MECANISMOS DE COPING UTILIZADOS POR FAMILIARES DE PACIENTES EM TERAPIA INTENSIVA 1 RESUMO

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1 1 MECANISMOS DE COPING UTILIZADOS POR FAMILIARES DE PACIENTES EM TERAPIA INTENSIVA 1 Franciele de Melo Leal Dreffs 2 Eniva Miladi Fernandes Stumm 3 RESUMO Vivenciar o adoecimento de um ente querido gera inúmeros sentimentos, principalmente se associado à internação em UTI. Pesquisa busca analisar mecanismos de coping utilizados por familiares de pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva de um Hospital Porte IV do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. É quantitativa, descritiva, transversal, realizada na sala de espera das UTIs, em setembro e outubro de 2011, com oitenta familiares. Instrumentos de coleta de dados: sociodemográficos e Inventário de Coping-Jalowiec. Respeitados aspectos éticos de pesquisas com pessoas, projeto aprovado por Comitê de Ética, Parecer n 220.1/ ,8% são mulheres, anos incompletos, casadas, com filhos, católicas. Estilo de coping mais utilizado, sustentativo. A avaliação da confiabilidade do Inventário de Coping foi determinada pelo Coeficiente Alfa de Cronbach (0,9221). Resultados podem servir de subsídios para qualificar a assistência de enfermagem, extensivo aos familiares que, igualmente, necessitam serem cuidados. Palavras-chaves: Família; Assistência ao Paciente; Unidades de Terapia Intensiva; Enfermagem; Adaptação Psicológica. ABSTRACT Experience the diseases of a loved one generates many feelings, mainly by involving the UCI admission. The research wants to analyze coping mechanisms, used by family of patients interned in Intensive Care Unit of a size-iv hospital of northwestern of Rio Grande do Sul. It s quantitative, descriptive, transversal research, realized in waiting room of UCI, in 2011 September and October, with eighty family members. Instruments to data collection: sociodemographic and Inventory of Coping-Jalowiec. It was respected ethical aspects of research with peoples. The project was approved by Ethics Committee with seen number 220.1/ ,8% were women, years old incompletes, married, low education, with sons, Catholics. Kind of coping more used, sustained. The evaluation of reliability of the Inventory of Coping were determined by Coefficient Alpha of Cronbach (0,9221). Results may provide to subsides to qualifying a nursing care, extended to family members, who also need to be careful. Keywords: Family; Patient Care; Intensive Care Units; Nursing; Psychological Adaptation. 1 Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) Campus Ijuí/RS. 2 Graduanda em Enfermagem. Autora do trabalho. Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil. 3 Mestre em Enfermagem, doutoranda em enfermagem pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Orientadora do trabalho. Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil.

2 2 RESUMEN Experimentar la enfermedad de un ser amado genera muchos sentimientos, especialmente si se asociada con el ingreso en la UCI. La investigación busca identificar los mecanismos de coping utilizados por las familias de los pacientes internados en la unidad de cuidados intensivos de un hospital con clasificación IV del noroeste del Rio Grande do Sul. Es cuantitativa, descriptiva y transversal, desarrollado en la sala de espera de la UCI, septiembre y octubre de 2011, con ochenta parientes. Instrumentos de recolección de datos: sociodemográficos y Inventario de Coping-Jalowiec. Respectados los aspectos éticos de investigación con humano, proyecto aprobado por el Comité de Ética, opinión nº 220.1/ ,8% son mujeres, años de edad incompletos, casado, con niños, católicas. Estilo de coping más utilizados, sostenido. La evaluación de la fiabilidad del Inventario de Coping se determinó por el Coeficiente Alfa de Cronbach (0,9221). Los resultados pueden generar subsidios para cualificar los cuidados de enfermería, extendido a los miembros de la familia que también hay que tener cuidado. Palabras clave: Familia; Atención al Paciente; Unidades de Cuidados Intensivos; Enfermería; Adaptación Psicológica. INTRODUÇÃO A doença, na maioria das vezes, é concebida como uma ameaça à vida. Vivenciar o adoecimento de um ente querido, normalmente, gera inúmeros sentimentos, principalmente se a este fato estiver associada a necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva UTI. A respectiva unidade é um local que presta assistência a pacientes gravemente enfermos e, nessas condições, pode desencadear estresse, tanto para pacientes quanto para seus familiares. Sensações de tensão e de estresse também vêm sendo estudadas e analisadas em indivíduos meses após a experiência de internação de familiar em UTI. Nessa perspectiva, torna-se indispensável avaliar formas preventivas para minimizar prováveis situações de alteração emocional a curto e longo prazo (COSTA, 2010). A gravidade clínica do paciente, falta de conhecimento, presença de tubos e sondas associados à impossibilidade de comunicação e limitação de movimentos, são descritos como fatores desencadeantes de estresse e de ansiedade nos familiares, já que nesse momento o paciente está impossibilitado de tomar decisões e essas responsabilidades recaem sobre seus familiares. Daí a necessidade de a equipe de enfermagem estar atenta à situação e à saúde mental desses sujeitos (COSTA, 2010). Para Tavares (2010) a família é a principal rede social de suporte ao doente nas diferentes fases de seu tratamento e, nessa relação de contribuição ao paciente, espera-se restabelecer a instabilidade do grupo e evitar a geração de uma segunda ordem de doentes, a família.

3 3 A experiência de internação em UTI gera nos familiares uma ruptura brusca em seu modo de viver, afeta sua identidade, autonomia e torna o indivíduo incapaz de escolher, de decidir, opinar ou expressar suas escolhas (BAGGIO et al., 2011). Diante dessa situação, a família enfrenta uma fase de instabilidade grupal, mas sua participação é fundamental no processo de cuidado, descrita por Tavares (2010) como indispensável para o enfrentamento da doença pelo próprio doente. O autor descreve o universo familiar e suas necessidades como de responsabilidade de toda a equipe de saúde, por compartilharem medos, dúvidas e incertezas. Nessa mesma linha de pensamento, novas perspectivas referentes à atenção em saúde incluem a família como integrante do processo de cuidado e de reabilitação. Ao envolver a família nesse contexto a carga emocional do familiar e do próprio paciente é amenizada, de maneira a proporcionar melhor interação entre os integrantes do grupo familiar e a própria equipe de saúde. A permanência de familiares em sala de espera, no aguardo por notícias de seu ente querido internado, aliado a mudanças inesperadas no seu cotidiano, geram, na maioria das vezes, sentimentos que repercutem no enfrentamento da referida situação. Para Telles e Pimenta (2009), o enfrentamento consiste em um processo amplo de várias dimensões com o objetivo de amenizar resultados frente a situações vivenciadas. O autor se reporta ao coping como a utilização de determinados mecanismos comportamentais frente a situações estressantes, sem tornar nocivo ao organismo humano. De acordo com Lazarus e Folkman (1984) o coping é um instrumento cognitivo e comportamental utilizado pelos indivíduos submetidos à situações estressantes. A estratégia de confronto utilizada pelos indivíduos para lidar com o estressor pode ser uma resposta de coping, independentemente do sucesso ou fracasso obtido nesse processo. Existem, segundo os autores, dois tipos principais de coping: centrado no problema e na emoção. O coping centrado na emoção corresponde a estratégias que derivam de processos defensivos, com o objetivo de modificar o significado de determinada situação. Esta estratégia faz com que os indivíduos evitem confronto com situações que gerem ameaça e realizem uma série de manobras cognitivas como fuga, distanciamento, aceitação, entre outras, na tentativa de amenizar os estressores. No coping focalizado no problema as estratégias estão voltadas para a realidade, consideradas formas de enfrentamento mais adaptativas, pois possibilitam modificar as pressões ambientais e até eliminar estressores. Vila, Rossi e Costa (2008) afirmam que a base de apoio para o enfrentamento de situações de terminalidade com utilização de tratamentos complexos e/ou dolorosos está sustentada na fé e na crença em um ser Superior. O cuidado espiritual necessita ser entendido

4 4 como parte integrante do cuidado de enfermagem, tanto ao paciente quanto aos seus familiares, não como um fragmento isolado, mas como resultado de um aspecto individual e que depende da experiência de vida de cada membro familiar. Considera-se que a interação entre profissionais, familiares e pacientes é importante para uma assistência integral e personalizada e, em especial, ao indivíduo que sofre e necessita ser igualmente cuidado, o familiar. Este cuidado é um desafio para o enfermeiro, pois requer estar presente, saber ouvir, respeitar crenças, valores, mas acima de tudo estar disponível à comunicação (BORBA, 2008). Com base nessas considerações, busca-se com esta pesquisa responder a questão: Quais os mecanismos de coping utilizados por familiares de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva Adulto e Coronariana de um Hospital Porte IV da Região Noroeste do Estado do RS para lidar com a situação? Visando respondê-la, elencou-se o seguinte objetivo: analisar mecanismos de coping utilizados por familiares de pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva de um Hospital Porte IV do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. METODOLOGIA A pesquisa é quantitativa, descritiva, transversal, realizada em uma instituição de assistência a saúde, mais especificamente, na sala de espera das UTIs. Participaram da pesquisa oitenta familiares de pacientes. As duas unidades disponibilizam 20 leitos de internação, registrados na central de regulamentação de leitos, com uma média de ocupação de 81%, ou seja, 8,10 pacientes/dia. Aos familiares de pacientes internados são disponibilizados horários de visita das 13 h 30 min às 14 h e das 19 h 30 min às 20 h. A sala de espera, local da coleta de dados da pesquisa, está localizada próxima à UTI Adulto, UTI Coronariana, Centro Cirúrgico e Unidade de Recuperação Pós Anestésica, de forma a facilitar trocas de informações e orientações aos familiares que aguardam pela visita. Todos os familiares de pacientes internados em UTI, nos meses de setembro e outubro de 2011, foram convidados a participar da pesquisa, desde que contemplassem os critérios de inclusão elencados: serem familiares ou sujeitos vinculados à família de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva há no mínimo 24 h, tempo considerado mínimo para que a pessoa assimile a situação; ter mais de 18 anos de idade; aceitar participar e assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido TCLE. Os critérios de exclusão foram: estar com um

5 5 ente querido internado há menos de 24 horas na UTI; ter menos de 18 anos de idade e não aceitar assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os instrumentos de coleta de dados auto-aplicado utilizados foram: dados de caracterização, sociodemográficos e Inventário de Coping-Jalowiec (GALDINO, 2000). Este é um instrumento composto por 60 afirmações que, para análise, foram divididas em oito estilos de coping: confrontivo (confronta o problema diretamente 10 itens), evasivo (evita o problema 13 itens), otimista (tem pensamentos positivos 9 itens), fatalista (desesperança em relação ao problema e pessimista 4 itens), emotivo (responde emocionalmente 5 itens), paliativo (passa pelo problema fazendo coisas que se sinta melhor 7 itens), sustentativo (utiliza suportes para enfrentar problemas 5 itens), e autoconfiante (uso de estratégias que envolvem seus próprios recursos 7 itens). Os estilos de coping confrontivo e sustentativo são classificados como coping focado no problema, os demais estilos (evasivo, fatalista, otimista, emotivo, paliativo e autoconfiante) focados na emoção. O instrumento que contém dados de caracterização e sociodemográficos dos familiares pesquisados contempla as seguintes variáveis: idade, sexo, número de filhos, estado civil, escolaridade, religião e profissão. A coleta de dados foi realizada de forma a respeitar a privacidade de cada familiar, em um ambiente adequado e, ao término do questionário, eles tinham liberdade de realizar alterações nos itens respondidos, se julgassem pertinentes. Após o término da coleta de dados, os mesmos foram submetidos à análise com uso do software estatístico SPSS. Para a obtenção dos resultados e análise dos dados referentes ao uso do Inventário de Coping-Jalowiec se utilizou a pontuação relativa, que resulta da soma dos valores de todos os itens pontuados dentro da subescala, dividido pelo número de itens na subescala, denominada de pontuação de meio. Após, se calculou a pontuação relativa dividindo a pontuação de meio para cada subescala, pela soma das pontuações de meio de todas as subescalas (incluindo aquela da subescala). A seguir, foram comparadas as pontuações relativas de cada subescala, a que apresentou maior pontuação foi considerada como estilo de coping mais utilizado no enfrentamento pelos entrevistados (GALDINO, 2000). Foram construídas distribuições conjuntas de frequência e observadas, simultaneamente, duas variáveis do estudo, isto é, representação das variáveis em tabela cruzada, de maneira a favorecer, identificar, com maior clareza, a relação entre elas. O uso de representações tabulares permite melhor compreensão com relação aos resultados obtidos na pesquisa. Para Motta (2006) esta forma de exposição dos resultados possibilita condições mais objetivas e favorece a compreensão das informações obtidas. Para o estudo da

6 6 confiabilidade dos indicadores foi realizada análise por meio do Coeficiente Alfa de Cronbach (GALDINO, 2000). Os aspectos éticos que regem uma pesquisa com pessoas foram todos observados e respeitados (Resolução nº 196/96 do CNS, BRASIL, 1996). O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Unijuí, sob Parecer Consubstanciado nº 220.1/2011. RESULTADOS Participaram 80 familiares de pacientes internados em terapia intensiva de um hospital geral do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, nos meses de setembro e outubro de No respectivo período de coleta de dados, três familiares não puderam participar: dois por apresentar dificuldades de interação e comunicação e um por óbito de seu familiar no momento da entrevista. Na Tabela 1 são apresentadas as características sociodemográficas dos familiares participantes da pesquisa. Nesta se constata que mais da metade (63,8%) são mulheres, com um percentual aproximado das com idade que varia de 41 a 70 anos de idade, incompletos e casadas. A maioria possui filhos, mais da metade de um a três e professam a religião católica.

7 7 Tabela 1 Características sociodemográficas dos familiares de pacientes internados em terapia intensiva Hospital Porte IV/RS set./out Característica N % Sexo Feminino Masculino Idade 18 a 30 anos 31 a 40 anos 41 a 50 anos 51 a 60 anos 61 a 70 anos Estado Civil Casado(a) Solteiro(a) Divorciado(a) Viúvo(a) Escolaridade Fundamental completo Fundamental incompleto Médio completo Médio incompleto Superior completo Superior incompleto Religião** Católica Evangélica Filhos Sim Não Número de filhos* Um Dois Três Quatro Cinco *Um entrevistado não respondeu; **Dois entrevistados não responderam. 63,8 36,2 21,3 18,7 17,5 30,0 12,5 63,8 26,3 7,5 2,5 18,7 30,0 23,8 7,5 10,0 10,0 70,0 27,5 71,3 28,7 21,3 22,5 17,5 5,0 2,5 Conforme explicitado na metodologia, o Inventário de Coping-Jalowiec permite que as estratégias de enfrentamento sejam classificadas em oito estilos diferentes, de acordo com a elaboração cognitiva e comportamental do indivíduo. Para avaliar a confiabilidade dos indicadores do Inventário de Coping-Jalowiec (GALDINO, 2000) foi determinado o Coeficiente Alfa de Cronbach. Neste, verificou-se que o índice de consistência interna dos itens da escala do instrumento é de 0,9221, logo, apresenta boa confiabilidade, mostra que o mesmo é preciso e coerente para avaliar os indicadores referidos no questionário. Para a análise dos resultados, utilizou-se a pontuação relativa (PR), a qual demonstra o quanto são considerados os esforços de coping de uma pessoa dentro de um determinado estilo. Com base nessas considerações, verifica-se, na Tabela 2, que o estilo de coping com maior somatório de PR dos familiares pesquisados é o sustentativo, utilizado por 46 deles,

8 8 seguido do otimista, por 14 e do autoconfiante, 7 indivíduos. Considera-se importante pontuar que os estilos que apresentaram menor somatório de PR são, respectivamente, o fatalista, 22 indivíduos e o emotivo por 12 pesquisados. Tabela 2 Distribuição da pontuação relativa dos estilos de coping dos familiares de pacientes internados em terapia intensiva Hospital Porte IV/RS set./out Estilos de coping Mais Menos N % N % Confrontivo 4 5,0 2 2,50 Evasivo ,50 Otimista 14 17,5 1 1,25 Fatalista 1 1, ,50 Emotivo ,00 Paliativo ,25 Sustentativo 46 57,5 0 0 Autoconfiante 7 8,75 1 1,25 Fatalista e paliativo ,75 Otimista e fatalista 1 1, Sustentativo e autoconfiante 1 1, Confrontivo e sustentativo 4 5,0 0 0 Evasivo e fatalista ,25 Fatalista e autoconfiante ,50 Confrontivo e autoconfiante ,25 Paliativo e autoconfiante ,25 Confrontivo e fatalista ,75 Confrontivo e paliativo ,00 Confrontivo, otimista e sustentativo 1 1, Fatalista, paliativo e autoconfiante ,0 Confrontivo, sustentativo e autoconfiante 1 1, Confrontivo, fatalista e autoconfiante ,25 Confrontivo, paliativo e autoconfiante ,25 Fatalista, emotivo e paliativo ,25 Confrontivo, fatalista e paliativo ,75 Confrontivo, evasivo, fatalista e autoconfiante ,25 Confrontivo, fatalista, paliativo e autoconfiante ,25 Total Na comparação das pontuações relativas de cada subescala dos familiares participantes da pesquisa, destaca-se que a maior pontuação foi considerada o estilo de coping mais utilizado no enfrentamento aos estressores. Assim, quanto à utilização dos estilos para cada participante do estudo, observou-se o maior percentual para o sustentativo (57,7%) seguido do otimista (17,5%). Os estilos utilizados pelos familiares dos pacientes, com menores percentuais foram o fatalista (27,5%) e o emotivo (15%). Também se destaca que de oito familiares que utilizam mais de um estilo de coping, o sustentativo está presente em mais sete destes sujeitos. Já, o estilo otimista está presente em mais dois destes sujeitos. Assim, se evidencia a ocorrência do estilo sustentativo, associado a outros, totalizou 66% da amostra estudada, seguido do otimista, em 20%. Para os estilos

9 9 menos utilizados pelos familiares, tem-se, igualmente associado, o fatalista (57%) e o emotivo (16%). Sequencialmente, na Tabela 3, são comparados os estilos de coping utilizados pelos familiares conforme o tempo de permanência dos pacientes em terapia intensiva. Essa mostra que o número em dias de internação dos pacientes em UTI foi de um a mais de 20 dias, com um percentual de 1 a 10 dias (63,8%). Dos estilos de coping utilizados pelos pesquisados, se constata que o sustentativo foi o que obteve percentual mais alto, ou seja, foi o mais usado por eles no período de 1 a 20 dias de internação. Se comparado esse período aos que fazem uso do estilo de coping sustentativo, se obtém um percentual de 58% dos familiares que participaram da pesquisa. Esse resultado é obtido pela soma de todos os percentuais apresentados pelos familiares, que utilizaram o referido mecanismo, isoladamente ou combinado com outro estilo de coping. Tabela 3 Pontuação relativa dos estilos de coping dos familiares segundo o tempo de permanência de pacientes internados em terapia intensiva Hospital Porte IV/RS set./out Estilos de coping 1 a 5 n (%) 6 a 10 n (%) Tempo na UTI (em dias) 11 a 15 n (%) 15 a 20 n (%) Mais de 20 n (%) Total n (%) Confrontivo 1 (1,3) 2 (2,5) 0 (0) 1 (1,3) 0 (0) 4 (5,0) Otimista 7 (8,8) 1 (1,3) 3 (3,8) 3 (3,8) 0 (0) 14 (17,5) Fatalista 0 (0) 0 (0) 0 (0) 1 (1,3) 0 (0) 1 (1,3) Sustentativo 17 (21,3) 15 (18,8) 6 (7,5) 5 (6,3) 3 (3,8) 46 (57,5) Autoconfiante 0 (0) 2 (2,5) 0 (0) 1 (1,3) 4 (5,0) 7 (8,8) Otimista e fatalista 1 (1,3) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 1 (1,3) Sustentativo e 1 (1,3) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 1 (1,3) autoconfiante Confrontivo e sustentativo 2 (2,5) 0 (0) 1 (1,3) 0 (0) 1 (1,3) 4 (5,0) Confrontivo, otimista e 1 (1,3) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 1 (1,3) sustentativo Confrontivo, sustentativo 0 (0) 1 (1,3) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 1 (1,3) e autoconfiante Total 30 (37,5) 21 (26,3) 10 (12,5) 11 (13,8) 8 (10,0) 80 (100) Para avaliar a confiabilidade do Inventário de Coping-Jalowiec foi realizada análise dos estilos de coping que integram o instrumento, determinada pelo Coeficiente Alfa de Cronbach. O índice de consistência interna dos itens da escala do instrumento Inventário de Coping-Jalowiec (GALDINO, 2000) é de 0,9221.

10 10 DISCUSSÃO No que tange as características sociodemográficas dos familiares participantes dessa pesquisa, o fato de mais da metade ser mulher, mostra que elas assumem a função de cuidadoras. Historicamente ela é cuidadora, primeiramente junto à família, como mãe, esposa, filha, irmã. A atribuição da maternidade concede à ela a função de cuidadora aos que necessitam de sua atenção, seja no plano físico ou psíquico. Do mesmo modo, é avaliado seu papel, inclusive, em suas escolhas profissionais. Pesquisa de Araújo et al. (2009), identificou o perfil dos cuidadores de pacientes oncológicos atendidos no período de um ano numa ONG em Brasília. Contou com 53 participantes, 48 do sexo feminino. Um dos resultados do estudo mostra que ocorreu predomínio das mulheres entre as profissões vinculadas ao cuidado, com ênfase na enfermagem. No que diz respeito à religião, o fato de a maioria ter uma crença é um fator positivo, no sentido de ajudá-las a lidar melhor com a situação vivenciada. Mark (2008) afirma que a religião não evita que a pessoa fique menos ansiosa, mas a ajuda a conviver com a ansiedade. Este sentimento está associado ao estresse, tensão ou desconforto psicológico e pode permanecer por instantes ou perdurar por longos períodos de tempo, depende da forma como se lida com eles. Nesse contexto, Paula, Nascimento e Rocha (2009) descrevem as manifestações de religiosidade e espiritualidade de famílias de crianças com insuficiência renal crônica, em programa de diálise peritoneal, com a participação de 14 sujeitos, acompanhados durante seis meses. O autor afirma que religião e espiritualidade representam recursos importantes para os familiares no enfrentamento da doença. Ele se reporta à religião como um instrumento que promove interação social, pois além de integrar os membros da família, pessoas adeptas a uma religião em razão de suas crenças e princípios apreendidos pela mesma envolvem outras pessoas que necessitam e podem compartilhar de suas necessidades e experiências e reconhecem na ajuda ao próximo uma forma de amenizar seus medos e suas ansiedades. O uso do Inventário de Coping-Jalowiec mostrou que os familiares dos pacientes internados em terapia intensiva utilizam, predominantemente, o estilo sustentativo, isolado ou associado a outros estilos, seguido do otimista e do autoconfiante. Pesquisas que também utilizaram o respectivo instrumento, tais como Umann, Guido e Linch (2010) identificaram estratégias de enfrentamento que os pacientes utilizavam diante à indicação de cirurgia cardíaca. Os autores acompanharam 24 pacientes submetidos à cirurgia, de julho a outubro de Constataram predomínio do estilo de coping sustentativo. Os autores destacam que a

11 11 utilização do referido estilo ocorreu de forma individualizada e associada a outros. O uso dos mesmos ocorre, segundo os autores, pelo fato de que os pacientes se esforçam para enfrentar a situação de indicação cirúrgica e com isso buscam adaptar-se às situações estressantes e utilizam mecanismos e sistemas de suporte social, profissional e espiritual. Os estilos que apresentaram menor somatório de PR foram, respectivamente, o fatalista, por 22 indivíduos e o emotivo, por 12. Paula, Nascimento e Rocha (2009) pontuam que alguns estilos de coping estão associados a uma menor capacidade de controle pessoal e ao aumento dos níveis de estresse, e os estilos emotivo, evasivo e fatalista estão associados a estas condições. Nessa perspectiva, destaca-se a utilização do estilo de coping otimista, focado na emoção. Em síntese, não existe um estilo de coping correto ou errado, existe coping efetivo ou não. Estudo de Rodriguez e Chaves (2008), realizado em unidades de internação oncológica de cinco hospitais de São Paulo, com 77 enfermeiros assistenciais, há no mínimo um ano na referida unidade, mostrou prevalência do uso de coping focado na emoção. Neste, o indivíduo busca se reestruturar, amenizar sua carga emotiva e alterar a situação. Considera-se importante a necessidade de adaptação constante aos diversos momentos em que as pessoas se encontram, com respeito à individualidade e à capacidade adaptativa. No que tange ao profissional da saúde, mais especificamente ao enfermeiro, Andolhe (2009) identificou estressores e mecanismos de coping utilizados pela equipe de enfermagem no cuidado à mulheres com câncer de mama. Constatou o predomínio do estilo de coping otimista como o mais utilizado pela equipe. O uso da respectiva estratégia focada na emoção pressupõe que a equipe de enfermagem elabora pensamentos positivos e otimistas como formas de enfrentar o estresse no cuidado à mulher com câncer de mama. Na presente pesquisa, o cruzamento dos estilos de coping utilizados pelos familiares com o tempo de permanência dos pacientes em terapia intensiva, mostrou que o coping que prevaleceu foi o sustentativo, isolado ou combinado com outro estilo de coping, com uma média de 58,2% dos pesquisados. Umann, Guido e Linch (2010), ao discutirem a distribuição dos estilos de coping segundo o tempo de diagnóstico das doenças cardiovasculares, apontam para a utilização do estilo de coping centrado no problema, na fase inicial da doença. Esse resultado mostra a tentativa do indivíduo para solucionar seu problema, um esforço cognitivo de amenizar situações estressoras. Após esse período inicial, os sujeitos realizam uma avaliação secundária e analisam recursos disponíveis para lidar com os problemas. Na referida pesquisa, prevaleceu o estilo sustentativo no período de 6 a 12 meses e reduziu após 12 meses.

12 12 A avaliação da confiabilidade do instrumento utilizado, o Inventário de Coping- Jalowiec, foi feita pelo Coeficiente Alfa de Cronbach. Nesse sentido, a confiabilidade é definida como uma variável ou um conjunto de variáveis capaz de medir o que se propõe, de forma fidedigna e verdadeira (HAIR Jr. et al., 2005). Prieto e Muñis (2000) referem serem inadequados valores de alfa inferiores a 0,60; adequados com algumas carências os coeficientes entre 0,60 e 0,70; adequados entre 0,70 e 0,80; bons entre 0,80 e 0,85; e excelentes os superiores a 0,85. O índice de consistência interna dos itens da escala do instrumento Inventário de Coping-Jalowiec (GALDINO, 2000) é de 0,9221, ou seja, apresenta excelente confiabilidade. CONCLUSÕES A caracterização dos familiares de pacientes internados em terapia intensiva adulto e coronariana, participantes dessa pesquisa é: 63,8% mulheres, com anos de idade, incompletos e casadas. Elas possuem filhos e professam a religião católica. Quanto aos estilos de coping utilizados por eles, para lidar com o estresse vivenciado, o sustentativo prevaleceu, seguido do otimista e do autoconfiante. Esses resultados vão ao encontro de outros estudos, são corroborados pela literatura, bem como pelo resultado obtido com o uso do Coeficiente Alfa de Cronbach (0,9221). A confiabilidade do instrumento utilizado possibilita que o mesmo seja utilizado por pesquisadores, em outras investigações, com extratos populacionais diferentes, de maneira a ampliar conhecimentos referentes ao enfrentamento das pessoas às diferentes situações a que são expostas no seu cotidiano. Em se tratando, especificamente, dos diferentes espaços de atuação do enfermeiro, pesquisas desse tipo podem contribuir no sentido de qualificar a assistência de enfermagem aos indivíduos, extensivo aos seus familiares. BIBLIOGRAFIA ANDOLHE, R. Stress e coping da equipe de enfermagem no cuidado à mulher com câncer de mama. Santa Maria, f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem), Universidade Federal de Santa Maria, Disponível em: <http://www.ufsm.br/>. Acesso em: 12/10/2011. ARAÚJO, L. Z. S. et al. Cuidador principal de paciente oncológico fora de possibilidade de cura, repercussões deste encargo.rev. Bras. Enferm., v. 62, n. 1, p , 2009, ISSN Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 09/10/2011.

13 13 BAGGIO, M. A. et al. Privacidade em unidades de terapia intensiva: direitos do paciente e implicações para a enfermagem. Rev. Bras. Enferm., v. 64, n. 1, p , 2011, ISSN Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 23/10/2011. BORBA, L. O.; SCHWARTZ, E.; KANTORSKI, L. P. A sobrecarga da família que convive com a realidade do transtorno mental. Acta Paul. Enferm., v. 21, n. 4, p , 2008, ISSN Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 26/09/2011. BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução 196/96. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília, COSTA, J. B. et al. Fatores estressantes para familiares de pacientes criticamente enfermos de uma unidade de terapia intensiva. J. Bras. Psiquiatr., v. 59, n. 3, p , 2010, ISSN Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 20/09/2011. GALDINO, J. M. S. Ansiedade, depressão e coping em idosos. São Paulo, p. Dissertação, Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, HAIR Jr., J. F. Análise multivariada de dados. Porto Alegre: Bookman, LAZARUS, R. S.; FOLKMAN, S. Stress, appraisaland coping. New York: Springer Publishing Copany, MARK, B. W. Como Deus cura a dor. Rio de Janeiro: Sextante, MOTTA, V. T. Bioestatística. Caxias do Sul/RS: Educs, PAULA, E. S.; NASCIMENTO, L. C.; ROCHA, S. M. M. Religião e espiritualidade: experiência de famílias de crianças com insuficiência renal crônica. Rev. Bras. Enferm., v. 62, n. 1, p , 2009, ISSN Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 05/11/2011. PRIETO, G.; MUÑIZ, J. Un modelo para evaluarlacalidad de lostests utilizados en España. Disponível em: <http//www.cop.es/tests/modelo.htm>. Acesso em: 18/10/2011. RODRIGUES, A. B.; CHAVES, E. C. Fatores estressantes e estratégias de coping dos enfermeiros atuantes em oncologia. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v. 16, n. 1, p , 2008, ISSN Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 15/09/2011. TAVARES, J. S. C.; TRAD, L. A. B. Estratégias de enfrentamento do câncer de mama: um estudo de caso com famílias de mulheres mastectomizadas. Ciênc. Saúde Coletiva, v. 15, suppl. 1, p , 2010, ISSN Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 10/10/2011.

14 14 TELLES, H.; PIMENTA, A. M. C. Síndrome de Burnout em agentes comunitários de saúde e estratégias de enfrentamento. Saúde Soc., v. 18, n. 3, p , 2009, ISSN Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 11/11/2011. UMANN, J.; GUIDO, L. A.; LINCH, G. F. C. Estratégias de enfrentamento à cirurgia cardíaca. Braz. J. Nurses, 7(3), Disponível em: <http://bases.bireme.br/>. Acesso em: 11/11/2011. VILA, V. S. C.; ROSSI, L. A.; COSTA, M. C. S. Experiência da doença cardíaca entre adultos submetidos à revascularização do miocárdio. Rev Saúde Pública, 42(4):750-6, Disponível em: <http://www.scielo.br/>. Acesso em: 02/06/2011.

15 APÊNDICES 15

16 16 Questionário com dados identificação e sociodemográficos 1. Idade: ( ) 18 a 30 anos ( ) 31 a 40 anos ( ) 41 a 50 anos ( ) 51 a 60 anos ( ) 61 a 70 anos ( ) Mais de 71 anos 2. Sexo ( ) feminino ( ) masculino 3. Tem filhos: ( ) sim ( ) não Quantos: 4. Estado civil: ( ) solteiro(a) ( ) casado(a) ( ) divorciado(a) ( ) viúvo(a) 5. Escolaridade: ( ) ensino fundamental completo ( ) ensino fundamental incompleto ( ) ensino médio completo ( ) ensino médio incompleto ( ) ensino superior completo ( ) ensino superior incompleto ( ) analfabeto 6. Religião: ( ) católica ( ) evangélica ( ) outra 7. Grau de parentesco: 8. Profissão: 9. Motivo da internação em UTI 10. Tempo de internação na UTI Inventário de Coping-Jalowiec Com relação aos itens a seguir, assinale com um (x) aqueles que considere importante como forma de enfrentamento de seus problemas frente a situação de hospitalização de seu ente querido. 1. ( ) preocupa-se com o problema 2. ( ) tem esperança de que as coisas melhorem 3. ( ) come ou fuma mais do que o habitual 4. ( ) refleti sobre diferentes modos de lidar com a situação 5. ( ) tenta convencer-se de que as coisas poderiam ser piores 6. ( ) exercita-se ou faz qualquer atividade física 7. ( ) tenta afastar o problema por um tempo 8. ( ) enlouquece e perde a energia 9. ( ) espera o pior que pode acontecer 10. ( ) tenta tirar o problema da mente e pensar em outra coisa 11. ( ) conversa sobre o problema com familiares ou com amigos 12. ( ) aceita a situação porque pouco pode ser feito 13. ( ) tenta ver o problema objetivamente em todos os ângulos

17 ( ) sonha com uma vida melhor 15. ( ) conversa sobre o problema com profissionais como o médico, enfermeira, professor, consultor 16. ( ) tenta manter a situação sobre controle 17. ( ) reza ou põe a sua confiança em Deus 18. ( ) tenta sair da situação 19. ( ) guarda seus sentimentos para si próprio 20. ( ) culpa qualquer outra pessoa pelo problema 21. ( ) espera para ver o que acontecerá 22. ( ) deseja ficar só para refletir sobre as coisas 23. ( ) resigna-se com a situação porque as coisas parecem sem esperança 24. ( ) descarrega suas tensões em alguém 25. ( ) tenta mudar a situação 26. ( ) usa técnicas de relaxamento 27. ( ) tenta descobrir mais sobre o problema 28. ( ) dorme mais que o habitual 29. ( ) tenta lidar com as coisas uma de cada vez 30. ( ) tenta manter a vida o mais normal possível e não deixa o problema interferir 31. ( ) pensa sobre como lidou com outros problemas no passado 32. ( ) tenta não se preocupar porque tudo provavelmente terminará bem 33. ( ) tenta resolver um compromisso 34. ( ) toma um aperitivo para se sentir melhor 35. ( ) deixa o tempo cuidar do problema 36. ( ) tenta distrair-se fazendo algo que lhe de prazer 37. ( ) convence-se que é capaz de superar qualquer coisa, independente da dificuldade 38. ( ) realiza um plano de ação 39. ( ) tenta manter o senso de humor 40. ( ) adia para enfrentar o problema 41. ( ) tenta manter os sentimentos sobre controle 42. ( ) conversa sobre o problema com pessoas que têm estado em situações similares 43. ( ) elabora mentalmente o que deve ser feito 44. ( ) tenta manter-se ocupado 45. ( ) aprende algo novo para lidar com o problema 46. ( ) faz algo impulsivo ou arriscado que não faria habitualmente

18 ( ) pensa sobre as boas coisas da vida 48. ( ) tenta evitar ou ignorar o problema 49. ( ) compara-se com outras pessoas que estão na mesma situação 50. ( ) tenta pensar positivamente 51. ( ) culpa-se por estar nessa situação 52. ( ) prefere resolver coisas por si mesmo 53. ( ) toma medicação para diminuir a tensão 54. ( ) tenta ver o lado bom da situação 55. ( ) tenta convencer-se de que o problema não é tão importante 56. ( ) evita ficar com pessoas 57. ( ) tenta aperfeiçoar-se de algum modo para lidar melhor com a situação 58. ( ) deseja que o problema desapareça 59. ( ) depende de outras pessoas para a obtenção de ajuda 60. ( ) tenta convencer-se de que está apenas tendo má sorte

19 ANEXOS 19

20 20 Anexo 1 TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO Prezado (a) Senhor (a) Meu nome é Franciele de Melo Leal Dreffs, sou estudante de graduação em Enfermagem na Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ tendo como orientadora e responsável pela pesquisa à professora Mestre Doutoranda Eniva Miladi Fernandes Stumm. Estou realizando um estudo com o objetivo de Analisar e comparar os mecanismos de coping de familiares de pacientes internados em uma UTI Geral, bem como mensurar os resultados obtidos através dos instrumentos de pesquisa utilizados. A pesquisa se caracteriza como uma investigação de caráter quantitativa, descritiva, transversal. Este estudo resultará no Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Enfermagem e os resultados serão divulgados em eventos e artigos em periódicos da área. As informações referentes ao perfil sócio-demográfico e da avaliação das estratégias de coping realizadas através da aplicação de questionário e do inventário aos pesquisados serão obtidas diretamente do familiar pela pesquisadora. Os instrumentos respondidos pelos familiares ficarão sob a responsabilidade da pesquisadora por cinco anos, serão utilizadas apenas por mim e pela minha orientadora, sendo que após esse período as mesmas serão incineradas. As informações fornecidas serão mantidas em sigilo e sua identidade não será revelada, em nenhuma circunstância. Você tem a liberdade de retirar o seu consentimento de participar do estudo em qualquer momento que achar oportuno, sem prejuízo, mesmo depois de ter assinado este documento. No caso de haver desistência de sua parte poderá entrar em contato comigo ou com minha orientadora através do endereço deixado neste documento. Caso deseje obter informações adicionais sobre o estudo, a qualquer momento, poderá manter contato com as pesquisadoras. Destacamos que sua participação não acarretará nenhum prejuízo ou dano pelo fato de colaborar, assim como não terá nenhum ganho ou benefício direto. Diante do exposto, eu, RG declaro que fui esclarecido o suficiente sobre o estudo a ser realizado por Franciele de Melo Leal Dreffs e concordo em participar.

21 21 pesquisadora. Esse documento possui duas vias, ficando uma com o colaborador e a outra com a Ijuí (RS), de de Assinatura do entrevistado Assinatura da pesquisadora Assinatura da Professora Responsável Contatos: Pesquisadoras: Professora Mestre Eniva Stumm - UNIJUÍ - Campus Universitário. Ijuí/RS. Fone: e celular (55) Estudante Franciele de Melo Leal Dreffs: UNIJUÍ - Campus Universitário. Ijuí/RS. Fone: (55) e celular (55) Comitê de Ética em Pesquisa da UNIJUÍ: Rua do Comércio, nº 3000, Bairro Universitário, Campus Ijuí, Ijuí/RS, CEP: Fone/Fax: (55)

22 22 Anexo 2 Oficio de encaminhamento para solicitação de pesquisa no HCI.

23 23 Anexo 3 Ofício de retorno do Hospital de Caridade de Ijuí

24 Anexo 4 24

25 25

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