O CONCURSO DO PAVILHÃO DO BRASIL NA FEIRA DE NOVA IORQUE: A PROPOSIÇÃO DE OSCAR NIEMEYER

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1 O CONCURSO DO PAVILHÃO DO BRASIL NA FEIRA DE NOVA IORQUE: A PROPOSIÇÃO DE OSCAR NIEMEYER Autor 1 (Anna Paula Canez) Titulação (Doutor) Instituição de origem (UniRitter) Vínculo a Grupo de Pesquisa (Lucio Costa: Obra Completa) Endereço eletrônico Autor 2 (Alex Carvalho Brino) Titulação (Mestre) Instituição de origem (Univates - Unisc) Vínculo a Grupo de Pesquisa (Lucio Costa: Obra Completa) Endereço eletrônico Acadêmica Colaboradora (Cristiane Lavall) Instituição de origem (Univates) Vínculo a Grupo de Pesquisa (Lucio Costa: Obra Completa) Endereço eletrônico Resumo: Este trabalho expõe, descreve e analisa, amparado em um aprofundamento gráfico analítico, o projeto que obteve o segundo lugar no concurso para o Pavilhão do Brasil na Feira de 1939, realizada em Nova Iorque, de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer. A partir dos fragmentos da proposta garimpados em diversos trabalhos, assim como nos documentos que tivemos oportunidade de manusear ao realizar cópias do projeto para a Casa de Lucio Costa a pedido da arquiteta Maria Elisa Costa, procuramos compreender a versão de Oscar Niemeyer do Pavilhão. A apreciação ainda foi complementada pelo redesenho, a partir de tecnologias atuais e modelagem em computação gráfica. Palavras-chave: Pavilhão do Brasil, Oscar Niemeyer, Feira de Nova Iorque. 1 Introdução O encargo para a construção do Pavilhão do Brasil na Feira de Nova Iorque foi coordenado pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. O interesse do Brasil no evento coincidia com aspiração recíproca por parte dos seus anfitriões. Se, por um lado, o Brasil cobiçava ampliar a já significativa exportação para os Estados Unidos, pelo lado americano havia o duplo anseio de garantir matérias primas fundamentais para o X Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-graduação SEPesq 20 a 24 de outubro de 2014

2 desenvolvimento de sua economia, além de um possível apoio no caso de guerra com a Alemanha. Associada a essas questões, a vocação central da Feira realizada em 1939, de auxiliar na retomada do fôlego americano após a traumática queda da bolsa em 1929, foi a razão que conduziu ao tema escolhido: O Mundo de Amanhã. Afinada com a temática proposta, a junta organizadora do evento proibia a construção de pavilhões com um viés tradicional. Unindo assim o desejo bilateral à intenção de um novo amanhã, a comissão encarregada do concurso para o pavilhão brasileiro indicou como meta aos participantes o destaque para a originalidade e o dinamismo da cultura brasileira, as suas riquezas, aliados ainda, a um sentido de modernidade, com claro intento de apontar o Brasil como um destaque latino-americano. Figura 1: Cartaz de divulgação da feira de 1939 em Nova Iorque. Disponível em: Acesso em: 23/09/2013 Pode-se deduzir, com base no material gráfico disponível referente ao concurso, que o terreno disponibilizado para a construção do pavilhão possuía seus limites irregulares 1 e cada uma de suas divisas apresentava uma hierarquia distinta das demais. Situado em região nobre, distante há apenas 100 metros do bulevar com canteiro central, eixo importante da composição geral da Feira, estava localizado na Avenida Rainbow, de hierarquia diferenciada em relação ao lado oposto, junto ao Rio Flushing, mais estreito. Por se tratar de um antigo pântano às margens da cabeceira do Rio, o terreno e seu entorno eram completamente planos. 1 A dimensão dos lados maiores é a de aproximadamente 90 m (leste) e 100 m (oeste). Na dimensão menor os limites possuem 42 m (sul) e 53 m (norte).

3 A decisão brasileira de participar da Feira é tomada em novembro de No ano seguinte, durante o lançamento das bases do concurso para o Pavilhão do Brasil, a demanda claramente especificada foi de uma obra que expressasse a brasilidade, além de apresentar condições técnicas pertinentes a um pavilhão de exposições. Sagrando-se Lucio Costa o vencedor, Oscar Niemeyer obtém o segundo lugar com o projeto a ser aqui apresentado e analisado, a partir de um aprofundamento gráfico analítico. A versão construída se deu, por decisão de Costa, a partir de um projeto realizado em parceria com Niemeyer, para a surpresa da comissão julgadora. 2 O Pavilhão na versão Oscar Niemeyer Composto por curvas, com delgada cobertura e repleto de vidro em suas fachadas, o projeto do pavilhão na versão Oscar Niemeyer está ancorado ao solo em um volume de grandes proporções e se caracterizaria, não fosse a leveza dada à utilização do vasto envidraçamento, por um aspecto pesado. O projeto encaminhado para o concurso está organizado em uma diagonal descendente. Esta diagonal organiza o terreno em três setores distintos. No espaço junto à esquina aberta para a Avenida Rainbow está a esplanada de chegada, um espaço totalmente público, por onde se dá o acesso principal; na direção oposta, na esquina voltada para o Rio, está o espaço aberto que caracteriza o pátio de aspecto mais resguardado ou semi-público e, por fim, em posição mais centralizada, o edifício propriamente dito.

4 Figuras 2 e 3 - Perspectiva desde o acesso principal e vista aérea. Modelagem em computação gráfica do projeto de Oscar Niemeyer apresentado no concurso do Pavilhão do Brasil na Feira de Nova Iorque, realizada pela acadêmica Cristiane Lavall e orientada pelo Prof. Alex Brino. Fonte: Grupo de Pesquisa: Lucio Costa: Obra Completa - dspace.uniritter.edu.br. Figura 4 Modelagem em computação gráfica do projeto de Oscar Niemeyer apresentado no concurso do Pavilhão do Brasil na Feira de Nova Iorque. Perspectiva desde a esplanada de acesso principal realizada pela acadêmica Cristiane Lavall e orientada pelo Prof. Alex Brino. Fonte: Grupo de Pesquisa: Lucio Costa: Obra Completa - dspace.uniritter.edu.br.

5 Figura 5: Perspectiva desde a esplanada de acesso principal. Cópia heliográfica de desenho de Oscar Niemeyer que fez parte da prancha do concurso do Pavilhão do Brasil na Feira de Nova Iorque, realizada no Laboratório de História e Teoria da Arquitetura da UniRitter em Fonte: Maria Elisa Costa, acervo da Casa de Lucio Costa. Inicialmente pode se entender este conjunto como duas barras deslizadas conectadas por uma cobertura em casca. A solução pode ser também descrita como composta por uma barra torcida que abriga o setor de exposição, distribuído em dois pavimentos, e uma segunda barra 2 que abriga os setores de apoio. Esta última desenvolvida em três subsetores: o gastronômico, atendido pelo café ao rés do chão e pelo restaurante que pode ser convertido em salão de baile no segundo pavimento; o setor de auditórios, com um espaço aberto coberto no térreo e um auditório mais controlado no segundo pavimento; e, por fim, o setor de serviço com sanitários, cozinha e depósito. Conectando estas duas barras, a casca que marca o acesso principal e favorece a integração entre os dois espaços abertos propostos. Fato este que rendeu um comentário do júri salientando a entrada franca sugerida pelo partido. A esse respeito, COMAS pondera, [...] O projeto de Niemeyer tem relativa falta de espírito de brasilidade, mas se recomenda pela entrada franca e menor percurso, funcionalidade e economia, além de não haver recorrido o autor a elementos indispensáveis da nova arquitetura. (COMAS, 2002, p.175) 2 Esta segunda barra, pode ser descrita como um conjunto de três volumes, envolvidos por uma barra.

6 Figuras 6 e 7: Perspectiva desde o espaço aberto com os jardins. Perspectiva do acesso principal, vista desde a esplanada. Cópia heliográfica da versão Oscar Niemeyer realizada no Laboratório de História e Teoria da Arquitetura da UniRitter em Fonte: Maria Elisa Costa, acervo da Casa de Lucio Costa. Figura 8: Perspectiva interna desde o mezanino. Cópia heliográfica da versão Oscar Niemeyer realizada no Laboratório de História e Teoria da Arquitetura da UniRitter em Fonte: Maria Elisa Costa, acervo da Casa de Lucio Costa. O volume conector pode ser descrito como um espaço aberto e coberto de caráter semi-público que atua como uma rótula para cada uma das funções oferecidas pelo conjunto. Com solução estrutural marcante, a casca de concreto abatida indica o acesso ao mesmo tempo em que conecta de modo flexível o conjunto. É o grande elemento de ligação entre todos os volumes edificados, assim como, dos espaços abertos. Não por acaso, um dos pontos do projeto destacado pelo júri foi justamente a facilidade de acesso ao conjunto. A barra torcida pode ser decomposta em duas faixas lineares, uma com pé-direito duplo junto à esquadria oferece a visual do pátio semi-público que contém os jardins que revelam e simbolizam a flora brasileira, a outra, com pé-direito simples, abriga a exposição propriamente dita. Os dois pavimentos expositivos fechados em um dos lados maiores possibilitam a visualização do pátio com alturas diferentes. Uma das qualidades apontadas pelo júri foi justamente a compacidade da área expositiva atendida por duas rampas

7 dispostas no início e fim do volume, as quais propiciam um percurso contínuo, mas flexível, com o retorno desejável para o ponto de acesso. A curva do volume que abriga o setor expositivo dialoga com a do auditório e a da cobertura. No entanto, não é a primeira manifestação da casca abobadada na obra de Oscar Niemeyer, já que solução assemelhada pode ser observada no projeto não executado de 1938, da residência para Oswald de Andrade, em São Paulo, descrita abaixo pelo arquiteto: Plasticamente procuramos encontrar a solução nova, clara, fora das formas usuais, e que estivesse, portanto melhor enquadrada nos verdadeiros princípios de arquitetura, como arte de criação que é. A solução da cobertura (que também corresponde às necessidades mínimas de pé direito, caimentos etc.) confere ao conjunto silhueta característica de certo interesse plástico, pela forma nova e própria que apresenta, perfeitamente integrada nas novas concepções de arte moderna (Arquitetura e Urbanismo, 1939, p.48). Figura 9: a - Planta do Térreo, b - Planta do Segundo Pavimento, c - Fachada Sudeste e d - Fachada Sudoeste. Redesenhos da versão Oscar Niemeyer realizados por Alex Brino. Fonte: Grupo de Pesquisa: Lucio Costa: Obra Completa - dspace.uniritter.edu.br. A barra oposta, de menor dimensão, se decompõe em três partes distintas. A primeira, destinada ao restaurante e pista de dança eleva-se sobre pilotis e possui a maior dimensão tanto em largura, quanto em área. Ao rés do chão observa-se a locação do bar/café disposto em L, mas em situação inversa ao prédio, conformando um U e voltado para o pátio. O café também oferece um momento de descanso ao visitante em várias situações: ao fim da visita do próprio pavilhão, pois se conecta a este através do hall, podendo o visitante adentrar sem a necessidade de percorrer a área expositiva; e, ainda, ao final de evento realizado em um dos auditórios, já que igualmente se ligam ao café pelo hall.

8 O segundo volume que se destaca é o auditório. Com a mesma largura do restaurante em seu maior eixo, este também se encontra elevado, não sobre pilotis, mas sobre uma estrutura mais densa. Tal elemento abriga uma sala de apoio ao palco do pavimento superior, a qual configura o fundo de palco do pavimento térreo de um lado e, de outro, a empena cega que garante a estabilidade estrutural do auditório superior. Além de conformar o fundo da plateia do espaço inferior. O terceiro volume abriga as funções de apoio e sofre uma retração para acomodar uma passarela que conecta de modo direto o auditório superior ao restaurante e absorve as perfurações de acesso aos espaços de apoio contidos no volume. Embora se trate de uma proposição não construída, é possível observar alguns aspectos relacionados à materialidade. Em sua essência o projeto pode ser descrito como um conjunto prioritariamente fechado, voltado para dentro, exceção feita ao volume envidraçado do restaurante. Em uma perspectiva da esquina de acesso se mostra mais fechado. Avançando mais em direção ao centro da fachada, próximo do auditório, a volumetria geral segue mais opaca, mas com o contraste revelado da superfície acristalada ao fundo do grande hall. No entanto, quando visto pelo lado oposto, na direção de quem se aproxima pelo Rio Flushing, o pavilhão se desvenda através do espelhamento, permitindo, pela menor iluminação interna ao longo do dia, refletir a vegetação exposta ao seu lado, ampliando a sensação de integração entre ambiente construído e espaço aberto. A integração do espaço aberto com a edificação ocorre de modo intenso, pois todas as faces são transparentes e permitem a visualização do seu interior. A estrutura esbelta dos pilares, assim como a sutileza da casca que se apoia nas barras laterais, contribui para a sensação de continuidade espacial entre o interior do edifício e as áreas abertas adjacentes. O pátio interno contem um lago de contornos ameboides localizado em sua região central, além de uma vegetação que, embora esparsa, marca presença na composição. A conformação do prédio em L, implantado junto ao limite oeste, libera o pátio para uma ampla vista do entorno, excelente ponto para apreciação dos fogos de artifício, conforme alguns registros. Do ponto de vista estrutural, o projeto é composto no restaurante por cinco linhas de pilares espaçados em 4,5m x 3,0m; no volume de apoio por outras três linhas de mesmo espaçamento; na barra torcida apresenta quatro linhas de pilares de 4,5m e, no outro sentido, com um espaçamento mais generoso e variável, próximo de 8,5m, 5,0m e 2,0m. Por fim, o volume do auditório aparece apoiado diretamente sobre as paredes do pavimento inferior. Sobre a cobertura destacam-se duas situações especiais além do restaurante e do auditório a cobertura do hall e da barra torcida. A casca de concreto apresentada como solução caracteriza-se por um arco abatido, que tende a ser totalmente comprimido, com uma relação entre a altura do arco e seu vão de 1/16 (f/l)3. Ou seja, mais abatido do que na condição ideal a fim de se conseguir menor volume de material resistente, no caso, o concreto. É possível deduzir que o empuxo horizontal gerado pelo peso próprio da estrutura necessitaria de um apoio composto por elementos capazes de absorver estes esforços. Ao contrário, o que se percebe são pilares 3 A variação ótima está entre 1/10 <f/l< 1/5, onde f é a flecha e L é o vão.

9 isolados, que tendem a causar um puncionamento na fina camada de concreto. Não é muito diferente a situação da cobertura da barra torcida, agravada pelo fato do arco estar interrompido, acarretando o surgimento de zonas comprimidas e tracionadas na superfície. No entanto, se os perfis de estruturação das esquadrias colaborassem para o apoio da cobertura, talvez possibilitassem um melhor apoio da mesma. Em seu interior o layout da exposição está rigidamente relacionado com a estrutura do prédio. De modo genérico, pode-se dizer que no pavimento térreo existem duas faixas lineares, uma composta por um conjunto de painéis paralelos entre si, presos aos pilares, e outra paralela à frente do prédio, contendo de um lado a circulação horizontal junto à esquadria no pé-direito duplo e de outro uma circulação central da área expositiva. Um segundo conjunto de painéis está adoçado à parede cega da face oeste do terreno, subdividido em três grupamentos. Dois deles similares, curvos, de caráter expositivo, contendo imagens do Brasil, e os demais alinhados aos painéis centrais. O pavimento superior do pavilhão de exposições é composto por nove nichos expositivos ao longo da parede cega, liberando a vista junto ao vazio. 3 Considerações Finais No projeto que obteve o segundo lugar no concurso para o pavilhão do Brasil na Feira de Nova Iorque, Oscar Niemeyer revelou e antecipou uma vertente nacional, capaz de sonhar e vislumbrar um futuro rico e sofisticado, repleto de contrastes e de sensibilidade em relação ao lugar. Assim como estabeleceu um discurso de reconhecimento do elemento especial, onde pretendia a excepcionalidade do Pavilhão Brasileiro no contexto internacional da Feira. O arquiteto ainda soube explorar as especificidades nas relações volumétricas e funcionais de sua proposição, e reconheceu no projeto proposto para o concurso, a oportunidade da exceção. Neste projeto, Niemeyer ensaia, ou mesmo antecipa, soluções como o uso das curvas e da transparência que, a partir de então, passam a ser recorrentes em grande parte de sua obra. Referências Bibliográficas CANEZ, Anna Paula. Lucio Costa: obra completa (parte 1), documentação e reflexão. In: Lucio Costa Arquiteto: seminário. Rio de Janeiro: Casa de Lucio Costa, (2011), p CANEZ, Anna Paula; BRINO, Alex Carvalho; ALMEIDA, Marcos Leite. Originais e redesenhos em análise: as versões não construídas de Lucio Costa e Oscar Niemeyer do pavilhão de Nova Iorque. In: Palcos da arquitetura. Lisboa: Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa, p COMAS, Carlos Eduardo Dias. Precisões Brasileiras sobre um passado da arquitetura e urbanismo modernos a partir dos projetos e obras de Lucio Costa,

10 Oscar Niemeyer, MMM Roberto, Affonso Reidy, Jorge Moreira & Cia., Tese (Doutorado em Arquitetura): Université de Paris VIII, Paris, CD-ROM. COSTA, Lucio. Registro de uma vivência. Empresa das Artes: São Paulo, EL-DAHDAH, Farès. Oscar 102 / Brasilia 50. Eight cases in Brazil s Architectural Modernity. Houston: Rice University, FRAGA, Carlos André Soares. Museus, pavilhões e memoriais: arquitetura de Oscar Niemeyer para exposições Dissertação (Mestrado em Arquitetura) PROPAR, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Disponível em: Acesso em MACEDO, Oígres Lêici Cordeiro de. Construção diplomática, missão arquitetônica: os pavilhões do Brasil nas feiras internacionais de Saint Louis (1904) e Nova York (1939) Tese (Doutorado em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16133/tde />. Acesso em: RESIDÊNCIA para o escritor Oswaldo de Andrade. AU: Arquitetura e Urbanismo, São Paulo, maio/jun p. 48. Disponível em: Acesso em: 23/09/2013.

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