos destinados às cotações; f) Nas provas de Matemática A, Matemática B e MACS, a utilização do lápis só é permitida nos itens que envolvem construções que impliquem a utilização de material de desenho, devendo o resultado final ser passado a tinta; g) As provas ou parte de provas realizadas a lápis, sem indicação expressa, não são consideradas para classificação; h) Só é permitida a expressão em língua portuguesa nas respostas às questões, excetuando se, obviamente, as disciplinas de língua estrangeira; i) Não é permitido abandonar a sala antes de terminado o tempo regulamentar da prova; j) Não é permitida a ingestão de alimentos durante a realização das provas exames (à exceção dos alunos com necessidades educativas especiais, expressamente autorizados pelo Diretor e pelo JNE). Aos alunos deve também ser dado a conhecer o disposto nos números 20. (Desistência da resolução de prova), 22. (Irregularidades), 23. (Fraudes) e 25.6 (Não aceitação de folhas de rascunho para classificação). 8 (Norma 2) 19 - SUBSTITUIÇÃO DAS FOLHAS DE RESPOSTA Os alunos podem riscar respostas ou parte de respostas que não queiram ver consideradas, sem necessidade de substituição da folha de prova. As folhas de resposta não deverão ser, por princípio, substituídas. Em caso de mancha significativa ou rasgão deve o facto, de imediato, ser comunicado ao secretariado de exames, devendo os itens serem transcritos para nova folha de prova, por princípio, após o final da prova. As folhas inutilizadas provenientes das situações descritas nos n.ºs anteriores são entregues no Secretariado de Exames, conjuntamente com as provas recolhidas, para serem eliminadas. As folhas de rascunho não são recolhidas, já que não podem ser objeto de classificação. (Norma 2) 20 - DESISTÊNCIA DA REALIZAÇÃO DA PROVA O aluno não pode abandonar a sala antes do final do tempo regulamentar da prova, mesmo desistindo, antes do termo regulamentar da prova/tolerância. Em caso de desistência não deve ser escrita pelo aluno qualquer declaração formal de desistência. A prova é enviada ao agrupamento de exames, para classificação, ainda que tenha só os cabeçalhos preenchidos, à exceção das provas classificadas a nível da escola.

9 (Norma 2) 21- ABANDONO NÃO AUTORIZADO DA SALA Se, apesar de advertido, algum aluno abandonar a sala antes do final do tempo, os professores vigilantes, através do secretariado de exames, devem comunicar imediatamente o facto ao diretor da escola. O diretor toma as providências adequadas para impedir a divulgação da prova por parte do aluno referido no ponto anterior, nomeadamente, não permitindo que este leve consigo o enunciado, a folha de resposta e o papel de rascunho, assegurando que o aluno, em caso algum, volte a entrar na sala. Nesta situação, a prova é anulada pelo diretor, ficando em arquivo na escola, para eventuais averiguações. (Norma 2) 22- IRREGULARIDADES A ocorrência de quaisquer situações anómalas durante a realização da prova deve ser comunicada de imediato ao diretor, o qual decide do procedimento a adotar com comunicação ao JNE. A indicação de elementos suscetíveis de identificação do aluno implica a anulação da prova pelo JNE. Comentários despropositados, descontextualizadas ou desrespeitosas na prova, podem implicar a sua anulação. 9 (Norma 2) 23- FRAUDES Os alunos não podem ter consigo qualquer sistema tecnológico não autorizado, ligado ou desligado, sob pena de anulação da prova. A prova é anulada a quem cometa, tente cometer ou seja cúmplice de qualquer fraude, não podendo esses alunos abandonar a sala até ao fim do tempo da sua duração. A suspeita de fraude levantada em qualquer fase do processo de provas e exames ou que venha a verificar-se posteriormente implica a suspensão da eventual eficácia dos documentos entretanto emitidos, após a elaboração de um relatório fundamentado em ordem à possível anulação da prova, na sequência das diligências consideradas necessárias. A anulação da prova, no caso a que se alude no número anterior, é da competência do Presidente do JNE, qualquer que seja a modalidade de prova/exame. (Norma 2) CAPÍTULO III - REAPRECIAÇÃO DA PROVA É da competência do JNE a reapreciação das provas de exame. Em caso de discordância da classificação atribuída, o aluno, quando maior, ou o seu EE, pode solicitar nos 2 dias úteis imediatamente seguintes ao da publicação da classificação, a consulta da prova, em requerimento próprio. A escola deve, nos 2 dias úteis seguintes, facultar a consulta da prova, cotações e critérios de classificação da mesma, com fotocópias desta documentação mediante o pagamento de encargos. Se, após a consulta, o interessado pretender a reapreciação da prova, deve entregar requerimento para esse efeito nos 2 dias úteis seguintes à data em que a prova lhe foi facultada, acompanhado obrigatoriamente de alegação justificativa e fazendo, no ato da entrega e mediante recibo, depósito da quantia de 25 (vinte e cinco euros). Se unicamente houver erro na soma das cotações, não é necessário a apresentação da alegação nem pagar qualquer quantia. A prova é reapreciada sempre na sua totalidade, independentemente do nº de questões invocadas.

10 A alegação deve indicar as razões que fundamentam o pedido de reapreciação, as quais só podem ser de natureza científica ou de juízo sobre a aplicação dos critérios de classificação ou a existência de vício processual. O pedido implica a suspensão da classificação inicialmente atribuída, sem prejuízo da sua utilização a título provisório para efeitos de introdução do processo de candidatura ao ES. A classificação que resultar do processo de reapreciação é aquela que passa a ser considerada para todos os efeitos, ainda que inferior à inicial, sem prejuízo do estabelecido no número seguinte. A classificação final da reapreciação pode ser inferior à classificação já atribuída. Não pode, no entanto, implicar a reprovação do aluno quando este já tiver sido aprovado com base na classificação inicial, sendo assim, a classificação final da reapreciação será convertida na mínima necessária para garantir à aprovação na disciplina. Caso se verifique diferença a 25 pontos em 200, entre a classificação proposta pelo professor relator e a classificação inicial da prova, o agrupamento de exames remete todo o processo ao coordenador do JNE, para as diligências prescritas no Regulamento. A classificação resultante da proposta do segundo professor relator passa a ser a classificação final da prova, após homologação pelo Presidente do JNE. Os resultados das reapreciações são afixados na escola na data pré-estabelecida, sendo por isso a partir de tal data que são contados todos os prazos consequentes. Do resultado da reapreciação pode ainda haver reclamação, dirigida ao presidente do JNE e apresentada na secretaria da escola, no prazo de 2 dias úteis a contar da data da afixação dos resultados da reapreciação. Esta recairá sobre as questões que foram objeto de apreciação, apresentadas ou não inicialmente pelo aluno. A decisão que recair sobre esta reclamação é definitiva, não sendo passível de qualquer outra impugnação administrativa. Devolvido o processo de reclamação ao diretor da escola pelo Presidente do JNE, a ocorrer no prazo máximo de trinta dias úteis contados a partir da data da apresentação da reclamação na escola, o diretor nomeia responsáveis de forma a atualizar os dados em função do resultado da reclamação e a enviá-los, por correio eletrónico, ao responsável do agrupamento de exames e ao JNE programas PFEB/ENEB/ENES. 1 0

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12 CANDIDATURA AO ENSINO SUPERIOR Podem candidatar-se os estudantes que satisfaçam, cumulativamente, as seguintes condições: Ter aprovação num curso de ensino secundário ou habilitação legalmente equivalente; Ter no exame da prova de ingresso uma classificação a 95 pontos, independentemente da nota da frequência; Ter uma nota de candidatura ao valor mínimo fixado pela faculdade; Ter realizado os pré-requisitos exigidos pelo curso que pretende ingressar; Possuir a ficha ENES 2015, a solicitar na secretaria da escola secundária. A candidatura à 1.ª, 2.ª e 3.ª fase do concurso nacional de acesso é apresentada pelo aluno, exclusivamente, através do sistema de candidatura online da DGES utilizando a senha de acesso que lhe foi atribuída. Os erros ou omissões cometidos no preenchimento do formulário de candidatura online, ou na instrução do processo de candidatura, são da exclusiva responsabilidade do candidato. 1 2 CLASSIFICAÇÃO DE EDUCAÇÃO FÍSICA (EF) No presente ano de 2014/2015 e seguintes, a classificação da disciplina de EF não é considerada para o cálculo da classificação final de curso do ensino secundário, a não ser que os alunos pretendam prosseguir estudos superiores nesta área. Os certificados de conclusão de curso do ensino secundário destes alunos devem averbar a disciplina de EF e respetiva classificação, apesar de, em caso algum, integrar o cálculo da classificação final de curso expressa no certificado. A ficha ENES destes alunos serão emitidas com e sem a incorporação da classificação da disciplina de EF, para posterior utilização no concurso de acesso ao ES. Os alunos que concluíram o ensino secundário em 2013/2014, ou anteriores, a classificação da disciplina de EF é considerada para o cálculo da classificação final de curso do ensino secundário, mesmo que no presente ano letivo pretendam efetuar melhoria de classificação de disciplinas já concluídas no ano transato ou, apenas para efeito de acesso ao ES, em anos letivos anteriores. CLASSIFICAÇÃO MÍNIMA NA NOTA DE CANDIDATURA As instituições de ES exigem uma classificação mínima na nota de candidatura. Só podem concorrer a um determinado par instituição/curso, os estudantes cuja nota de candidatura a esse par seja igual ou superior a esse mínimo. A exigência de classificação mínima na nota de candidatura é independente da exigência de um mínimo na classificação das provas de ingresso. PREFERÊNCIA REGIONAL A preferência regional consiste num benefício concedido pelos estabelecimentos de ES a alguns candidatos a quem é dada prioridade no acesso a determinados cursos, com base no seu local de residência. A comprovação é feita na Ficha ENES, não sendo necessários documentos adicionais; Traduz-se numa determinada percentagem do total de vagas, até um máximo de 50% que é reservada, na 1.ª fase do concurso, aos candidatos provenientes de determinado(s) distrito(s) situados na área de influência do estabelecimento de ensino. Estes candidatos passam assim a beneficiar de uma preferência em relação aos restantes, mesmo que eventualmente tenham uma nota de candidatura inferior.

13 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS CANDIDATOS A ordenação dos candidatos é feita por ordem decrescente da nota de candidatura, calculada utilizando as seguintes classificações: Classificação final do ensino secundário, com peso nunca inferior a 50%; Classificação das provas de ingresso, com peso nunca inferior a 35%; Classificação dos pré-requisitos quando exigidos, com peso nunca inferior a 15%. Para efeitos de acesso ao ES, as classificações dos exames nacionais como provas de ingresso são utilizadas sem arredondamento. Assim, se no exame tem 124 pontos, a classificação do exame, para efeitos de cálculo da classificação final no secundário, é de 12 valores; a classificação do exame, para efeitos de prosseguimento de estudos ou prova de ingresso, é de 124 pontos. 1 3 O preenchimento das vagas aprovadas está sujeito a um concurso organizado por cada instituição de ES privado. FUNCIONAMENTO DO CONCURSO NACIONAL Cada estudante pode concorrer a um máximo de 6 pares instituição/curso, por ordem de preferência. Em função da média do aluno e da média pedida pela faculdade, o aluno tem que ponderar bem a lista dos 6 pares/cursos/instituição, não expondo a colocação dos primeiros lugares a cursos para os quais tem uma média muito inferior, comparando os dados da candidatura do último ano. O concurso é efetuado online através do portal Neste portal os alunos devem pedir a senha de acesso, e apresentar o recibo do pedido quando se inscrevem para os exames. Durante o mês de maio a senha será enviada para o do aluno e poderá ser utilizada nas várias fases de candidatura ao ES. A colocação dos candidatos nas vagas fixadas é feita por ordem decrescente de preferências. A ordem de preferência dos cursos pode ser alterada livremente até ao último dia da data do concurso. Sempre que o resultado da reapreciação ou da reclamação de uma classificação de um exame nacional só seja conhecido após o fim do prazo da candidatura e dele resulte uma alteração da classificação do exame, é possível, até 3 dias úteis após a respetiva divulgação: a) A alteração das opções e/ou da ordem dos cursos da candidatura; Se o aluno não pretender alterar as opções, não necessita de realizar qualquer procedimento, sendo as classificações comunicadas oficiosamente pela escola. b) A apresentação da candidatura, pelos estudantes que só então reúnam condições para o fazer. Isto é, a classificação resultante do processo de reapreciação ou de reclamação produz sempre efeitos na candidatura apresentada. Os candidatos, que reúnam as condições já anteriormente referidas, podem concorrer às várias fases do concurso. Contudo, aos estudantes colocados na 1.ª fase que concorram à 2.ª fase e nela sejam colocados é automaticamente anulada a colocação na 1.ª fase e, consequentemente, a matrícula e inscrição realizadas. De igual modo, aos estudantes colocados nas 1.ª ou 2.ª fases que concorram à 3.ª fase e nela sejam colocados é automaticamente anulada aquela colocação e, consequentemente, a matrícula e inscrição realizadas. Os estudantes que pretendam ingressar num curso de uma instituição de ES privado estão sujeitos às mesmas regras a que estão sujeitos os candidatos ao ES público. As vagas são igualmente fixadas anualmente pelas próprias instituições e divulgadas antes do início da candidatura pela DGES.

14 PRÉ-REQUISITOS Os pré-requisitos são condições de natureza física, funcional ou vocacional, importantes para o acesso ao ES. Podem ser eliminatórios ou apenas para seriar os candidatos. Para saber se a candidatura a um determinado curso numa determinada instituição de ES está sujeita à satisfação ou realização de pré-requisitos deve consultar a instituição de ES, que define a data de realização, o conteúdo e o peso a atribuir-lhe. Os pré-requisitos que não exijam provas de aptidão física, funcional ou vocacional e que sejam de comprovação meramente documental, são entregues pelos candidatos no ato da matrícula no ES, sendo condição indispensável para a realização da matrícula e inscrição. NOTA: Este documento deve ser acompanhado de leitura da legislação relativa à avaliação (DL 139/2012, 5 julho, Portaria 243/2012, 10 agosto, Norma , o Despacho Normativo n.º5/2013, ) e ainda o endereço eletrónico com vária informação de instituições de ES e outras: 1 4

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