Construção mista para pontes ferroviárias

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1 Construção mista para pontes ferroviárias

2 Introdução Construções mistas consistem dos materiais aço e concreto armado, sendo que o uso do respectivo material é combinado da melhor forma possível na seção transversal em relação às propriedades do material e dos respectivos custos de produção. Isso pode ser realizado na direção de carga principal e na direção adicional / transversal. Na melhor hipótese, as estruturas de vigas são realizadas de forma mista na principal direção de carga. No caso de superestruturas como estruturas de treliça, arcos metálicos e estruturas em calha a ligação é prioritariamente realizada na área do tabuleiro na direção da carga transversal. A conclusão da estrutura metálica previamente montada é, via de regra, realizada com resistência ao cisalhamento chumbadores tipo pino com cabeça em concreto moldado in loco. Para melhorar a eficiência da construção na obra são utilizadas cada vez mais placas pré-moldadas em concreto armado como forma. Ponte sobre o canal Teltow, em Berlim. Pórtico de vão único com aplicação de vigas VFT para ponte com 2 vias ferroviária. 4 vigas mistas de secção aberta: vigas metálicas S355J2+N com alma cheia, soldadas em toda a sua extensão, altura de secção variável + banzo pré-fabricado em betão C45 / 55, 2,50 m de largura. Comprimento do vão 42,50 m, esbelteza no centro 1:21,8, esbelteza nas extremidades 1:14,4. Espessura da camada betonada no local 0,40 m. Ângulo de cruzamento 79 gon. Fundações de cada encontro por intermédio de 5 estacas 1,50 m. Peso de montagem das vigas VFT cerca de 75 ton

3 Área de aplicação A construção mista é caracterizada pelo uso dos materiais aço e concreto conforme o material e a carga e pelo alto grau de prémoldagem com a respectiva eficiência de construção. Uma grande vantagem da construção mista é uma cobertura econômica de grandes distâncias entre pilares e baixos pesos e conexões de montagem de fácil manuseio em alturas de construção adequadas dispensando ao mesmo tempo a instalação de cimbres. Exemplo de superestrutura com viga em duplo-t, evidenciando as vantagens No comprimento do vão e esbeltez; no fundo, a antiga, para comparação

4 Vantagens e desvantagens da construção mista Em princípio, a construção mista é excelente para pontes ferroviárias, uma vez que as pontes mistas podem ser realizadas de forma econômica e apresentam pouca deformação, possuem uma alta vida útil e são de fácil manutenção. A construção mista ainda tem outras vantagens além do uso otimizado das propriedades específicas dos dois materiais aço e concreto. Vantagens - O alto grau de pré-fabricação da construção mista permite uma construção rápida, curtos períodos de interdição e, com isso, uma boa disponibilidade de operação na área dos canteiros de obra. Menos transtornos devido a curtos tempos de construção melhoram a aceitação da população que habita o entorno da obra. - O uso do aço para a seção transversal solicitada permite a produção de grandes peças pré-moldadas na fábrica, uma vez que o peso das unidades das conexões de montagem é bem menor do que durante a construção em concreto. - A realização dos principais componentes na fábrica em condições sempre conformes e protegidas de intempéries contribui para a alta qualidade das construções mistas. - No caso de pontes ferroviárias com grandes distâncias entre pilares com um percentual de carga própria bem maior em comparação com cargas externas devido ao trânsito, as construções mistas tem grandes vantagens em comparação com pontes maciças no caso de solo menos adequado, devido ao baixo peso da superestrutura. - Construções mistas também podem ser montadas de forma simples e eficiente no caso de grandes distâncias entre pilares e difíceis condições topográficas. Não há necessidade de cimbramentos apoiados em terra ou escoramento superior para balanços sucessivos, pilares auxiliares como apoios temporários para o encaixe de superestruturas podem ser dispensados ou sua quantidade pode ser reduzida. Dispositivos de montagem ou dispositivos temporários para deslocamento longitudinal e transversal podem receber um dimensionamento bem menor devido a pesos de deslocamento muito menores. - No caso de pontes com tabuleiro celular em construção maciça há, dependendo do caso, problemas recorrentes na concretagem de almas (muito) finas com armadura densa e o respectivo número de elementos armados. Na concepção de seções mistas em estrutura de tabuleiro celular, esse problema é completamente dispensado. - Em comparação com uma ponte puramente metálica com um tabuleiro metálico ortotrópico não haverá necessidade das despesas relativamente altas para a produção (passagens de chapas, trabalhos de alinhamento) e a proteção contra corrosão de vigas transversais e vigas longitudinais secundárias ou reforços longitudinais. - Se as vigas transversais metálicas das superestruturas forem parte do tabuleiro misto com a estrutura superior em toda a altura, temos uma vista inferior da ponte completamente fechada sem cantos e entrâncias que possam sujar. Isso é aplicado especialmente em pontes em calhas com tabuleiros mistos. - Cortes transversais mistos de aço destacam-se - analogamente aos cortes transversais de aço maciço - pela facilidade de reparos (solda). Aumentos de carga em geral podem ser realizados mediante o reforço das eclissas. - Cortes transversais mistos de aço destacam-se - analogamente às seções transversais de aço maciço - mediante indícios prévios no final da vida útil. Desvantagens - A carga dinâmica de construções mistas de pontes devido à passagem de trem em comparação com o baixo peso próprio é tendencialmente maior do que nas pontes maciças. - Os custos iniciais de investimento em comparação com as construções puramente maciças são em média mais altos. - Se além da fabricação do tabuleiro, o concreto também for utilizado na áreas de pressão como apoio de vigas contínuas (ligação dupla), é possível obter módulos de montagem ainda mais leves ou maiores, economizando ao mesmo tempo o material mais caro, o aço. Isso também se aplica à realização de estruturas híbridas (por exemplo combinação de construção mista com construção em concreto protendido) para as áreas de vãos e distâncias entre pilares. - Complementos de seção transversal em concreto moldado in loco simplificam a fabricação de construções de geometria mais complicada, uma vez que a adaptação geométrica do componente de concreto à construção de aço que apresenta uma deformação em limites dentro das fases de construção pode ser realizada sem problemas. - Em comparação com pontes puramente metálicas, as pontes na construção mista apresentam, mediante um consumo igual ou menor de aço, uma rigidez bem maior, de forma que até mesmo as máximas exigências às deformações permitidas - especialmente em trechos de alta velocidade - podem ser realizadas com as quantidades de material comuns. - O uso de concreto in loco para os tabuleiros da ponte com estrutura de apoio subjacente provoca a redução ou completa dispensa de formação de juntas e conexões sujeitas a danos. A construção metálica subjacente é, via de regra, coberta integralmente pelo tabuleiro de construção mista. - A área de construção metálica pode ser realizada também durante o inverno na construção mista em comparação com a construção maciça. - Uma via construída em concreto in loco reduz consideravelmente o nível de ruído durante a passagem do trem em comparação com um tabuleiro metálico ortotrópico. -- Se nas estruturas superiores o tabuleiro for realizado em construção mista, ocorrem, possivelmente, outras vantagens: Exemplo de superestrutura com viga em duplo-t, a primeira passagem ferroviária com vigas mistas pré-fabricadas (Vigas VFT)

5 Notas sobre o planejamento e a execução Devido as altas e concentradas cargas ferroviárias, as pontes ferroviárias precisam ser realizadas com maior rigidez para garantir o contato da roda com o trilho em altas velocidades. Especialmente nas pontes de aço e aço misto, ao lado das considerações estáticas, também as considerações dinâmicas são de suma importância para garantir um uso perfeito e de longo prazo. Aqui também faz parte uma formação construtiva cuidadosa dos detalhes construtivos que exige uma realização da seção transversal orientada no fluxo das forças, com boa resiliência e pouca fadiga. Essas questões tão importantes para a durabilidade e a boa aplicabilidade deverão ser observadas constantemente na realização tanto na produção na fábrica como também na montagem no canteiro de obras. - O cálculo e o dimensionamento de construções mistas na construção ferroviária é bastante difícil e complexa devido à interdependência entre os materiais concreto e aço e devido às altas exigências a uma resistência suficiente à fadiga e a observação dos critérios de deformação da construção como um todo. - Seções transversais de aço de construções compostas são tendencialmente componentes com paredes de pouca espessura. Por isso, essas estruturas deverão ser sempre analisadas em relação à perda de estabilidade. - Para a análise de tensões, das deformações e do comportamento o processo de criação da estrutura é a base da comprovação. A fabricação das estruturas metálicas, a realização da seção transversal do composto em partes e a aplicação das cargas de instalação tem grande influência sobre as memórias de cálculo da adequabilidade ao uso. As seções da estrutura metálica, o tipo e a sequência de montagem, assim como o comprimento e o número de seções a serem concretadas condicionam os efeitos pivotais e de tensionamento gerando mudanças do eixo de gravidade no âmbito dos efeitos das seções transversais a serem analisadas. - Deve-se evitar concentrações de carga locais e picos de tensão em pontos chave, tensões secundárias de determinados componentes e conexões deverão ser analisadas de forma consequente com base na deformabilidade da estrutura. - Na formação construtiva dos pontos de aplicação de carga devese atentar especialmente para uma construção com baixa ocorrência de fadiga. - O conhecimento exato das deformações da construção no estado final, como também em todas as fases de construção é indispensável para alcançar os gradientes planejados. Ele é a base para a criação dos projetos de fabricação, pois aqui é definida a forma de fabricação sem tensão com flexões e torsões prévias de cada chapa. - Para o dimensionamento de pontes duráveis em estruturas de aço e mistas a deformabilidade real deve ser calculada com exatidão, para registrar tensões secundárias. O material dútil aço permite - analogamente à formação de fissuras no concreto armado - a redução de picos de tensão locais das tensões interna e secundárias por meio do escoamento do aço. A avaliação da segurança contra fadiga, todavia, pressupõe o conhecimento de todas as cargas existentes (veja ainda (3)), uma vez que os esforços de flexão locais e cargas de trabalho podem causar fissuras de fadiga na estrutura. - Para a análise de fadiga conforme a norma alemã RiL 804 a estrutura deverá ser descrita de forma mais realista possível com as suas rigidezas. As normas ferroviárias exigem, portanto, para as pontes ferroviárias a apresentação de treliças como estruturas básicas para essas análises e as composições em interação com a estrutura principal. As análises de fadiga deverão ser realizadas mediante o registro de todas as tensões adicionais. - Uma particularidade na seleção do sistema são as seções transversais de tabuleiro celular. Podem ser calculadas como barra única, como grelha com torsão adicional ou como estruturas de placas dobradas. - Para encontrar o sistema adequado, recomendamos sempre considerar o sistema como um todo. Aqui fazem parte a geometria da ponte, a rigidez da seção transversal, o âmbito do cálculo, as análises de estabilidade necessárias, não-linearidades, a compreensibilidade e o âmbito dos resultados tem um papel decisivo. Influências da estabilidade de forma das seções transversais e contraventamentos deverão ser considerados na observação total. - Importante também é garantir a clareza do sistema total. Isso se refere especialmente em relação as deformações, considerações de plausibilidade e otimização de prédios ou sistemas. Verificações individuais podem possivelmente ser realizadas em sistemas detalhados separados (por exemplo, pontos de aplicação de força). Exemplo para uma superestrutura de 2 vias como construção em treliça com um tabuleiro misto apoiado sobrejacente, duas treliças como estrutura inferior e tabuleiro misto sobrejacente, 4 tramos, distâncias entre os pilares entre 57 m e 66 m - A dependência iterativa entre a imagem das fissuras da laje mista e as tensões na seção transversal não pode ser desconsiderada ou negligenciada. - Hoje em dia, os tabuleiros em concreto moldado in loco geralmente não são mais protendidos. A durabilidade de lajes em concreto protendido depende fortemente da proteção contra corrosão da armação colocada. É garantida construtivamente mediante a limitação dos tamanhos de fissuras a serem esperadas e uma cobertura suficiente de concreto. A normatização vigente disponibiliza para as verificações da limitação da largura das fissuras processos de cálculo que descrevem as fissuras nas placas compostas de forma bastante realista. - A montagem da estrutura metálica no canteiro de obras influencia altamente a rentabilidade da fabricação de uma construção mista. Exigências para a montagem são, portanto, uma realização simples e processos rápidos, assim como a minimização dos custos dos recursos de montagem a serem instalados e desinstalados. O conceito de montagem depende da construção da obra, das possibilidades de acabamento da operação da construção metálica, das vias de transporte e das localidades do canteiro de obras. - A montagem complementa os componentes individuais pré-fabricados na fábrica. Para reduzir os trabalhos no canteiro de obras e os custos totais da construção metálica e simultaneamente melhorar a qualidade, deve-se procurar montar os componentes no maior tamanho possível, ou seja, obter um grau de pré-fabricação bastante alto. - O conceito de montagem define as reações de apoio da estrutura metálica mediante as seções da estrutura estática durante a montagem, assim como o grau de detalhamento dos apoios e das fixações temporárias. O conhecimento do processo de montagem exato é portanto a base necessária do processamento técnico da superestrutura mista. - A execução da obra exige sempre uma equipe bem qualificada que trabalhe bem em conjunto. Especialmente a cooperação entre as infraestrutura e a superestrutura metálica durante a montagem, como também ao completar a superestrutura com concreto misto exige muito, tanto do pessoal de gestão como também do pessoal de execução. Para uma coordenação profissional das interfaces das áreas de construção metálica e construção maciça deverão ser encarregados coordenadores técnicos no local, que também fazem a interface com o proprietário da obra, com o realizador do projeto executivo, o engenheiro responsável e obviamente as áreas de acabamento. - A equipe ideal para a gestão da obra são equipes de engenheiros que se complementam em suas especialidades considerando as particularidades específicas da construção metálica, da montagem no canteiro de obras, assim como dos trabalhos da construção maciça.

6 Construções mistas Vista representativa de seções transversais mistas na construção de pontes ferroviárias As seções de pontes ferroviárias deverão acomodar trechos de uma ou duas vias ou partes de várias vias na área das estações de trem. Para os trechos de duas vias já são priorizadas superestruturas em uma peça. Os sistemas portantes usados na construção de pontes mistas consistem geralmente das estruturas básicas vigas, pórticos e arcos. Em poucos casos há uma combinação desses sistemas básicos. Vista geral Para pontes com baixo comprimento dos tramos são utilizados frequentemente perfis WiB (vigas com perfil metálico solidarizado em concreto) ou mais raramente vigas mistas duplas ( preflex ). Ambas formas de construção tem a vantagem de serem adequadas para menores altitudes. As formas de construção são usadas preferencialmente em novas construções para substituição de antigas dentro do perímetro urbano. Para os trechos (retilíneos) de uma ou duas vias, nos quais a superestrutura puder ser alocada de forma centrada sobre a posição dos trilhos, podem ser usadas para distâncias entre pilares de até m com altura de construção suficiente, vigas de seção transversal tipo T de duas ou quatro almas com viga inteiramente soldada como uma seção econômica. Devido ao grande percentual de almas no consumo específico de aço, no caso de maiores distâncias entre pilares podem ser usadas viga de seção transversal tipo T de duas almas com junção de torção e uma laje de concreto armado espessa para distribuir a carga ou tabuleiros celulares. Para distâncias entre pilares de aproximadamente 80 m e para trechos de 2 vias, as superestruturas com com um ou dois tabuleiros celulares apresentaram bons valores de consumo de aço. Para realizar a passagem sobre rodovias com essa ou maior distância entre pilares, são via de regra usadas estruturas sobrejacentes (arcos metálicos, construções em treliças). Para cruzar rodovias de até 60 m, construções em calha também podem ser uma opção econômica. Raramente, quando se tem grandes distâncias entre pilares, essas estruturas também podem ser combinadas para aumentar a rigidez (por exemplo, estrutura em treliças com contraventamento em arco ou pontes estaiadas em tabuleiros celulares). Exemplo de superestrutura em tabuleiro rebaixado de 2 trilhos ferroviários com seção transversal composta por caixões de aço laterais Tipos mais comuns de construção mista Estrutura de suporte de carga sob o tabuleiro da ponte Perfis laminados em concreto (WiB) Laje mista dupla Preflex Pontes com laje vigada Pontes com laje vigada Pontes em treliça mista Estrutura mista na direção longitudinal Estrutura mista na direção longitudinal Abertas totalmente soldadas composto na direção longitudinal/(transversal) Secções em caixão fechado composto na direção longitudinal/(transversal) Mista na direção longitudinal/(transversal) Eestrutura de suporte de carga sobre o tabuleiro da ponte Composite tied-arch bridges Pontes de tabuleiro rebaixado Pontes em treliça mista Construção segundo métodos especiais Estrutura mista na direção longitudinal/(transversal) Estrutura mista na direção longitudinal e/ou transversal Estrutura mista na direção transversal Estrutura mista na direção transversal

7 Vigas de perfi l metálico solidarizado em concreto (WiB) A construção com vigas de perfil metálico solidarizado em concreto foi desenvolvida especialmente para aplicação na construção de pontes ferroviárias. Muitas dessas pontes já foram construídas no início do século passado e devido à sua construção simples e robusta, assim como as altas reservas de carga operam até hoje em condições alteradas. Pontes de vigas de perfil metálico solidarizado no concreto são uma aplicação clássica e de longa durabilidade na construção de pontes ferroviárias, tanto de um tramo como de vários tramos, uma vez que representa um caso de aplicação de longos anos e comprovada para combinação de componentes de aço e concreto armado, mesmo que isso não reflita a construção mista conhecida atualmente. Devido a construção e execução simples, essa forma construtiva ficou comprovada especialmente para baixas distâncias entre vãos de 12 e 25 m. Pontes utilizando vigas de perfil metálico solidarizado em concreto são estruturas em T com perfis em T duplos laminados a quente e concretados. São, portanto, consideradas as pontes mistas maciças. Os perfis laminados solidarizados no concreto tem efeito sem conectores de cisalhamento (tipo pino com cabeça), somente com a ação conjunta do perfil com o concreto como seção de carga, elas podem ser consideradas uma armação 0 2 st 0 Seção transversal típica de uma superestrutura de viga de perfil metálico solidarizado em concreto de uma via 40 basicamente resistente à flexão. Assim, os perfis laminados alocados próximos um ao outro assumem a tarefa do componente de tração na situação final. Durante a construção, são usados simultaneamente como formas. Na direção transversal a viga de perfil metálico solidarizado em concreto tem efeito de laje de concreto armado devido às barras de aço da armação. Fabricação, transporte e montagem Os perfis laminados são fabricados já com os furos, convexidades e proteção contra corrosão na fábrica, transportados ao canteiro de obras e instalados com pequenas gruas móveis. Se no caso de sistemas contínuos os perfis metálicos tiverem que ser cortados devido ao seu comprimento, os cortes deverão ser alocados em pontos, nos quais não há valores de carga extremos (ponto de momento nulo). A laje da ponte é fabricada de acordo com as condições existentes na obra, imediatamente na posição final ou lateralmente ou atrás do encontro e deslocada posteriormente.m Um deslocamento lateral dos perfis na concretagem é evitado com espaçadores, geralmente barras rosqueadas. Além disso, deve-se atentar para que os perfis não tombem durante a concretagem. A proteção contra tombamento é realizada com o lançamento do concreto em camadas com espessuras de aprox 15 cm ou com conexões ou vigas transversais. Deve-se comprovar sempre a segurança contra tombamento da viga sob carga própria. Entre os perfis laminados são acomodadas lajes de fibras de cimento como forma sobre os flanges inferiores e colados com as tiras de borracha entre estas. As vigas em balanço são realizadas de forma convencional em uma armação suspensa entre vigas de perfil metálico solidarizado em concreto. Deve-se atentar para que as vigas de duplo T não sejam sobrecarregadas. Distâncias entre pilares aprox.12 m l St 26 m (30 m) (números entre parênteses valem para vigas contínuas) Índice de esbeltez aprox. 17 l St 24 (28) - pequenas distâncias entre pilares de construções de um ou mais tramos - superestruturas de uma ou mais vias (em regra 1 a 3 trilhos) - altura de construção disponível limitada sobre rodovias - possibilidade limitada de colocação de cimbramentos / conexão de cimbramentos - períodos de construção / intervalos de interdição somente disponíveis limitadamente - novas construções substitutas especialmente no perímetro urbano Detalhe da solidarização do perfil laminado na laje maciça Superestruturas de vigas de perfi l metálico solidarizado em concreto de uma via, alocadas em série com diferentes formações das vigas de borda / cornijas Comprimento vão / Altura tabuleiro = Esbeltez L s = comprimento vão / altura H c = Altura tabuleiro

8 Laje mista dupla ( Preflex ) d d Vantagens - alta rigidez em pouca altura de construção no segmento de pequenas distâncias entre pilares - simples verificação e dimensionamento - baixo peso de elevação dos componentes - modo de construção simples e muito robusto - simples sistema modular, pode ser oferecido por muitas empresas de construção - alto grau de pré-fabricação com boa qualidade de fabricação - montagem de bom manuseio como componente completo sem cimbres / construções temporárias - curtos intervalos de interdição para a instalação / montagem - construção monolítica é adequada para a instalação com deslocamento - baixas despesas com formas - baixa espessura das lajes da superestrutura de vigas de perfil metálico solidarizado em concreto facilita a adaptação no estoque - construção de aço protegida, solidarizada no concreto - sem juntas de conexão aço / concreto dentro da zona direta de intempérie - custos de fabricação e manutenção baixos em comparação com as pontes puramente metálicas - simples verificação da ponte, uma vez que os componentes principais de suporte podem ser bem inspecionados - pode ser realizada em forma de pórtico Desvantagens - para vigas contínuas os perfis laminados deverão ser soldados em seções de acordo com disposições específicas - no caso de superestruturas de várias vias com grandes momentos fletores deverão ser previstos para a armação transversal inferior muitos furos nas almas dos perfis laminados - fabricação da laje da superestrutura com muitos componentes individuais e introdução da armação - alto percentual específico de aço em comparação com a construção maciça e construção mista moderna - trabalhos de proteção contra corrosão posteriores nas superfícies de contato da armação inferior do concreto armado são difíceis de realizar Essa forma de construção, também construção denominada de construção Preflex foi desenvolvida nos anos 50 na Bélgica e foi amplamente usada nos anos 60 também na Alemanha em construções de pontes de baixa distância entre pilares e muito esbeltas. A forma de construção é usada onde a baixa altura limita as soluções maciças usuais ou quando construções de aço não são adequadas somente por motivos, por exemplo, da rentabilidade ou do desenvolvimento de ruído. A construção preflex é adequada para pequenas e médias distâncias entre pilares com muito altos índices de esbeltez. Na seção transversal a laje mista dupla é semelhante à superestrutura de vigas de perfil metálico solidarizado em concreto, sendo que ao contrário da forma de construção regular, as vigas de aço são protendidas. A aplicação da força protendida é realizada por meio de uma flexão prévia. Seção transversal aberta de 2 vias com vigas mistas duplas protendidas; lajes de peças pré-moldadas sobrejacentes entre os banzos superiores Preflex com complemento em concreto moldado in loco; distância entre pilares 33,0 m, Índice de esbeltez h K = aproxim. 1/ Ao lado da construção de vigas de perfil metálico solidarizado em concreto, também as pontes com vigas mistas duplas fazem parte das denominadas pontes mistas maciças. As vigas de aço protendidas são inteiramente cobertas de concreto e em relação à proteção acústica, à proteção contra corrosão e à resistência contra fogo apresentam valores semelhantes a uma ponte maciça. A viga preflex é protendida já na fábrica em condições sempre iguais. Para isso, um perfil duplo T laminado a quente é protendido pressionando o contra um leve curvamento já moldado (superelevação). O tensionamento prévio é realizado na direção da futura flexão. No estado protendido é moldado um banzo inferior de concreto em torno do flange inferior. Usando concreto de uma qualidade suficiente, via de regra as prensas já podem ser soltas após cinco dias. Após a cura do concreto de alta cura inicial e a remoção dos esforços, a viga retrai levemente, o aço tensionado do tramo inferior procura Disposição das vigas para distâncias variáveis entre trilhos 2 Perfi l laminado também adequado para pontes com uma base curva 3 Exemplo de ponte com superestrurua WiB (perfis laminados em concreto)

9 retornar à posição original gerando forças de tensão adequadas no flange concretado. Essa flexão para cima depende do tempo, de forma que o prazo entre a produção na fábrica e a instalação no canteiro de obras é limitado. Com exceção dos esforços de tração de fluência e encolhimento, a viga sob carga teoricamente só está sujeita a esforços de tração quando a viga mista for tão flexionada como na concretagem do flange de concreto. Com a protensão, a viga no lado tracionado está basicamente livre de fissuras e reforço, portanto, as vigas mistas altamente esbeltas. As vigas pré-fabricadas são tão leves, que para a limitação do comprimento da viga não o peso, mas o dispositivo de tensão na fábrica e / ou o comprimento de transporte serão decisivos. Distâncias entre pilares aprox. 20 m l St 35 m Índice de esbeltez aprox. 20 lst 30 - pequenas distâncias entre pilares de construções de um ou mais tramos (geralmente construções de um tramo) - superestruturas de uma ou mais vias - altura de construção disponível muito limitada (sobre rodovias) - possibilidade limitada de colocação de cimbramentos / conexão de cimbramentos - períodos de construção / intervalos de interdição são bastante limitados 4 Passagem dos estribos através de perfuração na alma Armação longitudinal Estribo Vantagens: - alta rigidez em alturas de construção muito baixas para distâncias pequenas a médias entre pilares - simples verificação e dimensionamento - modo de construção simples e robusto - redução do número de vigas por via conforme vigas com perfil metálico solidarizado em concreto (para isso também redução das despesas com armação na direção transversal) - devido à protensão suficiente do banzo de tração de concreto não há formação de fissuras na parte inferior do concreto sob carga constante - baixo peso de elevação dos componentes - simples fabricação de superestrutura com alto grau de pré-fabricação com alta qualidade de fabricação - montagem facilmente gerenciável como componente completo sem cimbramentoss / construções temporárias (poucos intervalos de interdição para a colocação / montagem / deslocamento) - poucas despesas de formas (placas de fibras de cimento como cobertura nas juntas nos flanges de concreto); formas laterais nas áreas de bordas e vigas em balanço são suspensas nos flanges de concreto inferiores - construção de aço protegida, acomodada no concreto - sem juntas de conexão aço / concreto problemáticas dentro da zona direta de intempérie - não há necessidade de trabalhos de proteção contra corrosão posteriores - custos de fabricação e manutenção baixos em comparação com as pontes puramente metálicas Desvantagens: - poucos fornecedores, não há mercado grande de empresas de fabricação - no caso de estruturas de várias vias com grandes momentos fletores deverão ser previstos muitos furos nas almas dos perfis metálicos - especialmente na conexão das armações em grandes comprimentos - Observação de um prazo entre a fabricação na empresa e a instalação no canteiro Conector de cisalhamento A FI A G Viga Prefl ex sobre apoio central durante a obra 2 Acoplamento da viga prefex com conexões rosqueadas / soldadas para a obra de vários tramos 3 Alternativamente seção transversal fechada de 2 vias com vigas mistas duplas protendidas e complemento com concreto moldado in loco para a laje maciça 4 Corte transversal de uma viga mista protendida

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