COMPARAÇÃO DO EFEITO DA ESTIMULAÇÃO DE MÉDIA FREQÜÊNCIA EM REGIÃO RETO ABDOMINAL COM E SEM EXERCÍCIOS ISOMÉTRICOS.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPARAÇÃO DO EFEITO DA ESTIMULAÇÃO DE MÉDIA FREQÜÊNCIA EM REGIÃO RETO ABDOMINAL COM E SEM EXERCÍCIOS ISOMÉTRICOS."

Transcrição

1 1 COMPARAÇÃO DO EFEITO DA ESTIMULAÇÃO DE MÉDIA FREQÜÊNCIA EM REGIÃO RETO ABDOMINAL COM E SEM EXERCÍCIOS ISOMÉTRICOS. Bibiana Telles Machado 1 - Acadêmica do Curso de Cosmetologia e Estética da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, Balneário Camboriú, Santa Catarina. Denise Santos da Fonseca 2 - Acadêmica do Curso de Cosmetologia e Estética da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, Balneário Camboriú, Santa Catarina. Priscilla Barreto da Motta Correa 3 Fisioterapeuta, Professora do Curso de Cosmetologia e Estética da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, Balneário Camboriú, Santa Catarina. Especialista em Fisioterapia Dermato Funcional, especialista em Morfofisiologia do Exercício. Contatos Resumo A eletroestimulação está cada vez mais sendo divulgada e utilizada como método de tratamento estético devido a resultados significativos. A corrente de média frequência induz à contração muscular e faz com que as unidades motoras do músculo se contraiam sincronizadamente e promovam assim, um aumento da força muscular. Na musculatura esquelética são encontrados dois tipos distintos de fibras musculares, cada fibra está apta a desenvolver uma função especifica que responde de forma diferente a cada atividade ou exercício realizado. Os exercícios isométricos são uma modalidade de treinamento que envolve a contração muscular sem promover um deslocamento articular, expondo vantagens da utilização de um treinamento estático, capaz de gerar altas taxas de força através da estimulação de um músculo específico. Diante do contexto, objetivou-se com este estudo avaliar qualitativamente, de forma descritiva explanatória, se existia uma diferença no aumento da força abdominal através da utilização da eletroestimulação com e sem a associação de exercícios isométricos. Essa pesquisa teve 4 voluntárias do sexo feminino, de 18 a 30 anos, que foram divididas em 2 grupos de forma aleatória. Essas foram submetidas a uma avaliação e ao teste de força muscular de Kendall, posteriormente a 10 sessões de estimulação elétrica com e sem a prática de exercícios isométricos. E após o término deste, foram submetidas à avaliação, e ao teste de força de Kendall novamente. Através deste protocolo verificou se que a eletroestimulação neuromuscular foi eficaz no incremento da força abdominal em mulheres sadias, confirmando assim os achados relatados na maioria das literaturas. Palavras chaves: Força muscular. Corrente Russa. Exercícios isométricos.

2 2 1 INTRODUÇÃO Os exercícios físicos começaram a constituir uma parte significativa da vida cotidiana das pessoas, tanto com o objetivo de prevenção das doenças, como o de manter um corpo esteticamente bonito (GUIRRO; GUIRRO, 2002, p.237). Segundo Nahas et al. (1995 apud DOMINGUES, 2004, p.10), a atividade física é a melhor e mais saudável forma de redução de peso, pois os exercícios físicos podem modificar a composição corporal, mudando o metabolismo do indivíduo. Para Grilo e Simões (2003, p.31-32) a estética entra como fator motivacional para a prática da atividade física, onde o homem busca a realização suprema, e o esporte pode ser o caminho para modelar o corpo e a mente. Os autores ainda expõem que a eletroestimulação que era usada anteriormente no tratamento muscular, em sessões de fisioterapia, como terapêutica em atrofias musculares ou para aumento de força muscular, está cada vez mais sendo divulgada e utilizada como método de tratamento estético (GRILO; SIMÕES, 2003). As correntes alternadas de média frequência variam de a Hz, sendo capazes de promover a contração muscular, quando moduladas em baixa frequência (GUIRRO; GUIRRO, 2002, p.117). A corrente russa é uma corrente alternada interrompida com frequência de 2500Hz, que pode ser modulada de acordo com o objetivo. Quando ela foi criada, sua modulação era de 50Hz, porém hoje sua modulação é variável entre 5Hz a 100 Hz (ADVICE, 2010, p.2). Para Domingues (2004, p.4) a estimulação elétrica pode fazer com que todas as unidades motoras do músculo se contraiam de forma sincronizada promovendo assim uma contração mais intensa, sendo que essa estimulação pode levar a um aumento da força muscular (DELITO E SNYDER- MACKLER, 1990; PIAZZI, UGRINOWITSH e TRICOLI, 2005 apud ERZINGER, 2008, p.48). Domingues (2004) define força como a capacidade máxima que um músculo ou grupo muscular pode gerar. Para ele o ganho de força pode ser resultante do recrutamento de fibras adicionais, que atuam de forma sincrônica, facilitando a contração e aumentando a capacidade do músculo em gerar força. O exercício isométrico é uma modalidade de treinamento que envolve uma contração muscular sem que ocorra alteração no comprimento do músculo (CANAVAN, 1995 apud DOMINGUES, 2004).

3 3 Segundo Weineck (2000 apud DOMINGUES, 2004), os exercícios isométricos são capazes de gerar altas taxas de força, além de possibilitar a estimulação de um músculo específico. A importância do presente trabalho respalda-se em novos estudos direcionados para os reais efeitos da eletroestimulação, com a corrente de média frequência na melhora da força muscular (ANTONIO; AGUIAR, 2002). Logo, justifica-se a elaboração de um estudo visando verificar se a eletroestimulação de média frequência, associada ou não a exercícios isométricos, é eficaz para obter aumento de força da musculatura reto abdominal, adquirindo protocolos mais precisos para tais fins. Por esses motivos observa-se que este poderá servir como um complemento para talvez esclarecer e ampliar as possibilidades voltadas à estética.

4 4 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Anatomia Segundo Calais (1992, p.19), os músculos sempre estão fixos a pelo menos dois ossos distintos, no entanto o abdômen faz parte de uma subdivisão do tronco, que fica situado entre o tórax e a pelve, contudo esse ao contrário das outras estruturas do tronco não tem proteção óssea (CEZAR, 2003). Com isso pode se dizer que o seu esqueleto é formado unicamente pela coluna vertebral e suas paredes laterais anteriores são constituídas por músculos (CEZAR, 2003). Para Cezar (2003), o reto do abdômen está recoberto por uma bainha, denominada bainha do reto do abdômen, sendo constituída pelas aponeuroses dos músculos largos da parede abdominal. Segundo Camargo et al. ([200-]), o reto abdominal é um músculo longo e plano, que tem suas fibras direcionadas na vertical, formado por duas bandas musculares que estendemse pela face ventral do abdômen e que são partidas verticalmente pela linha Alba (RASCH, 1991, p.124). Contudo Camargo et al. ([200-]), ainda complementam relatando que o reto do abdômen é intercedido horizontalmente por faixas fibrotendinosas designadas intersecções tendíneas, que o dividem em ventres, e o classificam como um músculo poli gástrico. De acordo com Graaff e Rhees (1991, p.153), a origem do músculo reto abdominal é feita por 3 porções de tamanhos desiguais nas cartilagens costais da 5ª, 6ª e 7ª costela do processo xifóide, e sua inserção é feita no osso pélvico, mais especificamente na sínfise púbica. Devido à sua linha de tração orientada verticalmente, é um primo-antagonista para a flexão da coluna vertebral, e um flexor lateral quando ativado apenas de um lado. (RASCH, 1991, p.124). Calais (1992, p.21), ainda ressalta que este é um poderoso flexor do tronco tendo por ação unir o apêndice xifóide à sínfise púbica, tornando a parede abdominal anterior tensa, e auxiliando na compressão do conteúdo abdominal.

5 5 2.2 Tecido muscular Segundo Graaff e Rhees (1991, p.5), os sistemas muscular e esquelético, são reunidos como músculo esquelético pelo papel funcional que exercem no suporte e locomoção do corpo. O músculo esquelético é composto por vários tipos de tecidos, entre eles se encontram as fibras musculares, o tecido nervoso, o sangue e os vários tipos de tecidos conjuntivos (POWERS; HOWLEY, 2000, apud DOMINGUES, 2004). Os músculos correspondem a cerca de metade do peso corporal, e estão em estado de contínua atividade, com isso representam a principal fonte de calor, sendo que no momento de um exercício intenso este calor passa a aumentar muito (GRAAFF; RHEES, 1991, p.71). O músculo esquelético é formado por milhares de fibras contráteis que são mantidas juntas por uma bainha de tecido conjuntivo (GUYTON; HALL, 2003). Na extremidade da fibra muscular o revestimento do sarcolema funde-se com uma fibra tendinosa que se une formando feixes ate compor um tendão muscular que ira se inserir no osso (GUYTON; HALL, 2003). As miofibrilas são os elementos contráteis da célula, cada miofibrila contém lado a lado 1500 filamentos de miosina e 3000 filamentos de actina que são grandes moléculas poliméricas responsáveis pela contração muscular (GUYTON; HALL, 2003). Nas laterais dos filamentos de miosina encontram se pequenas projeções, chamadas de pontes cruzadas, estas ao interagirem com os filamentos de actina irão produzir a contração (GRAFF; RHEES, 1991). Ainda vale ressaltar que as extremidades dos filamentos de actina estão presas ao disco Z, e será a partir desse que os filamentos irão se estender nas duas direções para cruzarse com os filamentos de miosina (GUYTON; HALL, 2003). Segundo Guyton e Hall (2003), a contração muscular acontece através de um potencial de ação que percorre um axônio motor até as fibras musculares, dessa forma em cada transmissão muscular existe uma quantidade de substância neurotransmissora chamada acetilcolina. Esta substância gera a abertura de numerosos canais protéicos de acetilcolina, que permitirá o influxo de grande quantidade de íons cálcio para o interior da membrana e da fibra muscular produzindo assim um potencial de ação que irá se propagar ao longo da fibra muscular (GUYTON; HALL, 2003).

6 6 Este potencial irá despolarizar a membrana, fazendo com que o retículo sarcoplasmático libere grande quantidade de íons de cálcio para as miofibrilas, estas irão gerar uma força atrativa entre os filamentos de actina e miosina fazendo com que ocorra o processo contrátil (GUYTON; HALL, 2003). Figura 1: Sequência de acontecimentos da contração muscular Fonte: (MATTHEWS, 2000 apud ERZINGER, 2008). Todas as unidades motoras dos músculos esqueléticos funcionam da mesma maneira, contudo são constituídas por fibras de um tipo especifico ou por uma subdivisão de um determinado tipo de fibra com o mesmo perfil metabólico (MCARDLE; KATCH; KATCH, 1998) Fibras Um músculo é formado por feixes cada vez menores de fibras musculares, primárias, secundárias e terciárias, separados e mantidos por paredes fibrosas que afinam paulatinamente, chamadas aponeuroses (CALAIS, 1992). Para Briel, Pinheiro e Lopes (2003, p.206), encontram-se na musculatura esquelética dois tipos distintos de fibras musculares, todavia cada tipo apresentará características histoquímicas e funcionais distintas.

7 7 Segundo Borges et al. (2006, p.146), cada fibra destas está apta a desenvolver uma função especifica, em consequência disso suas frequências de estimulação também apresentarão características próprias. Convém salientar que a constituição muscular é mista, entretanto prevalece sempre um tipo de fibra que irá definir as características funcionais deste (GUYTON; HALL, 2003, p.80). As fibras do tipo I, igualmente chamadas de fibras de contração lenta ou fibras tônicas, permitem os movimentos de todo o corpo (ERZINGER, 2008, p.32). Para Graaff e Rhees (1991, p.149) estas têm uma duração de contração de cerca de 100 microssegundos. Verifica-se que as fibras de contração lenta são fibras menores, inervadas por fibras nervosas pequenas que se ligam aos neurônios Aα2 (BRIEL, PINHEIRO e LOPES, 2003, p.207). Graaff e Rhees (1991, p.144) afirmam que elas obtêm energia do metabolismo oxidativo (aeróbico). Borges et al. (2006, p.148) descrevem que as fibras de contração lenta além de apresentarem alta concentração de enzimas mitocondriais são volumosas e numerosas e quando combinadas aos altos níveis de mioglobina proporcionam a pigmentação vermelha à mesma. A mioglobina se combina com o oxigênio e o armazena até que ele seja necessário, fazendo com que o transporte de oxigênio para as mitocôndrias seja acelerado ao músculo quando necessário (GUYTON; HALL, 2003, p.81). A vascularização deste tipo de fibra é alta, elas contêm uma grande quantidade de capilares que influenciam no tipo de função que realiza (GUYTON; HALL, 2003, p.81). Para Briel, Pinheiro e Lopes (2003, p.207), apresentam alta resistência à fadiga, por suportarem intensas atividades com grande capacidade de contração por longos períodos de tempo, estando assim apropriadas para os exercícios prolongados, ou seja, para atividades contínuas. Por sua vez as fibras de contração rápida, tipo II, ou fibras fásicas são principalmente encontradas nos músculos envolvidos em movimentos finos e precisos, sua duração de contração é cerca de 7,5 microssegundos (GRAAFF; RHEES, 1991, p.145). De acordo com Briel, Pinheiro e Lopes (2003, p.207) estas possuem coloração branca devido à pequena quantidade de capilares e pobre aporte sanguíneo que recebem.

8 8 Essas por sua vez, são maiores em diâmetro, e capazes de desenvolver maior força de contração, em um tempo significativamente mais curto, quando comparada às fibras do tipo I (DOMINGUES, 2004, p.20). Segundo Guyton e Hall (2003, p.80) essas fibras são bem espessas, e possuem um reticulo sarcoplasmático amplo para suprir a rápida liberação e capacitação de íons cálcio para gerar a contração. Dessa forma pode-se dizer que, essas fibras possuem alta capacidade para a transmissão eletroquímica dos potenciais de ação, um alto nível de atividade de miosina Atpase e um elevado ritmo de renovação das pontes cruzadas (DOMINGUES, 2004, p.21). Borges et al. (2006, p.148), afirmam que estas características têm total ligação com sua capacidade de gerar energia rapidamente para produzir contrações rápidas e vigorosas. Possuindo o retículo sarcoplasmático mais desenvolvido, as fibras do tipo II apresentam uma maior velocidade de ação, em torno de cinco a seis vezes mais rápidas que as do tipo I (BIENFAIT, 1993). Assim sendo, as contrações vigorosas dependem do metabolismo anaeróbico para produzir energia, ou seja, obtêm sua força essencialmente do sistema glicólico (GRAAFF; RHEES, 1991, p.144). Segundo alguns autores, estas são capazes de contrações rápidas e fortes, mas fadigam se rapidamente, em vista desses fatos são somente trabalhadas em exercícios extenuantes ou de freqüência rápida, passando a ser utilizadas em breves movimentos de força intensa (BORGES et al., 2006, p.149). Para Wilmore e Costill (2001), os músculos são compostos por aproximadamente 50% de fibras tipo I, e 50 % do tipo II, que são subdivididas em 25% de fibras do tipo IIa, 22% de fibras do tipo IIb e 3% de fibras do tipo IIc. Segundo Smith, Weiss e Lehmkuhl (1997, apud DOMINGUES, 2004), as diferenças existentes entre as fibras de contração rápida, não são totalmente esclarecidas, mas acredita-se que as fibras do tipo IIa, também chamadas de fibras glicolíticas rápidas, são maiores em diâmetro, tem elevado potencial oxidativo, além de serem mais resistentes a fadiga e produzirem mais força. Para Fox, Bowers e Foss (1991, apud ERZINGER, 2008), as fibras do tipo IIb, possuem grande capacidade glicolítica, alta produção de força mas são sensíveis a fadiga. Conforme Salgado (1999, apud ERZINGER, 2008) as fibras do tipo IIc, são pouco distinguidas, pois apresentam características intermediarias entre as do tipo IIa e IIb.

9 9 Para Domingues (2004, p.22), as fibras do tipo I e II são assim denominadas pela diferença molecular de suas miosinas Atpase que são diferenciadas por suas velocidades de ação. 2.3 Corrente russa Os fenômenos físicos envolvendo a eletricidade são observados desde os tempos antigos, entretanto, somente nos últimos séculos é que os pesquisadores passaram a entendêlos (GUIRRO; GUIRRO, 2002). Para Borges et al. (2006, p.154), as correntes de média frequência são muito utilizadas por serem relativamente agradáveis, e causarem uma tensão máxima nos músculos quando usadas com intensidades suficientes. Na década de 1970 trabalhos foram publicados dando conta de que uma corrente interrompida de média frequência (2500 Hz) foi utilizada para prover maior ganho de força muscular que aquela obtida através da contração muscular voluntária. Esta forma de corrente foi denominada de corrente russa, e sua técnica terapêutica foi chamada de estimulação russa (BORGES et al., 2007). Para Low e Reed (2001, p.69), as correntes de media frequência consistem em correntes homogeneamente alternadas de 2.500Hz, aplicadas como uma série de disparos separados. Atualmente a corrente de média frequência, pode ser definida como uma corrente alternada, com onda senoidal, com frequência portadora (entre 2500 e 5000hz), que pode ser modulada por tempo (burst), criando um intervalo interbursts de 10 microssegundos para fornecer 50 trens de pulsos por segundo (ERZINGER, 2008, p.44; BORGES et al., 2006, p.152). Na corrente alternada o fluxo de elétrons muda constantemente de direção (bidirecional), ou seja, inverte sua polaridade (BORGES et al., 2007). Segundo Hooker (2001, apud BORGES et al., 2007), quando gerada com o efeito burst, a corrente total é diminuída. Isto permite maior tolerância da intensidade da corrente pelo indivíduo. Quanto mais as intensidades aumentam, mais nervos motores são estimulados, aumentando a magnitude da contração. Para Gerleman (2003, apud BORGES et al., 2007), a modulação é uma variação ordenada dos ajustes empregados nos equipamentos, com o objetivo de obter a máxima eficácia quanto aos resultados pretendidos.

10 10 Segundo Guirro e Guirro (2002, p ), a maior resistência à passagem da corrente elétrica, no organismo humano é imposta pelo revestimento cutâneo, aonde a camada córnea é a principal barreira. Brasileiro, Castro e Parizotto (2002) expõem que a corrente é aplicada através de eletrodos fixados sobre a pele, sendo estes feitos de uma borracha de silício eletricamente condutora, que serve como interface entre o estimulador e os tecidos do paciente. Domingues (2004, p.47), ainda destaca a necessidade de utilizar um agente de acoplamento como o gel hidrossolúvel, para que seja fornecido um caminho de menor resistência à corrente elétrica. Contudo Borges et al. (2006, p.177), ainda relatam que na busca de uma melhor qualidade no trabalho de eletroestimulação é comum o uso da técnica de colocação dos eletrodos, levando-se em consideração os pontos motores. Para Guirro e Guirro (2002, p.166), os pontos motores são áreas ótimas para a estimulação dos músculos esqueléticos, possibilitando dessa forma, que a impedância da passagem da corrente seja menor. Domingues (2004, p.47), relata que essa área se caracteriza por uma alta condutância elétrica e uma baixa resistência cutânea ficando geralmente situada na porção média do músculo. Para Low e Reed (2001, p.132), ao contrário da contração voluntária, a estimulação elétrica máxima pode fazer com que quase todas as unidades motoras em um músculo se contraiam sincronizadamente, permitindo contrações musculares mais fortes e como consequência gerando maior hipertrofia muscular. Weineck (2000 apud DOMINGUES, 2004, p.49), diz que uma variedade de ganhos terapêuticos podem ser obtidos através da utilização da Corrente Russa, dentre eles o mais pronunciado é o fortalecimento muscular. Guirro e Guirro (2002, p.238), descrevem que a contração muscular pode ser classificada em isométrica, quando os segmentos articulares não são mobilizados, dessa forma o treinamento muscular através da eletroestimulação é uma forma especial de treinamento isométrico, pois o trabalho é feito contra uma resistência fixa. Domingues (2004) relata que para aconteçer o ganho de força, o recrutamento das fibras durante uma contração estimulada eletricamente segue um padrão oposto ao de uma contração voluntária, onde as fibras do tipo I (lentas) serão recrutadas primeiramente e posteriormente as do tipo II (rápidas).

11 11 Contudo, durante a eletroestimulação, o recrutamento ocorre de forma inversa, onde as fibras do tipo II serão as primeiras a serem recrutadas (GUIRRO; GUIRRO, 2002, p.162). A eletroestimulação é um método de fortalecimento mais efetivo, sendo que as fibras de contração rápida possuem características de desenvolverem mais força (WILMORE; COSTILL, 2001). 2.4 Exercícios isométricos Domingues (2004), expõe que o músculo esquelético estriado é o responsável pela capacidade de locomoção, este conecta-se aos ossos gerando a habilidade do movimento. Para Souza ([200-]), as pequenas estrias visíveis por todo o músculo são as responsáveis pela contração muscular, e denominadas de sarcômeros. Quando o músculo contrai, estes sarcômeros aproximam-se, e quando relaxa se distanciam, portanto na isometria, os sarcômeros tendem a se manter próximos. Para Gardiner (1995 apud DOMINGUES, 2004, p.23), o trabalho muscular envolve um aumento da tensão intramuscular, contudo a partir do momento que essa força é aumentada sem que haja alteração no comprimento do músculo, ela passa a ser denominada contração isométrica. O exercício isométrico é uma modalidade de treinamento que envolve uma contração muscular sem que ocorra alteração no comprimento do músculo, ou seja, constitui-se da capacidade de manter a contração muscular num determinado ângulo (CANAVAN, 1995 apud DOMINGUES, 2004). Para Souza ([200-]), através da isometria é possível se exercitar parado, tendo em vista que a tensão é desenvolvida contra uma resistência imóvel. Domingues (2004, p.23), relata que neste caso, as ligações do músculo permanecem estacionárias, fazendo com que este trabalhe estaticamente. Weineck (2000 apud DOMINGUES, 2004), expõe as vantagens de estar utilizando um treinamento estático, e ainda relata que é um treinamento de fácil execução, capaz de gerar altas taxas de força possibilitando a estimulação de um músculo específico. Souza ([200-]), ainda destaca que pacientes em reabilitação devido a problemas musculoesqueléticos podem ser beneficiados por exercícios isométricos, pois ocorre um aumento da força muscular, principalmente quando a imobilização articular limita exercícios dinâmicos.

12 12 Uma das principais vantagens do treinamento isométrico é a diminuição da sobrecarga articular, fazendo com que atletas que possuem limitações ou tenham passado por alguma cirurgia, possam continuar treinando e se recuperando aos poucos (SOUZA, ([200-]). 2.5 Teste de força segundo Kendall Os testes de força muscular, são provas que determinam a capacidade dos músculos para desempenhar o movimento, e verificam a sua habilidade para promover estabilidade e suporte aos segmentos corporais (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). Clarkson (2002) define que esses testes são parte integrante dos procedimentos necessários para a avaliação da função e da força de músculos individuais e de grupos musculares. Este ainda afirma que a execução adequada do teste de força muscular é essencial na averiguação da progressão e da eficácia do tratamento. Para Caromano et al. (2004, p.418), a avaliação da força muscular por meio do teste manual fornece informações relevantes na compreensão do desempenho e da evolução funcional do sujeito, sendo assim uma rotina de exames já estabelecida e validada. A força muscular é um dos atributos examinados em um perfil de aptidão física, desta forma a cuidadosa observação, palpação e posicionamento correto são essenciais para a validade destas (MAGEE, 1997 apud NORONHA, 2004, p.105). Kendall, Mccreary e Provance (1995), relatam que o paciente deve estar em decúbito dorsal com as pernas estendidas. Observa-se ainda que se os músculos flexores do quadril forem curtos e impedirem a inclinação pélvica posterior com a retificação da coluna lombar, deve ser colocado um rolo sob os joelhos para fletir passivamente os quadris o suficiente para permitir que a coluna fique reta. A estabilização dos pés permitirá que os flexores de quadril iniciem o levantamento do tronco através da flexão da pelve sobre as coxas (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). A pessoa deve fazer um enrolamento de tronco lentamente, completando a flexão da coluna (desse modo completando a amplitude de movimento que pode ser realizada pelos músculos abdominais). Sem interromper o movimento, a pessoa prossegue para a fase de flexão do quadril (sentar-se acima) com fins de obter uma forte resistência contra os músculos abdominais para obter uma prova adequada (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995).

13 13 A fase de flexão de quadril proporciona uma resistência forte contra os abdominais porque os flexores do quadril tracionam fortemente para baixo sobre a pelve na medida em que os abdominais trabalham para manter a pelve na direção da inclinação posterior (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). Na graduação de força para o grau normal o paciente é colocado com as mãos atrás da cabeça, a pessoa é capaz de fletir a coluna vertebral e mantê-la fletida enquanto entra-se na fase de flexão de quadril e passa-se à posição sentada. Os pés podem ser mantidos embaixo durante a fase de flexão do quadril, se necessário, mas é preciso uma observação cuidadosa para certificar-se de que a pessoa mantém a flexão do tronco (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). Figura 2: Teste de força de abdominais- Grau Normal Fonte: (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). Como muitas pessoas são capazes de sentar-se acima com o tronco enrolado e as mãos trançadas atrás da cabeça, geralmente é possível que a pessoa coloque as mãos nessa posição, inicialmente, e tente fazer o teste. Contudo, se houver dúvidas sobre a dificuldade do teste, comece com os braços estendidos para frente, progrida para a colocação dos braços cruzados sobre o tórax e então para as mãos trançadas atrás da cabeça (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). No grau bom o paciente está com os braços cruzados sobre o tórax, a pessoa é capaz de fletir a coluna vertebral e mantê-la fletida enquanto entra na fase de flexão do quadril e passa para a posição sentada (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). Figura 3: Teste de força de abdominais- Grau Bom Fonte: (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995).

14 14 No grau regular o paciente está com os braços estendidos para frente, a pessoa é capaz de fletir a coluna vertebral e mantê-la fletida enquanto entra na fase de flexão do quadril e passa para a posição sentada (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). Figura 4: Teste de força de abdominais- Grau Regular e Grau Fraco Fonte: (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995). Já no grau fraco, o paciente está com braços estendidos para frente, a pessoa é capaz de fletir a coluna vertebral, mas é incapaz de manter a flexão enquanto tenta entrar na fase de flexão do quadril (KENDALL, MCCREARY e PROVANCE, 1995).

15 15 3 METODOLOGIA Este trabalho propôs como estratégia de pesquisa, um estudo qualitativo, tendo em vista que para Rodrigues (2007), uma pesquisa qualitativa geralmente é descritiva, nesta as informações obtidas não podem ser quantificáveis, os dados obtidos são analisados indutivamente e a interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são básicas no processo de pesquisa. Para Richardson (1990, p.90), a escolha do método qualitativo dá-se devido a essa pesquisa ser caracterizada como tentativa de uma compreensão detalhada dos significados e características apresentados no problema. O estudo concentra-se no tipo descritivo explanatório, com intuito de avaliar se existe diferença na força da musculatura do reto abdominal através da utilização da eletroestimulação de média frequência associada ou não a exercícios isométricos. Citando Richardson (1990, p. 146), o estudo descritivo se apresenta com o propósito de fazer afirmações para descrever aspectos de uma população ou analisar a distribuição de determinadas características ou atributos. A pesquisa foi realizada no período de abril e maio de 2010, no Centro de Estética da Universidade do Vale de Itajaí (UNIVALI), no Campus de Balneário Camboriu. A pesquisa teve como participantes 4 voluntarias do sexo feminino, estudantes do quinto período do curso de cosmetologia e estética de Balneário Camboriu, na faixa etária entre 18 e 30 anos. Estas foram selecionadas de forma aleatória perante a queixa principal apresentada de fraqueza em região reto abdominal. Posteriormente foram submetidas a uma avaliação (Apêndice A) e ao teste de Kendall (teste que avalia a força da musculatura de reto abdominal em diversos graus: fraco, regular, bom e normal). Logo após estas foram dividas em dois grupos de forma aleatória, onde um grupo fez somente a utilização da eletroestimulação de média freqüência e o outro grupo fez o uso desta estimulação associada ao exercício isométrico. As voluntárias foram submetidas a um total de 10 atendimentos com 30 minutos de duração. Como instrumento de pesquisa foi utilizado o aparelho de eletroestimulação de média freqüência conhecido como corrente russa (Stim cell), fabricado pela Advice. Este aparelho possui uma corrente excitomotora de média freqüência, alternada interrompida e seletiva.

16 16 Para realização do tratamento as voluntarias foram posicionadas em uma maca, em decúbito dorsal, onde foi realizada a assepsia prévia da região do abdômen com álcool 70% e algodão para uma melhor fixação dos eletrodos. Estes foram colocados com gel neutro e envolvidos nas faixas de fixação. Foi feita a utilização de três canais do equipamento, a onde o primeiro canal foi colocado na porção proximal do músculo, o segundo na porção medial do músculo e o terceiro na porção distal deste, sendo que em cada porção deste músculo encontravam se três eletrodos localizados no lado direito e três eletrodos localizados no lado esquerdo. O protocolo de tratamento utilizado no equipamento foi uma corrente de média freqüência com potencia de 2500Hz, modulada em 20Hz a 30Hz para fibras vermelhas e de 50 Hz a Hz para fibras brancas, variando de acordo com as sessões. Tabela 1: Protocolo de tratamento. Sessão Frequência Relação de fase Tempo 1ª 20Hz-50Hz 50% 30 minutos 2ª 20Hz-55Hz 50% 30 minutos 3ª 20Hz-60Hz 50% 30 minutos 4ª 25Hz-80Hz 50% 30 minutos 5ª 25Hz-85Hz 50% 30 minutos 6ª 25Hz-90Hz 50% 30 minutos 7ª 30Hz-90Hz 50% 30 minutos 8ª 30Hz-100Hz 50% 30 minutos 9ª 30Hz-100Hz 50% 30 minutos 10ª 30Hz-100Hz 50% 30 minutos Fonte: As autoras, O equipamento foi modulado com uma relação de fase (ciclo) de 50%, com sustentação de 8 (segundos) e repouso de 10 (segundos), para ambos os grupos, porém em um dos grupos, juntamente com o período de sustentação do equipamento foi realizado o exercício isométrico fazendo uma contração da musculatura do reto abdominal. Para Advice (2010), relação de fase é o período em que a fibra muscular é trabalhada durante um tempo e no restante esta é estimulada com uma baixa intensidade. Ainda vale ressaltar que a intensidade colocada em cada sessão no equipamento foi à máxima suportada por cada voluntária, com isso esta dependeu da resistência da fibra de cada uma, não causando nenhum tipo de dor ou desconforto.

17 17 Após as dez sessões, as voluntárias fizeram novamente a avaliação (Apêndice A) e o teste de kendall, para verificar a existência de alguma diferença na força da musculatura reto abdominal. Para coleta e tabulação dos dados foram utilizadas as fichas de avaliação (Apêndice A), o teste de Kendall e o software Excel. Os dados foram avaliados através de gráficos e tabelas antes e depois do tratamento conforme a força muscular apresentada. O trabalho em questão foi aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade do Vale do Itajaí.

18 18 4 ANÁLISE DOS DADOS Na primeira sessão foi realizado o teste de Kendall de maneira individual, na qual cada voluntária se posicionou de forma sentada na maca com as pernas estendidas sendo que a posição dos membros superiores variava de acordo com o grau de força abdominal que cada uma apresentava. A voluntária V1, iniciou o teste com os braços estendidos para frente, conseguia fletir a coluna vertebral até quase encostar-se à maca apresentando uma flexão de quadril, contudo apresentou grande tremor e muita dificuldade para vencer a gravidade ao retornar a posição inicial. Desta forma de acordo com teste de Kendall, esta voluntária se apresentou em grau fraco de musculatura reto abdominal. Já a voluntária V2, iniciou o teste com os braços estendidos para frente, esta conseguiu fletir a coluna vertebral e a manteve, enquanto retornava a posição inicial apresentou um leve tremor, mas conseguiu vencer a gravidade com dificuldade, sendo classificada de acordo com o teste de Kendall em grau regular de força da musculatura reto abdominal. As voluntárias V3 e V4, iniciaram o teste com os braços estendidos para frente, fizeram a inclinação pélvica posterior chegando a fletir a coluna vertebral até alcançar a maca e retornaram a posição inicial de flexão do quadril. Contudo vale ressaltar que estas no momento da flexão do quadril para tentar sustentar a musculatura abdominal, elevaram os membros inferiores utilizando-os como alavanca para o movimento. Isso porque a musculatura do reto abdominal apresentou grande fraqueza e precisou da musculatura de flexores de quadril para conseguir vencer a gravidade e retornar a posição inicial. Após o teste, as voluntárias foram divididas nos grupos, na qual o Grupo 1 (G1), fez somente a utilização da estimulação de média frequência e o Grupo 2 (G2), utilizou a estimulação de média frequência associada aos exercícios isométricos. Convém ainda ressaltar que a intensidade da corrente foi aumentada gradativamente durante o tratamento, até a promoção de uma contração vigorosa, mas sempre de acordo com a tolerância de cada voluntária. Observa-se na tabela (2) que as voluntárias que realizaram a corrente de média frequência com os exercícios isométricos foram as que suportaram intensidades mais altas.

19 19 Tabela2: Intensidade da corrente utilizada nas sessões Voluntária V1(Grupo1) V2(Grupo1) V3(Grupo2) V4(Grupo2) Média de intensidade 33,7 (ma) 31,1(mA) 39,3(mA) 45,5(mA) Fonte: As autoras, Ao término destas foi novamente realizado o teste de Kendall, na qual apresentou os seguintes resultados: A voluntária V1 apresentou uma evolução passando do grau fraco (T1), para o grau regular (T2), pois esta realizou o teste de Kendall sem apresentar algum tremor durante o movimento. A voluntária V2 passou do grau regular (T1), para o grau bom (T2), essa conseguiu realizar a flexão da coluna vertebral com os braços cruzados sobre o tórax e retornar a posição inicial, vencendo a gravidade com mais facilidade. Já a voluntária V3 passou do grau Fraco (T1), para o grau bom (T2), essa conseguiu realizar a flexão da coluna vertebral com os braços cruzados sobre o tórax e retornar a posição inicial vencendo a gravidade sem apresentar nenhuma dificuldade eliminando toda e qualquer ajuda da musculatura de flexores de quadril. Por sua vez a voluntária V4 foi a que apresentou um resultado mais significativo passando do grau Fraco (T1) para o grau Normal (T2), sendo que esta conseguiu fletir a coluna vertebral e retornar a posição inicial, porém realizou o movimento com os membros superiores cruzados atrás da cabeça (vencendo a gravidade), além de não necessitar de auxilio dos flexores do quadril como no primeiro teste para retornar ao movimento inicial. Diante dos resultados relatados pode-se observar, através da análise comparativa entre o T1 e o T2, que houve uma grande diferença entre o grupo 1 (grupo que utilizou somente a estimulação de média frequência) e o grupo 2 (grupo que realizou isometria associada à utilização de estimulação de média frequência).

20 Graduação de Força 20 Teste de Kendall 2,5 Normal 2 Bom 1,5 Regular 1 Fraco 0,5 Teste 1 Teste 2 0 V 1 V 2 V 3 V 4 Grupo 1 Grupo 2 Gráfico1: Avaliação da força muscular entre o Teste 1 e o Teste 2. Fonte: As autoras, 2010 Bienfait (1993 apud DOMINGUES, 2004), relata que o exercício isométrico é o método mais rápido para se obter hipertrofia muscular em um determinado ponto. Por sua vez Silvini e Lucena (1999), através de um estudo de fortalecimento do quadríceps (contração isométrica e flexão do joelho em cadeia cinética fechada), verificaram o desenvolvimento da força muscular através da Corrente Russa em indivíduos saudáveis, e verificaram que a eletroestimulação é realmente eficaz num programa de fortalecimento muscular, quando associada a exercícios de fortalecimento. Contudo em relação à variável em questão em ambos os grupos foi observado uma evolução significativa no aumento da força da musculatura reto abdominal. Sendo que Santos, Nicolau e Pacheco ([200-]) em um estudo realizado com 24 voluntárias utilizando a corrente russa foi observado um aumento significativo da força da musculatura reto abdominal. Para Grilo e Simões (2003), a eletroterapia é capaz de aumentar a força muscular de forma semelhante ou mesmo superior ao aumento proporcionado pelo exercício físico, sendo este considerado um método suplementar de treinamento de força muito útil. Logo, na presente pesquisa, também pode se encontrar total relação entre a intensidade e o aumento de força.

Fisiologia Humana. Prof. Ms.Sandro de Souza

Fisiologia Humana. Prof. Ms.Sandro de Souza Prof. Ms.Sandro de Souza Existem 3 tipos de Tecido Muscular Liso Forma a parede de diversos órgãos. São constituídos de fibras fusiformes, mas muito mais curtas do que as fibras musculares esqueléticas:

Leia mais

Sistema Muscular PROF. VINICIUS COCA

Sistema Muscular PROF. VINICIUS COCA Sistema Muscular PROF. VINICIUS COCA MUSCULO CARDÍACO (MIOCÁRDIO) Músculo cardíaco possui anatomia própria, diferindo anatômica e funcionalmente dos outros tipos musculares. MÚSCULO LISO O músculo liso

Leia mais

Eletroestimulação. ELETROESTIMULAÇÃO (Histórico) O que é??? FISIOLOGIA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR E CONDUÇÃO NERVOSA

Eletroestimulação. ELETROESTIMULAÇÃO (Histórico) O que é??? FISIOLOGIA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR E CONDUÇÃO NERVOSA Eletroestimulação Profa. Andreza Caramori de Moraes Profa. Narion Coelho Prof. Paulo Angelo Martins O que é??? A eletroestimulação é um mecanismo que simula a passagem do impulso nervoso, levando o músculo

Leia mais

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular:

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular: Corpo Humano Tipos de Tecidos Tipos de tecido muscular: Esquelético Liso Cardíaco Principais funções dos músculos: 1.Movimento corporal 2.Manutenção da postura 3.Respiração 4.Produção de calor corporal

Leia mais

CONTRAÇÃO MUSCULAR. Diego V. Wilke

CONTRAÇÃO MUSCULAR. Diego V. Wilke CONTRAÇÃO MUSCULAR Diego V. Wilke Fibra muscular lisa Núcleo Estrias Fibra muscular cardíaca Núcleo Discos Intercalares Fonte: Malvin et al., 1997. Concepts in humam Physiology Tipos de músculo Esquelético

Leia mais

TRATAMENTO COM ELETROLIPOFORESE PARA FIBRO EDEMA GELÓIDE EM REGIÃO GLÚTEA

TRATAMENTO COM ELETROLIPOFORESE PARA FIBRO EDEMA GELÓIDE EM REGIÃO GLÚTEA TRATAMENTO COM ELETROLIPOFORESE PARA FIBRO EDEMA GELÓIDE EM REGIÃO GLÚTEA RINALDI, C. L.W.; SPESSATO, L. C. Resumo: O objetivo do presente estudo foi avaliar o benefício da eletrolipoforese no tratamento

Leia mais

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO Éder Cristiano Cambraia 1 Eduardo de Oliveira Melo 2 1 Aluno do Curso de Pós Graduação em Fisiologia do Exercício. edercambraiac@hotmail.com 2 Professor

Leia mais

MIOLOGIA. Prof.: Gustavo M. Pires

MIOLOGIA. Prof.: Gustavo M. Pires MIOLOGIA Prof.: Gustavo M. Pires INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Os músculos são estruturas que movem os segmentos do corpo por encurtamento da distância que existe entre suas extremidades fixadas, ou seja, por

Leia mais

CÉLULAS MUSCULAR Fibra Muscular. Membrana celular- SARCOLEMA Citoplasma- SARCOPLASMA REL RETÍCULO SARCOPLASMÁTICO Mitocôndrias- SARCOSSOMAS

CÉLULAS MUSCULAR Fibra Muscular. Membrana celular- SARCOLEMA Citoplasma- SARCOPLASMA REL RETÍCULO SARCOPLASMÁTICO Mitocôndrias- SARCOSSOMAS CÉLULAS MUSCULAR Fibra Muscular Membrana celular- SARCOLEMA Citoplasma- SARCOPLASMA REL RETÍCULO SARCOPLASMÁTICO Mitocôndrias- SARCOSSOMAS Diâmetro fibra muscular: músculo considerado; idade; sexo; estado

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Os seres mais basais possuem capacidade de reação a estímulos ambientais; Células procariontes, metazoários contraem

Leia mais

Prof. Dr. Sergio Augusto Cunha MÚSCULOS

Prof. Dr. Sergio Augusto Cunha MÚSCULOS MÚSCULOS SISTEMAS Prof. Dr. Sergio Augusto Cunha SISTEMA MUSCULAR Tecido conjuntivo. Tecido muscular. Funcionamento dos músculos. Formas dos músculos. Tipos de contrações musculares. Tipos de fibras musculares.

Leia mais

Ciências Morfofuncionais- I Sistema Muscular

Ciências Morfofuncionais- I Sistema Muscular Ciências Morfofuncionais- I Sistema Muscular HISTOLOGIA EMBRIOLOGIA ANATOMIA FISIOLOGIA Professores: Andreza, Clarissa, Lillian, Lucinda e Ricardo Organização estrutural do Sistema Muscular Célula célula

Leia mais

CAROLINA DE LIMA LOPES ESTUDO SOBRE A EFICÁCIA DA ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR DE MÉDIA FREQÜÊNCIA NA HIPOTROFIA MUSCULAR GLÚTEA EM MULHERES JOVENS

CAROLINA DE LIMA LOPES ESTUDO SOBRE A EFICÁCIA DA ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR DE MÉDIA FREQÜÊNCIA NA HIPOTROFIA MUSCULAR GLÚTEA EM MULHERES JOVENS CAROLINA DE LIMA LOPES ESTUDO SOBRE A EFICÁCIA DA ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR DE MÉDIA FREQÜÊNCIA NA HIPOTROFIA MUSCULAR GLÚTEA EM MULHERES JOVENS CASCAVEL 2004 CAROLINA DE LIMA LOPES ESTUDO SOBRE

Leia mais

MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG

MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG Fábio Alexandre Moreschi Guastala 1, Mayara

Leia mais

ESTRUTURA, FUNÇÃO E CONTROLE DO MOVIMENTO

ESTRUTURA, FUNÇÃO E CONTROLE DO MOVIMENTO ESTRUTURA, FUNÇÃO E CONTROLE DO MOVIMENTO Prover um meio de comunicação p/ coordenar o trabalho de bilhões de células Perceber e responder aos eventos nos ambientes externo e interno Controlar os movimentos

Leia mais

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural AVALIAÇÃO POSTURAL 1. Desenvolvimento Postural Vantagens e desvantagens da postura ereta; Curvas primárias da coluna vertebral; Curvas Secundárias da coluna vertebral; Alterações posturais com a idade.

Leia mais

Características: Células alongadas e grande quantidade de filamentos contráteis; Origem mesodérmica;

Características: Células alongadas e grande quantidade de filamentos contráteis; Origem mesodérmica; Características: Células alongadas e grande quantidade de filamentos contráteis; Origem mesodérmica; Características: Tipos: Músculo estriado esquelético; Músculo estriado cardíaco; Músculo liso; Músculo

Leia mais

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte I

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte I EXERCÍCIOS RESISTIDOS Parte I DESEMPENHO MUSCULAR Capacidade do músculo realizar trabalho. Elementos fundamentais: Força Potência muscular Resistência à fadiga FATORES QUE AFETAM O DESEMPENHO MUSCULAR

Leia mais

CAPÍTULO 6 TECIDO MUSCULAR

CAPÍTULO 6 TECIDO MUSCULAR CAPÍTULO 6 TECIDO MUSCULAR 1 Características Histológicas O tecido muscular é constituído por células alongadas que possuem grande quantidade de filamentos citoplasmáticos com proteínas contráteis. Esse

Leia mais

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano.

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano. Biomecânica Parte do conhecimento da Ergonomia aplicada ao trabalho origina-se no estudo da máquina humana. Os ossos, os músculos, ligamentos e tendões são os elementos dessa máquina que possibilitam realizar

Leia mais

Page 1. Tipos de Força. Força máxima. Força rápida. Força de resistência. Força reactiva

Page 1. Tipos de Força. Força máxima. Força rápida. Força de resistência. Força reactiva Bibliografia Adaptações do aparelho locomotor ao exercício físico e à inactividade Cap. 5 (pp. 107-138). Efeitos da actividade física nos tecidos não contrácteis. Cap. 8 (pp. 124-183). Adaptações neuromusculares

Leia mais

TECIDO MUSCULAR CARACTERÍSTICAS

TECIDO MUSCULAR CARACTERÍSTICAS TECIDO MUSCULAR CARACTERÍSTICAS O tecido muscular é formado por células alongadas ricas em filamentos (miofibrilas), denominadas fibras musculares. Essas células tem origem mesodérmica e são muito especializadas

Leia mais

Miologia anatomia e fisiologia dos músculos

Miologia anatomia e fisiologia dos músculos ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS Miologia anatomia e fisiologia dos músculos Valdirene Zabot valdirene@unochapeco.edu.br Tipos de tecido O tecido muscular e, consequentemente, os músculos, são classificados,

Leia mais

Tecido Muscular e Contração

Tecido Muscular e Contração Tecido Muscular e Contração Aula ao Vivo Características gerais: Constitui os músculos Originado do mesoderma; Relacionado à locomoção e movimentação de substâncias internas do corpo em função da capacidade

Leia mais

C. Guia de Treino ------------------------------------------------

C. Guia de Treino ------------------------------------------------ C. Guia de Treino ------------------------------------------------ A FORÇA / RESISTÊNCIA ( FUNÇÃO MOVIMENTO OSCILAÇÃO ) A01 Joelhos inclinados Com os pés afastados na plataforma, segure a barra de apoio

Leia mais

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola Professora Mestre em Ciências Escola de Educação Física e Esporte Universidade de São Paulo CONTEÚDO Conceitos básicos. Princípios biológicos do treinamento.

Leia mais

fibras musculares ou miócitos

fibras musculares ou miócitos Os tecidos musculares são de origem mesodérmica e relacionam-se com a locomoção e outros movimentos do corpo, como a contração dos órgãos do tubo digestório, do coração e das artérias. As células dos tecidos

Leia mais

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc.

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles,

Leia mais

ANATOMIA TEMA DA AULA: O SISTEMA MUSCULAR

ANATOMIA TEMA DA AULA: O SISTEMA MUSCULAR ANATOMIA TEMA DA AULA: O SISTEMA MUSCULAR Objetivos Mediar os conhecimentos científicos dos conteúdos propostos para que o aluno seja capaz de: Entender a morfologia dos músculos estriados esqueléticos;

Leia mais

Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP)

Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) INTRODUÇÃO O ligamento cruzado posterior (LCP) é um dos ligamentos menos lesados do joelho. A compreensão dessa lesão e o desenvolvimento de novos tratamentos

Leia mais

OS BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA LOMBALGIA

OS BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA LOMBALGIA OS BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA LOMBALGIA WELLINTON GONÇALVES DO SANTOS ¹ RICARDO BASÍLIO DE OLIVEIRA CALAND² LUCIANA ALVES BRANDÃO³ SONNALE DA SILVA ARAÚJO4 RESUMO A dor lombar é um mal recorrente

Leia mais

Por que devemos avaliar a força muscular?

Por que devemos avaliar a força muscular? Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Docência Personal Trainer Por que devemos avaliar a força muscular? Desequilíbrio Muscular;

Leia mais

Tecidos Nervoso e Muscular

Tecidos Nervoso e Muscular Material de apoio para Monitoria Questão 1 (Feio-Lemos, 2014) No esquema abaixo está representada a anatomia geral de um neurônio. Acerca da mesma, responda o que se pede. a b c d e f Meio intracelular

Leia mais

Categorias de Músculos

Categorias de Músculos URI Curso de Psicologia Prof. Claudio Alfredo Konrat Aparelho Locomotor: ossos, junturas e músculos Os músculos constituem os elementos ativos do movimento Os ossos constituem os elementos passivos do

Leia mais

Força e hipertrofia muscular. Msd. Júlia Veronese Marcon

Força e hipertrofia muscular. Msd. Júlia Veronese Marcon Força e hipertrofia muscular Msd. Júlia Veronese Marcon Função do músculo esquelético Contratilidade; Produz movimento humano (ex: locomoção, postura); Produz contra-inclinação muscular aumentando a resistência

Leia mais

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

LOCOMOÇÃO. Grupo: Fábio Pais Fábio Santana Lucas Silveira Tathiane da Silva. Disciplina: Ecofisiologia de organismos Nectônicos

LOCOMOÇÃO. Grupo: Fábio Pais Fábio Santana Lucas Silveira Tathiane da Silva. Disciplina: Ecofisiologia de organismos Nectônicos LOCOMOÇÃO Grupo: Fábio Pais Fábio Santana Lucas Silveira Tathiane da Silva Disciplina: Ecofisiologia de organismos Nectônicos Introdução: Tipos de esqueleto e suas estruturas; Tipos de músculos e funcionamento;

Leia mais

Identificação das Limitações do Organismo Humano

Identificação das Limitações do Organismo Humano Disciplina: Ergonomia Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO 03 Noções Básicas de Anatomia e Fisiologia Identificação das Limitações do Organismo Humano SISTEMA MÚSCULO - LIGAMENTAR É o responsável pela movimentação

Leia mais

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Object 1 Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Curso de Educação Física. Centro Universitário Toledo de Araçatuba - UNITOLEDO. (Brasil) Prof. Mário Henrique

Leia mais

O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro

O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro O corpo humano é projetado para funcionar como uma unidade, com os músculos sendo ativados em seqüências especifica para produzir um

Leia mais

Histologia do Tecido Muscular

Histologia do Tecido Muscular Histologia do Tecido Muscular Vera Regina Andrade, 2014 Células ou fibras alongadas possuem proteínas contráteis Com capacidade de contração e distensão, proporcionando os movimentos corporais Três tipos

Leia mais

O USO DA ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR DE MÉDIA FREQÜÊNCIA NA REDUÇÃO DA PERIMETRIA ABDOMINAL NA MULHER ESTUDO DE CASO

O USO DA ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR DE MÉDIA FREQÜÊNCIA NA REDUÇÃO DA PERIMETRIA ABDOMINAL NA MULHER ESTUDO DE CASO O USO DA ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR DE MÉDIA FREQÜÊNCIA NA REDUÇÃO DA PERIMETRIA ABDOMINAL NA MULHER ESTUDO DE CASO Giselle Freitas Barbalho 1,2, Orlando Souza de Menezes 2 ; Thiago Gonçalves Alves

Leia mais

Quick Massage. Venha ser um membro filiado e compartilhar. seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com. Denis Fernando de Souza

Quick Massage. Venha ser um membro filiado e compartilhar. seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com. Denis Fernando de Souza Quick Massage Venha ser um membro filiado e compartilhar seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com Denis Fernando de Souza HISTÓRICO QUICK MASSAGE (MASSAGEM RÁPIDA) Algumas literaturas trazem

Leia mais

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES Utilizando os Princípios do Pilates Contemporâneo para atingir um nível ótimo de condição física. Por Moira Merrithew, STOTT PILATES Executive Director, Education

Leia mais

Educação Física 1.ª etapa- 9. o ano

Educação Física 1.ª etapa- 9. o ano Educação Física 1.ª etapa- 9. o ano CONHECENDO MEU CORPO DURANTE O EXERCÍCIO DESCUBRA PORQUE É TÃO IMPORTANTE ACOMPANHAR OS BATIMENTOS CARDÍACOS ENQUANTO VOCÊ SE EXERCITA E APRENDA A CALCULAR SUA FREQUÊNCIA

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING O Curso de Formação em Iso Stretching é ministrado pelo fundador da técnica, o osteopata e fisioterapeuta francês Bernard Redondo. O método Iso Stretching foi desenvolvido

Leia mais

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 AVALIAÇÃO POSTURAL ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 POSTURA CONCEITOS: Postura é uma composição de todas

Leia mais

A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos.

A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos. A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos. Autores: Ft Mariana Machado Signoreti Profa. Msc. Evelyn Cristina Parolina A capoeira é uma manifestação

Leia mais

Treinamento Funcional 17/08/2015. Treinamento Funcional Definição

Treinamento Funcional 17/08/2015. Treinamento Funcional Definição Treinamento Funcional Será que você fez a escolha certa? Prof. Cauê La Scala Teixeira Treinamento Funcional Definição Treinamento: Ato de treinar; conjunto de exercícios praticados por um atleta como preparo

Leia mais

Fisiologia Cardiovascular

Fisiologia Cardiovascular Fisiologia Cardiovascular Conceitos e funções do sistema circulatório O coração Eletrocardiograma A circulação Regulação da circulação Conceitos e funções do sistema circulatório Sistema Circulatório O

Leia mais

A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html

A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html 1. A contração das células musculares cardíacas é acionada por um potencial de ação elétrico Conforme o músculo

Leia mais

PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA

PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA Juliana Camilla

Leia mais

Alterações da Estrutura Corporal

Alterações da Estrutura Corporal Alterações da Estrutura Corporal Exercícios e Postura milenadutra@bol.com.br Os Exercícios Realmente Mudam a Postura? Vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora Desvio

Leia mais

Estudo comparativo entre duas täcnicas de avaliaåço da amplitude de movimento

Estudo comparativo entre duas täcnicas de avaliaåço da amplitude de movimento 1 Estudo comparativo entre duas täcnicas de avaliaåço da amplitude de movimento Joyce Ribeiro Caetano 1 Orientador: Ademir Schmidt ** Resumo Trata-se de uma revisåo de literatura feita por um grupo de

Leia mais

ondas de choque Terapia

ondas de choque Terapia ondas de choque Terapia contato@btlnet.com.br www.btlnet.com.br Todos os direitos reservados. A elaboração deste catalogo foi efetuada com todo o critério para fornecer informações corretas e atualizadas

Leia mais

MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS

MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS 1 MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS Prof. Dr. Valdir J. Barbanti Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo A musculação refere-se à forma de exercícios que envolvem

Leia mais

Treino de Alongamento

Treino de Alongamento Treino de Alongamento Ft. Priscila Zanon Candido Avaliação Antes de iniciar qualquer tipo de exercício, considera-se importante que o indivíduo seja submetido a uma avaliação física e médica (Matsudo &

Leia mais

PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA QUEDISTA

PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA QUEDISTA PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA QUEDISTA Título: PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA-QUEDISTA Categoria/Assunto: ASSUNTO PROFISSIONAL DE INTERESSE MILITAR Autor: CAPITÃO DE

Leia mais

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal futsalcoach.com la web para el técnico de fútbol sala C Copyright 2005, F U T S A L C O A C H, Spain Todos los derechos reservados Autor: Prof. João Carlos Romano Preparador Físico de la Selección Brasileña

Leia mais

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h)

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementário: Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementa: Organização Celular. Funcionamento. Homeostasia. Diferenciação celular. Fisiologia

Leia mais

FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO

FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS - Flexibilidade - Estabilidade - Equilíbrio - Propiocepção

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA DE UMA ATIVIDADE FÍSICA REGULAR NA PROFISSÃO BOMBEIRO MILITAR

A IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA DE UMA ATIVIDADE FÍSICA REGULAR NA PROFISSÃO BOMBEIRO MILITAR A IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA DE UMA ATIVIDADE FÍSICA REGULAR NA PROFISSÃO BOMBEIRO MILITAR Jacques Douglas ROMÃO 1 RESUMO Na profissão Bombeiro Militar, muitas das atividades profissionais realizadas no dia

Leia mais

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas VARIÁVEIS MANIPULÁVEIS

Leia mais

MORFOFISIOLOGIA E ENVOLTÓRIOS COMPONENTES ANATÔMICOS RELACIONADOS AO MÚSCULO ESQUELÉTICO VENTRE MUSCULAR FÁSCIA MUSCULAR

MORFOFISIOLOGIA E ENVOLTÓRIOS COMPONENTES ANATÔMICOS RELACIONADOS AO MÚSCULO ESQUELÉTICO VENTRE MUSCULAR FÁSCIA MUSCULAR Fisiologia do Músculo Estriado Esquelético *Prof. Pablo Fabrício Flôres Dias ** Cíntia Schneider SOGAB- Sociedade Gaúcha de Aperfeiçoamento Biomédico e Ciências da Saúde Escola de Formação Profissional

Leia mais

Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ fabianasbp@hotmail.

Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ fabianasbp@hotmail. Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ fabianasbp@hotmail.com DOR NO CÂNCER EXPERIÊNCIA SENSITIVA EMOCIONAL DESAGRADÁVEL DANO TECIDUAL

Leia mais

T e c i d o M u s c u l a r. T e c i d o M u s c u l a r Músculo Esquelético. T e c i d o M u s c u l a r. T e c i d o M u s c u l a r Características

T e c i d o M u s c u l a r. T e c i d o M u s c u l a r Músculo Esquelético. T e c i d o M u s c u l a r. T e c i d o M u s c u l a r Características Características Origem: mesodérmica; Tipos (todos com lâmina basal): - Muscular estriado esquelético tico: contração vigorosa, rápida r e voluntária; - Muscular estriado cardí : : contração vigorosa, rítmica

Leia mais

AVALIAÇÃO DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO Articulação Sinovial Forma de sela Três graus de liberdade Posição de Repouso Posição de aproximação

Leia mais

Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas

Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas Musculação: Definições Básicas Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas Termos frequentes na descrição de

Leia mais

FISIOLOGIA GASTROINTESTINAL. FISIOLOGIA HUMANA -Morfofisiologia aplicada à Odontologia - Profª Monica Zeni Refosco

FISIOLOGIA GASTROINTESTINAL. FISIOLOGIA HUMANA -Morfofisiologia aplicada à Odontologia - Profª Monica Zeni Refosco FISIOLOGIA GASTROINTESTINAL FISIOLOGIA HUMANA -Morfofisiologia aplicada à Odontologia - Profª Monica Zeni Refosco OBJETIVOS DA AULA Conhecer os componentes do TGI; Descrever as funções desse sistema; Distinguir

Leia mais

BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR

BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR OMBRO Membro Superior CINTURA ESCAPULAR COTOVELO Joel Moraes Santos Junior COLUNA - APLICAÇÃO PRÁTICA Condicionamento APTIDÃO FÍSICA Treinamento desportivo CARGA/IMPACTO Reabilitação

Leia mais

Considerada como elemento essencial para a funcionalidade

Considerada como elemento essencial para a funcionalidade 13 Epidemiologia e Flexibilidade: Aptidão Física Relacionada à Promoção da Saúde Gláucia Regina Falsarella Graduada em Educação Física na Unicamp Considerada como elemento essencial para a funcionalidade

Leia mais

SISTEMA MUSCULAR. Profª Fabíola Alves dos Reis 2014

SISTEMA MUSCULAR. Profª Fabíola Alves dos Reis 2014 SISTEMA MUSCULAR Profª Fabíola Alves dos Reis 2014 OBJETIVOS Diferenciar os tipos de músculos. Conhecer as estruturas micro e macroscópicas dos músculos. Conceituar: estados de contração e de relaxamento,

Leia mais

3/26/2009 EX E E X R E C R ÍCI C OS S E E PO P ST S U T RA R OS EX ER EX CÍ C CI C OS REAL EA MEN M T EN E MO M DIFI F CAM A M A A PO P STUR U A?

3/26/2009 EX E E X R E C R ÍCI C OS S E E PO P ST S U T RA R OS EX ER EX CÍ C CI C OS REAL EA MEN M T EN E MO M DIFI F CAM A M A A PO P STUR U A? EXERCÍCIOS E POSTURA OS EXERCÍCIOS REALMENTE MODIFICAM A POSTURA? 1 Um vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora, um desvio postural pode ser corrigido com exercícios

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

AVALIAÇÃO BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS DA MUSCULAÇÃO: LEVANTAMENTO TERRA E LEG PRESS INCLINADO

AVALIAÇÃO BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS DA MUSCULAÇÃO: LEVANTAMENTO TERRA E LEG PRESS INCLINADO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA 4ª Semana do Servidor e 5ª Semana Acadêmica 2008 UFU 30 anos AVALIAÇÃO BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS DA MUSCULAÇÃO: LEVANTAMENTO TERRA E LEG PRESS INCLINADO Aline Aparecida

Leia mais

Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico

Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Visão Global de uma Avaliação Musculoesquelética

Leia mais

DOR NAS COSTAS EXERCÍCIOS ESPECIALIZADOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NAS COSTAS. www.doresnascostas.com.br. Página 1 / 10

DOR NAS COSTAS EXERCÍCIOS ESPECIALIZADOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NAS COSTAS. www.doresnascostas.com.br. Página 1 / 10 DOR NAS COSTAS EXERCÍCIOS ESPECIALIZADOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NAS COSTAS www.doresnascostas.com.br Página 1 / 10 CONHEÇA OS PRINCÍPIOS DO COLETE MUSCULAR ABDOMINAL Nos últimos anos os especialistas

Leia mais

RESUMO. Palavras- chave: Fisioterapia. Câncer de Mama. Câncer de Mama Avaliação. INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras- chave: Fisioterapia. Câncer de Mama. Câncer de Mama Avaliação. INTRODUÇÃO AVALIAÇÃO DE MEMBRO SUPERIOR EM MULHERES MASTECTOMIZADAS Mara Vania Guidastre - m_risaguist@hotmail.com Marcela Da Silva Mussio - marcela_mussio@hotmail.com Ana Cláudia De Souza Costa - anaclaudia@unisalesiano.edu.br

Leia mais

FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST COORDENAÇÃO DO CURSO DE FISIOTERAPIA

FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST COORDENAÇÃO DO CURSO DE FISIOTERAPIA PLANO DE ENSINO DADOS DA DISCIPLINA CÓDIGO NOME CH TOTAL PERÍODO HORÁRIO 0395 Recursos Terapeuticos Manuais PROFESSOR (ES) Profa. Esp. Maria da Consolação Rios da Silva 60 h T-40 h/p-20 h 4º MATUTINO EMENTA:

Leia mais

O Ouvido Humano e a Audição

O Ouvido Humano e a Audição 36 Capítulo 4 O Ouvido Humano e a Audição Neste capítulo faremos um estudo sobre o ouvido humano, a fisiologia da audição e a sensibilidade do nosso sistema auditivo. 1. Conceitos básicos sobre a anatomia

Leia mais

LESÕES OSTEOMUSCULARES

LESÕES OSTEOMUSCULARES LESÕES OSTEOMUSCULARES E aí galera do hand mades é com muito orgulho que eu estou escrevendo este texto a respeito de um assunto muito importante e que muitas vezes está fora do conhecimento de vocês Músicos.

Leia mais

Mais saúde, menos stress

Mais saúde, menos stress iate especial Mais saúde, menos stress conheça Os BenefÍcIOs DA prática esportiva e AprOveIte para escolher A MODALIDADe IDeAL por JOãO rodrigues Um dos maiores diferenciais da Academia do Iate Clube de

Leia mais

LESÕES MUSCULARES. Ft. Esp. Marina Medeiros

LESÕES MUSCULARES. Ft. Esp. Marina Medeiros LESÕES MUSCULARES Ft. Esp. Marina Medeiros EPIDEMIOLOGIA Os músculos são os únicos geradores de força capazes de produzir movimento articular. São 434 músculos, representando 40% do peso corporal; dentre

Leia mais

TÍTULO: RELAÇÃO DE ALUNOS QUE CONSIDERAM A PAUSA NO TREINAMENTO DE HIPERTROFIA MUSCULAR

TÍTULO: RELAÇÃO DE ALUNOS QUE CONSIDERAM A PAUSA NO TREINAMENTO DE HIPERTROFIA MUSCULAR TÍTULO: RELAÇÃO DE ALUNOS QUE CONSIDERAM A PAUSA NO TREINAMENTO DE HIPERTROFIA MUSCULAR CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

Leia mais

TC DE CIÊNCIAS 8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II

TC DE CIÊNCIAS 8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II Professor(es): Samuel Bitu ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / COLÉGIO: 01. Vinte pessoas normais beberam, cada uma, 2 litros de água num intervalo de 2 horas. A seguir temos os gráficos que registram

Leia mais

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com Estrutura do Curso Bases Morfofisiológicas - 25 hs Princípios fisiológicos aplicados à musculação e ao cardiofitness Aspectos biomecânicos

Leia mais

SISTEMA LOCOMOTOR OSSOS E MÚSCULOS. Profa. Cristiane Rangel Ciências 8º ano

SISTEMA LOCOMOTOR OSSOS E MÚSCULOS. Profa. Cristiane Rangel Ciências 8º ano SISTEMA LOCOMOTOR OSSOS E MÚSCULOS Profa. Cristiane Rangel Ciências 8º ano O esqueleto FOTOS: ROGER HARRIS / SCIENCE PHOTO LIBRARY / LATINSTOCK Como saber se um esqueleto é de homem ou de mulher? Que funções

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS

PADRONIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS LOMBAR EXTENSÃO DE TRONCO- Em decúbito ventral apoiado no banco romano ou no solo, pernas estendidas, mãos atrás da cabeça ou com os braços entrelaçados na frente do peito. Realizar uma flexão de tronco

Leia mais

O COMPLEXO DO OMBRO TENDINITE DE OMBRO. Dra. Nathália C. F. Guazeli

O COMPLEXO DO OMBRO TENDINITE DE OMBRO. Dra. Nathália C. F. Guazeli 3 Março/2013 TENDINITE DE OMBRO Dra. Nathália C. F. Guazeli GALERIA CREFITO 3 / 78.186 F O COMPLEXO DO OMBRO Para entender o que é Tendinite de Ombro, vale a pena conhecer um pouquinho como ele é composto,

Leia mais

Roteiro. Contracao muscular e potencial de acao. Musculo cardiaco caracteristicas da contracao do musculo cardiaco

Roteiro. Contracao muscular e potencial de acao. Musculo cardiaco caracteristicas da contracao do musculo cardiaco Roteiro Contracao muscular e potencial de acao Musculo cardiaco caracteristicas da contracao do musculo cardiaco Impulsos eletricos no coracao Sistema nervoso simpatico e parassimpatico e a atividade cardiaca

Leia mais

ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS NO STOOL

ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS NO STOOL 1 ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS NO STOOL Aurélio Alfieri Neto Juliana Navarro Lins de Souza A bioenergética procura entender o caráter do indivíduo pelo corpo e seus processos energéticos, sendo estes,

Leia mais

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA Raul Oliveira 2º ano 2007-2008 músculos monoarticulares músculos multiarticulares Músculos bi-articulares 1 LINHA DE TRACÇÃO DO MÚSCULO

Leia mais

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura Cuidando da Coluna e da Postura Texto elaborado por Luciene Maria Bueno Coluna e Postura A coluna vertebral possui algumas curvaturas que são normais, o aumento, acentuação ou diminuição destas curvaturas

Leia mais

Prof. Paulo Fonseca Bioenergética do exercício

Prof. Paulo Fonseca Bioenergética do exercício Prof. Paulo Fonseca Bioenergética do exercício O exercício é uma atividade ativa, portanto, demanda muita energia. Durante o exercício, a demanda energética do muculo esquelético aumenta consumindo uma

Leia mais

Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200

Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200 Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200 Manual do Usuário Índice: 03...Informações Gerais 03...Símbolos 04...Instalação e Conexão à Rede Elétrica 05...Controles 06-07...Operação da Mesa 07...Precauções 07-08...Indicações

Leia mais

O sistema nervoso esta dividido em duas partes:

O sistema nervoso esta dividido em duas partes: 1 FISIOLOGIA HUMANA I Neuromuscular Prof. MsC. Fernando Policarpo 2 Conteúdo: Estrutura do Sistema Nervoso Central (SNC) e Periférico (SNP). Elementos do Tecido Nervoso. Mecanismos de Controle Muscular.

Leia mais

FACULDADE REDENTOR INSTITUTO ITESA PÓS GRADUAÇÃO EM ESTÉTICA JULIANA DANIELA E SILVA CAMARGO

FACULDADE REDENTOR INSTITUTO ITESA PÓS GRADUAÇÃO EM ESTÉTICA JULIANA DANIELA E SILVA CAMARGO FACULDADE REDENTOR INSTITUTO ITESA PÓS GRADUAÇÃO EM ESTÉTICA JULIANA DANIELA E SILVA CAMARGO ELETROFISIOLOGIA DA CORRENTE AUSSIE NO TRATAMENTO DAS DISFUNÇÕES ESTÉTICAS MUSCULARES SÃO PAULO 2011 JULIANA

Leia mais

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cabeça do fêmur com o acetábulo Articulação sinovial, esferóide e triaxial. Semelhante a articulação do ombro, porém com menor ADM e mais estável. Cápsula articular

Leia mais

O processo contrátil do músculo liso: A base química da contrcao do músculo liso:

O processo contrátil do músculo liso: A base química da contrcao do músculo liso: O musculo liso e sua contracao: O músculo liso e composto por fibras muito menores, contrastando com as fibras musculares esqueléticas. Muitos dos princípios da contração se aplicam, da mesma forma que

Leia mais