Crescem procura de serviços jurídicos de contencioso de insolvências e pedidos de aconselhamento de meios alternativos de financiamento

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1 ASSESSORIA A EMPRESAS Juristas dão alternativas para contornar falta de crédito Crescem procura de serviços jurídicos de contencioso de insolvências e pedidos de aconselhamento de meios alternativos de financiamento Jornal de Negócios, Com a torneira do acesso ao crédito quase fechada, as empresas estão a bater à porta dos escritórios de advocacia Procuram ajuda para encontrar alternativas. E estas existem? Pelos vistos sim. O recurso ao capital de risco ou a dispersão de capitais em bolsa são duas das soluções que estão disponíveis. É um regresso aos velhos mecanismos de financiamento, constata o advogado Francisco Patrício. No actual contexto de crise, o apoio jurídico solicitado pelas empresas deve-se sobretudo a dois problemas de fundo com que se deparam no seu dia-a-dia. Quando as coisas correm menos bem e estão em causa situações de insolvência, procuram apoio ao nível do contencioso. Por outro lado, recorrem ao auxílio do advogado quando há necessidades de financiamento ou de renegociação de dívidas. Até aqui, como evidencia Francisco Patrício, existia um tipo de financiamento standard, em que as empresas iam junto dos bancos e negociavam a concessão de um empréstimo. Só que, neste momento, 1

2 fecharam-se as possibilidades de contrair crédito. Os spreads são altíssimos, são pedidas garantias insuportáveis e, portanto, não compensa às empresas recorrer a esse meio de financiamento, observa o mesmo jurista e sócio da Abreu Advogados. Limitações e alternativas O financiamento bancário está muito limitado, pelo que uma das nossas funções é tentar ajudar os clientes, quer arranjando alternativas, quer procurando facilitar a própria relação com os bancos. O objectivo é abrir portas e arranjar outras opções, seja ao nível do capital de risco, seja através da colocação em bolsa via AlterNet, enfatiza por seu turno Ana Sofia Batista, também sócia da Abreu, sociedade que estabeleceu recentemente uma parceria com a Euronext, com o propósito de apoiar a entrada na bolsa de pequenas e médias empresas. As dispersões do capital em bolsa funcionam, tal como evidencia Francisco Patrício, como um regresso aos velhos mecanismos do financiamento: Estas alternativas estavam um pouco esquecidas, porque tinham sido ultrapassadas por outras mais fáceis e, durante um certo tempo, um pouco mais baratas. Até à data, o gerente da sociedade já sabia que o caminho era para o banco. Agora tem de pensar que há outros caminhos. A hipótese capital de risco Uma outra solução existente é o recurso ao chamado capital de risco, evidencia a jurista, e associada da Abreu, Manuela Silva Marques. 2

3 O conceito surgiu nos Estados Unidos, na década de 70. Consiste num instrumento financeiro que está ao dispor das entidades empresariais, em que os investidores aplicam os seus investimentos na aquisição de uma participação temporária e minoritária, por um período de dez anos, no máximo, no capital de uma empresa, evidencia a mesma advogada, para acrescentar que as empresas alvo têm, por norma, elevado potencial de crescimento e valorização. Face aos condicionalismos referidos, é comum pensar-se, quando se fala de capital de risco, que o apoio está reservado sobretudo a start ups ou a empresas já com algum crescimento. Mais ainda, nem todos estes projectos têm sucesso. É verdade que de 100, se calhar, só dez têm sucesso, mas são dez que têm sucesso, argumenta Ana Sofia Batista. Conforme evidencia a mesma advogada, não são apenas as empresas que se dedicam à inovação tecnológica que suscitam o interesse das capitais de risco. Em Portugal também temos fundos relativamente grandes que fazem investimentos noutras áreas, observa, dando como exemplo os casos de uma Explorer ou de uma Inter-Risco, que têm garantido apoio a unidades hospitalares, clínicas, empresas de seguros ou unidades de turismo. Francisco Patrício entende que o que está em causa, neste momento, é uma questão de mentalização relativamente à importância de procurar outros caminhos. 3

4 Os empresários têm que libertar-se da ideia de que existe apenas uma fonte de financiamento [a banca tradicional] e partir para alternativas, conclui. Não é um meio directo de financiamento, mas a mudança de paradigma subjacente ao novo Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, em que se enquadra o chamado Programa Revitalizar, poderá tornar-se aliada das empresas que estejam ameaçadas pela falência por falta de acesso ao crédito, mas que sejam viáveis por terem mercado para trabalhar. Em Portugal, a insolvência é vista com alguma vergonha Como um final. Noutros países, não é assim. As empresas entram em insolvência com naturalidade. Também é verdade que sabem que se a insolvência é dolosa, pagam a factura. Caso contrário, não há que ter vergonha, argumenta o advogado especialista nesta jurídica Francisco Patrício. A ideia do Programa Revitalizar é permitir que as empresas em dificuldades, em conjunto com os seus credores, definam um plano de recuperação financeira. As negociações dos devedores com os credores podem durar 90 dias, sendo que uma empresa que entre em processo de pré-insolvência beneficia de mecanismos de suspensão das cobranças durante o período negociai da reestruturação, o que permite aliviar a pressão de tesouraria com que se confronta Enquanto credora, face à lei ainda em vigor, a banca tem procurado reaver créditos pedindo junto dos tribunais a insolvência das empresas devedoras. Para os juristas que trabalham esta área, a aposta na 4

5 recuperação das empresas, quando se comprove a sua viabilidade, e não na sua liquidação, poderá ser um contributo não só para recuperação de créditos, mas também para assegurar que as unidades empresariais possam continuar em actividade e para salvaguardar postos de trabalho. O processo revitalizar é o espelho do que já é feito noutros países. Passa a ser possível, com o aval do juiz, avançar com um pacto prévio no sentido de recuperar a empresa de comum acordo com os credores e os trabalhadores. Se isto for bem percebido pelas diferentes partes, será uma medida muito positiva, sublinha Francisco Patrício. 5

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