CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS UNIS-MG CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS UNIS-MG CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO"

Transcrição

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS UNIS-MG CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ALAN VIEIRA MOLINA DANILO LOPES PORTO JÚNIOR PAULO HENRIQUE SILVA DOMÓTICA: Do Controle ao Desenvolvimento Prático do Projeto Varginha 2006

2 ALAN VIEIRA MOLINA DANILO LOPES PORTO JÚNIOR PAULO HENRIQUE SILVA DOMÓTICA: Do Controle ao Desenvolvimento Prático do Projeto Projeto de Conclusão do Curso de Ciência da Computação do Centro Universitário do Sul de Minas UNIS-MG como pré-requisito para obtenção do grau de bacharel, sob orientação do Prof. José Eduardo Silva Gomes. Varginha 2006

3 FOLHA DE APROVAÇÃO ALAN VIEIRA MOLINA DANILO LOPES PORTO JÚNIOR PAULO HENRIQUE SILVA DOMÓTICA: Do Controle ao Desenvolvimento Prático do Projeto Monografia apresentada ao curso de Ciência da Computação do Centro Universitário do Sul de Minas UNIS/MG, como pré-requisito para obtenção do grau de bacharel pela Banca Examinadora composta pelos membros: ( ) Aprovado ( ) Reprovado Data / / Profº. Ms. Tomás Dias Sant Ana Profº. Agnus Azevedo Horta Profº. Orientador José Eduardo Silva Gomes

4 Dedicamos este trabalho a todos aqueles que contribuíram para sua realização e aos nossos familiares em especial.

5 Agradecemos primeiramente a Deus, a nossas famílias pelo amor e empenho para conosco em todas as trajetórias de nossas vidas, pela compreensão que por muitos momentos não pudemos estar presentes como gostaríamos e por entender o significado do estudo e do trabalho em nossas vidas, sobretudo nos apoiando em todas as circunstâncias; um agradecimento especial ao Sebastião Ribeiro Molina que tanto contribuiu e incentivou o nosso projeto!

6 "Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! e quanto mais excelente é escolher o entendimento do que a prata." (Provérbios 16:16)

7 RESUMO MOLINA, Alan Vieira; PORTO JÚNIOR, Danilo Lopes; SILVA, Paulo Henrique. Domótica: Do Controle ao Desenvolvimento Prático do Projeto f. Monografia (Bacharelado em Ciência da Computação) Centro Universitário do Sul de Minas UNIS-MG, Varginha, Este trabalho apresenta a implementação de um protótipo de software para controle de automação residencial além da especificação e construção do ambiente prático do projeto, a casa automatizada. Apresenta uma análise sobre as funções da Domótica. Nas implementações do protótipo foi desenvolvido um software de controle e configuração das funções automatizadas via porta paralela, e para a construção da maquete do projeto foram desenvolvidos um ambiente característico residencial, funções da Domótica, uma placa de Circuito Eletrônico e especificação dos seus componentes como análise de estudo em Robótica. Sobre o tema da Domótica, o presente trabalho abrange as subáreas de Programação, Robótica e Automação e sobre tudo Informática e Sociedade, na área da Computação. Palavras-chave: Automação Residencial, Componentes Eletrônicos, Domótica, Porta Paralela, Protótipo.

8

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 2.1 Porta Paralela (Representação da porta-paralela de um computador portátil) 23 Figura 2.2: Conector DB25 fêmea.. 25 Figura 2.3: Conector DB25 macho. 25 Figura 2.4: Esquema de Funcionamento do DB25 no modo Standard Parallel Port (SPP) 26 Figura 2.5: Representação das cores do resistor. 31 Figura 3.1: Representação do Circuito Eletrônico utilizado no projeto. 38 Figura 3.2: Transistores NPN e PNP. 39 Figura 3.3: Circuito aberto (corte) e Circuito fechado (saturado) 39 Figura 3.4: Circuito da abertura do portão eletrônico. 40 Figura 3.5: Circuito do fechamento do portão eletrônico. 41 Figura 3.6: Circuito de acionamento das lâmpadas externas. 41 Figura 3.7: Circuito de acionamento da lâmpada interna.. 42 Figura 3.8: Circuito de acionamento da bomba d água da piscina.. 42 Figura 3.9: Circuito da câmera (movimento horário) 43 Figura 3.10: Circuito câmera (movimento anti-horário) 43 Figura 3.11: Circuito de acionamento do alarme. 44 Figura 3.12: Circuito do sensor de alarme. 44 Figura 3.13: Tela Principal do Protótipo. 45 Figura 3.14: Ilustração da área mapeada para acionar o comando de abertura do portão 47 Figura 3.15: Ilustração da área mapeada para acionar o comando de fechamento do portão 49 Figura 3.16 região mapeada para acionar o comando de acender as luzes externas da casa 50 Figura 3.17: região mapeada para acionar o comando de apagar as luzes externas da casa 51 Figura 3.18: Ícone de acionamento da luz da sala.. 52 Figura 3.19: Casa com a luz da sala acesa.. 52 Figura 3.20: Ícone de desligar a luz da sala.. 53 Figura 3.21: Casa com a luz da sala apagada.. 53

10 Figura 3.22: Ícone de acionamento do Chafariz (piscina / cascata) 54 Figura 3.23: Ícone de desligar o Chafariz (piscina / cascata) 55 Figura 3.24: Botão de acionamento da câmera.. 55 Figura 3.25: Botões de giro: Esquerda / Direita.. 55

11 SUMÁRIO 1. INTRODUCÃO Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Estrutura REFERENCIAL TEÓRICO Domótica Funções Domóticas Função de Gestão Gestão de Iluminação Gestão da calefação, ventilação e ar condicionado Gestão da qualidade do ar Gestão da funcionalidade dos espaços Função de Controle Controle Técnico Segurança e tele-transmissão Assistência Saúde Função de Comunicação Comunicação controle Comunicação espaçamento Comunicação serviços Redes Domóticas Delphi 20

12 2.2.1 Diferenciais do Delphi Justificativa para o uso da linguagem Porta Paralela Modelos de Porta Paralela Transmissão unidirecional Transmissão bidirecional Extensão do cabo paralelo Endereços da Porta Paralela Registradores Conector DB Eletrônica Histórico da Eletrônica Circuito Eletrônico Resistores Capacitores Geradores Elétricos Diodo LED Transistor Transistor com Chave Circuito Integrado Motor Relê Fotodiodo ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Montagem do Circuito Eletrônico Funcionamento de cada componente dentro do circuito Funcionamento do Portão Eletrônico Acionamento das Luzes Externas da casa Acionamento da Luz Interna da casa Controle da Bomba D água da Piscina / Cascata Controle da Câmera de Vigilância (Segurança) Sensor do Alarme de Segurança Implementação do Software de controle (Protótipo) Abertura do Portão Eletrônico. 46

13 3.2.2 Fechamento do Portão Eletrônico Controle das luzes externas Controle das luzes internas Controle da Bomba D água da Piscina / Cascata Controle da Câmera de Vigilância (Segurança) Sensor do Alarme de Segurança Botão Reset 58 4 RESULTADOS CONCLUSÕES BIBLIOGRAFIA.. 61

14

15 1. INTRODUCÃO De início surgiu a automação industrial, definindo automação como a tecnologia que se ocupa da utilização de sistemas mecânicos, eletrônicos e computacionais na operação e controle de produção. Posteriormente veio a automação de edifícios comerciais, direcionadas as áreas patrimonial e institucional. Recentemente, a automação ganha uma nova modalidade, a automação residencial, um novo mercado recentemente chegado ao Brasil, emergente, promovendo soluções interessantes voltadas à prestação de serviços ao usuário doméstico. A domótica, assim tratada a modalidade de automação residencial, é tida hoje pelo usuário como símbolo de luxo (status) e modernidade. Em um segundo momento, destaca-se o conforto e as facilidades convenientes a cada execução de um comando para executar uma função relacionada a alguma atividade, motivada pela necessidade do usuário. Por fim, torna-se um aparato de soluções para situações cotidianas, maximizando tempo, promovendo todos os benefícios anteriores, mas ligada diretamente à segurança física dos habitantes e do patrimônio (lar). O objetivo da automação residencial é integrar iluminação, entretenimento, segurança, telecomunicações, condicionamento de ar, controle de caixas d água, sistemas de jardim e irrigação, inteligentes, programáveis e centralizado. Por meio da construção de um protótipo de software, capaz de controlar e configurar funções de domótica a partir de um computador, o presente trabalho trás uma exemplificação que podemos chamar de real, propõe a construção de uma maquete de uma casa, contendo as possíveis funções de automação. A abrangência do tema automação, robótica, eletrônica, computação, bem como tendências mercadológicas na esfera tecnológica, faz despertar o interesse pela pesquisa sobre o tema, como elo de aproximação das ciências envolvidas. Contudo, o desenvolvimento e implementação de rotinas e funções ligadas ao tema domótica, justificam-se como um laboratório de estudo na construção e manipulação de componentes eletrônicos, utilizados na Robótica e Automação que, integrados a Programação, sobretudo via porta paralela, utiliza uma linguagem de

16 programação de essência acadêmica, propositalmente, promovendo interação entre tecnologia e as atividades ligadas ao nosso cotidiano.

17 1.1 Objetivos Objetivo Geral O objetivo deste trabalho é desenvolver um software protótipo, para controle e monitoração das atividades residenciais, bem como construção de um ambiente real, automatizado para exemplificação destas rotinas (uma maquete) Objetivos Específicos Desenvolver um software simulador das funções para o ambiente residencial. Controlar e monitorar objetos e funções de uma residência via computador, tais como: abertura de portas (garagem), iluminação interna e externa da casa, irrigação de jardins (piscinas) e dispositivos de segurança. Construir um ambiente de exemplificação real para as funções de domótica, fazendo alusão às diversas aplicações possíveis da automação no contexto residencial. Criar a placa, manipular os componentes eletrônicos, também utilizados na Robótica e Automação de uma forma geral, como apoio a pesquisa e estudo do tema. 1.2 Estrutura O presente trabalho está dividido em cinco capítulos, distribuído por: Referencial Teórico, contendo os assuntos e temas relacionados no desenvolvimento do projeto de conclusão do curso (PCC) e suas esferas do conhecimento; Atividades Desenvolvidas, descrevendo o desenvolvimento do projeto e seu andamento; Recursos

18 Necessários; Resultados, apontando os resultados obtidos, os possíveis não atingidos e a sua exatidão dentro do planejado; e por fim; Conclusão. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Domótica Domótica é a integração de tecnologias e serviços, aplicadas a lares, escritórios e pequenos prédios, com o objetivo de automatizar e obter maior conforto e comodidade, comunicação, economia de energia e aumento da segurança. A origem do termo domótica, vem da difusão da palavra latina domus (casa), com a palavra telemática (sobretudo robótica). Foi adotado na Europa para designar o campo de aplicação tecnológica que visa a integração do espaço arquitetônico, da informática e das telecomunicações; já nos Estados Unidos e Japão adotou-se a expressão intelligent building. Outro sinônimo para a expressão, é casa inteligente (smart house), no entanto para este trabalho utilizaremos o termo domótica. O objetivo da automação residencial é integrar iluminação, entretenimento, segurança, telecomunicações, condicionamento de ar, e muito mais através de um sistema inteligente, programável e centralizado. Pode ser feito de três formas: Sistemas interligados pela própria rede elétrica existente, sendo bastante precário, devido a grande instabilidade da rede. Sistemas integrados por um controle remoto universal, possibilitando o controle de qualquer equipamento dotado de controle remoto por infravermelho. Sistemas integrados por central de automação, este é o sistema mais avançado e que tem a maior autonomia e depende de um projeto específico" (CORCUERA CAVALCANTI, 2006). Conforme Breternitz (2001), as primeiras aplicações domóticas utilizavam sensores e atuadores (dispositivos que alteravam os parâmetros em função de informações captadas pelos sensores), que numa arquitetura centralizada eram ligados a um controlador onde estava a inteligência necessária. Geralmente eram sistemas proprietários, pouco flexíveis, e principalmente caros.

19 Segundo Angel (1993, p.43), a domótica é um novo domínio de aplicação tecnológica, tendo como objetivo básico melhorar a qualidade de vida, reduzindo o trabalho doméstico, aumentando o bem estar e a segurança de seus moradores e visando também a utilização racional e planejada dos diversos meios de consumo. A domótica procura uma melhor integração através da automatização nas áreas de segurança, comunicação, e de controle e gestão de fluídos. Esta proposta integradora busca dar resposta às necessidades do homem, que podem ser agrupadas em três grupos:

20 a) As necessidades de segurança: estão relacionadas com: A qualidade do ar; A prevenção de acidentes físicos e materiais, Assistência à saúde, A segurança contra intrusos. b) As necessidades de conforto ambiental: implicam na criação de um meio ambiente agradável: Conforto térmico, Conforto acústico, Conforto visual, Conforto olfativo, Conforto espacial. c) As necessidades de conforto de atividades: vêm facilitar os hábitos cotidianos: Para dormir, Para alimentar-se, Para cuidar-se, Para manutenção (dos locais e dos materiais), Para comunicar-se, Para entreter-se (divertir-se), Para trabalhar Funções Domóticas

21 Segundo Angel (1993), as funções de domótica nos permitem satisfazer a um número considerável das necessidades (citadas anteriormente). É definido, três classes expressivas de funções, segundo o tipo de serviço a que elas se dirigem, as quais se dividem em sub-funções, analisadas por:

22 Função de Gestão Essa função tem áreas comuns a função de controle. A função de gestão tem por objetivo automatizar em certo número de ações sistemáticas. As automatizações se realizam segundo uma programação, um controle dos consumos e uma manutenção. As ações sistemáticas dessa função se relacionam principalmente com o conforto. (ANGEL, 1993, p. 48) Gestão de Iluminação Segundo Angel (1993), a gestão de iluminação fornece um dos primeiros elementos voltados ao conforto, adequado ao ambiente segundo a necessidade de cada usuário de acordo com a idade, capacidades físico-motoras, uso dos espaços ao longo do dia, repercussão sobre a ocupação dos espaços. A otimização do uso e economia de eletricidade é outro aspecto importante desta sub-função, sem deixar de lado o conforto dos usuários. Como serviços auxiliares podem-se citar a temporização, a variação de intensidade, o acendimento e apagamento automático programado, comandado à distância ou por comando de voz Gestão da calefação, ventilação e ar condicionado Permite ao usuário medir e controlar a calefação, as cargas elétricas e seu próprio conforto. Teve um grande impulso com a evolução dos sensores e com a necessidade de racionalização de energia. Entre os confortos gerados por esta gestão, pode-se citar a otimização em relação ao meio externo; a auto-adaptação em relação aos equipamentos; a gestão, ambiente por ambiente. Sob o aspecto dos requisitos possíveis, podemos citar o controle a distância, passagem automática do regime conforto para o regime redução no caso da ausência de indivíduos, dentre outras. (ANGEL, 1993, p ).

23 Gestão da qualidade do ar Segundo Angel (1993), a domótica pode controlar o ar do ambiente, a temperatura e umidade e também verificar a existência de gases tóxicos como o gás de cozinha Gestão da funcionalidade dos espaços Tem como objetivo, flexibilizar o ambiente quando houver modificações nos grupos familiares, novos modos de vida e adaptação a novas necessidades. Visa permitir futuras atualizações nos sistemas atuais, instalação de novos sistemas, interconexões, permitindo a evolução das necessidades do usuário. (ANGEL, 1993, p.54). Nota-se que o projeto deve garantir as adaptações a novos equipamentos no futuro, levando em conta a estrutura do ambiente, é como se fosse pensar em cabeamento estruturado na disciplina de redes de computadores, porém, com tetos e pisos flexíveis, ou outras façanhas arquitetônicas, fomentada pela tecnologia. Os requisitos básicos que a gestão de funcionalidades de espaços deve atender são: Aumentar a produtividade e a segurança, Empregar todos os recursos de forma mais eficiente possível, Ter flexibilidade para novas e eventuais necessidades de uso Função de Controle Conforme Angel (1993, p. 55), a função de controle dá ao usuário, por um lado, informações sobre o estado de funcionamento dos equipamentos e das instalações que os integram; e por outro lado, criam um registro dos diversos parâmetros e eventualmente, induzem os comandos corretivos. Para tanto ele conta com controles instantâneos e memorizados. Essa função tem por objetivo atuar sobre os dispositivos

24 de regulagem das instalações, com a finalidade de que as tarefas programadas sejam respeitadas. As funções de controle associadas com um algoritmo ou com uma unidade de tratamento da informação conduzirão às funções de comando Controle Técnico Segundo Angel (1993, p. 56), o controle técnico visa auxiliar o usuário a fazer o uso dos equipamentos, dispositivos e instalações mais confiáveis e também prover autodiagnóstico dos mesmos, o que permite, entre outros temas, programar os gastos. Está sub-função é responsável por controlar os diferentes equipamentos e eletrodomésticos, as diferentes redes de alimentação, os diferentes fluídos utilizados na casa, a presença de intrusos e os parâmetros fundamentais para verificação do estado de saúde dos membros da família, etc. Os valores apresentados devem ser extremamente confiáveis, para que possam ser utilizados como assistências ao usuário, como também ser ergonômica para atender todas as idades dos usuários. Como exemplo de controles técnicos, temos: Recepção de mensagens de mau funcionamento de equipamentos e instalações em um monitor de TV ou do outro indicador de controle; Centralização do estado de sistemas em pequenos ou grandes painéis que indicam portas e persianas abertas, luzes acesas, etc.; Desligamento seletivo de cargas para evitar sobrecargas nos sistemas; Informações de consumo de água, gás e eletricidade e os custos dos mesmos; Comandos únicos que atuam sobre diversos equipamentos. Por exemplo, uma saída de férias: cortar o fornecimento de água e gás, desligar as luzes, ativar o sistema de alarme, fechar as cortinas, etc.; Segurança e tele-transmissão

25 Segundo Angel (1993, p. 58), a domótica tem como preocupação prioritária a segurança, pois está associada aos bens materiais, incluindo a prevenção de intrusos, incêndios e acidentes domésticos. O sistema tem que set confiável, evitando com isso falsos alarmes e se der fácil manuseio para todos os membros da família. São responsabilidades desta sub-função: Controle de acesso; Detecção de incêndio; Detecção de fuga de gás e água; Detecção de intrusos; Tele-vigilância; Tele-assistência.

26 Assistência Saúde Esta sub-função, permite ao usuário a conexão através de um computador pessoal com centros de assistências médicas, que asseguram o controle e acompanhamento da evolução de casos graves de doença ou por motivo de acidentes (ANGEL, 1993, p. 60) Função de Comunicação Segundo Angel (1993), uma característica possibilitada pela comunicação é a interatividade. Através desta é permitido o telecomando e a programação para que os sistemas envolvidos obedeçam a uma certa padronização. A função de comunicação pode ser classificada por dois ângulos: a comunicação sem significados, por exemplo, sinais de áudio e vídeo, aonde se busca a maior fidelidade possível; e a comunicação onde visa-se intercâmbio de informações de controle do ambiente (ANGEL, 1993, p. 62) Comunicação controle Com a utilização de Rede Digital de Serviços Integrados (RDSI), que utiliza uma técnica comum para serviços de voz, texto, dados e imagens, a função de controle pode realizar sua função principal, interligar os vários dispositivos entre si e com o operador do sistema. Além dos serviços já citados, esta rede disponibiliza também a troca de comando entre vários equipamentos e o operador (ANGEL, 1993, p. 64) Comunicação espaçamento Segundo Angel (1993, p ), dentre os serviços oferecidos por esta subfunção, pode-se citar a possibilidade do relacionamento da família com o ambiente

27 externo e os serviços coletivos dos imóveis. Para realização destes serviços coletivos tem-se a necessidade de interconectar os aparelhos de áudio e vídeo-comunicação da casa, fazendo-os comunicarem entre si, permitindo assim um melhor serviço de som e imagem, aumentando o conforto.

28 Comunicação serviços Conforme Angel (1993, p. 67), esta sub-função visa a conexão da rede interna de áudio e vídeo com uma rede exterior, podendo esta ser pública ou privada. Nos objetivos deste serviço estão incluídos: o tele-trabalho, a tele-educação, telemantimento, a tele-vigilância-assistência Redes Domóticas A rede domótica é o elemento principal de todo o sistema domótico. A rede domótica, ou em outros termos, o cabeamento é o que permite realizar uma comunicação entre os diferentes aparatos conectados à rede e é indubitavelmente o instrumento essencial em que se baseia a domótica. As redes destinadas aos edifícios inteligentes se baseiam em aplicações, onde uma rede separada e independente é utilizada para cada função. É assim que existem redes destinadas à segurança, à detecção de incêndios, ao controle de acessos, à climatização, à informática, etc. As redes domóticas são, em termos gerais, redes polivalentes que permitem realizar diferentes funções a fim de simplificar a complexidade da instalação da rede. A mesma rede domótica assegura, por exemplo, as funções de segurança, conforto e gestão técnica. A rede pode estar constituída de um ou vários suportes de comunicação de acordo com as funções que esse sistema domótico realiza (ANGEL, 1993, p. 112).

29 2.2 Delphi Delphi é um compilador e uma IDE¹ para o desenvolvimento de softwares. Ele é produzido pela Borland Software Corporation (por algum tempo chamada Inprise). A linguagem utilizada pelo Delphi, o Object Pascal (Pascal com extensões orientadas a objetos) a partir da versão 7 passou a se chamar Delphi Language. O Delphi originalmente direcionado para a plataforma Microsoft Windows, agora desenvolve aplicações nativas para Linux com o Kylix, e para o Microsoft.NET framework em suas versões mais recentes (WIKIPEDIA, 2006). O Delphi é uma ferramenta RAD (Rapid Application Development), baseada em Object Pascal, que pode ser utilizada tanto para o desenvolvimento de aplicações cliente/servidor quanto para aplicações de uso genérico, como editores de textos, planilhas eletrônicas, etc. Portanto, quem já conhece Pascal, uma linguagem muito difundida nos meios acadêmicos, aprende Delphi com maior facilidade. Quem ainda não a conhece terá que aprendê-la para programar em Delphi (MARTINS, 1996) Diferenciais do Delphi Algumas das características que a Borland divulga como diferenciais do seu produto em relação aos concorrentes são as seguintes: Possui o compilador mais rápido e otimizado de todas as ferramentas; Gera executáveis, sem a necessidade da utilização de bibliotecas RunTime para a distribuição de aplicações. A conseqüência disto é uma performance muito superior às outras ferramentas; Possibilita a criação de componentes nativos, ou seja, permite que façamos extensões ao próprio Delphi; É uma ferramenta two-way, isto é, cada componente visual é implementado através de um conjunto de linhas de código Object Pascal e esses dois elementos, componente visual e linhas de código, estão intimamente relacionados, de tal forma que uma alteração em qualquer um deles se reflete no outro;

30 ¹ IDE: Integrated Development Environment (Ambiente de Desenvolvimento Integrado), é um programa de computador que reúne características e ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software com o objetivo de agilizar este processo (WIKIPÉDIA, 2006). A linguagem possui mecanismos especiais para exception handling (manipulação de exceção), o que permite a criação de aplicações mais robustas; Excelente conectividade com bancos de dados, através do Borland Database Engine (BDE); É totalmente orientada a objetos. Segundo Martins (1996), existem três versões disponíveis do Delphi: Desktop, Developer e Client/Server. A versão Desktop inclui os seguintes softwares: o compilador Delphi; o Delphi IDE, que é um ambiente integrado para desenvolvimento, teste e depuração de aplicações; o Borland Database Engine (BDE) que inclui DBase, Paradox e suporte a ODBC; a Visual Component Library (VCL) com mais de 90 componentes; o Database Desktop que permite criar, visualizar, classificar, modificar e consultar tabelas de dados de diversos formatos, incluindo Paradox, DBase e SQL; e o Database Explorer que é um browser hierárquico de banco de dados, com capacidade de visualizar esquemas de banco de dados, criar, visualizar e editar dados em tabelas, criar e manter alias, executar comandos SQL, criar e manter dicionário de dados. Neste contexto, um alias é um nome que identifica onde estão armazenados os objetos de um banco de dados. Esse nome pode apontar para um diretório (bancos de dados DBF e Paradox), ou para um servidor de banco de dados. A versão Developer contém tudo o que a Desktop contém, mais os seguintes produtos: o código fonte da VCL; o InstallShield Express, uma ferramenta para criar software de instalação; o Local Interbase Server que é o sistema gerenciador de banco de dados relacional da Borland; o ReportSmith, um poderoso gerador de relatórios, com conexão para bancos de dados PC (DBase e Paradox); interface para o software PVCS da Intersolv, o qual se destina ao gerenciamento de trabalho em equipe; OCX de exemplo para criar gráficos, verificação ortográfica, etc.

31 A versão Client/Server inclui tudo o que foi listado anteriormente, mais os seguintes produtos: drivers SQL Link nativos para Oracle, Sybase, Interbase e SQL Server; SQL Database Explorer; ReportSmith com conexões para bancos de dados padrão SQL; Visual Query Builder, uma ferramenta visual que auxilia a construção de comandos SQL; Data Pump Expert, uma ferramenta usada para realizar migração de bases de dados; o servidor de banco de dados Interbase para Windows NT, com licença para 2 usuários; o software PVCS da Intersolv. Com relação à geração de relatórios, o Delphi possui duas alternativas de solução. A primeira é um conjunto de componentes da própria linguagem, que podem ser arrastados para um formulário drag-and-drop e formatados, conforme a necessidade do usuário. Esse conjunto de componentes chama-se QuickReports. A vantagem da sua utilização é que a geração do relatório também é transformada em código de máquina, o que garante excelente performance durante a sua execução. A desvantagem é que a segunda alternativa é mais amigável. Essa segunda alternativa é um produto completo, chamado ReportSmith. Originalmente, esse gerador de relatório não era da Borland. Ele foi comprado por ela e integrado ao IDE. A desvantagem do ReportSmith é que ele exige um RunTime. Outra característica que chama a atenção no Delphi é o fato de que a VCL (Visual Component Library) é aberta, ou seja, quando um determinado componente da linguagem não atende exatamente as nossas expectativas, podemos personalizá-lo, alterando diretamente seu código fonte Justificativa para o uso da linguagem Delphi. A linguagem escolhida para desenvolver o protótipo de controle foi o Por ser largamente utilizada para o desenvolvimento de aplicações Desktop e aplicações multi camadas (cliente/servidor), o Delphi é também, compatível com os bancos de dados mais conhecidos no mercado, contendo grande quantidade de componentes prontos em sua biblioteca, facilitando o uso e aprendizado.

32 Possui grande velocidade de execução de código, é uma linguagem totalmente orientada a objetos e ainda tem por origem, a linguagem Pascal, conhecida também por ser uma linguagem acadêmica.

33 2.3 Porta Paralela A porta paralela é uma interface² de comunicação entre um computador e um periférico. Quando a IBM criou seu primeiro Computador Pessoal (PC), a idéia era conectar a essa porta uma impressora, mas atualmente, são vários periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar e receber dados para o computador (exemplos: scanners, câmeras de vídeos, unidade de disco removível entre outros) (WIKIPÉDIA, 2006). A partir do sistema operacional Windows 95, tornou-se possível efetuar comunicações entre dois computadores, através da porta paralela, usando um programa nativo chamado "comunicação direta via cabo". Esta rede pode ser implementada, utilizando um cabo DB25, conectado entre os dois computadores. É no entanto necessária uma configuração específica nos cabos para que a rede possa funcionar corretamente (WIKIPÉDIA, 2006). Figura 2.1 Porta Paralela (Representação da porta-paralela de um computador portátil) Modelos de Porta Paralela Transmissão unidirecional A porta paralela Standard Parallel Port (SPP) pode chegar a uma taxa de transmissão de dados a 150KB/s. Comunica-se com a Unidade Central de Processamento (CPU) utilizando um barramento (BUS) de dados de 8 bits. Para periféricos de dados entre periféricos são usados 4 bits por vez Transmissão bidirecional

34 A porta avançada Enhanced Parallel Port (EPP) chega a atingir uma taxa de transferência de 2 MB/s. Para atingir essa velocidade, será necessário um cabo especial. ² Interface: Em ciência da computação, interface é um contrato que determina a forma de comunicação entre componentes e software. Comunica-se com a CPU utilizando um BUS de dados de 32 bits. Para transmissão de dados entre periféricos são usados 8 bits por vez. A porta avançada Enhanced Capabilities Port (ECP), tem as mesmas características que a EPP, porém, utiliza acesso direto à memória (DMA), sem a necessidade do uso do processador, para a transferência de dados. Utiliza também um buffer³ first in first out (FIFO) de 16 bytes Extensão do cabo paralelo A extensão do cabo para interligar um computador a um periférico, é de no máximo 8m. Na prática, utiliza-se um cabo com extensão menor. Quanto maior a extensão do cabo, maior é a interferência na transmissão dos dados Endereços da Porta Paralela O computador nomeia as Portas Paralelas, chamando-as de LPT1, LPT2, LPT3 etc, mas, a Porta física padrão de seu computador é a LPT1, e seus endereços são: 378h (para enviar um byte de dados pela Porta), 378+1h (para receber um valor através da Porta) e, 378+2h (para enviar dados). Às vezes pode está disponível a LPT2, e seus endereços são: 278h, 278+1h e 278+2h, com as mesmas funções dos endereços da porta LPT1 respectivamente. (ROGERCOM, 2006).

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA 8 CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA A porta paralela, também conhecida por printer port ou Centronics e a porta serial (RS-232) são interfaces bastante comuns que, apesar de estarem praticamente

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS O diodo de junção possui duas regiões de materiais semicondutores dos tipos N e P. Esse dispositivo é amplamente aplicado em circuitos chaveados, como, por exemplo, fontes de

Leia mais

AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO

AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO Marcella Scoczynski Ribeiro (UTFPR/UEPG) marcella_engcomp@yahoo.com.br Matheus Safraid (UEPG) msafraid@hotmail.com Resumo Este trabalho apresenta os benefícios

Leia mais

CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTOR

CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTOR CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTO O diodo semicondutor é um dispositivo, ou componente eletrônico, composto de um cristal semicondutor de silício, ou germânio, em uma película cristalina cujas faces opostas

Leia mais

Diodo semicondutor. Índice. Comportamento em circuitos

Diodo semicondutor. Índice. Comportamento em circuitos semicondutor Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de ) [1][2] semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película

Leia mais

Fundamentos da Informática

Fundamentos da Informática 1 PROCESSAMENTO DE DADOS I - FUNDAMENTOS A) CONCEITO DE INFORMÁTICA - é a ciência que estuda o tratamento automático e racional da informação. B) PROCESSAMENTO DE DADOS 1) Conceito Processamento de dados

Leia mais

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação TOUCH SCREEN Comando de Automação Central de Cenário 54 ÍNDICE DE SEÇÃO 56 A casa como você quer 62 As vantagens de 66 Dispositivos BUS 68 Integração das funções My Home 70 Vantagens da instalação BUS

Leia mais

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi.

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi. Capítulo 1 O Que é o Delphi Diferenças entre Delphi Client/Server do Delphi for Windows Características que compõem o Integrated Development Invironment (IDE) Como o Delphi se encaixa na família Borland

Leia mais

Introdução à Computação

Introdução à Computação Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Introdução à Computação DCA0800 - Algoritmos e Lógica de Programação Heitor Medeiros 1 Informática x Computação

Leia mais

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT

Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT Programa de Educação Tutorial PET Grupo PET-Tele Dicas PET-Tele Uma breve introdução à componentes

Leia mais

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO RADIOELETRICIDADE O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO Fonte: ANATEL DEZ/2008 RADIOELETRICIDADE TESTE DE AVALIAÇÃO 635 A maior intensidade do campo magnético

Leia mais

VEÍCULO BV 1. Figura 01 BV 1 construído com material de baixo custo

VEÍCULO BV 1. Figura 01 BV 1 construído com material de baixo custo VEÍCULO BV 1 Resumo Este trabalho apresenta um tutorial ("How To") para a construção de um robô simples controlado por um PC através da porta paralela. A construção deste robô tem como objetivo introduzir

Leia mais

Prime IHC. Intelligent Home Control. Automação residencial com estilo, segurança e economia de energia.

Prime IHC. Intelligent Home Control. Automação residencial com estilo, segurança e economia de energia. Intelligent Home Control com estilo, segurança e economia de energia. Projetos inteligentes exigem um sistema de automação completo. Funcionamento do sistema. O funciona com entradas e saídas, controlando

Leia mais

Apostila. Eletrônica Geral

Apostila. Eletrônica Geral Apostila Eletrônica Geral Agosto de 2012 Prefácio Esta apostila tem por objetivo servir como referência aos alunos do curso de mecatrônica na disciplina de Eletrônica Geral, e não substitui, de forma alguma,

Leia mais

Desenho Técnico Fundamentos do desenho técnico; Construções geométricas; Desenho eletroeletrônico;

Desenho Técnico Fundamentos do desenho técnico; Construções geométricas; Desenho eletroeletrônico; EMENTA DE CONTEÚDOS Eletricidade Conceitos fundamentais da eletricidade; Circuitos elétricos de corrente contínua; Tensão alternada; Gerador de funções; Operação do osciloscópio; Tensão e corrente alternadas

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo DIODO SEMICONDUOR INRODUÇÃO Materiais semicondutores são a base de todos os dispositivos eletrônicos. Um semicondutor pode ter sua condutividade controlada por meio da adição de átomos de outros materiais,

Leia mais

Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês.

Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês. - Introdução Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês. Os relês são elementos versáteis que possuem

Leia mais

Sensores. unesp. Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

Sensores. unesp. Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim Sensores Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 2 Índice

Leia mais

Soluções permitem o monitoramento a distância das instalações da casa, visando redução de consumo e alto desempenho

Soluções permitem o monitoramento a distância das instalações da casa, visando redução de consumo e alto desempenho Casa do futuro Soluções permitem o monitoramento a distância das instalações da casa, visando redução de consumo e alto desempenho Por Heloisa Medeiros A rápida evolução de produtos e equipamentos eletrônicos

Leia mais

Fundamentos de Automação. Sensores 17/03/2015. Sensores. Sensores Analógicos e Sensores Digitais. Sensores Analógicos e Sensores Digitais

Fundamentos de Automação. Sensores 17/03/2015. Sensores. Sensores Analógicos e Sensores Digitais. Sensores Analógicos e Sensores Digitais Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Sensores

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS II. Automação Predial

SISTEMAS PREDIAIS II. Automação Predial PCC-2466 SISTEMAS PREDIAIS II Automação Predial Serviços dos Edifícios HIDRÁULICOS Água Fria; Água Gelada; Água Quente; Sistemas de Aquecimento (solar etc.); Esgotos Sanitários; Águas Pluviais; Drenagem

Leia mais

Procure pensar em outros exemplos da nossa vida em que os sensores estão presentes.

Procure pensar em outros exemplos da nossa vida em que os sensores estão presentes. Sensores Fabrício Ramos da Fonseca Introdução aos Sensores Nas plantas automatizadas os sensores são elementos muito importantes. Na nossa vida cotidiana, os sensores estão presentes em várias situações,

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL ULBRA CONTROLE DE MOTOR DE PASSO VIA PORTA PARALELA -BUILDER C++ FABRÍCIO DE MARI

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL ULBRA CONTROLE DE MOTOR DE PASSO VIA PORTA PARALELA -BUILDER C++ FABRÍCIO DE MARI UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL ULBRA CONTROLE DE MOTOR DE PASSO VIA PORTA PARALELA -BUILDER C++ FABRÍCIO DE MARI Canoas, junho de 2007. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...03 1.1 Objetivo...04 1.2 Justificativa...04

Leia mais

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

Portas de Comunicação. http://www.walmorgodoi.com

Portas de Comunicação. http://www.walmorgodoi.com Introdução à Programação Portas de Comunicação Prof.: Walmor Cardoso Godoi,M.Sc. http://www.walmorgodoi.com USB Fireware Porta Paralela Agenda Introdução Aplicação em Controle de Display PortaSerial Introdução

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ADRIANNO ESNARRIAGA SERENO GUSTAVO HENRIQUE FURLAN HENRIQUE GONÇALVES DE PADUA REIS SMART BLIND

Leia mais

04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A. , sendo m A. e m B. < m B.

04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A. , sendo m A. e m B. < m B. 04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A e m B, sendo m A < m B, afirma-se que 01. Um patrulheiro, viajando em um carro dotado de radar a uma

Leia mais

Projetos de Eletrônica Básica II

Projetos de Eletrônica Básica II Projetos de Eletrônica Básica II MUITO CUIDADO NA MONTAGEM DOS CIRCUITOS, JÁ QUE SE ESTÁ TRABALHANDO COM A REDE ELÉTRICA. Projete um sistema para uma casa inteligente, com as seguintes características:

Leia mais

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Disciplina: Instrumentação e Automação Industrial I(ENGF99) Professor: Eduardo Simas(eduardo.simas@ufba.br) Sensores

Leia mais

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Francisco Erberto de Sousa 11111971 Saulo Bezerra Alves - 11111958 Relatório: Capacitor, Resistor, Diodo

Leia mais

Minicurso de Arduino

Minicurso de Arduino Minicurso de Arduino Gabriel Vasiljević Wanderson Ricardo August 28, 2015 Gabriel Vasiljević Wanderson Ricardo Minicurso de Arduino August 28, 2015 1 / 45 Roteiro do curso O que é o Arduino (especificações,

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores

Arquitetura e Organização de Computadores Arquitetura e Organização de Computadores Aula 01 Tecnologias e Perspectiva Histórica Edgar Noda Pré-história Em 1642, Blaise Pascal (1633-1662) construiu uma máquina de calcular mecânica que podia somar

Leia mais

fig. 1 - símbolo básico do diodo

fig. 1 - símbolo básico do diodo DIODOS São componentes que permitem a passagem da corrente elétrica em apenas um sentido. Produzidos à partir de semicondutores, materiais criados em laboratórios uma vez que não existem na natureza, que

Leia mais

CONTROLADOR CONDAR MP3000.

CONTROLADOR CONDAR MP3000. CONTROLADOR CONDAR MP3000. O equipamento CONDAR MP3000 é um Controlador Eletrônico Microprocessado desenvolvido especificamente para automação de até três Condicionadores de Ar instalados em um mesmo ambiente

Leia mais

Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Montagem da Ponte H Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro.

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro. SENSORES Introdução Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Num circuito eletrônico o sensor é o componente que sente diretamente alguma característica física do meio em que esta inserido,

Leia mais

MAF 1292. Eletricidade e Eletrônica

MAF 1292. Eletricidade e Eletrônica PONTIFÍCIA UNIERIDADE CATÓICA DE GOIÁ DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍICA Professor: Renato Medeiros MAF 1292 Eletricidade e Eletrônica NOTA DE AUA II Goiânia 2014 Diodos Retificadores Aqui trataremos dos

Leia mais

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL Esta aula apresenta o princípio de funcionamento dos motores elétricos de corrente contínua, o papel do comutador, as características e relações

Leia mais

Automação industrial Sensores

Automação industrial Sensores Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?

Leia mais

Microcontrolador Modelix 3.6

Microcontrolador Modelix 3.6 Curso de Robótica 1 Curso de Robótica Introdução à robótica O desenvolvimento da robótica surgiu da necessidade de se aperfeiçoar processos de fabricação, no sentido de melhorar a qualidade dos produtos.

Leia mais

Eletrodinâmica. Circuito Elétrico

Eletrodinâmica. Circuito Elétrico Eletrodinâmica Circuito Elétrico Para entendermos o funcionamento dos aparelhos elétricos, é necessário investigar as cargas elétricas em movimento ordenado, que percorrem os circuitos elétricos. Eletrodinâmica

Leia mais

Histórico dos Computadores

Histórico dos Computadores Histórico dos Computadores O mais antigo equipamento para cálculo foi o ábaco (Fig. 1), que era um quadro com arruelas móveis, dispostas em arames paralelos, tendo, portanto, um mecanismo simples. Surgido

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

TÍTULO: JANELA AUTOMATIZADA QUE OPERA A PARTIR DE DADOS METEOROLÓGICOS OBTIDOS POR SENSORES

TÍTULO: JANELA AUTOMATIZADA QUE OPERA A PARTIR DE DADOS METEOROLÓGICOS OBTIDOS POR SENSORES TÍTULO: JANELA AUTOMATIZADA QUE OPERA A PARTIR DE DADOS METEOROLÓGICOS OBTIDOS POR SENSORES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. Conceitos Básicos. Prof. Marcelo Wendling Ago/2011

DIODO SEMICONDUTOR. Conceitos Básicos. Prof. Marcelo Wendling Ago/2011 DIODO SEMICONDUTOR Prof. Marcelo Wendling Ago/2011 Conceitos Básicos O diodo semicondutor é um componente que pode comportar-se como condutor ou isolante elétrico, dependendo da forma como a tensão é aplicada

Leia mais

Como reduzir sua conta de energia elétrica

Como reduzir sua conta de energia elétrica Como reduzir sua conta de energia elétrica Com REDULIGHT você tem energia de melhor qualidade e economiza até 25% na conta Saiba como O que é e como funciona o filtro REDULIGHT O Redulight é um Filtro

Leia mais

Módulo 1 Introdução às Redes

Módulo 1 Introdução às Redes CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 1 Introdução às Redes Ligação à Internet Ligação à Internet Uma ligação à Internet pode ser dividida em: ligação física; ligação lógica; aplicação. Ligação física

Leia mais

Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394)

Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394) Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394) histórico Tudo começou em 1980 quando a IBM estava desenvolvendo seu primeiro micro PC. Já haviam definido que o barramento ISA seria usado para permitir que o IBM

Leia mais

AVIÔNICOS II - ELETRÔNICA

AVIÔNICOS II - ELETRÔNICA CAPÍTULO 1 - CIRCUITOS REATIVOS AVIÔNICOS II - ELETRÔNICA SUMÁRIO Circuito Reativo em série... 1-1 Circuito RC em série... 1-5 Circuito RCL em série... 1-8 Ressonância em série... 1-10 Circuito RL em paralelo...

Leia mais

INFORMÁTICA HISTÓRIA DA INFORMÁTICA 1º PD PROFESSOR

INFORMÁTICA HISTÓRIA DA INFORMÁTICA 1º PD PROFESSOR INFORMÁTICA HISTÓRIA DA INFORMÁTICA 1º PD PROFESSOR Nelson Fabbri Gerbelli O que é informática? INFORMAÇÃO TECNOLOGIA INFORMÁTICA INFORmação automática 2 ÁBACO Na China, 3000 anos antes de Cristo, surgiu

Leia mais

Rendimento EscolarFrequência : Obrigatório Critério de Avaliação : NOTA. DependênciasCritérios: Este curso não admite dependências.

Rendimento EscolarFrequência : Obrigatório Critério de Avaliação : NOTA. DependênciasCritérios: Este curso não admite dependências. Titulação : Eletricista Nome Abreviado : Eletricista Nível : Aprendizagem Tipo de Curso : Aprendizagem Industrial Área : Eletroeletrônica Segmento de Área : Eletricidade Estratégia : Presencial Carga Horária

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES

CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES MÓDULO 2 Aula 4 Professor: Ricardo Rizzo MAGNETISMO É uma propriedade muito conhecida dos imãs, de atrair o ferro. Um imã possui dois pólos magnéticos denominados norte

Leia mais

Eletricidade. Levanta, acende a luz. Toma um banho quente. Prepara seu lanche com auxílio da torradeira elétrica.

Eletricidade. Levanta, acende a luz. Toma um banho quente. Prepara seu lanche com auxílio da torradeira elétrica. Eletricidade e automação A UU L AL A O operário desperta com o toque do rádiorelógio. Levanta, acende a luz. Toma um banho quente. Prepara seu lanche com auxílio da torradeira elétrica. Um problema Sai

Leia mais

Automação Residencial

Automação Residencial Automação Residencial F. A. Dias G. M. de Paula L. S. de Oliveira G.F. Vieira 1 CEFET-MG, Brasil Contexto Social e Profissional, 2009 Graduação em Engenharia Mecatrônica Motivação Questão fundamental O

Leia mais

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica Instituição Escola Técnica Sandra Silva Direção Sandra Silva Título do Trabalho Fonte de Alimentação Áreas Eletrônica Coordenador Geral Carlos Augusto Gomes Neves Professores Orientadores Chrystian Pereira

Leia mais

Figura - Radio em 1920.

Figura - Radio em 1920. Curiosidade: Muitos dos primeiros receptores AM com alimentação AC (para as válvulas) funcionavam com o chassi ligado ao neutro da rede (como terra), freqüentemente, ao se inverter a posição da tomada,

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866 1 Introdução: Um computador é uma máquina (conjunto de partes eletrônicas e eletromecânicas) capaz de sistematicamente coletar, manipular e fornecer resultados da manipulação de dados para um ou mais objetivos.

Leia mais

9 Eletrônica: circuitos especiais

9 Eletrônica: circuitos especiais U UL L Eletrônica: circuitos especiais Um problema Um dos problemas com que se defrontava a eletrônica consistia no fato de que as válvulas, então empregadas nos sistemas, além de serem muito grandes,

Leia mais

Pipo Communications. Sinalização DTMF de Alta Velocidade. AE-1... 2 Memórias. AE-2... 6 Memórias

Pipo Communications. Sinalização DTMF de Alta Velocidade. AE-1... 2 Memórias. AE-2... 6 Memórias Pipo Communications Sinalização DTMF de Alta Velocidade AE-1... 2 Memórias Ideal para: Radiocomunicação, ANI / ENI* Emissoras de Radio e Televisão Segurança Controle de Tráfego AE-2... 6 Memórias Ideal

Leia mais

Canal 2. Justificativa

Canal 2. Justificativa Índice Canal 1 - Justificativa do Livro...2 Canal 2 - Como Tudo Começou?...4 Canal 3 - De Onde Vem a Imagem?...6 Canal 4 - Como Aparece a Imagem?...8 Canal 5 - Como ocorre a transmissão?...10 Canal 6 -

Leia mais

EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES

EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES 1951/1959 - Computadores de primeira geração Circuitos eletrônicos e válvulas Uso restrito Precisava ser reprogramado a cada tarefa Grande consumo de energia Problemas devido

Leia mais

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO FONTES CAVALCANTI CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE

Leia mais

FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica

FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica Prof. Evaldo Renó Faria Cintra 1 Diodo Semicondutor Polarização Direta e Reversa Curva Característica Níveis de Resistência e Modelos Efeitos Capacitivos

Leia mais

A porta paralela. 1 - Introdução. 2- Modelos de porta paralela

A porta paralela. 1 - Introdução. 2- Modelos de porta paralela A porta paralela 1 - Introdução A porta paralela é uma interface de comunicação desenvolvida pela IBM para funcionar nos primeiros computadores PC lançado em 1983, ela também é chamada de porta para impressora.

Leia mais

Relês. Funcionamento dos Relês

Relês. Funcionamento dos Relês Relês Por Diego Marcelo dos Santos Postado em: http://www.infoescola.com/eletronica/rele/ Tendo o surgimento em torno do século XIX o Relê tempo das centrais analógicas nas localidades mais remotas. Os

Leia mais

Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela

Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela Pedro H. M. Araújo 1, Renan P. Figueiredo 1, Douglas L. Dias 1, Sandro C. S. Jucá 1 1 Área da Telemática Instituto Federal

Leia mais

Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Fundamentos de Arquitetura de Computadores Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Hardware de um Sistema Computacional Hardware: são os componentes

Leia mais

RECONHECIMENTO DE VOZ UTILIZANDO ARDUINO

RECONHECIMENTO DE VOZ UTILIZANDO ARDUINO RECONHECIMENTO DE VOZ UTILIZANDO ARDUINO Jessica Garcia Luz, Wyllian Fressatti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí - PR - Brasil jessica.garcia.luz@gmail.com wyllian@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

Cap.4 - Medição de Tensão e Corrente Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais

Cap.4 - Medição de Tensão e Corrente Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Cap.4 - Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais Prof. Dr. Fernando Nunes Belchior fnbelchior@hotmail.com fnbelchior@unifei.edu.br Medição de Tensão

Leia mais

Controladores Lógicos Programáveis (CLPs)

Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) A UU L AL A Uma empresa fabrica clipes em três tamanhos: grande, médio e pequeno. Seus clientes consomem os produtos dos três tamanhos, mas a empresa nunca conseguiu

Leia mais

O que é o motor de passo?

O que é o motor de passo? Universidade Federal Fluminense Centro Tecnológico Escola de Engenharia Curso de Engenharia de Telecomunicações Programa de Educação Tutorial Grupo PET-Tele Motor de Passo Autor atual: Felipe Gonçalves

Leia mais

Energia Fóton elétron volt (ev)

Energia Fóton elétron volt (ev) (1) Slide 1 Espectro eletromagnético O Espectro Eletromagnético Freqüência Hertz (Hz) Comprimento de Onda metros (m) Energia Fóton elétron volt (ev) Energia Fóton Joule (J) Raios gama Raios X Ultravioleta

Leia mais

ACESSO FÍSICA LISTA 1 (LEIS DE OHM E CORRENTE ELÉTRICA)

ACESSO FÍSICA LISTA 1 (LEIS DE OHM E CORRENTE ELÉTRICA) ACESSO FÍSICA LISTA 1 (LEIS DE OHM E CORRENTE ELÉTRICA) 1. (Fuvest) O plutônio ( Pu) é usado para a produção direta de energia elétrica em veículos espaciais. Isso é realizado em um gerador que possui

Leia mais

Elisa Maria Pivetta Cantarelli. PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com

Elisa Maria Pivetta Cantarelli. PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com Universidade Federal de Santa Maria Colégio Agrícola de Frederico Westphalen Conceitos básicos Elisa Maria Pivetta Cantarelli A informática, que torna a INFORmação automática, não deve intimidar. Computador

Leia mais

Eletricidade: acionamento de motores elétricos

Eletricidade: acionamento de motores elétricos Eletricidade: acionamento de motores elétricos A UU L AL A Como se pode converter energia elétrica em energia mecânica? Considere a situação descrita a seguir. Tic-tac, blamp-blump, zuuuummmm... São as

Leia mais

1 - Processamento de dados

1 - Processamento de dados Conceitos básicos sobre organização de computadores 2 1 - Processamento de dados O que é processamento? O que é dado? Dado é informação? Processamento é a manipulação das informações coletadas (dados).

Leia mais

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais:

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais: Entrada e Saída Além do processador e da memória, um terceiro elemento fundamental de um sistema de computação é o conjunto de módulos de E/S. Cada módulo se conecta com o barramento do sistema ou com

Leia mais

Manual do Usuário Android Neocontrol

Manual do Usuário Android Neocontrol Manual do Usuário Android Neocontrol Sumário 1.Licença e Direitos Autorais...3 2.Sobre o produto...4 3. Instalando, Atualizando e executando o Android Neocontrol em seu aparelho...5 3.1. Instalando o aplicativo...5

Leia mais

- Aula 2 ESTÁGIOS DA EVOLUÇÃO DA ARQUITETURA DOS COMPUTADORES

- Aula 2 ESTÁGIOS DA EVOLUÇÃO DA ARQUITETURA DOS COMPUTADORES - Aula 2 ESTÁGIOS DA EVOLUÇÃO DA ARQUITETURA DOS COMPUTADORES 1. INTRODUÇÃO Centenas de tipos diferentes de computadores foram projetados e construídos ao longo do ciclo evolutivo dos computadores digitais.

Leia mais

CLIMATIZAÇÃO. Relação de Entradas e Saídas

CLIMATIZAÇÃO. Relação de Entradas e Saídas CLIMATIZAÇÃO O exemplo apresentado aqui controla um sistema que envolve bombas, torres, chillers e fan-coils para climatização ambiente para conforto térmico. Pode-se montar controles para sistemas dos

Leia mais

Profº Célio Conrado 1

Profº Célio Conrado 1 Surgimento da Informática Já nos tempos remotos o ser humano sentia a necessidade de quantificar coisas, fossem cabeças de rebanho, número de inimigos ou Unidade I qualquer outra informação contável. Provavelmente

Leia mais

UNED-CUBATÃO 2008. Conhecimentos básicosb Automação Industrial

UNED-CUBATÃO 2008. Conhecimentos básicosb Automação Industrial CEFET-SP UNED-CUBATÃO 2008 Conhecimentos básicosb de Automação Industrial J. Caruso - 2008 Definições Automação é um sistema de equipamentos eletrônicos e/ou mecânicos que controlam seu próprio funcionamento,

Leia mais

PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PROJETO PROTECTED

PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PROJETO PROTECTED PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PROJETO PROTECTED CURITIBA 2009 EDUARDO REBELO LOPES ELTON FOGGIATTO PROJETO PROTECTED Este

Leia mais

Definição : Num mundo altamente competitivo como o de hoje, quem estiver mais bem informado está em vantagem.

Definição : Num mundo altamente competitivo como o de hoje, quem estiver mais bem informado está em vantagem. Definição : Processos de tratamento, controlo e comunicação da informação, através de meios informáticos (computador). Vivemos na era da informação ou sociedade do conhecimento. Num mundo altamente competitivo

Leia mais

4. Controlador Lógico Programável

4. Controlador Lógico Programável 4. Controlador Lógico Programável INTRODUÇÃO O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente PLC (Programmiable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido - um Computador

Leia mais

ATIVIDADE: USANDO UM ELETROÍMÃ

ATIVIDADE: USANDO UM ELETROÍMÃ ELETROÍMÃS 4.1- ELETROÍMÃS ELETROÍMÃS Você já ficou sabendo que em movimento, como numa corrente elétrica, gera magnetismo. Você também já ficou sabendo que um imã em movimento próximo de um condutor faz

Leia mais

Controle de Processo Ideal: PCS 7 Library SIMOCODE pro SIRIUS. Respostas para a indústria.

Controle de Processo Ideal: PCS 7 Library SIMOCODE pro SIRIUS. Respostas para a indústria. Controle de Processo Ideal: PCS 7 Library SIMOCODE pro Respostas para a indústria. Percepção, previsão, visão ampliada: SIMOCODE pro integrado no SIMATIC PCS7 O sistema flexível de gerenciamento de motores

Leia mais

Sistema de Leitura da Porta de Mouse do PC

Sistema de Leitura da Porta de Mouse do PC FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Projeto para Trabalho Trimestral de Física Curso: Técnico em Eletrônica Turma: 4312 Data: 18/10/2005 Sala : 224 Aluno: Cleber Moraes n : 5 Aluno:

Leia mais

INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO

INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO Heleno Pontes Bezerra Neto (helenopontes@lccv.ufal.br) 1. Introdução 1.1. Motivação 1.2 Histórico e Desenvolvimento dos Computadores 1.3. Organização dos Computadores 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES

CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES INTRODUÇÃO Os materiais semicondutores são elementos cuja resistência situa-se entre a dos condutores e a dos isolantes. Dependendo de sua estrutura qualquer elemento

Leia mais

Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores

Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores Nesta aula vamos ver o conceito de informática e comunicação de dados, conhecer noções teleprocessamento e de rede de computadores e obter

Leia mais

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DE SENSORES PARA UMA SELADORA AUTOMATICA DE TABULEIROS DE DAMAS

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DE SENSORES PARA UMA SELADORA AUTOMATICA DE TABULEIROS DE DAMAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: UTILIZAÇÃO DE SENSORES PARA UMA SELADORA AUTOMATICA DE TABULEIROS DE DAMAS CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

NOMES DOS AUTORES JEAN PIERRE AIRES DA SILVA RELATÓRIO FINAL DE PROJETO CABO UTP

NOMES DOS AUTORES JEAN PIERRE AIRES DA SILVA RELATÓRIO FINAL DE PROJETO CABO UTP Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática NOMES DOS AUTORES JEAN PIERRE AIRES

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme PCC-2466 SISTEMAS PREDIAIS II Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio Definição da Norma NBR 9441/98 Sistema constituído pelo conjunto de elementos planejadamente

Leia mais

Grupo: Ederson Luis Posselt Geovane Griesang Joel Reni Herdina Jonatas Tovar Shuler Ricardo Cassiano Fagundes

Grupo: Ederson Luis Posselt Geovane Griesang Joel Reni Herdina Jonatas Tovar Shuler Ricardo Cassiano Fagundes Curso: Ciências da computação Disciplina: Física aplicada a computação Professor: Benhur Borges Rodrigues Relatório experimental 03: Efeitos da corrente elétrica sobre um fio material; Carga e descarga

Leia mais