Fabiana Donato Vieira EFEITOS DA OOFORECTOMIA E EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE O MÚSCULO PAPILAR DO VENTRÍCULO ESQUERDO DE RATAS WISTAR:

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1 UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM EDUCAÇÃO FÍSICA Fabiana Donato Vieira EFEITOS DA OOFORECTOMIA E EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE O MÚSCULO PAPILAR DO VENTRÍCULO ESQUERDO DE RATAS WISTAR: ANÁLISE MORFOMÉTRICA E ESTEREOLÓGICA. SÃO PAULO 2009

2 UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM EDUCAÇÃO FÍSICA Fabiana Donato Vieira EFEITOS DA OOFORECTOMIA E EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE O MÚSCULO PAPILAR DO VENTRÍCULO ESQUERDO DE RATAS WISTAR: ANÁLISE MORFOMÉTRICA E ESTEREOLÓGICA. Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do título de mestre em Educação Física do Programa Stricto Sensu em Educação Física da Universidade São Judas Tadeu. Área de Concentração: Bases Biodinâmicas da Atividade Física. Orientador: Profº. Drº. Romeu Rodrigues de Souza. SÃO PAULO 2009

3 Vieira, Fabiana Donato Efeitos da ooforectomia e exercício aeróbio sobre o músculo papilar do ventrículo esquerdo de ratas wistar: análise morfométrica e estreológica / Fabiana Donato Vieira f. : il., graf., tab. Orientador: Romeu Rodrigues de Souza. Dissertação (mestrado) Universidade São Judas Tadeu, São Paulo, Exercícios aeróbicos Aspectos fisiológicos. 2. Ovariectomía. 3. Coração - Ventrículo esquerdo I. Souza, Romeu Rodrigues de. II. Universidade São Judas Tadeu, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física. III. Título Ficha catalográfica: Elizangela L. de Almeida Ribeiro - CRB 8/6878 CDD- 796

4 Dedico este trabalho à minha família, amigos e professores que me ajudaram e apoiaram quando mais precisei, transmitindo segurança, respeito e compreensão nesta etapa importante na minha vida.

5 AGRADECIMENTOS Agradeço ao Evandro Camilo Vieira, o amor da minha vida, pelo apoio, compreensão, paciência nas noites longas para corrigir e enriquecer a dissertação e incentivo para ingressar no curso de mestrado. À minha família por todos os anos de estudo e pelo amor e dedicação eterna que tem me dado até hoje. Ao meu orientador Romeu Rodrigues de Souza pela confiança dada na condução deste trabalho, segurança e paciência. Obrigado por me tornar uma pesquisadora. Às professoras Eliane Florêncio Gama Laura por serem minhas tias... e claro, por esclarecer dúvidas que surgiam no processo de estruturação do trabalho e ajudaram a enriquecê-lo. À professora Vilma Lení Nista-Piccolo pelo conhecimento e incentivo. Aos amigos Camila, Cláudia, Eduardo, Leandro, Janaína, Fernanda, Daniel, por estarem sempre dispostos a ajudar qualquer hora. À Clayr por ter me substituído em todos os momentos que precisei. Às minhas alunas pela compreensão para que conseguisse terminar a dissertação.

6 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA Características Estruturais do Músculo Papilar Efeitos da Privação de Estrógenos sobre o Músculo Papilar Ooforectomia Efeitos do Exercício no Miocárdio OBJETIVOS Objetivos Gerais Objetivos Específicos JUSTIFICATIVA MATERIAIS E MÉTODOS Animais e Grupos Protocolo Experimental Protocolo de Treinamento Citologia Vaginal e Exame de Sangue Eutanásia dos Animais Preparação do Material Microscopia Eletrônica de Transmissão Análise Morfométrica Estereologia Densidade de Volume dos Miócitos (Vv[m]), dos Capilares (Vv[c]) e do Espaço Intersticial (Vv[i]) do Músculo Papilar Análise Estatística...47

7 6. RESULTADOS Variação de Peso dos Animais Desempenho Físico Aspectos Morfológicos dos Componentes do Músculo Papilar Densidade de Miócitos (Número de Miócitos/Área) Área dos Miócitos Densidade de Capilares (Número de Capilares/Área) Densidade de Volume dos Miócitos Densidade de Volume dos Capilares Densidade do Volume do Espaço Intersticial DISCUSSÃO Variação do Peso dos Animais Desempenho Físico Análise Morfométrica e Estreológica Densidade Numérica dos Miócitos (Número de Miócitos/Área) Área dos Miócitos Densidade Numérica dos Capilares (Número de Capilares/Área) Densidade de Volume dos Miócitos Densidade de Volume dos Capilares Densidade de Volume do Espaço Intersticial CONCLUSÕES REFERÊNCIAS...70

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Vista anterior de um dos músculos papilares do ventrículo esquerdo (seta). As cordas tendíneas presas às extremidades do músculo e à margem da válvula são facilmente visíveis...22 Figura 2 Passos da cirurgia da ooforectomia. A-Tricotomia; B-Abertura da cavidade abdominal por incisão na pele; C-Tração do ovário; D-Pinçamento do ovário; E-Sutura do pedículo do ovário; F-Sutura da pele...38 Figura 3 Ilustra os animais sob treinamento em esteira ergométrica programável...40 Figura 4 Ilustra o microscópio eletrônico de transmissão, por meio do qual fotomicrografias foram tiradas para realizar a análise dos cortes estudados...43 Figura 5 Sistema teste de oitenta e quatro pontos utilizado para calcular estereologicamente as densidades de volume dos componentes do músculo papilar (miócitos, capilares e espaço intersticial)...45 Figura 6 Ilustra o sistema teste de oitenta e quatro pontos sobreposto a uma eletromicrografia para calcular estereologicamente as densidades de volume dos componentes do músculo papilar (miócitos, capilares e espaço intersticial)...45 Figura 7 Médias das pesagens obtidas no pré-operatório, em cada um dos três testes de esforço máximo e no dia da eutanásia, dos animais GA, GOA e GOEX...49 Figura 8 Os dados mostram a velocidade máxima média obtida no GA, GOA e GOEX...51 Figura 9 Os dados mostram a média de velocidade do treinamento do GOEX e do exercício do GA e GOA nos três meses do experimento...53 Figura 10 - Eletromicrografias de cortes transversais ultrafinos do MP do grupo GA. Observam-se miócitos (M), capilares (C) e espaço intersticial (I)...54

9 Figura 11 - Eletromicrografias de cortes transversais ultrafinos do MP do grupo GOA. Observam-se miócitos (M), capilares (C) e espaço intersticial (I)...54 Figura 12 - Eletromicrografias de cortes transversais ultrafinos do MP do grupo GOEX. Observam-se miócitos (M), capilares (C) e espaço intersticial (I)...54 Figura 13 Ilustra uma eletromicrografia na qual se pode visualizar como foram feitas as medidas das áreas dos miócitos pelo sistema de análise de imagens...56

10 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Média das pesagens, em gramas, seguidas pelo desvio padrão e significância estatística Tabela 2 Valores das velocidades médias em cada TEM, seguidos pelo desvio padrão e significância estatística...53 Tabela 3 Valores médios da densidade de miócitos (Número de miócitos/área) para cada animal dos três grupos estudados e médias ± erros padrões das médias (EPM) dos quinze animais estudados...55 Tabela 4 Valores médios da área dos miócitos para os animais de cada grupo e médias ± erros padrões da média (EPM) dos cinco animais de cada grupo...57 Tabela 5 Valores médios da densidade de capilares (capilares/área) para cada animal dos três grupos e médias ± erros padrões da média (EPM) dos quinze animais estudados...58 Tabela 6 Valores médios da densidade de volume (%) dos miócitos para cada animal nos três grupos e médias ± erros padrões da média (EPM) dos quinze animais estudados...58 Tabela 7 - Valores médios da densidade de volume (%) dos capilares para cada animal nos três grupos e médias ± erros padrões da média dos quinze animais estudados...59 Tabela 8 - Valores médios da densidade de volume (%) do espaço intersticial para cada animal nos três grupos e médias ± erros padrões das médias (EPM) dos quinze animais estudados...60

11 LISTA DE ABREVIATURAS GA: Grupo de ratas sem ooforectomia ativas GOA: Grupo de ratas com ooforectomia ativas GOEX: Grupo com ooforectomia e exercício aeróbio MP: Músculo papilar TEM: Treinamento de esforço máximo TRH: Terapia de reposição hormonal VE: Ventrículo esquerdo

12 RESUMO EFEITOS DA OOFORECTOMIA E EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE O MÚSCULO PAPILAR DO VENTRÍCULO ESQUERDO DE RATAS WISTAR: ANÁLISE MORFOMÉTRICA E ESTEREOLÓGICA. Autora: Fabiana Donato Vieira Orientador: Prof. Dr. Romeu Rodrigues de Souza A literatura mostra que são vários os fatores que influenciam a estrutura do miocárdio. Em relação aos hormônios estrogênicos, alguns trabalhos têm demonstrado efeitos da sua privação sobre o miocárdio do ventrículo esquerdo. Também são conhecidos os benefícios da realização de exercícios sobre o miocárdio. A literatura, porém, não registra trabalhos sobre efeitos da privação de estrógenos associada a exercícios no músculo papilar. O objetivo deste trabalho foi investigar por meio da morfometria e estereologia 1- Os efeitos da falta de estrógenos no músculo papilar e 2- Efeitos da falta de estrógenos associado ao exercício aeróbio na estrutura do músculo papilar do ventrículo esquerdo de ratas Wistar. Foram utilizadas 15 ratas com seis meses de idade da linhagem Wistar e massa corporal variando de 185g a 260g, as quais foram divididas em três grupos com cinco ratas cada: 1. Grupo Ativo (GA) - composto por ratas com 6 meses de idade sem ooforectomia ativas (1vez /semana corrida na esteira até 30% da vel. máxima); 2. Grupo com ooforectomia (GOA) ativo - composto por ratas com seis meses de idade submetidas à ooforectomia bilateral ativas (1vez /semana corrida na esteira até 30% da vel. máxima); 3. Grupo com ooforectomia e exercício aeróbio (GOEX) - ratas de 6 meses de idade submetidas à ooforectomia bilateral mais exercício aeróbio (5 vezes/semana corrida na esteira até 60% da vel. máxima) durante 3 meses. O programa de exercício físico teve duração de 3 meses em períodos de 4 semanas

13 com 3 testes de esforço máximo (TEM). Os animais foram eutanasiados aos 9 meses de vida e seus músculos papilares do ventrículo esquerdo foram retirados. Foram feitos cortes ultrafinos (90µm) submetidos às análises morfométrica e estereológica, utilizando fotomicrografias obtidas por microscopia eletrônica de transmissão. Os Dados foram submetidos à estatística através do ANOVA e teste de Tukey (significância: p<0,05). Os resultados mostraram que houve aumento do peso dos animais do GOA e GOEX em relação ao GA. Quanto ao treinamento, os animais do GOEX tiveram melhor rendimento nos TEMS. A ooforectomia aumentou a densidade numérica de miócitos, sem hipertrofiá-los, talvez por redução do espaço intersticial. A ooforectomia associada ao exercício aeróbio não aumentou a densidade numérica dos miócitos, mas ocorreu sua hipertrofia, com redução significante do espaço intersticial. Concluímos que tanto a ooforectomia isolada como a ooforectomia associada ao exercício aeróbio tem efeitos sobre o miocárdio. Palavras-Chave: Músculo papilar, ooforectomia, exercício aeróbio.

14 ABSTRACT EFFECTS OF OOPHORECTOMY AND AEROBIC EXERCISE ABOUT THE PAPILLARY MUSCLE FROM LEFT VENTRICULUM OF WISTAR RATS : ESTEREOLOGIC AND MORPHORMETRIC ANALYSIS. Autora: Fabiana Donato Vieira Orientador: Prof. Dr. Romeu Rodrigues de Souza The literature shows that there are several factors that influence the myocardium structure. In relation to the estrogenic hormones, some studies have shown effects of their privation on the left ventricle myocardium. The benefits of exercises worked out on the myocardium are also known. There are fewer studies about effects of privation of estrogenic hormones associated with exercises in papillary muscle. The aim of this study was to investigate using morphometric and stereologic methods the effects of the lack of estrogens and the practice of aerobic exercise on the left ventricle papillary muscle structure of Wistar rats. Fifty females Wistar rats were used, six months of age with body mass ranging from 185 to 260g. Rats were divided into three groups of five rats: 1. Group Activity (GA) - composed of rats with 6 months of age without oophorectomy actives (1time / week treadmill running up to 30% of vel. Maximum), 2. Group with ovariectomy (GOA) active - composed of rats with six months of age who underwent bilateral oophorectomy actives (1time / week treadmill running up to 30% vel. Maximum) 3. Group with oophorectomy and aerobic exercise (GOEX) - rats 6 months of age who underwent bilateral oophorectomy more aerobic exercise (5 times / week treadmill running up to 60% of vel. Maximum) for 3 months. The exercise program lasted 3 months in periods of 4 weeks with 3 maximal effort tests (TEM). The animals were euthanized at 9 months of life and its papillary muscles of left ventricle were removed. Ultrathin sections were cut (90µm) submitted to morphometric and stereological analysis, using photomicrographs obtained by transmission electron microscopy. Data were submitted to statistic by ANOVA and Tukey's test (significance: p <0.05). The results showed an increase in weight of the animals and GOA GOEX compared to GA. As for training, the beasts of GOEX had better yield in TEMS. Ovariectomy increased the numerical density of myocyte hypertrophy without them, perhaps by reducing the interstitial space. Ovariectomy

15 combined with aerobic exercise did not increase the numerical density of myocytes, but its hypertrophy occurred, with significant reduction of interstitial space. We conclude that both isolated as oophorectomy oophorectomy associated with aerobic exercise has effects on the myocardium. Keywords: papillary muscle, ovariectomy, aerobic exercise.

16 15 INTRODUÇÃO

17 16 1. INTRODUÇÃO O miocárdio vem sendo exaustivamente estudado devido à sua complexidade e importância para o desempenho adequado de todo o sistema cardiovascular. Além disso, estes estudos ganharam notoriedade à medida que o aumento de doenças cardíacas passou a afetar grande parte da população adulta. Deste modo, o miocárdio o miocárdio tem uma participação essencial, pois qualquer alteração na sua estrutura pode causar falhas e danificar outros sistemas até comprometer todo o organismo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS, 1999), a maior causa de morte nos últimos anos são as doenças cardíacas. Dados de mortalidade da OMS (1999) mostram que as doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e outras, provocam a morte de aproximadamente 17,5 milhões de pessoas no mundo por ano, sendo que 80% destas mortes ocorrem em países em desenvolvimento, como o Brasil. É conhecido o fato de mulheres entre 45 e 64 anos apresentam menor incidência de doenças cardíacas do que os homens (39%) até o período da menopausa. A partir dos 65 anos, entretanto, a taxa de mortalidade por doenças cardíacas em mulheres ultrapassa a dos homens em 22% (NATIONAL CENTER FOR HEALTHY STATISTICS, 1996). As explicações para este fato ainda não estão bem esclarecidas, mas há várias hipóteses, tais como: insuficiência cardíaca, aumento da massa ventricular esquerda com a idade e maior hipertrofia, disfunção diastólica, entre outros que podem fornecer um substrato estrutural para as diferenças de gênero (HAYWARD et al., 2000).

18 17 Além disso, Castanho et al. (2001) mencionam os fatores de risco para doenças cardiovasculares, como a prevalência de diabetes (4%), o excesso de peso e a obesidade (44%), a inatividade física (49%) e o fumo (21%). Ao mesmo tempo, o sexo interfere no que diz respeito à fisiologia e biologia do coração, pois, apesar das similaridades anatômicas, é um potente modificador do sistema cardiovascular (HAYWARD et al.,2000). Uma das hipóteses está relacionada à menopausa, que está relacionada ao início do processo de envelhecimento (LANDAU, 1994). Para Northrup (2004), é um episódio único, caracterizando o fim da fase reprodutiva da mulher. Neste contexto, há uma falência completa da função ovariana, levando a uma deficiência na produção de hormônios, principalmente estrógenos e progesterona. Apesar de ser um fenômeno natural, a menopausa causa importantes efeitos na saúde feminina a curto, médio e longo prazo como, redução da densidade óssea, predisposição para doenças cardiovasculares, além de alterações psicológicas e físicas (LANDAU, 1994). A falta de estrógenos causa redução do seu efeito cardioprotetor e, associada à cessação reprodutiva, gera maior incidência de várias doenças, principalmente as cardiovasculares (BRENNER, 1988). Deste modo, tem sido atribuída aos hormônios estrogênicos a proteção cardiovascular que as mulheres apresentam até a menopausa (STAMPFER et al., 1991a e 1991b). Este fato é explicado por Kuo et al. (1999), que apontam que mulheres entre 40 a 49 anos apresentam atividade parassimpática maior do que os homens da mesma idade, os quais apresentam uma hiperatividade simpática em relação ao sexo oposto, sugerindo uma proteção cardiovascular do sexo feminino até essa faixa etária.

19 18 Hábitos como a prática regular de exercícios, alimentação balanceada e terapêutica hormonal podem trazer benefícios a médio e longo prazo para o sistema cardiovascular. Com relação à reposição hormonal, existem muitos estudos apontando que o uso de estrógeno é um fator benéfico para o sistema circulatório (COLDITZ et al., 1996; BARRET-CONNOR, 1987; GRADY, 1992; STURGEON, 1995; LA VECCHIA, 1992), embora os efeitos da terapia de reposição hormonal devam ser mais pesquisados. Esse tratamento sugere uma redução do risco cardíaco em geral, mas por outro lado aumenta o risco de trombose e doenças cerebrais (FERNANDES et al., 2008). Quanto ao exercício proporciona melhora da saúde e qualidade de vida da mulher, retardando o envelhecimento (FONSECA et al., 2000). O exercício físico proporciona inúmeros benefícios para o organismo tais como: melhora do condicionamento cardiovascular, resistência e flexibilidade. Além disso, há uma regularização imediata dos níveis de glicose sanguínea, adrenalina e noradrenalina (CARVALHO et al., 2000). O exercício físico está sendo considerado como um potente instrumento para a melhora do estresse oxidativo e para o controle da circulação na vigência da privação de estrógenos, parecendo ser uma alternativa para as mulheres após a menopausa, reduzindo o risco de desenvolver doenças crônicas (IRIGOYEN et al., 2005). No miocárdio, localiza-se o músculo papilar, no qual exerce um papel muito importante, de impedir que o sangue volte para o átrio a cada sístole cardíaca. Embora seja essencial para o desempenho funcional do coração, ainda são escassos os estudos sobre este assunto, enfatizando os efeitos do exercício físico e privação de estrógenos no

20 19 músculo papilar. Conseqüentemente, este trabalho poderá fornecer embasamento para outros estudos sobre o tema, com animais de experimentação. Portanto, este estudo tem como objetivo investigar através da morfometria e estereologia os efeitos da falta de estrógenos associada ao exercício aeróbio na estrutura do músculo papilar do ventrículo esquerdo de ratas wistar.

21 20 REVISÃO DE LITERATURA

22 21 2. REVISÃO DE LITERATURA 2.1. Características Estruturais do Músculo Papilar O sistema circulatório é fundamental para a manutenção da vitalidade tecidual de todo o organismo ao promover sua irrigação e drenagem. Como órgão principal deste sistema está o coração. O coração é um órgão muscular central que através de batimentos rítmicos se contrai, atuando como uma bomba ao impulsionar o sangue para o interior de um sistema de tubos, os vasos sanguíneos. Possui a forma de um cone, embora apresente variações de espécie para espécie. Estruturalmente, sua parede apresenta-se constituída por três túnicas, conforme descrito por Banks (1992) e Junqueira-Carneiro (2004): a interna, ou endocárdio, que reveste o coração internamente e é composta por tecido endotelial liso com células pavimentosas poliédricas com grande quantidade de fibras colágenas e poucas elásticas; a média, o miocárdio, que é a camada mais espessa do coração e é composta por feixes de fibras musculares cardíacas dispostos em várias direções e separados por septos de tecido conjuntivo bem vascularizado; e a externa, o pericárdio, que corresponde à camada visceral e seu epitélio se apresenta como cúbico cilíndrico e achatado, sendo rico em fibras elásticas e colágenas (GARDNER et al., 1998; SPENCE, 1991). Além disso, o coração possui uma porção central fibrosa que serve de ponto de apoio para as valvas e fibras musculares cardíacas chamadas de esqueleto fibroso. O principal elemento funcional do coração é o músculo cardíaco, ou miocárdio, que compreende as fibras musculares cardíacas dispostas em duas camadas de um modo complexo e espiraladas. Há uma camada profunda que por sua vez, dá sustentação às valvas, e uma superficial, que envolve essa camada profunda (SPENCE, 1991).

23 22 Ademais, as paredes musculares delimitam quatro cavidades: os átrios direito e esquerdo e os ventrículos direito e esquerdo. O átrio direito e o ventrículo direito constituem o coração direito, ou lado direito do órgão, e o átrio esquerdo e ventrículo esquerdo integram o coração esquerdo, ou lado esquerdo do órgão. Os átrios estão separados entre si pelo septo interatrial, e os ventrículos, pelo septo interventricular. Entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo, separando as duas cavidades, encontrase a valva atrioventricular esquerda; entre o átrio direito e o ventrículo direito está a valva atrioventricular direita (GRAAFF, 2003). Nos ventrículos estão localizados os músculos papilares, os quais são projeções musculares cônicas implantadas nas paredes dos ventrículos. Ligam-se às válvulas das valvas atrioventriculares através das cordas tendíneas (Figura 1). As cordas tendíneas surgindo das cabeças dos músculos papilares estão ancoradas nas margens livres das válvulas (OKOSHI, 1994). Figura 1 Vista anterior de um dos músculos papilares do ventrículo esquerdo (seta). As cordas tendíneas presas às extremidades do músculo e à margem da válvula são facilmente visíveis

24 23 Os músculos papilares têm como função segurar e tracionar as cordas tendíneas para que, a cada contração do ventrículo, as valvas impeçam que o sangue volte para o átrio. Os músculos papilares são compostos por miócitos, que constituem 80% da massa ventricular; enquanto os outros 20% são representados pela matriz extracelular, constituída por fibras do tecido conjuntivo (elásticas), vasos sanguíneos, fibroblastos e outras proteínas estruturais (ÁGUILA et al.,1998). Um estudo morfométrico ultraestrutural do músculo papilar do ventrículo direito de gatos mostrou, através da microscopia eletrônica, que 73,5% do músculo papilar são composto por células musculares, 9,7% por vasos sangüíneos, e o restante é composto por tecido conjuntivo intersticial (MARINO et al., 1983). A morfologia do músculo papilar do ventrículo esquerdo tem sido estudada especialmente em ratos (ANVERSA et al., 1980). Em geral, há poucos estudos de estereologia de músculo papilar em outras espécies animais Efeitos da Privação de Estrógenos sobre o Músculo Papilar A menopausa refere-se a um episódio único, ou seja, a última menstruação espontânea, caracterizando o fim da fase reprodutiva da mulher. Sendo assim, há uma falência completa da função ovariana, levando a uma deficiência na produção de hormônios, principalmente estrógenos e a progesterona (NORTHRUP, 2004). Pinotti (2003) afirma que a função dos ovários começa a diminuir cerca de cinco a dez anos antes da última menstruação, pois, com o avançar da idade, o número de folículos dos ovários vai diminuindo, de modo que a produção de hormônios também

25 24 diminui. A menopausa ocorre quando a reserva de folículos ovarianos é esgotada e, assim, os ovários deixam de secretar estrogênios e progesterona. Diversos estudos têm demonstrado que a menopausa está relacionada à diminuição da capacidade aeróbia, da força muscular e da densidade mineral óssea, aumento ao peso corporal e do diabetes tipo 2 fraturas osteoporóticas e à maior incidência de doenças cardiovasculares (SOWERS-LA PIETRA, 1995; STAESSEN et al., 1997). A incidência de doenças no coração aumenta drasticamente após a menopausa. A mudança na massa do ventrículo esquerdo em mulheres na menopausa é significativa (HAYWARD et al., 2000). De acordo com Nanete (1993) e Hayward et al. (2000), a menopausa está associada portanto, a um aumento da espessura ventricular esquerda. Hayward et al. (2000) descrevem que as mulheres, até a menopausa, apresentam menos doenças cardíacas do que os homens de faixa etária similar. Um estudo experimental com ratos machos e fêmeas sugeriu que o exercício pode ser mais importante para os homens do que para as mulheres antes da menopausa na defesa contra os efeitos de doenças cardíacas e pode oferecer uma nova maneira pela qual o sexo masculino pode reduzir a susceptibilidade a eventos cardíacos adversos (PAROO et al., 2002). O estrógeno parece exercer um efeito protetor sobre o miocárdio até a menopausa (BRENNER, 1988) por causa do liberação de fatores cardioprotetores e do aumento da disponibilidade dos íons Ca²+ (VAN EICKLS et al., 2002). Segundo Tiidus (2003), o estrogênio pode atuar diretamente sobre membranas dos músculos para preservar a estabilidade ultraestrutural e a homeostasia intracelular do cálcio. Grodstein et al. (2008), corroborados por Hayrward et al. (2000), sugeriram que os hormônios esteróides têm a função de regular o crescimento cardíaco, a função contrátil cardíaca e

26 25 o controle de doenças arterosclerótica através de plaquetas, além de uma alteração pequena, porém significante, na pressão sangüínea em resposta à menopausa. Diversos estudos indicam que a terapia de reposição hormonal (TRH) reduz o risco de doenças cardiovasculares em geral na pós-menopausa (STAMPFER, et al., 1991). Hunt et al. (2001) demonstraram que a terapia de reposição de estrógeno a longo prazo em mulheres pós-menopáusicas tem efeitos sobre a regulação cardiovascular; no entanto, a terapêutica hormonal ainda é questionável pelos outros efeitos que causa e não se aplicam à todas as mulheres pós-menopáusicas (COLDITZ et al., 1996; STURGEON, 1995; LA VECCHIA, 1992), pois a TRH é benéfica quando iniciada logo após a menopausa. Obesidade, tempo decorrido do início da menopausa e aumento da PA aumentam o risco de eventos adversos durante a TRH (HUNT et al., 2001). A TRH é recomendada como forma de tratamento para mulheres na pósmenopausa (POCHMANN et al., 2004) e para redução do risco de doença cardiovasculares. Entretanto, no que diz respeito à proteção cardiovascular que a TRH proporcionaria, existem evidências científicas alterando esta hipótese (BARRET- CONNOR, 1987; MANSON et al., 2003; FERNANDES et al., 2008). Segundo pesquisadores a terapia de reposição hormonal reduz o risco de doenças cardiovasculares, porém aumenta o risco de doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral e doença tromboembólica venosa (MANSON et al.., 2003; FERNANDES et al., 2008; BARRET-CONNOR, 1987). Segundo um estudo sobre análise científica da TRH publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) por Nelson et al. (2002), ao contrário do que se acreditava, os resultados mostraram que as mulheres que usufruíram da TRH não

27 26 apresentaram redução de risco de infarto do miocárdio e nem de morte por coronariopatia; ao contrário, constatou-se, no primeiro ano do estudo, elevação expressiva dos episódios tromboembólicos, que declinaram ao longo dos anos subseqüentes. Além disso, de acordo com um outro estudo publicado no Journal of The American Medical Association (JAMA) realizado por Yaffe et al. (1998), há um aumento significativo do risco de câncer de mama em mulheres após a menopausa que se submetem a um tratamento de TRH. Se, no passado, a TRH era oferecida indistintamente a todas as mulheres que sofriam com este período de transição, atualmente, segundo as modernas evidências científicas, a utilização deste tratamento substitutivo deveria se limitar a casos específicos, por causa da ausência de proteção cardiovascular sugerida inicialmente e do risco evidente de desenvolvimento de neoplasias (endométrio e mamas). Segundo Yoneda et al. (1998) e Shimomura et al. (2002), após a ooforectomia ocorre uma diminuição dos níveis de leptina, hormônio regulador da obesidade, provocando ganho ponderal em ratas. De acordo com Vasconcellos et al. (2005), a privação dos hormônios ovarianos em ratas decorrente da ooforectomia, seja em idade jovem ou mais avançada, está relacionada a ganho ponderal, tendo em vista que o estrogênio aumenta o consumo energético e, como conseqüência, diminui o peso corporal (GUYARD, 1991). Portanto, se houver a privação estrogênica, o consumo de energia será menor e os animais terão aumento de peso. Um estudo realizado por Kalu (1991), com modelo animal de ratas pósmenopáusicas, evidenciou a perda óssea causada pela ooforectomia. O autor sugere que as ratas sofreram perda óssea por causa da deficiência hormonal ovariana, de forma

28 27 semelhante à que ocorre em mulheres pós-menopausa. Wronski et al. (1985) enfatizam que além de acentuada perda óssea há também alterações esqueléticas em ratas ooforectomizadas. Esta perda óssea foi associada a elevados índices histomorfométricos de anormalidades de reabsorção óssea e formação. Outro estudo verificou os efeitos da ooforectomia na cartilagem articular do joelho de ratas ooforectomizadas. A ooforectomia produziu um aumento relativo da densidade numérica dos condrócitos na zona profunda da cartilagem articular medial da tíbia (FONTINELE, 2007). De acordo com Mercuro et al., (2006) com a ooforectomia induzindo a privação de estrogênios, ocorre uma disfunção endotelial e o comprometimento autonômico, aumentando o estresse oxidativo nas mulheres ainda férteis e mulheres pósmenopáusicas, aumentando o risco cardiovascular. Segundo TIIDUS (2003), a ooforectomia e suas consequentes alterações fisiológicas podem influenciar os índices de lesão muscular após injúria em ratas. Embora existam muitos estudos sobre a privação de estrógenos através da ooforectomia sobre diversos tecidos, ainda são escassos os estudos sobre os efeitos da ooforectomia no miocárdio em geral, mas não no músculo papilar Efeitos do Exercício no Miocárdio Os exercícios físicos têm sido recomendados para mulheres no período da menopausa como forma de tratamento não farmacológico para muitas doenças. O exercício é eficaz em retardar a perda óssea relacionada ao envelhecimento e é de extrema importância para o sistema cardiovascular, ajudando a reduzir o peso e aumento da pressão sanguínea.

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