UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI JEAN CARLOS DE PAULA PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA ELABORAÇÃO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA DE CONCRETO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI JEAN CARLOS DE PAULA PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA ELABORAÇÃO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA DE CONCRETO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI JEAN CARLOS DE PAULA PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA ELABORAÇÃO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA DE CONCRETO SÃO PAULO 2009

2 2 JEAN CARLOS DE PAULA PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA ELABORAÇÃO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA DE CONCRETO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Orientador: Prof. Msc. Engº Fernando José Relvas SÃO PAULO 2009

3 3 JEAN CARLOS DE PAULA PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA ELABORAÇÃO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA DE CONCRETO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho em: de de Prof. Msc. Engº Fernando José Relvas Prof. Dr. Marcos Roberto Bonfadini Comentários:

4 4 DEDICATÓRIA Este trabalho é mais do que uma etapa acadêmica, representa para mim uma conquista, um sonho e pôde me mostrar que na minha vida todas as metas podem ser alcançadas e que é fundamental sair da zona de conforto para se auto realizar. Mas, um sonho não se constrói sozinho por isso, dedico este trabalho à minha esposa Luciane Dowbenca de Paula que me estimulou desde o início dos meus estudos no Curso de Engenharia Civil e que me motivou nos momentos mais difíceis. Dedico, também, a toda minha família e, principalmente ao meu pai Ângelo Carlos de Paula que trabalhou praticamente metade de sua vida à frente da indústria da construção civil na mão de obra.

5 5 AGRADECIMENTOS Agradeço ao Prof. João Carlos Schmitz ex-ouvidor da Universidade Anhembi Morumbi que me incentivou e tornou possível os meus estudos nesta casa de ensino. Agradeço a todos os professores que forneceram conhecimento, e em especial ao Prof. Msc. Engº Fernando José Relvas que não só me orientou para a realização deste trabalho, mas também mostrou em todas as aulas ministradas sua dedicação, seu profissionalismo e conhecimento, dignos de serem seguidos por seus pares.

6 6 RESUMO Em um mundo onde os avanços tecnológicos dão saltos em minutos, custos e qualidade do produto têm que andar juntos e a perda de materiais é algo praticamente inadmissível dentro de um sistema produtivo. Este estudo visa mostrar uma das ferramentas mais usadas nos dias de hoje, a informática em prol do controle de peça pré-fabricada. Com essa ferramenta é possível desenvolver um software para monitorar e informar todo o histórico de uma peça pré-moldada desde o seu projeto até sua montagem. Palavras Chave: PRÉ-FABRICADO, CONTROLE, INFORMATIZAÇÃO

7 7 ABSTRACT The a world where the Advanced technological jumps in minutes, costs and product quality They have to go together and the loss of materials a something practically unfitting within a production system. This study aims to show one of the most used nowadays, the computer science policy in favor of the control of pieces to made. With this tool a could develop software to monitor and report any historic with Parts of the pre - shaped since its design at their montagem. Words Key: Pre-manufacture, inspection, computerization

8 8 LISTA DE FIGURAS p. Figura Canoa de Lambot Figura Construção do Hipódromo da Gávea Figura Galpão Industrial com vigas Voierendeel de concreto armado Figura Esquema de veículos para transporte de elementos Figura Armadura Saliente e concreto moldado no local tipo Figura Armadura saliente e concreto moldado no local tipo Figura Conectores metálicos Figura Conectores metálicos, solda e parafuso Figura Apoios de elastrômero Figura Recursos utilizados nas ligações: dispositivos metálicos Figura Recursos utilizados na ligações Figura Esquema de coleta de dados Figura Organograma dos formulários no software Figura Acesso ao software Figura Menu Principal Figura Cadastro de Obras Figura Cadastro de peças Figura Cadastro do controle de qualidade da armação Figura Cadastro do controle de qualidade da forma Figura Cadastro do controle de qualidade da concretagem Figura Cadastro do controle de qualidade da protensão Figura Cadastro do controle de qualidade da estocagem Figura Cadastro do controle de qualidade da montagem... 70

9 9 LISTA DE QUADROS Quadro 5.1 Tipos de concreto pré-moldado...24 Quadro 5.2 Subdivisão de execução de estruturas pré-fabricadas...26

10 10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT ai ARI CAD COHAB di DOS EDI EESC fcj fck MySQL NBR PHP PIB SQL TI Associação Brasileira de Normas Técnicas antes da Informática Alta Resistência Inicial Computed Aided Design Conjunto Habitacional depois da Informática Disk Operating System Eletronic Data Interchange Escola de Engenharia de São Carlos Resistência Característica do concreto em projeto Resistência Característica do concreto ferramenta da informática que gerencia banco de dados Norma Brasileira Hypertext Preprocessor Produto Interno Bruto Linguagem de Consulta Estruturada Tecnologia de Informação

11 11 SUMÁRIO p. 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico MÉTODO DE TRABALHO JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Pré-fabricado A evolução do pré-fabricado A história do pré-fabricado História de estruturas de concreto pré-fabricadas no Brasil Tipos de Concreto Pré-moldado Produção das estruturas de concreto pré-fabricadas Atividades preliminares Execução propriamente dita Atividades posteriores Controle de Qualidade em estrutura de concreto pré-fabricada Controle de Qualidade das matérias-primas Cimento Agregados Inspeção visual dos Agregados Barras de aço Verificação para aceitação do lote Telas de aço soldadas Cordoalhas e Fios de Aço para Concreto Protendido Controle de fôrmas... 39

12 Qualidade desejável Tipos Verificações mínimas Rotina de liberação Controle de Armaduras Armadura Passiva Armadura Protendida Controle de Aceitação do concreto Adensamento do concreto História da Informática Tecnologia de Informação Tecnologia de Informação na indústria da construção civil Desenvolvimento das informações Alimentação dos dados ESTUDO DE CASO Organograma da estrutura do software Funcionamento do software Acesso ao software Menu principal Cadastro Cadastro de Obras Cadastro de peças Cadastro do controle de qualidade ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS... 78

13 13

14 14 1. INTRODUÇÃO Da caverna aos arranha céus a evolução humana vem superando suas necessidades tornando-as em conforto. E devido a essas necessidades surgiram as grandes descobertas, as quais apenas algumas foram essenciais para a Engenharia Civil o fogo (na produção do aço e do cimento), o aço (na resistência do concreto às forças de tração), a matemática (cálculos precisos), o cimento (matéria prima do concreto) e etc. A evolução tecnológica na Construção Civil seria impossível sem as descobertas dos tipos de energias (elétrica, mecânica, nuclear), dos produtos químicos (aditivos, impermeabilizantes, etc.) e a informática (software de cálculos, projetos, simulação, controle), etc. Hoje a humanidade em termos de tecnologia está dividida em ai (antes da Informática) e di (depois da Informática). Não podemos imaginar a Engenharia Civil sem a informática, já que com esta os processos de cálculos complexos para grandes estruturas, edifícios cada vez mais altos, obras de arte, túneis, etc., tornaram-se mais ágeis e produtivos. Cada vez mais o mercado se torna competitivo e as empresas que se sobressaem são as que têm a melhor estratégia para controlar a qualidade, a entrega e os custos, principalmente as empresas industrializadas que trabalham de forma produtiva, isto é, fabricam o produto final em série. Baseado na necessidade de que cada vez mais as indústrias da construção civil são obrigadas a ter um controle mais efetivo e individualizado dos seus produtos, este estudo visa utilizar a informática em prol do controle específico das estruturas de concreto pré-fabricadas. Infelizmente, a indústria da construção civil no Brasil demorou muito para utilizar a informática como ferramenta em diversos segmentos e ainda continua lenta por vários motivos: redução de custos, falta de investimentos na informatização, de profissionais

15 15 especializados em Tecnologia de Informação (TI) e a falta de estímulos de matérias específicas na Universidade (NASCIMENTO, 2003). As indústrias da construção civil precisam ter uma visão mais ampla da informática, utilizando-a como uma ferramenta de interação entre vários departamentos. Apesar da estrutura de concreto pré-fabricada ser um sistema inovador, ainda há grandes deficiências em seu controle, tais como: estoque, controle de qualidade e velocidade das informações das estruturas, gerando perda de tempo e mão-de-obra. Este estudo visa principalmente colher as informações necessárias para gerar um software, que fornecerá dados, projetar o estoque, fiscalizar o controle de qualidade, gerar planilhas específicas, gráficos, etc., desde o projeto até a execução de todas as estruturas pré-fabricadas produzidas em uma usina. Através deste software, cada estrutura passa a ter um histórico informatizado que permitirá acessos de forma rápida e objetiva, tanto para o fabricante quanto para o cliente que muitas vezes necessita destas informações.

16 16 2. OBJETIVOS O objetivo deste trabalho é definir todas as informações necessárias para desenvolver um software de controle para estrutura pré-fabricada de concreto. 2.1 Objetivo Geral É objetivo desenvolver um estudo com base no pensamento do desenvolvimento tecnológico, relacionando os itens necessários para produzir um software de controle das estruturas pré-fabricadas de concreto. Visa, também, demonstrar os benefícios de se obter informações das estruturas por meio de uma ferramenta da informática. 2.2 Objetivo Específico Com base em um software de banco de dados, no qual é possível armazenar informações referentes a cada peça pré-fabricada, podemos obter todo seu histórico fazendo com que custos indevidos sejam minimizados, melhorando o processamento, armazenamento e transmissão de informação.

17 17 3. MÉTODO DE TRABALHO Para alcançar os objetivos propostos neste trabalho, foram realizados estudos através de vários tipos de pesquisas, conforme segue: Pesquisa bibliográfica: - levantamento de livros, artigos, publicações, dissertações, teses, entre outras; - nos sites de universidades, associações da área da engenharia civil e informática, através da rede internet; - informações verbais e entrevistas com profissionais que trabalham diretamente na área de pré-fabricados. Análise de informações: - coleta e confronto de dados para que não haja discordância das informações. - organização em arquivos digitais, conforme interesse do estudo. Discussão da Tecnologia da Informação na indústria da construção civil: - pesquisa das principais deficiências da TI na indústria da construção civil, no ramo da produção de estrutura de pré-fabricada. - elaboração de um software para aplicação do estudo de caso. Estudo de caso: - desenvolvimento por meio de recursos computacionais, de um software que controle todas as informações de uma estrutura de concreto préfabricada. - coleta de dados em usina de pré-fabricado.

18 18 4 JUSTIFICATIVA A escolha do tema partiu da observação em campo da ausência do controle informatizado da produção das estruturas pré-fabricadas de concreto. A possibilidade de mostrar o quanto um programa de computador pode revolucionar a forma como um setor obtém suas informações e a ausência de um software específico no mercado para controle de peças pré-fabricadas de concreto. Outro ponto interessante é que a informática possui inúmeros recursos para solução de problemas, porém a indústria da construção civil ainda não os explora e por este motivo deixa de obter mais lucros e velocidade de informação. O mercado da construção civil torna-se cada vez mais competitivo e as empresas que se sobressaem são aquelas focadas na eficiência e integração do sistema de manufatura, este software vem desempenhar uma função primordial no controle tecnológico destas peças. E o motivo que levou o aluno a desenvolver este tema foi o interesse em aprofundarse na área da Tecnologia da Informação na indústria da construção civil.

19 19 5 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O estudo realizado por diversas bibliografias com ênfase neste estudo permitiu, inicialmente, compreender o histórico da informática, em especial na indústria da construção civil. Nos itens subseqüentes são apresentadas de forma simplificada a história da estrutura de concreto pré-fabricada, a produção e as principais fases do desenvolvimento tecnológico da informática na indústria da construção civil. 5.1 Pré-fabricado Existem algumas divergências a respeito da definição de estrutura de concreto préfabricada e estrutura de concreto pré-moldado, a definição neste estudo foi baseada na NBR-9062 (ABNT,2001) e em (Debs, 2000). Conforme a NBR-9062 (ABNT,2001) o pré-moldado é elemento executado fora do local de utilização definitiva, com um controle de qualidade menos rigoroso, já o préfabricado é elemento que pode ser produzido no local da utilização definitiva, com controle rigoroso no controle de qualidade. [...] a industrialização das construções, a pré-fabricação e a prémoldagem são conceitos distintos, ainda que relacionados entre si. A grosso modo pode-se dizer que a pré-moldagem aplicada à produção em grande escala resulta na pré-fabricação, em que por sua vez, é uma forma de buscar a industrialização da construção (DEBS, 2000, p.11 ).

20 20 Com base nas informações acima, levar em consideração que neste estudo quando mencionado pré-fabricado entender como pré-moldado fabricado em grande escala com controle rigoroso A evolução do pré-fabricado Segundo Debs (2000) o pré-moldado nasceu junto com o concreto armado e a partir do momento que é produzido um elemento de concreto armado fora do local definitivo podemos chamar de estrutura pré-moldada. O primeiro elemento de concreto armado pré-moldado construído que se tem notícia é o barco de Lambot, em 1848, conforme figura 5.1. Figura 5.1 Canoa de Lambot Fonte: Engineering School of Architecture (2005) A história do pré-fabricado A história do pré-fabricado teve início, conforme Ordonéz (1974 apud BRUNO, 2005), logo após a Segunda Guerra Mundial, principalmente na Europa quando iniciou-se a trajetória da pré-fabricação como manifestação mais significativa da industrialização

21 21 na construção, e que a intensiva utilização do pré-fabricado em concreto deu-se em função da necessidade de se construir em grande escala. Salas (1988 apud BRUNO, 2005), divide a utilização dos pré-fabricados de concreto nas três seguintes etapas: De 1950 a 1970 com as grandes destruições causadas pela guerra, houve necessidade de construir edifícios residenciais, hospitalares e industriais. A construção realizada com elementos pré-fabricados, fabricadas por um mesmo fornecedor, convencionando a chamar de ciclo fechado. Ferreira (2003 apud BRUNO, 2005), constatou que nesse período foi utilizada a filosofia do ciclo fechado e que repetições da arquitetura durante muitos anos causaram uma monotonia, com flexibilidade "zero", onde a pré-fabricação com elementos pesados marcou o período. Além destas questões, as construções massivas, sem uma avaliação prévia de desempenho dos sistemas construtivos, ocasionaram o surgimento de diferentes patologias. De 1970 a 1980 período em que aconteceram muitos acidentes em alguns dos edifícios construídos com grandes painéis pré-fabricados. Devido a esses acidentes, deu-se início às rejeições sociais a esse tipo de edifício e revisões no conceito de utilização nos processos construtivos em grandes elementos pré-fabricados. Neste contexto teve o início o declínio dos sistemas préfabricados de ciclo fechado de produção. Após 1980 etapa marcada, em primeiro lugar, pela demolição de grandes conjuntos habitacionais, justificada dentro de um quadro crítico, especialmente de rejeição social e deterioração funcional. Em segundo lugar, pela consolidação de uma pré-fabricação de ciclo aberto à base de componentes compatíveis, de origens diversas segundo Bruna (1976 apud BRUNO, 2005).

22 História de estruturas de concreto pré-fabricadas no Brasil Como no Brasil não houve destruições devido a Segunda Guerra Mundial, não houve a necessidade de construções em grande escala. Vasconcelos (2002 apud BRUNO, 2005), afirma que a primeira grande obra a utilizar elementos pré-fabricados no Brasil, refere-se ao hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro, como pode ser visto na Figura 5.2. A empresa construtora dinamarquesa Christiani-Nielsen, com sucursal no Brasil, executou em 1926 a obra completa do hipódromo, com diversas aplicações de elementos pré-fabricados, dentre eles, pode-se citar as estacas nas fundações e as cercas no perímetro da área reservada ao hipódromo. Nesta obra, o canteiro de préfabricação teve que ser minuciosamente planejado para não prolongar demasiadamente o tempo de construção. Figura Construção do Hipódromo da Gávea Fonte: Jockey Club Brasileiro (2009). Porém, a preocupação com a racionalização e a industrialização de sistemas construtivos teve início apenas no fim da década de 50. Nesta época, conforme

23 23 Vasconcelos (2002 apud BRUNO, 2005), na cidade de São Paulo, a Construtora Mauá, especializada em construções industriais, executou vários galpões prémoldados no próprio canteiro de obras. Em alguns utilizou-se o processo de executar as peças deitadas umas sobre as outras numa sequência vertical, separando-as por meio de papel parafinado. Não era necessário esperar que o concreto endurecesse para então executar a camada sucessiva. Esse procedimento economizava tempo e espaço no canteiro, podendo ser empilhadas até 10 peças. As fôrmas laterais subiam à medida que o concreto endurecia, reduzindo assim a extensão do escoramento. Tal procedimento proporcionava grande produtividade à execução das peças. Terminada a primeira pilha de 10 peças, cada peça tornava-se, ao ser removida, a semente de uma nova pilha de 10 a ser plantada em outro lugar. Assim, multiplicava-se a produção de peças iguais. A Construtora Mauá começou a pré-fabricação em canteiro com a fábrica do Curtume Franco-Brasileiro. A estrutura, extraordinariamente leve e original, tinha tesouras em forma de viga Vierendeel curva, conforme Figura 5.3. Figura Galpão Industrial com vigas Vierendeel de concreto armado Fonte: Escola de Engenharia de São Carlos (2008). A partir deste período ocorreram poucas construções usando o pré-fabricado até chegar a década de 90, devido a falta de estímulo do Governo, mão-de-obra

24 24 especializada, maior incentivo em mão-de-obra não especializada no canteiro de obras, patologias de painéis utilizados pela COHAB, etc. Por estes vários fatores na década de 80 o pré-fabricado praticamente deixou de existir. Retornando com fôlego total na década de 90, o pré-fabricado reaparece principalmente devido ao desenvolvimento da cidade de São Paulo que passou a receber grandes investimentos na área de serviços, o que proporcionou um aumento na construção de shopping centers, flats e hotéis. Estes novos investimentos em obras necessitavam de grande velocidade de execução e venda. Nos dias de hoje, as indústrias de pré-fabricação crescem a cada dia, com novas tecnologias, novos sistemas e diversos tipos de pré-fabricado: pontes, edifícios, galpões industriais, fachadas, shopping center, escolas, túneis, etc., devido ao grande aquecimento da indústria da construção civil e a velocidade que o mercado exige que uma obra esteja pronta Tipos de Concreto Pré-moldado Segundo Debs (2000), o pré-moldado pode ser classificado em diversas formas, como: quanto à seção transversal, quanto ao processo de execução e quanto a sua função estrutural. Uma das classificações de grande interesse é em relação à concepção, em nível geral do concreto pré-moldado, originando ao que está sendo aqui denominado de tipos de concreto pré-moldado. Conforme mostrado no Quadro 5.1. Tipos de concreto pré-moldado Quanto ao local de produção dos elementos Pré-moldado em fábrica Pré-moldado de canteiro Quanto à incorporação de material para ampliar a seção resistente no local de utilização definitivo Pré-moldado de seção completa Pré-moldado de seção parcial Quanto à categoria do peso dos elementos Pré-moldado pesado Pré-moldado leve Quanto ao papel desempenhado pela aparência Pré-moldado normal Pré-moldado arquitetônico Quadro 5.1 Tipos de concreto pré-moldado Fonte: Debs (2000).

25 25 a) Pré-moldado de fábrica: é aquele produzido em fábricas com instalações fixas fora do local da execução do elemento. Esse pré-moldado pode atingir o nível de pré-fabricado, conforme NBR-9062 (ABNT, 1985). As fábricas podem ser de pequeno, médio e grande porte, dependendo dos investimentos aplicados em formas e equipamentos. Neste caso é bom observar a necessidade de transporte até o local da execução. b) Pré-moldado de canteiro: são aqueles fabricados no mesmo local da execução, tendo baixa produtividade em relação ao pré-moldado de fábrica; a grande vantagem desse tipo de pré-moldado é que não necessita de transporte. c) Pré-moldado de seção completa: é a peça produzida fora de onde será executada, podendo ter complementos sem alterar a seção resistente. d) Pré-moldado de seção parcial: é produzida uma parte da peça na fábrica, sendo esta complementada por outra de concreto no local da execução, um exemplo é o sistema de solidarização. e) Pré-moldado pesado: são consideradas aquelas estruturas que necessitam de equipamentos especiais para o transporte e a montagem. f) Pré-moldado leve : são aqueles que não necessitam de transportes especiais, exemplos lajes de residências populares. g) Pré-moldado normal: aquele que não importa a aparência da peça. h) Pré-moldado arquitetônico: são aquelas que contribuem na forma da arquitetura da obra, exemplo placas de fachada Produção das estruturas de concreto pré-fabricadas

26 26 Conforme Debs (2000) o processo de produção das estruturas de concreto prémoldado envolve todas as particularidades compreendidas desde a execução dos elementos pré-moldados até a realização das ligações definitivas. A produção das estruturas pré-fabricadas (pré-moldados produzidos em fábrica) passa pelas seguintes etapas: Execução do elemento; Transporte da fábrica à obra; Montagem; Realização das ligações. Diferente dos pré-moldados produzidos em canteiros na obra, que se resumem na execução e montagem, não incluindo o transporte Execução das estruturas pré-fabricadas Com a idéia do mesmo autor a execução das estruturas pré-fabricadas pode ser subdividida em três fases: atividades preliminares, execução propriamente dita e atividades posteriores, conforme Quadro 5.2. Atividades preliminares - Preparação dos materiais - Transporte dos materiais Execução propriamente dita - Preparação da forma - Colocação do concreto - Cura do concreto - Desmoldagem Atividades posteriores: - Transporte interno - Acabamentos finais - Armazenamento Quadro Subdivisão de execução de estruturas pré-fabricadas Fonte: Debs (2000) Atividades preliminares

27 27 a) Preparação dos materiais - incluem-se o estoque dos agregados, aditivos, água, desmoldantes e outros produtos utilizados na produção; a quantidade correta dos agregados para cada traço na produção da mistura do concreto, confecção da armadura (corte, dobra) e a montagem, quando solicitado. b) Transporte dos materiais ao local de trabalho lançamento do concreto nas fôrmas, normalmente feito por meio mecânico (grua, guindaste, etc.) e transporte da armadura, montada ou não Execução propriamente dita a) Preparação da fôrma e da armadura limpeza da fôrma, aplicação de desmoldante, colocação da armadura montada ou montagem da armadura, colocação de peças complementares, como por exemplo: insertos metálicos, fechamento da fôrma, aplicação da pré-tração na armadura, quando for o caso. b) Colocação do concreto (moldagem) lançamento e adensamento do concreto, eventuais acabamentos. c) Cura do concreto processo do período em que a peça de concreto permanece na fôrma até atingir a resistência adequada, conhecido como resistência de saque. d) Desmoldagem liberação da força de protensão, quando for o caso, e retirada do elemento da fôrma (em certas situações é necessário retirar inicialmente parte da fôrma antes da liberação da protensão) Atividades posteriores a) Transporte interno transporte dos elementos do local da desmoldagem até a área de estoque ou área que será efetuado o acabamento, em certos casos.

28 28 b) Acabamentos finais inspeção, tratamentos finais, eventuais correções e maquiagem. c) Armazenamento período em que os elementos permanecem em local apropriado até o envio à obra Transporte da fábrica à obra O transporte dar-se-á do local da fabricação até o local da montagem e pode ser feito pelos diversos tipos de transporte, como: rodoviário, ferroviário e marítimo. No entanto no Brasil utiliza-se somente o rodoviário através de caminhões, carretas e carretas especiais, mostrado na Figura 5.4. Figura Esquema de veículos para transporte de elementos. Fonte: Debs (2000). Durante o percurso do elemento da fábrica até a obra podem ocorrer grandes avarias na peça, devido aos excessos de trepidações, principalmente quando realizado com transporte rodoviário. Por esta razão e por segurança deve-se fazer uma fiscalização

29 29 minuciosa das fixações dos elementos, seguindo basicamente as mesmas regras de armazenamento para os apoios dos elementos Montagem A montagem das estruturas de concreto pré-fabricada possuem diversas operações governadas envolvidas, basicamente, pelo equipamento de montagem. Os equipamentos em que é feita a montagem das estruturas, podem ser assim divididos: de uso comum e de uso restrito De uso comum a) autogruas de pórtico (guindaste sobre plataforma móvel) - podem ser sobre pneus ou esteiras, lança fixas ou móveis, sua capacidade depende do fator altura X raio. Sua grande vantagem é a facilidade de locomoção e a desvantagem é o alto custo a logo prazo. b) grua de torre (guindaste de torre) - são torres de aço que podem ser fixas ou móveis. Sua vantagem é menor custo a longo prazo em relação às autogruas, sua desvantagem é a capacidade de carga limitada De uso restrito

30 30 a) grua de pórtico (guindaste de pórtico) - são pórticos de grandes dimensões que passam por fora e por cima das construções, não muito utilizados no Brasil. b) derrick (guindaste derrick) - são equipamentos de grande capacidade de carga mas com pouca mobilidade, podem ser fixos ou móveis, utilizados somente em casos específicos. Os fatores que influenciam a melhor escolha do equipamento e sua capacidade são os seguintes: Pesos, dimensões e raios de levantamento das peças maiores e mais pesadas; Quantidade de levantamentos a serem feitos e a frequência das operações; Mobilidade requerida, condições de campo e espaços disponíveis; Necessidade de transportar as estruturas levantadas; Necessidade de manter as estruturas no ar por longo tempo; Tipo de topografia de acesso e Disponibilidade e custo do equipamento. Há uma grande variedade de estruturas pré-fabricadas que necessitam de outros tipos de equipamentos para sua montagem que não foram citados acima, como por exemplo as aduelas que podem se utilizadas em canais, galerias, túneis. Antes de qualquer montagem deve-se analisar principalmente: a) Acesso verificar a possibilidade de trafegar com veículos pesados para a montagem das estruturas e até mesmo a montagem dos equipamentos; b) Fundações - verificar as precisões das dimensões; c) Raio de rotação - verificar o comprimento máximo que pode ser feito o giro de uma estrutura, já que pilares ou outras estruturas específicas geralmente necessitam ser descarregadas de um modo e montados de outro.

31 31 d) Estabilidade das estruturas o ponto de içamento deve estar acima do centro de gravidade das estruturas para que haja o equilíbrio Ligamentos das estruturas pré-fabricadas No final do processo de produção das estruturas pré-fabricadas, existem as ligações de uma estrutura à outra, seja ela pré-fabricada ou in loco, ou seja, já no local definitivo da montagem. Por um lado este sistema apresenta uma excelente facilidade de execução e por outro, um dos seus principais problemas são as ligações. As ligações têm um fator muito importante no sistema, pois é ela quem vai dar a estabilidade de todo o sistema. Geralmente as ligações mais simples acarretam em solicitações maiores por parte dos momentos fletores. São apresentadas a seguir algumas formas de classificar as ligações nas estruturas pré-fabricadas: a) Armadura saliente e concreto moldado no local - este caso consiste em deixar parte da armadura dos elementos saliente e, após a montagem, executa a concretagem de ligação, conforme Figura 5.5.

32 32 Figura Armadura saliente e concreto moldado no local Tipo1 Fonte: Debs (2000). b) Conformação por encaixe, recortes e chaves - em várias situações recorre-se à conformidade das ligações para um melhor acabamento, impedir deslocamentos relativos ou proporcionar engastamentos à torção, já na fase de montagem, como visualizada na Figura 5.6. Conformação nas extremidades Impedir deslocamentos Promover engastamento à torção Figura Armadura Saliente e concreto moldado no local Tipo2 Fonte: Debs (2000). c) Cabos de protensão - promover eficiente solidarização entre as estruturas de pré-fabricado, mediante cabos colocados em bainha, conforme mostrado abaixo. Normalmente, esse tipo de recurso envolve a colocação de concreto ou argamassa no local necessitando aguardar também o endurecimento do material, além do trabalho para realizar a protensão dos cabos no local, visualizada na Figura 5.7.

Soluções em Lajes Alveolares

Soluções em Lajes Alveolares Soluções em Lajes Alveolares Oferecer Soluções Inovadoras e bom atendimento é o nosso compromisso Presente no mercado da construção civil desde de 1977, o Grupo Sistrel vem conquistando o mercado brasileiro

Leia mais

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais

Leia mais

Definições. Armação. Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura.

Definições. Armação. Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura. Definições Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura. Armadura: associação das diversas peças de aço, formando um conjunto para um

Leia mais

Técnicas da Construção Civil. Aula 02

Técnicas da Construção Civil. Aula 02 Técnicas da Construção Civil Aula 02 Necessidades do cliente e tipos de Estruturas Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Necessidades do Cliente Função ou tipo de edificação? Como e quanto o cliente quer

Leia mais

PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS DA QUALIDADE DE CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND

PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS DA QUALIDADE DE CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O CONTROLE TECNOLÓGICO E DA QUALIDADE DE CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND Engº.. Roberto José Falcão Bauer JUNHO / 2006 SUMÁRIO 1. DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO 2. PREMISSAS VISANDO

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ARMADURA PARA CONCRETO PROTENDIDO Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-18/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a

Leia mais

CONTROLE DA QUALIDADE EM PREMOLDADOS

CONTROLE DA QUALIDADE EM PREMOLDADOS CONTROLE DA QUALIDADE EM PREMOLDADOS Fonte: Reprodução A EMPRESA Fonte: Reprodução Somos uma Empresa de Representação de ESTRUTURAS PRÉ-MOLDADAS (Galpões e outros mais ) e ESTRUTURAS METÁLICAS (Galpões,

Leia mais

Telas Soldadas Nervuradas

Telas Soldadas Nervuradas Telas Soldadas Nervuradas Telas Soldadas Nervuradas Belgo Qualidade As Telas Soldadas de Aço Nervurado são armaduras pré-fabricadas constituídas por fios de aço Belgo 60 Nervurado, longitudinais e transversais,

Leia mais

FORMAS E ARMADURAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

FORMAS E ARMADURAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FORMAS E ARMADURAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I CUSTO DA ESTRUTURA (SABBATINI, et. Al, 2007) CUSTO DOS ELEMENTOS DA ESTRUTURA

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7 AULA 7 CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES Disciplina: Projeto de Estruturas CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS 1 CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS ALOJAMENTO DAS ARMADURAS Armadura longitudinal (normal/flexão/torção) Armadura

Leia mais

Tecnologia da Construção I CRÉDITOS: 4 (T2-P2)

Tecnologia da Construção I CRÉDITOS: 4 (T2-P2) UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO DECANATO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS E REGISTRO GERAL DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA CÓDIGO: IT836

Leia mais

Por que protender uma estrutura de concreto?

Por que protender uma estrutura de concreto? Por que protender uma estrutura de concreto? Eng. Maria Regina Leoni Schmid Rudloff Sistema de Protensão Ltda. RUDLOFF SISTEMA DE PROTENSÃO LTDA. Fig. 1 Representação esquemática de um cabo de cordoalhas

Leia mais

Obras-de-arte especiais - escoramentos

Obras-de-arte especiais - escoramentos MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço 1 Av. Brigadeiro Faria Lima, 1685, 2º andar, conj. 2d - 01451-908 - São Paulo Fone: (11) 3097-8591 - Fax: (11) 3813-5719 - Site: www.abece.com.br E-mail: abece@abece.com.br Av. Rio Branco, 181 28º Andar

Leia mais

CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO

CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO ETM 006 VERSÃO 02 Jundiaí 2015 ETM Especificação Técnica de Material CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE

Leia mais

Transformando aço, conduzindo soluções. Lajes Mistas Nervuradas

Transformando aço, conduzindo soluções. Lajes Mistas Nervuradas Transformando aço, conduzindo soluções. Lajes Mistas Nervuradas TUPER Mais de 40 anos transformando aço e conduzindo soluções. A Tuper tem alta capacidade de transformar o aço em soluções para inúmeras

Leia mais

Requisitos para Avaliação de Plantas de Produção

Requisitos para Avaliação de Plantas de Produção Identificação: N.02 Revisão: 04A Folha: 1 / 29 OBJETIVO O objetivo desde documento é estabelecer os critérios padronizados para avaliação de plantas de produção na obtenção do Selo Excelência ABCIC. DEFINIÇÕES

Leia mais

AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL GG 50 O VERGALHÃO QUE ESTÁ POR DENTRO DAS MELHORES OBRAS VERGALHÃO GERDAU GG 50 Para o seu projeto sair do papel com segurança e qualidade, use o Vergalhão Gerdau GG 50. Produzido

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE MEMORIAL DESCRITIVO OBJETIVO: SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE RESERVATÓRIO ELEVADO Estrutura - Toda a estrutura do reservatório será em concreto armado utilizando

Leia mais

NBR 7483/2005. Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos

NBR 7483/2005. Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos NBR 7483/2005 Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos OBJETIVO Fixar os requisitos para fabricação, encomenda, fornecimento e recebimento de cordoalhas de aço de alta resistência de três

Leia mais

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA 1 CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA I. SISTEMAS ESTRUTURAIS Podemos citar diferentes sistemas estruturais a serem adotados durante a concepção do projeto de uma edificação. A escolha

Leia mais

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1)

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1) CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1) Disciplina: Materiais de Construção II Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2015 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia

Leia mais

MANUAL DO FABRICANTE:

MANUAL DO FABRICANTE: MANUAL DO FABRICANTE: ALVENARIA ESTRUTURAL Características e especificações, instruções de transporte, estocagem e utilização. GESTOR: Engenheiro civil EVERTON ROBSON DOS SANTOS LISTA DE TABELAS Tabela

Leia mais

Danos devido à retirada precoce do escoramento

Danos devido à retirada precoce do escoramento Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Programa de Pós-GraduaP Graduação em Engenharia Civil Tecnologia da Construção Civil I Atuação de sobrecargas Concreto Armado Danos devido à retirada

Leia mais

Recomendações para Elaboração de Projetos Estruturais de Edifícios de Concreto

Recomendações para Elaboração de Projetos Estruturais de Edifícios de Concreto Recomendações para Elaboração de Projetos Estruturais de Edifícios de Concreto INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como objetivo fornecer aos projetistas e contratantes, recomendações básicas e orientações

Leia mais

Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para o segmento econômico. Otávio Pedreira de Freitas Pedreira Engenharia Ltda

Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para o segmento econômico. Otávio Pedreira de Freitas Pedreira Engenharia Ltda Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para o segmento econômico Otávio Pedreira de Freitas Pedreira Engenharia Ltda Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para

Leia mais

2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço

2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço 23 2. Sistemas de Lajes 2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço Neste capítulo são apresentados os tipos mais comuns de sistemas de lajes utilizadas na construção civil. 2.1.1.

Leia mais

Paredes Maciças as de Concreto

Paredes Maciças as de Concreto Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 4B Paredes Maciças as de Concreto Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção

Leia mais

1.1 DEFINIÇÕES Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água.

1.1 DEFINIÇÕES Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água. ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 1 Libânio M. Pinheiro; Cassiane D. Muzardo; Sandro P. Santos Março de 2004 INTRODUÇÃO Este é o capítulo inicial de um curso cujos objetivos são: os fundamentos do concreto;

Leia mais

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/109/imprime31727.asp Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/109/imprime31727.asp Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas 1 de 9 01/11/2010 23:26 Como construir Lajes com EPS Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas As lajes tipo volterrana abriram a trajetória das lajes pré-moldadas. O sistema utiliza

Leia mais

AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE

AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE LUIZA DE LIMA TEIXEIRA PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA SP. PROJETO ESTRUTURAL 1 I - MEMORIAL DESCRITIVO DE CIVIL ESTRUTURAL 1 - Serviços Iniciais: ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Superintendência de Urbanismo e Produção Habitacional Coordenação de Projetos CERCAMENTO DE ÁREAS MUROS PRÉ-MOLDADOS DE CONCRETO

Leia mais

Curso Piloto de Informação para Operários e Encarregados Módulo: Estruturas de Concreto Armado Aula: Armaduras

Curso Piloto de Informação para Operários e Encarregados Módulo: Estruturas de Concreto Armado Aula: Armaduras Curso Piloto de Informação para Operários e Encarregados Módulo: Estruturas de Concreto Armado Aula: Armaduras Aço o para Concreto O que é o aço a o? O aço é uma combinação de SUCATA, FERRO GUSA E OUTROS.

Leia mais

BIM BIM. Building Information Modeling no Projeto Estrutural. Impactos e benefícios potenciais. Modelagem de Informação do Edifício Projeto Estrutural

BIM BIM. Building Information Modeling no Projeto Estrutural. Impactos e benefícios potenciais. Modelagem de Informação do Edifício Projeto Estrutural BIM Building Information Modeling no Impactos e benefícios potenciais Nelson Covas BIM Building Information Modeling ou Modelagem de Informação da Construção ou Modelagem de Informação do Edifício Premissas

Leia mais

ESTRUTURAS PRÉ-MOLDADAS: INFLUÊNCIA NO CUSTO DAS EDIFICAÇÕES DO EMPREGO DE ELEMENTOS MOLDADOS NO CANTEIRO E POR EMPRESA ESPECIALIZADA

ESTRUTURAS PRÉ-MOLDADAS: INFLUÊNCIA NO CUSTO DAS EDIFICAÇÕES DO EMPREGO DE ELEMENTOS MOLDADOS NO CANTEIRO E POR EMPRESA ESPECIALIZADA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Fabrício Carpes Carraro ESTRUTURAS PRÉ-MOLDADAS: INFLUÊNCIA NO CUSTO DAS EDIFICAÇÕES DO EMPREGO DE ELEMENTOS

Leia mais

LAJE ALVEOLAR PROTENDIDA

LAJE ALVEOLAR PROTENDIDA LAJE ALVEOLAR PROTENDIDA 1. DEFINIÇÃO A Laje Alveolar é constituída de painéis de concreto protendido que possuem seção transversal com altura constante e alvéolos longitudinais, responsáveis pela redução

Leia mais

37 3231-4615 www.levemix.com.br GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX. Comodidade, economia e segurança ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES

37 3231-4615 www.levemix.com.br GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX. Comodidade, economia e segurança ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX Orientações técnicas para o melhor desempenho de sua concretagem Comodidade, economia e segurança 37 3231-4615 www.levemix.com.br ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES

Leia mais

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas. Alvenaria Estrutural.

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas. Alvenaria Estrutural. Alvenaria Estrutural Introdução CONCEITO ESTRUTURAL BÁSICO Tensões de compressão Alternativas para execução de vãos Peças em madeira ou pedra Arcos Arco simples Arco contraventado ASPECTOS HISTÓRICOS Sistema

Leia mais

poder de compra x custo da construção poder de compra:

poder de compra x custo da construção poder de compra: w ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO poder de compra x custo da construção poder de compra: - Conceito Geral - Engenheiro Civil - Ph.D. (85)3244-3939 (85)9982-4969 luisalberto1@terra.com.br custo

Leia mais

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO P R O M O Ç Ã O

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO P R O M O Ç Ã O GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO P R O M O Ç Ã O GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO FÔRMAS E CIMBRAMENTO FÔRMAS E CIMBRAMENTO FÔRMA: Modelo, molde de qualquer coisa; EXIGÊNCIAS:

Leia mais

Concreto: O que utilizar nas diversas Tipologias?

Concreto: O que utilizar nas diversas Tipologias? Seminário: Concreto: O que utilizar nas diversas Tipologias? EngºArcindo A. Vaquero y Mayor Wish List Veloz Durável Prático (com racionalização) Econômico Baixo Desperdicio Confortável (Desempenho Termico

Leia mais

PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS. Barras e fios de aço destinados à armadura. Barras e fios de aço destinados à armadura

PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS. Barras e fios de aço destinados à armadura. Barras e fios de aço destinados à armadura DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PCC 2435 - Tecnologia da Construção de Edifícios I PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS Qual a função das armaduras? Estruturar o concreto simples Profs.

Leia mais

ENSAIO DE LIGAÇÃO PILAR PRÉ-MOLDADO FUNDAÇÃO MEDIANTE CHAPA DE BASE

ENSAIO DE LIGAÇÃO PILAR PRÉ-MOLDADO FUNDAÇÃO MEDIANTE CHAPA DE BASE ENSAIO DE LIGAÇÃO PILAR PRÉ-MOLDADO FUNDAÇÃO MEDIANTE CHAPA DE BASE 53 ENSAIO DE LIGAÇÃO PILAR PRÉ-MOLDADO FUNDAÇÃO MEDIANTE CHAPA DE BASE Mounir K. El Debs Toshiaki Takeya Docentes do Depto. de Engenharia

Leia mais

I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO

I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. DESENVONVIMENTO DE EQUIPAMENTOS E PROCEDIMENTOS

Leia mais

CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO. Professora: Mayara Custódio

CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO. Professora: Mayara Custódio CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO Professora: Mayara Custódio CONSISTÊNCIA DO CONCRETO CONSISTÊNCIA TRABALHABILIDADE É a propriedade do concreto fresco que identifica sua maior ou menor aptidão para

Leia mais

NBR 7480/1996. Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado

NBR 7480/1996. Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado NBR 7480/1996 Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado OBJETIVO Fixar as condições exigíveis na encomenda, fabricação e fornecimento de barras e fios de aço destinados a armaduras

Leia mais

CONCRETO DO PREPARO À CURA CONTROLE TECNOLÓGICO

CONCRETO DO PREPARO À CURA CONTROLE TECNOLÓGICO CONCRETO DO PREPARO À CURA CONTROLE TECNOLÓGICO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I PREPARO, RECEBIMENTO, LANÇAMENTO E CURA DO CONCRETO

Leia mais

Aços Longos. Soluções Lajes

Aços Longos. Soluções Lajes Aços Longos Soluções Lajes Soluções Lajes Dentre os desafios da engenharia civil, o sistema construtivo de lajes deve atender à eficiência estrutural, visando a soluções seguras, economicamente viáveis

Leia mais

2. Sistema de fôrmas plásticas para lajes

2. Sistema de fôrmas plásticas para lajes Sistema de fôrmas plásticas para lajes de concreto JOAQUIM ANTÔNIO CARACAS NOGUEIRA Diretor de Engenharia VALTER DE OLIVEIRA BASTOS FILHO Engenheiro Civil CARLOS ALBERTO IBIAPINA E SILVA FILHO Engenheiro

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO MA NU AL E SP EC IA L SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0032 ESPECIFICAÇÃO DE CONDUTORES

Leia mais

SUDESTE PRÉ-FABRICADOS CATÁLOGO TÉCNICO SUDESTE PRÉ-FABRICADOS PRONTOS PARA TODA E QUALQUER EMPREITADA

SUDESTE PRÉ-FABRICADOS CATÁLOGO TÉCNICO SUDESTE PRÉ-FABRICADOS PRONTOS PARA TODA E QUALQUER EMPREITADA 1 CONSTRUINDO GRANDES NEGÓCIOS PRÉ-FABRICADOS 2 SUDESTE PRÉ-FABRICADOS CATÁLOGO TÉCNICO SUDESTE PRÉ-FABRICADOS PRONTOS PARA TODA E QUALQUER EMPREITADA SUDESTE PRÉ-FABRICADOS CATÁLOGO TÉCNICO ÍNDICE 3 A

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS

ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS 1 INDICE CAPÍTULO 1 - AÇOS ESTRUTURAIS...1 1 INTRODUÇÃO - HISTÓRICO... 1 2 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DAS ESTRUTURAS DE AÇO... 2 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS...

Leia mais

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO CONCEITO A tipologia estrutural composta por bloco, argamassa, graute e eventualmente armações é responsável por um dos sistemas construtivos

Leia mais

Desenvolvimento de diretrizes para projeto de edificações para fins didáticos com sistema estrutural construtivo modular em aço

Desenvolvimento de diretrizes para projeto de edificações para fins didáticos com sistema estrutural construtivo modular em aço Desenvolvimento de diretrizes para projeto de edificações para fins didáticos com sistema estrutural construtivo modular em aço Maria Emília Penazzi mepenazzi@yahoo.com.br Prof. Dr. Alex Sander Clemente

Leia mais

ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO REFORMA E ADAPTAÇÃO DA AC TRINDADE- DR/GO

ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO REFORMA E ADAPTAÇÃO DA AC TRINDADE- DR/GO C A D E R N O D E E S P E C I F I C A Ç Õ E S ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO REFORMA E ADAPTAÇÃO DA AC TRINDADE- DR/GO S E Ç Ã O D E P R O J E T O S E O B R A S SEPO/GEREN/DR/GO OBRA: REFORMA E ADAPTAÇÃO

Leia mais

Ferramenta BIM para Projetos de Estruturas Pré-Fabricadas

Ferramenta BIM para Projetos de Estruturas Pré-Fabricadas Ferramenta BIM para Projetos de Estruturas Pré-Fabricadas Marco Moschini CSG Engineering Local: UNIDAVI - Rio do Sul / SC BIM ( Building Information Modeling ) ( Modelagem da Informação da Construção )

Leia mais

TUPER ESTRUTURAS PLANAS

TUPER ESTRUTURAS PLANAS TUPER ESTRUTURAS PLANAS LAJES MISTAS NERVURADAS Soluções estruturais e arquitetônicas em aço, traduzidas em estética, conforto, segurança e versatilidade. Catálogo destinado ao pré-lançamento do produto.

Leia mais

Manual Soluções Pisos

Manual Soluções Pisos Manual Soluções Pisos Soluções Pisos A ArcelorMittal dispõe da maior variedade de produtos para o desenvolvimento de soluções inovadoras para pisos de concreto, atendendo às mais variadas obras. A diversidade

Leia mais

ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO

ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO 1 DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...

Leia mais

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST.

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST. UNICAP Curso de Arquitetura e Urbanismo EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO: Mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura. MATERIAIS E TECNOLOGIA CONSTRUTIVA 1 Prof. Angelo Just da Costa e Silva

Leia mais

Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS

Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS DESENHO DE ESTRUTURAS INTRODUÇÃO A estrutura de concreto armado é resultado da combinação entre o concreto e o aço. Porém, para a sua execução, não é suficiente apenas a presença desses dois materiais;

Leia mais

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua TIPOS DE ESTRUTURAS Prof. Marco Pádua A função da estrutura é transmitir para o solo a carga da edificação. Esta carga compõe-se de: peso próprio da estrutura, cobertura, paredes, esquadrias, revestimentos,

Leia mais

ESTUDO DE CASO TRAÇOS DE CONCRETO PARA USO EM ESTRUTURAS PRÉ- MOLDADAS CASE STUDY - TRACES OF CONCRETE FOR USE IN PREMOULDED STRUCTURES

ESTUDO DE CASO TRAÇOS DE CONCRETO PARA USO EM ESTRUTURAS PRÉ- MOLDADAS CASE STUDY - TRACES OF CONCRETE FOR USE IN PREMOULDED STRUCTURES ESTUDO DE CASO TRAÇOS DE CONCRETO PARA USO EM ESTRUTURAS PRÉ- MOLDADAS CASE STUDY - TRACES OF CONCRETE FOR USE IN PREMOULDED STRUCTURES Cleriston Barbosa da Silva (1), Dary Werneck da Costa (2), Sandra

Leia mais

LAJES EM CONCRETO ARMADO

LAJES EM CONCRETO ARMADO LAJES EM CONCRETO ARMADO CONCEITOS BÁSICOS As telas soldadas, que são armaduras pré-fabricadas soldadas em todos os pontos de cruzamento, apresentam inúmeras aplicações na construção civil, destacando-se

Leia mais

2 a Prova de EDI-49 Concreto Estrutural II Prof. Flávio Mendes Junho de 2012 Duração prevista: até 4 horas.

2 a Prova de EDI-49 Concreto Estrutural II Prof. Flávio Mendes Junho de 2012 Duração prevista: até 4 horas. 2 a Prova de EDI-49 Concreto Estrutural II Prof. Flávio Mendes Junho de 212 Duração prevista: até 4 horas. Esta prova tem oito (8) questões e três (3) laudas. Consulta permitida somente ao formulário básico.

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VII MONTAGEM ESTRUTURA METÁLICA

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VII MONTAGEM ESTRUTURA METÁLICA MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VII MONTAGEM ESTRUTURA METÁLICA Montagem Estrutura Metálica Em uma obra de estruturas metálicas, a montagem é considerada uma das fases mais importantes por representar uma

Leia mais

1.1 Conceitos fundamentais... 19 1.2 Vantagens e desvantagens do concreto armado... 21. 1.6.1 Concreto fresco...30

1.1 Conceitos fundamentais... 19 1.2 Vantagens e desvantagens do concreto armado... 21. 1.6.1 Concreto fresco...30 Sumário Prefácio à quarta edição... 13 Prefácio à segunda edição... 15 Prefácio à primeira edição... 17 Capítulo 1 Introdução ao estudo das estruturas de concreto armado... 19 1.1 Conceitos fundamentais...

Leia mais

INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA

INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA Blumenau, maio de 2010. 1. RESUMO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. INTRODUÇÃO...

Leia mais

SISTEMA DE FÔRMAS PARA CONCRETO

SISTEMA DE FÔRMAS PARA CONCRETO SISTEMA DE FÔRMAS PARA CONCRETO SOLIDEZ E ÉTICA, DESDE 1977 NO MERCADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL. AGILIDADE NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO Desde 1977, a SF Sistema de Fôrmas para Concreto atua com visão empresarial

Leia mais

PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL

PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL Proposta Nº: SC-PP-0208-2014 Belo Horizonte, 05 de junho de 2014. O.F. CARAN Ibiraçu/ES At.: Otaviano Caran Ref.: ORÇAMENTO DE ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA PARA MÓDULO DIDÁDICO E MÓDULO ADMINISTRATIVO, A SER

Leia mais

PAINÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS E SOLUÇÕES COMPLEMENTARES PARA O SEGMENTO ECONÔMICO

PAINÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS E SOLUÇÕES COMPLEMENTARES PARA O SEGMENTO ECONÔMICO PAINÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS E SOLUÇÕES COMPLEMENTARES PARA O SEGMENTO ECONÔMICO Augusto Guimarães Pedreira de Freitas PEDREIRA DE FREITAS LTDA COMUNIDADE DA CONSTRUÇÃO RECIFE/PE AGRADECIMENTO ESPECIAL

Leia mais

Espaçador treliçado ABTC para apoio de ferragem negativa. Espaçador DL para tela soldada. Barras de transferência

Espaçador treliçado ABTC para apoio de ferragem negativa. Espaçador DL para tela soldada. Barras de transferência Espaçador treliçado ABTC para apoio de ferragem negativa O espaçador treliçado ABTC da FAMETH é utilizado em lajes, substituindo o ultrapassado caranguejo. É indicado para apoiar e manter o correto posicionamento

Leia mais

Vigas rígidas e resistentes, mais leves e fáceis de instalar.

Vigas rígidas e resistentes, mais leves e fáceis de instalar. Catálogo Técnico Vigas rígidas e resistentes, mais leves e fáceis de instalar. m a t e r i a i s p a r a c o n s t r u i r m e l h o r. Vigas leves de alta resistência A LP Viga I é fabricada pela LP Building

Leia mais

Memorial de Especificações de Materiais e Execução

Memorial de Especificações de Materiais e Execução Pág. 1 Memorial de Especificações de Materiais e Execução Pág. 2 Índice 1 Estrutura... 3 Tabela 01 Tolerâncias dimensionais para seções transversais de elementos lineares e para espessura de elementos

Leia mais

ALTERNATIVAS ESTRUTURAIS PARA O SISTEMA DE PISO EM EDIFÍCIOS DE CONCRETO ARMADO

ALTERNATIVAS ESTRUTURAIS PARA O SISTEMA DE PISO EM EDIFÍCIOS DE CONCRETO ARMADO 1 ALTERNATIVAS ESTRUTURAIS PARA O SISTEMA DE PISO EM EDIFÍCIOS DE CONCRETO ARMADO Texto complementar 1. INTRODUÇÃO Os primeiros edifícios com estrutura de concreto armado foram concebidos utilizando-se

Leia mais

ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE PRUDENTE

ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE PRUDENTE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 221 ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS ES-P11 BASE DE CONCRETO MAGRO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO... 3 2. DESCRIÇÃO... 3 3. MATERIAIS... 3 3.1 CIMENTO... 3 3.2 AGREGADOS...

Leia mais

3. Programa Experimental

3. Programa Experimental 3. Programa Experimental 3.1. Considerações Iniciais Este estudo experimental foi desenvolvido no laboratório de estruturas e materiais (LEM) da PUC- Rio e teve o propósito de estudar o comportamento de

Leia mais

Concreto Convencional

Concreto Convencional TIPOS DE CONCRETO Concreto Convencional Pode-se dizer que o Concreto Convencional é aquele sem qualquer característica especial e que é utilizado no dia a dia da construção civil. Seu abatimento (Slump)

Leia mais

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA ECC 1008 ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA (Aulas 9-12) Prof. Gerson Moacyr Sisniegas Alva Algumas perguntas para reflexão... É possível obter esforços (dimensionamento) sem conhecer

Leia mais

Esta Norma fixa os requisitos para especificação, fabricação, fornecimento e recebimento de armaduras treliçadas eletrossoldadas.

Esta Norma fixa os requisitos para especificação, fabricação, fornecimento e recebimento de armaduras treliçadas eletrossoldadas. NBR 14862 - MAIO 2002 - Armaduras treliçadas eletrossoldadas - Requisitos Origem: Projeto 18:314.01-004:2001 ABNT/CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados CE-18:314.01 - Comissão de Estudo

Leia mais

SAPATAS ARMADAS Fundações rasas Solos arenosos

SAPATAS ARMADAS Fundações rasas Solos arenosos SAPATAS ARMADAS Fundações rasas Solos arenosos Prof. Marco Pádua Se a superestrutura do edifício for definida por um conjunto de elementos estruturais formados por lajes, vigas e pilares caracterizando

Leia mais

CUSTO COMPARADO DE ELEMENTOS PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO: PRÉ-LAJE PROTENDIDA X LAJE ALVEOLAR PROTENDIDA.

CUSTO COMPARADO DE ELEMENTOS PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO: PRÉ-LAJE PROTENDIDA X LAJE ALVEOLAR PROTENDIDA. CUSTO COMPARADO DE ELEMENTOS PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO: PRÉ-LAJE PROTENDIDA X LAJE ALVEOLAR PROTENDIDA. Adriano Mariot da Silva (1), Mônica Elizabeth Daré (2) UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense

Leia mais

NORMA TÉCNICA CRUZETA DE CONCRETO ARMADO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE

NORMA TÉCNICA CRUZETA DE CONCRETO ARMADO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE NORMA TÉCNICA DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE 1. OBJETIVO Esta norma padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas mínimas exigíveis para o fornecimento das cruzetas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE Estúdio de Arquitetura: Sustentabilidade Steel Framing Aluna: Gabriela Carvalho Ávila Maio de 2014 ÍNDICE 1 Introdução... 4 2 Sistema Ligth Steel Framing... 5 2.1

Leia mais

Aula 4 : Desenho de Estruturas

Aula 4 : Desenho de Estruturas Aula 4 : Desenho de Estruturas Índice: UNIDADE 4 DESENHO DE ESTRUTURAS 4.1 Introdução; Fundações: - São elementos estruturais cuja função é a transferência de cargas da estrutura para a camada resistente

Leia mais

Autorizado pela Portaria nº 1.205 de 27/08/10 DOU Nº 166 de 30/08/10

Autorizado pela Portaria nº 1.205 de 27/08/10 DOU Nº 166 de 30/08/10 C U R S O D E A R Q U I T E T U R A E U R B A N I S M O Autorizado pela Portaria nº 1.205 de 27/08/10 DOU Nº 166 de 30/08/10 Componente Curricular: TÉCNICAS DE EDIFICAÇÕES II Código: ARQ 055 Pré-requisito:

Leia mais

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES 2. VINCULAÇÕES DAS LAJES 3. CARREGAMENTOS DAS LAJES 3.1- Classificação das lajes retangulares 3.2- Cargas acidentais

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO ESTRUTURAL

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO ESTRUTURAL GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES E OBRAS PÚBLICAS - SETOP INSTITUTO DE OBRAS PÚBLICAS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO IOPES MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO ESTRUTURAL

Leia mais

Resumo Histórico. Introdução ao estudo das Estruturas Metálicas. Resumo Histórico. Setembro/2015. Resumo Histórico Coalbrookedale Bridge

Resumo Histórico. Introdução ao estudo das Estruturas Metálicas. Resumo Histórico. Setembro/2015. Resumo Histórico Coalbrookedale Bridge Introdução ao estudo das Estruturas Metálicas Resumo histórico e aspectos gerais Uso e aplicação de estruturas metálicas Composição do aço estrutural FTC-116 Estruturas Metálicas Eng. Wagner Queiroz Silva

Leia mais

ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA, PROVAS DE CARGA ESTÁTICA e ENSAIOS DINÂMICOS. Eng. Marcio Abreu de Freitas GEOFIX FUNDAÇÕES

ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA, PROVAS DE CARGA ESTÁTICA e ENSAIOS DINÂMICOS. Eng. Marcio Abreu de Freitas GEOFIX FUNDAÇÕES 1 ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA, PROVAS DE CARGA ESTÁTICA e ENSAIOS DINÂMICOS Eng. Marcio Abreu de Freitas GEOFIX FUNDAÇÕES 2 ÍNDICE: 1) Estacas Hélice Continua 2) Provas de Carga Estática 3) Ensaios Dinâmicos

Leia mais

CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPIRANGA

CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPIRANGA CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPIRANGA OBRA: ESTAÇÃO ELEVATÓRIA PARA ESGOTO - ELEVADO RESPONSÁVEL TÉCNICO: ENG. CIVIL MICHAEL MALLMANN MUNICÍPIO: ITAPIRANGA - SC 1 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS Deve ser

Leia mais

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 07) WILLIAN ABREU

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 07) WILLIAN ABREU FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 07) ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO VANTAGENS E DESVANTAGENS DO CONCRETO ARMADO: Apenas

Leia mais

ESTUDO DAS LIGAÇÕES DE MONTAGEM EM ESTRUTURAS PRÉ- FABRICADAS DE CONCRETO 1

ESTUDO DAS LIGAÇÕES DE MONTAGEM EM ESTRUTURAS PRÉ- FABRICADAS DE CONCRETO 1 ESTUDO DAS LIGAÇÕES DE MONTAGEM EM ESTRUTURAS PRÉ- FABRICADAS DE CONCRETO 1 Carlos Henrique dos Santos 2 Rogério Eustáquio Cirilo 3 Ronilson Flávio Souza 4 RESUMO: Um dos fatores mais importantes durante

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA CÁLCULO E DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM SEÇÃO TRANSVERSAL DUPLO T

DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA CÁLCULO E DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM SEÇÃO TRANSVERSAL DUPLO T DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA CÁLCULO E DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM SEÇÃO TRANSVERSAL DUPLO T Hevânio D. de Almeida a b, Rafael A. Guillou a,, Cleilson F. Bernardino

Leia mais

SISTEMA CONSTRUTIVO CASA EXPRESS DE PAINÉIS PREMOLDADOS MISTOS DE CONCRETO ARMADO E BLOCOS CERÂMICOS PARA PAREDES E LAJES

SISTEMA CONSTRUTIVO CASA EXPRESS DE PAINÉIS PREMOLDADOS MISTOS DE CONCRETO ARMADO E BLOCOS CERÂMICOS PARA PAREDES E LAJES SISTEMA CONSTRUTIVO CASA EXPRESS DE PAINÉIS PREMOLDADOS MISTOS DE CONCRETO ARMADO E BLOCOS CERÂMICOS PARA PAREDES E LAJES INTRODUÇÃO: A CASA EXPRESS LTDA. é uma empresa do ramo da construção civil, sediada

Leia mais

ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes!

ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes! ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes! Bloco de concreto As paredes são montadas a partir de componentes de alvenaria - os blocos. Portanto, é imprescindível que eles obedeçam

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO

INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO 1. OBJETIVO 1.1. Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam os procedimentos, critérios e padrões a serem adotados para elaboração dos

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO ENSAIO DE ULTRASSONOGRAFIA PARA A INVESTIGAÇÃO DE PATOLOGIA ESTRUTURAL

UTILIZAÇÃO DO ENSAIO DE ULTRASSONOGRAFIA PARA A INVESTIGAÇÃO DE PATOLOGIA ESTRUTURAL PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES UTILIZAÇÃO DO ENSAIO DE ULTRASSONOGRAFIA PARA A INVESTIGAÇÃO DE PATOLOGIA ESTRUTURAL Rodrigo Moysés Costa (1); Ubirajara Alvim Camargos (2) (1) Professor Doutor, Departamento

Leia mais

BLOCO ADMINISTRATIVO MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA EXECUÇÃO DA ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA PROJETO PADRÃO

BLOCO ADMINISTRATIVO MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA EXECUÇÃO DA ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA PROJETO PADRÃO BLOCO ADMINISTRATIVO MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA EXECUÇÃO DA ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA PROJETO PADRÃO 1. OBJETO Execução de Infra-Estrutura e Supra-Estrutura do Bloco Administrativo

Leia mais