GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: UM ESTUDO COMPARATIVO DOS MUNICÍPIOS DE CURITIBA E NOVA YORK RESUMO

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1 1 GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: UM ESTUDO COMPARATIVO DOS MUNICÍPIOS DE CURITIBA E NOVA YORK Malgarete Miola de Oliveira 1 Mario Sergio Cunha Alencastro 2 RESUMO O objetivo deste estudo é apresentar uma pesquisa comparativa, guardadas as devidas proporções, entre a geração e destinação de resíduos sólidos na cidade de Curitiba e New York. A metrópole americana de Nova York descarta a maior quantidade per capita diária de lixo, aproximadamente 1,8 kg por pessoa. Todos os dias, Nova York tem de eliminar 24 mil toneladas de lixo. O município de Curitiba, por sua vez, produz, a cada dia, toneladas de lixo equivalentes a 0,7 kg de resíduos por pessoa. Para o desenvolvimento deste artigo buscou-se desenvolver uma revisão da literatura pertinente e um estudo de caso das duas cidades por meio de dados encontrados na pesquisa bibliográfica. Após a realização desta pesquisa, pode-se concluir que quanto mais rica e industrializada for a região, maior será o consumo de descartáveis e, dessa forma, maior também será a quantidade de lixo. Esse acúmulo de resíduos implica em conseqüências sérias para o meio ambiente e geram problemas também de cunho social, pois, as cidades nem sempre possuem uma estrutura apropriada para lidar com esse problema. Palavras-chaves: resíduos sólidos, aterro sanitário, lixão, incineração, coleta seletiva. INTRODUÇÃO Desde a Revolução Industrial o homem vem poluindo cada vez mais o meio ambiente. Portanto, precisa-se promover todo tipo de ações que ajude a manter o equilíbrio ecológico. Um dos grandes problemas ambientais hoje em dia é o grande volume de lixo doméstico gerado nas grandes cidades, por isso é necessário que se planeje meios para dispor dele. Na maioria dos municípios do mundo cada família preenche, em média, duas latas de lixo por semana. Se multiplicar-se essa quantia pelo número de famílias num país inteiro poder-se-á estimar a enorme quantidade de 1 Aluna do curso de MBA - Sustentabilidade e Gerenciamento Ambiental e Empresarial da Universidade Tuiuti do Paraná. 2 Engenheiro. Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento.

2 2 resíduos sólidos para ser descartado. A metrópole americana de Nova York descarta a maior quantidade per capita diária de lixo, aproximadamente 1,8 kg por pessoa. Todos os dias, Nova York tem de eliminar 24 mil toneladas de lixo. O município de Curitiba, por sua vez, produz, a cada dia, toneladas de lixo equivalentes a 0,7 kg de resíduos por pessoa. De acordo com Ribeiro (s/d) a geração de lixo é um resultado inevitável da vida dos seres humanos que, ao contrário do que acontece na natureza, não se auto recicla e permanece no ambiente por longos períodos. Isso é um grande problema, pois "o lixo pode ser encontrado no estado sólido, líquido e gasoso" e pode ser qualificado como orgânico quando é oriundo de restos de alimentos, vegetação, etc.; inorgânico quando é derivado de materiais químicos e/ou que passam por processos de fabricação como plástico, metais, etc. podendo ser reciclável ou não; lixo tóxico gerado por resíduos de pilhas, baterias, metais pesados, etc. lixo altamente tóxico resultante de materiais radioativos e hospitalares. Para o autor, desta forma o lixo se origina de várias fontes, sendo os principais os resíduos domésticos, sólido urbano, industrial, hospitalar e nuclear. Então, o que acontece aos resíduos sólidos coletados? Primeiramente, ele é coletado pelas prefeituras, ou por uma companhia particular, e levado a um depósito, juntamente com o lixo de outras residências da área, onde pode haver certa seleção sobras de metal são separadas e reaproveitadas. O que acontece ao lixo tão variado de um lugar para, outro? Em geral, a solução mais comum a todo esse material é enterrá-lo em aterros apropriados. Segundo Ribeiro (s/d) No caso específico do lixo residencial são diversas as possibilidades, no entanto, varia de acordo com a realidade econômica do país. Em vários países, o lixo orgânico é processado nas indústrias de compostagem e dão origem a adubos e gás metano, já o lixo inorgânico o melhor seria a implantação efetiva de uma coleta seletiva que permitiria a reciclagem de grande parcela dos materiais (vidros, latas de alumínio, papéis entre outros), isso é comum em países europeus e também no Japão. Neste artigo procurou-se fazer estudo comparativo entre as cidades de New York e Curitiba, no que diz respeito ä questão do lixo doméstico. Tal estudo justificase porque a primeira por se tratar de uma grande metrópole mundial tem acesso às mais novas tecnologias e programas de conscientização. A segunda por se tratar de uma metrópole nacional que mesmo apresentando um histórico de ser uma capital

3 3 ecológica, sabe-se que existem grandes problemas. Contudo a experiência norte americana pode auxiliar a capital Curitiba a resolver alguns desses problemas pela adoção de medidas que deram certo numa metrópole maior em tamanho e, principalmente em geração de resíduos sólidos, como o caso de New York. 1 GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Antes de se analisar a questão da geração de resíduos sólidos urbanos fazse necessário entender alguns conceitos. 1.1 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS A caracterização física dos resíduos permite identificar os resíduos gerados pela população, pois permite conhecer todas as características percentuais de seus componentes e mostrar as potencialidades econômicas. De acordo com Tavares (2007, p. 58) ao conhecer a caracterização física dos resíduos os gestores municipais podem por meio de simulações de cenários futuros compreender o sistema de gestão dos resíduos em toda a sua dimensão, do dimensionamento das rotas, estações de reciclagem, tratamento e disposição final, Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), aterro energético, e mapeamento de recicladores. Diversos fatores influenciam as características físicas do resíduo sólido urbano, tais como: população residente urbana e rural do município (cidades litorâneas população flutuante); renda per capita dos diversos estratos populacionais; nível de escolaridade (taxa de alfabetização); formação cultural (hábitos e costumes); fator clima; densidade demográfica. Deve-se entender também a composição destes resíduos, como se pode verificar no Quadro 1, a seguir que traz os dados da cidade de Curitiba e região

4 4 metropolitana como exemplo para as características físicas dos resíduos sólidos urbanos: QUADRO 1 - COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA DOS RESÍDUOS DO MUNICÍPIO DE CURITIBA E REGIÃO METROPOLITANA (ANO BASE 2006) Material Percentual Papel 15,33% Papelão 4,20% Plástico Filme 12,19% Plástico Duro 6,63% Metais Ferrosos 2,21% Mateis Não-Ferrosos 0,70% Vidro 3,81% Tetra Pak 1,74% Madeira 0,81% Trapos 4,35% Couros 1,72% Fraldas 4,87% Borracha 2,34% Outros Materiais 0,93% Matéria Orgânica 38,17% Total 100,00% Fonte: SMMA, DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS NO BRASIL Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizado em 2000 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística, 63,6% dos municípios brasileiros utilizam lixões como forma de disposição dos resíduos sólidos urbanos, 18,4% utilizam aterros controlados e 13,8% dispõem os resíduos em aterros sanitários. Segue abaixo algumas definições destes tipos de disposição, que com os dados acima demonstra que a questão de destinação final dos resíduos sólidos no Brasil é ainda muito preocupante. Segundo Almeida e Vilhena (2000) Aterro sanitário é uma técnica de disposição final de resíduos (lixo) no solo, fundamentada em critérios de engenharia e com normas específicas de maneira a confinar o resíduo de maneira segura em termos de controle da poluição ambiental e proteção à saúde pública. Para Urbano (2007) pode-se entender o aterro sanitário como um processo usado para a disposição de resíduos sólidos no solo, particularmente, lixo domiciliar que com o aporte de (...) critérios de engenharia e normas operacionais específicas,

5 5 permite a confinação segura em termos de controle de poluição ambiental, proteção à saúde pública". Ainda Urbano (2007) apresenta outra definição de aterro sanitário: (...) forma de disposição final de resíduos sólidos urbanos no solo, através de confinamento em camadas cobertas com material inerte, geralmente, solo, de acordo com normas operacionais específicas, e de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, minimizando os impactos ambientais. O aterro sanitário acaba sendo a destinação final da maioria dos rejeitos provenientes dos vários processos de tratamento dos resíduos sólidos em muitas cidades brasileiras. Porém, atualmente os aterros sanitários têm recebido muitas toneladas por dia de lixo domiciliar, praticamente bruto, o que é um fator importante para que a vida útil dos mesmos se esgote de maneira muito rápida. Sua vida útil é determinada por vários condicionantes, tendo como principais, a área de implantação, o relevo e o material a ser depositado. O volume de lixo recebido por um aterro sanitário é determinada a partir da área disponível. Contudo, no Brasil, devido a expansão urbana e as exigências ambientais, estas áreas estão escasseando. Os que estão em funcionamento atualmente têm vida útil pequena se for mantida a mesma tonelagem diária de lixo recebida a cada dia. Outra definição é bastante importante para o entendimento do tema, o aterro controlado. De acordo com Almeida, Vilhena (2000) Aterro controlado é uma técnica de disposição de resíduos sólidos, sem causar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, que utiliza alguns princípios de engenharia para confinar os resíduos sólidos urbanos no solo, cobrindo-os com uma camada de material inerte na conclusão de cada jornada de trabalho, minimizando os impactos ambientais. Para Urbano (2007) (...) o aterro controlado é uma técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública e a sua segurança, minimizando os impactos ambientais. Este método utiliza princípios de engenharia para confinar os resíduos sólidos, cobrindo-os com uma camada de material inerte na conclusão de cada jornada de trabalho.

6 6 Com esta disposição do lixo urbano é produzida uma poluição localizada, pois como no caso dos aterros sanitários, a extensão da área de disposição é minimizada. Porém, geralmente não dispõe de impermeabilização de base (comprometendo a qualidade das águas subterrâneas), nem sistemas de tratamento de chorume ou de dispersão dos gases gerados. Este método é preferível ao lixão, mas, devido aos problemas ambientais que causa e aos seus custos de operação, a qualidade é inferior ao aterro sanitário. Para Almeida e Vilhena (2000) lixão é uma forma inadequada de disposição final de resíduos (lixo), pois não contempla obras de engenharia nem para controle de poluição ambiental nem para manutenção da saúde pública. A partir disso, pode-se considerar que o lixão se caracteriza pela simples descarga sobre o solo, sem medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública. O mesmo que descarga de resíduos a céu aberto ou vazadouro. Os resíduos assim lançados acarretam problemas à saúde pública, como proliferação de vetores de doenças (moscas, mosquitos, baratas, ratos etc.), geração de maus odores e, principalmente, poluição do solo e das águas subterrânea e superficial, pela infiltração do chorume. Segundo o IBGE (2000), a destinação final do resíduo sólido urbano coletado no país em peso é: 47% em aterros sanitário, 22% em aterros controlados, 31 % em lixões. Em contrapartida, o aproveitamento dos resíduos pode trazer benefícios interessantes, tanto do ponto de vista ambiental como também: na redução da criação e utilização de aterros nos gastos com acondicionamento e transporte na redução da utilização dos recursos naturais na diminuição dos riscos ambientais proporcionados por esses resíduos Do ponto de vista econômico, essas soluções são atrativas tanto na redução de custos de transporte e da disposição legal do aterro, quanto na redução dos custos globais de matérias-primas, conforme destaca Maruon (2006, p. 19). A cada tonelada de papel reciclado conserva-se 3,5 MWh de energia e a cada tonelada de plástico reciclado conserva-se 5,3 MWh, totalizando 8,8 MWh de energia conservada por tonelada de material. Caso a mesma quantidade de material

7 7 fosse incinerada, o máximo obtido de energia seria 3,3 MWh por tonelada da material incinerado (ROSA, 2003). A coleta seletiva é o ponto de partida para um sistema de gerenciamento de resíduos do município que tenha por objetivo estimular a reciclagem. Segundo informações do Cempre (2009, p. 21) em 1984, cerca de 81 municípios faziam coleta seletiva em escala significativa. Passados dez anos, em 2004, esse número chegou a 237. Em 2006, passou a 327 e em 2008 a 405 municípios, com o atendimento de a 26 milhões de pessoas. Segundo Landuche; Dias (2005, p. 42) os dados do IBGE de 2002 mostram que o Brasil possuía no ano de 1991 aproximadamente 146 milhões de habitantes, em 2000 a população estava já acima de 169 milhões, apresentando uma taxa de crescimento superior a 1,6 %. A incineração consiste na queima do lixo a altas temperaturas em instalações chamadas incineradores. É um método de alto custo devido a utilização de equipamentos especiais. Neste método existe uma grande redução do volume do lixo, cerca de 3% do volume original (INCINERAÇÃO, 2002). A incineração é um processo de combustão controlada (em instalação própria), que permite a redução em volume e em peso dos resíduos sólidos, em cerca de 90 a 60%. Os resíduos são transformados em gases, calor e materiais inertes (cinza e escórias de metal) (INCINERAÇÃO, 2002). Os grandes inconvenientes desse sistema são a (INCINERAÇÃO, 2002): Poluição do solo por cinzas e escórias A poluição da água pelas águas de arrefecimento das escórias e de lavagem de fumos e pelas escorrências de solos contaminados Poluição do ar por cinzas voláteis e dioxinas; estas últimas têm um elevado teor tóxico e são agentes de doenças, nomeadamente hiperpigmentação da pele, danos no fígado, alterações enzimáticas, alterações no metabolismo dos lipídios, nos sistemas endócrino e imunológico e efeitos cancerígenos. Desta forma, para os estudiosos, o processo de incineração no Brasil, ganhou o conceito de poluidor, nocivo à saúde e prejudicial ao meio ambiente devido ao uso de equipamentos já obsoletos ou à operação e manutenção inadequadas (INCINERAÇÃO, 2002). A incineração, ou seja, a queima do lixo é o método principal no Japão e na Suíça, sendo que mais de 60% do lixo é incinerado. A Suécia, a França, a Alemanha

8 8 e a Holanda incineram algo em torno de 40%. Os Estados Unidos, a Itália, o Canadá, a Inglaterra e a Espanha possuem baixos índices de incineração, não chegando a 20% (INCINERAÇÃO, 2002). A tecnologia da incineração tem como principal atrativo a possibilidade de diminuir para cerca de 4% o volume do resíduo a ser destinado ao aterro sanitário, prolongando dessa forma a vida útil do mesmo. Além, de ser um eficiente combustível, as cinzas dos resíduos poderão ser destinadas à incorporação na construção civil (TOLMASQUIM, 2003). Além do aspecto técnico há também o ambiental, pois aumentam as pressões sobre o controle das emissões, de poluentes tóxicos e do efeito estufa. Atualmente as tecnologias de incineração são suficientemente sofisticadas, como os sistemas de turbilhonamento, a secagem, a ignição e o controle de combustão. Vários são os processos de pré-tratamento do resíduo, antes da incineração, para aumentar a sua homogeneização, baixar a umidade e aumentar o poder calorífico. 2 COMPARATIVO DA GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 2.1 GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM NOVA YORK Segundo Brown (2011) as questões relacionadas a destinação das toneladas de lixo produzidas diariamente pela cidade de Nova York é um problema recorrente a todos os governos da cidade, pois este problema tem três facetas: é um problema econômico, um desafio ambiental e um pesadelo potencial de relações públicas, porque quando o aterro sanitário de Fresh Kills, o local de destinação final do lixo de Nova York, foi desativado permanentemente em março de 2001, a cidade teve que transportar o lixo para aterros distantes em Nova Jersey, Pensilvânia e Virginia, alguns a quase 500 quilômetros de distância. O distrito de Staten Island, na metrópole americana de Nova York, costumava receber diariamente mais de 25 mil toneladas de resíduos, de todos os tipos. No total, a área chegou a servir de depósito para 150 milhões de toneladas de lixo, que amontoados alcançavam 50 metros (Figura 1).

9 9 FIGURA 1 - FRESH KILLS ANTES DA DESATIVAÇÃO Fonte: O antigo lixão de Fresh Kills está sendo recuperado e transformado em um parque com 890 hectares que será aberto ao público no final de 2011 (Figura 2). Entre as medidas adotadas para transformar o lugar, foi necessário garantir a estabilidade do terreno, estabelecer uma rede de canalização para dar vazão ao gás resultante da decomposição do lixo e instalar uma camada de plástico impermeável para confinar e extrair o chorume, líquido poluente produzido em processos de decomposição. Os técnicos deverão acompanhar uma série de indicadores sobre a qualidade do ambiente por pelo menos três décadas. FIGURA 2 FRESH KILLS ATUALMENTE Fonte: 2.2 GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM CURITIBA Durante o ano de 2010 o serviço de coleta de lixo em Curitiba recolheu toneladas de lixo domiciliar. Também buscou na casa do curitibano mais de toneladas de lixo reciclável. Somados estes dois tipos de resíduos, foram toneladas recolhidos na porta da casa da população. Levando em conta o número de habitantes contado pelo Censo 2010 do IBGE, Curitiba tem cerca de

10 10 1,747 milhão de habitantes, dá para dizer que, na média, cada curitibano produziu 263,5 quilos de detritos ao longo do ano. Os dados são da Prefeitura de Curitiba e os números são de lixo reciclável, orgânico, resíduos vegetais e de varrição e coleta de vias públicas. Se forem incluídos na conta o que a limpeza urbana recolhe de resíduos vegetais e de varrição e coleta de vias públicas, a quantidade percapita de lixo aumenta para 504,7 quilos por habitante. Diariamente, Curitiba produz toneladas de lixo de todos os tipos que são levados para os aterros sanitários. A quantidade de lixo produzido cresce ano a ano. Contudo, existe a possiblidade do aterro sanitário da Caximba, atualmente a destinação final dos resíduos sólidos coletados no município de Curitiba e região metropolitana, não poder continuar a receber toda esta quantidade de lixo. O aterro sanitário da Cacimba apresenta outro problema revelado por avaliações ambientais e pela população que vive no entorno do mesmo. De acordo com Casagrande Junior (2009) há um controle inadequado do chorume, que vaza para o Rio Iguaçu, dos gases tóxicos emitidos e do mau cheiro. Uma pesquisa informal dos próprios moradores locais descobriu sérios casos que comprometem a saúde humana, destacando índices acima do normal de aborto por anencefalia, de insuficiência renal e respiratória entre adultos e crianças. Enquanto isso, o município ainda não tem uma nova área definida para receber as 2,5 mil toneladas diárias de detritos produzidas pelos moradores de Curitiba e dos 15 municípios da região metropolitana. Contudo, Curitiba deu um salto no ano que passou na coleta seletiva. Graças a campanhas permanentes de separação, a cidade fechou 2010 com toneladas de material reciclável recolhidas pelos caminhões do Lixo que não é Lixo. A quantidade representa um aumento de 192% nos últimos cinco anos. Em 2005, foram toneladas, conforme mostra Sarzi (2011). Atualmente, segundo dados da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (2011) os resíduos sólidos coletados em Curitiba e região metropolitana são enviados para o Aterro da Caximba cuja capacidade foi adotada em projeto a partir de uma produção per capta média de lixo de 0.55 Kg/hab/dia, e uma abrangência variável do sistema de coleta de 75 a 90%, nos anos de 1988 a Levando-se em conta a capacidade aproximada de projeto do aterro de toneladas e a projeção populacional para o município de Curitiba, foi

11 11 estimada para o aterro uma vida útil aproximada de 11 anos e 5 meses. O Aterro Sanitário da Caximba entrou operação em 20 de novembro de 1989, contudo até julho de 2002 foram depositados ,88 toneladas de resíduos sólidos. 2.3 ESTUDO COMPARATIVO Nova York recicla apenas 18% dos seus resíduos municipais, menos do outras cidades do país como Los Angeles que recicla 44% do lixo reciclado e Chicago com 47% do lixo reciclado. Já Curitiba em 2010 recolheu toneladas de material reciclável, sendo que a quantidade de lixo reciclável recolhida representa um aumento de 192% nos últimos cinco anos. O percentual de reciclagem do lixo no município chega a quase 25% sobre o total de resíduos produzidos. Desta forma o quadro 2 a seguir mostra a comparação dos dois municípios: QUADRO 2 COMPARATIVO NOVA YORK E CURITIBA População Produção anual Produção diária Produção por Índice de Em milhões Resíduos sólidos Em toneladas Em toneladas indivíduo/dia Em kg reciclagem Em % Nova York * ,8 18 Curitiba * ,67 0,7 25 Fontes: IBGE, Prefeitura de Nova York. *Censo de *Censo Segundo o Cempre, Curitiba é a segunda cidade que mais recicla lixo no país, que tem a maior cobertura pela coleta seletiva por número de habitantes (99,3%), é a que mais toneladas arrecadadas por mês (2 mil toneladas coletadas pelos caminhões e 3,5 mil coletadas pelos catadores) e uma das que menos gasta com a coletiva seletiva. Já Nova York recicla menos que outras cidades do próprio país como: Los Angeles recicla 44%; Chicago chega ao índice de 47%; Seattle e Minneapolis têm, ambos, taxas de reciclagem em torno de 60% e está muito longe dos índices de algumas cidades européias que chegam a reciclar 70% dos seus resíduos sólidos.

12 12 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A geração de resíduos sólidos urbanos está relacionada com os hábitos de consumo de cada cultura e pode-se perceber que existe uma correlação estreita entre a produção dos resíduos e o poder econômico da população de determinada sociedade. Portanto, torna-se evidente que o lixo faz parte da história da humanidade e que sua produção é inevitável. É possível constatar então que, a população mundial convive diariamente com o lixo que ela própria produz. A caracterização gravimétrica sistemática dos resíduos sólidos urbanos subsidia a otimização dos tipos de coleta e do sistema de tratamento e destinação final do município. Permite também conhecer o potencial energético do resíduo e com isto fazer um maior aproveitamento dos resíduos e dos produtos e subprodutos, oriundos do sistema de tratamento a ser adotado, direcionar campanhas de redução de geração de resíduos e ter conhecimento do potencial do mercado para reciclável. Compatibiliza-se assim, as questões ambientais, econômicas e sociais vindo ao encontro da sustentabilidade do sistema. Após a realização desta pesquisa, pode-se concluir que quanto mais rica e industrializada for a região, maior será o consumo de descartáveis e, dessa forma, maior também será a quantidade de lixo. Esse acúmulo de resíduos implica em conseqüências sérias para o meio ambiente e geram problemas também de cunho social, pois, as cidades nem sempre possuem uma estrutura apropriada para lidar com essa questão. A administração dos resíduos sólidos é atualmente uma das preocupações na organização urbana, e neste contexto Curitiba vem desenvolvendo um trabalho bastante expressivo para com a população e o meio ambiente. Inúmeros são os programas que visam a reciclagem e a coleta seletiva entre eles: O Lixo que não é lixo: o programa de coleta seletiva de Curitiba já existe há vários anos e alcança praticamente 100% da cidade. O Programa "Compra do Lixo": desenvolvido para atender áreas com sérios problemas ambientais ocasionados pela falta de coleta de lixo em função das áreas serem desurbanizadas, de difícil acesso, encostas de morros, fundos de vale e favelas com ruas muito estreitas.

13 13 O Programa Câmbio Verde: desenvolvido a partir do Programa Compra do Lixo e do Programa Lixo que não é Lixo, que consiste na troca de material reciclável por produtos hortigranjeiros de época. Estas ações são importantes, pois os resíduos sólidos brasileiros são avaliados como um dos mais ricos do mundo, e sua reciclagem é amplamente apoiada pela catação informal. O planeta alcançou a população de seis bilhões de habitantes, e este enorme contingente populacional habitará um mundo em que a deterioração do meio ambiente é um evento constante e preocupante e a previsível degradação dos seres humanos deve ser considerada, sobretudo, nas grandes cidades, como New York e Curitiba, cada uma a sua maneira e nas suas condições, como o exemplo de transformação desenvolvido na cidade de New York em Staten Island. 5 REFERENCIAS ALMEIDA, M. L. O.; VILHENA, (coord) Lixo Municipal: manual de gerenciamento integrado. 2 ed. São Paulo: IPT/CEMPRE, BROWN, Lester. Nova York: Capital Mundial do Lixo. Disponível em: Acesso feito em mar./2011. CASAGRANDE JÚNIOR, Eloy Fassi. Os demônios do lixo de Curitiba. 11/11/2009. Disponível em: Acesso feito em mar./2011. CEMPRE. Um caminho real para a sustentabilidade. Revista Limpeza Pública. São Paulo, n. 71, p , IBGE. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico. Orçamento e Gestão. Brasília: Ministério do Planejamento, orçamento e gestão, INCINERAÇÃO - Método Contestado. Revista Gerenciamento Ambiental, ano 4, n. 19, mar./abr./2002. LANDUCHE, Bianca Elizabeth; DIAS, Pedro Luiz Fuentes. Aproveitamento de resíduos em usinas de reciclagem. Engenharia e Construção. Curitiba, ano 8, n. 103, p , abr./2005. MAROUN, Christianne Arraes. Manual de gerenciamento de resíduos: guia de procedimento passo a passo. Rio de Janeiro: GMA/FIRJAN/SEBRAE, RIBEIRO, Thiago. O Lixo. Disponível em: geografia/o-lixo.htm. Acesso feito em fev./2011.

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