UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Diógenes Antônio Pavinato GERENCIAMENTO E MANEJO DE REBANHO LEITEIRO NA REGIÃO DE CASCAVEL - PR

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Diógenes Antônio Pavinato GERENCIAMENTO E MANEJO DE REBANHO LEITEIRO NA REGIÃO DE CASCAVEL - PR CURITIBA 2010

2 1 GERENCIAMENTO E MANEJO DE REBANHO LEITEIRO NA REGIÃO DE CASCAVEL - PR CURITIBA 2010

3 2 Reitor Prof. Luiz Guilherme Rangel Santos Pró-Reitor Administrativo Sr. Carlos Eduardo Rangel Santos Pró-Reitora Acadêmica Profª. Carmem Luiza da Silva Pró-Reitor de Planejamento Sr. Afonso Celso Rangel dos Santos Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Prof. Roberval Eloy Pereira Secretário Geral Bruno Carneiro da Cunha Diniz Diretor da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde Prof. João Henrique Faryniuk Coordenador do Curso de Medicina Veterinária Profª Ana Laura Angeli Campus Barigui Rua Sydnei A Rangel Santos, 238 CEP: Curitiba PR Fone: (41)

4 3 Diógenes Antônio Pavinato GERENCIAMENTO E MANEJO DE REBANHO LEITEIRO NA REGIÃO DE CASCAVEL - PR Relatório de Estágio Curricular apresentado ao Curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Tuiuti do Paraná, como requisito parcial para obtenção do título de Médico Veterinário. Professor Orientador: Prof. Dr. Welington Hartmann Orientador Profissional: Dr. Sandro Luis Viechnieski CURITIBA 2010

5 4 TERMO DE APROVAÇÃO Diógenes Antônio Pavinato GERENCIAMENTO E MANEJO DE REBANHO LEITEIRO NA REGIÃO DE CASCAVEL - PR Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado e aprovado para obtenção do título de Médico Veterinário no Curso de Medicina Veterinária da Universidade Tuiuti do Paraná. Curitiba, 21 de junho de Orientador: Prof. Welington Hartmann Prof. Elza Maria Galvão Ciffoni Prof. Uriel Vinícius Cotarelli de Andrade

6 5 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus pelo dom da vida. Aos meus pais Jair e Ivete Pavinato, que me criaram com muito amor e paciência, principalmente na minha adolescência. À minha noiva e parceira Alline, que sempre esteve ao meu lado me dando força e incentivo, mesmo com o empecilho da distância. Aos meus irmãos Douglas, Doriane e Diego, e minha cunhada Isabella, que sempre me apoiaram na realização deste objetivo. Um grande agradecimento a todos os professores, em especial meu orientador Welington Hartmann, que ao longo destes anos com muita paciência, não mediram esforços para repassar todo seu conhecimento. Ao Dr. Sandro, Sr. Mário e todos os funcionários da Fazenda Star Milk. Aos amigos Bruno e José Antônio pelas longas noites de estudo, troca de aprendizado e pela forte parceria construída nestes anos de faculdade. Enfim, um agradecimento a todos que acreditaram em mim e depositaram confiança para que eu pudesse me tornar um Médico Veterinário.

7 6 A distância entre o sonho e a realidade chama-se disciplina Bernardinho

8 7 RESUMO O leite é um dos seis mais importantes produtos da agropecuária brasileira. Este segmento representa quase 20% do PIB da pecuária. A cada aumento em R$1 milhão na demanda por produtos lácteos, há contribuição para a criação de aproximadamente 200 empregos permanentes. Entretanto, de maneira geral, as propriedades brasileiras envolvidas com a pecuária leiteira apresentam modesta taxa de desfrute e índices de produção baixos, demonstrando uma atividade de baixa tecnologia. A simples análise de custos, receitas e de alguns indicadores da eficiência produtiva revelam fatores determinantes desta situação. O estágio curricular obrigatório de Diógenes Antônio Pavinato, no período de 25/03/2010 a 26/05/2010, foi realizado na Fazenda Iguaçu/Star Milk, localizada na região de Cascavel-PR, com área de ha, sendo 184 ha destinados ao Projeto Leite, 23 ha para instalações físicas e 161 ha para plantio de milho e aveia para silagem. Durante o período do estágio foram acompanhados 1193 casos clínicos e atividades relacionadas com a fisiopatologia da reprodução, sendo constituída por ultrassonografia para diagnóstico de gestação, inseminação artificial, protocolos de inseminação artificial em tempo fixo, transferências de embriões, partos distócicos, abortamentos, retenções de placenta e metrites. Também foram acompanhados 245 casos de clínica médica de bovinos, principalmente relacionados a diarréia, pneumonia, mastite, babesiose/anaplasmose, pododermatite circunscrita, flegmão interdigital, dermatite interdigital, hemogalactia, timpanismo gasoso, laminite e reticuloperitonite traumática. Além destas atividades, foram também acompanhados casos de clínica cirúrgica e medicina preventiva. O principal objetivo do estágio foi acompanhar o gerenciamento geral da propriedade através dos índices de produção, que se constitui em tarefa de grande complexidade tendo em vista o tamanho do rebanho e suas particularidades. Palavras-chave: produção de leite, ordenha, higienização, instalações, tecnologia, controle.

9 8 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE QUADROS LISTA DE TABELAS INTRODUÇÃO DESCRIÇÃO DO LOCAL DO ESTÁGIO CURRICULAR ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O ESTÁGIO MANEJO DE BOVINOS DE LEITE SETOR DE BEZERRAS Cuidados com as fêmeas no período pré e pós-parto Colostro Manejo das bezerras Higienização do setor SETOR DE ORDENHA Gerenciamento Ordenha Higienização da ordenha Uso da somatropina nas fêmeas em lactação Mastite Secagem das vacas Controle sanitário do úbere SETOR DE RASPAGEM Instalações Raspagem dos confinamentos Manejo de dejetos SETOR DE ALIMENTAÇÃO Manejo alimentar da Fazenda Star Milk Alimentação das novilhas acima de 150 dias até a gestação Alimentação das novilhas e vacas gestantes no período pré-parto Alimentação das vacas no período pós-parto e durante a lactação... 65

10 9 4.5 SETOR DE SANIDADE Principais atendimentos clínicos Mastite Clínica Pneumonia Manejo preventivo Manejo reprodutivo Inseminação Artificial em Tempo Fixo Exame Ginecológico Via Imagem de Ultrassom Manejo de casco CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 81

11 10 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3 FIGURA 4 FIGURA 5 FIGURA 6 FIGURA 7 FIGURA 8 FIGURA 9 FIGURA 10 FIGURA 11 FIGURA 12 FIGURA 13 FIGURA 14 FIGURA 15 FIGURA 16 FIGURA 17 FIGURA 18 FIGURA 19 VISTA AÉREA DA FAZENDA STAR MILK... ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM CADA SETOR... ATIVIDADES POR ÁREA DE CONHECIMENTO... ADMINISTRAÇÃO DE DRENCH... BAIAS COLETIVAS PARA BEZERRAS RECÉM NASCIDAS... PASTEURIZAÇÃO LENTA... BAIAS COLETIVAS PARA BEZERRAS APÓS 7 DIAS... BEZERRAS NA CRECHE... IDENTIFICAÇÃO ENTRADA DA ORDENHA... SALA DE ESPERA... SALA DE ORDENHA... RETROLAVAGEM DAS TETEIRAS... DETERGENTES... BARRACÃO FREE STALL... BARRACÃO FREE STALL NOVO... COÇADOR AUTOMÁTICO COW BRUSH... CAMAS DE PNEU PICADO... RASPAGEM COM TRATOR... RASPADOR AUTOMÁTICO

12 11 FIGURA 20 FIGURA 21 FIGURA 22 FIGURA 23 FIGURA 24 FIGURA 25 FIGURA 26 FIGURA 27 FIGURA 28 FOSSO DE DEJETOS... BIODIGESTOR... VAGÃO FORRAGEIRO... BALANÇA DO VAGÃO FORRAGEIRO... CONFECÇÃO SILAGEM DE MILHO... MEDIDOR DE ATIVIDADE... ULTRASSOM PORTÁTIL... CASQUEAMENTO PREVENTIVO... PEDILÚVIO AUTOMÁTICO

13 12 LISTA DE QUADROS QUADRO 1 CALENDÁRIO SANITÁRIO FAZENDA STAR MILK... 70

14 13 LISTA DE TABELAS TABELA 1 ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE REPRODUÇÃO DE BOVINOS TABELA 2 ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA DE BOVINOS TABELA 3 ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE CLÍNICA CIRÚRGICA DE BOVINOS TABELA 4 ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E MANEJO SANITÁRIO DE BOVINOS TABELA 5 ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE PATOLOGIA ANIMAL TABELA 6 COMPOSIÇÃO DO DRENCH TABELA 7 LAUDO DO CONTROLE LEITEIRO MAIO/ TABELA 8 DIETA DAS NOVILHAS A PARTIR DE 150 DIAS TABELA 9 DIETA DAS FÊMEAS NO PRÉ-PARTO TABELA 10 DIETA DAS FÊMEAS NO PÓS-PARTO TABELA 11 DIETA DAS FÊMEAS EM LACTAÇÃO TABELA 12 PROTOCOLO DE TRATAMENTO UTILIZADO PARA MASTITE CLÍNICA TABELA 13 PROTOCOLO DE TRATAMENTO UTILIZADO PARA PNEUMONIA... 69

15 14 1 INTRODUÇÃO O leite é considerado uma das melhores e mais completas fontes de nutrientes para os seres humanos. A qualidade e a disponibilidade de proteína, cálcio e vitaminas do complexo B, fazem do leite um componente essencial na dieta de crianças, adolescentes e adultos (MONARDES, 2001). O leite é um dos quatro mais importantes produtos da agropecuária brasileira. Este segmento representa quase 20% do PIB da pecuária. E segundo estudos, cada aumento em R$ 1 milhão na demanda por produtos lácteos contribui para a criação de aproximadamente 200 empregos permanentes (ZOCCAL, 2001; LADEIRA, 2001) A cadeia leiteira é uma das que mais se transformou nos últimos anos. Em uma década, o volume da produção nacional cresceu de 18,6 bilhões para 27 bilhões de litros/ano, de acordo com levantamento, em 2018 poderá chegar aos 36,8 bilhões de litros (CORSY, 2007). O Estado do Paraná produziu 2,7 bilhões de litros de leite no ano de 2007, tendo a região oeste como a maior produtora do Estado, respondendo por 30% da produção. Dos 10 municípios brasileiros que mais produzem leite, dois estão localizados na região oeste. A atividade está presente na vida de 100 mil produtores e 377 laticínios com inspeção federal, estadual e municipal. A grande maioria da produção se concentra em pequenas e médias propriedades, sendo que a agricultura familiar responde por quase 50% da produção estadual de leite (IPARDES-EMATER, 2008). Na região oeste do Paraná, desde 1988, quando foi elaborado o Plano Técnico para a Produção de Leite, grandes mudanças passaram a ser observadas, com relação ao avanço tecnológico dos produtores. A bacia leiteira da região oeste passou a ser a maior do Estado, com um rebanho melhorado geneticamente, com

16 15 ênfase para a alimentação e a nutrição, e com a implantação do sistema de coleta do leite em tanques rodoviários isotérmicos, que trouxe como conseqüência direta a necessidade de refrigeração do leite nas propriedades (HARTMANN, 1992). Nesta região, as temperaturas ambientais médias mínimas e máximas no inverno são de 11,2º e 20,9ºC, respectivamente, caracterizando clima subtropical mesotérmico superúmido. Na primavera, as temperaturas médias oscilam entre 12,5º a 26ºC, e no verão entre 18,5º a 28ºC (KOEHLER, 2001). Esta região destaca-se como a quarta maior produtora de leite e derivados do país, tendo produzido 319 milhões de litros de leite no ano de 2007 (SEAB, 2008). O incremento observado no setor é resultado de um processo de profissionalização intensificada dos produtores, e ao mesmo tempo, a indústria tem a necessidade de ampliar a elaboração de produtos diferenciados, elevando assim o consumo e conquistando novos mercados. De maneira geral, as propriedades brasileiras envolvidas com a pecuária leiteira apresentam modesta taxa de desfrute e índices de produção baixos, demonstrando uma atividade de baixa tecnologia. A simples análise de custos, receitas e de alguns indicadores da eficiência produtiva revelam fatores determinantes desta situação. Apesar do desenvolvimento tecnológico atingido, persistem ainda graves problemas em nível de produção de leite, que depreciam a matéria prima e impedem o seu beneficiamento para consumo humano, mesmo nas regiões onde a pecuária leiteira é tradicional (OLIVEIRA e GALLO, 2008). Existem, todavia, exemplos de propriedades leiteiras que souberam romper barreiras, fazendo com que o leite passasse a ser uma opção competitiva como qualquer atividade, dentro de uma visão empresarial de retorno do capital investido.

17 16 2 DESCRIÇÃO DO LOCAL DO ESTÁGIO CURRICULAR O estágio curricular obrigatório foi realizado na Fazenda Iguaçu/Star Milk (Figura 1), localizada na Linha Nova União, no município de Céu Azul - PR. A mesma começou a ser estruturada em 1973 com a aquisição da primeira área. Hoje possui ha, sendo destes 184 ha destinados ao Projeto Leite, 23 ha para instalações físicas e 161 ha para plantio de milho e aveia para silagem. O objetivo do estágio foi acompanhar as atividades de gerenciamento do rebanho leiteiro e o gerenciamento geral da fazenda. FIGURA 1 - VISTA AÉREA DA FAZENDA STAR MILK FONTE: Fazenda Star Milk, Maio de 2010 A atividade leiteira sempre esteve presente na Fazenda Star Milk desde sua aquisição, mas de uma maneira mais modesta. Com o passar dos anos a produção passou a tomar maior escala, atualmente com 900 animais, destes 515 em lactação,

18 17 produzindo um total de litros/dia, com uma média de 32,03 l/vaca/dia. A produção mensal de leite é de aproximadamente litros, o qual é comercializado a granel a um preço médio de R$ 0,93 por litro. O objetivo final para produção de leite na Fazenda Iguaçu é chegar a 700 animais em lactação e uma produção diária de 22 mil litros de leite/dia. Para isso, novas instalações estão sendo construídas. A fazenda emprega 26 funcionários divididos em setores. Cada setor possui um supervisor, que coordena os demais funcionários. Estes por sua vez, prestam contas ao gerente da fazenda, o médico veterinário Sandro Luis Viechnieski. As atividades desenvolvidas durante o estágio curricular supervisionado aconteceram em diferentes setores da propriedade: bezerreiro, ordenha, alimentação, sanidade e serviços gerais.

19 18 3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O ESTÁGIO O estágio curricular obrigatório foi realizado no período de 25 de março a 26 de maio de Neste período foram desenvolvidas diversas atividades. Para melhor acompanhamento do manejo dos bovinos de leite da Fazenda Iguaçu, o período de estágio foi dividido em cinco períodos (Figura 2), sendo cada período relacionado com um setor da propriedade: setor de bezerras, setor de ordenha, setor de sanidade, setor de raspagem e setor de alimentação. FIGURA 2 - ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM CADA SETOR 25% 10%5% 5% 55% Setor de Bezerras Setor de Ordenha Setor de Raspagem Setor de Alimentação Setor de Sanidade Nas tabelas 1 a 5 são apresentadas as atividades desenvolvidas durante o estágio curricular supervisionado, nas áreas de reprodução, clínica médica, clínica cirúrgica, Medicina Veterinária preventiva, manejo sanitário e patologia animal de bovinos.

20 19 TABELA 1 - ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE REPRODUÇÃO DE BOVINOS, no período de 25/03/2010 à 26/05/2010, na Fazenda Star Milk CASOS CLÍNICOS E PROCEDIMENTOS REALIZADOS QUANTIDADE PERCENTUAL Ultrassonografia para diagnóstico de gestação ,65% Inseminação artificial ,44% Protocolos de I.A.T.F ,08% Palpação retal para diagnóstico de gestação 47 3,94% Transferência de embrião 39 3,27% Partos distócicos 37 3,10% Abortamento 30 2,50% Metrite 29 2,43% Retenção de Placenta 7 0,59% TOTAL % TABELA 2 - ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA DE BOVINOS, no período de 25/03/2010 à 26/05/2010, na Fazenda Star Milk CASOS CLÍNICOS QUANTIDADE PERCENTUAL Diarréia 86 35,10% Pneumonia 52 21,22% Mastite 31 12,65% Tristeza parasitária bovina 23 9,39% Pododermatite circunscrita 19 7,75% Flegmão interdigital 11 4,49% Dermatite digital 11 4,49% Hemogalactia 4 1,63% Timpanismo gasoso 4 1,63% Laminite 3 1,22% Reticulo pericardite traumática 1 0,43% TOTAL %

21 20 TABELA 3 - ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE CLÍNICA CIRÚRGICA DE BOVINOS, no período de 25/03/2010 à 26/05/2010, na Fazenda Star Milk CASOS CLÍNICOS QUANTIDADE PERCENTUAL Mochação em bezerros 43 95,56% Correção de deslocamento de abomaso 2 4,44% TOTAL % TABELA 4 - ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E MANEJO SANITÁRIO DE BOVINOS, no período de 25/03/2010 à 26/05/2010, na Fazenda Star Milk PROCEDIMENTOS REALIZADOS QUANTIDADE PERCENTUAL Vacinação contra leptospirose 98 31,51% Vacinação contra clostridioses 77 24,76% Vacinação contra IBR e BVD 77 24,76% Vacinação contra Brucelose 59 18,97% TOTAL % TABELA 5 - ATIVIDADES ACOMPANHADAS NA ÁREA DE PATOLOGIA ANIMAL, no período de 25/03/2010 à 26/05/2010, na Fazenda Star Milk CASOS CLÍNICOS QUANTIDADE PERCENTUAL Necropsia em bovinos 1 100% TOTAL 1 100%

22 21 Na Figura 3 é apresentado um gráfico demonstrativo do percentual destas atividades distribuídas por área de conhecimento. FIGURA 3 - ATIVIDADES POR ÁREA DE CONHECIMENTO 66,42% ,14% 2,44% 17,31% 0,16% 0 Reprodução Medicina veterinária preventiva Clínica médica Clínica cirúrgica Patologia animal

23 22 4 MANEJO DE BOVINOS DE LEITE 4.1 SETOR DE BEZERRAS Pensando que o sucesso da produção leiteira é o resultado de um bom desenvolvimento das bezerras, o setor possui a missão de fornecer as condições para o seu máximo desenvolvimento com o menor custo compatível. Segundo Oliveira (2001) e Coelho (2005), o período neonatal se destaca como o mais crítico, no qual os animais são mais susceptíveis a doenças, causando uma elevada taxa de mortalidade. Sendo assim o setor de bezerras é de grande importância dentro de uma propriedade, pois o futuro de qualquer exploração leiteira depende de um adequado acompanhamento desde o momento pré-parto até o momento da desmama Cuidados com as fêmeas no período pré e pós-parto Os cuidados no período pré-parto iniciavam-se 45 dias antes da data prevista para o parto, sendo as novilhas e vacas gestantes colocadas juntas em um lote de fêmeas pré-parto no free stall. As fêmeas recebiam uma dieta diferenciada das demais, com maior quantidade de fibra. Quando eram visualizadas alterações comportamentais indicando o parto, os animais eram levados ao piquete maternidade até o momento do parto e auxiliados por um médico veterinário em

24 23 casos de distocia. Após o parto todas as vacas recebiam soluções de nutrientes drench (Tabela 6) por via oro-ruminal diariamente através de uma sonda adaptada a bomba de drench (Figura 4), sendo administrado de forma lenta em um tempo aproximado de oito minutos por vaca. O mesmo era administrado pelo período de três dias e em casos de partos gemelares oferecido por cinco dias consecutivos. TABELA 6 - COMPOSIÇÃO DO DRENCH PRODUTO Ácido acetilsalicílico Cloreto de sódio Cloreto de magnésio Sulfato de magnésio Propilenoglicol Água morna QUANTIDADE 70 gramas 50 gramas 120 gramas 150 gramas 300 mililitros 40 litros FIGURA 4 - ADMINISTRAÇÃO DE DRENCH, Fazenda Star Milk, 2010.

25 24 A função do drench é hidratar o animal, repor eletrólitos e fornecer energia. Por isso, sua administração é recomendada logo após o parto, quando há grande perda de líquidos e eletrólitos. Segundo Peres (2001), no momento do parto uma vaca pode perder em média 55 litros de fluídos e eletrólitos uterinos, ficando assim um espaço deixado pela saída do feto, o que facilita o movimento ventral do abomaso por baixo do rúmen para o lado esquerdo da vaca, ocorrendo assim o deslocamento de abomaso. Segundo Berchielli, Pires e Oliveira (2006), a administração do drench no período pós-parto diminui significativamente os casos de deslocamento de abomaso, justificando a ocorrência de apenas dois casos durante o período de estágio supervisionado. As fêmeas recém paridas recebem no dia do parto a aplicação intramuscular (IM) de 10 g de oxitetraciclina, associada a 0,25 g de diclofenaco de sódio e a administração subcutânea (SC) de 2,82 g de levamisol, UI de Vitamina A, UI de Vitamina D, UI de Vitamina E e 37 g de gluconato de cálcio podendo evitar assim complicações como hipocalcemia e até mesmo infecções uterinas. Neste dia também é realizada a tosa da vassoura da cauda, lavagem da região de períneo com água e amônia e a flambagem dos pelos do úbere no intuito de facilitar a higiene no momento da ordenha e diminuindo as sujidades destes locais, prevenindo os casos de mastites. Após o término da administração do drench, as vacas eram monitoradas por mais 7 dias, sendo avaliada a temperatura a fim de diagnosticar complicações do período pós-parto. Segundo Coelho (2005), este procedimento consiste em importante instrumento adicional, podendo indicar precocemente alterações reprodutivas, como possíveis infecções uterinas. As fêmeas recém paridas ficavam em um lote específico para esse período,

26 25 o que facilita o manejo. Essas fêmeas permaneciam nesse lote por 30 a 45 dias pósparto, ou conforme a lotação, que não pode exceder 40 animais. Esse lote era denominado lote um. Durante o período pós-parto, a dieta fornecida era baseada no balanço energético negativo que afeta os animais durante essa fase que é afirmado por Berchielli, Pires e Oliveira (2006). A quantidade de fibra na dieta é mais elevada o que evita principalmente o deslocamento de abomaso Colostro O colostro é o primeiro leite secretado pela vaca após o parto, sendo produzido por aproximadamente três dias. Entretanto, o período de transição para leite normal é variável, alterando sua composição gradativamente (LUCCI, 1989). Logo após o parto a vaca era levada até o local de ordenha para ser ordenhada; o colostro ficava retido em um tarro separado, não seguindo para o tanque de expansão. Após a ordenha do colostro, a densidade era medida no colostrômetro, com o objetivo de estimar a concentração de imunoglobulinas de forma fácil e rápida (COELHO, 2005). Calcula-se que os teores normais de imunoglobulinas no soro do colostro sejam de 32,4 mg/ml no momento da parição; 25,4 mg/ml doze horas após, e 15,4 mg/ml vinte e quatro horas após o parto (OLIVEIRA, 2001). Se o colostro não atingisse os padrões mínimos ele era descartado. Caso este fosse de boa qualidade ele poderia ser administrado à bezerra recém nascida. Nos casos de nascimento de machos ou sobra de colostro, este era congelado a fim

27 26 de repor o banco de colostro. O colostro congelado tem a finalidade de atender casos em que os bezerros são impossibilitados de receber a primeira mamada da própria mãe ou de outro animal. Com este procedimento o recém-nascido recebe a proteção imunológica que precisa para garantir um desenvolvimento saudável (MONTARDO, 1998). O congelamento do colostro era realizado através de uma relação de vacas selecionadas por apresentarem um histórico de colostro de qualidade na lactação anterior. Apresentando os valores desejáveis, o colostro pode ser congelado em formas devidamente higienizadas na quantidade de dois litros em cada forma (MONTARDO, 1998). Após dois dias o colostro era retirado das formas de bolo e colocado em sacos plásticos, nos quais ficavam armazenados até o momento do descongelamento. O descongelamento do colostro é de grande importância para a sanidade dos bezerros, pois o mesmo contém as imunoglobulinas responsáveis pela imunidade do bezerro logo após o seu nascimento. O processo de descongelamento era realizado em banho-maria, tendo o cuidado para a temperatura da água não ultrapassar 40 C. O colostro era aquecido a 37 C, s endo a temperatura ideal para ser fornecido ao recém nascido. Acima desta temperatura pode significar a perda de suas propriedades nutricionais (COELHO, 2005). Durante muito tempo, a administração de dois litros de colostro em duas alimentações foi recomendada. No entanto, com o aumento da preocupação com a qualidade do colostro, muitos pesquisadores recomendam o fornecimento de 3,78 litros de colostro na primeira alimentação, que deve ocorrer até seis horas após o nascimento (COELHO, 2005).

28 Manejo das bezerras Após o nascimento, as bezerras eram levadas até o bezerreiro, onde eram limpas e secas com papel toalha, identificadas com brinco na orelha esquerda e alojadas em baias coletivas com corrente (Figura 5), piso forrado com serragem e cochos de comida e água coletivos. Somente o leite era fornecido separadamente. Os animais machos recém nascidos eram doados, não sendo criados pela propriedade, por motivos econômicos. FIGURA 5 - BAIAS COLETIVAS PARA BEZERRAS RECÉM NASCIDAS, Fazenda Star Milk, Devido à região umbilical do recém-nascido constituir uma porta de entrada predisposta a infecção, a utilização de uma solução anti-séptica para o tratamento do umbigo é uma necessidade. Esta simples medida de higiene pode, por si só, evitar muitas complicações nos primeiros dias de vida da bezerra (SANTOS e DAMASCENO, 1999). A cura do umbigo era realizada com iodo 5%, por três dias

29 28 consecutivos. O colostro deve ser fornecido não mais que duas horas depois do nascimento, devido à maior absorção das imunoglobulinas (MONTARDO, 1998). O leite e seus substitutos podem ser tomados em baldes, cochos ou chupetas com tubos de plástico. Não há diferença no desenvolvimento da bezerra quanto à forma de fornecimento do leite. Somente deve-se ter o cuidado com esses utensílios, quando usados no aleitamento, pois devem ser cuidadosamente limpos todos os dias (COELHO, 2005). As bezerras recém nascidas mamavam na mamadeira até aprenderem a mamar na bacia, em torno dos quatro dias de vida. Assim que começavam a mamar na bacia, era ofertada água e ração peletizada. A dieta láctea é de fundamental importância na fase de cria, pois nelas os bezerros comportam-se como animais monogástricos. Portanto, tanto a quantidade de leite por refeição como o número de refeições tornam-se imprescindíveis (OLIVEIRA, 2001). Na fazenda eram fornecidos seis litros de leite diariamente, sendo divididos em dois litros no período da manhã, dois à tarde e dois à noite. Porém segundo Oliveira (2001) e Montardo (1998) a quantidade de leite diária a ser fornecida baseia-se no peso do animal, e o percentual indicado deve ser em torno de 8 a 10% do peso vivo da bezerra. O leite fornecido às bezerras era pasteurizado (Figura 6), sendo reaproveitado o leite mamítico com resíduo de antibiótico, o qual não era comercializado ao laticínio. Este leite passava pelo processo de pasteurização lenta eliminando assim os agentes que pudessem causar patogenicidade.

30 29 FIGURA 6 - PASTEURIZAÇÃO LENTA, Fazenda Star Milk, O fornecimento de leite pasteurizado aos bezerros está de acordo com Oliveira (2001), que recomenda o uso deste leite para animais mantidos individualmente, evitando que patógenos sejam introduzidos no úbere das bezerras que mamam uma nas outras. Porém, Coelho (2005), não aconselha o uso de leite mamítico na alimentação de bezerros por conterem agentes patogênicos e resíduos de antibióticos, que poderão causar problemas futuros ao animal. Na fazenda não era utilizado volumoso na fase de amamentação, somente concentrado, estando de acordo com Coelho (2005). A ingestão de concentrado pelas bezerras propicia a instalação precoce da microflora ruminal, estimula também a mucosa do rúmen com conseqüentes formações de organelas ou papilas ruminais (LUCCI, 1989). As bezerras ficavam nas baias coletivas acorrentadas por no mínimo sete dias de vida, variando conforme o fluxo de natalidade, depois eram transferidas para as baias de piso, com cama de serragem, onde ficavam até o momento do desmame. Nas baias coletivas, as bezerras eram mantidas soltas, porém com cocho

31 30 de leite individual, e o cocho de ração e água eram coletivos (Figura 7). FIGURA 7 - BAIAS COLETIVAS PARA BEZERRAS APÓS 7 DIAS, Fazenda Star Milk, A desmama das bezerras ocorria com 60 dias de idade, quando as bezerras saiam dos abrigos coletivos e eram colocadas em um lote de transição, em que recebiam o excedente de leite, ração e começavam a receber silagem em quantidade gradativa. Assim essas bezerras iam se adaptando a maior ingestão de volumoso. A fazenda priorizava o aumento da ingestão de ração desde os primeiros sete dias de vida, pois segundo Oliveira (2001), com o aumento do consumo de ração pode-se realizar uma desmama precoce, considerando que o custo da alimentação a base de concentrado é inferior a alimentação com leite. Depois do período de transição os animais passavam para a fase de creche, com a formação de lotes segundo peso e altura. A alimentação ofertada nessa fase era à base de silagem de milho, ração e feno, com a mesma composição da dieta das vacas de produção. O valor protéico da dieta desses animais era preconizado

32 31 devido à fase de crescimento que os animais se encontram. Próximo aos 60 dias, era realizada a descorna e a vermifugação desses animais com Levamisol. Após o desaleitamento, realizava-se mensalmente a pesagem através da fita de pesagem torácica juntamente com a vermifugação sempre que necessário. Após o desaleitamento, as bezerras eram levadas para a creche, onde eram criadas em lotes coletivos de 5 a 10 fêmeas. A creche era dividida em três lotes, composta por: lote 1 bezerras com peso até 120 kg; lote 2 bezerras com peso entre 121 e 150 kg; lote 3 bezerras com peso entre 151 e 200 kg (Figura 8). FIGURA 8 - BEZERRAS NA CRECHE, Fazenda Star Milk, Higienização do setor As baias coletivas possuíam cama de maravalha e a troca dos locais úmidos e sujos era realizada diariamente.

33 32 Diariamente eram retiradas as sobras de ração e silagem do dia anterior e ofertadas novamente. Após o fornecimento do leite, a limpeza dos cochos era realizada não deixando sobras. A água fornecida em bebedouro coletivo, era limpa e trocada três vezes ao dia. Uma vez por semana era realizada a passagem de vassoura de fogo e desinfetante em bomba costal nas instalações do bezerreiro, prevenindo a diarréia nas bezerras pela contaminação do ambiente SETOR DE ORDENHA Gerenciamento O controle zootécnico é uma técnica de gerenciamento utilizada na propriedade leiteira, em que o produtor faz anotações sobre a vida produtiva (controle leiteiro) e reprodutiva (controle reprodutivo) de cada animal da propriedade. Os indicadores de desempenho zootécnico obtidos são fundamentais para a tomada de decisões do produtor de leite, visando à eficiência e produtividade da atividade leiteira (CARNEIRO e ANDRADE, 2008). A aplicação da informática na pecuária leiteira junto ao produtor é muito recente, sendo que o primeiro sistema de controle de gado leiteiro foi desenvolvido no final de 1979, na Alemanha. No Brasil, esse processo encontra-se em constante evolução, tendo-se iniciado em 1983, com o lançamento do sistema de controle de gado leiteiro por empresas de softwares especializadas na área (CHAPAVAL e

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