PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES ASSOCIADAS

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1 PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES ASSOCIADAS

2 PROGRAMA OPERACIONAL ASSISTÊNCIA TÉCNICA FEDER PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES ASSOCIADAS ÍNDICE 1. Enquadramento 3 2. O Programa Operacional Assistência Técnica FEDER Atribuições da Autoridade de Gestão do POAT FEDER Organização da Autoridade de Gestão 6 Pag. 3. Identificação das principais actividades susceptíveis a riscos de corrupção e infracções conexas 8 2

3 1. Enquadramento Integrando o Programa Operacional Assistência Técnica FEDER (POAT FEDER) o universo das entidades a quem a recomendação do Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) foi dirigida e tendo em conta que a gestão do Programa constitui uma estrutura de missão independente, apesar de integrada no Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional, IP (IFDR), procedeu-se à elaboração do presente Plano de Gestão dos Riscos de Corrupção e do POAT FEDER, com base na estrutura proposta na Recomendação 1/2009 do CPC. Neste contexto, importa proceder no seio deste Programa: a) À identificação dos riscos de corrupção e infracções conexas relativamente a cada área de actividade do Programa; b) À identificação das medidas implementadas ou a implementar para prevenir a sua ocorrência; Neste enquadramento, é de salientar que, tendo por base os Regulamentos nacionais e comunitários, foi criado um conjunto de disposições/orientações de gestão e circuitos, organizados sob a forma de Manual de Procedimentos da Autoridade de Gestão, a considerar por todos os intervenientes no processo de análise de candidaturas, decisão de financiamento, acompanhamento, execução e encerramento das operações financiadas pelo POAT FEDER. Para além deste manual, a Autoridade de Gestão, elaborou um manual de procedimentos dirigido aos beneficiários, que tem como objectivo fundamental informar os beneficiários acerca dos seus direitos e deveres e das condições de acesso ao Programa, bem como estabelecer um conjunto de regras e procedimentos a observar por estes, desde a instrução de candidaturas até ao encerramento das operações. Por outro lado, nos termos do artigo 71º do Regulamento (CE) n.º 1083/2006, foi elaborada a Descrição dos Sistemas de Gestão e Controlo do POAT FEDER, que inclui informação detalhada sobre o funcionamento e procedimentos da Autoridade de Gestão, bem como sobre os procedimentos da Autoridade de Certificação, da Autoridade de Auditoria e de outros organismos que efectuem auditorias sob a sua responsabilidade. Esta descrição mereceu parecer de conformidade por parte da Inspecção-Geral de Finanças e foi validada pela Comissão Europeia. Os documentos referidos, que discriminam detalhadamente as regras de actuação e funcionamento, constituem instrumentos de grande importância para diminuir o risco de actuações desviantes e de irregularidades daí derivadas. 3

4 Para além disso, o POAT FEDER está sujeito a acções de controlo constantes, executadas por entidades como a Inspecção-Geral de Finanças, o Tribunal de Contas, a Autoridade de Certificação e a Comissão Europeia. No que respeita à contratação pública, identificada como área de risco pelo CPC, é de referir que a estrutura do Programa depende administrativa e financeiramente do IFDR, pelo que apenas os processos de contratação específicos da actividade do POAT FEDER são despoletados pelo Secretariado Técnico, estando sujeitos à supervisão, autorização e formalização do IFDR. Ainda no que respeita à contratação pública, mas já no quadro dos financiamentos atribuídos, a aplicação da legislação sobre procedimentos de contratação pública por parte dos beneficiários constitui uma preocupação permanente no âmbito do sistema de controlo interno, ao nível das verificações de gestão. Relativamente à concessão de benefícios públicos considera-se que os riscos decorrentes de comportamentos de corrupção são muito reduzidos, tendo em conta que os beneficiários do Programa são exclusivamente Órgãos de Governação do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), e dos Programas Operacionais ou estruturas da Administração Central que assegurem o seu funcionamento jurídico-administrativo e, por outro lado, o sistema de atribuição e acompanhamento de financiamentos concedidos no âmbito do POAT FEDER está, como referido, fortemente regulamentado e procedimentalizado. 2. O Programa Operacional Assistência Técnica FEDER O POAT FEDER tem como objectivo propiciar as condições necessárias para a concretização da estratégia definida no QREN, assegurando a coordenação e monitorização estratégica do QREN, a coordenação e monitorização financeira do FEDER e Fundo de Coesão, a auditoria e controlo do FEDER e Fundo de Coesão, bem como a realização de acções transversais aos programas operacionais. O POAT FEDER enquadra as actividades necessárias para assegurar o funcionamento dos sistemas e estruturas de monitorização estratégica do QREN, o funcionamento dos sistemas e estruturas com competência em matéria de gestão e monitorização financeira do FEDER e do Fundo de Coesão, incluindo as actividades respeitantes ao exercício das competências de certificação e pagamentos do FEDER e Fundo de Coesão, o funcionamento dos sistemas e estruturas respeitantes à auditoria e controlo do FEDER e Fundo de Coesão, a realização de acções de natureza transversal aos programas operacionais, bem como as acções respeitantes à gestão, acompanhamento e controlo do Programa. 4

5 O POAT FEDER enquadra ainda as actividades necessárias ao encerramento dos anteriores períodos de programação, bem como as acções preparatórias do próximo período de programação. São beneficiários as seguintes entidades: Órgãos de Governação do QREN e dos Programas Operacionais ou estruturas da Administração Central que assegurem o seu funcionamento jurídico-administrativo; O Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional, IP (IFDR) Inspecção-Geral de Finanças (IGF) A dotação financeira do POAT FEDER corresponde a uma despesa pública de 101,3 M e a um montante FEDER de 86 M Atribuições da Autoridade de Gestão do POAT FEDER A Autoridade Gestão do POAT FEDER assegura o exercício das competências definidas nos regulamentos comunitários e na legislação nacional, designadamente no Decreto-Lei 312/2007 de 17 de Setembro, republicado pelo Decreto-Lei nº 74/2008 de 22 de Abril, destacando-se o seguinte: a) Assegurar que as operações são seleccionadas para financiamento em conformidade com os critérios aplicáveis e que cumprem as regras nacionais e comunitárias aplicáveis durante todo o período da sua execução; b) Verificar a elegibilidade das despesas declaradas pelos beneficiários, assegurando o cumprimento das regras nacionais e comunitárias e verificar que foram fornecidos os produtos/serviços co-financiados; c) Assegurar a criação e o funcionamento de um sistema informatizado de recolha e tratamento dos registos contabilísticos de cada operação financiada pelo PO, bem como uma recolha dos dados sobre a execução necessários para a gestão financeira, o acompanhamento, as verificações, as auditorias e a avaliação, bem como para a monitorização estratégica, operacional e financeira do QREN; d) Elaborar a Descrição dos Sistemas de Gestão e Controlo do PO; e) Elaborar e, após aprovação pela Comissão de Acompanhamento, apresentar à Comissão os relatórios anuais e finais sobre a execução do Programa; 5

6 2.2. Organização da Autoridade de Gestão De acordo com o artigo 55º do Decreto-Lei n.º 312/2007 as competências e responsabilidades da Autoridade de Gestão do POAT FEDER são exercidas pelo IFDR, assegurando, na sua organização, a segregação de funções imposta pelas normas nacionais e comunitárias. O princípio da segregação de funções é observado em três planos distintos: Nas funções exercidas pelo Gestor que é, por inerência, o Presidente do Conselho Directivo do IFDR, Na organização interna do Secretariado Técnico, Na relação institucional entre a Autoridade de Gestão e o IFDR. Tendo em vista assegurar a segregação entre funções exercidas na qualidade de Presidente do IFDR e na qualidade de Gestor, este delegou na Secretária Técnica o exercício das funções a que aludem as alíneas a) e b) do artigo 60º do Regulamento (CE) n.º 1083/2006, do Conselho, de 11 de Julho, respeitantes respectivamente à selecção de candidaturas e validação de despesa. Esta 6

7 delegação de competências concretizou-se através do despacho do Gestor n.º 1/2008 de 12 de Dezembro de A Autoridade de Gestão constitui uma estrutura independente do IFDR, no que diz respeito às funções a que alude o artigo 45º do Decreto-Lei n.º 312/2007, embora se apoie nos serviços desse Instituto, designadamente no que se refere ao apoio logístico, administrativo, financeiro e jurídico, desenvolvimento do Sistema de Informação do PO e implementação do Plano de Comunicação Conjunto do FEDER, do FUNDO DE COESÃO e do POAT FEDER. Descrição de funções A Autoridade de Gestão do POAT FEDER é composta pelo Gestor, por inerência, o Presidente do Conselho Directivo do IFDR e pelo Secretariado Técnico. O Gestor do Programa é o primeiro responsável da Autoridade de Gestão, com a capacidade exclusiva de decisão, superintendendo e decidindo sobre as propostas apresentadas pelo Secretariado Técnico. O Secretariado Técnico, coordenado pelo Secretário Técnico, tem por missão apoiar tecnicamente o Gestor no exercício das suas funções e competências, funcionando sob a responsabilidade deste, sendo especialmente responsável pela verificação e emissão de parecer sobre a aceitabilidade das candidaturas e validação da despesa. Devido às suas características e especificidades, a Autoridade de Gestão do POAT FEDER não apresenta uma estrutura baseada em unidades com funções específicas. Tendo em conta as competências da Autoridade de Gestão, o Secretariado Técnico é responsável pelos seguintes conteúdos funcionais: Análise de candidaturas; Análise de despesa/pedidos de pagamento, Controlo interno, Gestão financeira, Monitorização física e financeira Encerramento do Programa Operacional Assistência Técnica ao QCA III. As actividades respeitantes às áreas funcionais descritas são desempenhadas pelos elementos do Secretariado Técnico num regime de flexibilidade, sendo salvaguardada a segregação de funções 7

8 no que se refere à análise de candidaturas, por um lado, e à análise de pedidos de pagamento/verificação das despesas e verificações no local, por outro. No caso de ausência prolongada de um dos técnicos, as respectivas funções são exercidas pelo Secretario Técnico ou por cedência temporária de um técnico do IFDR. Constituição do Secretariado Técnico O Secretariado Técnico foi constituído em 18 de Dezembro de 2008, por despacho do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, com a seguinte composição: 1 Secretário Técnico, 3 Técnicos Superiores e 1 Assistente técnico. Com esta composição, o Gestor ficou ainda com a disponibilidade de recrutar adicionalmente mais 1 técnico superior, em momento que o justifique. À data do presente documento, o Secretariado Técnico é constituído pela Secretária Técnica, por 3 Técnicos Superiores e 1 Assistente Técnico. 3. Identificação das principais actividades susceptíveis a riscos de corrupção e infracções conexas Dada a natureza do programa operacional, e a concessão de benefícios públicos, identificam-se como principais actividades do POAT FEDER: Analisar e seleccionar candidaturas ao POAT FEDER; Analisar e validar pedidos de pagamento/despesas; Realizar acções de verificação no local; Emitir ordens de pagamento a favor dos beneficiários do Programa. A identificação de situações potenciadoras de riscos, bem como das respectivas medidas de controlo interno encontra-se sistematizada seguidamente: 8

9 Principais Actividades Risco identificado Qualificação do Risco Mecanismos de controlo interno Divulgação das condições de acesso a financiamento Favorecimento Improvável - No site do POAT FEDER constam os Manuais de Procedimentos da Autoridade de do POAT FEDER e da Gestão e dos beneficiários, bem como a regulamentação respectiva execução nacional e comunitária - Requisitos de análise definidos no Regulamento Geral do FEDER e Fundo de Coesão, no Regulamento de Acesso a Financiamento do POAT FEDER e nos Manuais de Procedimentos da Autoridade de Gestão e dos Beneficiários; - Procedimentos descritos na Descrição dos Sistemas de Gestão e Controlo do POAT FEDER, objecto de parecer de conformidade pela IGF e validada pela CE. - Check-lists de controlo sobre todos os requisitos exigidos; - Todo o processo é efectuado através do Sistema de Informação SIAG POAT FEDER, desde a submissão pelos beneficiários até à análise e tomada de decisão. Análise das candidaturas submetidas ao POATFEDER: parecer e decisão sobre as propostas Favorecimento Fraco - Assegurada a segregação de funções entre quem analisa a candidatura e emite parecer técnico e, posteriormente, quem acompanha a execução dessas candidaturas; - Diversos níveis de intervenção até à decisão final desde proposta de decisão do técnico que analisa, até ao parecer e decisão da Secretária Técnica, usando as competências delegadas pelo Gestor; - Segregação de funções: tendo em conta que o Gestor do POAT FEDER, que é, por inerência, o Presidente do IFDR, delegou na Secretária Técnica o exercício das funções a que aludem as alíneas a) e b) do artigo 60º do Reg. (CE) 1083/2006 respeitantes, respectivamente à selecção de candidaturas e validação de despesa; - Todo o trabalho desenvolvido está sujeito ao controlo de organismos externos independentes como Inspecção- Geral de Finanças, o IFDR (Autoridade de Certificação), Tribunal de Contas e a Comissão Europeia. 9

10 Principais Actividades Risco identificado Qualificação do Risco Mecanismos de controlo interno - Procedimentos definidos no Manual de Procedimentos da AG; - Procedimentos descritos na Descrição dos Sistemas de Gestão e Controlo do POAT FEDER, objecto de parecer de conformidade da IGF e validada pela CE; Circuitos de pagamentos aos beneficiários de operações aprovadas pelo POAT FEDER Favorecimento Improvável - Os pagamentos propostos pelo técnico são verificados pelo Secretário Técnico e autorizados pelo Gestor; - Os pagamentos aos beneficiários são efectuados pelo IFDR, mediante registo do pedido de pagamento no Sistema de Informação da Entidade Pagadora SIEP; - Todo o processo de análise e decisão é realizado através do SIAG POAT FEDER. - Procedimentos definidos no Manual de Procedimentos da AG; - Procedimentos descritos na Descrição dos Sistemas de Gestão e Controlo do POAT FEDER, objecto de parecer de conformidade da IGF e validada pela CE; - Todos os pedidos de pagamento estão sujeitos a verificações administrativas; - Check-lists para validação das despesas, incluindo Verificações administrativas dos pedidos de pagamento: check-list específica para verificação dos procedimentos de contratação pública; assegurar a regularidade e legalidade das despesas apresentadas pelos beneficiários Favorecimento Fraco - Todo o processo, desde a submissão à análise e validação, é realizado através do sistema de informação SIAG POAT FEDER; - Assegurada a segregação de funções: análise de candidatura/análise de despesa; - A secretária técnica verifica a análise do técnico e valida a despesa, usando as competências delegadas pelo Gestor; - Todo o trabalho desenvolvido está sujeito ao controlo de organismos externos independentes como Inspecção- Geral de Finanças, o IFDR (Autoridade de Certificação), Tribunal de Contas e a Comissão Europeia. 10

11 Principais Actividades Risco identificado Qualificação do Risco Mecanismos de controlo interno - Procedimentos definidos nos Manuais de Procedimentos da AG; - Procedimentos descritos na Descrição dos Sistemas de Gestão e Controlo do POAT FEDER, objecto de parecer de conformidade da IGF e validada pela CE; Verificações no local: verificar o efectivo - Utilizadas Check-lists específicas para verificações no local; fornecimento dos bens e serviços, a regularidade dos registos respeitantes à operação e a regularidade da despesa. Favorecimento Fraco - Assegurada a segregação de funções: análise de candidatura/verificações no local; - Verificação do trabalho efectuado pelo Secretário Técnico e validação do Gestor; - Registo de todo o processo no SIAG POAT FEDER, incluindo o acompanhamento do cumprimento das recomendações efectuadas; - Todo o trabalho desenvolvido está sujeito ao controlo de organismos externos independentes como Inspecção- Geral de Finanças, o IFDR (Autoridade de Certificação), Tribunal de Contas Nacional e a Comissão Europeia. 11

12 FICHA TÉCNICA Título: Plano de Gestão dos Riscos de Corrupção e do POAT FEDER Versão: 1.0 Autoria: Secretariado Técnico do POAT FEDER Editor: Secretariado Técnico do POAT FEDER Data de edição: Setembro de

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