CONSTRUIR EM VIDRO. Enquadramento 2ª Parte. Nuno Valentim Lopes Formação Contínua Ordem do Arquitectos SRN Palácio das Artes Porto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "25-06-2010 CONSTRUIR EM VIDRO. Enquadramento 2ª Parte. Nuno Valentim Lopes Formação Contínua Ordem do Arquitectos SRN Palácio das Artes Porto"

Transcrição

1 CONSTRUIR EM VIDRO Enquadramento 2ª Parte Nuno Valentim Lopes Formação Contínua Ordem do Arquitectos SRN Palácio das Artes Porto Fonte: Silva, João P, Reflexos do Vidro, FAUP,

2 Crystal Palace, Londres, J Paxton, 1851 Carson Pirie Scott, Chicago, Louis Sullivan, Le parisien, Paris, G. Chedanne, Fábrica Steiff, Alemanha, Autor desconhecido,

3 Fábrica Fagus, Alemanha, W. Gropius, 1911 a questão da salubridade, luz, saúde, higienismo, eugenia, ) Kyoto, Séc. XVII (o fim da caixa, diluição progressiva interior/exterior) 3

4 Pavilhão de Barcelona, Mies Van Der Rohe, Casa Schröder, Utrecht, G. Ritveld,

5 Casa Schröder, Utrecht, G. Ritveld, 1924 Fallingwater, F. L. Wright,

6 Pavilhão da Deutscher Werkbund na Exposição de Colónia, Bruno Taut, 1914 (o vidro é fundamental na comunicação das visões expressionistas - de um novo mundo) H. Scharoun, aguarela, 1919 Mies van der Rohe, Arranha-Céus de Vidro, Berlin,

7 Fonte: Silva, João P, Reflexos do Vidro, FAUP, 2006 Ville Savoye, Paris, Le Corbusier,

8 Immeuble Clarté, Geneve, Le Corbusier, 1932 Escola aberta, Amsterdão, J. Duiker, 1930 Fabrica de tabaco, Roterdão, J. A. Brinkmann, L. C. van der Vlugt e M Stam,

9 Maison de Verre, P Charreau, Maison de Verre, P Charreau,

10 Fonte: Silva, João P, Reflexos do Vidro, FAUP, 2006 CASA FARNWORTH, MIES VAN DER ROHE, ILLINOIS, 1946/51 10

11 CASA FARNWORTH, MIES VAN DER ROHE, ILLINOIS, 1946/51 CASA FARNWORTH, MIES VAN DER ROHE, ILLINOIS, 1946/51 11

12 CASA FARNWORTH, MIES VAN DER ROHE, ILLINOIS, 1946/ , 1952,

13 SEAGRAM BUILDING, MIES VAN DER ROHE, NOVA IORQUE, SEAGRAM BUILDING, MIES VAN DER ROHE, NOVA IORQUE,

14 Jacobsen 1955, SOM 1952, Saarinen SEDE DA WILLIS, FABER & DUMAS, NORMAN FOSTER, IPSWICH,

15 SEDE DA WILLIS, FABER & DUMAS, NORMAN FOSTER, IPSWICH,

16 16

17 EDIFÍCIO SUVA, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1988/93 EDIFÍCIO SUVA, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1988/93 17

18 EDIFÍCIO SUVA, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1988/93 EDIFÍCIO SUVA, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1988/93 18

19 EDIFÍCIO SUVA, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1988/93 EDIFÍCIO DE COMÉRCIO E HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, SOLOTHURN, 1993/00 19

20 EDIFÍCIO DE COMÉRCIO E HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, SOLOTHURN, 1993/00 EDIFÍCIO DE COMÉRCIO E HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, SOLOTHURN, 1993/00 20

21 EDIFÍCIO DE COMÉRCIO E HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, SOLOTHURN, 1993/00 EDIFÍCIO DE COMÉRCIO E HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, SOLOTHURN, 1993/00 21

22 EDIFÍCIO DE COMÉRCIO E HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, SOLOTHURN, 1993/00 EDIFÍCIO PRADA, HERZOG & DE MEURON, TOQUIO, 2000/03 22

23 EDIFÍCIO PRADA, HERZOG & DE MEURON, TOQUIO, 2000/03 EDIFÍCIO ROCHE PHARMA, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/00 23

24 EDIFÍCIO ROCHE PHARMA, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/00 EDIFÍCIO DE COMÉRCIO E HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, MUNIQUE, 1996/00 24

25 SEDE DA COMPANHIA RICOLA, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1997/98 EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, PARIS, 1996/00 25

26 EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, PARIS, 1996/00 EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, PARIS, 1996/00 26

27 EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO, HERZOG & DE MEURON, PARIS, 1996/00 INSTITUTO DO MUNDO ÁRABE, JEAN NOUVEL, PARIS, 1981/87 27

28 INSTITUTO DO MUNDO ÁRABE, JEAN NOUVEL, PARIS, 1981/87 INSTITUTO DO MUNDO ÁRABE, JEAN NOUVEL, PARIS, 1981/87 28

29 1997 CAPELA DO CREU-IL Porto Capela e arranjos exteriores do Centro de Reflexão e Encontro Universitário Inácio de Loiola Nuno Valentim Lopes, Frederico Eça 29

30 30

31 31

32 32

33 33

34 34

35 CAIXILHARIAS 35

36 BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO, ÁLVARO SIZA, AVEIRO, 1988/95 BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO, ÁLVARO SIZA, AVEIRO, 1988/95 36

37 MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA, ÁLVARO SIZA, SANTIAGO DE COMPOSTELA, 1986/95 MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA, ÁLVARO SIZA, SANTIAGO DE COMPOSTELA, 1986/95 37

38 CASA I, EDUARDO SOUTO MOURA, NEVOGILDE, 1982/85 CAPELA MORTUÁRIA DO CEMITÉRIO WOODLAND, ERIK GUNNAR ASPLUND, ESTOCOLMO, 1935/40 38

39 CAPELA MORTUÁRIA DO CEMITÉRIO WOODLAND, ERIK GUNNAR ASPLUND, ESTOCOLMO, 1935/40 CAPELA MORTUÁRIA DO CEMITÉRIO WOODLAND, ERIK GUNNAR ASPLUND, ESTOCOLMO, 1935/40 39

40 BANCO PINTO & SOTTO MAYOR, ÁLVARO SIZA, O. AZEMÉIS, 1971/74 BANCO PINTO & SOTTO MAYOR, ÁLVARO SIZA, O. AZEMÉIS, 1971/74 40

41 ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO, ÁLVARO SIZA, SETUBAL, 1986/95 ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO, ÁLVARO SIZA, SETUBAL, 1986/95 41

42 ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO, ÁLVARO SIZA, SETUBAL, 1986/95 FAUP, ÁLVARO SIZA, PORTO, 1986/96 42

43 FAUP, ÁLVARO SIZA, PORTO, 1986/96 CASA EM ALCANENA, EDUARDO SOUTO MOURA, TORRES NOVAS, 1987/92 43

44 RESIDÊNCIAS DE ESTUDANTES ANTIPODE I, HERZOG & DE MEURON, DIJON, FRANÇA, RESIDÊNCIAS DE ESTUDANTES ANTIPODE I, HERZOG & DE MEURON, DIJON, FRANÇA,

45 IGREJA DE ST. PETER, SIGURD LEWERENTZ, KLIPPAN, 1962/66 IGREJA DE ST. PETER, SIGURD LEWERENTZ, KLIPPAN, 1962/66 45

46 IGREJA DE ST. PETER, SIGURD LEWERENTZ, KLIPPAN, 1962/66 CAVES DOMINUS, HERZOG & DE MEURON, CALIFÓRNIA, 1995/97 46

47 CAVES DOMINUS, HERZOG & DE MEURON, CALIFÓRNIA, 1995/97 CASA KOECHLIN, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/94 47

48 CASA KOECHLIN, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/94 CASA KOECHLIN, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/94 48

49 CASA KOECHLIN, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/94 CASA KOECHLIN, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/94 49

50 CASA KOECHLIN, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/94 CASA KOECHLIN, HERZOG & DE MEURON, BASILEIA, 1993/94 50

51 A REABILITAÇÃO DE CAIXILHARIAS CONSERVAÇÃO E CONFLITO COM A SELECÇÃO EXIGENCIAL Selecção Exigencial de Caixilharias. Certificação. Exigências e Normas Aplicáveis. Quadro-síntese 51

52 Exigências Sigla ou Índice Classes de Referência Recomendação (caso de estudo) Unidade Observ. Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção Permeabilidade ao Ar Estanquidade à Água Resistência e Deformação ao Vento Coeficiente de Transmissão Térmica Coeficiente de Transmissão Luminosa Ai A1 A3 A1 -- a) b) Ei E1 - E4 E1 -- a) b) Vi V1 V3 V1 -- a) b) U -- < 3,3 W/m 2 K c) -- Th4 - Th11 Th5 -- d) TL -- > 70 % e) a) Classes segundo o ITE 36, LNEC. A recomendação proposta para o edificado em estudo teve como condições a localização (Porto) e o facto de serem áreas urbanizadas, com Que fachadas peso deverão abrigadas (protegidas ter pelo edificado próximo) que não excedem os 15 metros exigências de cota. culturais face às exigências funcionais? b) Transposição para as Classes segundo o recente documento do LNEC: Componentes de Edifícios: Selecção de Caixilharia e seu Dimensionamento Mecânico. A recomendação proposta para o edificado em estudo teve como condições a localização (Porto) e o facto de serem áreas urbanizadas, com Será fachadas possível abrigadas dar (protegidas resposta pelo a todas estas edificado exigências próximo) que na não reabilitação excedem os 15 metros de cota. de caixilharias de madeira do séc. XIX e início do séc. XX? Factor Solar g -- < 0,25 % f) Reacção ao fogo dos Materiais Isolamento Acústico ou Sonora Exigências Arquitectónicas, Históricas, Mi M0 - M4 M3 -- g) A / F A-B-C-D-E-F D -- h) Rw -- > 33 db i) -- j)...o limite da aproximação exigencial encontra-se nas questões culturais (...) j) Exigências de âmbito cultural não Prof. Blacher parametrizáveis Outras exigências (Anexo 2) Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção Importância do Diagnóstico. Levantamentos. Inspecção. Caracterização dos materiais e anomalias correntes 52

53 Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção Levantamento Recolha arquivística fotográfico Não Pesquisa só do arquivística edifício e caixilharias (de desenhos, em questão, gravuras mas e fotografias também da envolvente época da construção) próxima (o conjunto urbano onde o edifício se insere fornece dados essenciais à estratégia de reabilitação a definir). Levantamentos Bases e Elementos fundamentais para a elaboração do diagnóstico e posterior desenvolvimento da operação de reabilitação Enquadramento Histórico e Urbano Caracterização do Edificado, do Vão e da Caixilharia em estudo Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção Levantamento geométrico/arquitectónico Tão exaustivo quanto possível: alçados/cortes, componentes e pormenorização construtiva Levantamentos Bases e Elementos fundamentais para a elaboração do diagnóstico e posterior desenvolvimento da operação de reabilitação 53

54 Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção [12] Inspecção Testes feitos com instrumentos básicos são normalmente suficientes para determinar anomalias da madeira, pintura e massas (canivetes, escovas metálicas, espátula...) Fornece informações importantes sobre o estado da caixilharia e eventuais patologias dos seus componentes e materiais: Muitas questões madeira; estratégia vidro; acabamentos para a reabilitação (tinta, verniz...); de janelas juntas podem entre ser materiais respondidas (massas, no decurso vedantes, inspecção mastiques...); visual preliminar. ferragens (puxadores, fechos, trincos...); protecção interior/exterior (portadas, estores...); Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção Anomalias Correntes As deteriorações observadas relacionam-se geralmente: A humidade de precipitação é a que assume uma maior relevância, ainda que não seja de excluir a ocorrência de - com a falta de manutenção, associada à acção das humidades; -situações ao próprio patológicas envelhecimento derivadas e degradação da humidade dos de materiais; condensação. (o desempenho acústico/térmico e a estanquidade à água e vento são frequentemente apontados como Quando patologias...) a caixilharia não se encontra devidamente protegida com um esquema de pintura estanque surgem os defeitos decorrentes da madeira exposta 54

55 Colocam-se diversas questões ao reabilitar as caixilharias de madeira existentes nestes edifícios: Restaurar? Conservar tentando melhorar o desempenho? Substituir interpretando o desenho original? Seleccionar um sistema classificado do mercado ou desenhado pelo autor do projecto? E quais as consequências destas opções ao nível da resposta exigencial e da expressão arquitectónica? Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção Estratégias de Intervenção (Do Restauro à Selecção Exigêncial de uma Nova Caixilharia) 1. Restaurar a Caixilharia Utilizando Técnicas e Materiais Tradicionais 2. Conservar a Caixilharia Utilizando Técnicas e Materiais Contemporâneos 3. Conservar a Caixilharia e Introdução de Segunda Caixilharia Interior 4. Substituir por Nova Caixilharia Reinterpretando o Desenho Original 5. Substituir por Nova Caixilharia com Desenho de Autor 6. Substituir através da Selecção Exigencial de uma Nova Caixilharia Classificada 55

56 Enquadramento Histórico e Urbano Caracterização do Edificado, do Vão e da Caixilharia em estudo Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção 1. Restauro Utilizando Técnicas e Materiais Tradicionais 2. Conservar Utilizando Técnicas e Materiais Contemporâneos Restauro Utilizando Técnicas e Materiais Tradicionais 3. Conservar com Introdução de Segunda Caixilharia Interior 4. Substituir por Nova Caixilharia Reinterpretando o Desenho Original 5. Substituir por Nova Caixilharia com Desenho de Autor 6. Selecção Exigencial de uma Nova Caixilharia Classificada Opção mais justificável para edifícios de valor histórico ou monumental quando existam caixilharias da origem do edifício ou com trabalho de marcenaria de valor. Dificuldades de ordem económica e técnica, pois cada vez se torna mais difícil encontrar artífices com experiência ou qualificação para este tipo de trabalho. Não é possível quantificar o desempenho desta solução. Enquadramento Histórico e Urbano Caracterização do Edificado, do Vão e da Caixilharia em estudo Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção 1. Restauro Utilizando Técnicas e Materiais Tradicionais 2. Conservar Utilizando Técnicas e Materiais Contemporâneos 3. Conservar com Introdução de Segunda Caixilharia Interior Conservar a Caixilharia Utilizando Técnicas e Materiais Contemporâneos Materiais e Técnicas de Conservação [8] 4. Substituir por Nova Caixilharia Reinterpretando o Desenho Original 5. Substituir por Caixilharia com Desenho de Autor 6. Selecção Exigencial de uma Nova Caixilharia Classificada - introdução de vedantes de borracha em pontos críticos; Apesar - reforço de de também encaixes não ou ser realização possível quantificar de próteses o ; seu desempenho, garante-se com esta solução a contenção de custos - utilização uma vez de vidros que se com utilizam melhor técnicas desempenho; correntes mais acessíveis aos construtores. Quando existem caixilharias originais (ou desenhos que as permitam reproduzir) utilizando materiais e técnicas contemporâneas À - adaptação semelhança ou da substituição podemos opção anterior melhorar de ferragens continua-se o desempenho, (dobradiças, desta forma praticamente fechos, a garantir etc.); sem o respeito alteração histórico/arquitectónico da expressão original, e a nomeadamente própria - aplicação integração de tintas, através urbana betumes de: com e melhorias mastiques de com desempenho melhor desempenho (e economia). e durabilidade. 56

57 Enquadramento Histórico e Urbano Caracterização do Edificado, do Vão e da Caixilharia em estudo Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção 1. Restauro Utilizando Técnicas e Materiais Tradicionais 2. Conservar Utilizando Técnicas e Materiais Contemporâneos Conservar com a Introdução de Segunda Caixilharia Interior 3. Conservar com a Introdução de Segunda Caixilharia Interior 4. Substituir por Nova Caixilharia Reinterpretando o Desenho Original 5. Substituir por Nova Caixilharia com Desenho de Autor 6. Selecção Exigencial de uma Nova Caixilharia Classificada Se esta segunda caixilharia for uma caixilharia de mercado (classificada), poderá quantificar-se em projecto o desempenho. Quando existe a possibilidade física de introduzir uma segunda caixilharia pelo interior, esta solução poderá revelar-se No entanto como as condicionantes a que globalmente físicas e melhor as exigências corresponde integração às exigências arquitectónica de desempenho obrigam e frequentemente necessidades de a conservação recorrer a soluções arquitectónica. desenhadas especificamente só com ensaios do protótipo se poderá avaliar esta nova caixilharia interior. RECONSTRUÇÃO DO CHIADO, ÁLVARO SIZA, LISBOA,

58 RECONSTRUÇÃO DO CHIADO, ÁLVARO SIZA, LISBOA, 1989 Enquadramento Histórico e Urbano Caracterização do Edificado, do Vão e da Caixilharia em estudo Selecção Exigencial de Caixilharias Adaptação de caixilho simples a caixilho duplo [8] Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção 1. Restauro Utilizando Técnicas e Materiais Tradicionais 2. Conservar Utilizando Técnicas e Materiais Contemporâneos Substituir por Nova Caixilharia Reinterpretando o Desenho Original 3. Conservar com Introdução de Segunda Caixilharia Interior 4. Substituir por Nova Caixilharia Reinterpretando o Desenho Original 5. Substituir por Nova Caixilharia com Desenho de Autor 6. Selecção Exigencial de uma Nova Caixilharia Classificada Pormenores construtivos [11] Esta estratégia poderá ser dividida em duas opções: a reprodução integral da caixilharia existente ou a É No neste entanto caso esta indispensável solução poderá um conhecimento ser a única possível profundo quando, dos elementos por exemplo, que estamos constituem perante a janela uma fachada em causa para (re)interpretação dessa caixilharia. se bastante intervir exposta sem alterar ao sol/chuva/ruído, a essência desta não caixilharia. temos possibilidade de introduzir uma segunda caixilharia interior e A pelas suposta características reprodução da do envolvente desenho original ou do próprio poderá conduzir edifício, somos a enormes obrigados equívocos a aproximarmo-nos, de resultado desastroso tanto quanto quando Só procedendo a ensaios se poderá quantificar o desempenho desta solução. se possível, intervém da solução em conjuntos original. edificados com valor histórico. 58

59 Enquadramento Histórico e Urbano Caracterização do Edificado, do Vão e da Caixilharia em estudo Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção 1. Restauro Utilizando Técnicas e Materiais Tradicionais 2. Conservar Utilizando Técnicas e Materiais Contemporâneos Substituir por uma Nova Caixilharia com Desenho de Autor 3. Conservar com Introdução de Segunda Caixilharia Interior 4. Substituir por Nova Caixilharia Reinterpretando o Desenho Original 5. Substituir por Nova Caixilharia com Desenho de Autor 6. Selecção Exigencial de uma Nova Caixilharia Classificada Riscos: Caixilharia incerteza pormenorizada do desempenho pelo próprio da caixilharia projectista, será necessária sem obrigatoriedade a consulta de dos repetir diversos o desenho documentos ou o e material normas nacionais/internacionais original/pré-existente e não sobre seleccionando o tema (bastante um sistema dispersos de e mercado. por sintetizar) para apoio à pormenorização construtiva desta opção. À semelhança das soluções tradicionais, poderá em muitos casos ser o corolário lógico dos processos de Nota: À reabilitação semelhança repare-se do da na edifício, solução forma muitas anterior como o vezes pormenor só através profundamente resolve de ensaios a integração intervencionado. será possível da portada avaliar e o a desempenho introdução do desta isolamento solução térmico Enquadramento Histórico e Urbano Caracterização do Edificado, do Vão e da Caixilharia em estudo Selecção Exigencial de Caixilharias Importância do Diagnóstico Estratégias de Intervenção 1. Restauro Utilizando Técnicas e Materiais Tradicionais 2. Conservar Utilizando Técnicas e Materiais Contemporâneos Selecção Exigencial de uma Nova Caixilharia Classificada 3. Conservar com Introdução de Segunda Caixilharia Interior 4. Substituir por Nova Caixilharia Reinterpretando o Desenho Original 5. Substituir por Nova Caixilharia com Desenho de Autor 6. Selecção Exigencial de uma Nova Caixilharia Classificada Todas Opção as possível intervenções se: não de existem substituição dados da conferem preexistência, uma responsabilidade quando as exigências suplementar do conforto ao projectista, são elevadas confiando ou quando ao seu intencionalmente critério, conhecimento se pretende e mesmo dar um cultura, sinal exterior uma solução claro da que intervenção sendo alternativa interior. à preexistência deverá por aparente oposição revelar-se uma solução integrada ou não fosse o centro histórico um dos maiores catálogos de soluções e materiais distintos. 59

60 Principais Referências Bibliográficas e de Imagens 1. Deplazes, Andrea, Constructing Architecture, 2ª Edição (Inglês), Basileia: Birkhäuser, Lopes, Nuno Valentim, Reabilitação de Caixilharias de Madeira em Edifícios do Séc. XIX e Início do Séc. XX Tese: Mestrado em Reabilitação do Património Edificado, FEUP: Porto, Schittich, Christian et al, Glass Construction Manual, Basileia: Birkhäuser, Silva, João P, Reflexos do Vidro Prova Final para licenciatura em Arquitectura, FAUP: Porto, Revista Tectonica nº 10 Vidrio (I), Madrid, Revista Detail nº 1/2 Construir em Vidro, Munique, Revista Detail nº 7/8 Construir em Vidro, Munique, 2007 Outras Fontes de Imagens 1. FAUP (In)formar a modernidade/arquitecturas portuenses:morfologias, movimentos, metamorfoses. Porto: FAUP Publicações, Nonell, Anni Günther, Tavares, Rui Atlas Histórico de Ciudades Europeas. Centre de Cultura Contemporània de Barcelona. Barcelona: Salvat Editores, Barata-Fernandes, Francisco Transformações e Permanência na Habitação Portuense. Porto: FAUP Publicações. 4. Nonell, Anni Günther Porto, 1763/1852: A construção da cidade entre despotismo e liberalismo. Porto: FAUP Publicações, Teixeira, Joaquim J. L. Descrição do sistema construtivo da casa burguesa do Porto entre os seculos XVII e XIX Provas de aptidão pedagógica e capacidade científica [...]. Porto: FAUP, Outubro New York Landmarks Conservancy Repairing Old a nd Historic Windows: A MAnual for Architects and Homeowners. New York, USA: John Wiley & Sons Inc., Inventário do Património Arquitectónico do Porto [IPAP] e Arquivo Histórico do Porto 8. Radford, William A. Old House measured and scaled detail drawings for Builders and Carpenters: Na early Twentieth-Century Pictorial Sourcebook with 183 Detailed Plates. New York: Dover Publications, Segurado, João E.S. Materiais de Construção. 6ª Edição. Lisboa: Livraria Bertrand, Alvão, Domingos A cidade do Porto na obra do fotógrafo Alvão. Porto: Ed. Fotografia Alvão,

Instaladores de Janelas Eficientes

Instaladores de Janelas Eficientes Instaladores de Janelas Eficientes LNEG, 8 julho BUILD UP Skills FORESEE IEE/13/BWI 702/SI2.680177 BUILD UP Skills FORESEE September 2014 to February 2017 Carga horária 25 horas A. Teoria: Objetivos 1.

Leia mais

Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura

Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura ANEXO III PROGRAMA PRELIMINAR Programa_Preliminar_JC_DOM 1 Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura PROGRAMA PRELIMINAR Índice! " #! $ % &' ( Programa_Preliminar_JC_DOM

Leia mais

MAIS JANELAS EFICIENTES

MAIS JANELAS EFICIENTES MAIS JANELAS EFICIENTES MAIS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA nos edifícios portugueses TEKTÓNICA 2014 Lisboa 06 de Maio de 2014 1 JANELAS EFICIENTES E A REABILITAÇÃO URBANA 2 JANELAS EFICIENTES E A SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Nº2 JUNHO 2002 SISTEMA DE FACHADA PLANAR VIDRO EXTERIOR AGRAFADO

Nº2 JUNHO 2002 SISTEMA DE FACHADA PLANAR VIDRO EXTERIOR AGRAFADO Nº2 JUNHO 2002 SISTEMA DE FACHADA PLANAR VIDRO EXTERIOR AGRAFADO Pedro Filipe Quaresma A monografia apresentada foi realizada no âmbito da cadeira de Tecnologias da Construção do 11ª Mestrado em Construção

Leia mais

25-06-2010. A história da Arquitectura é a história da luta pela janela (...). CONSTRUIR EM VIDRO. (Lao Tse) Le Corbusier. Enquadramento 1ª Parte

25-06-2010. A história da Arquitectura é a história da luta pela janela (...). CONSTRUIR EM VIDRO. (Lao Tse) Le Corbusier. Enquadramento 1ª Parte CONSTRUIR EM VIDRO Enquadramento 1ª Parte Nuno Valentim Lopes Formação Contínua Ordem do Arquitectos SRN Palácio das Artes Porto Trinta raios convergem no eixo da roda e é o centro que a faz mover... Molda-se

Leia mais

ecoprodutos Instituto Politécnico de Castelo Branco Castelo Branco, 29 de Maio de 2015 Francisco Pereira Branco Francisco.branco@boavistawindows.

ecoprodutos Instituto Politécnico de Castelo Branco Castelo Branco, 29 de Maio de 2015 Francisco Pereira Branco Francisco.branco@boavistawindows. ecoprodutos Instituto Politécnico de Castelo Branco Castelo Branco, 29 de Maio de 2015 www.boavistawindows.com Francisco Pereira Branco Francisco.branco@boavistawindows.com CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL ALGUNS

Leia mais

ILUMINAÇÃO NATURAL BREVE RETROSPECTIVA HISTÓRICA

ILUMINAÇÃO NATURAL BREVE RETROSPECTIVA HISTÓRICA ILUMINAÇÃO NATURAL BREVE RETROSPECTIVA HISTÓRICA A HISTÓRIA DA ILUMINAÇÃO NATURAL NA ARQUITETURA FAZ PARTE DA PRÓPRIA HISTÓRIA DA ARQUITETURA EGITO ANTIGO 2780 A.C A 2280 A.C. O GRANDE TEMPLO DE AMMON,

Leia mais

O MODERNISMO - ARQUITECTURA

O MODERNISMO - ARQUITECTURA O MODERNISMO - ARQUITECTURA ARTE VS TÉCNICA TRADIÇÃO VS MODERNIDADE ACADEMISMO VS FUNCIONALISMO FORMA VS FUNÇÃO BELO VS ÚTIL PAPEL DO ARQUITECTO NA SOCIEDADE O MODERNISMO - ARQUITECTURA ESCOLAS DE BELAS-ARTES

Leia mais

NORMAS URBANÍSTICAS E REABILITAÇÃO URBANA

NORMAS URBANÍSTICAS E REABILITAÇÃO URBANA NORMAS URBANÍSTICAS E REABILITAÇÃO URBANA Paula Morais mail@paulamorais.pt O REGIME LEGAL DA REABILITAÇÃO URBANA Alguns aspectos da sua evolução Decreto Lei n.º 307/2009, de 27 de Outubro Decreto Lei n.º

Leia mais

Série de correr THERMOLINE

Série de correr THERMOLINE A dedica-se à extrusão de perfis de alumínio de secções variadas, com maior ou menor complexidade, consoante as necessidades dos clientes. A extrusão de alumínio permite toda a liberdade de concepção em

Leia mais

Sistemas de perfis Softline 70 mm para janelas deslizantes

Sistemas de perfis Softline 70 mm para janelas deslizantes Sistemas de perfis Softline 70 mm para janelas deslizantes Descrição Técnica do Sistema Secção lateral janela Secção central janela Secção lateral porta Secção central porta O sistema de perfis EKOSOL

Leia mais

FAUL 2007 REVESTIMENTOS DE PAREDES DE EDIFÍCIOS RECENTES. Maria do Rosário Veiga rveiga@lnec.pt Laboratório Nacional de Engenharia Civil - LNEC

FAUL 2007 REVESTIMENTOS DE PAREDES DE EDIFÍCIOS RECENTES. Maria do Rosário Veiga rveiga@lnec.pt Laboratório Nacional de Engenharia Civil - LNEC FAUL 2007 REVESTIMENTOS DE PAREDES DE EDIFÍCIOS RECENTES Maria do Rosário Veiga rveiga@lnec.pt Laboratório Nacional de Engenharia Civil - LNEC FUNÇÕES E EXIGÊNCIAS FUNCIONAIS Como especificar revestimentos

Leia mais

KÖMMERLINGR. Número 1 em Europa em Perfis de PVC. Técnica e Estética

KÖMMERLINGR. Número 1 em Europa em Perfis de PVC. Técnica e Estética KÖMMERLINGR Número 1 em Europa em Perfis de PVC Técnica e Estética 3 1 2 O que há no interior de uma janela fabricada com perfis Eurofutur? O VIDRO [1] As propriedades isolantes da janela dependem muito

Leia mais

O GUIA TERMOS DE REFERÊNCIA: EXEMPLO DE APLICAÇÃO

O GUIA TERMOS DE REFERÊNCIA: EXEMPLO DE APLICAÇÃO O GUIA TERMOS DE REFERÊNCIA: EXEMPLO DE APLICAÇÃO VASCO PEIXOTO DE FREITAS Faculdade Engenharia Universidade do Porto Laboratório de Física das Construções /FEUP - AdePorto SUMÁRIO 1. Introdução 2. Tipificação

Leia mais

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica.

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. GUILHOTINAS As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. Com um sistema de ferragens de elevado desempenho, a solução de janelas de guilhotina

Leia mais

Destaque ARQUITECTURA

Destaque ARQUITECTURA ARQUITECTURA ARQUITECTURA Edificio Bloom Space for Business Localização Este edifício situa-se na Rua de Campolide em Lisboa. Com sua localização privilegiada sobre o Parque do Monsanto, coração verde

Leia mais

Zendow oscilo-paralelas. + liberdade para o seu espaço + isolamento térmico e acústico + segurança

Zendow oscilo-paralelas. + liberdade para o seu espaço + isolamento térmico e acústico + segurança OSCILO-PARALELAS + liberdade para o seu espaço + isolamento térmico e acústico + segurança Zendow oscilo-paralelas A tecnologia e a estética Zendow O sistema de janelas e portas oscilo-paralelas Zendow

Leia mais

CATÁLOGO 2011 SÉRIE DE CORRER CONFORT. Vidros e Alumínios, Lda - Fabricante de Vidro Duplo

CATÁLOGO 2011 SÉRIE DE CORRER CONFORT. Vidros e Alumínios, Lda - Fabricante de Vidro Duplo CATÁLOGO 2011 Índice Introdução 03 Perfis. Soleiras, verga, ombreira 04. Vidro duplo 05. Vidro simples 06. Tri-rail 07 Pormenores 08 Acessórios 10 Série de correr CONFORT comercializada pela, surge numa

Leia mais

LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL Obrigatória. Unidade Curricular TECNOLOGIA DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃOII

LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL Obrigatória. Unidade Curricular TECNOLOGIA DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃOII Ficha de Unidade Curricular (FUC) Curso LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL Obrigatória Unidade Curricular TECNOLOGIA DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃOII Opcional Área Científica ENGENHARIA CIVIL Classificação

Leia mais

Sistema A.045 - Caracterização

Sistema A.045 - Caracterização Sistema A.045 - Caracterização Sistema de batente com rotura de ponte térmica, vedação central e câmara europeia as ferragens. Permite a construção de caixilhos de abrir com uma ou mais folhas móveis,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INSTALAÇÕES TÉCNICAS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INSTALAÇÕES TÉCNICAS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular INSTALAÇÕES TÉCNICAS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Arquitectura e Artes (1º Ciclo) 2. Curso Arquitectura 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade Curricular INSTALAÇÕES

Leia mais

Foto: Arquitecto Luis Santos Edifício Desfo: Grijó

Foto: Arquitecto Luis Santos Edifício Desfo: Grijó Foto: Arquitecto Luis Santos Edifício Desfo: Grijó Sistema A.062 - Caracterização Sistema de batente com rotura de ponte térmica, vedação central e câmara europeia para as ferragens. Permite a construção

Leia mais

SÉRIE INVICTA S 1 FOLHA BATENTE

SÉRIE INVICTA S 1 FOLHA BATENTE SÉRIE INVICTA S 1 FOLHA BATENTE ' SÉRIE INVICTA S 82 83 84 85 Fotografias gerais e pormenores Modelo Invicta S Tipologia 1 folha de batente Certificações Segurança anti-intrusão (EN 1627) 4 Grau pára-chamas

Leia mais

>>>>> Líder em Renovação

>>>>> Líder em Renovação >>>>> CONFORTO. SEGURANÇA. ISOLAMENTO ACÚSTICO. ISOLAMENTO TÉRMICO Líder em Renovação Serviço Global A DELEME COMERCIAL presta um Serviço Global aos seus clientes. Desde o primeiro contacto, até à conclusão

Leia mais

02 02 2010 [MARCAÇÃO CE]

02 02 2010 [MARCAÇÃO CE] 02 02 2010 2 [MARCAÇÃO CE] Neste documento está um resumo do processo de marcação CE para o mercado da caixilharia. Esperamos que possa servir de ajuda a todos os interessados, para que a transição seja

Leia mais

CONTRIBUTO DAS ARGAMASSAS NA SUSTENTABILIDADE LISBOA 15.05.2015

CONTRIBUTO DAS ARGAMASSAS NA SUSTENTABILIDADE LISBOA 15.05.2015 CONTRIBUTO DAS ARGAMASSAS NA SUSTENTABILIDADE LISBOA 15.05.2015 ÍNDICE SOLUÇÕES EM ARGAMASSAS PARA A REABILITAÇÃO ENERGÉTICA Sobre a Secil Argamassas Perspectiva de melhoramento do conforto André Correia

Leia mais

VENTILAÇÃO NATURAL EM EDIFÍCIOS DE HABITAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DOS SISTEMAS

VENTILAÇÃO NATURAL EM EDIFÍCIOS DE HABITAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DOS SISTEMAS VENTILAÇÃO NATURAL EM EDIFÍCIOS DE HABITAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DOS SISTEMAS Manuel Pinto 1 e Vasco Peixoto de Freitas 2 RESUMO As recomendações técnicas sobre ventilação existentes em vários países propõem

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

PROJECTO REQUEST. Lisboa 10.10.2012. www.building-request.eu

PROJECTO REQUEST. Lisboa 10.10.2012. www.building-request.eu PROJECTO REQUEST Lisboa 10.10.2012 www.building-request.eu 1 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL > ANFAJE 2 A 1 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Missão A ANFAJE pretende representar e defender os seus associados bem

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLOGIA QUALIDADE POUPANÇA GARANTIA SUSTENTABILIDADE ESTÉTICA FUNCIONALIDADE DESIGN CONFORTO I+D+I

INOVAÇÃO TECNOLOGIA QUALIDADE POUPANÇA GARANTIA SUSTENTABILIDADE ESTÉTICA FUNCIONALIDADE DESIGN CONFORTO I+D+I SISTEMA COR 60 FOLHA OCULTA A CORTIZO desenvolveu mais de 50 sistemas exclusivos de janelas, fachadas, painel compósito e sistemas de proteção solar de última geração. Esta aposta na inovação permite-nos

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO REABILITAÇÃO DO PATRIMÓNIO CONSTRUÍDO 2013-2014

PÓS-GRADUAÇÃO REABILITAÇÃO DO PATRIMÓNIO CONSTRUÍDO 2013-2014 PÓS-GRADUAÇÃO REABILITAÇÃO DO PATRIMÓNIO CONSTRUÍDO 2013-2014 00. APRESENTAÇÃO Tendo em consideração a importância crescente da reabilitação urbana no sector da construção, considera-se pertinente a realização

Leia mais

> O Poder da Inovação > ADN Jofebar

> O Poder da Inovação > ADN Jofebar O Poder da Inovação > O Poder da Inovação > ADN Jofebar ADN Jofebar Nome - Jofebar, S.A Data de Nascimento- 1985 Actividade Primária: Serralharia tradicional Actividade Actual: Atelier especializado na

Leia mais

Sistema softline Dupla Junta Arredondada 70 mm SL/DJ-R 70. Perfil de Calidad

Sistema softline Dupla Junta Arredondada 70 mm SL/DJ-R 70. Perfil de Calidad Sistema softline Dupla Junta Arredondada 70 mm SL/DJ-R 70 Perfil de Calidad Sl/DJ-R 70 Secção lateral Sistema de perfis de desenho suave e arestas arredondadas para janelas e portas de sacada de batente

Leia mais

Pós-Graduação em Reabilitação Urbana

Pós-Graduação em Reabilitação Urbana FICHA DE CURSO 1. Designação do Curso: Pós-Graduação em 2. Denominação do Diploma ou Certificado Diploma de Pós-Graduação em 3. Objetivos Gerais e Enquadramento: O sector da construção habitacional em

Leia mais

DIMENSÕES Profundidade das secções fixas, de 80 até 121 mm, segundo necessidades estásticas. Profundidades das secções móveis de 30 mm

DIMENSÕES Profundidade das secções fixas, de 80 até 121 mm, segundo necessidades estásticas. Profundidades das secções móveis de 30 mm DESCRIÇÃO TÉCNICA RT 80 RT 80 Descrição Técnica ALUMINIO Normativa comunitária para perfis extrudidos nas ligas AW-6060 e AW6030, fabricados com e sem corte térmico. UNE-EN 12020 1:2001. Condições técnicas

Leia mais

00. APRESENTAÇÃO 01. OBJETIVOS 02. DESTINATÁRIOS

00. APRESENTAÇÃO 01. OBJETIVOS 02. DESTINATÁRIOS 00. APRESENTAÇÃO Tendo em consideração a importância crescente da reabilitação urbana no sector da construção, considera-se pertinente a realização de um curso de Pós-Graduação subordinado a esta temática.

Leia mais

Sistema SOFTLINE Dupla Junta 70 mm SL/DJ-70. Sistemas de ventanas de PVC

Sistema SOFTLINE Dupla Junta 70 mm SL/DJ-70. Sistemas de ventanas de PVC Sistema SOFTLINE Dupla Junta 70 mm SL/DJ-70 Sistemas de ventanas de PVC SL/DJ-70 Secção Lateral Sistema de perfis de desenho suave e arestas arredondadas para janelas e portas de sacada de batente ou oscilobatentes

Leia mais

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro?

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Vive-se um tempo de descrédito, generalizado, relativamente às soluções urbanísticas encontradas para o crescimento

Leia mais

Optimização Energética na Reabilitação Onde Investir?

Optimização Energética na Reabilitação Onde Investir? Optimização Energética na Reabilitação Onde Investir? A nova legislação estabelece as seguintes exigências relativamente à envolvente do edifício: Limite máximo dos coeficientes de transmissão térmica

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

SIZA VIEIRA. maría josefa agudo martínez. Sevilla, marzo 2003

SIZA VIEIRA. maría josefa agudo martínez. Sevilla, marzo 2003 SIZA VIEIRA maría josefa agudo martínez Sevilla, marzo 2003 Casa de Chá/Restaurante Boa Nova 1958-1963 Piscinas de marés Leça da Palmeira Portugal 1961-1966 Casa Alcino Cardoso Lugar da Gateira, Moledo

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE REVESTIMENTOS HISTÓRICOS

CONSERVAÇÃO DE REVESTIMENTOS HISTÓRICOS PONTA DELGADA, 15 NOVEMBRO CONSERVAÇÃO DE REVESTIMENTOS HISTÓRICOS 3 Maria do Rosário Veiga rveiga@lnec.pt novembro 2013 PONTA DELGADA, 15 NOVEMBRO ESTRATÉGIAS DE CONSERVAÇÃO Critérios de decisão, técnicas

Leia mais

JANELAS DE PVC E PVC-ALUMÍNIO TOP 72. Soluções actualizadas para garantir um maior conforto na sua casa

JANELAS DE PVC E PVC-ALUMÍNIO TOP 72. Soluções actualizadas para garantir um maior conforto na sua casa JANELAS DE PVC E PVC-ALUMÍNIO TOP 72 Soluções actualizadas para garantir um maior conforto na sua casa 2 Mais qualidade para o seu lar Máximo conforto custos energéticos reduzidos - mínimo esforço com

Leia mais

PLANO DE DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO LABORATÓRIO REGIONAL DE ENGENHARIA CIVIL 2014 MARÇO ABRIL MAIO JUNHO

PLANO DE DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO LABORATÓRIO REGIONAL DE ENGENHARIA CIVIL 2014 MARÇO ABRIL MAIO JUNHO MARÇO Curso: Projeto Geotécnico de Acordo com os Euro códigos Data: 10 a 14 de Março de 2014 Presencial: 250 Via internet: 200 ABRIL Curso: Reabilitação Não-Estrutural de Edifícios Data: 29 a 30 de Abril

Leia mais

Investimento Adjudicado 2007-2009

Investimento Adjudicado 2007-2009 Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário Investimento Adjudicado 2007-2009 Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, Memorando de apoio à audição parlamentar de 24 Março de 2010 NOTA

Leia mais

Critérios para selecção e Instalação de Equipamentos Eléctricos. Apresentado por Eng.º José Barão

Critérios para selecção e Instalação de Equipamentos Eléctricos. Apresentado por Eng.º José Barão Critérios para selecção e Instalação de Equipamentos Eléctricos Apresentado por Eng.º José Barão Resumo da Apresentação Características mais relevantes dos equipamentos eléctricos em função do local onde

Leia mais

Sistema EC VEKASLIDE CONFORTO SEM LIMITES. Benefícios técnicos do sistema. Com VEKASLIDE aproxime a natureza á sua casa.

Sistema EC VEKASLIDE CONFORTO SEM LIMITES. Benefícios técnicos do sistema. Com VEKASLIDE aproxime a natureza á sua casa. De vekaslide convence cada pormenor. n Envidraçamento até 4 mm, permitindo duplos e triplos envidraçamentos. n O especial desenho da junta teflonada permite um deslizamento suave e silencioso da folha

Leia mais

CONSTRUÇÃO PRÉ-FABRICADA TORRE DO BURGO CATARINA CARVALHO MIGUEL SIMÕES RAFAEL SANTOS C2 FAUP

CONSTRUÇÃO PRÉ-FABRICADA TORRE DO BURGO CATARINA CARVALHO MIGUEL SIMÕES RAFAEL SANTOS C2 FAUP CONSTRUÇÃO PRÉ-FABRICADA TORRE DO BURGO CATARINA CARVALHO MIGUEL SIMÕES RAFAEL SANTOS C2 FAUP ABSTRACT A construção pré-fabricada trata-se da utilização de elementos já produzidos antes do processo construtivo

Leia mais

G17 Brice Binachon José Caetano Nuno Rodrigues O ALUMÍNIO

G17 Brice Binachon José Caetano Nuno Rodrigues O ALUMÍNIO G17 Brice Binachon José Caetano Nuno Rodrigues O ALUMÍNIO O ALUMÍNIO - História 1808 - Humphry Davy estabeleceu a existência do metal e atribui-lhe o nome alumina 1825 - Hans Christian Oersted consegui

Leia mais

Ciclo Obra Aberta * Visitas guiadas a obras da autoria do arquitecto José Marques da Silva

Ciclo Obra Aberta * Visitas guiadas a obras da autoria do arquitecto José Marques da Silva Ciclo Obra Aberta * Visitas guiadas a obras da autoria do arquitecto José Marques da Silva 17 de Outubro Sábado 10h30 - Estação de S. Bento (1896-1916), por Nuno Tasso de Sousa - Teatro Nacional S. João

Leia mais

CRIATIVIDADE VERSUS REGULAMENTAÇÃO DOIS PROJECTOS Adriana Floret

CRIATIVIDADE VERSUS REGULAMENTAÇÃO DOIS PROJECTOS Adriana Floret DOIS PROJECTOS Adriana Floret Existente Existente localização 1. EDIFÍCIO DOS LÓIOS C.H. PORTO Existente Existente localização 1. EDIFÍCIO DOS LÓIOS C.H. PORTO Existente 1ª Visita a obra: Construtivamente:

Leia mais

SEMINÁRIO A EMERGÊNCIA O PAPEL DA PREVENÇÃO

SEMINÁRIO A EMERGÊNCIA O PAPEL DA PREVENÇÃO SEMINÁRIO A EMERGÊNCIA O PAPEL DA PREVENÇÃO As coisas importantes nunca devem ficar à mercê das coisas menos importantes Goethe Breve Evolução Histórica e Legislativa da Segurança e Saúde no Trabalho No

Leia mais

IHRU Ciclo de conferências Centros históricos e vida contemporânea. Auditório do Metropolitano de Lisboa, estação Alto dos Moinhos, em 2009.11.

IHRU Ciclo de conferências Centros históricos e vida contemporânea. Auditório do Metropolitano de Lisboa, estação Alto dos Moinhos, em 2009.11. IHRU Ciclo de conferências Centros históricos e vida contemporânea Auditório do Metropolitano de Lisboa, estação Alto dos Moinhos, em 2009.11.06 Participação de Vítor Cóias (GECoRPA) no painel Intervenções

Leia mais

NOTA TÉCNICA nº 10 Complementar do Regime Jurídico de SCIE

NOTA TÉCNICA nº 10 Complementar do Regime Jurídico de SCIE NOTA TÉCNICA nº 10 Complementar do Regime Jurídico de SCIE OBJECTIVO Definir as características e condições técnicas a que devem obedecer as portas resistentes ao fogo (portas corta-fogo), não só para

Leia mais

TRAINREBUILD Formar para Reabilitar a Europa. WORKSHOP Reabilitação Energética de Edificios. Cascais, 19 de Abril de 2012

TRAINREBUILD Formar para Reabilitar a Europa. WORKSHOP Reabilitação Energética de Edificios. Cascais, 19 de Abril de 2012 TRAINREBUILD Formar para Reabilitar a Europa WORKSHOP Reabilitação Energética de Edificios Cascais, 19 de Abril de 2012 INDICE Lisboa E-Nova Enquadramento Conceitos Metodologia Oportunidades de Melhoria

Leia mais

iii REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO

iii REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO iii REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO Guia de Termos de Referência para o Desempenho Energético-Ambiental 1 2 REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO Guia de Termos

Leia mais

vidro de proteção contra incêndios

vidro de proteção contra incêndios vidro de proteção contra incêndios CONHEÇA-NOS Cada vez mais os edifícios requerem melhores prestações, tanto em serviços como em proteção, e tudo isto da mão da estética e do design. Na arquitetura contemporânea

Leia mais

Especificação de materiais de construção no âmbito do ProNIC. 23 de Outubro 2009

Especificação de materiais de construção no âmbito do ProNIC. 23 de Outubro 2009 Especificação de materiais de construção no âmbito do ProNIC 23 de Outubro 2009 INDÍCE Apresentação geral do projecto ProNIC Objectivos, conteúdos, funcionalidades Contributos do ProNIC para a correcta

Leia mais

Sistema A.080. Conceito. Esqueleto. Soluções construtivas. Aberturas. Perfis de alumínio. Tratamentos de superfície

Sistema A.080. Conceito. Esqueleto. Soluções construtivas. Aberturas. Perfis de alumínio. Tratamentos de superfície A.080 Sistema A.080 Conceito Fachada cortina ligeira, versátil, com atenuação térmica e acústica. Estrutura composta por montantes e travessas, ambos com envergadura de 50mm, sendo os montantes os elementos

Leia mais

SÉRIE PLANO 1 FOLHA / 2 FOLHAS BATENTE 1 FOLHA / 2 FOLHAS BATENTE

SÉRIE PLANO 1 FOLHA / 2 FOLHAS BATENTE 1 FOLHA / 2 FOLHAS BATENTE SÉRIE PLANO 1ª Edição Porseg - Sistemas de Segurança S.A. 2014 SÉRIE PLANO 1 FOLHA / 2 FOLHAS BATENTE 1 FOLHA / 2 FOLHAS BATENTE Produto vencedor do Red Dot Design Award 2013 Produto patenteado registo

Leia mais

2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014. Passive House com Cross Laminated Timber - CLT

2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014. Passive House com Cross Laminated Timber - CLT 2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014 Passive House com Cross Laminated Timber - CLT AVEIRO, NOVEMBRO 2014 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO DA TISEM, LDA 2. SISTEMA CONSTRUTIVO CLT (CROSS LAMINATED TIMBER) 3.

Leia mais

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA NOTA EXPLICATIVA DA AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO ÂMBITO DO 1º CICLO DE ESTUDOS DO CURSO DE LICENCIATURA/MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA, CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM CIÊNCIAS DA ARQUITECTURA.

Leia mais

As principais conclusões foram as seguintes:

As principais conclusões foram as seguintes: A REABILITAÇÃO EXIGE PROJETO IN SITU Vasco Peixoto de Freitas Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Diretor do Laboratório de Física das Construções * Nesta sessão foi

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE REVESTIMENTOS HISTÓRICOS

CONSERVAÇÃO DE REVESTIMENTOS HISTÓRICOS PONTA DELGADA, 15 NOVEMBRO CONSERVAÇÃO DE REVESTIMENTOS HISTÓRICOS 1 Maria do Rosário Veiga rveiga@lnec.pt novembro 2013 PONTA DELGADA, 15 NOVEMBRO Diagnóstico de Anomalias nãoestruturais: causas e metodologias

Leia mais

Vasco Peixoto de Freitas

Vasco Peixoto de Freitas VIDROS EM FACHADAS Vasco Peixoto de Freitas Prof. Catedrático Laboratório de Física das Construções FACULDADE DE ENGENHARIA - UNIVERSIDADE DO PORTO SUMÁRIO I. VIDRO EM FACHADAS II. PROPRIEDADES DOS VIDROS

Leia mais

Artigo. Desempenho acústico de divisórias para escritórios

Artigo. Desempenho acústico de divisórias para escritórios Artigo Desempenho acústico de divisórias para escritórios Raros escritórios comerciais não possuem divisórias para definir ambientes. Trata-se de um elemento arquitetônico versátil, com boas opções de

Leia mais

O vidro isolante para a tranquilidade e o conforto

O vidro isolante para a tranquilidade e o conforto O vidro isolante para a tranquilidade e o conforto Isolamento acústico e poupança de energia com o vidro cria propriedades de isolamento acústico e térmico para uma melhor qualidade de vida. Mais de 80%

Leia mais

A Importância das Inspecções Periódicas na Manutenção de Edifícios

A Importância das Inspecções Periódicas na Manutenção de Edifícios A Importância das Inspecções Periódicas na Manutenção de Edifícios Luís Viegas Mendonça Engenheiro Civil Spybuilding Lda. - Director Geral Miguel Martins do Amaral Engenheiro Civil Spybuilding Lda. - Director

Leia mais

C2faup. Construção em Light Steel Frame. Ana Luísa Mesquita Marco Moreira Orlando Guimarães

C2faup. Construção em Light Steel Frame. Ana Luísa Mesquita Marco Moreira Orlando Guimarães C2faup Construção em Light Steel Frame Ana Luísa Mesquita Marco Moreira Orlando Guimarães Introdução Neste trabalho pretendemos estudar o sistema construtivo de estrutura em aço leve, ou Light Steel Frame.

Leia mais

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR 1 ESTUDO PRELIMINAR OBJETIVOS Analise e avaliação de todas as informações recebidas para seleção e recomendação do partido arquitetônico, podendo eventualmente, apresentar soluções alternativas. Tem como

Leia mais

Para melhorar o conforto acústico das edificações é essencial realizar estudos de avaliação prévia e utilizar produtos submetidos a ensaios

Para melhorar o conforto acústico das edificações é essencial realizar estudos de avaliação prévia e utilizar produtos submetidos a ensaios Esquadrias anti-ruídos Para melhorar o conforto acústico das edificações é essencial realizar estudos de avaliação prévia e utilizar produtos submetidos a ensaios Laboratório de acústica da Divisão de

Leia mais

SÉRIE C 1 FOLHA / 2 FOLHAS CORRER TELESCÓPICA CORRER

SÉRIE C 1 FOLHA / 2 FOLHAS CORRER TELESCÓPICA CORRER SÉRIE C 1 FOLHA / 2 FOLHAS CORRER TELESCÓPICA CORRER PORSEG, SISTEMAS DE SEGURANÇA, S.A. PRODUTOS CORTA-FOGO E/OU ACÚSTICOS PORTAS METÁLICAS SÉRIE C SÉRIE C 47 48 Fotografias gerais PORSEG, SISTEMAS DE

Leia mais

Casa Tugendhat. A Casa Tugendhat foi projectada pelo Arquitecto Ludwing Mies Van Der Rohe ( 1886-1969) e localiza-se em Brno, na República Checa.

Casa Tugendhat. A Casa Tugendhat foi projectada pelo Arquitecto Ludwing Mies Van Der Rohe ( 1886-1969) e localiza-se em Brno, na República Checa. Casa Tugendhat Casa Tugendhat A Casa Tugendhat foi projectada pelo Arquitecto Ludwing Mies Van Der Rohe ( 1886-1969) e localiza-se em Brno, na República Checa. O ARQUITECTO Ludwing Mies Van der Rohe nasceu

Leia mais

Centro Urbano do Futuro Parcerias para a regeneração urbana

Centro Urbano do Futuro Parcerias para a regeneração urbana Estratégia para um Desenvolvimento Sustentável para a Cidade de Águeda Centro Urbano do Futuro Parcerias para a regeneração urbana Águeda, 27/04/2011 V.M. Ferreira O projecto: Este projecto visou reflectir

Leia mais

sistemas em pvc rehau Euro-design 70 a evolução das caixilharias em pvc face ao FUTUro www.rehau.pt Construção Automóvel Indústria

sistemas em pvc rehau Euro-design 70 a evolução das caixilharias em pvc face ao FUTUro www.rehau.pt Construção Automóvel Indústria sistemas em pvc rehau Euro-design 70 a evolução das caixilharias em pvc face ao FUTUro www.rehau.pt Construção Automóvel Indústria VIVER COM ESTILO E CoNfortO COM JANELAS REHAU Euro-Design 70 As janelas

Leia mais

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real A referenciação dos percursos como componentes da estrutura edificada (in Magalhães, Manuela; Arquitectura

Leia mais

M O D E L O E U R O P E U DE C U R R I C U L U M V I T A E

M O D E L O E U R O P E U DE C U R R I C U L U M V I T A E M O D E L O E U R O P E U DE C U R R I C U L U M V I T A E Nome Correio electrónico Informação Pessoal VIEIRA, Pedro Filipe de Freitas Amaral Morada Rua D.José I nº47 2ºesq 3080 202 Figueira da Foz Portugal

Leia mais

Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas

Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas CENFIM, Trofa 6 de Maio de 2014 Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas Rui Ferreira Alves O Sector da Construção no contexto da União Europeia Sector estratégico: relevante para promover

Leia mais

Argamassas e ETICS. Reflexões actuais Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassas e ETICS Argamassas e ETICS. Reflexões actuais, Concreta, Porto, 2015.11.19 1 Sistema ETICS Manual de Aplicação

Leia mais

REABILITAÇÃO DO PALÁCIO DA BOLSA 2ª FASE

REABILITAÇÃO DO PALÁCIO DA BOLSA 2ª FASE REABILITAÇÃO DO PALÁCIO DA BOLSA 2ª FASE REABILITAÇÃO DO PALÁCIO DA BOLSA 2ª FASE A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL INICIOU EM 1842 A CONSTRUÇÃO DO PALÁCIO DA BOLSA, UM DOS MAIS NOTÁVEIS MONUMENTOS PORTUENSES DA

Leia mais

Qualificação dos engenheiros para a reabilitação sísmica do edificado. Vítor Cóias GECoRPA

Qualificação dos engenheiros para a reabilitação sísmica do edificado. Vítor Cóias GECoRPA Qualificação dos engenheiros para a reabilitação sísmica do edificado Vítor Cóias GECoRPA 1. INTRODUÇÃO A reabilitação estrutural dum edifício existente é a modalidade de intervenção que visa melhorar

Leia mais

Certificado Energético Pequeno Edifício de Comércio e Servicos IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA, 231, R/C Localidade PORTO

Certificado Energético Pequeno Edifício de Comércio e Servicos IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA, 231, R/C Localidade PORTO Válido até 20/04/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA, 231, R/C Localidade PORTO Freguesia PARANHOS Concelho PORTO GPS 41.163993, -8.604853 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL 1 ª Conservatória

Leia mais

Aplicação de XPS em sistema ETICS e suas vantagens

Aplicação de XPS em sistema ETICS e suas vantagens Fachadas energeticamente eficientes: contribuição dos ETICS/Argamassas Térmicas Aplicação de XPS em sistema ETICS e suas vantagens Oradora: Vera Silva Associação Portuguesa de Fabricantes de Argamassas

Leia mais

Um Contributo para a Sistematização do Conhecimento da Patologia da Construção em Portugal www.patorreb.com

Um Contributo para a Sistematização do Conhecimento da Patologia da Construção em Portugal www.patorreb.com Um Contributo para a Sistematização do Conhecimento da Patologia da Construção em Portugal www.patorreb.com Vasco Peixoto de Freitas Prof. Catedrático LFC FEUP Portugal vpfreita@fe.up.pt Sandro M. Alves

Leia mais

Nº2 JUNHO 2002 PAREDES DIVISÓRIAS DE PAINÉIS LEVES

Nº2 JUNHO 2002 PAREDES DIVISÓRIAS DE PAINÉIS LEVES Nº2 JUNHO 2002 PAREDES DIVISÓRIAS DE PAINÉIS LEVES Catarina Aguiar Bentes A monografia apresentada foi realizada no âmbito da cadeira de Tecnologias da Construção de Edifícios do 11º Mestrado em Construção

Leia mais

REVESTIMENTO CERÂMICOS

REVESTIMENTO CERÂMICOS SEMINÁRIOS DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA REALIZAÇÃO: IBAPE NACIONAL E IBAPE PR Dias 18 e 19 de setembro de 2014 Foz do Iguaçu-PR II Seminário Nacional de Perícias de Engenharia PERÍCIAS EM FACHADAS

Leia mais

Perfil Profissional. Rui Castro Perfil Profissional 1

Perfil Profissional. Rui Castro Perfil Profissional 1 Perfil Profissional Rui Castro Perfil Profissional 1 Conteúdos 1. Apresentação 2. Curriculum Curriculum vitae 3. Obras e projectos Experiência profissional Rui Castro Perfil Profissional 2 1. Apresentação

Leia mais

DR Technal CITAL JANELA DE CORRER BÁSICA

DR Technal CITAL JANELA DE CORRER BÁSICA DR Technal CITAL JANELA DE CORRER BÁSICA DR Technal CITAL, uma linha de estética simples e limpa linha de janelas Technal, oferece uma excelente relação entre o desempenho técnico e o valor do investimento.

Leia mais

A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um

A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um CARTA DA QUALIDADE DA HABITAÇÃO COOPERATIVA Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um instrumento de promoção, afirmação e divulgação, junto

Leia mais

Intervenção em Bens Culturais. Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia

Intervenção em Bens Culturais. Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia Intervenção em Bens Culturais Edificados Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia O QUE É UM PROJETO DE INTERVENÇÃO NO PATRIMÔNIO EDIFICADO? Compreende-se por Projeto de Intervenção

Leia mais

Treinamento. Internacional. 28 de Setembro - 11 de Outubro AVEIRO - PORTUGAL VENHA SENTIR A PASSIVE HOUSE. Organização:

Treinamento. Internacional. 28 de Setembro - 11 de Outubro AVEIRO - PORTUGAL VENHA SENTIR A PASSIVE HOUSE. Organização: VENHA SENTIR A PASSIVE HOUSE Organização: 28 de Setembro - 11 de Outubro 2015 AVEIRO - PORTUGAL Lisboa Porto Aveiro A Academia Passivhaus e o Passivhaus Institut têm todo o orgulho em anunciar o primeiro

Leia mais

Sistema de Etiquetagem Energética de Produtos Janelas. Versão 1.0 Janeiro de 2014

Sistema de Etiquetagem Energética de Produtos Janelas. Versão 1.0 Janeiro de 2014 Sistema de Etiquetagem Energética de Produtos Janelas Versão 1.0 Janeiro de 2014 Índice 1. Sistema de Etiquetagem Energética de Produtos (SEEP) 2. SEEP Janelas 3. Janelas Eficientes 4. Apoio ao consumidor

Leia mais

F i c h a T é c n i c a. S i s t e m a d e p e r f i s d e s l i z a n t e. PremiDoor

F i c h a T é c n i c a. S i s t e m a d e p e r f i s d e s l i z a n t e. PremiDoor F i c h a T é c n i c a S i s t e m a d e p e r f i s d e s l i z a n t e PremiDoor C a r a c t e r í s t i c a s d o s i s t e m a 1. Moldura de 168 mm com três câmaras-de-ar e folha corrediça elevadora

Leia mais

Aula 7 : Desenho de Ventilação

Aula 7 : Desenho de Ventilação Aula 7 : Desenho de Ventilação Definições: NBR 10821:2001, Caixilho para edificação: Janela Caixilho, geralmente envidraçado, destinado a preencher um vão, em fachadas ou não. Entre outras, sua finalidade

Leia mais

DIRECÇÃO-GERAL DE GEOLOGIA E ENERGIA PERFIL PROFISSIONAL DE TÉCNICO INSTALADOR DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS

DIRECÇÃO-GERAL DE GEOLOGIA E ENERGIA PERFIL PROFISSIONAL DE TÉCNICO INSTALADOR DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS DIRECÇÃO-GERAL DE GEOLOGIA E ENERGIA PERFIL PROFISSIONAL DE TÉCNICO INSTALADOR DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS CÓDIGO - ERG-OO4 ÁREA DE ACTIVIDADE ENERGIA OBJECTIVO GLOBAL - Programar, organizar, coordenar

Leia mais

A CIDADELA DE CASCAIS: O MONUMENTO, A ENVOLVENTE URBANA E O VALOR SOCIAL

A CIDADELA DE CASCAIS: O MONUMENTO, A ENVOLVENTE URBANA E O VALOR SOCIAL 349 A CIDADELA DE CASCAIS: O MONUMENTO, A ENVOLVENTE URBANA E O VALOR SOCIAL Jacinta Bugalhão O conjunto monumental militar designado globalmente como Cidadela de Cascais (e que engloba, nesta acepção,

Leia mais

A Porta entre o conforto e o incómodo

A Porta entre o conforto e o incómodo A Porta entre o conforto e o incómodo O ruído é uma forma de poluição presente em toda a parte. As causas de ruído incómodo são complexas. Para cada peça, os técnicos da resistência sonora podem ter adaptações

Leia mais

PORTAS CORREDORAS ELEVÁVEIS REHAU BRILLANT-DESIGN PARA CRIAR LUGARES CHEIOS DE LUZ. Automóvel Indústria

PORTAS CORREDORAS ELEVÁVEIS REHAU BRILLANT-DESIGN PARA CRIAR LUGARES CHEIOS DE LUZ. Automóvel Indústria PORTAS CORREDORAS ELEVÁVEIS REHAU BRILLANT-DESIGN PARA CRIAR LUGARES CHEIOS DE LUZ www.rehau.com Construção Automóvel Indústria AMBIENTES LUMINOSOS PORTAS CORREDORAS ELEVÁVEIS DO SISTEMA REHAU BRILLANT

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, BACHARELADO CURRÍCULO 1620 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

Artigo. Condensações em Edifícios. Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74. Maio 2005 AC05103LIS/ENG

Artigo. Condensações em Edifícios. Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74. Maio 2005 AC05103LIS/ENG Artigo Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74 Maio 2005 AC05103LIS/ENG Condensações em Edifícios Luís Viegas Mendonça Condensações em Edifícios Luís Viegas Mendonça* Sumário

Leia mais