O DOMÍNIO DO TRAÇO POR MEIO DO DESENHO GESTUAL

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1 O DOMÍNIO DO TRAÇO POR MEIO DO DESENHO GESTUAL Juliane Figueiredo Fonseca UFJF IAD, Departamento de Artes e Design Resumo Este artigo é o relato de uma experiência didática realizada na disciplina Desenho Livre do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAU-UFJF). Por meio da técnica do desenho gestual foram criadas condições para que os alunos compreendessem o significado do desenho à mão livre para o arquiteto e resgatassem/desenvolvessem a habilidade da prática gráfica natural, espontânea e expressiva. Palavras-chave: traço, desenho gestual, construção de conhecimentos. Abstract This article presents a teaching experience in free drawing discipline Course of Architecture and Urbanism, UFJF. Through the technique of gestural drawing conditions were created so that students understand the meaning of free-hand drawing for the architect and rescue / develop the skill of graphic practice natural, spontaneous and expressive. Keywords: dash, gestural drawing, construction of knowledge. 1 Introdução A prática gráfica descontraída, ou seja, o desenho à mão livre espontâneo e alegre, embora constitua uma de nossas primeiras manifestações comunicativas na infância, vai perdendo vigor paulatinamente com passar dos anos. Poucos adultos possuem o hábito de se expressar, comunicar, pensar e emocionar através do desenho. No entanto, para aqueles que, em razão da natureza de suas próprias atividades sobretudo os arquitetos devem conceber construtos inovadores e criativos o desenho se vale como suporte para o pensamento projetual.

2 Segundo Dorfman (2007), o domínio do desenho livre abre as portas para o desenvolvimento das atividades intuitivas e criativas, além de canalizar a sensibilidade das pessoas das mais diversas áreas de atividade. Na arquitetura, constitui a ferramenta por excelência para a atividade de projeto, de análise e de crítica. O desenho livre permite o desenvolvimento posterior de outras linguagens gráficas, com o emprego de técnicas específicas, como tintas, cores e dos inúmeros recursos da informática. O domínio do desenho livre é a base para que o aluno possa vir a utilizar as ferramentas digitais e os diversos softwares para representar graficamente o seu pensamento. Nesse sentido, é de extrema relevância que, logo no início do curso de arquitetura e urbanismo, os alunos sejam estimulados a resgatar a habilidade do desenhar. Para a maioria, a prática gráfica natural, espontânea, alegre e comunicativa tão fortemente experimentada na infância acaba suplantada, com o avanço da idade, encoberta por outras formas de representação simbólica. O presente trabalho é o relato de uma experiência didática realizada com os alunos do primeiro período do CAU-UFJF, na disciplina Desenho Livre para Arquitetura e Urbanismo, que busca por meio do desenho gestual estimular e desenvolver o traço natural e espontâneo 1. De acordo com Dorfman (2007) o desenho gestual é um esboço rápido, no qual a velocidade do gesto capta o essencial da forma com linhas contínuas, expressivas e espontâneas. Desta forma o desenho se constitui numa ferramenta que estrutura a representação do espaço e o próprio pensamento visual. Segundo Kopke (2010a), através do pulsar de imagens, os que se submetem à técnica do desenho gestual são levados a desenhar sem que se dê tempo ao cérebro de criticar tal atividade. 2 Desenho à mão livre: o croqui O desenho à mão livre é para o arquiteto uma linguagem, um meio de expressão e de transmissão do pensamento. Martinez (2000:8) ratifica essa noção ao propor que o desenho se liga à arquitetura como a escrita à fala. O desenho à mão, mais do que expressão artística de algo traçado no papel, interessa ao projetista como modalidade de pensar, à medida que este desenha investigando ou investiga desenhando. Laseau (1982) define este modo de pensar como pensamento gráfico, um tipo de pensamento em que as imagens mentais são exteriorizadas por meio de registros ou notações gráficas. 1 A disciplina Desenho Livre de Arquitetura e Urbanismo foi assumida por mim no primeiro semestre de Dessa forma as descobertas apresentadas neste trabalho são provenientes de uma primeira experiência didática que pretende ser aplicada e validada nos semestres subseqüentes.

3 Barki (2003) ressalta que o termo notação se remete tanto ao ato ou efeito de notar (perceber e atentar) quanto ao de anotar (registrar) e também se refere ao conjunto de marcas e sinais gráficos que dão origem ao registro. As notações gráficas se distinguem em notações de concepção e de apresentação. No presente trabalho nos interessa focar o primeiro tipo de notação. As notações de concepção consistem em desenhos não muito precisos, esquemáticos, de rápida execução, com os quais é possível notar e anotar com a mesma rapidez do pensamento (BARKI, 2003). Este tipo de registro combina pequenas ilustrações e esquemas gráficos de natureza variada, palavras e anotações, números e operações de cálculo, além de riscos e marcas pessoais, de maneira livre e com poucas convenções. Esses registros gráficos podem ser denominados: esquemas, diagramas, esboços, croquis, etc.. O croqui, enquanto linguagem, meio de expressão e de transmissão de pensamento assume papéis significativos tanto para a análise e observação de edificações existentes, sítios ou paisagens, nos quais se pretende intervir, quanto para o processo de concepção arquitetônica. O croqui constitui uma forma rápida e às vezes expressiva de materialização mediante breves traços, a lápis, caneta, pincel, de uma possibilidade de sentido, a partir de uma imagem sensorial. Entendido assim, o croqui se reveste da emoção da manifestação corporal por excelência, reduto e produto da interação significativa entre órgãos sensoriais, motores e o cérebro. A expressão de síntese e liberdade, a rapidez e a intimidade com que a mão trabalha o lápis sobre o papel e o simples prazer do risco natural, são, e provavelmente continuarão sendo, insubstituíveis para um grande número de arquitetos. 3 A experiência didática do desenho gestual A disciplina Desenho Livre para Arquitetura e Urbanismo faz parte do conjunto de disciplinas que compõem a área meios de expressão e representação gráfica da grade curricular do CAU-UFJF 2. Cursada no primeiro período e oferecida pelo Instituto de Artes e Design (IAD-UFJF), a disciplina tem o objetivo de desenvolver, por meio do desenho à mão livre, a criatividade e a capacidade de representar graficamente 2 Estas são: Desenho Livre para Arquitetura e Urbanismo [ART072], Plástica para Arquitetura e Urbanismo [ART075], Maquetes de Arquitetura e Urbanismo [AUR060], Técnicas de Representação para Arquitetura e Urbanismo [ART073], Desenho Técnico de Arquitetura e Urbanismo I [AUR056], Desenho Técnico de Arquitetura e Urbanismo II [AUR057], Geometria Descritiva para Arquitetura e Urbanismo [AUR055], Perspectiva para Arquitetura e Urbanismo [AUR061].

4 formas arquitetônicas e urbanísticas. A disciplina possui 6 (seis) créditos e é ministrada às segundas e quartas-feiras das 10h às 13h. Comecei a lecionar a disciplina no primeiro semestre de 2011 e ao assumi-la, alinhada com o pensamento de Paulo Freire de que ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua produção ou a sua construção (FREIRE, 1996:22), a primeira pergunta que me fiz foi que condições devo criar para que os alunos compreendam o significado do desenho à mão livre para o arquiteto e como resgatar/desenvolver a habilidade da prática gráfica natural e espontânea? A partir dos trabalhos e conversas com Kopke (2010a, 2010b) conheci a técnica do desenho gestual e vislumbrei a interessante possibilidade de vencer meu desafio. Dessa forma, o primeiro módulo da disciplina denominado Desenho de Concepção o croqui se destinou à exploração do desenho gestual como forma de conduzir ao domínio do traço. O módulo 1 foi estruturado em quatro aulas e utilizados os seguintes procedimentos didáticos: LEITURA DIRIGIDA: Textos de leitura obrigatória realizada extraclasse que complementam o conteúdo das aulas teórico-práticas. Para cada leitura dirigida, o aluno deve entregar ao professor um resumo de, no máximo, 1 (uma) página, feito à mão ou digitado, apresentando a idéia principal e as ideias parciais exploradas pelo autor, bem como uma conclusão. Os fichamentos devem ser discutidos em sala no início da aula. AULA EXPOSITIVA: Aula teórica informativa, a fim de apresentar os conteúdos necessários para o desenvolvimento das atividades práticas e/ou ampliar o repertório conceitual dos alunos; AULA PRÁTICA: Desenvolvimento de exercícios práticos a fim de aplicar os conteúdos expostos. Ao longo deste módulo os alunos realizaram três leituras dirigidas de textos relacionados às temáticas do desenho à mão livre o croqui, do pensamento gráfico e do desenho gestual. Considerei que por meio desta prática os alunos estariam engajados na construção dos seus próprios conhecimentos, pois seriam estimulados a desenvolver o hábito da leitura, do fichamento e da reflexão crítica. As aulas expositivas objetivaram complementar os conteúdos explorados nos textos. Além da parte textual, várias imagens foram apresentadas aos alunos com o intuito de ilustrar o tipo de traço e de desenho que se pretendia alcançar ao término do módulo. Nas aulas práticas se explorou a técnica do desenho gestual. Para que os alunos compreendessem a aplicação desta técnica foi sugerido que eles pesquisassem no

5 site do Youtube vídeos relativos ao desenho gestual 3. A seguir descrevemos como as aulas práticas foram conduzidas e apresentamos alguns resultados iniciais. 3.1 O desenhar e o domínio do traço Para a atividade do desenhar se utilizou o pulsar de informações visuais apresentação de imagens em forma de slides. Os desenhos deveriam ser registrados no caderno de croquis 4 por meio do lápis (grafite da gama dos B) e da caneta preta (nanquim), não sendo permitido o uso da borracha. Para criar uma forma de legenda para cada desenho, códigos escritos deveriam ser inseridos facilitando a apreciação de qualquer leitor interessado na produção genuína das imagens. A primeira atividade do desenhar: Na primeira aula do módulo 1, após a discussão da leitura dirigida e apresentação do conteúdo teórico, os alunos desenvolveram duas séries de desenho. Cada série foi desenvolvida duas vezes na mesma folha de papel para que os alunos pudessem comparar os resultados obtidos e apreenderem a evolução do traço. A primeira série teve um total de 24 (vinte e quatro) imagens que procuraram explorar o lúdico. As imagens correspondiam a animais feitos com frutas, legumes e verduras. Estas exploravam formas geométricas simples e o intuito era aquecer a munheca! O pulsar das imagens foi de 15 (quinze) segundos. Concluído ou não o desenho o aluno deveria partir para a próxima folha de papel. Segundo Kopke (2010a), a questão do tempo é fundamental no desenho gestual. O tempo curto, fragmentado, pulsado é o que deve ser aplicado à técnica, não permitindo àquele que desenha raciocinar se sabe ou não desenhar aquilo que vê. A própria continuidade de um desenho após o outro aos poucos mostra uma interatividade com a atividade de desenhar, tornando-a conhecida, facilitada e prazerosa. Concluída a primeira bateria de desenhos da primeira série, incentivei os alunos na segunda bateria a soltarem mais a mão, a imprimirem mais força [determinação] no lápis, enfim, a explorarem a expressão de síntese e liberdade, a rapidez e a intimidade com que a mão trabalha o lápis sobre o papel e o simples prazer do risco natural (Figuras 1, 2, 3 e 4). 3 O endereço do site é Os vídeos sugeridos foram Gesture Drawing Tutorial one minute e Design Sessions Video Tutorial: gesture drawing. 4 Bloco de folhas sulfite, formato A4, encadernado.

6 Figura 1: imagem do tomate Figura 2: desenho tomate Figura 3: imagem do porco Figura 4: desenho porco A segunda série de desenhos teve um total de 30 (trinta) imagens de objetos de design. Estas exploravam formas geométricas um pouco mais complexas. O pulsar das imagens continuou de 15 (quinze) segundos e os alunos também produziram duas baterias de desenhos na mesma folha (Figuras 5, 6, 7 e 8). Figura 5: imagem da chaleira Figura 6: desenho da chaleira

7 Figura 7: imagem da cadeira Figura 8: desenho da cadeira A segunda atividade do desenhar: Na segunda aula do módulo 1, após a discussão da leitura dirigida e apresentação do conteúdo teórico, os alunos desenvolveram quatro séries de desenho. Novamente cada série foi desenvolvida duas vezes. A primeira série de 10 (dez) imagens, continuou sendo objetos de design e o intuito era o aquecimento da mão. Após esta série o grau de complexidade das imagens aumentou. A segunda série explorou 15 (quinze) imagens de figuras humanas (Figuras 9 e 10), a terceira série 12 (doze) imagens de ambientes internos (Figuras 11 e 12), a quarta, e última série, 26 (vinte e seis) imagens de arquitetura (Figuras 13 e 14). O pulsar das três primeiras séries foi de 15 (quinze) segundos e da quarta 20 (vinte) segundos. Figura 9: imagem da mulher Figura 10: desenho da mulher Figura 11: imagem ambiente interno Figura 12: desenho do ambiente interno

8 Figura 13: imagem da igreja Figura 14: desenho da igreja A terceira atividade do desenhar: Na terceira aula do módulo 1 os alunos desenvolveram uma única série de 34 (trinta e quatro) desenhos de arquitetura. Foram explorados os seguintes materiais de desenho: grafite e caneta preta em papel sulfite e craft. O pulsar das imagens foi de um minuto e os desenhos deveriam ser mais detalhados (Figuras 15,16,17 e 18). Figura 15: imagem arquitetura 1 Figura 16: desenho da arquitetura 1 Figura 17: imagem arquitetura 2 Figura 18: desenho da arquitetura 2

9 A atividade de compartilhar os saberes construídos: A última aula do módulo 1 foi destinada à discussão coletiva dos trabalhos. Os alunos selecionaram os melhores desenhos da última série de imagens de arquitetura. Apresentei o conjunto de desenhos de cada aluno para toda a turma e eles selecionaram o melhor de cada conjunto. Uma vez escolhidos, os desenhos foram expostos no mural de apresentação dos trabalhos (Figura 19). Figura 19: mural de apresentação dos trabalhos De uma forma geral, os alunos se mostraram interessados com a escolha coletiva dos desenhos. Esclareci que a proposta do mural era expor a produção de cada um e que os desenhos dos colegas deveriam ser posteriormente analisados por eles. Este momento foi muito interessante porque eles puderam conhecer e compartilhar a produção de cada um e a partir da análise do desenho do outro identificar dificuldades semelhantes, visualizar o domínio do traço, enfim, construir um saber coletivo. Quanto aos materiais explorados no registro dos desenhos, os alunos perceberam diferenças entre o risco traçado com a grafite e com a caneta, tanto no papel sulfite, quanto no craft. Eles comentaram que a interação caneta/sulfite permitia um gesto mais solto, a caneta deslizava sobre o papel, enquanto o mesmo ocorria na interação grafite/craft. A maioria dos alunos gostou do resultado final dos desenhos feitos no papel craft. Em relação à técnica do desenho gestual, durante os desenhos iniciais os alunos se queixaram do tempo curto que não permitia o término desenho. No entanto, foi possível perceber que à medida que a munheca se aquecia eles conseguiam um gesto mais solto e livre. Conforme apresentamos, o tempo curto, fragmentado, pulsado é o elemento fundamental no processo do desenho gestual. Aquele que desenha não deve ter tempo para raciocinar se sabe ou não desenhar aquilo que vê.

10 Quanto ao número de desenhos desenvolvidos, alguns alunos consideraram a carga pesada. Ao término da aula muitos queixavam cansaço de tanto desenhar. Realmente a produção dos desenhos teve um ritmo intenso e frenético, todo o horário da aula foi aproveitado e o intervalo entre as séries era de no máximo cinco minutos. A intenção das atividades foi justamente esta, procurei estimulá-los ao máximo a desenhar, fiz com que eles praticassem a técnica repetidas vezes (pois muito provavelmente eles não a exercitariam fora do horário de aula) para que dominassem o traço e assim, percebessem que era possível alcançar o objetivo proposto com a atividade. Quanto à percepção dos alunos em relação ao domínio do traço, sugeri que eles folheassem o caderno de croquis e observassem se havia diferença entre os primeiros e os últimos desenhos, se eles percebiam alguma evolução no traço. De imediato a maioria da turma não identificou qualquer evolução. Na verdade eles buscavam ver desenhos perfeitos, bem acabados e não um esboço rápido, no qual a velocidade do gesto capta o essencial da forma com linhas contínuas, expressivas e espontâneas. Tentei contornar esta situação durante a avaliação individual dos cadernos de croqui. Fiz várias observações identificando a evolução ou não dos traços e comentários incentivando a busca constante de uma prática gráfica livre, espontânea e determinada. Passado algum tempo da conclusão do módulo 1, em uma conversa informal com um dos alunos, ele comentou que, embora não tenha gostado muito do desenho gestual, ele foi fundamental para a obtenção do traço que explora hoje. Por outro lado, a minha percepção quanto à eficácia da técnica do desenho gestual para o domínio do traço foi extremamente positiva. De uma forma geral, a maioria dos alunos apresentou uma evolução no traço em termos de continuidade, expressividade e espontaneidade. Os resultados da última série de desenhos revelam traços desenvoltos e amplos, que captam a essência da imagem projetada. Naturalmente, outras questões ainda não trabalhadas na disciplina evidenciaram certa carência de domínio como: a proporção, a perspectiva e as hachuras, que serão trabalhadas nos módulos subseqüentes. 4 Conclusão Este trabalho apresentou o relato de uma experiência didática realizada com os alunos do primeiro período do CAU-UFJF, na disciplina Desenho Livre para Arquitetura e Urbanismo, que buscou por meio da técnica do desenho gestual estimular e desenvolver o traço contínuo, espontâneo e expressivo. Com base nos primeiros resultados obtidos foi possível concluir que o desenho gestual consiste numa técnica adequada que possibilita o exercício no domínio do

11 traço e aguça a capacidade de síntese e abstração a partir do modelo natural. Embora a maioria dos alunos não tenha percebido num primeiro momento a adequação do método, seus desenhos se traduziram no papel como a inscrição de gestos físicos realizados com rapidez e espontaneidade. O desenho não foi levado às suas máximas conseqüências, ao contrário, resumiu o motivo em poucos traços e combinações tonais. Agradecimentos Aos alunos... sem eles a construção deste trabalho não seria possível. À professora e amiga Regina Kopke por ter despertado o interesse e o fascínio pelo desenho gestual. Referências BARKI, José. O Risco e a Invenção: Um Estudo sobre as Notações Gráficas de Concepção no Projeto. Rio de Janeiro: UFRJ, Tese (Doutorado em Urbanismo). DORFMAN, Beatriz R. Desenho gestual: pensar sem palavras. In: Anais Graphica Curitiba, FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, KOPKE, Regina C. Desenho gestual para professores (e alunos) de educação matemática. In: X Encontro Nacional de Educação Matemática. Salvador, 2010a.. Desenho Gestual: série para cursos. Juiz de Fora: UFJF, 2010b. LASEAU, Paul. La expresión gráfica para arquitectos y diseñadores. México: Ediciones G. Gili, MARTÍNEZ, Alfonso Corona. Ensaio sobre o Projeto. Brasília: Editora da UNB, 2000.

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