Diretrizes Estratégicas Secretaria-Geral da Presidência da República

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1 Diretrizes Estratégicas Secretaria-Geral da Presidência da República

2 Presidenta da República Federativa do Brasil Dilma Vana Rousseff Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho Secretário-Executivo Diogo de Sant Ana Secretário Nacional de Articulação Social Paulo Roberto Martins Maldos Secretário Nacional de Relações Político-Sociais Wagner Caetano Alves de Oliveira Secretária Nacional de Juventude Severine Carmem Macedo Secretário de Administração Valdomiro Luis de Sousa Secretária de Controle Interno Raildy Azevedo Costa Martins Subcomitê Técnico de Planejamento Elen Cristina Lacerda Mesquita Fernanda Bittencourt Vieira Gabriella Vieira Oliveira Gonçalves Humberto de Mendonça Gomes Júnior Mário Augusto Dornelles Castello Branco Mayara Lopes Gonçalves Priscilla Barreto da Costa Araújo Telma Ailko Tanno Vanessa de Moraes Sampaio Abritta

3 Gestão Estratégica A reprodução do todo ou parte deste documento é permitida somente com a autorização prévia e oficial do autor. Secretaria-Geral da Presidência da República Endereço: Praça dos Três Poderes, Palácio do Planalto, 4º andar Brasília-DF Tel: (61) Créditos: Projeto Gráfico e Capa: Rafael Keoui (Njobs Comunicação) Diagramação e Editoração: Rafael Keoui (Njobs Comunicação) Revisão: Fernanda Gomes (Njobs Comunicação)

4 sumário Apresentação Competências da SG/PR Estrutura Organizacional Histórico da Gestão Estratégica da SG/PR Missão da SG/PR Visão de Futuro da SG/PR Valores da SG/PR Mapa Estratégico O Modelo de Governança da SG/PR Conclusão

5 Apresentação A Secretaria-Geral da Presidência da República (SG/PR) tem a importante missão de promover a participação social como método de governo, articulando e fortalecendo as políticas públicas de juventude e o protagonismo dos movimentos sociais e das entidades da sociedade civil, a fim de impulsionar a organização popular e a disseminação dos valores democráticos, solidários, inclusivos e sustentáveis. Nesse sentido, atua para garantir e ampliar os direitos dos jovens, consolidar os canais de participação já existentes e ampliar as práticas de diálogo em todos os programas e ações do Governo Federal. Além disso, a SG/PR é responsável também pelo controle interno e pelo apoio administrativo a diversos órgãos da Presidência. Para superar os desafios em cada uma dessas frentes, a SG/PR tem buscado, desde 2011, aperfeiçoar o processo de planejamento estratégico, a fim de assegurar a definição de resultados concretos a serem alcançados nos quatro anos de gestão, alinhados com a realidade da instituição e do Estado brasileiro. Dois são os diferenciais do processo conduzido na SG/PR. O primeiro é o caráter participativo do planejamento adotado no órgão. Entre 2011 e 2014, foram realizadas quatro oficinas de planejamento com a participação de cerca de 60 integrantes do órgão em cada uma delas. Antes das oficinas, cada unidade foi estimulada a envolver suas equipes nas atividades de preparação e, em seguida, compartilhar os resultados internamente. O monitoramento dos resultados esperados a cada ano é realizado de forma compartilhada com os Secretários da SG/PR, nas reuniões mensais do Comitê de Coordenação e Planejamento (CCP). O segundo diferencial do planejamento da SG/PR foi conciliar a necessidade de planejamento com o perfil político da missão institucional do órgão, motivo pelo qual se optou pela adoção gradativa de elementos da metodologia do Balanced Scorecard (BSC). Em 2011, foram construídos os objetivos estratégicos da SG/PR; em 2012, foram definidos a Missão, a Visão de Futuro e os Valores do órgão; e, finalmente, em 2013, esses elementos foram organizados em um mapa estratégico, com o objetivo de facilitar a comunicação da estratégia a todos os servidores. No decorrer desses três anos, a partir do apoio dos dirigentes de todas as áreas e do empenho dos servidores, foi possível tornar o planejamento, de fato, parte da gestão da SG/PR e do dia a dia de suas secretarias. O Planejamento Estratégico, concebido até 2014, representa um esforço de reflexão conjunta desta Secretaria para a elaboração dos caminhos a serem trilhados no cumprimento de sua missão. Por meio desta cartilha, esperamos contribuir para a disseminação dos fundamentos da gestão estratégica em todas as áreas, favorecendo a integração e a convergência dos esforços de cada um dos servidores. Dessa forma, esperamos que todos percebam a importância do seu trabalho na realização dos objetivos estratégicos da Secretaria-Geral e na construção de um projeto democrático e popular de nação, baseado no diálogo com a sociedade e em métodos eficazes e humanizados de gestão. Diogo de Sant Ana Secretário-Executivo 5

6 Competências da SG/PR De acordo com o Decreto nº 7.688, de 2 de março de 2012, e suas complementações, compete à SG/PR assistir ao Presidente da República nos seguintes assuntos: no relacionamento e na articulação com as entidades da sociedade civil e na criação e implementação de instrumentos de consulta e participação popular de interesse do Poder Executivo; na promoção de análises de políticas públicas e temas de interesse do Presidente da República e na realização de estudos de natureza político-institucional; na formulação, supervisão, coordenação, integração e articulação de políticas públicas para a juventude e na articulação, promoção e execução de programas de cooperação com organismos nacionais e internacionais, públicos e privados, voltados à implementação de políticas de juventude; e na gestão interna e na avaliação da ação governamental dos órgãos da Presidência da República e da Vice-Presidência da República. Mais detalhes sobre as competências da SG/PR podem ser encontrados na Portaria/SG/PR nº 340, de 28 de dezembro de 2012, que trata do nosso Regimento Interno. 6

7 Estrutura Organizacional A SG/PR realiza as competências mencionadas por meio da seguinte estrutura organizacional: Ministro de Estado-Chefe Órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro Assessoria Especial Gabinete do Ministro Secretaria-Executiva Secretaria de Administração Órgãos específicos singulares Secretaria Nacional de Articulação Social Secretaria Nacional de Relações Político-Sociais Secretaria Nacional de Juventude Órgão descentralizado Escritório Especial em Altamira/PA Órgão setorial Órgão colegiado Secretaria de Controle Interno Conselho Nacional de Juventude 7

8 Órgãos de assistência direta ao Ministro Como órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro-Chefe da SG/PR estão o Gabinete do Ministro de Estado, a Assessoria Especial e a Secretaria-Executiva. O Gabinete do Ministro, além das atividades relacionadas à atuação do Ministro, é composto pelas Assessorias Internacional e de Comunicação do órgão, e também pela Assessoria Sindical. A Assessoria Internacional tem a função de acompanhar, subsidiar e propor agenda ao Ministro em suas atividades relacionadas à política externa. O seu papel também inclui atuar em parceria com as secretarias da SG/PR em suas atividades internacionais, além de manter o diálogo permanente com organizações da sociedade civil sobre temas nessa pauta. A Assessoria Sindical dialoga diretamente com as centrais sindicais, confederações, federações, fóruns e associações de trabalhadores, recebendo e encaminhando suas demandas. Garante a participação dos representantes dos trabalhadores nas diversas instâncias do governo que debatem e definem políticas que impactam suas vidas. A Assessoria Especial assessora o Ministro no exame e condução dos assuntos afetos à SG/PR e na sua atuação em conselhos e órgãos colegiados em que tenha assento, bem como na interlocução federativa e parlamentar realizada pela SG/PR. À Secretaria-Executiva (SE) compete assessorar e assistir o Ministro de Estado em sua representação funcional e política, no âmbito de sua atuação. Auxilia o Ministro na definição de diretrizes e na implementação das ações da área de competência da SG/PR. Inclui os Departamentos de Assuntos Institucionais e de Gestão e Acompanhamento das Atividades Finalísticas. Também faz parte da SE a Secretaria de Administração (SA), à qual compete exercer as atividades relacionadas com os Sistemas Estruturadores da Administração Pública Federal, a saber: Planejamento e de Orçamento Federal, Pessoal Civil da Administração Federal (SIPEC), Serviços Gerais (SISG), Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP), Documentação e Arquivos (SINAR). Compete a ela, ainda, realizar as atividades de articulação com a Autoridade Certificadora Raiz (AC Raiz), da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), para os órgãos integrantes da estrutura da Presidência da República. A SA responde, também, pela gestão dos pedidos de informação ao cidadão, pela execução das atividades internas de administração patrimonial e de suprimento, de telecomunicações e de publicação dos atos oficiais, bem como pela supervisão e coordenação das atividades de relações públicas na Presidência da República. Órgãos específicos singulares A Secretaria Nacional de Articulação Social (SNAS) tem como objetivo garantir articulação e sinergia nas relações políticas do governo com a sociedade civil organizada, por meio de mecanismos e iniciativas que favoreçam a participação social na formulação, acompanhamento e avaliação de políticas públicas e no controle do governo pela sociedade. Para cumprir seu papel na promoção do diálogo com a sociedade e na consolidação da participação como método de governo, a SNAS possui em sua estrutura três Departamentos: o de Diálogos Sociais, responsável, primordialmente, por receber, encaminhar e monitorar as demandas sociais e coordenar iniciativas de diálogos com os movimentos sociais, de forma a contribuir para a prevenção e mediação de conflitos; o de Participação Social, que 8

9 tem a função precípua de estimular, promover e coordenar iniciativas que fortaleçam a participação social como política de Estado e como método de governo; e o de Educação Popular e Mobilização Cidadã, que coordena os processos educativos-formativos para a participação social e a educação popular e cidadã. Fazem parte da estrutura da SNAS, ainda, os seguintes órgãos colegiados: Comitê Interministerial para a Inclusão Social e Econômica dos Catadores de Materiais e Reutilizáveis Recicláveis (CIISC), vinculado ao Departamento de Diálogos Sociais, e a Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO), vinculada ao Departamento de Educação Popular e Mobilização Cidadã. É competência institucional da Secretaria Nacional de Relações Político-Sociais (SNARPS) auxiliar no planejamento e organização das atividades de agenda do Presidente da República com os diferentes segmentos da sociedade civil, além de estimular os governos e a sociedade em prol do alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). A Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) tem como função a formulação, supervisão, coordenação, integração e articulação das políticas públicas para a juventude. Também é de sua competência articular, promover e executar programas de cooperação com organismos nacionais e internacionais e fomentar a elaboração de políticas públicas para a juventude em âmbito municipal, distrital e estadual. Órgão descentralizado O Escritório Especial em Altamira (Pará) representa a Secretaria-Geral da Presidência da República, participa da implementação e acompanhamento das políticas, programas e projetos de sua competência e auxilia na articulação com os órgãos federais, estaduais, municipais e entidades privadas, incluindo empresas e organizações da sociedade civil, em sua sede e no restante da Região Norte. Órgão setorial A Secretaria de Controle Interno (CISET), órgão setorial do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, atua nos órgãos essenciais e demais órgãos integrantes da estrutura da Presidência da República e na Vice-Presidência da República. É responsável pelo controle preventivo e pela realização de auditorias. Órgão colegiado O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) é órgão colegiado e consultivo que tem como atribuições formular e propor diretrizes voltadas às políticas públicas de juventude, desenvolver estudos e pesquisas sobre a realidade socioeconômica dos jovens e promover o intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais. É composto por 1/3 de representantes do poder público e 2/3 da sociedade civil, contando, ao todo, com 60 membros escolhidos para mandato de dois anos, mediante eleição direta. Os cargos de presidente e vice-presidente são alternados, a cada ano, entre governo e sociedade civil. 9

10 Histórico da Gestão Estratégica da SG/PR Para orientar e acompanhar os compromissos definidos para os quatro anos e assegurar que tais resultados seriam realizados por meio de excelência na gestão, a SG/PR instituiu o Modelo de Gestão, o qual organizou instâncias e práticas de planejamento e monitoramento da estratégia do órgão. O Modelo de Gestão da SG/PR foi construído em um contexto de mudança de governo e de competências do órgão, com consequente mudança de equipe. Desde 2003, a SG/PR, então formada por três Secretarias Nacionais a de Articulação Social, a de Relações Político-Sociais e a de Juventude, possuía como principais atribuições coordenar a política de juventude e promover a articulação do Governo Federal com a sociedade civil, privilegiando-se o diálogo responsável e qualificado com diversos segmentos sociais, para que estes pudessem participar e influenciar na construção das políticas públicas do Governo Federal, garantindo avanços no princípio da democracia participativa. Em 2011, com a edição do Decreto nº 7.442, de 17 de fevereiro de 2011, a Secretaria de Administração e a Secretaria de Controle Interno foram transferidas da estrutura da Casa Civil para a Secretaria-Geral da Presidência da República. Com essa alteração, um Ministério eminentemente voltado para o diálogo social assumiu competências administrativas e de controle interno, o que inicialmente gerou apreensões sobre a melhor maneira de conciliar dimensões tão diversas e criar uma identidade única da SG/PR. Paralelamente, como consequência natural de mudanças de governo, as equipes estavam sendo reformuladas, gerando o desafio de integrar o novo quadro de pessoal e de pactuar um caminho único para o órgão com objetivos em comum, para os quais todos deveriam trabalhar em conjunto. Reconhecida a necessidade de construir uma identidade para a SG/PR e trabalhar para o alinhamento político e gerencial de sua atuação, foi iniciado o processo de planejamento estratégico e construído o Modelo de Gestão do órgão. O início de processo teve como primeiro passo o apoio integral do Ministro ao planejamento estratégico e o reconhecimento de que deveria ser um dos eixos estruturantes da SG/PR, sendo esse fator essencial para o início e a continuidade do projeto. O aval inicial foi seguido, no decorrer do tempo, pelo acompanhamento próximo e pela participação direta do Ministro nas atividades de planejamento, o que valorizou e legitimou, continuamente, todo o processo. O envolvimento do Ministro ocorreu também por meio da Reunião de Secretários, instância do Modelo de Gestão por ele coordenada e na qual foram debatidos temas de cunho político, com o objetivo de assegurar a atuação coordenada da SG/PR, por meio de suas diferentes secretarias, nos diversos temas em pauta no Governo Federal. Ademais, foi constituído o Comitê de Coordenação e Planejamento (CCP), presidido pelo Secretário- Executivo e composto por todos os Secretários da SG/PR e seus Adjuntos, além do Chefe de Gabinete do Ministro e do Chefe da Assessoria Especial, de modo que cada unidade teria dois assentos no Comitê. Essa instância funcionou como órgão máximo de decisão sobre o planejamento na SG/PR. Atribuir ao CCP a competência de decidir sobre o planejamento foi essencial por institucionalizar a construção coletiva 10

11 dos processos e instâncias, o que, por sua vez, permitiu nivelar conhecimentos e trabalhar, em conjunto, os objetivos pretendidos com o planejamento, legitimando as atividades realizadas em seu âmbito. Entre 2011 e 2014, o CCP reuniu-se mensalmente para discutir duas pautas permanentes: o acompanhamento da execução orçamentária da SG/PR, com destaque especial para os gastos com diárias e passagens; e o monitoramento dos Resultados Estratégicos. Em seguida, foi aberto espaço para que os Secretários destacassem os pontos mais importantes ocorridos no último mês, seja em termos de alguns produtos realizados, seja para apontar dificuldades na realização de outros; eles deveriam indicar, ainda, fatores e circunstâncias que poderiam influenciar a execução do período subsequente. A partir da identificação de dificuldades na implementação de ações, de forma articulada e coordenada, o colegiado constitui-se espaço privilegiado de correção de rumos e repactuação de metas e prazos. Vinculado ao CCP, foi criado o Subcomitê Técnico de Planejamento, com a atribuição de pensar o planejamento da SG/PR e propor ao CCP caminhos a serem seguidos. Esse Subcomitê era ferramenta essencial para o funcionamento do Modelo de Gestão da SG/PR, na medida em que articula todo o processo de planejamento estratégico, propondo a concretização de cada uma das etapas e assegurando o aprimoramento técnico desse trabalho. A escolha dos integrantes desse Subcomitê foi fator crítico para o seu sucesso: foram escolhidos servidores dotados de visão técnica sobre planejamento e, ao mesmo tempo, com sensibilidade política para adequar esses requisitos técnicos à realidade da Secretaria-Geral; além disso, estes possuíam contato direto com os dirigentes das unidades, o que foi imprescindível para a fluidez do processo. Nesse contexto, o Subcomitê tomou uma decisão que influenciaria todo o processo ao longo dos quatro anos: o objetivo final seria a adoção da metodologia do Balanced Scorecard (BSC) na SG/PR, considerado ferramenta útil para a mensuração dos resultados e monitoramento da atuação do órgão; no entanto, não havia contexto adequado para que esse método fosse incorporado no início de Afinal, a adoção do BSC demanda, no mínimo, a definição de estratégias para as quatro perspectivas, a construção de indicadores e metas e a elaboração dos projetos que levarão à concretização desses resultados. Havia, porém, o contexto de mudança de equipe e de competências, além de sentimento inicial de desconfiança em relação ao processo de planejamento, visto como algo que poderia burocratizar trabalho de cunho eminentemente político. Dessa forma, a adoção do BSC pela SG/PR deveria ser gradativa e incremental, à medida que o amadurecimento do órgão permitisse a incorporação dos elementos constitutivos da metodologia. Essa incorporação gradativa ocorreu a cada ciclo do planejamento: os Objetivos Estratégicos foram definidos em 2011; a análise SWOT e a construção da Missão, da Visão de Futuro e de Valores ocorreram em 2012; a organização dessas informações em Mapa Estratégico ocorreu em 2013; por fim, os indicadores foram definidos em Todas essas etapas foram capitaneadas pelo Subcomitê Técnico de Planejamento e validadas após as devidas discussões e análises pelo CCP. Tendo em vista a importância das parcerias voluntárias para viabilizar a estratégia definida pela SG/PR, foi instituída, no Modelo de Gestão, a Comissão de Avaliação e Monitoramento das Parcerias (CAM), instância de acompanhamento de tais parcerias, com ou sem repasse de recursos, com entes públicos e entidades privadas sem fins lucrativos, com objetivo de aprimorar os processos, unificar entendimentos e padronizar objetos, custos e indicadores, fomentando o controle de resultados. 11

12 A CAM foi criada pela Portaria n 43, de 22 de agosto de 2013, com o objetivo de aumentar a qualidade das parcerias da Secretaria-Geral da Presidência da República. Fruto dos estudos realizados para aprimoramento do marco regulatório das organizações da sociedade civil, a Comissão pode ser vista como uma inovação na gestão pública. Espera-se, com o êxito nesse empreendimento, fomentar a constituição de instâncias semelhantes em outros órgãos e difundir o conhecimento adquirido em sua implementação. São atribuições da instância: uniformizar entendimentos acerca dos processos e práticas adotados nas parcerias; identificar necessidades de normatização referentes ao tema; formular propostas de aperfeiçoamento de práticas nas diferentes etapas das parcerias; produzir e revisar manuais e fluxos; identificar e difundir boas práticas; dirimir dúvidas, sempre que houver demanda acerca de casos concretos; elaborar pareceres de avaliação de resultados do conjunto das parcerias; propor e padronizar instrumentos, objetos, medidas e indicadores para fomento ao controle de resultados; propor ações corretivas e recomendações decorrentes do acompanhamento e da avaliação; assegurar a divulgação de dados e informações em linguagem acessível no sítio eletrônico do órgão; e produzir subsídios ao Relatório de Gestão Anual. Entre 2011 e 2014, foram realizadas 12 reuniões ordinárias e três extraordinárias, nas quais foram analisadas diversas parcerias. Elaborou-se check-list para essa análise, contendo 11 questões envolvendo as diversas fases dos ajustes celebrados até a análise da prestação de contas. Grupos de trabalho também foram criados, visando a clarificar eventuais dúvidas e promover a uniformização de entendimentos em quaisquer pontos levados à comissão, gerando como resultado regra de gestor da parceria e minutas de convênios, termo de execução descentralizada e acordo de cooperação técnica. Além disso, foram cinco deliberações, a seguir transcritas. Deliberação nº 001/2013 Os atos atinentes à preparação, seleção, execução, monitoramento e avaliação das parcerias não deverão ser formalizados por meio de mensagem eletrônica ( ). Não obstante, a mensagem eletrônica ( ) poderá ser utilizada com vistas a garantir maior agilidade aos processos, atentando-se para o uso da linguagem formal e sendo feita a devida formalização em momento oportuno, por meio das comunicações oficiais adequadas. 12

13 Deliberação n 002/2013 O responsável formal de cada parceria deverá elaborar resumo executivo a constar em seus processos. Nas parcerias plurianuais, o resumo executivo deverá ser elaborado em periodicidade anual. Em todas as parcerias, o responsável formal deverá elaborar resumo executivo a dois meses do fim do mandato presidencial, atestando seu andamento e indicando aprimoramentos quando necessários. Deliberação n 001/2014 Em relação aos contratos de consultoria dos projetos de cooperação internacional, o supervisor responsável pelo trabalho do consultor deve manter com ele estreita relação, a fim de orientar o seu trabalho para que os produtos atendam às expectativas do órgão. A entrega de cada produto deverá ser atestada pelo supervisor técnico e pelo dirigente da área à qual está vinculado o trabalho do consultor. É obrigatória a elaboração dos seguintes documentos ao fim dos contratos: A) Relatório sobre a qualidade técnica dos produtos entregues pelo consultor assinado pelo responsável técnico e pelo dirigente da área. B) Relatório de encerramento do edital assinado pelo coordenador e pelo diretor do projeto de cooperação internacional. Deliberação n 002/2014 Todo edital de seleção de parcerias para projetos, programas ou ações da Secretaria-Geral deverá ser encaminhado à Comissão, previamente a sua publicação, com vistas à proposição de aprimoramentos e contribuições de seus membros. Deliberação n 003/2014 Toda nova parceria que tenha duração superior a novembro de 2014 deverá ser encaminhada previamente à comissão para análise de sua oportunidade e conveniência, possibilitando a verificação de recursos físicos, humanos e financeiros disponíveis para a sua celebração. Em síntese, a SG/PR encerra o ano de 2014 com Modelo de Gestão que orientou a estratégia do órgão, por meio de processo de planejamento que fez parte do cotidiano de seus servidores; de metas e resultados definidos de maneira pactuada nas oficinas de planejamento; e monitoramento mensal por meio do Comitê de Coordenação e Planejamento, auxiliado pelo Subcomitê Técnico de Planejamento. O aprimoramento contínuo do processo ocorreu pela incorporação gradativa da metodologia do BSC. A seguir, serão apresentados os elementos estratégicos da SG/PR. 13

14 Missão da SG/PR É a declaração do principal propósito da Secretaria-Geral e que a individualiza e a distingue de outros Ministérios, mostrando o que faz, para quem e com qual finalidade. Promover a participação social como método de governo, articulando e fortalecendo as políticas públicas de juventude, o protagonismo dos movimentos sociais e das entidades da sociedade civil, a fim de impulsionar a organização popular e a disseminação dos valores democráticos, solidários, inclusivos e sustentáveis. Nossa missão está relacionada ao aprofundamento da democracia no Brasil por meio da promoção e do estímulo à participação social e da coordenação e implementação de políticas de juventude. Visão de Futuro da SG/PR Define o que a Secretaria-Geral pretende alcançar no futuro, incorporando as aspirações na busca da excelência no cumprimento da missão. Ser referência em experiências inovadoras de participação social e em políticas públicas de juventude para a construção de um projeto democrático e popular de nação, por meio do diálogo com a sociedade e de métodos eficazes e humanizados de gestão. A SG/PR busca a excelência no cumprimento de sua missão por meio de métodos de gestão que lhe fortaleçam para que se torne referência em metodologias de participação e na coordenação e implementação de políticas de juventude. 14

15 Valores da SG/PR Representam as convicções dominantes, as crenças básicas e expressam a cultura da Secretaria-Geral, permeando todas as atividades e relações tanto internas quanto com os cidadãos. Diálogo Diálogo Parceria Diversidade manter Solidariedade o contato com os diversos setores da sociedade, a fim de reconhecer e atender aos anseios Compromisso sociais; e Criatividade Sustentabilidade assegurar canais abertos de comunicação nas atividades diárias da SG/PR, estimulando Ética Diálogo o trabalho Parceria em equipe. Diversidade Parceria Diálogo Solidariedade Parceria Diálogo Compromisso trabalhar Diversidade Criatividade Diálogo Parceria em equipe e em conjunto com a sociedade civil para atender aos Solidariedade Parceria Sustentabilidade interesses Diversidade Parceria Diversidade Compromisso Ética públicos. Solidariedade Diversidade Solidariedade Diálogo Criatividade Diversidade Sustentabilidade Solidariedade Compromisso Parceria Ética Compromisso Criatividade Diversidade favorecer Criatividade Sustentabilidade Solidariedade a diversidade interna para melhor dialogar com os diversos grupos sociais e Ética as unidades Sustentabilidade Ética Compromisso PR. Ética Criatividade Sustentabilidade Solidariedade Ética estimular a colaboração, a valorização das pessoas e a sinergia de atuação entre as unidades da SG/PR e da PR. Compromisso responsabilizar-se com a instituição e a sociedade de forma a perseguir e cumprir os acordos e objetivos firmados, visando sempre ao interesse público e democrático. Criatividade buscar soluções inovadoras para melhor atender aos anseios da sociedade. Sustentabilidade buscar a eficiência e a otimização na utilização de recursos públicos e atender de forma efetiva às demandas da sociedade. Ética estar comprometido com a honestidade, legalidade, imparcialidade e responsabilidade social. 15

16 Mapa Estratégico Para a implementação do Planejamento Estratégico, a SG/PR utilizou como principal base do modelo de gestão o Balanced Scorecard (BSC). Nessa metodologia, as diretrizes estratégicas da instituição são representadas por meio de um Mapa Estratégico. Esse Mapa apresenta a estratégia da SG/PR, organizada em quatro perspectivas, que obedecem a uma sequência lógica de causa e efeito, representando os objetivos que devem ser alcançados para que seja cumprida a missão e alcançada a visão proposta: Resultado Relacionamento externo: Ações estruturante Aprendizado e inovação é o fim almejado da atuação da SG/PR. diz respeito ao relacionamento da SG/PR com os beneficiados pela sua atuação: cidadãos, organizações da sociedade civil, movimentos sociais, juventudes e órgãos da Presidência. engloba os objetivos estratégicos que oferecem a base para que os resultados almejados pela SG/PR sejam alcançados oferece a infraestrutura de gestão que possibilita a consecução dos objetivos estratégicos estabelecidos nas demais perspectivas 16

17 Os objetivos estratégicos são os fins que a SG/PR pretende alcançar ao realizar as suas atividades. Cada caixa do mapa estratégico corresponde a um objetivo estratégico, e a leitura dessa representação gráfica inicia-se de baixo para cima. Assim, temos: MAPA ESTRATÉGICO DA SG/PR MISSÃO: Promover a participação social como método de governo, articulando e fortalecendo as políticas públicas de juventude, o protagonismo dos movimentos sociais e das entidades da sociedade civil, a fim de impulsionar a organização popular e a disseminação dos valores democráticos, solidários, inclusivos e sutentáveis. VISÃO: Ser referência em experiências inovadoras de participação social e em políticas públicas de juventude para a construção de um projeto democrático e popular de nação, por meio do diálogo com a sociedade e de métodos eficazes e humanizados de gestão. RESULTADOS Consolidar o diálogo e a participação social como método de governo SOCIEDADE Incorporar instrumentos da democracia participativa, aprofundando os avanços da democracia no Brasil. Consolidar as políticas públicas de juventude como políticas de estado RELACIONAMENTO EXTERNO CIDADÃO, OSCs, MOVIMENTOS SOCIAIS Construir a Política e o Sistema Nacional de Participação Social Fortalecer o protagonismo da sociedade civil Contemplar pautas dos movimentos sociais nas políticas públicas JUVENTUDE Ampliar oportunidades para autonomia, inclusão e participação dos jovens Incidir no reconhecimento dos jovens como sujeitos de direitos, contemplando suas diversidades ÓRGÃOS DA PR Atender com excelência à Presidência da República AÇÕES ESTRUTURANTES Incentivar novas formas de participação nas políticas públicas, programas e ações e potencializar as iniciativas já existentes PARTICIPAÇÃO SOCIAL Aperfeiçoar a parceria da sociedade civil na sua relação com o Estado Promover e monitorar pautas dos movimentos sociais e de garantia dos direitos de cidadania POLÍTICAS PÚBLICAS Contribuir na coordenação de governo para a implementação de políticas públicas Promover e articular as políticas públicas de juventude APRENDIZADO E INOVAÇÃO MODELO DE GESTÃO Construir e implementar um modelo de gestão eficiente, transparente, participativo e humanizado DIÁLOGO PARCERIA DIVERSIDADE SOLIDARIEDADE COMPROMISSO CRIATIVIDADE SUSTENTABILIDADE ÉTICA 17

18 REL dos jovens suas diversidades AÇÕES ESTRUTURANTES PARTICIPAÇÃO SOCIAL Incentivar novas formas de participação MISSÃO: Promover e monitorar Contribuir na Aperfeiçoar Promover a parceria a participação social como método de governo, articulando e nas políticas públicas, pautas dos coordenação de Promover articular programas e ações e fortalecendo da sociedade as políticas civil na públicas movimentos de juventude, sociais e o protagonismo governo para dos a movimentos as políticas públicas sociais e das entidades da sociedade de garantia civil, a fim dos de direitos impulsionar implementação a organização de popular de juventude iniciativas já existentes de cidadania políticas públicas e a disseminação dos valores democráticos, solidários, inclusivos e sutentáveis. sua relação com potencializar as Perspectiva Aprendizado e Inovação o Estado APRENDIZADO E INOVAÇÃO RESULTADOS POLÍTICAS PÚBLICAS VISÃO: Ser referência em experiências inovadoras de participação social e em políticas públicas de juventude para MODELO a construção DE GESTÃO de um projeto democrático e popular de nação, por meio do diálogo com a sociedade e de métodos eficazes e humanizados de gestão. Construir e implementar um modelo de gestão eficiente, transparente, participativo e humanizado SOCIEDADE Consolidar o diálogo e a participação Incorporar instrumentos da democracia Consolidar as políticas públicas de DIÁLOGO social PARCERIA como método DIVERSIDADE de governo participativa, aprofundando os avanços SOLIDARIEDADE da democracia COMPROMISSO no Brasil. CRIATIVIDADE juventude SUSTENTABILIDADE como políticas de ÉTICA estado Construir e implementar um modelo de gestão eficiente, transparente, participativo e humanizado Implementar CIDADÃO, na SG/PR OSCs, modelo MOVIMENTOS de gestão SOCIAIS que valorize as relações JUVENTUDE humanas, assegure ÓRGÃOS a eficiência DA PR e a transparência da gestão e promova a participação nas decisões gerenciais Incidir do no Ampliar órgão. RELACIONAMENTO EXTERNO Construir a Política e o Sistema Nacional de Participação MAPA ESTRATÉGICO DA SG/PR Fortalecer o protagonismo da sociedade civil Contemplar pautas dos movimentos sociais nas políticas públicas Social Perspectiva Ações Estruturantes oportunidades para autonomia, inclusão e participação dos jovens reconhecimento dos jovens como sujeitos de direitos, contemplando suas diversidades Atender com excelência à Presidência da República AÇÕES ESTRUTURANTES Incentivar novas formas de participação nas políticas públicas, programas e ações e potencializar as iniciativas já existentes PARTICIPAÇÃO SOCIAL Aperfeiçoar a parceria da sociedade civil na sua relação com o Estado Promover e monitorar pautas dos movimentos sociais e de garantia dos direitos de cidadania POLÍTICAS PÚBLICAS Contribuir na coordenação de governo para a implementação de políticas públicas Promover e articular as políticas públicas de juventude Incentivar novas formas de participação MODELO nas DE GESTÃO políticas públicas, programas e ações e potencializar as iniciativas já existentes APRENDIZADO E INOVAÇÃO Construir e implementar um modelo de gestão eficiente, transparente, participativo e humanizado Promover e estimular a participação social por meio de novas formas de participação ou das já existentes, tendo por objeto dessa participação as políticas, programas, ações ou outros mecanismos de realização DIÁLOGO da PARCERIA atividade DIVERSIDADE governamental. SOLIDARIEDADE COMPROMISSO CRIATIVIDADE SUSTENTABILIDADE ÉTICA Aperfeiçoar a parceria da sociedade civil na sua relação com o Estado Implementar mecanismos que aproximem o Estado e a sociedade, fortalecendo a parceria entre eles para a qualificação na realização de políticas públicas, principalmente pela construção e implementação do novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. Promover e monitorar pautas dos movimentos sociais e de garantia dos direitos de cidadania Permitir a entrada na agenda governamental de pautas dos movimentos sociais, sempre com vistas ao fortalecimento dos direitos de cidadania. Contribuir na coordenação de governo para a implementação de políticas públicas Gerar informações e atuar diretamente, por meio da participação social e das políticas de juventude, para a implementação de políticas públicas, tendo em vista o papel da SG/PR como órgão integrante da Presidência da República. Promover e articular as políticas públicas de juventude Formular, implementar e executar políticas públicas de juventude e articular outros órgãos do Governo Federal também para esse fim. 18

19 públicas de juventude para a construção de um projeto democrático e popular de nação, por meio do diálogo com a sociedade e de métodos eficazes e humanizados de gestão. RESULTADOS Consolidar o diálogo e a participação SOCIEDADE Incorporar instrumentos da democracia participativa, aprofundando os avanços da democracia no Brasil. social como método de governo Perspectiva Relacionamento Externo Consolidar as políticas públicas de juventude como políticas de estado RELACIONAMENTO EXTERNO CIDADÃO, OSCs, MOVIMENTOS SOCIAIS Construir a Política e o Sistema Nacional de Participação Social Fortalecer o protagonismo da sociedade civil Contemplar pautas dos movimentos sociais nas políticas públicas JUVENTUDE Ampliar oportunidades para autonomia, inclusão e participação dos jovens Incidir no reconhecimento dos jovens como sujeitos de direitos, contemplando suas diversidades ÓRGÃOS DA PR Atender com excelência à Presidência da República AÇÕES ESTRUTURANTES APRENDIZADO E INOVAÇÃO Incentivar novas formas de participação nas políticas públicas, programas e ações e potencializar as iniciativas já existentes PARTICIPAÇÃO SOCIAL Construir a Política e o Sistema Nacional de Participação Social Aperfeiçoar a parceria da sociedade civil na sua relação com o Estado Promover e monitorar pautas dos movimentos sociais e de garantia dos direitos de cidadania MODELO DE GESTÃO POLÍTICAS PÚBLICAS Contribuir na coordenação de governo para a implementação de políticas públicas Formular e implementar a Política, o Sistema e o Compromisso Nacional Promover de Participação e articular as políticas públicas de juventude Social e os seus desdobramentos, como o plano de participação social, o Participa.br e a articulação governamental por meio de fóruns específicos. Fortalecer o protagonismo da sociedade civil Estimular e promover espaços para que a sociedade civil tenha voz atuante no processo de Construir e implementar um modelo de gestão eficiente, transparente, participativo e humanizado decisão, implementação e monitoramento de políticas públicas. Contemplar pautas dos movimentos sociais nas políticas públicas DIÁLOGO PARCERIA DIVERSIDADE SOLIDARIEDADE COMPROMISSO CRIATIVIDADE SUSTENTABILIDADE ÉTICA Estimular que as pautas dos movimentos sociais sejam incorporadas no processo de construção, implementação e monitoramento das políticas públicas. Ampliar oportunidades para autonomia, inclusão e participação dos jovens Promover e estimular ambientes propícios para o exercício de direitos dos jovens. Incidir no reconhecimento dos jovens como sujeitos de direitos, contemplando suas diversidades Atuar, junto aos órgãos do Governo Federal, para que haja o reconhecimento dos jovens como sujeitos de direito e, portanto, público-alvo de políticas públicas específicas a eles destinadas, tendo sempre em vista a diversidade que caracteriza esse grupo. Atender com excelência à Presidência da República Realizar as atividades de suporte técnico-administrativo e de controle interno com excelência, assegurando atendimento de alta qualidade aos órgãos que compõem a Presidência da República. 19

20 MAPA ESTRATÉGICO DA SG/PR Perspectiva Resultados MISSÃO: Promover a participação social como método de governo, articulando e fortalecendo as políticas públicas de juventude, o protagonismo dos movimentos sociais e das entidades da sociedade civil, a fim de impulsionar a organização popular e a disseminação dos valores democráticos, solidários, inclusivos e sutentáveis. VISÃO: Ser referência em experiências inovadoras de participação social e em políticas públicas de juventude para a construção de um projeto democrático e popular de nação, por meio do diálogo com a sociedade e de métodos eficazes e humanizados de gestão. RESULTADOS Consolidar o diálogo e a participação social como método de governo SOCIEDADE Incorporar instrumentos da democracia participativa, aprofundando os avanços da democracia no Brasil. Consolidar as políticas públicas de juventude como políticas de estado Consolidar CIDADÃO, o diálogo OSCs, e MOVIMENTOS a participação SOCIAIS social como método JUVENTUDE de governo RELACIONAMENTO EXTERNO AÇÕES ESTRUTURANTES Construir a Política e o Sistema Nacional de Participação Social Fortalecer o protagonismo da sociedade civil PARTICIPAÇÃO SOCIAL Incentivar novas formas de participação Aperfeiçoar a parceria nas políticas públicas, da sociedade civil na programas e ações e sua relação com potencializar as o Estado iniciativas já existentes Contemplar pautas dos movimentos sociais nas políticas públicas Ampliar oportunidades para autonomia, inclusão e participação dos jovens Promover e monitorar pautas dos movimentos sociais e de garantia dos direitos de cidadania Incidir no reconhecimento dos jovens como sujeitos de direitos, contemplando suas diversidades POLÍTICAS PÚBLICAS Contribuir na coordenação de governo para a implementação de políticas públicas ÓRGÃOS DA PR Consolidar método de governo caracterizado pelo diálogo e pela participação social e sensibilizar os órgãos do Governo Federal para a importância desse novo modelo. Atender com excelência à Presidência da República Incorporar instrumentos da democracia participativa, aprofundando os avanços da democracia no Brasil Desenvolver ações que estimulem a construção de novos instrumentos e a incorporação destes e dos já existentes à atuação governamental, para que a democracia participativa seja Promover realidade e articular cada as políticas públicas vez mais presente no cenário brasileiro. de juventude Consolidar as políticas públicas de juventude como políticas de Estado Implantar e articular políticas públicas MODELO de juventude, DE GESTÃO de modo que seus resultados sejam APRENDIZADO E INOVAÇÃO reconhecidos pela sua importância, e essas políticas sejam consolidadas, definitivamente, como Construir e implementar um modelo de gestão eficiente, transparente, participativo e humanizado políticas de Estado. DIÁLOGO PARCERIA DIVERSIDADE SOLIDARIEDADE COMPROMISSO CRIATIVIDADE SUSTENTABILIDADE ÉTICA 20

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