MECANISMOS DE CONTROLE SOBRE O PROCESSO DE ORÇAMENTAÇÃO PÚBLICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MECANISMOS DE CONTROLE SOBRE O PROCESSO DE ORÇAMENTAÇÃO PÚBLICA"

Transcrição

1 MECANISMOS DE CONTROLE SOBRE O PROCESSO DE ORÇAMENTAÇÃO PÚBLICA Dimas Enéas Soares Ferreira* Quando se fala em controle social se pensa imediatamente em prestação de contas, em responsabilização do poder público, em responsividade, em transparência e em accountability, entre outras coisas. Entretanto, como definir de forma clara e objetiva o que se convencionou chamar, na ciência política, de controle social? Falar em accountability é falar num atributo ou qualidade do Estado, isto é, o poder público deve estar sujeito a estruturas formais e institucionalizadas de constrangimento de suas ações à frente da gestão pública, assim ele se vê obrigado a prestar contas e a tornar transparente sua administração, publicizando suas ações e iniciativas de políticas públicas, bem como seus gastos orçamentários. Por outro lado, o controle social é um atributo ou qualidade da própria sociedade civil, que deve ser municiada e habilitada para acionar os mecanismos de interpelação junto à gestão pública, de modo que os cidadãos possam impedir que seus interesses sejam contrariados. Para tanto, é necessário não só estabelecer princípios legais e instituições que funcionem como instrumento de coerção do poder público, mas também que haja uma sociedade realmente capaz de controlar o poder público. Segundo Carvalho (2001), só recentemente o senso comum se apropriou do termo controle social, que pode ser entendido como um conjunto de processos e mecanismos de controle por parte da sociedade civil sobre as estruturas políticoinstitucionais do Estado. Esse controle só é possível quando ocorre a pressão, o constrangimento e a cooperação por parte dos atores sociais envolvidos no processo político (ABRAMOVAY, 2001). Assim, se alcança o controle social através de recursos legais e normativos, bem como através da cooperação e da educação política dos cidadãos. Na prática, é algo que está intimamente ligado à participação política popular na gestão pública, em especial aos processos de discussão, deliberação e implementação orçamentária, envolvendo outras formas de democracia, como a do tipo direta, a qual amplia bastante as inúmeras maneiras, formais ou não, da sociedade civil fiscalizar as instituições, sejam elas públicas ou privadas (SIMIONATTO, 2001). Numa democracia, a convivência cotidiana entre o Estado e a sociedade civil necessita de transparência, de forma que o diálogo institucional entre ambos se baseie no acesso por parte dos cidadãos às informações e aos dados referentes às ações públicas estatais. Logo, deve haver o comprometimento incondicional do Estado em manter sempre aberto o acesso a seus bancos de dados e às informações gerenciais para as pessoas comuns, as instituições, as ONGs, as associações, as entidades de classe etc. A cobrança sobre o governo será mais eficaz se houver livre acesso às informações gerenciais do Estado por parte da sociedade civil. Desta forma, quanto mais bem informada a população, mais condições de exercer efetivo controle social em relação aos gestores públicos (BARBOSA, 2001). Claro que também é preciso ressaltar que tipo de informação está sendo disponibilizada, a sua qualidade e, sobretudo, se a sociedade civil está preparada para usá-la eficazmente e se o Estado tem mesmo capacidade para

2 produzir informações de qualidade. Logo, não se trata apenas de abrir o acesso às informações. Além disso, as cobranças devem também recair sobre o Estado e sua máquina administrativa e burocrática, nunca somente sobre os atores políticos. Essa prática, já enraizada na sociedade brasileira, de centrar a cobrança exclusivamente sobre os políticos, especialmente quanto às suas ações à frente da gestão pública, ignora os compromissos que o Estado, como um todo, tem para com o bem estar da sociedade civil e para com o bom gerenciamento da coisa pública, mesmo que para isso seja necessário modificar sua própria estrutura político-institucional. Carvalho (2001) afirma que quando a prática do patrimonialismo permite ao agente público, seja ele burocrata ou político, se enriquecer ilicitamente através do poder que lhe é conferido ou com o dinheiro público, então a culpabilidade sobre tal ato não deve recair somente sobre o próprio agente público, enquanto personalidade individual, mas também a instituição estatal deve ser julgada, isto é, o próprio Estado deve ser repreendido, mesmo que seja com mudanças no seu establishment. Existem diversos mecanismos de controle sobre a peça orçamentária municipal. Segundo a Constituição Federal, há três agentes institucionais de controle privilegiados, quais sejam: o Poder Executivo, que deve fazer o controle interno; o Poder Legislativo, que se incumbe do controle externo, e os Tribunais de Contas, que exercem também o controle externo ex-post, em apoio ao papel constitucional da Câmara de Vereadores. Dessa maneira, o Poder Legislativo e o Tribunal de Contas fazem o controle procedural, isto é, controlam a legalidade constitucional dos processos de orçamentação municipal. A Câmara de Vereadores, principalmente, se concentra na constitucionalidade ou não das propostas orçamentárias, deixando de lado, em geral, o controle subjetivo [i] do Poder Executivo, não controlando se há adequação legal das propostas incluídas na peça orçamentária a suas respectivas dotações e implementações. Já o que se chama de controle subjetivo acaba sendo exercido mesmo é pela sociedade civil organizada, através de ONGs e outras instituições de caráter privado (CAMPELLO, 2003). Esse controle subjetivo, quando exercido efetivamente por estas instâncias da sociedade civil, conduz a um sensível aumento da accountability e, conseqüentemente, acaba contribuindo para fortalecer a democracia. Essa divisão do controle da administração pública em interno e externo pode ser entendida diferentemente: o controle externo feito pelos Tribunais de Contas e pelo Poder Legislativo também pode e deve ser exercido pela própria sociedade civil, especialmente quando ocorre o chamado controle social, um controle geralmente não institucionalizado e formalizado, usualmente de caráter social e participativo. Entretanto, esse controle social precisa de regulamentação formal por parte dos entes federativos (União, Estados e Municípios). Já os controles internos, da alçada do próprio Poder Executivo, em especial os municipais, na maioria dos casos não estão devidamente regulamentados, o que faz com que, sem qualquer mecanismo de controle interno, as administrações municipais fiquem sujeitas a se conduzirem como uma nau sem rumo ou à deriva, tornando-se presas fáceis das sanções impostas pelos mecanismos de controle externo (FACCIONI, 2001), que acabam impondo, de fora para dentro, um rumo a essa nau, como se a direção fosse definida não pelo próprio gestor público, mas pelas instituições externas ao Poder Executivo, isto é, Poder Legislativo e Tribunal de Contas.

3 (...) a função de controle não representa a legitimação da democracia e não revela as tendências modernizantes de abandono das normas clássicas, porque não se adequa à plena extensão dos direitos sociais, econômicos e culturais estabelecidos por uma nova construção da norma jurídica. A função de controle não acompanhou a última passagem histórica do Estado, que inaugurou uma sociedade democrática, cujos fundamentos incluem um controle participativo, transparente e efetivo (OLIVEIRA, 1994, apud CAMPELLO, 2003: 02). No Brasil, a cultura do controle social ainda é muito incipiente e enfrenta inúmeras dificuldades, como o baixo nível de confiança da sociedade civil na ação dos políticos e da burocracia, a dificuldade da população em ter acesso aos meandros da administração pública, a legislação extremamente complicada do ponto de vista da compreensão clara por parte do cidadão comum, a falta de uma prática de participação política popular, o baixo nível educacional do povo em geral, a pouca transparência e publicização dos atos políticos-administrativos, a ineficiência dos mecanismos formais de controle social (PESSOA, 1999). Entretanto, a partir de 1988, quando foi promulgada a chamada Constituição Cidadã, estabeleceu-se um novo modelo de Estado, em tese democrático de direito, fazendo com que esses obstáculos fossem sendo gradualmente removidos, apesar de ainda persistirem as velhas práticas clientelísticas, fisiológicas e patrimonialistas na gestão pública. A partir de 2000, passou a ser obrigatória a prestação de contas sobre todas as formas de gestão da coisa pública, através da Lei de Responsabilidade Fiscal. Dessa forma, instituíram-se novos mecanismos e instrumentos de controle social sobre os agentes do Estado e também sobre os agentes políticos à frente da execução de orçamentos públicos, em especial os municipais. Apesar disso, a sociedade civil no Brasil ainda conta com poucos instrumentos e/ou mecanismos de controle social (FACCIONI, 2001). Recentemente, foi institucionalizada mais uma instância de controle sobre o setor público, as chamadas controladorias, como a Controladoria Geral da União (CGU), que a partir de 2003, na gestão do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, passou a realizar sorteios semanais de administrações públicas municipais, que são então submetidas a uma rigorosa fiscalização de seus processos de orçamentação e gestão. Dessa forma, privilegia-se a rápida ação preventiva contra o desperdício, os desvios e os prejuízos no trato dos recursos públicos, na medida em que se exerce o controle sobre a gestão ainda em andamento, não esperando o seu encerramento para, então, analisar a correção das contas públicas, como ocorre hoje com os Tribunais de Contas. Segundo Fernandes (2001), existe também um importante instrumento de controle social que tem como objetivo alertar sobre possíveis desajustes ou ilegalidades na alocação dos recursos públicos por parte dos gestores. Trata-se de um instrumento preventivo que fica restrito ao âmbito dos Tribunais de Contas, qual seja: os seus Relatórios Resumidos da Execução Orçamentária, conforme parágrafo 3 o do artigo 165 da Constituição Federal. [ii] Ainda que sem muita publicização de seus procedimentos e sanções, representam um avanço no processo de controle social, mesmo que não consigam, de forma eficaz, impedir que as velhas e tradicionais relações institucionais

4 presentes no Estado brasileiro impeçam o controle social e accountability, porque efetivamente não possuem meios para evitar o conluio que se estabelece, muitas das vezes, entre os agentes políticos e a burocracia estatal. Przewoski (1999) afirma que existem três espécies de relacionamentos institucionais no interior do Estado, ou seja, existe uma relação direta entre os governos e os agentes econômicos privados quando se trata da regulação dos mais diversos setores econômicos, há também uma relação entre os agentes políticos e a burocracia estatal, em especial quando se pensa na supervisão dos atos políticos-administrativos, e, por fim, a relação que se estabelece entre os cidadãos comuns e o governo, o que pode indicar o nível de responsabilização do poder público pelos seus atos frente à administração da coisa pública. No caso do Brasil, os instrumentos e/ou mecanismos de controle social são muito mais ex-post do que ex-ante, isto é, quando se pensa em accountability, fica-se praticamente restrito à do tipo vertical, o que O Donnell (2000) chama de accountability vertical eleitoral (Electoral Vertical Accountability). Assim, a prestação de contas torna-se muito mais retrospectiva, restringindo o controle social a uma mera possibilidade dos cidadãos eleitores exercerem seu poder de veto à gestão pública, e aos seus respectivos agentes políticos, em eleições futuras. O ideal é que essa accountability pudesse ser muito mais prospectiva, permitindo o controle social ao longo de todo o processo de gestão pública e não somente no final. Claro que isso deve levar em consideração o enorme poder que a burocracia estatal possui para interferir nos processos de regulação e também decisórios. Logo, pensar em controle social significa pensar não só em controle sobre os agentes políticos, mas também sobre a burocracia do Estado. Os mecanismos atuais de controle social estão muito mais voltados para os agentes públicos e políticos, esquecendo-se do próprio Estado enquanto estrutura político-institucional que não fica sujeita aos mecanismos de controle, sejam eles legais ou sociais. Portanto, pensar em efetivo controle social significa pensar na construção de uma extensa rede de organizações da sociedade civil que trabalhem principalmente a formação democrática de opinião (GRAU, 1998) sobre temas de grande relevância para a sociedade, instigando o debate sobre os mesmos e, assim, construindo canais dialógicos e de pressão política sobre o Estado e seus agentes. Para tanto é preciso haver transparência e publicização da gestão pública. Enfim, a accountability, elemento básico do chamado controle social [iii], passa pela formação de um sem número de espaços públicos não estatais de auditoria e/ou controladoria das ações estatais. Missão que, até há pouco tempo, ficava restrita somente aos parlamentares, aos partidos políticos e aos meios de comunicação (CAMPELLO, 2003). O controle social, dessa forma, depende da ampliação da democracia e da participação político-popular. Não se pode, com isso, abrir mão dos agentes de controle social já existentes, institucionalizados e formais, que possuem suas atribuições de fiscalização estabelecidas por lei, como os Tribunais de Contas, as Casas Legislativas municipais e o Ministério Público. Além, é claro, dos agentes ditos sociais, como os meios de comunicação, as entidades de classe, as associações comunitárias e tantas outras. O alvo central dessa extensa rede de controle social deve ser a defesa intransigente do bem comum, buscando fomentar no seio da sociedade civil o debate, a participação, a pressão e a democracia direta. As audiências públicas passam, com isso, a ter um caráter de fundamental

5 importância para um efetivo controle social, tornando-se, assim, um ato menos político e mais administrativo, buscando-se a transparência sobre a gestão da coisa publica, mesmo ainda sendo muito formais e limitadas. Nelas se estabelecem momentos de alarme sobre situações de risco de perda da eficiência da administração pública em prejuízo do interesse coletivo, momentos de mobilização em torno de interesses coletivos, de discussão e debate, e de pressão sobre os poderes do Estado, isto é, Executivo, Legislativo e Judiciário. A rede de controle social envolvendo as instituições públicas e formais e as entidades públicas não estatais ligadas à sociedade civil deve, então, assumir as tarefas de monitoramento sobre os agentes políticos e sobre o Estado, principalmente através da mídia e da Câmara de Vereadores. Ela deve também exercer o papel de catalisador, juntando e mobilizando os diversos setores da sociedade civil interessados, além daquele de difusor, na medida em que publiciza os atos dos responsáveis pela gestão pública, tarefa também dos órgãos de imprensa não estatais. O passo mais difícil é convencer a sociedade civil de que é dela a incumbência de fomentar a criação dos mecanismos de controle social. Indicando que os processos de orçamentação municipal, quando submetidos ao controle social, tornam-se transparentes e voltados para os interesses coletivos da população. Essa característica dialógica, de constante permuta de informações entre a sociedade civil e o Estado, permite a construção de arenas de democracia direta dentro de um regime predominantemente representativo, onde a participação política popular, a prestação continuada de contas, a responsividade dos agentes políticos e da burocracia estatal transformam-se em requisitos básicos para um efetivo controle social. E, muito mais que isso, permite a consolidação da democracia brasileira. Um princípio fundamental da democracia é aquele que afirma que tudo que se refere ao Estado e a sua administração deve ser o mais transparente possível. Assim, todas as ações dos agentes políticos e da burocracia estatal devem ser publicizadas. Entretanto, essa prática ainda é muito tímida na democracia brasileira. Essa inexistência de total transparência do poder público faz com que a sociedade civil tenha grandes dificuldades para acompanhar o uso dos recursos públicos e também de participar da vida política e administrativa. Claro que algumas ações são dignas de louvor, como a abertura de canais de TV voltados para o acompanhamento das atividades legislativas e a informatização da administração pública, permitindo aos cidadãos consultarem via Internet o andamento dos processos de orçamentação em muitos municípios brasileiros, como os telecentros criados em Porto Alegre e São Paulo. Mas enquanto durar a idéia de que a sociedade civil não deve estar presente no cotidiano da gestão pública, a democracia brasileira continuará restrita. NOTAS [i] Trata-se de um controle subjetivo porque se prende muito na discussão e análise em torno do mérito político das propostas orçamentárias feitas pelo Poder Executivo, não sendo, portanto, objetivo no controle social, especialmente na análise da capacidade orçamentária do município para arcar com as propostas incluídas na Lei Orçamentária Anual (LOA).

6 [ii] De acordo com a Lei Federal n o 9.755, de , no caput do seu artigo 1 o reza: O Tribunal de Contas da União criará homepage na rede de computadores Internet, com o título contas públicas, para divulgação dos seguintes dados e informações: (...), inciso II, os relatórios resumidos da execução orçamentária da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Ainda no parágrafo 2 o, do inciso VI, diz: os relatórios mencionados no inciso II deverão estar disponíveis na homepage até sessenta dias após o encerramento de cada bimestre. Além disso, no que se refere às contas dos municípios, a Constituição Federal, no seu artigo 31, parágrafo 3 o diz: As contas dos Municípios ficarão, durante sessenta dias, anualmente, à disposição de qualquer contribuinte, para exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, nos termos da lei. (<http://www.milenio.com.br/siqueira/tr108.htm>). [iii] Ainda que a accountability seja um atributo ou qualidade do Estado e que o controle social seja um atributo ou qualidade da própria sociedade civil, o controle social prescinde de fundamentos e mecanismos da accountability, pois dificilmente os cidadãos conseguiriam intimidar a gestão pública sem participação política popular, sem influenciar na formulação da agenda pública, sem participar das discussões e deliberações públicas, sem acompanhar e fiscalizar a gestão pública, sem exigir a prestação de contas e, por fim, sem transparência e publicização. Portanto, apesar de accountability e controle social serem atributos de atores político-sociais diferentes, são fenômenos políticos interdependentes e intercambiantes. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS ABRAMOVAY, Ricardo. O capital social dos territórios: repensando o desenvolvimento rural. Disponível em: <http://www.dataterra.org.br/semce/abramovay.htm>. Acesso em 12 março BARBOSA, Sandra Pires. Direito à informação e controle social. Disponível em: <http://www.teiajuridica.com/gl/infcont.htm>. Acesso em 12 março CAMPELLO, Carlos Alberto Gabrielli Barreto. (2003), O controle social dos processos orçamentário e financeiro dos municípios. In: VIII Congresso Internacional Del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública, 2003, Panamá. CARVALHO, José T. (2001), Acessibilidade às informações do controle externo: um instrumento para o controle social do Estado. Disponível em: <http://www.tcu.gov.br>. Acesso em 12 março FACCIONI, Victor. Controle no Setor Público. Jornal Correio do Povo. 09 dez FERNANDES, Jorge U.J. O Poder Legislativo, o Tribunal de Contas e o controle da responsabilidade Fisc al. TCU, Brasília, Disponível em: <www.tcu.gov.br>. Acesso em: 12 mar GRAU, Nuria Cunill. (1998), Repensando o público através da sociedade: novas formas de gestão pública e representação social. Tradução de Carolina Andrade. Rio de Janeiro, Revan; Brasília, ENAP. O DONNELL, Guilhermo. (2000), Notas sobre várias Accountabilities. In: Borrador, Buenos Aires, Universidade Torquato Di Tella. PESSOA, Mário Falcão. Fundamentos para uma política de promoção da ética na administração pública. 1999, mimeografado.

7 PRZEWOSKI, Adam. (1999), Sobre o desenho do Estado: uma perspectiva agent x principal, in PEREIRA, L.C. Bresser e SPINK, Peter, Reforma do Estado e Administração Pública Gerencial, 3 a edição, Rio de Janeiro, Editora FGV. SIMIONATTO, Ivete. Crise, reforma do Estado e políticas públicas: implicações para a sociedade civil e a profissão. Disponível em <www.artnet.com.br/gramsci/texto1.html>. Acesso em 12 mar Resumo: O controle social dos processos de orçamentação pública apesar de ainda serem incipientes na recém implantada democracia brasileira vem assumindo um papel de fundamental importância para a gestão do Estado, principalmente porque impõem a accountability ao poder público, na medida em que exigem a prestação de contas por parte dos gestores públicos para a sociedade civil, a transparência e publicização das contas públicas, o acompanhamento e a fiscalização do processo de orçamentação pública e das ações dos gestores públicos, a discussão e a deliberação pública sobre a alocação de recursos públicos e, por fim, o poder da sociedade civil participar da elaboração da agenda pública. Palavras-Chave: Controle social, orçamentação pública, accountability, sociedade civil e prestação de contas. * Mestre em Ciências Sociais (Gestão das Cidades) pela PUCMinas. Professor pesquisador da Pró-reitoria de Pesquisa, Extensão, Cultura e Pós-graduação da UNIPAC. Autor de artigos na Revista de Ciência Política ACHEGAS.NET, no Jornal TABLADO da Unipac, no Jornal EXTRA-CLASSE do Sinpro-MG e no site <http://www.barbacenaonline.com.br/dimas>.

EXPERIÊNCIAS RECENTES DE CONTROLE SOCIAL SOBRE O PROCESSO DE ORÇAMENTAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL NO BRASIL

EXPERIÊNCIAS RECENTES DE CONTROLE SOCIAL SOBRE O PROCESSO DE ORÇAMENTAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL NO BRASIL SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA EXPERIÊNCIAS RECENTES DE CONTROLE SOCIAL SOBRE O PROCESSO DE ORÇAMENTAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL NO BRASIL Monografia apresentada ao XI Prêmio

Leia mais

O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS

O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS Luís Filipe Vellozo de Sá e Eduardo Rios Auditores de Controle Externo TCEES Vitória, 21 de fevereiro de 2013 1 Planejamento Estratégico

Leia mais

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo Contextualização Sumário - O Controle na Administração Pública - O Controle Externo - O Controle Interno O Controle Interno do Poder Executivo do Estado

Leia mais

Modernização da Gestão

Modernização da Gestão Modernização da Gestão Administrativa do MPF Lei de Responsabilidade Fiscal, Finanças Públicas e o Aprimoramento da Transparência Francisco Vignoli Novembro-Dezembro/2010 MPF - I Seminário de Planejamento

Leia mais

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Agnaldo dos Santos Pesquisador do Observatório dos Direitos do Cidadão/Equipe de Participação Cidadã Apresentação O Observatório dos Direitos

Leia mais

PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EIXO 1 Processo Histórico da Participação Popular no País: nossa cidade e territórios em movimento; Trajetória e

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

Amigos concurseiros, Administração Pública (Banca FGV)

Amigos concurseiros, Administração Pública (Banca FGV) 1 Amigos concurseiros, Tendo em visto a iminência da realização de mais um concurso para a Secretaria de Fazenda do Estado RJ (SEFAZ/RJ), vamos analisar as questões de Administração Pública que caíram

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE EXTERNO

O PAPEL DO CONTROLE EXTERNO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE GESTÃO FINANCEIRA I CICLO DE APERFEIÇOAMENTO EM GESTÃO FINANCEIRA O PAPEL DO CONTROLE EXTERNO Prof. Ariel Lopes Torres E-mail: ariel@unemat.br CÁCERES

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015.

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MORMAÇO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUÍS CARLOS MACHADO PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio

Leia mais

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO O presente estudo é resultado de uma revisão bibliográfica e tem por objetivo apresentar a contextualização teórica e legislativa sobre

Leia mais

COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE

COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 94, DE 2012 Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, com auxílio do Tribunal de Contas da União,

Leia mais

DEPARTAMENTO NACIONAL DE AUDITORIA DO SUS - DENASUS

DEPARTAMENTO NACIONAL DE AUDITORIA DO SUS - DENASUS DEPARTAMENTO NACIONAL DE AUDITORIA DO SUS - DENASUS 14 AUDHOSP Congresso Nacional de Auditoria em Saúde e Qualidade da Gestão e da Assistência Hospitalar Auditoria no SUS Adelina Maria Melo Feijão Águas

Leia mais

Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas. 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná

Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas. 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná O CONTROLE INTERNO NO BRASIL - SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE Atualizado em 12/11/2015 CLASSIFICAÇÕES E SISTEMAS DE CONTROLE CLASSIFICAÇÕES DO CONTROLE Quanto ao posicionamento do órgão controlador: Externo: exercido por um ente que

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Dispõe sobre a organização e a atuação do Sistema de Controle Interno no Município e dá outras providências. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

LUCIENI PEREIRA Auditora Federal de Controle Externo do TCU Professora de Gestão Fiscal Presidente da ANTC Diretora da CNSP

LUCIENI PEREIRA Auditora Federal de Controle Externo do TCU Professora de Gestão Fiscal Presidente da ANTC Diretora da CNSP LUCIENI PEREIRA Auditora Federal de Controle Externo do TCU Professora de Gestão Fiscal Presidente da ANTC Diretora da CNSP Fortaleza, 25 de novembro de 2015 combate à corrupção na gestão dos serviços

Leia mais

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República Participação Social como Método de Governo Secretaria-Geral da Presidência da República ... é importante lembrar que o destino de um país não se resume à ação de seu governo. Ele é o resultado do trabalho

Leia mais

A Importância de uma boa gestão, funcionamento dos Fundos e Conselhos dos Direitos do Idoso e da Criança e do Adolescente pelo Governo e a Sociedade

A Importância de uma boa gestão, funcionamento dos Fundos e Conselhos dos Direitos do Idoso e da Criança e do Adolescente pelo Governo e a Sociedade A Importância de uma boa gestão, funcionamento dos Fundos e Conselhos dos Direitos do Idoso e da Criança e do Adolescente pelo Governo e a Sociedade Civil Constituição Federal Art. 203 - A assistência

Leia mais

CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DO FUNDEB. Marcelo Augusto Sabbatini Passos Técnico Contábil MPGO Março/2009

CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DO FUNDEB. Marcelo Augusto Sabbatini Passos Técnico Contábil MPGO Março/2009 CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DO FUNDEB Marcelo Augusto Sabbatini Passos Técnico Contábil MPGO Março/2009 FISCALIZAÇÃO DO FUNDEB pelo órgão de Controle Interno no âmbito da União (Controladoria Geral da União

Leia mais

POR UM PLANO ALÉM DAS INTENÇÕES COM AÇÕES QUE MUDEM RADICALMENTE A REALIDADE

POR UM PLANO ALÉM DAS INTENÇÕES COM AÇÕES QUE MUDEM RADICALMENTE A REALIDADE POR UM PLANO ALÉM DAS INTENÇÕES COM AÇÕES QUE MUDEM RADICALMENTE A REALIDADE O PNE para 2001-2011 consolidou-se como uma carta de intenções. - Universalização do ensino fundamental - Ampliação significativa

Leia mais

NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Profa. Dra. Júnia Mara do Vale

NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Profa. Dra. Júnia Mara do Vale NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Profa. Dra. Júnia Mara do Vale Ad(preposição) + ministro,as,are(verbo) que significa servir, executar; para outros vem de ad manus trahere que envolve a idéia de direção

Leia mais

CIRLANE MARA NATAL MESTRE EM EDUCAÇÃO PPGE/UFES 2013

CIRLANE MARA NATAL MESTRE EM EDUCAÇÃO PPGE/UFES 2013 CIRLANE MARA NATAL MESTRE EM EDUCAÇÃO PPGE/UFES 2013 LEGISLAÇÃO E NORMA LEGISLAÇÃO GENERALIDADE PRINCÍPIOS; NORMA ESPECIFICIDADE REGRAS; CONSELHO DE EDUCAÇÃO: - CONTROLE SOBRE O CUMPRIMENTO DA LEI; - NORMATIZADOR

Leia mais

O que é uma administração transparente?

O que é uma administração transparente? O que é uma administração transparente? Uma prefeitura transparente É quela que respeita o cidadão Expõe as suas contas para toda a população Uma prefeitura transparente É aquela que publica seus atos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 9 17/10/2013 13:46 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.165, DE 29 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta o inciso I do art. 48 da Lei n o 6.450, de 14 de outubro

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE MIMOSO DO SUL GABINETE DA PREFEITA

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE MIMOSO DO SUL GABINETE DA PREFEITA PROJETO DE LEI Nº /2013 DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MIMOSO DO SUL, ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Título I Das Disposições Preliminares Art. 1º A organização

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013 Dispõe sobre a destinação dos recursos recuperados por meio de ações judiciais para o Fundo Nacional de Saúde e o Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA: uma proposta de redefinição. do papel do Estado na educação?

PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA: uma proposta de redefinição. do papel do Estado na educação? PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA: uma proposta de redefinição do papel do Estado na educação? O processo de implantação na rede municipal de ensino de Porto Alegre Dra. Vera Maria Vidal Peroni (Professora

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.272, DE 25 DE AGOSTO DE 2010. Regulamenta a Lei n o 11.346, de 15 de setembro de 2006, que cria o Sistema Nacional de

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno Notificação N 006/2006 ORIGEM: Memorando nº 86/2006 Departamento de Contabilidade

Leia mais

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias A ARTE DE GOVERNAR (segundo Matus) PROJETO DE GOVERNO SABER ARTICULAR GOVERNABILIDADE GOVERNANÇA Plano de Governo: Base do Planejamento

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA. Praça dos Três Poderes Senado Federal CEP: 70165 900 Brasília DF

COMISSÃO DIRETORA. Praça dos Três Poderes Senado Federal CEP: 70165 900 Brasília DF A estrutura administrativa do Senado Federal está dividida em três áreas que compreendem os órgãos superiores de execução, órgãos de assessoramento superior e órgão supervisionado. Conheça a estrutura

Leia mais

PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ

PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Art. 1 - A Política Estadual

Leia mais

FUNDO E ORÇAMENTO NA POLÍTICA DE ATENDIMENTO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE

FUNDO E ORÇAMENTO NA POLÍTICA DE ATENDIMENTO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE FUNDO E ORÇAMENTO NA EFETIVAÇÃO DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE Eugênia Aparecida Cesconeto 1 Política Social e Serviço Social INTRODUÇÃO O presente artigo tem por objetivo apresentar

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 A Constituição de 1988 criou a possibilidade de que os cidadãos possam intervir na gestão pública. Pela via do controle social, influenciam

Leia mais

o mpf/sp e a unifesp notas para a audiência pública

o mpf/sp e a unifesp notas para a audiência pública o mpf/sp e a unifesp notas para a audiência pública unifesp, 23.04.2009 tópicos conhecendo o mpf unifesp e administração pública atuação do mpf/sp na unifesp tutela de direitos coletivos defesa do patrimônio

Leia mais

Subseção I Disposição Geral

Subseção I Disposição Geral Subseção I Disposição Geral Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de: I - emendas à Constituição; II - leis complementares; III - leis ordinárias; IV - leis delegadas; V - medidas provisórias;

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL Brasília 2013 SUMÁRIO MOTIVAÇÃO DO RELATÓRIO... 3 INTRODUÇÃO... 3 INICIATIVAS DO SENADO FEDERAL PARA ADEQUAÇÃO À LEI DE

Leia mais

ANTONIO CARLOS NARDI

ANTONIO CARLOS NARDI ANTONIO CARLOS NARDI QUE DEMOCRACIA QUEREMOS? A conquista do estado democrático de direito na década de 1980 no Brasil, após longo período burocrático-autoritário, trouxe o desafio de construção de uma

Leia mais

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola 3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola João Ferreira de Oliveira - UFG Karine Nunes de Moraes - UFG Luiz

Leia mais

DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014

DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014 Institui a Política Nacional de Participação Social - PNPS e o Sistema Nacional de Participação

Leia mais

CONTROLADORIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PROF. MARCUS VINICIUS VERAS MACHADO (UFC) 13/11/2012.

CONTROLADORIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PROF. MARCUS VINICIUS VERAS MACHADO (UFC) 13/11/2012. CONTROLADORIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PROF. MARCUS VINICIUS VERAS MACHADO (UFC) 13/11/2012. Controle Conceito É a ação necessária para verificar se os objetivos, planos, políticas e padrões estão sendo

Leia mais

Gestão Financeira da Assistência Social Aula # 1 e 2. Fernando Brandão

Gestão Financeira da Assistência Social Aula # 1 e 2. Fernando Brandão Gestão Financeira da Assistência Social Aula # 1 e 2 Fernando Brandão Apresentação do Curso Objetivos da aprendizagem; Introdução ao planejamento público (Aulas # 1 e # 2) História do orçamento público;

Leia mais

CONTROLE INTERNO E EXTERNO

CONTROLE INTERNO E EXTERNO CONTROLE INTERNO E EXTERNO Base legal controle interno A lei n.º 4.320/64 preconiza em seu artigo 75: O controle da execução orçamentária compreenderá: I a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 866, DE 2015 (Do Sr. Izalci)

PROJETO DE LEI N.º 866, DE 2015 (Do Sr. Izalci) *C0052108A* C0052108A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 866, DE 2015 (Do Sr. Izalci) Cria o Fundo Nacional de Apoio ao Sistema Socioeducativo DESPACHO: ÀS COMISSÕES DE: SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA;

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios; autoriza a prorrogação de contratos temporários firmados com fundamento no art.

Leia mais

Controle Interno do Tribunal de Contas da União

Controle Interno do Tribunal de Contas da União Controle Interno do Tribunal de Contas da União Resumo: o presente artigo trata de estudo do controle interno no Tribunal de Contas da União, de maneira expositiva. Tem por objetivo contribuir para o Seminário

Leia mais

Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA

Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA Concurso de Auditor da Receita Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA I. A liderança, a direção e a gerência são um mesmo papel que necessariamente deve ser desempenhado pelo administrador. II.

Leia mais

Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento/CEFOR Especialização em Instituições e processos Políticos do Legislativo

Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento/CEFOR Especialização em Instituições e processos Políticos do Legislativo Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento/CEFOR Especialização em Instituições e processos Políticos do Legislativo Maria Amélia da Silva Castro A função controle exercida pelo parlamento: o papel

Leia mais

Das diretrizes gerais

Das diretrizes gerais PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Anderson Ferreira) Dispõe sobre o Estatuto da Família e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei institui o Estatuto da Família e dispõe

Leia mais

Autarquia. Administração Indireta. Figura sujeita a polemicas doutrinárias e de jurisprudência. Ausente na estrutura do Executivo Federal

Autarquia. Administração Indireta. Figura sujeita a polemicas doutrinárias e de jurisprudência. Ausente na estrutura do Executivo Federal Administração Direta Fundação Publica Direito Público Consórcio Público Direito Público Fundação Publica Direito Privado Empresa Pública Consórcio Público Direito Privado Sociedade Economia Mista Subsidiária

Leia mais

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL 1. O que é a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)? A Lei de Responsabilidade Fiscal é um código

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Aripuanã

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Aripuanã LEI Nº. 721/2007 SÚMULA: DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE ARIPUANÃ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Estado de Mato Grosso, seguinte Lei: EDNILSON LUIZ FAITTA, Prefeito Municipal de Aripuanã,

Leia mais

PROVIMENTO Nº 20/2009

PROVIMENTO Nº 20/2009 PROVIMENTO Nº 20/2009 Cria no âmbito do Ministério Público do Estado do Ceará a Coordenação de Controladoria e Auditoria Interna e dá outras providências. A PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ,

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 1102/2011

PROJETO DE LEI Nº 1102/2011 PROJETO DE LEI Nº 1102/2011 EMENTA: ALTERA A LEI Nº 5981/2011, QUE DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DAS ONG S, OSCIP S E DEMAIS ENTIDADES QUE RECEBAM RECURSOS PÚBLICOS NO ESTADO DO RIO

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 01/13 PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE ORIENTAÇÕES GERAIS 2014/2017 Introdução: O planejamento em saúde configura-se como responsabilidade dos entes públicos, assegurada pela Constituição Federal

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE 1988

CONSTITUIÇÃO DE 1988 CONSTITUIÇÃO DE 1988 Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,

Leia mais

EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA. Abril / 2014

EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA. Abril / 2014 EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA Abril / 2014 Reflexão Inicial Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. (Paulo Freire) Mundo em Crise 30 mil crianças morrem

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conversando sobre Auditoria do SUS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conversando sobre Auditoria do SUS MINISTÉRIO DA SAÚDE Conversando sobre Auditoria do SUS Brasília - DF 2011 MINISTÉRIO DA SAÚDE CONVERSANDO SOBRE AUDITORIA DO SUS SÉRIE F. COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO EM SAÚDE BRASÍLIA - DF 2011 2011 Ministério

Leia mais

O Marco Regulatório do Terceiro Setor Aplicação da Lei Federal nº 13.019/2014 no âmbito dos Municípios. Apresentação

O Marco Regulatório do Terceiro Setor Aplicação da Lei Federal nº 13.019/2014 no âmbito dos Municípios. Apresentação Apresentação O terceiro setor é, hoje, grande partícipe na implementação de políticas públicas, notadamente no campo assistencial, no âmbito da Administração Pública. À ação empreendedora de organizações

Leia mais

CONTROLE INTERNO NAS ENTIDADES PÚBLICAS

CONTROLE INTERNO NAS ENTIDADES PÚBLICAS CONTROLE INTERNO NAS ENTIDADES PÚBLICAS Resumo: o presente artigo trata de estudo do controle interno nas entidades públicas no Brasil, de maneira expositiva. Tem por objetivo contribuir para o Seminário

Leia mais

ÉTICA E SERVIÇO PÚBLICO

ÉTICA E SERVIÇO PÚBLICO ÉTICA E SERVIÇO PÚBLICO A ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CASEMIRO JOSÉ MOTA MAIO/2014 Conceitos Fundamentais Ética: conjunto de regras que orientam a atividade humana de maneira a garantir igualdade num

Leia mais

Controladoria-Geral da União

Controladoria-Geral da União Controladoria-Geral da União Visão Geral do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal O pior do Brasil era a Corrupção Ela nunca foi tão combatida como agora ARCABOUÇO LEGAL SISTEMA DE CONTROLE

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011 Ver também IN 7/13 Disciplina a organização e a apresentação das contas anuais dos administradores e demais responsáveis por unidades jurisdicionadas das administrações direta

Leia mais

PELA TRANSPARÊNCIA E QUALIDADE NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS

PELA TRANSPARÊNCIA E QUALIDADE NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS PELA TRANSPARÊNCIA E QUALIDADE NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS ORIENTAÇÃO NORMATIVA n 01, de 02 de janeiro de 2010, atualizada em 01 de dezembro de 2012. Toda ação da sociedade em relação à transparência

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 141, DE 03 DE SETEMBRO DE 2009.

LEI COMPLEMENTAR Nº 141, DE 03 DE SETEMBRO DE 2009. LEI COMPLEMENTAR Nº 141, DE 03 DE SETEMBRO DE 2009. O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO: Dispõe sobre o Modelo Integrado de Gestão do Poder Executivo do Estado de Pernambuco. Faço saber que a Assembléia

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno INFORMAÇÃO UCCI N 048/2005 UNIDADE DESTINO: Secretaria de Administração

Leia mais

MESA 4 INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE 3 AS ORGANIZAÇÕES DE CONTROLE

MESA 4 INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE 3 AS ORGANIZAÇÕES DE CONTROLE COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DO SENADO FEDERAL MESA 4 INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE 3 AS ORGANIZAÇÕES DE CONTROLE LIMITAÇÕES ORGANIZACIONAIS E POSSIBILIDADE

Leia mais

Arquivos públicos municipais. Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania

Arquivos públicos municipais. Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania Arquivos públicos municipais Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania APRESENTAÇÃO Este documento tem como objetivo principal informar e sensibilizar as autoridades públicas

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Irma Martins Moroni da Silveira FALAR DA CONTEMPORANEIDADE É REFLETIR SOBRE O TEMPO PRESENTE Falar do hoje da Assistência Social; Como

Leia mais

Assunto: RECOMENDAÇÃO CONJUNTA MPC/MPE/MPF Portais da Transparência.

Assunto: RECOMENDAÇÃO CONJUNTA MPC/MPE/MPF Portais da Transparência. Ofício PG N.º /2014 Maceió, 22 de julho de 2014. Assunto: RECOMENDAÇÃO CONJUNTA MPC/MPE/MPF Portais da Transparência. Senhor Gestor, 1. O Ministério Público de Contas, o Ministério Público Estadual e o

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário

ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário 1. Processo nº TC 011.772/2010-7. 2. Grupo I Classe de Assunto V: Relatório de Auditoria 3. Interessados/Responsáveis: 3.1. Interessada: Secretaria de Fiscalização de

Leia mais

INTRODUÇÃO. Apresentação

INTRODUÇÃO. Apresentação ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO ATRICON 09/2014 DIRETRIZES DE CONTROLE EXTERNO ATRICON 3207/2014: OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O DESENVOLVIMENTO LOCAL: CONTROLE DO TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS

Leia mais

GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE SOCIAL: Um diagnóstico sobre a administração municipal e a sociedade piauiense.

GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE SOCIAL: Um diagnóstico sobre a administração municipal e a sociedade piauiense. GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE SOCIAL: Um diagnóstico sobre a administração municipal e a sociedade piauiense. Jefferson Ricardo do Amaral Melo 1 RESUMO A participação popular e a ação coletiva na gestão e

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas. 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná

Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas. 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná Controle Interno na visão dos Auditores Externos Situação

Leia mais

PORTARIA-SEGEPRES Nº 1, DE 23 DE JANEIRO DE 2009

PORTARIA-SEGEPRES Nº 1, DE 23 DE JANEIRO DE 2009 PORTARIA-SEGEPRES Nº 1, DE 23 DE JANEIRO DE 2009 Dispõe acerca de competências, estrutura, lotação e alocação de funções de confiança da Secretaria- Geral da Presidência (Segepres). A SECRETÁRIA-GERAL

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

Seminário: O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas

Seminário: O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas Seminário: O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas Palestra: O controle Interno no Brasil - situação atual e perspectivas futuras. Valdir Agapito Teixeira Secretário

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Controle interno na Administração Pública: um eficaz instrumento de accountability Carlos Henrique Fêu Considerações Iniciais É através da Administração Pública que o Estado dispõe

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CONTAGEM CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CONTAGEM CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO TRILHA DE AUDITORIA CONVÊNIOS - SICONV CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO Contagem, 09 de Março de 2015 Nicolle Ferreira Bleme AUDITORA-GERAL EQUIPE RESPONSÁVEL Flaviano Coelho Barbosa GERENTE DE AUDITORIA

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar - PNATE e o Programa de Apoio

Leia mais

Guias e Manuais. Exercendo o. Controle Social. do Programa Bolsa Família. Programa Bolsa Família

Guias e Manuais. Exercendo o. Controle Social. do Programa Bolsa Família. Programa Bolsa Família Guias e Manuais 2010 Exercendo o Controle Social do Programa Bolsa Família Programa Bolsa Família Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) Exercendo o Controle Social do Programa Bolsa

Leia mais

VI CONGRESSO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS FDERAÇÃO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS - FECAM DEZEMBRO - 2008

VI CONGRESSO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS FDERAÇÃO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS - FECAM DEZEMBRO - 2008 VI CONGRESSO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS FDERAÇÃO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS - FECAM DEZEMBRO - 2008 Elóia Rosa da Silva Diretora Geral de Controle Externo Do TCE/SC na Gestão Municipal Fins do Estado - Satisfação

Leia mais

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás TCE/GO Auditor de Controle Externo Área Controle Externo ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Língua Portuguesa Ortografia oficial... 01 Acentuação

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnico n.º 08/07 Relações das obras com indícios de irregularidades graves constantes nos anexos às leis orçamentárias para os exercícios de 2002

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais