Relatório sobre a revisão de informações contábeis intermediárias. Locar Guindastes e Transportes Intermodais S.A.

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1 Relatório sobre a revisão de informações contábeis intermediárias Locar Guindastes e Transportes Intermodais S.A.

2 Informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas Índice Relatório sobre a revisão de informações contábeis intermediárias... 1 Informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas Balanços patrimoniais... 3 Demonstrações dos resultados... 5 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido... 6 Demonstrações dos fluxos de caixa... 7 Demonstrações dos valores adicionados... 8 Notas explicativas às informações contábeis intermediárias... 9

3 Condomínio Centenário Plaza Av. das Nações Unidas, º ao 16º andar - Brooklin Novo São Paulo, SP, Brasil Tel: (5511) Fax: (5511) Relatório sobre a revisão de informações contábeis intermediárias Aos Administradores e Acionistas da Locar Guindastes e Transportes Intermodais S.A. Guarulhos - São Paulo Revisamos as informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, da Locar Guindastes e Transportes Intermodais S.A. ( Companhia ), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o trimestre findo naquela data, incluindo as notas explicativas. A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das informações contábeis intermediárias individuais de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 21 - Demonstração intermediária e das informações contábeis intermediárias consolidadas de acordo com o CPC 21 e com a norma internacional IAS 34 - Interim Financial Reporting, emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB). Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão. Alcance da revisão Conduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias NBC TR Revisão de informações intermediárias executada pelo auditor da entidade e ISRE Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente. Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. Conclusão sobre as informações intermediarias individuais Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias individuais trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21, aplicável à elaboração de informações contábeis intermediárias. 1 Uma empresa-membro da Ernst & Young Global Limited

4 Conclusão sobre as informações intermediárias consolidadas Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias consolidadas trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21 e o IAS 34, aplicáveis à elaboração de informações contábeis intermediárias. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Revisamos, também, as informações intermediárias do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes aos trimestres findos em 31 de março de 2011 e de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e considerada informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de acordo as informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior As demonstrações financeiras da Locar Guindastes e Transportes Intermodais S.A. referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010 foram por nós examinadas, sendo emitido relatório em 31 de março de 2011 sem modificações, sobre estas demonstrações financeiras. As demonstrações individuais do resultado e dos fluxos de caixa para o trimestre findo em 31 de março de 2010 foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, de acordo com o CPC 21 e IAS 34, aplicáveis à elaboração de informações contábeis intermediárias. São Paulo, 28 de junho de ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S. CRC 2SP /O-6 Fábio Marchesini Contador CRC 1SP /O-1 2

5 Balanços patrimoniais 31 de março de 2011 e de 31 de dezembro de 2010 Consolidado Ativo Notas 31/03/11 31/12/10 31/03/11 Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber Tributos a recuperar Créditos diversos Despesas do exercício seguinte Contas a receber de partes relacionadas Total do ativo circulante Não circulante Tributos a recuperar Depósitos judiciais Despesas do exercício seguinte Investimento Imobilizado líquido Intagível líquido Total do ativo não circulante Total do ativo

6 Consolidado Passivo Notas 31/03/11 31/12/10 31/03/11 Circulante Empréstimos e financiamentos Debêntures Fornecedores Obrigações trabalhistas e tributárias Débitos diversos Contas a pagar por aquisição de empresa Adiantamento de clientes Transações com partes relacionadas Juros sobre capital próprio Total do passivo circulante Não circulante Empréstimos e financiamentos Debêntures Imposto de renda e contribuição social diferidos Provisão para demandas judiciais e administrativas Contas a pagar por aquisição de empresa Outras contas a pagar Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Ajuste de avaliação patrimonial Reserva de lucros Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 4

7 Demonstrações do resultado Trimestres findos em 31 de março de 2011 e de 2010 Notas 31/03/11 (3 meses) 31/03/10 (3 meses) Consolidado 31/03/11 (3 meses) Receita operacional líquida Custo dos serviços prestados 20.1 (44.040) (33.747) (45.572) Lucro bruto Receitas/(despesas) operacionais: Administrativas 20.2 (6.861) (6.062) (7.266) Comerciais 20.3 (5.233) (948) (5.233) Outras receitas/(despesas) operacionais - 97 (1.278) 97 (11.997) (8.288) (12.402) Lucro operacional antes do resultado financeiro: Resultado financeiro: Despesas financeiras 21 (8.975) (5.882) (8.975) Receitas financeiras (5.206) (5.138) (5.151) Lucro operacional antes das participações societárias Resultado de equivalência patrimonial 9 (2.013) - - Lucro operacional antes da provisão para imposto de renda e contribuição social Imposto de renda e contribuição social - corrente 18 (4.981) (4.433) (5.768) Imposto de renda e contribuição social - diferido 18 (1.851) (2.506) (1.961) Lucro líquido do trimestre Lucro por lote de mil ações 9,88 11,42 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 5

8 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Trimestre findo em 31 de março de 2011 Notas Capital social Reservas de lucros Ajuste de avaliação patrimonial Legal Retenção Total Lucros acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de Lucro líquido do trimestre Distribuição de lucros (615) (615) Realização do custo atribuído (líquido dos impostos) - - (1.560) Retenção dos lucros (8.586) - Saldos em 31 de março de As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 6

9 Demonstrações dos fluxos de caixa Trimestres findos em 31 de março de 2011 e de /03/11 (3 meses) 31/03/10 (3 meses) Consolidado 31/03/11 (3 meses) Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do trimestre Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais: Depreciações e amortizações Custo líquido na alienação dos ativos imobilizados Resultado de equivalência patrimonial Ajuste a valor presente (1.186) - (1.186) Imposto de renda e contribuição social - diferido Decréscimo/(acréscimo) em ativos Contas a receber 951 (11.266) (1.972) Tributos a recuperar 68 (1.434) (153) Créditos diversos (588) 994 Despesas do exercício seguinte (1.194) 286 (1.194) Depósitos judiciais (99) (42) (202) (Decréscimo)/acréscimo em passivos Fornecedores Obrigações trabalhistas e tributárias Débitos diversos 511 (111) Contas a pagar por aquisição de empresas Adiantamento de clientes (365) (364) Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento Acréscimo do imobilizado (50.378) (41.858) (50.378) Acréscimo de investimento (32.566) - - Acréscimo Intangivel - - (11.343) Acréscimo do imobilizado - aquisição Escalar - - (28.658) Caixa líquido aplicados nas atividades de investimento (82.944) (41.858) (90.379) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Ingressos de empréstimos Amortizações de empréstimos (10.910) (12.610) (10.910) Distribuições de lucros e juros sobre capital próprio (654) (1.000) (654) Contas a receber de partes relacionadas (6.269) - - Contas a pagar para partes relacionadas - (51) - Caixa líquido proveniente das atividades de financiamento Aumento/(redução) líquido de caixa e equivalentes de caixa (8.494) Caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No final do exercício Aumento/(redução) líquido de caixa e equivalentes de caixa (8.494) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 7

10 Demonstrações dos valores adicionados Trimestres findos em 31 de março de 2011 e de 2010 Receitas 31/03/11 (3 meses) 31/03/10 (3 meses) Consolidado 31/03/11 (3 meses) Vendas de mercadoria, produtos e serviços Outras receitas Insumos adquiridos de terceiros Custo de produtos, mercadorias e serviços vendidos (15.259) (14.552) (16.121) (15.259) (14.552) (16.121) Valor adicionado bruto Depreciação, amortização e exaustão líquidas (8.768) (3.835) (8.768) Equivalência patrimonial (2.013) - - Valor adicionado total a distribuir Distribuição do valor adicionado Pessoal Salários, encargos e beneficios Impostos, taxas e contribuições Federais Estaduais Municipais Remuneração de capitais de terceiros Juros e despesas financeiras Aluguéis Outras Remuneração de capitais próprios Dividendos Lucros retidos As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 8

11 1. Contexto operacional A Locar Guindastes e Transportes Intermodais S.A. ( Companhia ) é uma empresa de capital fechado, com sede na Cidade de Guarulhos, Estado de São Paulo, foi constituída em 1988, tendo como objetivo principal a locação de bens e prestação de serviços, no âmbito nacional e internacional, de guindastes e outros equipamentos em geral, para oferecer soluções integradas aos clientes na movimentação de cargas em geral Principais atividades operacionais A prestação dos serviços na execução de soluções integradas aos clientes é realizada por meio dos seguintes equipamentos: Guindastes: a Companhia conta com uma frota de, aproximadamente, 300 (não revisado) guindastes, entre telescópicos e treliçados, sobre pneus e esteiras com capacidade de 5 a 1500 toneladas (não revisado) para realização de movimentação de cargas horizontais e verticais; Serviços marítimos: para içamentos, a Companhia conta com uma Balsa guindaste, composta por um guindaste de 350 toneladas (não revisado), destinado para suporte ao içamento de cargas especiais para indústria offshore e instalações marítimas. Para o transporte intermodal de cargas de grandes dimensões e pesos, existem três balsas oceânicas de carga, com capacidade para até toneladas (não revisado). Para o apoio marítimo, utilizamos o barco Line Handling, equipado com propulsão azimutal, característica técnica que permite maior mobilidade nas manobras, considerado o mais moderno da atualidade, para apoio ao manuseio de cabos, amarração e suprimento de plataformas, além de contarmos com quatro rebocadores para apoio portuário, marítimo e de cabotagem; Manipuladores telescópicos: os manipuladores telescópicos são equipamentos multifuncionais com capacidade de elevar cargas até 17,3 metros de altura (não revisado) e 12,8 metros de distância (não revisado). São extremamente versáteis, ágeis e contribuem para o aumento da produtividade e redução de tempo em trabalhos de movimentação de carga. Estes equipamentos podem ser utilizados nas construções residenciais e comerciais, centros de distribuição, shopping centers, eventos e agronegócios; Gruas: a Companhia dispõe de gruas para atendimento às obras de pequeno, médio e grande porte, sejam civis ou de montagens eletromecânicas. Para o transporte vertical e horizontal de cargas, as gruas operam com grande capacidade de carga utilizando apenas dois tramos de cabos, o que aumenta em dobro sua velocidade de operação reduzindo o tempo de execução da obra, além da redução do custo das tarefas executadas; 9

12 Plataformas aéreas: a frota da Companhia é composta por plataformas aéreas de lança telescópica, lança articulada e tesoura, que alcançam alturas de trabalho de 7,9 metros até 43 metros (não revisado) e que podem ser utilizadas em montagens de instalações, manutenções em prédios, galpões e todo o tipo de trabalho que exija acesso rápido e seguro em altura; Transportes especiais: a Companhia é especializada em transportes pesados e superpesados e conta com maior frota de equipamentos para movimentação e elevação de cargas com grande peso e dimensão. Os trabalhos são desenvolvidos em diferentes setores, como siderurgia, mineração, petroquímicas, usinas hidrelétricas, papel e celulose e metalúrgicas. Os transportes rodomarítimo e rodoviário de cargas especiais e excepcionais são feitos com carretas extensíveis, linhas de eixo, pranchas retas, rebaixadas, super- -rebaixadas, hidropneumáticas, pivotadas e lagartixas, totalizando mais de 220 reboques (não revisado) e mais de 180 conjuntos modulares hidráulicos (não revisado); Remoções: a fim de oferecer as melhores soluções técnicas com total segurança operacional, a Companhia dispõe de pórticos hidráulicos com capacidade de até 600 toneladas (não revisado) e macacos hidráulicos com comandos à distância. A Companhia ainda conta com caminhões Munck, empilhadeiras, tartarugas e todo o ferramental necessário para planejar e adequar qualquer operação, sendo propostos também estudos técnicos de engenharia Novos investimentos Em fevereiro de 2011, a Companhia adquiriu o controle integral da empresa Escalar Equipamento Ltda., localizada na Cidade de Belo Horizonte (MG), atuando na locação de plataforma e andaimes, tendo como principal finalidade a complementação dos serviços já prestados pela Companhia. Os reflexos contábeis dessa aquisição encontram-se comentados na Nota Explicativa nº 3 - Combinação de negócios Reestruturação financeira Com o objetivo de reestruturar seu capital circulante líquido, bem como equalizar seu fluxo de caixa, a Companhia realizou as seguintes ações durante o 2º trimestre de 2011: (a) O valor a pagar aos acionistas, contabilizado na rubrica Juros sobre capital próprio (R$13.292) foi integralmente capitalizado; 10

13 (b) O financiamento bancário existente na controlada Escalar Equipamento Ltda., no montante de R$35.189, encontra-se classificado integralmente no curto prazo e será renegociado pela Administração junto à instituição financeira credora, após a conclusão do processo de aquisição e incorporação dessa empresa pela Companhia. 2. Apresentação das informações contábeis intermediárias e principais práticas contábeis adotadas 2.1. Base de apresentação As presentes informações contábeis intermediárias foram aprovadas pela diretoria da Companhia em 28 de junho de As informações contábeis intermediárias da controladora e consolidadas para o trimestre findo em 31 de março de 2011 foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21 aplicável à elaboração das informações intermediárias. As informações contábeis intermediárias consolidadas foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o IAS 34 aplicável à elaboração das informações intermediárias. Em 31 de março e 31 de dezembro de 2010, a Companhia não possuía investimento em outras empresas, não sendo apresentada a coluna consolidada nas informações contábeis intermediárias nessas datas. A Companhia adotou todas as normas, revisões de normas e interpretações emitidas pelo Comitê de pronunciamentos contábeis (CPC), pelo IASB e órgãos reguladores que estavam em vigor em 28 de junho de A moeda funcional da Companhia é o Real, mesma moeda de preparação e apresentação destas informações contábeis intermediárias Práticas contábeis Apuração do resultado O resultado das operações (receitas, custo e despesas) é apurado em conformidade com o regime contábil de competência dos exercícios. A receita de prestação de serviços é reconhecida quando seu valor puder ser mensurado de forma confiável e todos os riscos e benefícios são transferidos para o comprador. 11

14 Julgamentos, estimativas e premissas contábeis significativas a) Julgamentos A preparação das informações contábeis intermediárias da Companhia requer que a Administração faça julgamentos e estimativas e adote premissas que afetam os valores apresentados de receitas, despesas, ativos e passivos, bem como as divulgações de passivos contingentes, na data-base das informações contábeis intermediárias. Contudo, a incerteza relativa a essas premissas e estimativas poderia levar a resultados que requeiram um ajuste significativo ao valor contábil do ativo ou passivo afetado em períodos futuros. b) Compromisso de arrendamento mercantil financeiro A Companhia contratou arrendamentos mercantis de máquinas e equipamentos para utilização de suas operações. A Companhia determinou, com base em uma avaliação dos termos e condições dos contratos, que assume todos os riscos e benefícios significativos dos referidos bens. Desta forma, contabiliza os contratos como arrendamentos mercantis financeiros. c) Estimativas e premissas As principais premissas relativas a fontes de incerteza nas estimativas futuras e outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data do balanço, envolvendo risco significativo de causar um ajuste significativo no valor contábil dos ativos e passivos no próximo exercício financeiro, são discutidas a seguir: I. Impostos A Companhia constitui provisões, com base em estimativas cabíveis, para possíveis consequências de auditorias por parte das autoridades fiscais das respectivas jurisdições em que opera. O valor dessas provisões baseia-se em vários fatores, como experiência de auditorias fiscais anteriores e interpretações divergentes dos regulamentos tributários pela entidade tributável e pela autoridade fiscal responsável. Essas diferenças de interpretação podem surgir numa ampla variedade de assuntos, dependendo das condições vigentes no respectivo domicílio da Companhia. Julgamento significativo da Administração é requerido para determinar o valor do imposto diferido ativo que pode ser reconhecido, com base no prazo provável e nível de lucros tributáveis futuros, juntamente com estratégias de planejamento fiscal futuras. 12

15 II. Provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas A Companhia reconhece provisão para causas cíveis e trabalhistas. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar valores significativamente divergentes dos registrados nas informações contábeis intermediárias devido às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia revisa suas estimativas e premissas anualmente. Revisão da vida útil dos ativos imobilizados A Companhia revisou a vida útil dos bens que compõem seu ativo imobilizado, conforme orientações contidas no Pronunciamento Técnico CPC 27 - Ativo imobilizado, em 31 de dezembro de Durante o exercício de 2011, nova análise será realizada pela Companhia, contudo, não são esperados ajustes relevantes nas taxas já praticadas. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar valores significativamente divergentes dos registrados nas informações contábeis intermediárias devido às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia revisa suas estimativas e premissas anualmente. Conversão de ativos e passivos em moeda estrangeira Os ativos e passivos monetários denominados em moedas estrangeiras são convertidos para Reais pela taxa de câmbio da data de fechamento das informações contábeis intermediárias e as diferenças decorrentes de conversão de moeda são reconhecidas no resultado do exercício. Caixa e equivalentes de caixa Inclui caixa, saldos em conta movimento, aplicações financeiras resgatáveis no prazo de até 90 dias das datas das transações e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. As aplicações financeiras incluídas nos equivalentes de caixa, em sua maioria, são classificadas na categoria Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado. A abertura dessas aplicações por tipo de classificação está apresentada na Nota Explicativa nº 4. 13

16 Contas a receber de clientes São apresentadas aos valores de realização. É constituída provisão em montante considerado suficiente pela Administração para os créditos cuja recuperação é considerada duvidosa. Investimentos em controladas O investimento da Companhia em sua controlada é avaliado com base no método da equivalência patrimonial, conforme CPC 18, para fins de informações contábeis intermediárias da controladora. Com base no método da equivalência patrimonial, o investimento na controlada é contabilizado no balanço patrimonial da controladora ao custo, adicionado das mudanças após a aquisição da participação societária. A participação societária na controlada é apresentada na demonstração do resultado da controladora como equivalência patrimonial. As informações contábeis intermediárias da controlada são elaboradas para o mesmo período de divulgação que a Companhia. Quando necessário, são efetuados ajustes para que as políticas contábeis das controladas estejam de acordo com as adotadas pela Companhia. Após a aplicação do método da equivalência patrimonial para fins de informações contábeis intermediárias da controladora, a Companhia determina se é necessário reconhecer perda adicional do valor recuperável sobre o investimento da Companhia em sua controlada. A Companhia determina, em cada data de fechamento do balanço patrimonial, se há evidência objetiva de que os investimentos em sua controlada sofrerão perdas por redução ao valor recuperável. Se assim for, a Companhia calcula o montante da perda por redução ao valor recuperável como a diferença entre o valor recuperável da controlada e o valor contábil e reconhece o montante na demonstração do resultado da controladora. Imobilizado Os grupos de caminhões e guindastes são demonstrados pelo custo de aquisição acrescido da mais-valia resultante do custo atribuído ( deemed cost ), em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 37 - Adoção inicial das normas internacionais de contabilidade, ICPC 10 - Interpretação sobre a aplicação inicial ao ativo imobilizado emitidos pelo CPC, com base em avaliações efetuadas pelos responsáveis técnicos da Companhia, deduzida a subsequente depreciação. Demais itens do imobilizado estão registrado ao custo de aquisição. A depreciação dos bens é calculada pelo método linear considerando o valor residual projetado e a estimativa de vida útil dos bens. As taxas utilizadas são mencionadas na Nota Explicativa nº 10. Um item de imobilizado é baixado quando vendido ou quando nenhum benefício econômico-futuro for esperado do seu uso ou venda. 14

17 Eventual ganho ou perda resultante da baixa do ativo (calculado como sendo a diferença entre o valor líquido da venda e o valor contábil do ativo) são incluídos na demonstração do resultado, no exercício em que o ativo for baixado. Intangível Ativos intangíveis adquiridos separadamente são mensurados no reconhecimento inicial ao custo de aquisição e, posteriormente, deduzidos da amortização acumulada e perdas do valor recuperável, quando aplicável. Os ativos intangíveis com vida útil definida são amortizados de acordo com sua vida útil-econômica estimada e, quando são identificadas indicações de perda de seu valor recuperável, submetidos a teste de avaliação do valor recuperável. Os ativos intangíveis com vida útil indefinida não são amortizados, porém, são submetidos a teste anual de redução do valor recuperável. Arrendamento mercantil Os contratos de arrendamento mercantil financeiro (operação em que há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo) são reconhecidos no ativo imobilizado e no passivo de empréstimos e financiamentos, pelo menor entre o valor presente das parcelas mínimas obrigatórias do contrato ou valor justo do ativo, dos dois o menor, acrescidos, quando aplicável, dos custos iniciais diretos incorridos na transação. A depreciação dos bens é calculada pelo método linear considerando o valor residual projetado e a estimativa de vida útil às taxas mencionadas na Nota Explicativa nº 10. Os contratos de arrendamento mercantil operacional são reconhecidos como despesa em uma base sistemática que represente o período em que o benefício sobre o ativo arrendado é obtido, mesmo que estes pagamentos não sejam feitos nessa base. Avaliação do valor recuperável de ativos (teste de impairment ) A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando estas evidências são identificadas, e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. A Companhia avalia periodicamente o efeito deste procedimento e, nas informações contábeis trimestrais de 31 de março de 2011, não identificou ajustes a serem contabilizados. 15

18 Outros ativos e passivos (circulantes e não circulantes) Um ativo é reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios econômicos-futuros serão gerados em favor da Companhia e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido no balanço patrimonial quando a Companhia possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias ou cambiais incorridas. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados como não circulantes. Ajuste a Valor Presente (AVP) de ativos e passivos Os ativos e passivos monetários são ajustados pelo seu valor presente no registro inicial da transação, quando necessário, levando em consideração os fluxos de caixa contratuais, a taxa de juros explícita e, em certos casos, implícita, dos respectivos ativos e passivos e as taxas praticadas no mercado para transações semelhantes. Subsequentemente, esses juros são realocados nas linhas de despesas e receitas financeiras no resultado por meio da utilização do método da taxa efetiva de juros em relação aos fluxos de caixa contratuais. A Companhia avalia periodicamente o efeito deste procedimento e, nas informações contábeis trimestrais de 31 de março de 2011, identificou ajustes a serem contabilizados relacionados à conta de fornecedores. Imposto de renda e contribuição social - correntes A tributação sobre o lucro compreende o imposto de renda e a contribuição social. O imposto de renda é computado sobre o lucro tributável na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% para os lucros que excederem R$240 no período de 12 meses, enquanto que contribuição social é calculada à alíquota de 9% sobre o lucro tributável reconhecido pelo regime de competência, portanto, as inclusões ao lucro contábil de despesas, temporariamente não dedutíveis, ou exclusões de receitas, temporariamente não tributáveis, consideradas para apuração do lucro tributável corrente geram créditos ou débitos tributários diferidos. As antecipações ou valores passíveis de compensação são demonstrados no ativo circulante ou não circulante, de acordo com a previsão de sua realização. 16

19 Conforme facultado pela legislação tributária, a controlada da Companhia, com faturamento anual do exercício anterior inferior a R$48.000, optou pelo regime de lucro presumido. Para esta controlada, a base de cálculo do imposto de renda é calculada a razão de 8% e a da contribuição social a razão de 12% sobre as receitas brutas (32% quando a receita for proveniente da prestação de serviços e 100% das receitas financeiras), sobre as quais se aplicam as alíquotas regulares do respectivo imposto e contribuição. Imposto de renda e contribuição social - diferidos Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre as bases fiscais de ativos e passivos e seus valores contábeis. Impostos diferidos passivos são reconhecidos para todas as diferenças tributárias temporárias. Impostos diferidos ativos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias dedutíveis, créditos e perdas tributárias não utilizadas, na extensão em que seja provável que o lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias dedutíveis possam ser realizadas, e créditos e perdas tributárias não utilizadas possam ser utilizados. O valor contábil dos impostos diferidos ativos é revisado em cada data do balanço e baixado na extensão em que não é mais provável que lucros tributáveis estarão disponíveis para permitir que todo ou parte do ativo tributário diferido venha a ser utilizado. Imposto sobre vendas As receitas de serviços estão sujeitas aos seguintes impostos e contribuições, pelas seguintes alíquotas básicas: Programa de Integração Social (PIS) - alíquota de 1,65%; Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) - alíquota de 7,6%; Imposto Sobre Serviços (ISS) - alíquota de 2% a 5%; Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) - alíquota média de 12%. Esses encargos são apresentados como deduções de vendas na demonstração do resultado. Lucro por ação A Companhia efetua os cálculos do lucro por lote de mil ações, considerando o número de ações em circulação nos trimestres findos em 31 de março de 2011 e de

20 Instrumentos financeiros a) Reconhecimento inicial e mensuração Os instrumentos financeiros da Companhia são representados pelo caixa e equivalentes de caixa, contas a receber, contas a pagar, empréstimos, financiamentos, debêntures e operações (ativas e passivas) com partes relacionadas. Os instrumentos são reconhecidos inicialmente pelo seu valor justo acrescido dos custos diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão, exceto os instrumentos financeiros classificados na categoria de instrumentos avaliados ao valor justo por meio do resultado, para os quais os custos são registrados no resultado do exercício. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa e contas a receber de clientes e de partes relacionadas. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: contas a pagar a fornecedores, empréstimos e financiamentos e debêntures. b) Mensuração subsequente A mensuração dos ativos e passivos financeiros depende da sua classificação, que pode ser da seguinte forma: b.1) Ativos financeiros a valor justo por meio do resultado: ativos financeiros a valor justo por meio do resultado incluem ativos financeiros mantidos para negociação e ativos financeiros designados no reconhecimento inicial a valor justo por meio do resultado. Ativos financeiros são classificados como mantidos para negociação se forem adquiridos com o objetivo de venda no curto prazo. A Companhia avaliou seus ativos financeiros a valor justo por meio do resultado, pois pretende negociá-los em um curto espaço de tempo. Quando a Companhia não estiver em condições de negociar esses ativos financeiros em decorrência de mercados inativos, e a intenção da Administração em vendê-los no futuro próximo sofrer mudanças significativas, a Companhia pode optar em reclassificar esses ativos financeiros em determinadas circunstâncias. A reclassificação para empréstimos e contas a receber, disponíveis para venda ou mantidos até o vencimento, depende da natureza do ativo. Essa avaliação não afeta quaisquer ativos financeiros designados a valor justo por meio do resultado utilizando a opção de valor justo no momento da apresentação. 18

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