UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA. DOPPLERFLUXOMETRIA RENAL EM MACACO-PREGO (Sapajus apella) DE CATIVEIRO.

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DOPPLERFLUXOMETRIA RENAL EM MACACO-PREGO (Sapajus apella) DE CATIVEIRO. LUCIANA CARANDINA DA SILVA Botucatu SP Julho/ 2013

2 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DOPPLERFLUXOMETRIA RENAL EM MACACO-PREGO (Sapajus apella) DE CATIVEIRO. LUCIANA CARANDINA DA SILVA Dissertação apresentada junto ao Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária para obtenção do título de Mestre. Orientadora: Prof a Dr a Vânia Maria de Vasconcelos Machado.

3 ii Nome do Autor: Luciana Carandina da Silva Título: Dopplerfluxometria renal em macaco prego (Sapajus apella) de cativeiro. COMISSÃO EXAMINADORA ProfªDrª Vânia Maria de Vasconcelos Machado Presidente e Orientadora Departamento de Reprodução Animal e Radiologia Veterinária FMVZ UNESP - Botucatu Prof. Dr. Carlos Roberto Teixeira Membro Departamento de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária. FMVZ UNESP - Botucatu Prof.Dr. Milton Kolber Membro Departamento de Radiologia Veterinária UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO São Bernardo do Campo. Data da Defesa: 18 de julho de 2013.

4 iii Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. St. Exupery

5 iv A Deus, pela vida e pela certeza de Sua constante presença ao meu lado. A Nossa Senhora de Fátima, pela proteção a cada passo. Aos meus pais Alexandre e Rení, pelo apoio e incentivo de cada dia, por serem meu porto seguro e exemplo de caráter, amor e família. À minha irmã Juliana, a melhor amiga que alguém pode sonhar em ter.

6 v AGRADECIMENTOS diária. A professora Vânia, pela confiança, pela oportunidade de crescimento e amizade Ao professor Luiz Vulcano pelo apoio. Ao professor Carlos Teixeira por nos possibilitar a realização deste projeto. A Roberta, Sharlenne e Ramiro pela ajuda neste trabalho e pela disponibilidade. Aos amigos, pela paciência e compreensão da distância. A Ivana (Xevs) pela sincera amizade nestes anos de Botucatu, e por ter me acolhido tão bem quando cheguei. Meu presentinho Sem você as coisas seriam bem mais difíceis. A Adriana pelas correções de inglês. A Luciana pelas correções das referências bibliográficas. A CAPES pelo auxílio à pesquisa através da bolsa de mestrado. A todos que, de alguma forma, contribuíram para a realização deste trabalho.

7 vi LISTA DE TABELAS Tabela 1- Atual classificação da família Cebidae... 6 Tabela 2- Valores de referência de bioquímicos para Sapajus apella Tabela 3- Valores de referência de bioquímicos para Sapajus apella, de acordo com diferentes autores Tabela 4- Resultados dos exames laboratoriais dos Sapajus apella Tabela 5- Média e desvio padrão dos exames laboratoriais dos Sapajus apella. 32 Tabela 6- Média e desvio padrão do IR das artérias arqueadas (arq) e renais Tabela 7- Média e desvio padrão do IR das artérias interlobares (IL) Tabela 8- Média e desvio padrão da VPS das artérias arqueadas (ARQ) e renal Tabela 9- Média e desvio padrão da VPS das artérias interlobares (IL)

8 vii LISTA DE FIGURAS Figura 1- Representação esquemática da antiga classificação taxonômica da família Cebidae... 5 Figura 2- Representação esquemática da atual classificação taxonômica da família Cebidae... 6 Figura 3- Diferenças anatômicas entre Cebus e Sapajus, onde A representa Cebus e B representa Sapajus... 7 Figura 4- Diferenças anatômicas entre Cebus e Sapajus, onde A representa Cebus e B representa Sapajus... 8 Figura 5- Ramificação da artéria renal de Sapajus apela em ramo dorsal e ventral, antes de entrar no rim Figura 6- Desenho esquemático da arquitetura vascular renal Figura 7- Mensuração IR da artéria renal, em região hilar renal Figura 8- Doppler colorido das artérias interlobares e arqueadas Figura 9- Gráfico demonstrando a média do comprimento, espessura e largura renais dos Sapajus apella Figura 10- Ultrassonografia renal de Sapajus apella, demonstrando a mensuração do comprimento e espessura renal Figura 11- Gráfico demonstrando a média da espessura da região cortical renal dos Sapajus apella Figura 12- Gráfico demonstrando a média dos volumes renais Figura 13- Ultrassonografia renal de Sapajus apella, demosntrando o cálculo do índice de resistividade, velocidade de pico sistólico e velocidade diastólica final da artéria renal... 35

9 viii Figura 14- Gráfico demonstrando a média com desvio padrão do índice de resistividade das artérias arqueadas (ARQ) em rim esquerdo (RE) e rim direito (RD), em polo médio (M), cranial (CR) e caudal (CD) Figura 15- Gráfico demonstrando a média com desvio padrão do índice de resistividade das artérias renais em rim esquerdo (RE) e rim direito (RD) Figura 16- Gráfico demonstrando a média com desvio padrão do índice de resistividade das artérias interlobares (IL) em rim esquerdo (RE) e rim direito (RD), em polo médio (M), cranial (CR) e caudal (CD) Figura 17- Doppler espectral renal de Sapajus apella. Seta demonstrando local onde se realiza a mensuração da VPS Figura 18- Gráfico demonstrando a média com desvio padrão da VPS das artérias arqueadas (ARQ) de rim esquerdo (RE) e rim direito (RD), em polo médio (M), cranial (CR) e caudal (CD) Figura 19- Gráfico demonstrando a média com desvio padrão da velocidade de pico sistólico (VPS) da artéria renal em rim esquerdo (RE) e rim direito (RD) Figura 20- Gráfico demonstrando a média com desvio padrão da velocidade de pico sistólico (VPS) das artérias interlobares em rim esquerdo (RE) e rim direito (RD), em polo médio (M), cranial (CR) e caudal (CD) Figura 21- Doppler espectral renal de Sapajus apella. Seta demonstrando local onde se realiza a mensuração da VDF... 40

10 ix LISTA DE ABREVIAÇÕES RE- rim esquerdo RD rim direito Cm centímetros VDF velocidade diastólica final VPS velocidade de pico sistólico IR- índice de resistividade IP índice de pulsatlidade MHz megaheartz Mg/dl- miligramas / decilitros PRF frequência de repetição de pulso FMVZ Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. UNESP Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho CEMPAS Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens - marca registrada EDTA - ácido etilenodiamino tetra-acético SISBIO - Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade Comp comprimento Esp espessura Larg largura EC espessura cortical Vol volume AR arqueada IL- interlobar Cr- cranial M- médio Cd caudal m.s - 1 ou m/s - metro por segundo ml mililitros

11 x SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA TAXONOMIA DA FAMÍLIA CEBIDAE MACACO PREGO (Sapajus apella) ANATOMIA RENAL VASCULARIZAÇÃO RENAL PARÂMETROS URINÁRIOS E PLASMÁTICOS PARA AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO RENAL ULTRASSONOGRAFIA RENAL Ultrassonografia Modo-B Para Avaliação Renal Ultrassonografia Doppler OBJETIVOS MATERIAL E MÉTODOS ANIMAIS PREPARO DOS ANIMAIS HEMOGRAMA E ANÁLISE BIOQUÍMICA URINÁLISE ULTRASSONOGRAFIA RENAL ANÁLISE ESTATÍSTICA RESULTADOS ANÁLISES LABORATORIAIS ULTRASSONOGRAFIA MODO B ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER ÍNDICE DE RESISTIVIDADE VELOCIDADE DE PICO SISTÓLICO (VPS)

12 xi VELOCIDADE DIASTÓLICA FINAL (VDF) DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ARTIGO CIENTÍFICO ANEXOS... 64

13 CARANDINA, L.S. Dopplerfluxometria renal em macaco prego (Sapajus apella) de cativeiro. Botucatu, p. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campus de Botucatu, Universidade Estadual Paulista. RESUMO O macaco prego se encontra amplamente distribuído no Brasil. Ainda são poucos os estudos realizados nesta espécie, não obtendo um padrão de normalidade para diversos parâmetros, entre eles a dopplerfluxometria renal. Realizou-se um estudo ultrassonográfico em modo B e Doppler dos rins de 10 macacos- prego, com o objetivo de padronizar os valores ultrassonográficos modo B e valores dopplervelocimétricos renais da espécie. Estes animais foram anestesiados com Ketamina e Miadzolam como medicação pré anestésica e Isoflurano para manutenção. Na análise Doppler, os valores obtidos do índice de resistividade, apresentaram diferenças estatísticas entre rim esquerdo e rim direito nas artérias arqueadas, renal e interlobares. A velocidade de pico sistólico também mostrou diferença estatística entre as artérias interlobares e artérias arqueadas. A velocidade diastólica final não apresentou diferença estatística entre rim esquerdo e direito. A diferença destes valores foi atribuída ao tempo de anestesia e ao estresse que os animais apresentavam logo após a captura. Desta forma, conclui-se que o exame ultrassonográfico Doppler é útil para monitorar alterações renais, porém quando submetidos à anestesia, o protocolo anestésico e o grau de estresse do animal pode influenciar diretamente no cálculo do índice de resistividade. Palavras chave: macaco- prego; Sapajus apella; Doppler.

14 CARANDINA, L.S.. Renal dopplerfluxometry in capuchin monkey captive (Sapajus apella). Botucatu, p. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campus de Botucatu, Universidade Estadual Paulista. ABSTRACT The capuchin monkeys are widely distributed in Brazil. There are only few studies on this species, that do not allow a normal range on various parameters, including renal Doppler. This study evaluated ten capuchin monkeys on ultrasound B-mode and Doppler, in order to standardize ultrasound B-mode and Doppler renal values of this specie. The animals were anesthetized with Ketamine and Miadzolam as premedication and Isoflurane for maintenance. On Doppler analysis, resistivity index values presented statistical differences between the left and right kidney on renal, inrterlobar and arcuate arteries. VPS also showed statistical difference between the interlobar arteries and arcuate arteries. VDF showed no statistical difference between left and right kidney. The difference between these values was attributed to anesthesia time and capture related stress. Thus, it is concluded that Doppler ultrasonography is useful in monitoring renal diseases. However, when undergoing anesthesia, the anesthetic protocol and the level of stress can directly influence the calculation of the resistivity index. Key words: capuchin monkeys; Sapajus apella; Doppler.

15 INTRODUÇÃO

16 2 1 INTRODUÇÃO O Brasil, dentre os países, apresenta significativa biodiversidade de fauna e flora. Atualmente existem diversas espécies sendo descobertas, enquanto outras já são consideradas ameaçadas de extinção. Portanto, o médico veterinário possui grande responsabilidade sobre o manejo e a preservação dos animais silvestres. Sabe-se que os macacos- pregos estão amplamente difundidos por toda a Amazônia e no Cerrado, porém são raras as referências encontradas sobre padrões de normalidade da espécie. Desta forma, aprimorar os conhecimentos dos primatas em cativeiro pode ajudar a compreender os aspectos de comportamento e bem estar destes animais. Com a evolução da Medicina Veterinária, observa-se um aumento significativo na expectativa de vida dos animais, e consequentemente o diagnóstico de doenças senis têm se apresentado cada vez mais frequênte. As doenças renais já são bem descritas, e quando diagnosticadas precocemente, possuem tratamento efetivo, fornecendo ao paciente melhor sobrevida, e com qualidade de vida. Para concluir um diagnóstico de doença renal, faz-se o uso de diversos exames, entre eles hemograma, bioquímicos como uréia e creatinina, urinálise e recentemente, a ultrassonografia Doppler. A ultrassonografia Doppler têm se mostrado útil para o fornecimento de informações anatômicas e hemodinâmicas de diversos órgãos, entre eles o rim. Este exame pode indicar alterações renais, mesmo quando os exames bioquímicos ainda não apresentam alterações, fornecendo ao clínico um diagnóstico precoce. A obtenção de um padrão de normalidade dos aspectos normais da ultrassonografia Doppler é fundamental para sua correta interpretação.

17 3 Não há na literatura nenhuma descrição sobre o mapeamento Doppler para o estudo da vasculatura renal em macacos- prego, desta forma, este estudo visa padronizar os valores normais do índice de resistividade (IR), velocidade de pico sistôlico (VPS) e velocidade diastólica final (VDF) das artérias renais (AR), interlobares (IL) e arqueadas (ARQ) desta espécie, visando uma melhor manutenção destes animais, contribuindo para sua preservação.

18 REVISÃO DE LITERATURA

19 5 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 TAXONOMIA DA FAMÍLIA CEBIDAE. Os macacos-prego e caiararas existem na América Central, na Amazônia inteira, no cerrado, na caatinga e em toda a mata atlântica, chegando até a Argentina. Nessa extensão variam muito em forma, cor, tamanho, preferências alimentares e comportamento (GUIMARÃES, 2012). Até as últimas décadas, todas as espécies de macacos-prego eram consideradas do mesmo gênero, Cebus spp.(silva, 2001; GUIMARÃES, 2012; ALFARO et al., 2012;) (figura 1). Silva (2001) foi o primeiro pesquisador a apontar diferenças anatômicas entre as espécies desse gênero, onde macacos-pregos (que colonizam a Mata Atlântica) eram distintos dos caiararas (que colonizam a Mata Amazônica), tanto em aparência quanto em comportamento; os macacosprego são mais robustos e, em sua maioria, apresentam um topete na cabeça. Figura 1. Representação esquemática da antiga classificação taxonômica da família Cebidae (SILVA, 2001). Atualmente, após um estudo de análises genéticas, houve uma reformulação do gênero Cebus, onde algumas espécies foram reclassificadas como Sapajus (SILVA, 2001; ALFARO et al., 2012; GUIMARÃES, 2012) (figura 2). O gênero

20 6 Cebus compreende quatro espécies e o gênero Sapajus compreende oito espécies (tabela 1) (SILVA, 2001; ALFARO et al., 2012; GUIMARÃES, 2012). Figura 2. Representação esquemática da atual classificação taxonômica da família Cebidae (SILVA, 2001; ALFARO et al, 2012). Tabela 1. Atual classificação da família Cebidae Cebus Sapajus Cebus albifrons Cebus capucinus Cebus olivaceus Cebus kaapori Sapajus macrocephalus Sapajus apella Sapajus libidinosus Sapajus flavius Sapajus xanthosternos Sapajus robustus Sapajus nigritus Sapajus cay Fonte: Adaptação de Alfaro et al (2012)

21 7 Diferenças anatômicas cranianas também possibilitaram a divisão dos gêneros Sapajus e Cebus: a sutura zigomaticomaxilar em Cebus é encontrada no centro da margem inferior da órbita, já em Sapajus, é lateral à margem inferior da órbita; a abertura nasal dos Cebus é mais larga quando comparada com a abertura nasal dos Sapajus; as aberturas para o meato auditivo nos Sapajus são grandes e posicionadas mais para baixo quando comparadas com as aberturas para o meato auditivo dos Cebus, as quais estão posicionadas lateralmente; os caninos dos Cebus são longos e delgados, enquanto os caninos dos Sapajus são curtos e robustos; a base da mandíbula dos Cebus é reta, enquanto a base da mandíbula dos Sapajus é curva; os Cebus não apresentam crista sagital, diferentemente dos Sapajus (figura 3 e 4) (ALFARO et al., 2012). Figura 3. Diferenças anatômicas entre Cebus e Sapajus, onde A representa Cebus e B representa Sapajus ( adaptação de ALFARO et al., 2012)

22 8 Figura 4. Diferenças anatômicas entre Cebus e Sapajus, onde A representa Cebus e B representa Sapajus (adaptação de ALFARO et al., 2012). 2.2 MACACO PREGO (Sapajus apella) Os macacos-prego são animais que apresentam porte médio (GUERIM, 2001). De acordo com Fragaszy et al. (2004), eles pesam entre 2,5 a 5,0 quilogramas, apresentam corpos robustos, exibem dimorfismo sexual, possuem pêlos de cor e formas variadas em suas cabeças, e apresentam caudas longas e preênsis, o que lhes proporciona grande agilidade nos movimentos e deslocamentos. Silva, 2001 refere que são animais onívoros. A alimentação destes é composta por sementes, folhas, frutos e pequenos insetos, de acordo com Auricchio (1995). É uma espécie muito comum em cativeiros, parques, zoológicos e centros de triagem no Brasil (LEVACOV; JERUSALMSKY, 2006). Em cativeiro, podem viver até 40 anos, sendo que suas capacidades reprodutivas iniciam-se aos quatro anos de idade quando passam a serem considerados adultos (FRAGASZY et al., 2004). Ferrari (2003) refere que estudar os primatas em cativeiro pode ajudar a entender aspectos de comportamento, e fornecer subsídios para manutenção, bem estar e manejo destes animais. A necessidade de preservação das espécies silvestres traz consigo a exigência de um maior conhecimento anatômico e clínico

23 9 para estes animais (FERRARI, 2003). A criação em cativeiro já é uma realidade, contudo, não é muito discutida a utilização de técnicas minimamente invasivas para avaliação de órgãos e estruturas abdominais nestes animais (FERRARI, 2003). De acordo com Alves (2007), ao se realizar uma ultrassonografia abdominal dos macacos-prego, é possível a caracterização da aparência ultrassonográfica dos órgãos e estruturas abdominais, fornecendo ferramentas mais precisas para o tratamento clínico e cirúrgico, sendo assim, contribuindo diretamente para a conservação e manutenção desta espécie, visando o bem estar animal. As patologias renais são importantes causas de morbidade e mortalidade em mamíferos, portanto a determinação da etiologia e da gravidade do processo é fundamental para a aplicação do manejo adequado (RIVERS et al, 1996). 2.3 ANATOMIA RENAL Os rins têm a manutenção do meio interno como sua principal atividade (REECE, 2006; DYCE et al, 2010). Essa função é realizada por meio da filtração do plasma, inicialmente extraindo enorme volume de fluido antes de submeter esse ultrafiltrado a um processamento adicional, no qual as substâncias úteis são seletivamente reabsorvidas, os catabólitos são concentrados para a eliminação e o volume é ajustado pela conservação suficiente de água para manter a composição do plasma dentro de valores apropriados. Como função endócrina, os rins produzem e liberam dois hormônios: renina, a qual tem o papel importante na regulação da pressão sanguínea sistêmica, e eritropoetina, a qual influencia na eritropoiese (DYCE et al, 2010). O rim dos primatas (incluindo os humanos) segue o mesmo padrão do rim dos demais mamíferos, sendo um órgão par, localizado posteriormente ao peritônio parietal, o que identifica-o como um órgão retroperitoneal, topograficamente situados à direita e a esquerda da coluna vertebral (DANGELO; FATTINI, 2005). Nos animais, são suspensos na parede abdominal dorsal por uma prega peritoneal e vasos que os irrigam (REECE, 2008). Uma importante diferença do rim dos primatas para o rim humano consistese em o rim direito dos primatas ser posicionado mais cranialmente que o rim

24 10 esquerdo, mantendo contato com o processo caudado do fígado e o lobo lateral direito, o que determina uma impressão renal nestes lobos hepáticos (REECE, 2008). As demais características seguem o padrão renal humano, sendo circundados por tecido adiposo, apresentando forma semelhante ao formato de um feijão, duas faces (anterior e posterior) e duas bordas (medial e lateral). Suas extremidades são comumente denominadas de polos (DANGELO; FATTINI, 2005). O rim direito relaciona-se medialmente com a glândula adrenal direita e a veia cava caudal, lateralmente com a última costela e a parede abdominal, e cranialmente com o fígado e o pâncreas. Por sua vez, o rim esquerdo relacionase cranialmente com o baço, medialmente com a glândula adrenal esquerda e a aorta, lateralmente com a parede abdominal e ventralmente com o cólon descendente (DYCE et al, 2010). O ureter, artéria renal, veia renal, vasos linfáticos e nervos estão localizados no hilo renal, o qual localiza-se no centro da borda medial renal, e constituem, em conjunto, o pedículo renal (ELLENPORT; GETTY, 1975; DANGELI; FATTINI, 2005). Cada rim tem uma face anterior e posterior lisa, coberta por uma cápsula fibrosa. São constituídos por um córtex renal exterior e uma medula renal interna. O córtex renal é uma faixa contínua de tecido pálido que rodeia completamente a medula renal. Extensões do córtex renal (colunas renais) projetam para a face interna do rim, dividindo a medula renal em agregações descontínuas de tecido em forma triangular, as pirâmides renais (DRAKE; VOGL; MITCHELL, 2012). As bases das pirâmides renais são direcionadas para fora, em direção ao córtex renal, enquanto o ápice de cada pirâmide renal projeta para o interior, em direção ao seio renal (DRAKE; VOGL; MITCHELL, 2012). As unidades funcionais dos rins são conhecidas como néfrons, constituídos de glomérulos (agrupamento de capilares), que junto com a cobertura epitelial formam os corpúsculos renais, túbulo contornado proximal, alça de Henle (com ramo descendente e ascendente), túbulo contornado distal, túbulo coletor e ducto papilar (DYCE et al, 2004; ELLENPORT; GETTY, 1975).

25 VASCULARIZAÇÃO RENAL O suprimento vascular dos rins se faz através dos ramos da aorta abdominal, as artérias renais esquerda e direita. As artérias renais originam-se da parede lateral da aorta (DYCE et al, 2010). Usualmente, a artéria renal se ramifica antes de entrar no rim, em ramo dorsal e ventral (figura 5) (NYLAND et al, 2005; SPAULDING, 1997). Figura 5. Ramificação da artéria renal de Sapajus apela em ramo dorsal e ventral, antes de entrar no rim. CEMPAS FMVZ UNESP Botucatu. Já no rim, a artéria renal divide-se em diversas artérias interlobares, as quais atravessam a região medular e seguem em direção à região cortical. Na região da junção córtico medular, estes vasos curvam-se, dando origem às artérias arqueadas (DYCE et al, 2010). As artérias arqueadas dividem-se em múltiplos ramos, as artérias interlobulares (figura 6), em direção à periferia do córtex renal (SPAULDING, 1997). Cada artéria interlobular dá origem a diversos ramos que

26 12 irrigam glomérulos individuais, dando origem às arteríolas aferentes (DYCE et al, 2004; SPAULDING, 1997). As veias seguem paralelamente ventrais às suas artérias correspondentes, recebendo desta forma a mesma denominação, porém o sangue é drenado sempre no sentido oposto das artérias (DYCE et al, 2010). Figura 6. Desenho esquemático da arquitetura vascular renal (DYCE et al, 2010). 2.5 PARÂMETROS URINÁRIOS E PLASMÁTICOS PARA AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO RENAL Bioquímica Plasmática As alterações patofisiológicas na doença renal crônica resultam da incapacidade dos rins em realizar as funções excretora, reguladora e sintética normais. A perda da função excretora causa retenção das substâncias nitrogenadas como a uréia e creatinina, as quais são eliminadas por meio da filtração glomerular. A incapacidade de realizar funções reguladoras leva a alterações nos equilíbrios eletrolítico, ácido-base e hídrico (OSBOURNE; LOW; FINCO, 1972).

27 13 Os exames bioquímicos têm sido extensivamente utilizados na medicina veterinária na avaliação clínica de animais e, uma vez interpretados adequadamente, representam uma importante ferramenta para o estabelecimento do diagnóstico, prognóstico e na instituição de terapêuticas de enfermidades que acometem os animais domésticos (FERREIRA, 2009). Os exames laboratoriais na medicina de animais silvestres são considerados como importantes ferramentas para diagnosticar, prevenir doenças e até mesmo como biomarcadores de agressões ambientais. O conhecimento dos valores hematológicos e bioquímicos é importante para determinar os limites entre a saúde e a doença, e para a compreensão das alterações ocasionadas por agentes patogênicos (MOORE, 2000). Na clínica de animais silvestres ainda há uma escassez muito grande em recursos laboratoriais devido à falta de informações na literatura sobre valores de referência (FERREIRA, 2009). De acordo com o estudo realizado por Ferreira (2009), os valores hematológicos podem sofrer influência regional, considerando o clima, temperatura e umidade; desta forma, foi padronizado para macacos- prego os seguintes valores (tabela 2): Tabela 2. Valores de referência de bioquímicos para Sapajus apella. BIOQUÍMICO Macacos jovens Macacos adultos URÉIA (mg/dl) 61, , 27 67,95 + 2,74 CREATININA (mg/dl) 0,66 + 0,34 1,67 + 0,24 Fonte: Ferreira (2009). Ferreira (2009) descreve em seu trabalho a contradição dos autores em relação à padronização da uréia e creatinina em macacos- prego, ainda não chegando em um consenso sobre o real valor padrão para a espécie (tabela 3).

28 14 Tabela 3. Valores de referência de bioquímicos para Sapajus apella, de acordo com diferentes autores. Autores Rosner et al (1986) apud Ferreira (2009) Larsson et al (1997) apud Ferreira (2009) Riviello; Wirz (2001) apud Ferreira (2009) Wirz et al (2008) apud Ferreira (2009) URÉIA (mg/dl) 25,7 + 2,5 41,3 + 14,4 14,9+ 5,0 24,4 + 7,8 CREATININA (mg/dl) Não referencia 1,2 + 0,2 0,6 + 0,1 0,8 + 0,1 Fonte: adaptação de Ferreira (2009) Urinálise Outro exame importante a ser avaliado para comprovação da higidez renal é a bioquímica urinária, a qual, ao contrário da bioquímica plasmática, raramente realiza a mensuração quantitativa acurada. A informação a respeito dos constituintes normais da urina que é importante é a taxa de excreção pelos rins, não a concentração na urina, a qual é totalmente dependente da quantidade de água excretada no momento da coleta. Pelo fato de muitos constituintes da urina demonstrar ritmo diurno pronunciado de taxas de excreção, a mensuração adequada seria a quantidade de urina excretada em 24 horas, o que é impraticável na rotina veterinária. Desta forma, a análise clínica da urina é geralmente qualitativa, apontando-se o aparecimento de substâncias que não estão normalmente presentes na urina (KEER, 2003). A urinálise avaliará a presença de nitrito, sangue, proteína, glicose, cetonas, bilirrubina e urobilinogênio na urina, além de nos fornecer densidade específica e o ph urinário (KEER, 2003). Para avaliação nos casos de suspeita de insuficiência renal, dois parâmetros são fundamentais, a densidade específica da urina e a avaliação de proteína urinária. A densidade específica da urina mede o grau de solutos existentes na

29 15 amostra e, indiretamente, a capacidade renal de concentração da urina. Para cães e gatos, o valor de referência é 1013 a 1029 e 1013 a 1034 respectivamente. Uma baixa densidade urinária pode ser indicativo de insuficiência renal crônica, porém deve-se realtar que os valores da densidade específica da urina podem sofrer alterações fisiológicas, em geral transitórias, ou patológicas, mais permanentes (GARCIA-NAVARRO, 1996). A presença de proteína na urina (proteinúria) sempre é clinicamente significante, podendo indicar uma infecção no trato urinário, ou uma nefropatia com perda de proteína. Deve-se suspeitar de nefropatia quando não há presença concomitante de proteinúria e hematúria (KEER, 2003). Não há referências na literatura quanto aos valores de referência da urinálise para Sapajus apella. 2.6 ULTRASSONOGRAFIA RENAL Ultrassonografia Modo-B Para Avaliação Renal A ultrassonografia renal tornou-se rotina na medicina veterinária por ser um método não invasivo, não ionizante e indolor, que permite e obtenção de informações quanto à posição topográfica renal, dimensões renais, forma e arquitetura interna, além de detectar alterações nos ureteres, principalmente na presença de dilatações, já que os estes, quando normais, não são visibilizados (CARVALHO, 2004). Walter et al (1987) refere-se a ultrassonografia modo B como uma valiosa ferramenta diagnóstica para avaliar doenças renais na rotina clínica, porém ressalta que sua utilização é limitada, visto que há doenças parenquimatosas que resultam em um exame ultrassonográfico normal (WALTER et al, 1987). Carvalho (2004) também cita que, como todo método diagnóstico, a ultrassonografia modo B possui limitações (CARVALHO, 2004). Os transdutores de 3,5 a 7,5 MHz são normalmente utilizados para a ultrassonografia renal em pequenos animais (BAAR et al, 1990; CARVALHO,

30 ). Nyland et al (2005) referem que para cães, um transdutor de 5 MHz é adequado, enquanto para gatos, é necessário um transdutor de 7,5 MHz. Os rins devem ser avaliados nos planos sagital e transversal, mas para a avaliação completa dos rins, cortes suplementares como o coronal são necessários (WIDMER et al, 2004; CARVALHO, 2004). Sempre deve-se examinar os rins nos sentidos cranial a caudal e lateral a medial, com o intuito de avaliar todas as regiões, incluindo córtex, medula e sistema coletor (Nyland et al, 2005). Normalmente o rim esquerdo é mais facilmente identificado devido à sua localização mais caudal, e pela janela acústica proporcionada pelo baço (WALTER et al, 1987; CARVALHO, 2004). A posição cranial do rim direito, abaixo do gradil costal, dificulta sua visibilização (CARVALHO, 2004). O exame ultrassonográfico renal em cães e gatos permite a visibilização da arquitetura do parênquima deste órgão, sendo possível a identificação das regiões cortical, medular, e pelve renal, por possuírem ecogenicidades diferentes (KONDE, 1989). A cápsula renal também é identificada ultrassonograficamente, por produzir um eco brilhante quando a onda sonora incide perpendicularmente (KONDE, 1989; CARVALHO, 2004). A região cortical é mais ecogênica que a região medular pois é formada pelos glomérulos, possuindo uma quantidade maior de células que a região medular, a qual é composta pela maioria dos túbulos do sistema coletor, possuindo uma maior quantidade de fluido, o que a torna hipoecogênica; a porção mais central do rim é hiperecogênica, chamada de complexo ecogênico central, correspondendo à pelve e gordura peripélvica (CARVALHO, 2004). É possível a delimitação entra as regiões cortical e medular, o que é nomeado de junção córtico medular, onde localizam-se artérias e veias (Nyland et al, 2005) As mensurações renais podem ser obtidas facilmente pela ultrassonografia, com alto grau de precisão, refletindo as verdadeiras dimensões dos rins. O volume renal também pode ser mensurado utilizando as medidas ultrassonográficas (BARR, 1990).

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