Anais PAVILHÃO DO BRASIL NA EIRA MUNDIAL DE , PASSEIO VIRTUAL POR NOVAS IMAGENS

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1 PAVILHÃO DO BRASIL NA EIRA MUNDIAL DE , PASSEIO VIRTUAL POR NOVAS IMAGENS Oigres Leici Cordeiro de Macedo 1 Eduardo Verri Lopes Resumo: Este trabalho levanta imagens referentes ao Pavilhão do Brasil na eira Mundial de Nova York, montado em 1939 e demolido no ano seguinte, de autoria dos arquitetos Lucio Costa e Oscar Niemeyer. Relata o processo de investigação desse material nas fontes bibliográficas: no acervo Casa de Lúcio Costa, na undação Biblioteca Nacional, nos filmes amadores da época e no relatório do comissário geral do Brasil na feira Armando Vidal. Através dessas imagens, de plantas, e cortes reconstrói em ambiente virtual, usando softwares de desenhos e modelagem, o edifício do pavilhão gerando novas imagens de sua espacialidade. Palavras chave: Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Pavilhão Brasileiro. Abstract: This paper catalogs images related to the Brazilian Pavilion at the New York World s air, built in 1939 and demolished in the following year, which authors were the architects Lucio Costa and Oscar Niemeyer. The study reports the investigation process of this material in bibliographical sources: in the collection of Casa de Lúcio Costa oundation, at the Biblioteca Nacional oundation, in amateur films from that time and in the report of Brazil s general commissioner at the fair, Armando Vidal. Through these images, plans and sections, it reconstructs the pavilion building in a virtual environment, using design and modeling software, generating new images of its spatiality. Keywords: Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Brazilian Pavilion. Resumen: Este trabajo levanta imágenes referentes al Pabellón de Brasil en la eria Mundial de Nueva York, montado el 1939 y demolido el año siguiente, de autoría de los arquitectos Lucio Costa y Oscar Niemeyer. Relata el proceso de investigación de ese material en las fuentes bibliográficas: en el acervo Casa de Lúcio Costa, en la undación Biblioteca Nacional, en las películas amadoras de la época y en el relato del comisario general de Brasil en la feria Armando Vidal. A través de esas imágenes, plantas y secciones, reconstruye en ambiente virtual, utilizando software de dibujo y modelaje, el edificio del pabellón, generando nuevas imágenes de su espacialidad. Palabras llave: Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Pabellón Brasileño. Introdução O Pavilhão do Brasil na eira Mundial de Nova York de foi um dos mais importantes edifícios da arquitetura moderna brasileira. Seus autores, os arquitetos Lucio Costa e Oscar Niemeyer, obtiveram nesse projeto maturidade profissional frente às correntes modernas desenvolvidas até então. A repercussão positiva da crítica internacional permitiu também que ambos tivessem suas carreiras alavancadas a partir daquele momento. No entanto o edifício, como acontece em todas as feiras da época, foi demolido. A apreciação e entendimento do projeto ficam restritos nos dias de hoje (70 anos depois) à pouca documentação remanescente. O estudo de arquiteturas efêmeras como é o caso de pavilhões de feiras universais esbarra sempre na impossibilidade do contato direto com a obra. Por melhor documentado que tenha sido o edifício, suas imagens não conseguem transmitir a espacialidade que o mesmo possuía. Algumas experiências neste campo foram bem sucedidas, como o caso do pavilhão alemão para a feira mundial de Barcelona (1929) do arquiteto Mies van der Rohe, cuja ampla documentação possibilitou sua reconstrução em No Brasil, uma experiência dessas também já foi realizada: o palácio Monroe, construído para representar o Brasil na feira mundial de Saint Louis, em 1904, foi remontado no Rio de Janeiro em Seu autor, o General Souza Aguiar, o construiu em estrutura metálica com a intenção de findada a feira, 1 Doutorando em arquitetura pela AU-USP, professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Maringá-UEM. 2 Graduando de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Maringá, acadêmico do Programa de Iniciação Científica PIC-UEM. 495

2 o edifício ser desmontado e reconstruído no Brasil, e assim foi feito até que o mesmo foi novamente demolido pela segunda e definitiva vez em A importância desses pavilhões reside muitas vezes no caráter experimental que anima seus projetistas. Sua transitoriedade permite que os arquitetos tomem riscos que em outros momentos não se permitiriam. O resultado dessas experiências muitas vezes se torna um ícone para as gerações futuras. Neste, sentido o pavilhão do Brasil na eira Mundial de Nova York ganha força e reverbera ao longo de toda a história da arquitetura moderna brasileira. A ação de redesenhar o pavilhão requer uma investigação dos documentos remanescentes. O projeto para o Pavilhão 3 O Ministério do Trabalho, patrocinador da participação brasileira na feira de Nova York, realizou um concurso para a escolha do melhor projeto em 1938, quando a proposta de Lucio Costa foi considerada a mais adequada, sendo premiado vencedor. Mas para surpresa de muitos, Costa renuncia à idéia original, e como salienta Yves Bruand (p.105), numa atitude generosa propõe um projeto conjunto com o segundo classificado Oscar Niemeyer. Mas diferentemente do que Bruand coloca, não parece que Costa procura apaguar-se diante da criatividade do jovem talento de Niemeyer. Em uma análise dos desenhos de Costa 4 percebese, como já havia notado Hugo Segawa (p.93), o uso dos elementos vazados, da rampa de acesso e dos pilotis. O que fica cada vez mais claro, através da documentação encontrada, é o equilíbrio entre as duas idéias na versão definitiva do edifício. Ao que tudo indica os prazos eram curtos e tudo aconteceu de forma acelerada. A comissão formada pelo Ministério do Trabalho para realizar o pavilhão foi criada em setembro de 1938, em finais de outubro já é possível encontrar plantas do projeto elétrico mensurado em polegadas. O deslocamento de Costa e Niemeyer para um escritório próximo à eira deve ter contribuído para essa agilidade. Neste ritmo de trabalho, os documentos do processo de desenvolvimento se perderam ou mesmo nunca existiram, já que a pressa na execução de um edifício temporário deve ter levado seus autores a resolverem muitos dos detalhes da construção na própria obra. A documentação remanescente, além de incompleta, registra momentos diferentes do processo, plantas que aparecem na bibliografia como sendo do projeto final são na realidade estudos não executados. A Documentação sobre o Pavilhão Na tentativa de redesenhar as plantas do pavilhão a maior dificuldade está em encontrar qual das plantas divulgadas na bibliografia foi realmente utilizada na construção. igura 1 - Planta do pav. térreo e do 1º pavimeto do Pavilhão Brasileiro, (WORLD S AIR, 1939) 3 Uma primeira versão da história do projeto para o pavilhão foi anteriormente tratada em MACEDO Alguns dos desenhos de Lucio Costa podem ser acessados através do endereço eletrônico: arkhebrasil.rice.edu/showwork.cfm?workid=1459 ou 496

3 A maior parte das ilustrações presentes na bibliografia sobre o Pavilhão reproduz as imagens do livro Brazil Builds de As imagens reproduzidas naquele livro praticamente carregam a visão oficial do pavilhão e a partir delas o estudo do edifico não pode avançar muito - são desenhos de divulgação e não possuem a precisão técnica para sua reprodução. Outro material muito pouco divulgado é o catálogo oficial do pavilhão na eira. Hoje poucos exemplares podem ser consultados, restando um exemplar na undação Biblioteca Nacional, além do exemplar de Lucio Costa, material de que fez uso Carlos Eduardo Comas para produzir um importante texto crítico sobre o edifício (COMAS, 1989). Neste catálogo podemos encontrar a melhor planta com o layout dos estandes expostos e detalhadas fotos de seu interior. A partir deles foi possível comparar com as plantas já publicadas e descobrir que elas informam com maior precisão o edifício construído. igura 2 - Capa do catálogo brasileiro na feira e vista do andar superior, fonte: WORLD S AIR , 1939 As plantas reproduzidas no catálogo revelam importantes informações do seu interior, mas não esclarecem muito sobre o edifício construído. Neste aspecto a undação Casa de Lucio Costa guarda imagens importantes com desenhos do pavilhão em blue print que melhor revelam a construção, cortes e uma perspectiva isométrica interna. igura 3 - isométrica da proposta de Costa e Niemeyer, fonte: undação Casa de Lucio Costa Observando os filmes amadores das coleções MEDICUS (1939) e WATHEN (1939), a configuração do viveiro para pássaros presente no mesmo vídeo, e as fotos de época; é possível reafirmar que entre os desenhos disponíveis, o que apresenta maior fidelidade com a obra realizada é aquele que consta do catálogo oficial do Brasil na feira. O exemplar que 497

4 tivemos acesso (WORLD S AIR ) está armazenado na seção de iconografia da undação Biblioteca Nacional. Outra fonte muito pouco citada nos estudos sobre o pavilhão é o relatório geral do Brasil, elaborado pelo comissário geral na eira - Armando Vidal, dividido em dois volumes. O primeiro volume relata o ano de 1939 e não contem imagens, enquanto no segundo volume referente ao ano de 1940, encontramos diversas imagens do pavilhão. São fotos dos estandes, dos visitantes, e de autoridades ou personalidades ilustres (entre outros a primeira dama dos EUA, senhora Eleanor Roosevelt) que visitaram a feira. Para a reconstrução do pavilhão, as imagens que mais contribuíram foram aquelas de sua demolição, onde é possível perceber detalhes do processo construtivo do edifício. igura 4 - imagens da demolição do Pavilhão, fonte: VIDAL, 1942 p Além da bibliografia encontramos filmes amadores produzidos durante a feira. Os filmes citados aqui foram todos extraídos do sítio eletrônico The Open-Video Project. O sítio tem por objetivo compartilhar uma extensa coleção de vídeos para pesquisa. oi desenvolvido pelo Interaction Design Laboratory vinculado a School of Information and Library Science da University North Carolina at Chapel Hill. O projeto iniciou-se em 1998 e desde então tem se tornado um extenso depositário de coleções de vídeos. Destacam-se filmes do princípio do século XX, filmes institucionais e educativos, anúncios publicitários, entre outros. Podemos destacar que os filmes que levantaram maior interesse para a pesquisa, pela forte consonância com o Brasil, foram os realizados durante o período da política de Boa Vizinhança. oram produzidos pelos americanos durante o período da Segunda Guerra Mundial e retratavam o Brasil e outros países da América Latina. No entanto o número de filmes com referência à feira Mundial de Nova York era extenso, e levantava uma curiosidade ainda maior. Encontramos entre os diversos filmes feitos durante a feira a coleção Medicus, a mais completa e de melhor qualidade. Talvez a maior singularidade dessa coleção seja o fato de que o autor usou um filme Kodachrome produzindo, em 1939, imagens em cores vivas da feira. O filme, dividido em diversos rolos, que por sua vez foram divididos em diversas partes, é um extenso registro da exposição. Seu caráter amador não guarda nenhum compromisso com a Arquitetura da feira, registrando aspectos os mais diversos. Somente a partir da segunda parte do rolo 4 encontramos cenas dos pavilhões das nações e alguns segundos do pavilhão brasileiro. igura 5 - Extração de cenas do filme (MEDICUS, ) 498

5 igura 6 - Vistas do jardim e do terraço (MEDICUS, ) Metodologia A reconstrução virtual do pavilhão foi realizada primeiramente selecionando os desenhos que poderiam informar com precisão o edifício realizado, para tanto foram descartados aqueles desenhos presentes na bibliografia que reproduziam de uma maneira ou de outra a planta presente no livro Brazil Builds, confrontado com o projeto elétrico e com a planta presente no catálogo, esse desenho mostra diversas imprecisões. Os documentos que realmente permitiram a reprodução e redesenho das plantas com maior clareza foram aqueles encontrados também na undação Biblioteca Nacional. São as pranchas do projeto elétrico do edifício que, mesmo não constando de dados essenciais do projeto arquitetônico, especificando somente as instalações elétricas e pontos de iluminação, foram produzidas com base no projeto arquitetônico e trazem com fidelidade as medidas adotadas para a construção, a mensuração exata do lote e escala apropriada para sua reprodução. igura 7 - planta do projeto elétrico do edifício e detalhe do carimbo, fonte: undação Biblioteca Nacional A partir desse projeto elétrico, digitalizado por técnicos da Biblioteca Nacional, foi possível redesenhar com o uso do software AutoCAD as plantas do edifício. As medidas das alturas dos pavimentos foram retiradas dos cortes em blue print presentes na fundação Casa de Lucio Costa. Com o redesenho do pavilhão em sua porção horizontal (plantas) e porção vertical (cortes) foi possível montar o edifício em suas três dimensões, através do uso dos softwares AutoCAD e Sketchup. Com a modelagem completa retiramos novas imagens do pavilhão, que foram confrontadas com imagens do catálogo, do relatório de Armando Vidal e dos filmes amadores. Atestada a qualidade do trabalho, novos ângulos e detalhes ausentes da documentação atual foram produzidos. igura 8 - Imagens do Pavilhão geradas a partir de maquete virtual, fonte: dos autores 499

6 Conclusão O pavilhão brasileiro na feira mundial representa a materialização da arquitetura moderna brasileira. Nele estavam presentes os elementos formais que foram reproduzidos ao longo da produção arquitetônica brasileira das décadas seguintes: a monumentalidade, os elementos vazados, a sinuosidade de suas paredes, o mezanino curvilíneo que perpassa os pilares e os espaços fluídos em suas três dimensões. Esses elementos foram associados ao que a crítica internacional resolveu denominar de Brazilian style. Nada mais justo que um edifício dessa relevância ganhasse novos modos de ser compreendido. Não é intenção de o trabalho reivindicar sua reconstrução, mas de permitir, através das novas imagens produzidas, que outros pesquisadores retomem sua análise e novos trabalhos esclarecedores desse período sejam produzidos. Bibliografia ARCHITECTURAL Review, ago 1939, p.180. ARQUITETURA E URBANISMO (IAB), 2, mar./abr. 1938, pp BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. São Paulo: Perspectiva, CASA de LUCIO COSTA, disponível em < > acessada em 21 de abril de CAVALCANTI, Lauro (org.). Quando o Brasil era Moderno, Guia de Arquitetura Rio de Janeiro: Aeroplano, 2001, pp COMAS, Carlos Eduardo. Arquitetura Moderna, estilo Corbu, Pavilhão Brasileiro. AU 26. São Paulo, COSTA, Lucio. Lucio Costa: registro de uma vivência. São Paulo: Empresa das Artes, DECKKER, Zilah Quezado. Brazil Built, The Architecture of the modern movement in Brazil. Londres: Spon, DOCOMOMO Journal. rance-brazil Round Trip. Paris: Autographe, março de 2006, n. 34. RAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. São Paulo: Martins ontes, 1997, pp GOODWIN, Phillip L. Brazil builds: architecture old and new: Nova York, Museu de Arte Moderna MOMA,

7 MACEDO, Oigres Leici Cordeiro de. Pavilhão Brasileiro na eira de Nova York, Iconografia Remanescente. In: Encontro Regional de História, 12., 2006, Niterói. Usos do passado.. Niterói: Departamento de História/U, ANPUH/Rio, 2006, MATTIE, Erik. World s air. Nova York: Princeton Architectural Press, MEDICUS COLLECTION. New York World s air, Disponível em < > acessado em abril de MINDLIN, Henrique E. Arquitetura Moderna no Brasil. Rio de Janeiro: Aeroplano, 1999, pp PUENTE, Moises. 100 Pavilhões de Exposição. Barcelona: Gustavo Gilli, UNDERWOOD, David Kendrick. Oscar Niemeyer e o modernismo das formas livres. São Paulo: Cosac & Naify, 2002, pp VIDAL, Armando. O Brasil na eira Mundial de Nova York de 1939, Relatório Geral. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, VIDAL, Armando. O Brasil na eira Mundial de Nova York de 1940, Relatório Geral. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, vol. 1-2, WATHEN COLLECTION. New York World s air, (Amateur film). Disponível em < > acessado em abril de WORLD S AIR Nova Iorque. Pavilhão do Brasil: eira Mundial de Nova York de Nova York: H. K. Publising,

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