MECANISMOS DE INSTITUCIONALIZAÇÃO

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1 Secretaria Nacional de Habitação lano Nacional de Habitação: Definição dos Arranjos Institucionais e do apel dos Agentes MECANISMOS DE INSTITUCIONALIZAÇÃO Consórcio julho de 2008 Via ública Brasília LabHab/FAUUS/FUAM Logos Engenharia

2 SUMÁRIO 1) Organização Institucional do Sistema Nacional de Habitação 2) Arranjos Institucionais e Alternativas de arcerias ropostos 3) Modelo Operacional 4) Recursos

3 Organizaç 1) Organiza ção Institucional do SNH - ATUAL IN S T Â NC IA C E N T R AL DE CO O R D E N AÇ Ã O C on sel ho das Ci da de s M INIS T É RIO D A S CID A D E S / S NH (co o rd en açã o ) M IN IST É R IO D O T R A B A LH O E E M RE G O M IN IST É RIO DA FA Z E N D A C on fe r ê nc ia Na c io n al C onse lho G e stor FN H IS C on se lh os E st ad ua is e D F de H ab it aç ã o e C o nse lho s do s F EH IS C ons elho C ur a dor FD S C ons elho C ura dor FG TS C on se lh o D e libe ra tivo FA T Ó r g ão s e Inst it uiç õ e s úb lic as r e g io nais, m e t r o po lit an as, E st a dua is c o m fu nç õ e s c o m ple m e nt ar e s o u afin s c o m ha bita ç ã o C o nfe r ê n c ia s M unic ip a is CO NTRO LE SO C IA L E AR T IC I A Ç Ã O BACEN C onse l ho M o ne tá ri o N a ci ona l C A IX A E C O N Ô M IC A FE D ER A L SN H M ( Ag e nt e O pe r a do r e f in an c e ir o d o s r e cu r so s d o FN H IS, d o FG T S, d o FD S, d o F AR - SNH I S) e fin anc e ir o d o s re c u r so s d e m e r ca d o ( SN HM ) C on fe r ê nc ias Es tad u ais Co ns e lho s M unic ipa is de H ab it aç ão e Co nse lh os do s F M H IS STN Ó r gã o s e I nstit uiç õ e s úb lic a s M un ic ip ais c o m f unç õ e s c o m p le m e nta r e s ou af ins c o m ha bit aç ã o AG ENTES RO M O T O R E S (p riv ad os, e p úbli co s n ão esta tais) IN ST Ã N C IAS SU B NA C IO N AIS D E C OO R D E N A Ç ÃO SN HM + S N H IS AG ENTES T É C N IC O S / R E ST A DO RE S D E SE R V IÇ O A G E N T E S R OM O T O R E S Ú B L IC O S AG ENTES FIN AN C E IR O S SNH IS UB L ICO A L VO Ó R G Ã OS CO M LEM ENTARES

4 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Deve-se buscar a organização institucional para o aprimoramento das seguintes funções: - Direção e Coordenação; - romoção Habitacional; - articipação e Controle Social; - Articulação intersetorial e intergovernamental; - Operação do SNHIS; - Capacitação e Assistência Técnica; - Monitoramento e Avaliação; e - Regulação e Fiscalização.

5 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES oder úblico FUNÇÕES Diagnóstico e Formulação da olítica Formulação de lanos, rogramas e Ações Execução dos rogramas e Ações Identificação de Beneficiários oder Local (Estadual ou Municipal) Adm. Adm. Direta Indireta Outras Esferas Conselhos Locais 3º. Setor (ONGs, Associações, Cooperativas, etc.) Setor rivado CE CE CE E CE S E E CE E CE S E E E Controle Social Integração e Articulação C Monitoramento e Avaliação C Regulação e Fiscalização CE E E C coordenação E execução participação S supervisão

6 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 1 - DIREÇÃO E COORDENAÇÃO ÚNICA EM CADA ESFERA DE GOVERNO Nível federal: coordenação estratégica do Sistema Nacional de Habitação; formulação de programas e linhas de ação habitacional; e incentivos aos estados que tiverem promovido a melhoria da gestão habitacional nos municípios situados em seu território.

7 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 1 - DIREÇÃO E COORDENAÇÃO Nível Estadual coordenação do sistema em nível estadual; formulação de políticas, diagnósticos e planos, constituição de conselhos e fundos e estímulo ao seu bom funcionamento e gestão; indução da implementação do SNH em seu território, coordenando as ações de DI; lanos Habitacionais: visando a consolidação dos municipais e resultante de concertação; e reservar às empresas de administração indireta um papel mais executivo, exclusivamente voltado às camadas de baixa renda.

8 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 1 - DIREÇÃO E COORDENAÇÃO Nível Municipal coordenação do sistema no município; formulação de políticas, diagnósticos e planos, constituição de conselhos e fundos e estímulo ao seu bom funcionamento e gestão; estímulo ao ingresso de novos agentes promotores (cooperativas e associações locais) e apoio com capacitação e assistência técnica; e desenvolvimento de suas capacidades institucionais.

9 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 2 - ROMOÇÃO HABITACIONAL Novos atores, cuja atuação deverá ser regulamentada associações e cooperativas. Aprimoramento da promoção pelos atuais atores Setor privado estimulado a ampliar atendimento ao público de HIS Função 3 - ARTICIAÇÃO E CONTROLE SOCIAL Conselhos Gestores Locais protagonistas - papel e funções deve ser melhor e permanentemente esclarecidos e explicitados.

10 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 4a - ARTICULAÇÃO INTERSETORIAL aprimorar articulação entre políticas urbanas e intersetoriais, e entre conselhos, reforçando esta função no Conselho das Cidades e nos conselhos locais; e Rede de instituições técnicas e tecnológicas - agentes técnicos do SNHIS.

11 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 4b - ARTICULAÇÃO INTERGOVERNAMENTAL Situação hoje: articulação entre governo federal e estadual ocorre por meio do Fórum dos Secretários Estaduais de Habitação e Desenvolvimento Urbano, de maneira informal, em reuniões mensais entre SNH e FNSHDU. roposta: Estabelecimento de agenda entre a SNH e o FNSHDU, que possibilite a interlocução permanente e regular entre os principais gestores do SNHIS para a coordenação do Sistema, especialmente no que se refere à promoção da melhoria das capacidades administrativas do setor público nos níveis subnacionais; e Reforço na participação dos municípios no Conselho das Cidades e sua articulação com os estados.

12 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 5 - OERAÇÃO DO SNHIS Estudo sobre a Caixa: seu papel, sua estrutura e sua capacidade operacional, na qualidade de agente operador exclusivo; Diversificação dos agente financeiros: bancos privados operando recursos do FNHIS, cooperativas de crédito, etc..

13 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 6 - CAACITAÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA voltadas a: atividades de autoconstrução dos grupos de renda mais baixa; estados e municípios na construção e implementação de suas políticas, planos, programas e projetos; e fortalecimento e estruturação de organizações comunitárias e organizações não-governamentais, voltadas à promoção de projetos habitacionais para população de baixa renda em sua montagem, viabilização e execução e na organização de grupos.

14 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 7 - REGULAMENTAÇÃO A ser exercida pelo MCidades/SNH, enfocando os seguintes temas: Conselhos Locais finalidades e regras de funcionamento; lanos Habitacionais análise qualitativa pelos conselhos locais; transformação dos planos em instrumentos legais; condicionalidades relacionadas ao não cumprimento de planos diretores; atuação de associações e cooperativas como agentes promotores e adequação da lei de cooperativas; e Assistência Técnica.

15 Organizaç FUNÇ 1) Organiza ção Institucional do SNH - FUN ÇÕES Função 8 - REGULAÇÃO TÉCNICA E FISCALIZAÇÃO Regulação técnica: colaborar na definição de requisitos mínimos para HIS em nível federal, induzindo o aprimoramento dos códigos de obras junto aos coordenadores dos sistemas de HIS locais (Estados, DF e municípios) e introduzindo requisitos desejáveis para a redução de custos sem o prejuízo de padrões de durabilidade, conforto termo-acústico e sustentabilidade ambiental. Fiscalização pode ser exercida pelo agente operador ou pela própria SNH e é importante instrumento de gestão da NH e da avaliação introdução de novos atores; Em discussão a legalidade de terceirizar esta função (TCU). ROOSTA: Criação de uma Instância de Regulação no âmbito do M Cidades/SNH.

16 SUMÁRIO 1) Organização Institucional do Sistema Nacional de Habitação 2) Arranjos Institucionais e Alternativas de arcerias ropostos 3) Modelo Operacional 4) Recursos

17 2) Arranjos Institucionais e Alternativas de arcerias GESTÃO DO SISTEMA Estrutura dos órgãos de coordenação e operação Central - estudo organizacional aprofundado da SNH/M Cidades e CEF, visando um re-desenho e redimensionamento Estrutura dos órgãos Estaduais e Municipais - Concebidas ou reconcebidas de acordo com os objetivos e estratégicos definidos nas políticas locais, para ser capaz de executar as funções indelegáveis: Formulação das políticas; lanejamento e coordenação da implementação dos instrumentos das política; Articulação e Integração; romoção do Controle Social e participação

18 2) Arranjos Institucionais e Alternativas de arcerias ROVISÃO HABITACIONAL Em provisão pública direta: ampliar a capacidade de contratar serviços e conduzir processos licitatórios; terceirização de gerenciamento de projetos Apoio a programas de auto construção: assistência técnica e capacitação rogramas de lote urbanizado: demandam grande esforço de administração dos beneficiários e supervisão dos projetos, bem como uma constante assistência técnica às famílias para construção ou ampliação das unidades habitacionais; (continua)

19 2) Arranjos Institucionais e Alternativas de arcerias ROVISÃO HABITACIONAL Reurbanização de favelas: aprimorar a articulação intersetorial e com as comunidades (negociações mais intensas e difíceis); Ocupações ilegais: apoio institucional para a efetivação da provisão de serviços e para legalização; e arcelamentos ilegais: parcerias com ONGs para negociações com as agências governamentais a fim de garantir segurança e provisão de serviços de infra-estrutura e consolidação geral dos parcelamentos.

20 SUMÁRIO 1) Organização Institucional do Sistema Nacional de Habitação 2) Arranjos Institucionais e Alternativas de arcerias ropostos 3) Modelo Operacional 4) Recursos

21 3) Modelo Operacional Agente Operador (CAIXA) CGFNHI S Mi nis tério das Cidade s Aprova regiment o Int erno do CGFNHI S e as dire trizes da s a çõ es pro gram áticas do FNHIS Divulgam NH e regras para operação d o FNHI S, programas e ações, ouvido o Concidades De fine e im plemen ta os procedime ntos op eracionais ne cessário s à aplicaçã o de recurso s do FNHIS Governos Esta duais, Di strital e Municipal (proponentes / agentes exec utores) Outros Agentes romotore s (Ass oci ações e Cooperativas) rodutores de Bens e resta dores de Se rv iços Ins tâncias de arti cipação e Controle Social Conselho Gestor dos Fundos Loca is úbli co Alv o Celeb ra Cont rato co m a Caixa pa ra q ue esta a tue com o Age nte Op erad or d o FNHIS Toma conhecimen to da cele bração dos Term os de A desão (via diário of icial) Celebram Termos d e Adesão, com p razos regulame ntado s pelo CGFNHIS Elaboram diagnósticos habita cion ais com base n os diagnó st icos seto riais, análises conjunturais e plan os diret ores locais Recebe m cópia dos lanos Habitacionais E lab oram lanos Habitaciona is Lo ca is In tegrados com lan os Dire tore s e lanos de outros setores articipam da Ela bora çã o dos lanos e aprova m Recebe m cópia da lei (S uperint endên cias Re gionais) ro movem le gislação cria ndo o s Fun dos Hab it acion ais e os Conselhos Gestores Locais articipam da Ela bora çã o dos rojetos de Lei Fo rmu lam progra mas e ações a rticipam da fo rmu lação Info rma Ministério das Cida des sobre cumprimento d os requ isitos da Lei Recebe I nformação sob re e vo lução do cumpriment o dos requisitos Seleciona prop ostas com b ase nos limites orçam entários, e no s critérios e nas dire trizes do CGFNHI S Elaboram propo st a, sob form a de co nsulta prévia, de acordo com os lanos elab orad os e encam inham para an álise e apreciação articipam da elab oração das p ropo st as (exceto para lano s) Elaboram p ropo st a, sob f orm a de consulta prévia, de acordo com os lano s ela bora dos e e nca minham para a nálise e apreciação Encaminh am à CEF do cu menta çã o técnica, instituciona l e juríd ica relativa à prop osta selecion ada Encam inha à CEF do cum enta çã o técnica, institucional e juríd ica relativa à proposta se le cion ada Ce leb ram Co ntra tos de Repa sse Celeb ram Con trat os de Repasse Recebe e ana lisa do cum enta çã o técnica, institucional e juríd ica d as pro postas selecio nadas Celebram Con trat os de Repasse Ve rificam cum prime nto d a exigência de pre enchiment o de ca dastro s sócio-eco nômicos Ca dastra m be neficiá rios no CadÚnico (e xceto para a ação Apo io à Elabo ração de lano s) De po sse da relaçã o dos b eneficiários finais, consulta Cad Ùnico e CADMUT p ara ve rifica r, re sp ect ivam ente, duplicidades de bene fício s e registro s de fina nciam ento s de imóveis obt id os e informa restriçõe s detectad as (exceto para Elaboração d e plano s) Rece bem in form ação Re ce bem inf orm ação Exe cu tam projeto s e ações de acord o com m etas d o lan o, b eneficiários selecio nados e do Contrato de Re passe, acom panha m e ava liam o p rocesso de imp la ntação e elaboram presta çõe s de conta e relat órios de gestão relativos à a plicação dos fund os lo ca is (anuais); Atualizam relação d e be neficiá rios ao final da im plantação Exe cut am p rojeto s de acordo com cont rato s d e re passe e b eneficiários selecionado s e elabo ram pre sta çõ es de con ta. At ualizam re la çã o de b eneficiários ao final da im plantação rom ove m execução orçam entário-finan ce ira do s cont rato s d e re passe e a com panh am e atestam a execução do ob je to da s con trat ações efet uadas Recebe, analisa, ad ota p rovidências necessárias à baixa da s prest de conta s parciais e fina is, a tualiza re lação final de benef iciados e elabora relatório de gestão do FNHIS Elabora informes ao Min. das Cida des sobre o andam ento dos projetos e encaminha docum entos n ecessários ao processo de a co mpan hame nto e avaliação d a execução e dos re su lt ados das a çõ es Recebe informes periódico s so bre o andam ento físico financeiro dos contratos d e repasse e rea liza o monitoramento e av aliaç ão da ge st ão do SNHIS Rece be Relatório de g estão ANUAL do FNHIS e encam in ha pa ra a provação do CGFNHIS Fornece info rm açõ es fidedigna s p ara ca dastro articipam na ge st ão do s recursos financeiro s Aprovam relatório s de ge stã o articipam na ge st ão do s recurso s f in anceiros restam serviços e Forn ece m Ben s Recebem aprovaçã o dos Relatórios de Gestã o e e ncaminham cópia LEGENDA: relações de pre cedência Apro va relat órios de gestão dos recursos FNHIS Recebe cópia dos relatórios de ge st ão apro va dos pelos Conselhos Efe tua m onitorame nto e avalia ção da im plantação da NHI S relações de participação tra nsmissão de informação t ransferênc ia de recursos

22 3) Modelo Operacional lanos Habitacionais: estabelecer condicionantes vinculando o uso dos recursos do Fundo à consonância dos projetos aos planos habitacionais e aos planos diretores locais; Ingresso de Novos Atores: criar mecanismos que garantam o ingresso de novos atores na promoção, na produção e no financiamento habitacional; Descentralização: mecanismos de repasse fundo a fundo, a partir da análise de planos locais e da avaliação da capacidade institucional dos gestores (estados e municípios) implantação gradativa com definição de patamares de DI. Incentivos financeiros para a evolução institucional, incorporando os critérios de distribuição de recursos; (continua)

23 3) Modelo Operacional Subsídios: promoção habitacional financiada com recursos de subsídio deve ter desenho operacional diferenciado, simplificado, com repasse direto (cheque-moradia, etc.); Regulamento Operativo: elaborar regulamentos completos, acessíveis e claros para orientar todos os atores com relação aos processos.

24 SUMÁRIO 1) Organização Institucional do Sistema Nacional de Habitação 2) Arranjos Institucionais e Alternativas de arcerias ropostos 3) Modelo Operacional 4) Recursos

25 4) Recursos HUMANOS recrutar, formar e capacitar quadros com quantidades e perfis adequados para todos os órgãos responsáveis pela gestão do sistema em todas as esferas. INFRA-ESTRUTURA TECNOLÓGICA E LOGÍSTICA adequada e suficiente (em todos os níveis) para abrigar as bases de dados e extrair delas elementos que permitam, ao longo do horizonte temporal do LANHAB, aferir novamente contextos e cenários, revisar o próprio LANHAB e monitorar e avaliar a implementação dos instrumentos da olítica descentralizada e capilar, esta infraestrutura tecnológica deverá permitir a coleta periódica de informações nos níveis subnacionais (estados e municípios).

26 CRÉDITOS MINISTÉ MINISTÉRIO DAS CIDADES Ministro de Estado Marcio Fortes de Almeida Secretá Secretária Nacional de Habitaç Habitação Inês Magalhães DIRETORA DO DETO. DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E COO. TÉ TÉCNICA Júnia Santa Rosa DIRETORA DO DETO. DE URBANIZAÇ URBANIZAÇÃO DE ASSENTAMENTOS RECÁ Á RIOS REC Mirna Quinderé Belmiro Chaves DIRETOR DO DETO DE RODUÇ RODUÇÃO HABITACIONAL Daniel Nolasco EQUIE TÉ TÉCNICA DA SECRETARIA NACIONAL HABITAÇ HABITAÇ ÃO Antônio César Ramos Cleber Lago do Valle Mello Filho Marta Garske Nelson Teixeira da Silva EQUIE DETO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E COOERAÇ COOERAÇÃO TÉ TÉCNICA Flávio Henrique Ghilardi Marcos Silva Monteiro Marina A. Cavalcante de Oliveira Miguel Lodi Carvalho Sandro Eli Malcher de Alencar Silvana Tamiazi CONSULTORIA FUNDAÇ FUNDAÇÃO JOÃO INHEIRO Bernadete Araújo Laura Maria Irene de Michelis Mendonça Sergio Azevedo CONSULTORIA CEDELAR Cintia Agostinho Eduardo Rios Neto Elzira Lúcia de Oliveira Gustavo Givisiez CONSULTORIA CEM / CEBRA Daniel Vazquez Eduardo Marques Marta Arretche Sandra Gomes EQUIE DE CONSULTORES DA SECRETARIA NACIONAL DE HABITA HABITAÇ ÇÃO Anaclaudia Rossbach Ana Lúcia Ancona Érika Araújo Vera Viana CONSULTORIA ELABORAÇ ELABORAÇ ÃO DO LANHAB: CONSÓ CONSÓRCIO VIA Ú ÚBLICA / LABHABLABHAB-FUAM / LOGOS ENGENHARIA GRUO DE ACOMANHAMENTO DO LANHAB ConCidades COORDENAÇ COORDENAÇÃO edro aulo Martoni Branco Nabil Bonduki Márcia aterno Joppert Luiz Henrique roença Rossella Rossetto Kazuo Nakano CONSULTORES Adauto Lucio Cardoso Celso etrucci Ceres rates Claudia Magalhães Eloy Ermínia Maricato Gustavo Zimmerman Maria Alice Accorsi Maria Lucia Refinetti Martins Nádia Somekh Raquel Rolnik Rinaldo Barcia Movimento opular: Ênio Nonato de Oliveira, Miguel Lobato Silva, Marcos Cosmo da Silva e Benedito Roberto Barbosa, Gerson Brito da Silva, Silvio José Gonçalves, Marli Aparecida Carrara Verzegnassi e Antonia de ádua Trabalhadores: Ângelo Marcos Vieira de Arruda e Jair edro Ferreira Empresários: Miguel da Silva Sastre e Mario William Esper ONGs: Leonardo Roque essina Bernini e Ricardo de Gouvêa Corrêa Entidades rofissionais, Acadêmicas e de esquisa: Haroldo inheiro Villar de Queiros e Eleonora Lisboa Mascia oder úblico Estadual: Carlos Eduardo Xavier Marun, Rosa de Fátima Soares de Souza, Afonso Bandeira Florence e Aleandro Lacerda Gonçalves oder úblico Municipal: Luiz Antonio Grechi Gheller, Jeconias Rosendo da Silva Júnior, Edison Bastos Gasparyni Junior e Fernando Guilherme Bruno Filho EQUIE TÉ TÉCNICA Alexandre Guerra Alexandre iero Ana Cristina Ferreira Anamélia Gomes de Carvalho Andréa Villela Annez Andraus Troyano Daniella Klintowitz Fernanda Costa Janaina Rangel Joyce Reis Luanda Vanucchi Luis Augusto Corá aulo Fernandes edro Cortez Renata Rocha Gonçalves

27 Secretaria Nacional de Habitação lano Nacional de Habitação: Definição dos Arranjos Institucionais e do apel dos Agentes MECANISMOS DE INSTITUCIONALIZAÇÃO julho de 2008 /

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