Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo no Brasil

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1 Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo no Brasil Pesquisa periódica de perspectivas das empresas brasileiras sobre o mercado de créditos de carbono e Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo 3ª edição Novembro de 2009

2 PricewaterhouseCoopers Índice Sumário Executivo 3 Carta do Secretário 4 Carta da PricewaterhouseCoopers 5 Carta CEBDS 6 Introdução 8 Consulta às empresas 9 Perfil das empresas 9 Compensação das emissões 10 Conhecimento de oportunidades de Projetos de MDL 10 nas áreas de atuação das empresas Utilização da receita obitidaa de projetos de MDL 12 Consulta às instituições representativas (associações e cooperativas) 21 Perfil socioambiental das instituições consultadas 22 As instituições brasileiras e o mercado de carbono 23 Consulta às instiuições financeiras 27 Perfil socioambiental das instiuições financeiras 27 Conclusão 31

3 Sumário executivo No terceiro trimestre de 2009, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a PricewaterhouseCoopers e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) realizaram a terceira rodada de consulta a empresas e entidades representativas e financeiras visando avaliar as percepções sobre o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e o mercado de carbono no Brasil. O objetivo dessa consulta periódica ao setor privado é colher subsídios para a elaboração e o constante aprimoramento das políticas públicas de fomento para a realização de projetos de MDL no Brasil A pesquisa de 2009 envolveu 166 organizações, entre empresas, instituições financeiras, associações e cooperativas. Entre a maioria das empresas consultadas, 67% indicaram ter um faturamento superior a R$ 200 milhões, caracterizando-se, assim, como de grande porte; a maioria destas atua nos setores de energia, agronegócios e papel e celulose. 94% das empresas consultadas consideram os impactos da mudança climática global estratégicos ou relevantes para o futuro de seus negócios. 60% das empresas nunca realizaram inventário de suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE); comparado, no entanto, ao resultado apurado na pesquisa realizada em 2008, esse dado revela um aumento de 23% no número de empresas que passaram a realizar esse inventário. 80% das empresas consultadas em 2009 afirmaram conhecer as atividades de suas concorrentes internacionais no mercado de carbono, confirmando a tendência crescente verificada nas pesquisas anteriores: 48% em 2006 e 64% em As instituições representativas (associações e cooperativas) passaram a ver o mercado de créditos de carbono como um fator capaz de viabilizar projetos de investimentos e melhoria do desempenho socioambiental. A demanda das organizações associadas a essas instituições cresceu 16% em relação a 2006, porém a quantidade de instituições que recebeu demanda relativa à compra e à venda de crédito de carbono diminuiu de 14% em 2006 para 8% em Para as instituições financeiras, a percepção do papel do mercado de carbono não se alterou desde 2006, já que a maioria ainda considera como suas principais funções financiar projetos e comercializar créditos de carbono.

4 Carta do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio Exterior Carta do Secretário A mudança global do clima é um assunto que ocupa espaço crescente nas agendas governamentais ao longo das duas últimas décadas, na medida em que eventos climáticos extremos se multiplicaram em frequência e intensidade. As dúvidas passadas sobre a origem antropogênica dessas mudanças climáticas foram eliminadas por diversos estudos científicos, conforme demonstrado nos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), e não são mais obstáculos para que se tome atitudes. Para combater essas mudanças climáticas, será necessário produzir transformações estruturais na economia internacional. O Brasil tem condições para se adaptar com sucesso à Economia de Baixas Emissões de Carbono, resultante desses esforços. O principal desafio para a adaptação da maioria dos demais países a esse futuro de baixas emissões, a descarbonização das fontes de energia, já foi resolvido graças à nossa natureza de grande país tropical e aos nossos investimentos passados em energias renováveis, sobretudo na geração hidroelétrica. O Brasil tem se destacado como importante ator no combate à mudança climática, principalmente na implementação de instrumentos inovadores do regime internacional, como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Foi o primeiro signatário do Protocolo de Quioto a estruturar sua Autoridade Nacional Designada, responsável pela análise de projetos de MDL. Ao longo dos anos, o País tem mantido o terceiro lugar em número de atividades de projetos aprovados no mundo. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) tem participado ativamente desses esforços, atuando, desde 2004, para estruturar o mercado de carbono no Brasil e criar um ambiente de negócios favorável para o seu desenvolvimento. Resultado desses esforços foi a criação, em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), composto de um Banco de Projetos e um Sistema de Leilões de créditos de carbono. O atual momento de definição do futuro do regime internacional de combate à mudança climática demanda o envolvimento e o engajamento de todos os setores produtivos em direção ao desenvolvimento sustentável da indústria brasileira. No setor industrial ainda existem inúmeras oportunidades de melhoria dos processos industriais e para o desenvolvimento e a adoção de tecnologias de baixo carbono adaptadas às características específicas dos nossos sistemas produtivos, e os mercados globais de carbono ainda serão importante fonte de recursos e transferência tecnológica para esses objetivos. Dessa forma, a terceira edição da pesquisa de consulta ao setor privado sobre o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, que é realizada bienalmente, foi efetivada em 2009 com caráter de excepcionalidade, justificada pela realização da COP-15 (15ª Conferência das Partes da Convenção- Quadro das Nações Unidas) para identificar o comportamento do MDL no País e para obter subsídios para elaborar novas iniciativas de promoção do MDL. Armando de Mello Meziat Secretário do Desenvolvimento da Produção

5 Carta da PricewaterhouseCoopers As mudanças climáticas definitivamente fazem parte do novo cenário de desafios para o mundo corporativo e têm merecido especial atenção por representarem ameaças e oportunidades reais a todas as organizações. Globalmente, muitos investidores, banqueiros e seguradoras já incluem critérios quanto às mudanças climáticas para avaliação de empresas, o que afeta o seu valor de mercado, o acesso ao capital e a sua capacidade de gerenciamento de riscos. As organizações têm de estar preparadas para enfrentar as ameaças que as mudanças climáticas representam para os seus negócios, atendo-se às restrições legais, aos riscos financeiros, operacionais, de perda de confiança de investidores e consumidores, bem como de espaço para seus competidores mais visionários. Os líderes empresariais precisam alinhar estratégias de mitigação dos impactos com suas atividades, buscando o equilíbrio de suas ações, a transparência e a prestação de contas para a sociedade, fortalecendo a relação de confiança com seus stakeholders, aumentando a sua credibilidade e melhorando a posição competitiva da organização com relação aos seus pares. No ano passado, a crise financeira global colocou em xeque a solidez das organizações, evidenciando a necessidade de transição para uma economia diferenciada da qual estamos acostumados. Isso porque não sabemos ao certo a magnitude dos impactos que uma crise ambiental pode causar nos modelos de gestão das corporações, em sua rentabilidade e sua perenidade. O Brasil tem se destacado cada vez mais no cenário internacional, e será sede, nos próximos anos, dos mais expressivos eventos esportivos globais, respectivamente a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas no Rio, em No momento em que a atenção do mundo estará voltada para o Brasil, o tema sustentabilidade e, mais especificamente, a redução de impactos relacionados ao aquecimento global deverão ser levados em consideração para que as mudanças necessárias para a viabilização desses eventos estejam alinhadas com uma futura e necessária economia de baixo carbono. É evidente que o número de empresas brasileiras que adotam a iniciativa de reduzir a quantidade de Gases de Efeito Estufa (GEE) por meio do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) está aumentando significativamente, e essa ferramenta já representa uma nova forma de fomentar projetos sustentáveis. Com o objetivo de identificar como o setor privado brasileiro vem se posicionando em relação ao mercado de carbono e ao desafio das mudanças climáticas, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a PricewaterhouseCoopers e o CEBDS, vêm realizando levantamentos com os mais diversos setores da economia. Essa terceira edição da pesquisa representa os esforços na divulgação de informações relevantes para tomada de decisão das empresas no que se refere a mercado de carbono, principalmente no atual momento, em que estamos prestes a vivenciar, em dezembro, a 15ª Conferência do Clima das Nações Unidas, em Copenhague, que tem por objetivo a renovação do Protocolo de Quioto. É com grande satisfação que estamos novamente apoiando e participando dessa iniciativa. Entendemos este documento como uma importante contribuição à sociedade, que, certamente, se tornará uma referência para todos aqueles que pretendem contribuir para o desenvolvimento sustentável Rogério Roberto Gollo Sócio PricewaterhouseCoopers.

6 Carta CEBDS O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) participa pela segunda vez deste importante projeto - que vai para sua terceira edição-, capitaneado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com a participação da PricewaterhouseCoopers. Na pesquisa anterior, colaboramos introduzindo diversas questões que auxiliaram o CEBDS e seus parceiros no processo de adaptação à ferramenta GHG Protocol no Brasil. A ferramenta trazida para o Brasil pelo CEBDS em parceria com a FGV/SP é uma metodologia desenvolvida pelo World Business Council on Sustainable Development (WBCSD) e pela World Resources Institute (WRI) e consagrada nas empresas para medir as emissões de gases de efeito estufa. No entanto, como na fase inicial de desenvolvimento desta metodologia contávamos com a adesão de poucas empresas, foi bastante oportuno ouvirmos as expectativas de um público potencial para o uso da ferramenta. Além disto, lançamos a pesquisa em evento que realizamos na COP 14, em dezembro de 2008, na Indonésia. Nesta edição, decidiu-se, junto com os representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da PricewaterhouseCoopers, antecipar em um ano a realização da pesquisa para, desta forma, analisar as expectativas da indústria para o período pós Desta maneira, foi possível, com os resultados obtidos, subsidiar nossos negociadores e os formuladores das políticas públicas em relação a questões importantes tais como a preocupação com metas para o segundo período de compromisso por parte dos países em desenvolvimento (pós 20120), as expectativas em relação ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REED), entre outros temas. Com base na experiência acumulada em mais de dez anos de atividade, a Câmara Temática de Energia e Mudança do Clima do CEBDS (CTClima) prestou sua colaboração ao produzir perguntas, interpretar respostas e, assim, avaliar o estágio de compreensão de nossos gestores, além de fornecer elementos para a adequação das políticas públicas. Como associação que representa hoje os mais expressivos grupos de empresas instalados no Brasil e como integrante da rede de 60 conselhos nacionais do WBCSD, o CEBDS tem norteado sua atuação nos princípios fundamentais da articulação equilibrada entre as três dimensões da sustentabilidade econômica, social e ambiental - e da parceria entre os setores-chave da sociedade governos, empresas e instituições civis.

7 Pesquisa MDL O resultado desta terceira pesquisa para avaliar a percepção de instituições dos setores produtivo e financeiro sobre Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e o mercado de carbono no Brasil reflete em boa parte a compreensão das empresas sobre as oportunidades deste mercado. Os números revelam, por um lado, uma quase unânime preocupação com os impactos das mudanças climáticas no futuro dos negócios. Contudo, por outro lado, demonstram que a maioria das empresas ainda não se capacitou para aferir os níveis de suas próprias emissões de gases de efeito estufa. Mesmo considerando o senso de urgência para a reversão da curva do aquecimento global, o descompasso contido na pesquisa deve ser visto de forma positiva. Afinal, o resultado desta terceira versão aponta para uma consistente mudança de tendência, quando observamos os números das duas pesquisas anteriores. Esta pesquisa demonstra também o envolvimento crescente de bancos e seguradoras, que, por meio de múltiplos mecanismos de mercado, estão induzindo os mais diversos segmentos produtivos do país a repensarem suas práticas. A conferência global da ONU na capital dinamarquesa tem o mandato para desenhar as negociações multilaterais com vistas ao período pós-2012, como previsto no Protocolo de Quioto. E, de uma forma ou de outra, as nações emergentes assumirão compromissos de reduzir e/ou mitigar emissões de gases de efeito estufa. Hoje há consenso de que entre todos os desafios sociambientais deste século, o aquecimento global é o que requer maior mobilização. Há ainda muito por fazer para estabilizar a elevação da temperatura média do planeta em 2 graus C, nível considerado seguro pela ciência para manter a vida no planeta estável. O estímulo à disseminação do MDL, do REED e do mercado de carbono está no rol das tarefas para pavimentar o caminho da transição a um modelo de desenvolvimento que garanta a sobrevivência dos negócios, dos recursos naturais e, em última instância, das pessoas. Contribuir para que alcancemos esse objetivo será o principal legado desta pesquisa, da qual o CEBDS teve a honra de participar. Beatriz de Bulhões Diretora Vice Presidente CEBDS Marina Grossi Diretora Coordenadora da CTClima 7

8 Pesquisa MDL Introdução A mudança climática tem emergido como uma das mais importantes questões ambientais, empresariais e políticas de nosso tempo. Por esse motivo, será realizada, em dezembro de 2009, na cidade de Copenhague, a 15a Reunião dos Países Signatários da Convenção do Clima, que tem como um de seus principais objetivos negociar as metas e os compromissos a serem incluídos no segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto. O primeiro período estende-se de 2008 a 2012 e, até o momento, propiciou redução da ordem de milhões de toneladas na emissão de gases causadores do efeito estufa. De acordo com o Protocolo, os países desenvolvidos podem cumprir parte de suas metas de redução da emissão de gases causadores do efeito estufa (GEE) pela aquisição de Reduções Certificadas de Emissão oriundas de projetos implantados em países em desenvolvimento por meio do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Os projetos de MDL visam à implantação de planos que contribuam para o desenvolvimento sustentável dos países aos quais não foram atribuídas metas de redução de emissões no âmbito do Protocolo de Quioto e que, ao mesmo tempo, em virtude do uso de tecnologias mais eficientes ou do aproveitamento de potencialidades locais, permitam a redução da emissão ou o sequestro de GEE. A recente crise financeira mundial levou a uma desaceleração da economia, com redução da produção industrial e, consequentemente, da quantidade de carbono emitida por grande parte dos setores da economia. Com isso, reduziu-se também a demanda por créditos nos mercados de carbono, levando a uma depreciação desse ativo. Existe, no entanto, uma perspectiva de recuperação do valor desses créditos, fundada na expectativa de bons resultados das negociações na COP 15 e nas políticas nacionais de mitigação de emissão de gases de efeito estufa mais ambiciosas por parte do Japão e dos países europeus, bem como no maior engajamento de importantes atores globais como os EUA e a China no regime internacional de combate à mudança global do clima. O Brasil mantém a terceira colocação entre os países que mais realizam projetos de MDL. Existem hoje 397 projetos aprovados e monitorados, que juntos podem promover redução da emissão de GEE da ordem de 350 milhões de toneladas de CO 2 equivalente, sendo o setor energético o que apresenta o maior número de projetos desenvolvidos. Para o Segundo Período de Compromisso do Protocolo de Quioto, espera-se o estabelecimento de metas de redução bem mais ambiciosas para os países desenvolvidos e uma participação mais ativa das economias emergentes, que hoje vêm se destacando com elevadas taxas de crescimento econômico e crescente participação nas emissões globais de gases de efeito estufa. Isso apesar de a própria Convenção do Clima reconhecer que as emissões per capita dos países emergentes deverão continuar a crescer, acompanhando o seu desenvolvimento socioeconômico. A necessidade de que as emissões globais de GEE sejam efetivamente reduzidas poderá, porém, conduzir ao estabelecimento de requisitos mais restritivos até mesmo para os países em desenvolvimento, o que reforça o papel que o Brasil deverá desempenhar nas negociações internacionais sobre o clima. Mesmo nesse novo cenário, o mecanismo MDL poderá continuar figurando como um elemento importante nas estratégias dos diferentes atores envolvidos nos esforços de redução das emissões de GEE. A presente pesquisa pretende contribuir para a estruturação de políticas públicas e estratégias empresariais que deem suporte a esses esforços. 8

9 PricewaterhouseCoopers Consulta às empresas Em 2009, foram consultadas 123 empresas, buscando-se manter, a exemplo do que foi feito nas versões anteriores da pesquisa, a representatividade dos diferentes setores da economia brasileira (figura 1). A pesquisa visou identificar potenciais participantes do mercado de carbono, avaliar a importância que as empresas atribuem ao tema, assim como identificar as dificuldades e limitações que, no entender das empresas, influenciam o desenvolvimento do mercado de carbono no Brasil Agronegócio Siderurgia Petroquímico Químico Energia Outros Papel e celulose Construção civil Alimentício Mineração Metalurgia Têxtil Automotivo Saneamento Embalagem Figura 1. Distribuição setorial das empresas consultadas. Perfil Socioambiental A exemplo do que foi feito nas edições anteriores da pesquisa, buscou-se também em 2009 enfocar empresas de grande porte, partindo do pressuposto de que as limitações e os obstáculos identificados por essas empresas afetam de maneira ainda mais severa as empresas de menor porte em seus esforços para a realização de projetos de MDL. A figura abaixo retrata o porte econômico das empresas consultadas e mostra que 67% das empresas participantes da pesquisa declararam ter faturamento superior a R$ 200 milhões (figura 2). 1% 7% 5% 67% 20% Até R$ 400 mil De R$ 400 mil a R$ 2 milhões De R$ 2 milhões a R$ 10 milhões De R$ 10 milhões a R$ 200 milhões Mais que R$ 200 milhões Figura 2. Distribuição das empresas segundo o faturamento. 9

10 Pesquisa MDL Compensação de emissões Quanto às atividades específicas voltadas para a mitigação da mudança do clima, 27% das empresas pesquisadas responderam que realizam compensações voluntárias de emissões de GEE. 25% desenvolvem atividades de florestamento e reflorestamento, enquanto 2% adquiriram créditos de carbono em mercados voluntários; 58% das empresas que participaram da pesquisa declararam não realizar nenhum tipo de atividade de compensação das emissões geradas (figura 3). 15% 2% 58% 25% Sim, atividade de florestamento ou reflorestamento Sim, compra de créditos de carbono em mercados voluntários responderam Figura 3. Atividades de compensação de emissões. Conhecimento de oportunidades de Projetos de MDL nas áreas de atuação das empresas Seguindo a tendência identificada em edições anteriores da pesquisa, o conhecimento sobre oportunidades de projeto de MDL entre as empresas consultadas tem aumentado, com 80% das empresas consultadas indicando conhecimento de oportunidades existentes no Brasil ou das atividades realizadas por suas concorrentes internacionais (figura 4). 42% 20% Sim, no Brasil 2% 36% Sim, nas concorrentes internacionais Sim, no Brasil e nas concorrentes internacionais Figura 4. Conhecimento sobre oportunidades de MDL no setor. 10

11 PricewaterhouseCoopers Em contraste com a edição anterior da pesquisa, em que 79% indicaram que realizavam ou pretendiam realizar projetos de MDL, na presente pesquisa, apenas 50% declararam envolvimento com projetos de MDL. Desse percentual, a maioria (87%) das empresas que realizaram projetos utilizou os serviços de consultores externos para a elaboração de seus projetos de MDL, indicando significativas oportunidades para as empresas especializadas na prestação desse tipo de serviço (figuras 5(a) e 5(b)). 50% 19% 68% 13% 50% Figura 5(a). Realização de projetos de MDL. Sim Equipe interna e consultor externo Equipe interna Consultor externo Figura 5(b). Quem desenvolveu o projeto de MDL. Questionadas sobre a importância do mercado de carbono para o futuro das empresas, 41% das empresas consultadas consideram esse instrumento econômico estratégico, 38% o qualificaram de relevante e 17% declararam o mercado de carbono pouco relevante para o seu ramo de atividade (figura 6). 4% 17% 41% Estratégico Relevante Pouco relevante 38% Insignificante Figura 6. Relevância do mercado de créditos de carbono. 11

12 Pesquisa MDL O MDL Programático é uma modalidade de mecanismo de desenvolvimento limpo que entrou em vigor em abril de 2007 e que permite criar e validar novos projetos em uma mesma metodologia já existente, agregando-os ao escopo do projeto já registrado. Como se trata, no entanto, de uma metodologia ainda recente, 54% das empresas declararam não conhecer ou não ter interesse nesse tipo de projeto. Também podemos ver que 70% das empresas que consideram realizar projetos de MDL Programático pretendem aplicá-lo na cadeia de fornecedores (figura 7(a) e 7(b)). 30% 30% 46% 46% 30% 30% 56% 56% Sim Sim Internamente Internamente 24% 24% tenho conhecimentos tenho conhecimentos sobre 14% sobre 14% MDL Programático MDL Programático Na cadeia Na de cadeia fornecedores de fornecedores Internamente Internamente e na cadeia e na de cadeia de fornecedores fornecedores Figura 7(a). Intenção de realizar Projetos de MDL Programático. Figura 7(b). Enfoque para os Projetos de MDL Programático. Utilização da receita obtida de projetos de MDL A pesquisa deste ano mostra que a receita proveniente de créditos vinculados a projetos de MDL é preferencialmente aplicada em projetos socioambientais ou utilizada para viabilizar investimentos, enquanto 38% indicaram que essa receita viabilizaria outros projetos de investimento da empresa (figura 8). 38% 46% Viabilizar projetos de investimentos Investimentos socioambientais Mitigar riscos 14% 2% Nenhuma das anteriores Figura 8. Utilização da renda advinda dos projetos de MDL. 12

13 PricewaterhouseCoopers Quanto à origem dos recursos financeiros para a realização dos projetos de MDL, 71% das empresas não recorrem a linhas de financiamento para o desenvolvimento de projetos de MDL (figura 9). 3% 16% 71% 10% Sim, na fase de elaboração (concepçãp, validação, registro) Sim, na fase de implementação (equipamentos, despesas operacionais) Sim, nas fases de elaboração e implementação Figura 9. Utilização de linhas de financiamento para projetos de MDL. As figuras abaixo apresentam a opinião das empresas consultadas, em relação aos fatores considerados limitantes ao desenvolvimento de projetos de MDL no Brasil, e a intensidade do impactos desses fatores em suas atividades. 10% 14% 7% 42% 17% 17% 26% 0 - se aplica 1 - Impacto baixo 1 - Impacto baixo 2 - Impacto razoável 2 - Impacto razoável 31% 3 - Impacto médio 4 - Impacto alto 36% 3 - Impacto médio 4 - Impacto alto Figura 10(a). Aspectos regulatórios. Figura 10(b). Aspectos tributários. 2% 7% 3% 11% 38% 26% 31% 0 - se aplica 1 - Impacto baixo 2 - Impacto razoável 31% 0 - se aplica 1 - Impacto baixo 2 - Impacto razoável 27% 3 - Impacto médio 4 - Impacto alto 24% 3 - Impacto médio 4 - Impacto alto Figura 10(c). Custos elevados. Figura 10(d). Falta de conhecimento técnico. 13

14 Pesquisa MDL 20% 7% 28% 31% 3% 11% 0 - se aplica 1 - Impacto baixo 31% 0 - se aplica 1 - Impacto baixo 2 - Impacto razoável 2 - Impacto razoável 25% 20% 3 - Impacto médio 4 - Impacto alto 24% 3 - Impacto médio 4 - Impacto alto Figura 10(e). Falta de divulgação. Figura 10(f). Indefinições em relação ao regime pós % das empresas pesquisadas consideram que a mudança global do clima é um assunto a ser tratado como estratégico ou relevante (figura 11). 4% 2% 57% 37% Estratégico Relevante Pouco relevante Insignificante Figura 11. Impacto da mudança global do clima. 46% das empresas pesquisadas consideraram os aspectos relacionados às mudanças climáticas como possível vantagem competitiva a ser considerada no planejamento estratégico, e 32% delas entendem que a implementação de projetos de MDL pode concretizar tal vantagem (figura 12). 20% 46% 2% Aspectos relacionados às mudanças climáticas Implementação de projetos de MDL Capacitação em projetos de MDL 32% Atuação no mercado de carbono Figura 12. Opções que podem ser consideradas como vantagens competitivas. 14

15 PricewaterhouseCoopers Consultadas sobre sua opinião quanto aos impactos esperados nas empresas caso o Brasil venha a ter metas de redução de emissão de carbono no futuro, 36% consideram a possibilidade de comércio de emissões como uma oportunidade econômica, enquanto um percentual significativo (35%) indicou não ter opinião formada sobre o assunto. Apenas 9% identificam essa hipótese como um problema que resultaria no aumento dos preços (figura 13). 20% 9% 36% Um problema, pois elevará os custos de produção Uma oportunidade, pois possibilitará a venda dos créditos excedentes no mercado 35% sabemos, pois não avaliamos essa questão Nenhuma das anteriores Figura 13. Impactos esperados nas empresas caso o Brasil venha a ter metas de redução de emissão de carbono no futuro. Empresas que realizam inventário de emissões somam 62% das entrevistadas. A quantidade de empresas que realizam inventários de emissões tem grande relevância, uma vez que tais inventários fornecem subsídios essenciais para a identificação de possíveis projetos de MDL (figura 14). 38% 62% Sim Figura 14. Realização de inventário de emissão dos GEE. Assim, sabendo da importância do inventário de emissões de GEE como ferramenta, as empresas foram consultadas sobre as metodologias utilizadas para a elaboração de seus inventários. 47% das consultadas que realizam inventário de emissões declararam utilizar a metodologia GHG Protocol Corporate Standard, enquanto 27% utilizam a metodologia IPCC, 14% utilizam metodologia própria e 10% empregam a norma ISO (figura 15). 2% 14% 47% 27% 10% GHG Protocol Corporate Standard Norma ISO Metodologia IPCC Metodologia própria responderam Figura 15. Metodologias utilizadas para a realização de inventários de emissões de GEE. 15

16 Pesquisa MDL Das empresas que declararam realizar inventário de emissão de GEE, 86% o fazem voluntariamente (figura 16). 2% 12% 86% Sim responderam Figura 16. Inventários de emissão de GEE realizados de forma voluntária. A identificação de oportunidades de redução da emissão de GEE e de melhoria da eficiência energética, assim como o aumento da competitividade e diferenciação em mercados estrangeiros ou nacionais, foram apontados pelas empresas como as principais motivações para a realização de inventários de emissão de GEE (figura 17) Estabelecer um ano-base para medir o desempenho ao longo do tempo Responder a questionamentos de investidores Identificar oportunidades para redução de GEE Identificar oportunidades para melhoria de eficiência energética Facilitar participação em mercados de carbono Publicar relatório a respeito das emissões de GEE Aumentar comtetitividade e diferenciação em mercados estrangeiros ou nacionais Melhorar imagem corporativa Adquirir experiência técnica em contabilização e gestão de GEE Nenhuma das anteriores responderam 4 1 Figura 17. Principais motivações para realização de inventários de emissão de GEE. 16

17 PricewaterhouseCoopers Para estabelecer os limites de abrangência dos inventários de emissão de GEE, 92% das empresas utilizam o critério do controle operacional (figura 18). 2% 2% 4% 92% Controle operacional Controle financeiro Participação acionária Nenhum dos anteriores Figura 18. Consolidação dos dados de controle da empresa para o inventário de emissões de GEE. Das empresas que realizam inventário de emissões de GEE, 45% o fazem há mais de três anos (figura 19). 2% 29% 45% 6% 18% Um ano Dois anos Três anos Mais de três anos informou Figura 19. Tempo de monitoramento de emissões. 81% dos inventários realizados por filiais de empresas internacionais são coordenados pelos escritórios nacionais. Pouco menos da metade (46%) das empresas que realizam inventários de emissão de GEE divulga seus resultados para os públicos interno e externo (figura 20). 4% 10% 16% 4% 46% 20% Sim, somente para público interno da empresa Sim, somente para a direção da empresa Sim, para público interno e para alguns segmentos do público externo Sim, para públicos interno e externo responderam Figura 20. Divulgação dos resultados dos inventários. 17

18 Pesquisa MDL Entre as 123 empresas que participaram da pesquisa, apenas 33% responderam ter algum plano de ação que inclua a cadeia de fornecimento na gestão da emissão de GEE (figuras 21(a) e 21(b)). 40% 40% 33% 33% 8% 8% 34% 34% Sim Sim 27% 27% responderam responderam Tem plano Tem de plano redução de redução de emissões de emissões Investe em Investe produtos em produtos e serviços e serviços desenhados desenhados para adaptar-se para adaptar-se aos efeitos aos da efeitos mudança mudança Figura 21(a). Avaliação do impacto de emissão de GEE, incluindo a cadeia de fornecimento. Figura 21(b). Qual ação foi tomada. As empresas apontaram entre as maiores fontes de emissão de GEE o consumo de combustíveis como principal fator de geração de GEE em seus negócios, indicado por 47% das entrevistadas. A participação dos combustíveis como fonte de gases de efeito estufa reduziu-se, no entanto, com relação ao resultado apurado em 2008, quando 58% das empresas apontaram o insumo como o maior responsável pela emissão daqueles gases (figura 22). 19% 47% 6% 2% 22% 4% Queima de combustível Disposição de resíduos (industriais, agrícolas) Transporte Uso de solventes tenho conhecimento Nenhuma das anteriores Figura 22. Principais fontes de emissão de GEE. Quanto ao suprimento de energia das empresas, 83% dos participantes da pesquisa indicaram que sua demanda por energia elétrica é suprida exclusivamente pela rede pública ou pela rede pública complementada por geração própria (figura 23). 17% 46% 37% Rede elétrica Geração compartilhada (rede+própria) Geração própria Figura 23. Suprimento de energia para as empresas. 18

19 PricewaterhouseCoopers A biomassa é o principal insumo energético utilizado pelas empresas para a geração própria de energia elétrica. Esse perfil oferece oportunidades para o desenvolvimento de projetos de MDL, uma vez que já existem metodologias aprovadas para iniciativas dessa natureza (figura 24). 8% 25% 17% 47% 3% Térmica a óleo Térmica a gás natural Térmica a carvão Biomassa Geração própria por hidrelétrica Figura 24. Opções para produção de energia própria. Quanto à intenção da mudança de equipamentos que utilizam combustíveis fósseis para combustíveis alternativos, 54% das empresas incluem em seus planos de investimento a substituição de equipamentos que consomem combustíveis fósseis intensivos em carbono por outros que utilizem combustíveis alternativos. Substituições dessa natureza também podem viabilizar a geração de créditos de carbono via MDL (figura 25). 46% 54% Sim Figura 25. Intenção de troca de equipamentos que utilizem combustíveis fósseis por combustíveis alternativos. Conforme apontado pelos dados coletados, 38% das empresas pesquisadas participam de alguma associação para acompanhamento e/ou discussão do tema carbono (figura 26). 38% 62% Sim Figura 26. Empresas que participam de alguma associação para acompanhamento e/ou discussão do tema carbono. 19

20 Pesquisa MDL 78% das empresas investem em projetos nas áreas de energias renováveis e eficiência energética, como forma de contribuir para um cenário de menores emissões de GEE (figura 27). 20% 2% 43% Empregos verdes Energias renováveis 35% Eficiência energética Nenhuma das anteriores Figura 27. Investimentos com o objetivo de contribuir para um cenário de emissões menores de GEE. Mas, mesmo estando entre as ações consideradas mais relevantes para a redução das emissões de GEE, os projetos de eficiência energética são apontados por 56% das empresas como o maior desafio para que se atinja um cenário de baixo carbono no futuro (figura 28). 1% 28% 56% Energias renováveis Empregos verdes 15% Eficiência energética Nenhuma das anteriores Figura 28. Maiores desafios para um cenário de baixo carbono no futuro. As principais atividades com as quais as empresas estão comprometidas para a redução das emissões de GEE são o uso de fontes de energia renovável, a eficiência energética e a introdução de modificações nos processos (figura 29). 14% 2% 27% 6% 22% 29% Energia renovável Eficiência energética Modificações de processo Sequestro de carbono há planos para reduzir as emissões responderam Figura 29. Projetos de mitigação de GEE. 20

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