Junho/2013 Atualização: Prof. Mauricio Barros

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1 CONTABILIDADE GERAL Junho/2013 Atualização: Prof. Mauricio Barros

2 SUMÁRIO OBJETIVOS DO CURSO 02 OBJETIVOS DA CONTABILIDADE 03 USUÁRIOS DA CONTABILIDADE 04 INFORMAÇÕES PRESTADAS PELA CONTABILIDADE 04 CONCEITO DE CONTABILIDADE 05 PRINCIPIOS DE CONTABILIDADE 06 CARACTERISTICAS QUALITATIVAS DE INFORMAÇÃO 08 PATRIMÔNIO 10 ELEMENTOS PATRIMÔNIAIS 11 MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS 15 REGISTROS CONTÁBEIS 16 PLANO DE CONTAS 17 BALANÇO PATRIMONIAL 24 MODELO DE BALANÇO PATRIMONIAL 28 CRITERIOS DE AVALIAÇÃO DAS CONTAS DO BP 29 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO EXERCÍCIO 32 MODELO DE DRE 33 ENTENDENDO A DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 34 ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL 37 APURAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 42 CONJUNTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 43 DEPRECIAÇÃO 44 OPERAÇÕES CONTÁBEIS 47 FOLHA DE PAGAMENTO 49 OPÇOES TRIBUTÁRIAS 51 CONTABILIDADE FINANCEIRA E GERENCIAL 56 GESTÃO DOS NEGÓCIOS ATRAVÉS DA CONTABILIDADE 57 CADERNO DE EXERCÍCIOS 61 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 73 1

3 OBJETIVOS DO CURSO Oferecer aos alunos da Fundação Sergio Contente o conhecimento inicial necessário para ingressar na profissão contábil. Com uma linguagem simples e acessível ao iniciante em Contabilidade, apresentamos nesse material os conceitos e aplicações, princípios e estruturação da escrituração contábil. É importante que o aluno tenha ideia da importância de estudar contabilidade, pois o estudo dessa ciência fornece informações de utilidade para a tomada de decisão dentro e fora de uma empresa. Cabe aqui ressaltar que o mercado de trabalho na área contábil é de alto nível, sendo um dos melhores no sentido financeiro, dentre os seus profissionais. Seu campo de atuação é muito amplo, tendo em vista a necessidade do controle e organização do Patrimônio de uma entidade. Entretanto trata-se de um mercado muito exigente onde não se esgotam os esforços para melhorar seu conhecimento. A partir dos estudos da Ciência Contábil na Fundação Sergio Contente, você será capaz de entender o conceito de Patrimônio, bom como os seus componentes. Será capaz de visualizar a contabilidade como uma ferramenta gerencial para controle do Patrimônio de uma entidade e conhecerá os principais pontos das demonstrações contábeis. Desejamos a todos os nossos alunos muito sucesso nos estudos e boa sorte. Corpo Docente Fundação Sergio Contente. 2

4 CONCEITO DE CONTABILIDADE Contabilidade é a ciência social que visa ao registro e ao controle dos atos e fatos econômicos, financeiros e administrativos das entidades. Trata-se de um sistema de informação e avaliação destinado a prover seus usuários com demonstrações e análises de natureza econômica, financeira, física e de produtividade, com relação à entidade objeto de contabilização. ENTIDADE A palavra Entidade na contabilidade tem sentido amplo e nada tem a ver com entidades filantrópicas por exemplo. Entidade é o conjunto de todas as pessoas físicas ou jurídicas da qual a ciência contábil estuda. Assim, entidades são em linhas gerais: Todas as empresas (indiferente do tamanho); Todas as entidades filantrópicas como Ong s, Fundações, Igrejas, etc.; Cooperativas; Pessoa Física; OBJETO DE ESTUDO CONTABILIDADE A contabilidade tem como objeto de estudos o Patrimônio das Entidades, sejam elas entidades de fins lucrativos ou não. Tem como Função Administrativa controlar o patrimônio visando demonstrar a sua situação em um determinado momento e como Função Econômica visa apurar resultados a fim de demonstra-los periodicamente independente se positivos ou negativos. 3

5 OBJETIVOS DA CONTABILIDADE O principal objetivo da contabilidade é permitir aos usuários a avaliação da situação econômica e financeira da entidade, num sentido estático, bem como fazer inferências sobre suas tendências futuras. As principais funções da Contabilidade são: registrar, organizar, demonstrar, analisar e acompanhar as modificações do patrimônio em virtude da atividade econômica ou social que a empresa exerce no contexto econômico. Registrar todos os fatos que ocorrem e podem ser representados em valor monetário; Organizar um sistema de controle adequado à empresa; Demonstrar com base nos registros realizados, expor periodicamente por meio de demonstrativos, a situação econômica, patrimonial e financeira da empresa; Analisar os demonstrativos financeiros com a finalidade de apuração dos resultados obtidos pela empresa; Acompanhar a execução dos planos econômicos da empresa, prevendo os pagamentos a serem realizados, as quantias a serem recebidas de terceiros e alertando para eventuais problemas. Para que isso ocorra, primeiramente é necessário registrar todas as operações que ocorrem na empresa tais como compras, vendas, recebimentos, pagamentos, etc. 4

6 USUÁRIOS DA CONTABILIDADE São todas as pessoas físicas ou jurídicas que tenha interesse na avaliação da situação e do progresso de determinada entidade, seja tal entidade empresa, ente de finalidades não lucrativas, ou mesmo patrimônio familiar. INFORMAÇÕES PRESTADAS PELA CONTABILIDADE A. Informações de natureza econômico-financeira; B. Informações de natureza física; C. Informações sobre produtividade. 5

7 PATRIMÔNIO A finalidade da Contabilidade é controlar o Patrimônio das entidades com o objetivo de fornecer informações sobre a sua composição e suas variações. Portanto todas as movimentações possíveis de mensuração monetária são registradas pela contabilidade, que, em seguida, resume os dados registrados em forma de relatórios contábeis. O Patrimônio, sendo o objeto da Contabilidade, define-se como o conjunto formado pelos Bens, pelos Direitos e pelas Obrigações pertencentes a uma pessoa física ou jurídica, independente se com fins lucrativos ou não, e que seja passível de avaliação em moeda. Portanto, o patrimônio das entidades corresponde ao objeto de estudos da contabilidade e pode ser representado da seguinte forma: PATRIMONIO BENS E DIREITOS OBRIGAÇÕES (Com Terceiros e com os Sócios) (ATIVO) (PASSIVO) Pessoa Física é a pessoa natural, registrada no cartório de registro de pessoas naturais, com direitos e obrigações perante o Estado e a sociedade, responde individualmente pelos seus atos. Pessoa Jurídica é composta por pessoas físicas por meio de um contrato registrado em cartório e em outros órgãos competentes (receita federal, junta comercial etc.), no qual manifestam um acordo de vontades de praticar determinada atividade. Pela pessoa jurídica respondem os sócios, e sua extinção se dá por um acordo entre eles ou por determinação judicial. 6

8 ELEMENTOS PATRIMONIAIS BENS: São os itens que a empresa possui para satisfazer suas necessidades de troca, consumo ou aplicação, que sejam suscetíveis de avaliação econômica. Os Bens de uma entidade podem ser classificados como Tangíveis ou Intangíveis. TANGIVEIS: São bens matérias, concretos, ou seja, são corpóreos. INTANGIVEL: São bens imatérias, abstratos, ou seja, que não tem forma física. Exemplos de Bens Tangíveis: Caixa; Estoques; Equipamentos; Terrenos. Maquinas Exemplos de Bens Intangíveis: Softwares; Marcas; Patentes; DIREITOS: É a representação do que a empresa tem a receber de terceiros por conta de uma operação. Os direitos são facilmente identificados por conta das expressões A Receber ou A Recuperar. Exemplos de direitos: Aplicações financeiras; Duplicatas a receber; Clientes. 7

9 OBRIGAÇÕES: São as dívidas ou repasses de responsabilidade da empresa junto a terceiros. Seguindo o exemplo dos direitos, as obrigações também são facilmente identificadas por contas das expressões A Pagar ou A Recolher. Exemplos de obrigações: Fornecedores; Empréstimos; Salários a pagar. Duplicatas a Pagar Tributos a Recolher Exemplo de Patrimônio BENS PATRIMONIO CIA SP LTDA. Caixa 500 OBRIGAÇÕES Veículos Fornecedores DIREITOS Salários a Pagar Banco Impostos a Recolher Duplicatas a Receber TOTAL TOTAL Com isso demonstra-se claramente a necessidade do equilíbrio no total entre os Bens e Direitos, e as Obrigações de uma entidade. 8

10 Conforme a matéria apresentada em aula, sabemos que o Patrimônio de uma entidade é composto por Bens, Direitos e Obrigações. Contudo o patrimônio das entidades deve ser dividido em dois grupos para que haja o equilíbrio entre seus elementos. O Patrimônio será divido da seguinte forma: ATIVO: Representa a parte positiva do patrimônio, figura do lado esquerdo do balanço e é composto pelos Bens e Direitos. PASSIVO: Representa a parte negativa do patrimônio, figura do lado direito do balanço e é composto pelas obrigações da entidade e o Patrimônio Líquido. Exemplo: PATRIMÔNIO ATIVO PASSIVO Obrigações com Bens e Direitos Terceiros Patrimônio Líquido Obrigações com Sócios 9

11 SITUAÇÃO LIQUIDA DO PATRIMONIO: É a diferença entre o Ativo e o Passivo, podendo apresentar três situações líquidas: 1ª situação: Quando o Ativo é maior que o Passivo, resultando uma Situação Líquida Ativa, também chamada positiva, superavitária ou favorável. 2ª situação: Quando o Ativo é menor que o Passivo resultando em uma Situação Líquida Passiva, também denominada negativa, deficitária ou desfavorável. Nesse caso há um déficit patrimonial ou passivo a descoberto. 3ª situação: Quando o Ativo é igual ao Passivo, resultando em uma Situação Nula. Nesse caso o capital foi absorvido e todo o patrimônio pertence a terceiros, considerando que o total dos bens e direitos é igual ao das obrigações. EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DO PATRIMONIO SL B D O OU SL A P ONDE: SL = Situação Liquida B = Bens D = Direitos O = Obrigações A = Ativo P = Passivo 10

12 PRINCIPIOS DE CONTABILIDADE (Resolução CFC nº 750/93, com alterações pela Resolução CFC nº 1.282/10) Os Princípios de Contabilidade são regras, doutrinas, essências e teorias que a profissão contábil utiliza para fixar padrões de comparação e de credibilidade em função do reconhecimento dos critérios adotados para a elaboração das demonstrações financeiras. Desta forma, as regras gerais da ciência contábil no Brasil são regidas pelos Princípios de Contabilidade. Segue a exposição da regra que todos os contabilistas têm de seguir como ponto inicial da profissão. São Princípios de Contabilidade: Entidade; Continuidade; Oportunidade; Registro pelo Valor Original; Atualização Monetária; Competência; Prudência. Principio da Entidade: Reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, ou seja, a Contabilidade deve ter plena distinção e separação entre pessoa física e pessoa jurídica. Enfim, o patrimônio da empresa jamais se confunde com o dos seus sócios. Principio da Continuidade: O Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância. 11

13 Principio da Oportunidade: Refere-se ao momento em que devem ser registradas as variações patrimoniais. Devem ser feitas de forma integra e tempestiva, independentemente das causas que as originaram, contemplando os aspectos físicos e monetários. A integridade dos registros é de fundamental importância para a análise dos elementos patrimoniais, pois todos os fatos contábeis devem ser registrados. Principio do Registro pelo Valor Original: Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações com o mundo exterior, expressos a valor presente na moeda do País, que serão mantidos na avaliação das variações patrimoniais posteriores, inclusive quando configurarem agregações ou decomposições no interior da entidade. Principio da Atualização Monetária: Os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais. Principio da Competência: As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se relacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. Principio da Prudência: Determina a adoção do menor valor para os componentes do Ativo e do maior valor para os componentes do Passivo, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido. visa a prudência na preparação dos registros contábeis, com a adoção de menor valor par os itens do ativo e da receita, e o de maior valor para os itens do passivo e de despesa. 12

14 Características qualitativas de informação em demonstrações contábeis Além dos Princípios de Contabilidade estudados anteriormente, existem características qualitativas de enorme importância no estudo da ciência contábil. A seguir destacamos algumas dessas características apresentadas na integra na pela Resolução CFC nº 1255/10. Compreensibilidade A informação apresentada em demonstrações contábeis deve ser apresentada de modo a tornála compreensível por usuários que têm conhecimento razoável de negócios e de atividades econômicas e de contabilidade, e a disposição de estudar a informação com razoável diligência. Entretanto, a necessidade por compreensibilidade não permite que informações relevantes sejam omitidas com a justificativa que possam ser de entendimento difícil demais para alguns usuários. Relevância A informação fornecida em demonstrações contábeis deve ser relevante para as necessidades de decisão dos usuários. A informação tem a qualidade da relevância quando é capaz de influenciar as decisões econômicas de usuários, ajudando-os a avaliar acontecimentos passados, presentes e futuros ou confirmando, ou corrigindo, suas avaliações passadas. Materialidade A informação é material e, portanto tem relevância se sua omissão ou erro puder influenciar as decisões econômicas de usuários, tomadas com base nas demonstrações contábeis. Confiabilidade A informação fornecida nas demonstrações contábeis deve ser confiável. A informação é confiável quando está livre de desvio substancial e viés, e representa adequadamente aquilo que tem a pretensão de representar ou seria razoável de se esperar que representasse. 13

15 Primazia da essência sobre a forma Transações e outros eventos e condições devem ser contabilizados e apresentados de acordo com sua essência e não meramente sob sua forma legal. Isso aumenta a confiabilidade das demonstrações contábeis. Prudência As incertezas que inevitavelmente cercam muitos eventos e circunstâncias são reconhecidas pela divulgação de sua natureza e extensão e pelo exercício da prudência na elaboração das demonstrações contábeis. Integralidade Para ser confiável, a informação constante das demonstrações contábeis deve ser completa, dentro dos limites da materialidade e custo. Uma omissão pode tornar a informação falsa ou torná-la enganosa e, portanto, não confiável e deficiente em termos de sua relevância. Comparabilidade Os usuários devem ser capazes de comparar as demonstrações contábeis da entidade ao longo do tempo, a fim de identificar tendências em sua posição patrimonial e financeira e no seu desempenho. Os usuários devem, também, ser capazes de comparar as demonstrações contábeis de diferentes entidades para avaliar suas posições patrimoniais e financeiras, desempenhos e fluxos de caixa relativos. Tempestividade Para ser relevante, a informação contábil deve ser capaz de influenciar as decisões econômicas dos usuários. Tempestividade envolve oferecer a informação dentro do tempo de execução da decisão. Se houver atraso injustificado na divulgação da informação, ela pode perder sua relevância. 14

16 CONTAS CONCEITOS Conta é o nome técnico que identifica um componente patrimonial (Bem, Direito, Obrigação ou Patrimônio Líquido) ou um componente de Resultado (Despesa ou Receita). Portanto, as Contas representam registros de débitos e créditos da mesma natureza ou espécie, identificadas por nomes (títulos) que qualificam elementos patrimoniais (bens, direitos, obrigações, patrimônio líquido, despesas e receitas). A conta tem sempre objeto distinto de outras contas porque reúne fatos de características próprias, iguais por sua natureza e que sucedem no patrimônio. CLASSIFICAÇÃO DAS CONTAS Teoria Patrimonialista É a teoria usualmente adotada no Brasil. Considera o patrimônio como objeto da contabilidade. Classifica as contas como: a) Contas Patrimoniais: são as contas do Ativo representativas dos bens e dos direitos da entidade, e do Passivo representativas das obrigações e do Patrimônio Líquido da entidade; b) Contas De Resultado: são as contas que representam as receitas e as despesas da entidade. FUNÇÃO DAS CONTAS A função das contas é controlar as variações ocorridas no patrimonio, mediante registro dos atos e fatos da administração econômica dos componentes do patrimônio e a formação dos resultados realizados em cada período de tempo (exercício social). É através das contas que a contabilidade consegue desempenhar o seu papel. Todos os acontecimentos que ocorrem na empresa, responsáveis pela sua gestão, são registrados em livros próprios através dessas contas. ATOS CONTÁBEIS - São acontecimentos que não alteram o patrimônio, por isso, não são registrados nos livros contábeis. Ex: contratos, avais, fianças, orçamentos, etc. FATOS CONTÁBEIS - São aqueles que provocam modificação no Patrimônio da entidade, sendo, por isso, objeto de contabilização através de conta patrimonial ou conta de resultado, podendo ou não alterar o Patrimônio Líquido. Ex: Compras, Vendas, Pagamentos, Recebimentos, etc. 15

17 Exemplo: FATOS Pagamento a vista em dinheiro Pagamento a vista em cheque Automóveis Cadeiras, mesas, armários, calculadoras Máquinas e equipamentos industriais Vendas a prazo Compras a prazo Integralização em Dinheiro CONTAS Caixa Bancos Veículos Móveis e Utensílios Máquinas e Equipamentos Duplicatas a Receber, Títulos a Receber Duplicatas a Pagar, Títulos a Pagar Capital Social FUNCIONAMENTO DAS CONTAS As contas são movimentadas através de débitos e de créditos. Para entender o mecanismo do débito e crédito das contas é preciso, primeiramente, conhecer a natureza de cada conta. As contas do Ativo e as contas de Custos e Despesas são de natureza devedora, ou seja, de débito. O aumento dos saldos dessas contas se dará pelos respectivos débitos, e as diminuições pelos respectivos créditos. As contas do Passivo e as contas de Receitas são de natureza credora, ou seja, de crédito, aumentando-se seus saldos pelo respectivo crédito e diminuindo pelo débito. As Contas de natureza Retificadora ou Redutora são contas que têm saldo contrário ao saldo do grupo ao qual pertencem. Assim, as contas retificadoras de Ativo (ou redutoras de Ativo) têm saldos credores; as contas retificadoras de Passivo (ou redutoras de passivo) e de Patrimônio Líquido têm seus respectivos saldos devedores. Elas tem a função de reduzir o saldo de outra conta. Possui a natureza inversa, a natureza do grupo ao qual pertencem. Ex. depreciação acumulada, capital a integralizar, PCLD Provisão para Credito de Liquidação Duvidosa. 16

18 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS CONTAS Para simplificar as ilustrações e a resolução de problemas, utilizaremos uma representação gráfica bastante simples, que será denominada CONTA T ou RAZONETE ou simplesmente T. O Razonete é formado pelo: Título da Conta: indica o elemento patrimonial ou de resultado. Lado Esquerdo: indica o lado do Débito. Lado Direito: indica o lado do Crédito. D (Título da conta) C Debitar significa lançar valores do lado esquerdo do Razonete; Creditar significa lançar valores do lado direito do Razonete; O Saldo de uma conta é o valor da diferença entre a soma dos débitos e a soma dos créditos do respectivo Razonete. 17

19 PLANO DE CONTAS O Plano de Contas é o elenco de todas as contas utilizadas pelo contabilista e criado de acordo com a natureza da entidade. De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade, o plano de contas é a estrutura básica da escrituração contábil, pois é com sua utilização que se estabelece o banco de dados com informações para geração de todos os relatórios e livros contábeis, tais como: Diário, Razão, Balancete, Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultado e Análises, além de outros. Observadas as regras e explicações acima, para que sejam estruturadas um Sistema Contábil adequado é necessário um plano de contas que atenda de fato os requisitos da Entidade. Deve-se analisar não apenas o momento atual, mas prever como será o futuro da Entidade, bem como seu possível crescimento, possíveis negociações com terceiros, tributação, despesas, custos, etc, ou seja, o Plano de Contas deverá contemplar nomenclaturas para as mais variadas situações que necessitem contabilização. E com o passar do tempo o plano de contas recebem adaptações necessárias em conformidade com novos negócios ou fatos que possam ocorrer nesta Entidade. Assim, neste modelo, apresentamos um plano de contas simplificado de quatro graus, ou seja, com quatro níveis, a exemplo do modelo disponível na Resolução CFC nº 1.418/12 onde: Nível 1: Ativo; Passivo e Patrimônio Líquido; e Receitas, Custos e Despesas (Contas de Resultado). Nível 2: Ativo Circulante e Ativo Não Circulante. Passivo Circulante, Passivo Não Circulante e Patrimônio Líquido. Receitas de Venda, Outras Receitas Operacionais, Custos e Despesas Operacionais. 18

20 Nível 3: Contas sintéticas que representam o somatório das contas analíticas que recebem os lançamentos contábeis, como, por exemplo, Caixa e Equivalentes de Caixa. Nível 4: Contas analíticas que recebem os lançamentos contábeis, como, por exemplo, Bancos Conta Movimento. Exemplo de plano de contas com quatro níveis conforme acima: Nível 1 Ativo Nível 2 Ativo Circulante Nível 3 Caixa e Equivalentes de Caixa Nível 4 Bancos Conta Movimento O contabilista responsável pela escrituração contábil deverá avaliar a quantidade de dígitos em cada nível, de forma que atenda as necessidades da empresa. A seguir apresentamos um modelo de Plano de Contas simplificado disponível no anexo IV da Resolução CFC nº 1.418/12: 19

21 PLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO Código Descrição das Contas 1 ATIVO 1.1 ATIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa Bancos Conta Movimento Contas a Receber Clientes (-) Perdas Estimadas com Créditos de Liquidação Duvidosa Estoque Mercadorias Produtos Acabados Insumos Outros Créditos Títulos a Receber Impostos a Recuperar Outros Valores a Receber 20

22 1.3 ATIVO NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Contas a Receber (-) Perdas Estimadas com Créditos de Liquidação Duvidosa Investimentos Participações Societárias Outros Investimentos Imobilizado Terrenos Edificações Máquinas e Equipamentos Veículos Móveis e Utensílios (-) Depreciação Acumulada Intangível Softwares (-) Amortização Acumulada 2 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2.1 PASSIVO CIRCULANTE 21

23 2.1.1 Fornecedores Nacionais Fornecedor Empréstimos e Financiamentos Empréstimos Bancários Financiamentos Obrigações Fiscais SIMPLES NACIONAL ICMS a Recolher ISSQN a Recolher Obrigações Trabalhistas e Sociais Salários a Pagar FGTS a Recolher INSS dos Segurados a Recolher Contas a Pagar Telefone a Pagar Energia a Pagar Aluguel a Pagar Provisões Provisão de Férias Provisão de 13º Salário Provisão de Encargos Sociais sobre Férias e 13º Salário 22

24 2.2 PASSIVO NÃO CIRCULANTE Financiamentos Financiamentos Banco A Outras Contas a Pagar Empréstimos de Sócios 2.3 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Capital Subscrito (-) Capital a Integralizar Reservas Reservas de Capital Reservas de Lucros Lucros/Prejuízos Acumulados Lucros Acumulados (-) Prejuízos Acumulados 3 RECEITAS 3.1 Receitas Operacionais 23

25 3.1.1 Receitas de Venda Venda de Produtos Venda de Mercadorias Venda de Serviços (-) Deduções de Tributos, Abatimentos e Devoluções Receitas Financeiras Receitas de Aplicações Financeiras Juros Ativos Outras Receitas Operacionais Receitas de Venda de Imobilizado Receitas de Venda de Investimentos Outras Receitas 4 DESPESAS 4.1 Despesas Operacionais Despesas de Comercialização Despesas Administrativas Despesas com Vendas Outras Despesas Gerais 24

26 METODO DAS PARTIDAS DOBRADAS É o método pelo qual cada Débito efetuado em uma ou mais contas, deve corresponder um Crédito em uma ou mais contas, de tal forma que o total debitado seja sempre igual ao total creditado. Isso significa que toda aplicação de recurso deve ter uma origem, portanto não há Débito sem um Crédito correspondente ou não há uma aplicação sem uma origem respectiva. DÉBITO = Aplicação do Recurso CRÉDITO = Origem do Recurso Origem: aprimoramento das partidas simples. Propósito: evidenciar o efeito provocado ao patrimônio, a partir de um fato contábil. Duas Perguntas Essenciais... 25

27 REGISTROS CONTÁBEIS DEBITO Corresponde ao aumento de Bens ou Diretos, ou ainda a diminuição de Obrigações. A título de exemplo, debitamos a conta de Duplicatas a Receber pela venda a prazo, pois esta conta agora é um devedor da empresa, deve pagar a duplicata. CREDITO Corresponde ao aumento de obrigações para com alguém ou a diminuição de bens ou direitos de uma empresa. A título de exemplo, creditamos a conta de fornecedores pelo lançamento do registro de uma obrigação, pois o fornecedor passou a ser credor da empresa. REGRA DE COMO FAZER LANÇAMENTOS CONTÁBEIS: ATIVO PASSIVO RESULTADO (+) Aumenta = DÉBITO (+) Aumenta = CRÉDITO (+) RECEITA = CRÉDITO (-) Diminui = CRÉDITO (-) Diminui = DÉBITO (-) DESPESA = CRÉDITO 26

28 ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL Livro Diário Todos os registros de fatos ocorridos em uma entidade, no decorrer de um terminado exercício, devem ser escriturados em um livro que chamamos de Livro Diário. Sendo um dos livros obrigatórios para efeitos de registros e posteriores fiscalizações pelos órgãos competentes, devendo seguir algumas formalidades para ser escriturado conforme a seguir: No Livro Diário devem ser lançadas, em ordem cronológica, com individualização, clareza e referência ao documento probante, todas as operações ocorridas, e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais. A escrituração deve conter, no mínimo: a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu; b) conta devedora; c) conta credora; d) histórico que represente a essência econômica da transação. e) valor do registro contábil; f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábil. Razão Este livro tem por finalidade informar a movimentação de cada conta escriturada no livro Diário. Ele seguira a mesma ordem cronológica que o Livro Diário. No Razão será demonstrado em cada folha de seu livro, o movimento de uma determinada conta, sempre trazendo o seu saldo inicial, a movimentação do período e o saldo final, sendo devedor ou credor. Para este livro, não existe nenhuma formalidade básica, seja para a sua escrituração ou para o seu registro. Para a legislação comercial, ele não é um livro obrigatório para as empresas, sendo um livro facultativo, já para os contribuintes do imposto de renda com base no Lucro Real se torna obrigatório conforme a legislação fiscal. 27

29 Balancete de Verificação Balancete de Verificação tem a finalidade de identificar os possíveis erros após ter feito os registros no livro diário e no razão. É uma demonstração facultativa para as empresas ou entidades, e a sua estrutura terá três colunas, onde na primeira encontra-se saldo inicial da conta, na Segunda a movimentação (a débito e a crédito) do referido período e na terceira, o saldo final da conta. Esses saldos, no Balancete de Verificação devem ser iguais, aos do Diário e Razão. Existem também outros modelos de Balancete que já vem nos software de contabilidade, que também são aceitos para serem impressos se a empresa ou entidade preferir cabendo até registro. Exemplo Prático de Escrituração Contábil: A Empresa Cia SP Ltda., iniciou as atividades em 01 de janeiro de 2012 e terá que efetuar a escrituração contábil. No primeiro mês, a empresa realizou as seguintes operações: a) 01/01 Integralização de Capital Social no valor de $ ,00, sendo $ em dinheiro e $ em Móveis e Utensílios; b) 05/01 Abertura de uma Conta Corrente no Banco X S/A., com depósito inicial de $ ; c) 10/01 Compra de um Veículo para uso da empresa no valor de $ sendo à vista com cheque 0001 e o saldo para 30 dias; d) 20/01 Venda de Serviço à vista, com depósito no Banco X, valor de $ 2.500; e) 30/01 Apropriação de Despesas com Salários no valor total de $

30 ESCRITURAÇÃO LIVRO DIÁRIO: SÃO PAULO, DE DE 20 D: C: H SÃO PAULO, DE DE 20 D: C: H: SÃO PAULO, DE DE 20 D: C: H SÃO PAULO, DE DE 20 D: C: H: SÃO PAULO, DE DE 20 D: C: H: 29

31 LIVRO RAZÃO (RAZONETES) 30

32 BALANCETE DE VERIFICAÇÃO BALANCETE DE VERIFICAÇÃO EMPRESA : PERÍODO: / / 2012 CONTAS DÉBITO CRÉDITO SALDO ATUAL D/C NOTA: O art do Novo Código Civil Brasileiro, instituído pela Lei nº /02, traz o seguinte texto. (...) Art O empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico. (...) Portanto, fica expresso de forma clara que todas as entidades, sejam com fins de lucros ou não, devem manter a escrituração contábil, independente do regime tributário, pois não se pode confundir normas societárias com as normas fiscais. 31

33 APURAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Além das variações patrimoniais observadas através do conjunto que compõem o patrimônio das empresas Bens, Direitos e Obrigações, medidas pela aplicação da Equação Fundamental da Contabilidade: PL = B + D O, existem os efeitos provocados pelas atividades praticadas pelas empresas ao longo de cada período (exercício fiscal). Atribuímos a estes efeitos o título de Resultado. O Resultado de um exercício é apurado através do confronto entre as receitas e despesas ou contas de resultado, gerando lucro quando as receitas forem superiores e prejuízos quando as despesas forem superiores. O processo de apuração consiste em efetuar lançamentos de transferência dos saldos das receitas e despesas para uma conta temporária chamada ARE Apuração do Resultado do Exercício. Naturalmente este procedimento gerará escrituração no diário, razão e a necessidade do levantamento de um novo balancete de verificação. O resultado apurado neste processo, qualquer que seja (lucro ou prejuízo), é imediatamente transferido para a conta Lucros ou Prejuízos Acumulados no Patrimônio Liquido refletindo, portanto, o aumento ou diminuição na situação patrimonial da empresa. EXEMPLO DE APURAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO Procederemos agora a Apuração do Resultado do Exercício relativo ao exemplo anterior. APURAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO ( ARE ) DESPESAS RECEITAS TOTAL TOTAL 32

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