Destaques 2014 % VPS 2013 % VPS 4T14 % VPS 4T13 % VPS Atividade Externa Atividade Europa

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1 17 abril 215

2 Destaques > Volume de negócios atingiu 2,4 mil milhões, dos quais 45% na região de África > EBITDA aumentou 13% para 49 milhões, traduzindo-se numa margem de 17% > Resultado líquido de 51 milhões em linha com 213 > Carteira de encomendas atingiu 4,4 mil milhões, dos quais 45% e 32% na América Latina e em África, respetivamente > Dívida líquida de milhões correspondendo a um rácio dívida líquida/ebitda de 2,8x > Admissão à cotação da subsidiária Mota-Engil Africa em novembro de Vendas e prestação de serviços Grupo EBITDA Grupo Atividade Externa Atividade Europa milhares euros 214 % VPS 213 % VPS 4T14 % VPS 4T13 % VPS (não auditado) (auditado) (não auditado) (não auditado) Vendas e Prestações de Serviços ,4% (11,1%) Europa ,2% ,9% África ,2% (26,9%) América Latina ,1% ,2% Outros & Intragrupo ( ) (32.463) (86.966) EBITDA ,3% 12,8% ,7% ,6% (1,1%) ,9% EBIT ,5% 12,3% ,5% ,4% 16,7% ,2% Resultados financeiros ( ) (5,5%) (23,5%) (16.243) (4,6%) (46.393) (8,%) (63,%) (28.468) (4,4%) anhos/perdas em empresas associadas (18.693) (,8%) - (1.451) (,1%) (7.184) (1,2%) - (21) (,%) Resultados antes de impostos ,2% (9,2%) ,8% ,1% (36,5%) ,8% Resultado líquido consolidado ,5% (6,1%) ,8% ,8% (47,9%) ,% Atribuível: a interesses que não controlam ,4% (14,3%) ,6% ,6% 35,4% ,1% ao rupo ,1%,1% ,2% 87,1% (93,6%) ,9% EBITDA = Resultado operacional + amortizações + provisões e perdas de imparidade; Endividamento líquido = Endividamento caixa e seus equivalentes. A informação financeira e operacional relativa ao segmento África divulgada pela Mota-Engil nesta apresentação difere da informação divulgada pela Mota-Engil Africa NV, sociedade cotada na Bolsa de Valores de Amsterdão. Dados não auditados. 2

3 1. Análise da performance económico-financeira Vendas e Prestação de Serviços Grupo Europa E&C 18% Vendas e Prestação de Serviços 214 por Regiões Europa A&S 14% MilhõeP de europ América Latina 23% África 45% No ano de 214 as vendas e prestação de serviços registaram um aumento de 2,4% face ao ano de 213, tendo atingido milhões. Este aumento deveu-se essencialmente à aceleração das atividades nas regiões de África e da América Latina. De facto, em 214 as vendas e prestação de serviços aumentaram em África 5,2% para 1.62 milhões e na América Latina 26,1% para 537 milhões, enquanto na Europa aumentaram apenas 2,2% para 931 milhões. Vendas e prestação de serviços mercado interno Vendas e prestação de serviços mercado externo Milhões de Euros De destacar que as regiões de África e da América Latina contribuíram para 68% do total das vendas e prestação de serviços em 214, acima dos 62% registados em 213, uma tendência em linha com a estratégia delineada pelo Grupo no sentido da diversificação e do balanceamento geográficos da atividade, tendo também em consideração o objetivo de alocação de capital a mercados com oportunidades de crescimento com maior potencial de criação de valor. Assim, em 214 o volume da atividade externa, ou seja, fora de Portugal, foi de milhões, representando um peso de 74,8% do total das vendas e prestação de serviços, face a 73,5% em

4 EBITDA Grupo EBITDA 214 por Regiões Europa - A&S 14% Europa - E&C 1% América Latina 9% África 67% Em 214 o EBITDA registou um aumento de 12,8% face ao ano de 213 para 49 milhões, na sequência do melhor desempenho de todas as regiões, tendo a região de África sido a maior contribuidora para aquele indicador com 67% do total. A margem EBITDA em 214 foi de 17,3%, face a 15,7% em 213, positivamente influenciada pela melhor performance operacional das regiões Africa e Europa. Na Europa, o EBITDA aumentou 13,2% para 97 milhões, tendo a margem EBITDA atingindo 1,4%, acima da margem de 9,4% registada no ano de 213, na sequência da melhor performance do negócio de Engenharia e Construção (E&C). Em África, o EBITDA aumentou 12,5%, de 244 milhões em 213 para 275 milhões em 214, e a margem EBITDA aumentou ligeiramente, de 24,2% para 25,9% entre os períodos. Na América Latina o EBITDA aumentou 2,9% para 37 milhões em 214. Já a margem EBITDA desceu de 8,3% em 213 para 6,8% em 214, devido a um efeito não recorrente. O EBIT em 214 foi de 273 milhões, dos quais 64,6% na região de África, apresentando um crescimento de 12,3% face a 213 devido ao melhor desempenho das regiões da Europa e da América Latina. De destacar que o EBIT foi negativamente afetado por um aumento nas amortizações e depreciações em 27 milhões, devido essencialmente à região de África no seguimento da amortização de ativos relacionados com o projeto do Corredor de Nacala no Malawi. Ainda assim, a margem EBIT do Grupo registou uma subida para 11,5% em 214 face a 1,5% em

5 Investimento 214 Evolução Investimento América Latina 25% Europa- E&C 6% Europa - A&S 1% África 59% Europa - E&C Europa - A&S África e América Latina Em 214 o investimento foi de 22 milhões, um aumento de 54 milhões face a 213, na sequência da intensificação da atividade nas regiões de África e da América Latina, as quais contribuíram com 82,9% do investimento total no período. Pela sua natureza, salienta-se que o investimento de expansão representou 51,4% do total, tendo sido maioritariamente alocado a projetos nas mesmas duas regiões. Já o investimento de manutenção atingiu 17 milhões, dos quais 66,1% em África e relativos principalmente à reposição de equipamento devido ao contexto de intensa atividade na região. O investimento na Europa foi de 34 milhões, dos quais 13 milhões alocados ao negócio de E&C e concentrados em atividades de manutenção. A região de África foi responsável por 59% do investimento total, ou seja, 128 milhões, e maioritariamente orientados para Angola, Malawi e Zâmbia. De destacar que 55,4% do investimento em África foi relativo a operações de manutenção, na sequência da intensa atividade que tem caracterizado aquela região e que obrigou à substituição de equipamentos, nomeadamente em Angola e no Malawi. O investimento alocado às atividades de expansão em África atingiu os 57 milhões e foi destinado principalmente às operações em Angola, Malawi e Zâmbia. Já na América Latina o investimento foi de 55 milhões, um aumento de 35 milhões face ao ano de 213, tendo 82,9% do total sido alocado a atividades de expansão, na sequência da aceleração e intensidade da atividade naquela região. 1.2 Evolução Dívida Líquida Total Evolução Maturidade Dívida Líquida Total Dez-13 Dez T 2T 3T 4T % % % 41 33% 5% 52% a 1 ano a 2 anos entre 3 e 5 anos 25 3% 1 2% a mais de 5 anos 5

6 A dívida líquida a 31 de dezembro de 214 era de milhões, mais 187 milhões do que no período homólogo de 213. A dívida líquida incluindo leasing e factoring era de 1.41 milhões, dos quais 173 milhões correspondentes a leasing. De facto, apesar da melhor performance operacional, a dívida líquida em 214 foi negativamente influenciada, essencialmente pelo investimento em fundo de maneio e em ativo fixo. De destacar que o investimento em fundo de maneio no segundo trimestre do ano foi influenciado por um efeito extraordinário relativo à atividade de E&C na Europa e no segundo e terceiro trimestres do ano pelo início de vários projetos, nomeadamente na Polónia, Moçambique e México. Já no quarto trimestre do ano, e não obstante o início de vários projetos neste período, nomeadamente no México, Brasil, Angola e Polónia, assistiu-se a um desinvestimento em fundo de maneio no montante de 161 milhões, fruto da sazonalidade que caracteriza o setor e de uma eficiente gestão dos principais saldos, designadamente os de Clientes e Outros Devedores que contribuiu para a redução da dívida líquida em 88 milhões face a setembro de 214. De destacar que, do total da dívida líquida, 337 milhões não estão alocados à atividade operacional do Grupo, ou seja, são relativos a investimentos realizados em empresas que consolidaram pelo método de equivalência patrimonial (que, como tal, não contribuem para o EBITDA) e a ativos não estratégicos. A dívida bruta no final de dezembro de 214 era de milhões, estando 81% contratada a taxa variável. O custo médio da dívida baixou de 6,6% a 31 de dezembro de 213 para 6,2% no final de 214 mas, ainda assim, influenciada pela dívida contratada fora da Europa, nomeadamente em África e na América Latina. Salienta-se que a estratégia financeira do Grupo tem como objetivo alinhar a alocação da dívida às três regiões de acordo com as respetivas necessidades, permitindo assim uma cobertura natural em termos de moeda funcional e de geração de cash-flow. Ainda assim, a 31 de dezembro de 214, 74,5% do total da dívida bruta estava denominada em euros. Evolução Dívida Líquida Total / EBITDA 211 Evolução Dívida Líquida Total / EBITDA 5, , 4, 4, 3, 3, 2, 1T 2T 3T 4T 2, mar-11 jun-11 set-11 dez-11 mar-12 jun-12 set-12 dez-12 mar-13 jun-13 set-13 dez-13 mar-14 jun-14 set-14 dez-14 A 31 de dezembro de 214 a vida média da dívida era de 2,6 anos, acima dos 2,3 anos no mesmo período de 213, refletindo a estratégia financeira do Grupo no sentido do aumento da maturidade média da dívida, de modo a alinhá-la melhor com a geração de cash-flow. Assim, do total da dívida líquida, 86% tinha maturidade a mais de um ano. De facto, durante o ano de 214 foi dada continuidade a esta estratégia, nomeadamente através de emissões obrigacionistas e de papel comercial, com impacto também no custo da dívida, destacando-se uma emissão obrigacionista no montante de 11 milhões com prazo a cinco anos, a qual foi colocada junto de investidores internacionais. É intenção do Grupo 6

7 continuar em 215 a estender a maturidade da dívida, beneficiando também do contexto das baixas taxas de juro que caracterizam a Europa com potencial impacto positivo no re-pricing de dívida e no custo de novas emissões. O rácio dívida líquida/ebitda no final de dezembro de 214 era de 2,8x, ligeiramente superior a 2,7x em 213. No final de dezembro de 214, o Grupo tinha linhas de crédito contratadas e disponíveis de 357 milhões. Resultado Financeiro Grupo Resultado Líquido Grupo ,7 5,6 5, Os resultados financeiros em 214 foram negativos em 131 milhões, o que representou um agravamento de 25 milhões face ao ano de 213, essencialmente na sequência de mais-valias realizadas em 213, relativamente à venda de participações financeiras, e do efeito de alteração do método de contabilização de diferenças cambiais (anteriormente registadas na sua totalidade em resultados financeiros e agora parte registadas em resultados operacionais). De salientar que, não obstante o aumento da dívida entre períodos, os juros suportados aumentaram apenas 3 milhões, na sequência da diminuição da taxa de juro média da dívida em Composição Resultado Líquido 214 Grupo 27 Composição Resultado Líquido 213 Grupo financeiros financeiros EBIT MEP IRC IM RL EBIT MEP IRC IM RL A contribuição das empresas associadas foi negativa em 19 milhões, na sequência da contribuição negativa de 42 milhões relativos à participação do Grupo no Grupo Martifer, fruto maioritariamente de write downs de ativos. Já a Ascendi contribuiu com 19 milhões para os resultados do Grupo, um valor semelhante ao verificado em 213, uma vez que o impacto dos novos pressupostos resultantes da renegociação de algumas concessões em Portugal contabilizado no ano foi compensado pela redução de custos operacionais, e melhoria da performance das restantes concessionárias. 7

8 6. Evolução da Carteira de Encomendas Carteira de Encomendas 31 dezembro Europa E&C 17% 3. América Latina 45% Europa A&S 6% África 32% A carteira de encomendas a 31 de dezembro de 214 era de milhões, o que corresponde a um rácio carteira de encomendas/vendas e prestação de serviços de 1,9 anos, e com África e a América Latina a contribuíram para 77,2% do montante total. De salientar que o aumento de 543 milhões na carteira de encomendas se deveu sobretudo à evolução positiva na América Latina de 641 milhões, onde o México e o Brasil contribuíram para 85,1% da carteira total desta região. Já em África, a carteira de encomendas foi de milhões, com um perfil diversificado englobando projetos em países como Angola, Moçambique, Malawi, Zimbabwe e Zâmbia. Na Europa, a carteira de encomendas aumentou 1 milhões face a 213, atingindo 1.5 milhões, dos quais 73,7% no negócio de E&C, na sequência principalmente da retoma da atividade no mercado polaco. O negócio de A&S (Ambiente & Serviços) contribuiu com 264 milhões para a carteira de encomendas, sendo de destacar que este montante não inclui as receitas previsíveis decorrentes dos contratos da exploração de terminais portuários. Convém também salientar que o Grupo apenas contabiliza na carteira de encomendas projetos cujo contrato esteja assinado e o respetivo financiamento esteja concluído e garantido. 8

9 2. Análise por áreas de negócio Europa Vendas e Prestação de Serviços EBITDA E&C A&S E&C A&S A região da Europa inclui os segmentos de E&C e de A&S que o Grupo tem em Portugal e na Europa Central, ou que são geridos pela estrutura de gestão desta região. No negócio de A&S são desenvolvidas atividades nos setores da Logística, dos Resíduos, da Água (contabilizada pelo método de equivalência patrimonial) e de Energia & Manutenção (E&M). As vendas e prestação de serviços registaram uma subida de 2,2% para 931 milhões, que inclui também um comportamento idêntico no segmento de E&C com uma subida de 1,8% para 599 milhões. Já o segmento de A&S apresentou um crescimento de 2,9% para 338 milhões, dos quais 61,4% correspondentes ao negócio de Logística, o qual registou um crescimento de 3,6% para 27 milhões. O negócio de Resíduos manteve-se relativamente estável face a 213, apresentando um volume de negócios de 82 milhões. Já o negócio de E&M apresentou um crescimento de 19,8% para 48 milhões. Vendas e Prestação de Serviços EBITDA E&C A&S Resí duos A&S Logística A&S Energia & Man. 1 E&C A&S Resí duos A&S Logística A&S Energia & Man. O EBITDA na Europa subiu 13,2% face ao ano de 213 para 97 milhões, devido ao melhor desempenho do segmento de E&C, o qual apresentou um EBITDA de 38 milhões. A margem EBITDA na Europa foi de 1,4% em 214, acima de 9,4% 9

10 no período homólogo, na sequência da melhor performance operacional do segmento de E&C, o qual registou uma margem de 6,% face a 4,4% em 213. Esta evolução reflete a capacidade do Grupo em ajustar a sua estrutura de custos, beneficiar da posição de liderança em Portugal e da excelência na execução e avaliação de risco dos projetos, não obstante o contexto negativo que tem vindo a caracterizar o setor, tanto no segmento de obras públicas, como nas privadas. Em 214, o segmento de A&S apresentou um EBITDA de 59 milhões, correspondendo a uma margem de 17,3%, face a 18,2% em 213. O EBITDA do negócio de Resíduos aumentou 15,6% para 21 milhões tendo a margem aumentado de 23,% em 213 para 25,8% em 214. O negócio de Logística continuou a apresentar o maior peso no EBITDA do segmento de A&S, representando 57,2% do total. De destacar que a margem EBITDA deste negócio desceu para 16,1% em 214 face a 18,7% em 213, devido às instabilidades que caracterizaram o setor no princípio do ano, nomeadamente no porto de Lisboa. De salientar que este impacto, como esperado, foi sendo atenuado ao longo do ano, tendo a margem EBITDA atingido os 19,3% no quarto trimestre de 214. No negócio de E&M o EBITDA foi de 4 milhões representando uma margem de 8,3%. África Vendas e Prestação de Serviços EBITDA MilhõeP de europ Atualmente a Mota-Engil está presente em dez países, tendo durante o ano de 214 continuado a reforçar a sua presença na região de África subsariana e iniciado atividade em novos países, nomeadamente no Zimbabwe, Zâmbia e Uganda, em linha com a estratégia de diversificação geográfica. As vendas e prestação de serviços em África apresentaram um crescimento de 5% face ao ano de 213 para 1.62 milhões, na sequência principalmente do aumento da atividade na região da SADC (Southern African Development Community), nomeadamente em Moçambique e no Malawi, países que representaram 5,4% do total do volume de negócios em África e que mais do que compensaram a desaceleração verificada na atividade em Angola. De destacar que o volume de negócios no quarto trimestre de 214 apresentou uma descida de 27% face ao quarto trimestre de 213 para 221 milhões, na sequência principalmente da conclusão do projeto do Corredor de Nacala no Malawi. O EBITDA em 214 aumentou 12,5% para 275 milhões tendo a margem atingido 25,9%, na sequência dos melhores desempenhos de Angola e da região da SADC. De destacar o contributo positivo para a margem EBITDA do projeto do Corredor de Nacala no Malawi, dada a sua dimensão e a sua eficiente execução. 1

11 A carteira de encomendas em dezembro de 214 atingiu os milhões, dos quais 49,8% na região da SADC e com os países de África Ocidental e Oriental a representarem 1,1% do total face a 5,5% em 213, refletindo a estratégia de diversificação delineada pelo Grupo. Do total da carteira de encomendas no negócio de E&C, 5,9% corresponde a clientes públicos. Relativamente à exposição por indústria, salienta-se que 33,4%, 23,2%, 14,9% e 1,8% correspondem a projetos de infraestruturas rodoviárias, construção civil, serviços de mineração e infraestruturas ferroviárias, respetivamente. Entre os principais projetos que contribuem para a carteira de encomendas encontram-se o projeto relativo à mina Hwange Colliery no Zimbabwe, a barragem de Calueque em Angola, projetos de infraestrutura ferroviária em Moçambique e de infraestrutura rodoviária em Angola, Moçambique, Zâmbia, Uganda e Malawi. Adicionalmente, o pipeline atual de projetos em África ascende a cerca de US$1 mil milhões. De salientar, que os projetos de maior dimensão se encontram nos novos países, como os Camarões, o Ruanda, o Quénia e o Gabão, e em países onde o Grupo tem atualmente atividade, como Moçambique, Zâmbia, Zimbabwe e Uganda. Deve ser realçado que a maioria dos projetos são grandes empreendimentos relacionados com infraestruturas e construção civil. De destacar que o montante do pipeline inclui o projeto Mbalam-Nabeba nos Camarões, anunciado em junho de 214, no valor de US$3,5 mil milhões e que não se encontra incluído na carteira de encomendas. De salientar por último que, no dia 24 de novembro se deu início à cotação da Mota-Engil Africa NV, subsidiária do Grupo para os negócios na região África, na Euronext Amsterdam, cumprindo-se assim a deliberação da Assembleia Geral de Acionistas de dezembro de 213. Como consequência imediata, o Grupo passou a deter cerca de 82% daquela subsidiária. O Grupo reitera o objetivo de prosseguir com a operação de dispersão do capital da Mota-Engil Africa NV e consequente aumento do free-float da empresa, como forma de evidenciar o seu valor e potenciar o crescimento sustentado do negócio na região. 11

12 América Latina Vendas e Prestação de Serviços EBITDA As vendas e prestação de serviços na América Latina apresentaram um crescimento de 26,1% para 537 milhões, dos quais 297 milhões no México e no Brasil, países que mais do que duplicaram o volume de negócio face ao ano de 213, com especial destaque para a evolução no México. O EBITDA aumentou 2,9% face ao período homólogo de 213 para 37 milhões, devido a uma pior performance no Peru a qual tem, não obstante uma natureza não recorrente. A margem EBITDA foi de 6,8% face a 8,3% em 213. A carteira de encomendas atingiu milhões, mais 641 milhões do que em igual período de 213, refletindo o sucesso que o Grupo está a ter na região e o reconhecimento das suas competências técnicas e comerciais. De destacar que o México, com uma carteira de 1.26 milhões, é atualmente o país com maior carteira de encomendas, com projetos maioritariamente relativos a infraestruturas rodoviárias, mas também ferroviárias. De salientar também a aceleração da atividade no Brasil, onde a carteira atingiu os 43 milhões, não obstante a estratégia atual da empresa em focar-se em determinados projetos, clientes e regiões do país. Apesar da desaceleração da atividade no Peru, este país contribuiu em 239 milhões para a carteira de encomendas. Já na Colômbia, o país com menos peso na atividade da região, foi possível duplicar o montante da carteira face ao ano de 213. De facto, o ano de 214 foi muito relevante na concretização do objetivo estratégico de consolidar o crescimento do Grupo na América Latina, quer em temos de diversificação geográfica quer em termos de segmentos de negócio, assente nas competências técnicas e comerciais do Grupo e na promoção de alianças estratégicas com empresas locais. 12

13 3. Mota-Engil na bolsa A evolução da performance da cotação em 214 pode ser analisada nos gráficos seguintes: 15% 14% 13% 12% 11% 1% 9% 8% 7% 6% 5% 15% 14% 13% 12% 11% 1% 9% 8% 7% 6% 5% dez-13 jan-14 fev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 dez-13 jan-14 fev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 ME PSI2 SXOP ME VINCI HOCHTIEF FERROVIAL FCC OHL Sacyr O capital social da MOTA-ENGIL é composto por ações, todas admitidas à cotação na Euronext Lisbon. A cotação da MOTA-ENGIL a 31 de dezembro de 214 foi de 2,66 euros, o que correspondeu a uma capitalização bolsista de 544 milhões. Durante o ano de 214, a cotação da Mota-Engil desvalorizou 38,4%, tendo o índice acionista português, PSI 2, desvalorizado 26,8% e o índice setorial Europeu, SXOP, valorizado 4,7%. Não obstante a excelente performance da ação na primeira metade do ano, o seu comportamento foi penalizado na segunda metade do ano por uma maior aversão ao risco por parte dos investidores do mercado de ações, nomeadamente o português, na sequência da crise bancária ocorrida no país, a qual, inclusivamente, levou o Estado português a intervir num dos bancos. É também de destacar que, em termos relativos, a ação foi penalizada pelos receios dos investidores relativamente ao nível de endividamento de algumas empresas, nomeadamente no setor da construção, da Península Ibérica. A exposição da atividade da MOTA- ENGIL ao continente africano acabou também por influenciar negativamente a evolução da cotação, principalmente no último trimestre de 214, na sequência da descida verificada no preço das commodities, designadamente do petróleo. Assim, durante o quarto trimestre de 214 a ação da MOTA-ENGIL apresentou uma desvalorização de 48,%, face a uma desvalorização do PSI 2 de 16,4% no mesmo período. 13

14 9 Quantidade de ações transacionadas por trimestre 24 Quantidade de ações transacionadas por ano Milhões de ações 3 1T 2T 3T 4T Milhões de ações Durante o ano de 214 foram transacionadas na Euronext Lisbon 218 milhões de ações da MOTA-ENGIL, correspondendo a cerca de 2,4 vezes o free-float atual e a um volume médio diário de 854 mil ações. Já no quarto trimestre de 214, o qual foi caracterizado por uma volatilidade elevada, foram transacionadas 79 milhões de ações na Euronext Lisbon, uma média diária de 1,2 milhões de ações. De destacar que em 26 de fevereiro de 214 foram alienadas 34,3 milhões de ações da MOTA-ENGIL, correspondentes a ações próprias e a ações alienadas pelo acionista fundador, Mota Gestão e Participações, SGPS, SA e colocadas junto de investidores institucionais. Esta operação contribuiu para o aumento da liquidez da ação e da visibilidade do Grupo no mercado de capitais. A 31 de dezembro de 214, o GRUPO não era detentor de ações próprias. Em consonância com as deliberações da assembleia geral extraordinária de acionistas de 27 de dezembro de 213, procedeu-se, no dia 24 de novembro de 214, à operação da cotação das ações da subsidiária MOTA-ENGIL AFRICA na Euronext Amsterdam. Assim, deu-se seguimento aos pontos aprovados nessa assembleia geral de acionistas, a qual deliberou a distribuição condicional gratuita de um dividendo extraordinário, correspondente a 2% do capital social da Mota-Engil Africa NV aos seus acionistas e a cotação desta empresa num mercado regulamentado de um estadomembro da União Europeia. É de destacar que a operação de cotação das ações da MOTA-ENGIL AFRICA na Euronext Amsterdam ocorreu na sequência do adiamento do IPO (Initial Public Offering) que estivera previsto para ocorrer na London Stock Exchange, em julho de 214, e que, atendendo à súbita deterioração das condições de mercado, não pôde ser realizada. É importante salientar que, uma vez que não se procedeu ao aumento de capital, nem à oferta institucional inicialmente planeados, o free-float da nova empresa cotada apenas diz respeito às ações referentes aos direitos atribuídos, ou seja, cerca de 5,5%, cumprindo, ainda assim, os requisitos mínimos de free-float estabelecidos pela Euronext Amsterdam. Assim, a operação evitou a expiração dos direitos da MOTA-ENGIL AFRICA, os quais tinham sido distribuídos aos acionistas da MOTA-ENGIL SGPS a 22 de janeiro de 214. Importa salientar que se mantém o objetivo de realização, num futuro próximo, de um aumento do free-float da empresa, sujeitos, não obstante, às condições de mercado. 14

15 4. Perspetivas para 215 A estratégia do GRUPO, centrada nos pilares da diversificação e da internacionalização, foi reforçada em 214 pela adoção do novo modelo organizacional baseado no desenvolvimento equilibrado das três regiões onde operamos. Durante o ano de 214, este processo de organização em torno dos polos regionais teve uma nova etapa com a operação de cotação da MOTA-ENGIL ÁFRICA e a conclusão dos ajustes societários que permitiram terminar o ano com as diversas sociedades do GRUPO enquadradas nas três sub-holdings: MOTA-ENGIL EUROPA, SA; MOTA-ENGIL AFRICA, NV; MOTA-ENGIL LATIN AMERICA BV. Desta forma, é possível apresentar as seguintes perspetivas para os negócios do GRUPO em 215: Crescimento do volume de negócios consolidado, suportado na carteira de encomendas e no esforço de internacionalização e de diversificação; Melhoria das margens na Europa, com contribuição de todos os países para esta performance; Ano de transição em África, com performance assente em margens estáveis nos mercados tradicionais; Forte crescimento de volume de negócios suportado em carteira de encomendas na América Latina, com a consolidação dos principais mercados, estudo de projetos pontuais em novas geografias e expansão de negócios na área de ambiente e serviços; Carteira de encomendas acima de 4 mil milhões de euros, suportada na atividade internacional. Salienta-se que estas perspetivas não correspondem a um compromisso quanto à performance futura do GRUPO, mas tão-somente à melhor capacidade de previsão, nesta data, quanto à atividade futura das suas empresas. Assim sendo, a performance que poderá ser efetivamente alcançada em 215 poderá diferir substancialmente destas previsões. Adicionalmente, a MOTA-ENGIL não se compromete a fazer atualizações ou correções desta informação por alteração de qualquer fator endógeno ou exógeno que venha a alterar o desempenho do GRUPO. 15

16 5. Balanço simplificado (não auditado) (auditado) Ativos Fixos Investimentos Financeiros Devedores Longo Prazo Fundo Maneio Capital Próprio Provisões Credores Longo Prazo Dívida Líquida Corporativa Capital Investido Milhões de Euros 16

17 6. Demonstração de Resultados 214 % VPS 213 % VPS (não auditado) (auditado) Vendas e Prestações de Serviços ,4% EBITDA 49 17,3% 12,8% ,7% EBIT ,5% 12,3% 243 1,5% Resultados financeiros (131) (5,5%) (23,5%) (16) (4,6%) anhos/perdas em empresas associadas (19) (,8%) - (1) (,1%) Resultados antes de impostos 123 5,2% (9,2%) 135 5,8% Resultado líquido consolidado 83 3,5% (6,1%) 88 3,8% Atribuível: a interesses que não controlam 33 1,4% (14,3%) 38 1,6% ao rupo 51 2,1%,1% 51 2,2% Milhões de Euros 7. Fluxos de Caixa (não auditado) (não auditado) Saldo inicial Dívida Líquida: Ebitda Variação Fundo Maneio (169) (61) Cash-flow Operacional Investimento Manutenção (17) (61) Resultados Financeiros (131) (16) Imposto Corporativo (4) (47) Meios libertos líquidos antes Invest. Exp. (37) 88 Investimento Crescimento (113) (15) Dividendos (48) (21) Variações m/l prazo & Perímetro 12 (83) Variação Dívida Líquida Saldo final Dívida Líquida: Dívida Líquida / Ebitda 2,8 2,7 Milhões Euros 17

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