A Obra: Cena Musical Independente em uma perspectiva Gonzo

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1 Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Faculdade de Comunicação e Artes Centro de Pesquisa em Comunicação Habilitação: Comunicação Social Orientador: Sandra Tosta Supervisor: Eduardo Jesus A Obra: Cena Musical Independente em uma perspectiva Gonzo Nome Matrícula Telefone Bernardo Costa (31) de Faria Biagioni Felipe Canêdo (31) Figueiredo Henrique Duarte (31) Vieira Lucas Sallum Castro Silva (31)

2 Bernardo Biagioni Felipe Canêdo Henrique Duarte Vieira Lucas Sallum A OBRA: CENA MUSICAL INDEPENDENTE EM UMA PERSPECTIVA GONZO Trabalho apresentado à disciplina Projeto Experimental III, da Faculdade de Comunicação e Artes da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Orientador: Sandra Tosta Belo Horizonte 2011

3 Bernardo Costa de Faria Biagioni Felipe Canêdo Figueiredo Henrique Duarte Vieira Lucas Sallum A Obra: Cena Musical Independente em uma perspectiva Gonzo Trabalho apresentado à disciplina Projeto Experimental III, da Faculdade de Comunicação e Artes da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Sandra Pereira Tosta (Orientadora) PUC Minas Belo Horizonte, 06 de junho de 2011.

4 DEDICATÓRIA A Dylan, Plant, Page, Morrison, Waits, Young, Gallagher, Gallagher, Lennon, Mccartney, Strummer, Hendrix, Ramone, Ramone, Ramone, Hornby, Kerouac, Bukowsky, Takeda, Buarque, Ginsberg, Burroughs, Jagger, Richards, Watters, Johnson, Jackson, Veloso, Nicholson, Costelo, Bertolucci, Rimbaud, Baudalaire, Berry, Bowie, Clapton, Leminsky, Meldas, Abreu, Pop, Wolf, Cash, Zé, Scorcese, Reed, Rotten, Vicious, Tarantino, Rocha, Thompson, Bangs, Carlos, Dias, Dias, Lee, Casablanca, Maçã/Apple, Gaye, Wood, Wats, Setzer, Ventania, Jazzbo, Belchior, Maia, Daltrey, Moon, Townshed, Tosh, Marley, e...

5 AGRADECIMENTOS Agradecemos primeiramente à nossa orientadora Sandra Tosta. Ao professor Chico Braga pela orientação inicial. Aos professores Kika e Serelle, por enfiar contracultura na nossa cabeça. Aos donos d A Obra Claudão, Marcelinho, Lino e aos demais funcionários por nos possibilitarem a realização deste projeto. Ao professor Eduardo Jesus, pela ajuda com as referências. À produtora de vídeos Brokolis do Brasil, à produtora Cambalhota Filmes, à Eduardo Zunzaren, por disponibilizarem a nós seus equipamentos de video sem custo algum e à André de Marco Paoliello pelo seu tempo e talento na captura das imagens de depoimento.

6 Quando aquela porta se abir Eu já não sei O que vai ser Nova Chance - Radiotape

7 RESUMO A pesquisa buscou retratar e desvendar os meandros da cena musical independente de Belo Horizonte, a partir da perspectiva do estabelecimento A Obra, localizado na região da Savassi, na capital mineira. Entrevistas em profundidade e pesquisas bibliográficas e documentais foram os meios utilizados na busca por atingir o objetivo de se discutir a importância e o valor do local em questão para a cena independente nacional. Durante o projeto, buscou-se relatar o quanto os eventos, festivais e shows que acontecem n A Obra, além das relações pessoais e institucionais que contribuem das mais diversas maneiras na produção, difusão e consumo da cadeia do universo do mundo da música em Minas Gerais e que envolvem de alguma forma o estabelecimento. Finalmente, foi realizada também uma pesquisa sobre Jornalismo Gonzo e sobre as áreas de contato entre os campos do jornalismo e da literatura, para que essa escola do jornalismo pudesse servir como inspiração e alvo quando se fosse retratar A Obra.

8 SUMÁRIO 1 A PRIMEIRA VISITA Introdução JORNALISMO E LITERATURA Todas as musas e a musa plebéia do jornalismo Da mistura entre as técnicas literárias e o não ficcionalismo jornalístico surge o novo! A Realidade não passa de uma opinião A HISTÓRIA Uma Obra em construção A Era Melda Abrir um bar A obra d A Obra A Inauguração OMB Entra em Cena Crise e Retomada CONSTRUINDO A OBRA Quem somos, para onde vamos Movimento Punk. O pai Indústria Cultural. A mãe A CENA Um estranho no ninho O Nascimento da Cena A Cena Cultural Independente A Rede CONCLUSÃO A Obra O Jornalismo Gonzo e a Obra A Indústria Cultural, o punk, e a cena... 74

9 1 A PRIMEIRA VISITA Um cigarro aceso descansava no cinzeiro de latão sobre a mesa de plástico amarela do bar. Sua fumaça subia serpentando em meio àquele ambiente barulhento onde as pessoas falavam alto, já deviam estar alegres e sentindo os efeitos do álcool. Acho que passava da meia-noite. No copo lagoinha à minha direita repousava um líquido amarelado que o garçom do lugar chamou de pinga da roça, no copo à minha esquerda meio cheio, cerveja semi-quente. Estávamos sentados em uma mesa na calçada, bem na esquina da Avenida do Contorno com a Rua Professor Moraes. De onde eu estava, dava para ver a grade cinza que nos separava dos carros que passavam na Contorno e duas mocinhas que pareciam namoradas e riam muito e gesticulavam sobre uma história de Porto Seguro sentadas de frente para mim, na mesa ao lado à nossa. Quando nosso amigo designer chegou gritando, decidimos que era hora de executarmos nosso ritual dos sábados à noite e de partir em busca de alguma fuzarca para que esquecêssemos os problemas da semana. Chamamos o garçom, que era nosso amigo, e pedimos: cinco cachaças, cinco pasteis, um maço de cigarros de palha e a conta. Quando a bebida chegou, fizemos um brinde barulhento à vida e viramos tudo de uma vez. A dose era bem grande: quase um copo lagoinha cheio, de modo que todos fizemos caretas e o Lucas fez aquele drama que ele sempre faz, levando a mão à boca e ficando mudo durante quase um minuto enquanto riamos dele. Dividimos a conta e comemos os pasteis, depois disso era hora de partir para o crime : acendemos os cigarros no isqueiro que ficava preso à parede de azulejos por uma corrente, compramos um chiclete de melancia e descemos a rua como se fôssemos uma gangue de cidadãos subterrâneos. Adilson sempre dizia que o chiclete cheiroso atraia as gatinhas. Esta era a noite em que iam me levar para conhecer pela primeira vez a tal boate A Obra. Já havia ouvido casos interessantes sobre o 8

10 recinto, como quando um dos meus amigos fora parar na casa de uma mocinha que de manhã saiu e o deixou preso, ou quando um outro amigo nosso tirou a roupa lá dentro, porque disse que estava muito calor. Eu tinha a impressão de que a boate era freqüentada por pessoas estranhas. Enquanto descíamos a Professor Moraes em nossas calças jeans apertadas, camisetas de banda e sapatos de couro - discutíamos quem estava presente uma vez quando roubamos uma placa de trânsito enorme e levamos para a casa do Rodney: - O Diniz tava sim! - Não! O Fred que tava, até que ele baixou as calças e saiu correndo ali. - Ah, é mesmo... Mas quem ajudou a carregar a placa? - Não sei... Quando chegamos a uma distância de um quarteirão do posto de gasolina da Rua Rio Grande do Norte, na esquina com Avenida Getúlio Vargas, comecei a ver os tipos que estariam presentes nessa noite esquisita. Um sujeito de uns 40 anos, óculos pesados de armação preta e cabelos amarelos tinha a nítida cara de alguém que havia acabado de descobrir a penicilina e me lembrava fatalmente o excêntrico publicitário Andy Warhol. Uma menina bem masculina conversava com ele parecia um menininho em trajes infantis suas madeixas escorridas naquele corte de cabelo curto fluido na cara a provia um ar de lolita fatal. Naquela hora acho que a última (e enorme) dose de cachaça já devia estar quase absorvida pelo meu fígado. Eu via tudo com uma estranha sensação de filme em câmera lenta. Passamos direto no posto enquanto eu fitava uma dúzia de pessoas que deviam ter saído diretamente de filmes dos anos 80 e 90 e entramos direto em uma fila. Nem tive tempo de apreciar a fachada da boate e já estávamos quase entrando naquele portal debaixo de um toldo amarelado escrito A Obra Bar dançante. Pensei: que diabos é um bar dançante e preenchi uma cartela de entrada enquanto o 9

11 Henrique provocava o segurança puxando sua gravata e rindo da sua cara. A entrada tinha um ar soturno. De fora você via aquela calçada de pedrinhas portuguesas escuras em frente a uma gráfica e aquele pé direito alto com grandes pilastras de concreto. O mesmo tipo de vidro que separava a entrada da gráfica - indo do chão ao teto - era o que também nos dividia daquele universo estranho do bar dançante. A impressão que eu tive era a de que ali poderia ser a acolhida que eu imaginava para amantes do estilo de vida rock n roll concretizado em minha cabeça por uma vasta bibliografia adolescente de discos, livros e filmes, como por exemplo Definitely Maybe 1, Clube dos Corações Solitários 2, e Quase Famosos 3. Sempre senti falta de um lugar assim, mas nunca soube. Uma porta enorme, preta e com uma imagem de um sujeito punk que percebi depois, era de Niro, no filme Taxi Driver - guardava o portal para o mistério d A Obra, de lá pra dentro, as pessoas se transformavam em animais da noite: o rock e o ambiente sinistro libertavam os demônios que a cidade de Belo Horizonte guardava em cada uma delas. A decoração era bastante rústica e muito provavelmente inspirada em uma construção fato que eu confirmaria depois. A primeira música que ouvi lá dentro foi Rock This Town da banda de rockabilly do guitarrista Bryan Setzer da década de As pessoas gingavam como se estivéssemos em uma casa noturna dos anos 1950 sem o menor constrangimento. Os cabelos esvoaçando e um lado para o outro, os braços balançando e os sapatos se arrastando no piso de concreto. Eu não acreditava que existia um lugar em Belo Horizonte, bem no olho da Savassi, que tocasse músicas como essa. Até então, na verdade, eu achava que ninguém mais a conhecia. E muito 1 Definitely Maybe: disco lançado pela banda Oasis em Clube dos Corações Solitários: livro de literatura pop escrito por André Takeda. 3 Quase Famosos: filme dirigido por Cameron Crowe, lançado em

12 menos, acreditava que alguém em BH além de mim poderia gostar de Stray Cats. Não posso negar que senti uma apreensão, me senti um peixe fora d água em meio àquela confusão toda. O barman abriu duas cervejas e jogou uma tampinha na cara do Bernardo, que me trouxe uma. Depois disso só me lembro da ressaca que tive no dia seguinte, e que voltei pra casa a pé cantando Johnny Cash a plenos pulmões com o Lucas enquanto o sol nascia. Imagino que a noite tenha sido boa... 11

13 1.1 Introdução O estabelecimento A Obra - Bar Dançante é uma casa noturna de Belo Horizonte, Minas Gerais, localizada na região da Savassi, na zona sul da cidade. Há 14 anos o bar se mantém atuante em um mercado muito competitivo que exige inovações constantes e uma forte dinâmica de interação com os públicos que movimentam o cenário cultural mineiro. O presente trabalho se propõe a investigar quais interações seriam estas, como elas se estabelecem e, principalmente, como A Obra se mantém ocupando um espaço importante na cena cultural independente do Brasil há tanto tempo. Sendo assim, buscamos entender os processos de interação comunicacional que se estabelecem como diálogos, entre o público e a casa e dentro da cena musical independente brasileira através de entrevistas, e discussões atuais sobre cenas independentes e redes de práticas musicais. Para isso, procuramos entender historicamente o desenvolvimento do diálogo d A Obra com os membros da cadeia produtiva da música independente por meio de entrevistas com os sócios fundadores do bar. Tivemos um interesse especial em garimpar as formas de interação que se estabelecem a partir d A Obra, como também as que a envolvem ou simplesmente as relações que surgem de lá, ou literalmente lá dentro. A partir de uma base teórica e de uma pesquisa bibliográfica e documental, nosso estudo de campo e nossas entrevistas em profundidade, acreditamos que conseguimos capturar a essência desse movimento elástico e maleável que acontece na cena cultural mineira atualmente. A Obra se configura de uma maneira singular no cenário das casas noturnas de Belo Horizonte. Com características próprias, conseguiu se firmar em um mercado volátil sem grandes mudanças de estrutura. O local em estudo está direcionado a um ambiente urbano que busca levar à capital mineira culturas e hábitos que vão além de raízes locais e que se relacionam com estilos de vida, consumo e costumes que são atrelados a uma cultura alternativa e de escala global. Inseridos neste contexto urbano, observamos um culto ao local que transcende a simples configuração de espaço de entretenimento noturno. 12

14 Observamos também, a falta de material que relata e documenta a evolução da cena independente de Belo Horizonte nos últimos 20 anos. Finalmente, faz-se necessário justificar a escolha do Jornalismo Gonzo como prisma e lente para relatar o que acontece na cena cultural independente mineira. O Gonzo, assim como o Novo Jornalismo, foi uma voz que representou as ânsias e as problemáticas de uma geração como o jornalismo tradicional não poderia. Além disso, ele teve uma capacidade de diálogo impactante no público que ela representava, muito maior do que teria o jornalismo tradicional. O universo desconexo, dinâmico e aloprado de uma casa noturna que se inspira no movimento Punk é certamente um cenário interessante para experimentações Gonzo. Assim como no momento de ascensão do movimento Punk, podemos traçar um paralelo com o momento atual onde as cenas independentes se consolidam e crescem de forma anárquica sem que as pessoas que participam desse crescimento tenham muita noção de onde essa expansão vai os levar. Assim, buscamos representar a cena cultural independente mineira através da perspectiva do Jornalismo Gonzo, sempre nos atentando para tentarmos averiguar nossos questionamentos motrizes: qual o segredo da longevidade d A Obra, e como ela se impõe como sede e berço da cena musical independente belo-horizontina. 13

15 2. JORNALISMO E LITERATURA 2.1 Todas as musas e a musa plebéia do jornalismo A fronteira que divide literatura e jornalismo é relativa, e cada vez mais relativizada. As duas atividades - não só por terem como instrumento fundamental as estratégias discursivas e a palavra em si - têm múltiplas linhas de contato e diversos tipos de relações. Existe um receio antigo de compreender o jornalismo como gênero literário, e por isso Trotsky¹ - autor que não tem muitos méritos literários, mas que viveu como poucos a experiência de ser jornalista através de suas incursões pela Europa (DEUTSCHER, 2005), durante sua participação no jornal revolucionário de Lênin em Londres, o Iskra. E como fundador do famigerado jornal do PCUS, Pravda destaca-o das outras musas, em uma metáfora onde o jornalismo seria uma musa plebéia, já que não tem a si o reconhecimento ligado à arte da literatura, uma musa amoldada e por direito: Todas as musas, inclusive a musa plebéia do jornalismo, apesar de apresentar os flancos sólidos, encontram dificuldades para viver em tempo de revolução. (TROTSKY, 1977, p.17) Contudo, apesar de ressalvas de setores de estatura nas duas áreas, a relativização da fronteira entre jornalismo e literatura se concretiza de muitas formas e com razoável freqüência. Ela acontece através dos romancesreportagens, do articulismo criativo, e das experiências do Novo Jornalismo e do Jornalismo Gonzo, caracterizando, muitas vezes e indissociavelmente interseções dos dois campos e passeando sobre territórios intermediários (VÁSQUES MEDEL, 2002). A relação entre literatura e jornalismo conhece um primeiro momento de esplendor com a aparição das revistas culturais do século XVIII, estreita-se ao longo do século XIX e constitui um dos capítulos fundamentais da cultura do século XX. (GUTIERREZ apud CASTRO; GALENO, 2002, p. 23) O jornalista Tom Wolfe, um dos precursores do Novo Jornalismo escola que protagonizou a intensificação da relação entre Jornalismo e Literatura no século XX descreve que os jornalistas da sua geração tinham 14

16 grande admiração pela literatura e pelo status que emanava dela. Segundo ele, no cenário das redações de jornais dos anos 1960, o sonho de escrever um romance era comum, e ninguém imaginava que de uma tentativa de reverenciar a literatura como forma de homenagem, poderia nascer algo inovador como o que estaria por vir. Nem que desta experiência surgiria um gênero que protagonizaria a cena da criação literária nos anos subseqüentes. E, no entanto, no começo dos anos 60, uma curiosa idéia nova, quente o bastante para inflamar o ego, começou a se insinuar nos estreitos limites da statusfera das reportagens especiais. Tinha um ar de descoberta. Essa descoberta, de início modesta, na verdade, reverencial, poderíamos dizer, era que talvez fosse possível escrever jornalismo para ser... lido como um romance. Como um romance, se é que me entendem. Era a mais sincera forma de homenagem a O Romance e àqueles grandes, os romancistas, claro. Nem mesmo os jornalistas pioneiros nessa direção duvidavam sequer por um momento de que o romancista era o artista literário dominante, agora e sempre. Tudo o que pediam era o privilégio de se vestir como ele... até o dia em que eles próprios chegassem à ousadia de ir para a cabana e tentar para valer... Eram sonhadores, claro, mas uma coisa eles nunca sonharam. Nunca sonharam com a ironia que vinha vindo. Nunca desconfiaram nem por um minuto que o trabalho que fariam ao longo dos dez anos seguintes, como jornalistas, roubaria do romance o lugar de principal acontecimento da literatura. (WOLFE, 2005, p. 19) Devido às várias superfícies de contato e à intensa relação entre o Jornalismo e a Literatura, muitas vezes, a linha que separa os dois é construída a partir da diferenciação entre factual e ficcional. Moacyr Scliar, conhecido escritor e cronista brasileiro afirma no artigo Jornalismo e literatura: a fértil convivência (2002), que há sim uma fronteira entre jornalismo e ficção, mas ressalva que ela é uma fronteira permeável e permite uma útil e amável convivência. É comum conceituar-se os dois campos a partir de uma diferença: a matéria constitutiva do jornalismo sendo o real, e a da literatura sendo o fantástico, como, por exemplo, descreve Reynaldo Damásio em texto da Revista Entre Livros. Segundo ele: o jornalismo lida com a apresentação objetiva dos fatos, e a literatura seria o campo da pura invenção, em que o real pode ser um mero pretexto, ou nem isso (DAMAZIO, 2005, p. 07). A literatura, como explica Vásquez Medel, por constituição, se orienta para o que é importante e a informação jornalística para o que é urgente. Por assim dizer, o jornalismo se preocupa mais com o quotidiano enquanto a 15

17 literatura se preocupa mais com a história. Contudo, o jornalismo se coloca como importante fonte para historiadores e escritores, e, além disso, em casos como romances-reportagens e nas experiências do Novo Jornalismo e do Gonzo Jornalismo, ele se utiliza técnicas literárias e passa a se preocupar com temas menos corriqueiros e mais longevos. O processo histórico de institucionalização de ambas as estratégias discursivas em questão abarca muitas coincidências e interações mútuas, que confirmam um passado de influências recíprocas. Tal fato ressalta a dificuldade em delimitar-se claramente os dois campos. Resulta inegável a influência de pautas de escritura e modelos literários para a construção de determinados discursos jornalísticos, não é de menor importância a presença do jornalismo (com seus temas, recursos, procedimentos, e técnicas) na criação literária (especialmente no século XX), sem esquecer o fato de que as figuras do escritor e do jornalista (sobretudo de opinião) às vezes coincidem com a mesma pessoa. (VÁSQUEZ MEDEL, apud CASTRO; GALENO, 2002, p. 15) Muito se discute sobre a factualidade do jornalismo e a ficcionalidade da literatura. E o próprio jornalismo - com seu modelo tipificado através do tripé: neutralidade, transparência e verdade, com sua exigência de objetividade, com sua construção histórica que resultou em editorias direcionadoras de público e que favorecem a rotulação de notícias constitui-se como expressão teórica e técnica submetida ao procedimento da construção de narrativas que relatam acontecimentos e, por conseguinte, existe submetido às categorias narrativas (SATO, apud CASTRO; Gustavo de; GALENO, Alex, 2002, p. 32). Ele se constitui como atividade simbólica, como qualquer outra atividade discursiva, e, portanto, está debelado pelas seduções e subjetividades inerentes ao discurso. O mundo real, objeto do jornalismo factual, é uma esfera de componentes cognoscíveis, que é, e independe da atividade de algum sujeito para existir. Tal esfera, em constante mutação, constitui a chamada realidade, com a qual deve lidar a atividade jornalística. E a linguagem - que entremeia o mundo e a leitura que o repórter faz dele - como afirma Nanami Sato, quando tenta representar o real funciona como mediadora da relação dialética, entre sujeito e mundo real em contínua mudança. 16

18 A representação, inata ao fazer jornalístico, é uma forma de substituição, reprodução, e figuração. Ela acontece por meio de signos, e se relaciona com o mundo representado de maneira complexa. Numa visão dualista do signo, pode-se dizer que a representação se dissolve no signo, afirma Nanami Sato, podendo, portanto, até encobrir a realidade. Em vez de revelar o real, pode-se dizer que a representação, ao dar-lhe suporte, substitui a totalidade e a encarna, em vez de remeter a ela. (SATO apud CASTRO; GALENO, 2002, p. 31). A representação em uma notícia, onde o real é captado por um indivíduo e relatado através da linguagem, pode ser compreendida pelo leitor (espectador, ouvinte ou o que seja) de maneira a distorcer o real e não corresponder ao factual que motivou a construção da notícia. A imposição da objetividade, ao exigir do jornalista que apague suas marcas pessoais quando relata um acontecimento em terceira-pessoa, cria uma ilusão de autonomia, como se houvesse de alguma forma a existência independente da linguagem (SATO, 2002). Aparência e realidade, fato e agente, substância e atributo se misturam O efeito dessa objetividade e dessa impessoalidade faz confundir a história enquanto processo, com o acontecimento enquanto espetáculo (BACCEGA apud CASTRO; GALENO, 2002, p.31). Alguns recortes do processo histórico são apresentados como se constituíssem a totalidade dele. Assim, mistura-se a urgência do dia-a-dia tratada pelo jornalismo com a importância da história tratada pela literatura de maneira a distorcer as duas coisas. A presentificação do texto, que faz com que o leitor sinta que a notícia está acontecendo no momento em que ela está sendo lida, constitui mais uma deformidade do jornalismo. O periodismo, como empreendimento, necessita de um esquema industrial de captação de notícias (ainda mais em tempos imediatistas de webjornalismo); isso faz com que ele dependa muito das fontes, que podem apresentar posições estereotipadas e até ter relações clientelistas com determinados veículos. A consulta a especialistas, que freqüentemente têm pouco espaço para aprofundar suas idéias nos veículos de comunicação, constitui também um esvaziamento de conteúdos e mais estereotipagem, como afirma Pierre Bourdieu em sua conhecida Sociologia Crítica do Jornalismo (BOURDIEU, 1997). 17

19 Finalmente, a própria ordenação dos acontecimentos, de forma a estabelecer uma narrativa constitui uma distorção da realidade. Seguir a cronologia do acontecimento constitui fórmula de consumo fácil, já que cria ilusão cronológica com tempo ficcional gradativo. A seleção dos momentos substitui o real por um real representado e traduz valoração do que se considera como momentos significativos (SATO apud CASTRO; GALENO, 2002, p.32) Portanto como não nos deixam negar os romances-reportagens, ou até mesmo o realismo fantástico de Garcia Marquez, que tem um pé na realidade pode-se dizer que: nem o jornalismo é 100% factual, nem é 100% ficcional a literatura. A realidade é fluida e o discurso não consegue dar conta inteiramente dela. O jornalismo, como toda criação humana, é errático e refém da narrativa. 2.2 Da mistura entre as técnicas literárias e o não ficcionalismo jornalístico surge o novo! O Novo Jornalismo não poderia ter surgido em outra época, senão na explosão cultural e comportamental dos loucos anos 1960 dos Estados Unidos. As técnicas jornalísticas da época já não podiam dar conta de um universo de drogas, experiências psicodélicas, do rock ganhando as massas, das roupas coloridas e da guerra contra a Guerra do Vietnã. Para entender essa geração era preciso mais tato, mais pessoalidade, mais envolvimento. O distanciamento, a observação, a não-participação eram princípios questionáveis para aqueles que queriam entender o que estava acontecendo nos corredores das faculdades ou nas praias da Califórnia ou mesmo nos movimentos de Ken Kesey, um dos coordenadores do Teste do Ácido que rodou a América no meio da década. Escrevi O teste do ácido do refresco elétrico e fiquei esperando os romances que, tinha certeza, iam jorrar da experiência psicodélica... mas eles também nunca apareceram. Descobri depois que os editores também esperavam por isso. Praticamente choravam por romances dos novos autores, que deviam estar por aí em algum 18

20 lugar, novos autores que escreveriam os grandes romances da vida hippie e da vida do campus, dos movimentos radicais ou da Guerra do Vietnã, da maconha ou do sexo, da militância negra ou dos grupos de encontro, ou do torvelinho todo ao mesmo tempo. Eles esperam, e tudo que conseguiram foi o Príncipe da Alienação. (WOLFE, 2005, p.52) De uma hora para a outra jornalistas obscuros de todo o país tinham na mão uma oportunidade única de virar o jogo contra os romancistas ficcionistas uma classe que tinha muito mais prestígio entre os americanos letrados. A realidade estava revirando a ficção. Até então se um jornalista aspirava a status literário, o melhor a fazer era ter o bom senso e a coragem de abandonar a imprensa popular e tentar entrar para a grande liga, relata Wolfe. E no entanto, a verdade estava muito mais interessante do que a fantasia. Existia curiosidade, vontade de conhecer e de entender tudo aquilo que estava engatinhando da Califórnia para o mundo. Os Novos Jornalistas tinham só para si os loucos obscenos barulhentos cobiçosos mau-luxuriosos empapados de drogas anos 60 da América com sua cara de bezerro de ouro. (WOLFE, 2005, p.53) Um dos primeiros jornalistas a entender que essa revolução estava acontecendo na literatura americana foi Tom Wolfe. Ao seu lado, estavam pessoas como Trumam Capote e Gay Talese. Eles começaram a perceber que a realidade contada segundo algumas técnicas aplicadas nos romances de ficção, resultaria em uma nova forma não só de se contar histórias, mas como também de se fazer jornalismo. Nenhum deles cunhou o termo Novo Jornalismo, mas todos sabiam que reportar o mundo daquela maneira bebendo na literatura, nos diálogos de cena-a-cena, na observação participativa era uma maneira completamente nova de se fazer notícia. Contudo, mesmo com todo o frenesi em cima de obras que destacassem o movimento hippie dos anos 1960, o livro de Wolfe que mais reflete sobre o período, O Teste do Ácido do Refresco Elétrico, nunca foi um best seller. Na obra, ele conta, minuciosamente, a jornada psicodélica do escritor Ken Kesey, autor de Um estranho no ninho, que viajou com uma trupe por todo o Estados Unidos para distribuir LSD droga que logo seria proibida pelo governo americano. 19

21 Wolfe faz o relato embasado em alguns dos princípios básicos do Novo Jornalismo, a começar pela apuração minuciosa, pelo relato de detalhes e pela observação participativa. Paralelamente a isso, o jornalista ainda emprega palavras em caixa-alta em momentos específicos do texto, como também se utiliza de dúzias de dois pontos (:) para destacar momentos de loucura, de intensidade, de algo que está além do que seria compreensível para o leitor comum. 2.3 A Realidade não passa de uma opinião O Jornalismo Gonzo não é um simples subproduto do Novo Jornalismo, é a radicalização e adaptação da inovação deste estilo à personalidade conflituosa e pujante do homem que o inventou. Mas, nesse ano (1966), a Medalha de Honra de melhor de todos os escritores freelances foi para um jornalismo obscuro da Califórnia chamado Hunter Thompson, que rodou com os Hell's Angels durante dezoito meses como repórter, e não como membro, o que teria sido mais seguro a fim de escrever Hell's Angels: medo e delírio sobre duas rodas. (WOLFE, p. 46, 2005) Uma das principais influências de Tom Wolfe é o jornalista sombrio e taciturno Hunter S. Thompson, responsável pelo surgimento do Gonzo. Enquanto Trumam Capote repaginava o jornalismo escrevendo um livro sobre uma chacina no meio-oeste americano, entrevistando famílias, suspeitos e criminosos, Hunter mergulhou de vez no seu objeto de estudo ou a sua pauta - e encarou a ideia de passar 18 meses na estrada com a gangue de motoqueiros mais perigosa do mundo. Desse período saiu o primeiro grande texto Gonzo de Thompson, que aliava não só técnicas de literatura, como também uma análise sociológica e filosófica do grupo em questão. Se o Novo Jornalismo conseguia ir além da superfície por conta das técnicas de literatura e da subjetividade iminente, o Gonzo Jornalismo, de Hunter Thompson, regogizava no fundo escuro do poço, longe da luz, iluminado apenas pelo envolvimento completo do autor com a sua obra. Nesse 20

22 ponto, Thompson pode ser mais comparado ao poeta francês Arthur Rimbaud do que a qualquer outro jornalista. Ao contrário do Novo Jornalismo, no Gonzo, dificilmente é possível se dividir o texto jornalístico do seu autor. Em muitos momentos, inclusive, fica a dúvida do foco de uma reportagem: os sentimentos do jornalista ou o fato. Entre os rótulos rotineiramente impingidos ao Gonzo, estacam-se, via de regra, as críticas que tem por objetivo a sua desqualificação como um gênero pertencente ao universo jornalístico. A princípio, isto acontece porque as principais características do Gonzo - proximidade entre repórter e fato, interação entre repórter e acontecimento e a sempre destacada distorção do conteúdo noticioso, a partir da experiência do repórter - vão de encontro à idéia de imparcialidade e à noção de objetividade, promessas paulatinamente apontadas como requisitos essenciais à estrutura do jornalismo, que são garantidas pelo tripé neutralidade, transparência e verdade, ausente da base conceitual do Gonzo. (SANTOS, 2009, p.8) Assim como o Novo Jornalismo, o Gonzo só tomou formas e ganhou legitimidade por conta do contexto histórico em que está inserido. Em um período de grandes transformações culturais, do movimento hippie ganhando às massas, da loucura iminente, um jornalista como Hunter Thompson não só tinha mais propriedade para desfilar sobre tais assuntos, como também arrancava uma certa credibilidade da sociedade. Hunter era um hippie no meio do movimento psicodélico. E era um hippie com uma máquina de escrever na mão, um olhar ácido sobre a sociedade americana, e com sede de ver todo este universo entrar em colapso, ebulir e romper com as estruturas tradicionais do jornalismo, da sociedade e da política como um todo. Nesse ponto, com a credibilidade que tinha entre os malucos americanos dos anos 1960 que, segundo Tom Wolfe, era toda a sociedade americana - Hunter ficou livre para fazer seus relatos sempre em primeira pessoa, inventar personagens, cenas e acontecimentos importantes, mesmo que isso envolvesse o então presidente Richard Nixon e sua família sendo vistos em uma tribo de canibais no meio do Havaí. Thompson admite que muitas das histórias descritas em seus artigos nunca aconteceram. Seu estilo de escrever, de caráter extremamente confessional (principalmente pelo uso obrigatório do narrador na primeira pessoa) e fazendo uso de uma linguagem clara e direta, faz com que o leitor acredite que os fatos que estão sendo 21

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