Governo do Estado da Paraíba Secretaria de Saúde do Estado Agência Estadual de Vigilância Sanitária - AGEVISA-PB

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1 Governo do Estado da Paraíba Secretaria de Saúde do Estado Agência Estadual de Vigilância Sanitária - AGEVISA-PB Consulta Pública nº 004 de 26 de fevereiro de A Diretoria Colegiada da Agência Estadual de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art. 5º, I, c/c art. 28, inciso I, b e e do Decreto nº , de 05 de junho de 2002, que regulamenta a Lei de 12 de abril de 2002 e, publicação: adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua Art. 1º - Fica aberto, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, o prazo de 60 (sessenta) dias para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à proposta de Resolução que institui o Roteiro de Inspeção em Distribuidoras de Medicamentos e Produtos Farmacêuticos em anexo, no Estado da Paraíba. Art. 2º - Informar que a proposta de Resolução em anexo estará disponível na íntegra, durante o período de consulta no endereço eletrônico: <http://www.agevisa.pb.gov.br/index.shtml> e que as sugestões deverão ser encaminhadas por escrito para o seguinte endereço: Av. João Machado, 109, 1º andar, Centro, , João Pessoa - PB, ou fax(83) , ou Art. 3º - Findo o prazo estipulado no art. 1º a Agência Estadual de Vigilância Sanitária reunirá o grupo técnico de trabalho responsável pela elaboração da proposta, para apreciação das críticas e dúvidas recebidas e adequação do texto, que contemple as contribuições recebidas, visando a consolidação do texto final. Jorge Alberto Molina Rodriguez Presidente da Diretoria Colegiada da AGEVISA-PB

2 ANEXO Resolução RDC - AGEVISA nº...., de... de... de Institui o Roteiro de Inspeção em Distribuidoras de Medicamentos e Produtos Farmacêuticos. A Diretoria Colegiada da Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba no uso da atribuição que lhe confere o art. 5º, I, c/c art. 28, 1º do Decreto nº , de 5 de junho de 2002, que regulamenta a Lei de 12/04/2002 e, considerando a Lei Federal nº de 23 de setembro de 1976 ; considerando o Decreto nº de 5 de janeiro de 1977; considerando a Portaria - SVS nº 802 de 08 de outubro de 1998; considerando a Resolução -RDC/ANVISA nº 320 de 22 de novembro de 2002; considerando a necessidade de garantir o sistema de controle e fiscalização em toda a cadeia dos produtos farmacêuticos; considerando a necessidade de acompanhar e monitorar nas distribuidoras o cumprimento das normas sanitárias para a distribuição de medicamentos, com vistas à detecção de medicamentos irregulares, os falsificados e provenientes de cargas roubadas assegurando as ações preventivas no sistema de controle e fiscalização; considerando que todo o segmento envolvido na produção, distribuição, transporte e armazenagem de medicamentos é responsável solidário pela identidade, eficácia, qualidade e segurança dos produtos farmacêuticos: Adotou a seguinte Resolução e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação: Art. 1º - Instituir o Roteiro de Inspeção em Distribuidoras de Medicamentos e Produtos Farmacêuticos e a Classificação e Critérios de Avaliação de seus itens (Anexo I), a serem aplicados pelo Órgão de Vigilância Sanitária competente, no Estado da Paraíba. Art. 2º - A inobservância das normas aprovadas por esta Resolução configura infração de natureza sanitária sujeitando o infrator às penalidades previstas na Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977 e na Lei Estadual nº de 14 de setembro de Art. 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

3 ANEXO I Classificação e Critérios de Avaliação para os itens do Roteiro de Inspeção para as empresas distribuidoras de medicamentos e produtos farmacêuticos. O critério estabelecido para a classificação está baseado no risco potencial inerente a cada item em relação à qualidade e segurança dos produtos. IMPRESCINDÍVEL - I Considera-se item IMPRESCINDÍVEL aquele que atende às recomendações de Boas Práticas de Distribuição, que pode influir em grau crítico na qualidade ou segurança dos produtos. Define-se por SIM ou NÃO. NECESSÁRIO -N Considera-se item NECESSÁRIO aquele que atende às recomendações de Boas Práticas de Distribuição, que pode influir em grau menos crítico na qualidade ou segurança dos produtos. Define-se por SIM ou NÃO. O item NECESSÁRIO não cumprido em uma inspeção, conseqüentemente será classificado como IMPRESCIDÍVEL nas inspeções seguintes. RECOMENDÁVEL - R Considera-se item RECOMENDÁVEL aquele que atende às recomendações de Boas Práticas de Distribuição, que pode influir em grau não crítico na qualidade ou segurança dos produtos. Define-se por SIM ou NÃO. O item RECOMENDÁVEL não cumprido em uma inspeção, conseqüentemente será classificado como NECESSÁRIO nas inspeções seguintes. Não obstante nunca será tratado como imprescindível. INFORMATIVO - INF Considera-se item INFORMATIVO aquele que apresenta uma informação descritiva, que não afeta a qualidade e segurança dos produtos. Poderá ser respondido opcionalmente por SIM ou NÃO, ou sob forma de conceito descritivo.

4 ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS FARMACÊUTICOS IDENTIFICAÇÃO Razão Social: Nome Fantasia: Número do CNPJ: Nº A.F. Estadual: Data de Validade: N da A.F.E.: Nº da Autorização Especial: Endereço: Bairro: CEP: Telefone: FAX: Nome do Responsável Técnico: Nº C. R. F/PB.: Nome do Responsável Legal: Nº R.G.: 1. ADMINISTRAÇÃO E INFORMAÇÃO GERAL 1.1 INF O farmacêutico responsável está presente? 1.2 A empresa comercializa: Medicamentos Drogas Insumos 1.3 INF A empresa possui licença dos órgãos competentes para exercer suas atividades? 1.4 R Existe lista dos produtos que estão em comercialização? 1.5 I Os produtos estão devidamente registrados no Órgão Sanitário competente? 1.6 I Todos os medicamentos são adquiridos diretamente dos titulares dos registros? 1.7 N Existe cadastro dos fornecedores? 1.8 N A empresa mantém cadastro que indique a quantidade dos produtos que foram recebidos com os respectivos números de lotes? 1.9 R A empresa mantém o cadastro dos estabelecimentos farmacêuticos e dos serviços de saúde com que transaciona? 1.10 I O fornecimento aos estabelecimentos licenciados é feito através de Nota Fiscal contendo obrigatoriamente os lotes dos produtos? 1.11 INF Importa produto acabado? 1.12 N Existe Manual de Boas Práticas de Distribuição? 1.13 N Existem Procedimentos Operacionais Padrão? S N N/A 2. INSTALAÇÕES: 2.1 N Apresenta infra-estrutura adequada às operações desenvolvidas? 2.2 N Os pisos, paredes e tetos são apropriados? N Estão em bom estado de conservação? R Estão limpos? 2.3 N Existe proteção contra entrada de insetos e outros animais? N Existe um combate aos mesmos? R Há registros? 2.4 N A área ocupada é condizente com o volume das operações? 2.5 N Existem áreas para recepção e expedição de produtos? N Estas áreas estão localizadas de forma a proteger as remessas de produtos? N Estas áreas estão separadas da área de armazenamento?

5 3. CONDIÇÕES GERAIS: 3.1 N Todos os produtos são examinados no recebimento para verificar se as embalagens não estão danificadas e se os produtos correspondem aos documentos fiscais? N Existem registros? 3.2 N A temperatura do local é adequada com as condições necessárias ao armazenamento dos produtos? 3.3 R A temperatura e umidade da área de armazenagem são registradas e controladas? 3.4 N Existe equipamento de segurança para combater incêndios? 3.5 R Estão bem localizados, delimitados com marcações e o acesso aos extintores e mangueiras está livre? 3.6 N A disposição do armazenamento é organizada e racional, com o intuito de preservar a integridade dos produtos? 3.7 N Mantém-se um sistema de registro de entrada e saída do estoque dos produtos? 3.8 N Os produtos obedecem o empilhamento máximo segundo instruções do fabricante? 3.9 N Os produtos armazenados encontram-se isolados do piso e afastados das paredes? 3.10 INF Possui medicamentos que necessitam de armazenamento em baixa temperatura? N Caso positivo, estão armazenados em temperatura adequada? N É efetuado o controle e registro de temperatura? 3.11 I Existem dentro da área de armazenagem, setores separados, trancados e com acesso restrito, que ofereçam segurança para medicamentos e / ou substâncias sujeitas a controle especial? 3.12 I Existem livros de registro ou sistema informatizado para medicamentos e / ou substâncias sujeitas a controle especial? 3.13 N Estão atualizados? 3.14 N A escrituração obedece à legislação em vigor? 3.15 N Existe comprovação de entrega à Vigilância Sanitária da documentação prevista na legislação em vigor para medicamentos e/ou substâncias sujeitas a controle especial I Todos os produtos armazenados estão dentro do seu prazo de validade? 3.17 N Existe área separada, segura e identificada para armazenamento dos produtos vencidos, avariados, devolvidos e/ou recolhido do mercado? 3.18 INF Qual o destino de produtos com prazo de validade vencido? 3.19 INF Realizam-se inventários periodicamente? 3.20 R Existem registros? 3.21 INF A empresa possui instruções e recomendações fornecidas pelo fabricante relativas aos produtos que necessitem de condições especiais de armazenamento e transporte? 3.22 I Essas instruções e recomendações são cumpridas? 3.23 INF O transporte dos produtos é realizado pela própria empresa? RSe não, a empresa apresentou contrato de terceirização?

6 6 - CONCLUSÃO E PARECER TÉCNICO: 7- EQUIPE DE INSPEÇÃO:, de de. PROPRIETÁRIO/RESPONSÁVEL

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