RAFAEL RYDLEWSKI SILVA

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1 1 unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Campus de Rosana - SP RAFAEL RYDLEWSKI SILVA IIDENTIIFIICAÇÃO DO USO DO CONCEIITO BENCHMARKIING EM HOTÉIIS NA REGIIÃO DA AVENIIDA PAULIISTA E AVENIIDA ENG.. LUIIS CARLOS BERRIINII,, NO MUNCÍÍPIIO DE SÃO PAULO ROSANA SÃO PAULO. 2008

2 2 RAFAEL RYDLEWSKI SILVA IIDENTIIFIICAÇÃO DO USO DO CONCEIITO BENCHMARKIING EM HOTÉIIS NA REGIIÃO DA AVENIIDA PAULIISTA E AVENIIDA ENG.. LUIIS CARLOS BERRIINII,, NO MUNCÍÍPIIO DE SÃO PAULO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Turismo Unesp/Rosana, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Turismo. Orientador: Prof. Msc. Lélio Galdino Rosa ROSANA SÃO PAULO 2008

3 3 RAFAEL RYDLEWSKI SILVA IIDENTIIFIICAÇÃO DO USO DO CONCEIITO BENCHMARKIING EM HOTÉIIS NA REGIIÃO DA AVENIIDA PAULIISTA E AVENIIDA ENG.. LUIIS CARLOS BERRIINII,, NO MUNCÍÍPIIO DE SÃO PAULO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Turismo Unesp/Rosana, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Turismo. Linha de pesquisa: experimental Orientador: Prof. Msc. Lélio Galdino Rosa Data de aprovação: / / MEMBROS COMPONENTES DA BANCA EXAMINADORA: Prof. Msc. Lélio Galdino Rosa Presidente e Orientador Universidade Estadual Paulista (UNESP). Prof. Dr. Sérgio Domingos de Oliveira Membro Titular: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Prof a. Msc. Isabela de Fátima Fogaça Membro Titular: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Local: Universidade Estadual Paulista UNESP Campus Experimental de Rosana

4 4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente à minha família, pai, mãe, irmãos e avós. Eles foram à base de tudo durante esses quatro anos vividos em Primavera. Foram a minha motivação, a razão de todos os meus esforços e o reflexo de todo os resultados. Sem eles eu não chegaria aonde cheguei. Agradeço à Universidade Estadual Paulista (UNESP) pelos conhecimentos obtidos durante esses anos, fornecendo todo o embasamento teórico para que eu fizesse este trabalho e que eu possa também me tornar um grande profissional após a faculdade. Agradeço ao meu orientador Lélio Galdino Rosa, por ter conseguido direcionar o meu trabalho, facilitando o desenvolvimento do mesmo. Agradeço à cidade de Primavera, palco de dias, que sem dúvidas, foram os mais marcantes de toda a minha vida. Cada dia foi uma história diferente para se contar, consegui fazer com que essa cidade escura e vazia tenha brilho. Agradeço muito aos meus amigos, fiz muitos, morei em 6 casas diferentes, cada semestre com um grupo de pessoas diferentes. Assim, pude conhecer diversas pessoas e personalidades. É infinita a lista de pessoas que deixaram a sua marca durante esses quatro anos, mas eu não quero esquecer de ninguém. Muito obrigado Prudente, Tiagão, Barba, Patrick, Marcião (eeee Marcião), Smeagol, Lorpa, Lê, Alemão, Kiko, Pan, Pirambóia (ai meninos), Uruguaio, Toshiba, Bigão, Nintendo, Camilão, Lesma, Yuri, Remédio, Dzzi, Nhonhão, Bruna (esse é especial), Chatayara, Mari, Galega, Fernandinho, Paulinha, Tile, Rodrigão, Biro-Biro, Castor, aos pés de frango, entre outros. Mas o meu muito obrigado vai para a minha casa de verdade em Primavera, a república Top of the Pops, para a minha segunda família, as pessoas com que me identifiquei durante os quatro anos: Hamaral, Jão, Hugo e Japa, especialmente para os dois últimos. O Hugo foi meu braço direito durante todos esses tempos, o cara que mais me ajudou quando eu precisei. O Japa foi quem fez com que a casa ficasse cheia, fez com que todos os dias fossem especiais, foi quem transformou Rafael em Vó, o grande camisa 10. A pessoa que construí todas as jogadas naquela casa, estando presente nos dias alegres e nos dias mais difíceis. Obrigado a tudo e a todos!!!!!!!

5 5 RESUMO A necessidade das empresas, em tornarem-se líderes em um mercado altamente competitivo, contribuem para que essas busquem estratégias de aprimoramento entre seus processos. O Benchmarking é uma estratégia para as empresas atingirem esse objetivo, uma vez que ela analisa os seus concorrentes procurando identificar as melhores práticas entre empreendimentos líderes em suas indústrias. Assim, a pesquisa tem como objetivo relacionar benchmarking e hotelaria, fazendo uma análise entre hotéis, pertencentes às redes hoteleiras, diagnosticando a utilização o conceito e o motivo de sua utilização. As empresas analisadas estão localizadas, nas regiões da Av. Paulista e Av. Eng. Luis Carlos Berrini, que constituem os dois maiores pólos hoteleiros do município de São Paulo. O trabalho aborda temas e conceitos referentes à hotelaria como classificações quanto à categoria e tamanho dos meios de hospedagem, evolução das redes hoteleiras no Brasil e em São Paulo e desenvolvimento hoteleiro nas regiões da Av. Paulista e Av. Eng. Luis Carlos Berrini. Posteriormente é realizado um estudo sobre a definição do benchmarking e a sua relação com a hotelaria. Em seguida, é apresentada a pesquisa, identificando os empreendimentos hoteleiros que adotam o conceito e a razão da sua utilização, percebendo características entre esse hotéis e suas redes hoteleiras. Com esses dados são feitos uma tabela e gráficos comparativos com características dos meios de hospedagem e grupos hoteleiros pesquisados. Palavras-Chave: Benchmarking. Hotelaria. São Paulo. Desenvolvimento.

6 6 ABSTRACT The need of enterprises, and to become leaders in a highly competitive market, helps those who seek strategies for improvement of their processes. The benchmarking is a strategy for companies achieving this goal, since it examines their competitors seeking to identify best practices among business leaders in their industries. Thus, the research aims to relate benchmarking and hospitality, making an analysis between hotels, belonging to the hotel network, diagnosing the use of the concept and why their use. The companies analyzed are located in regions of Av. Paulista and Av. Eng Luis Carlos Berrini, which are the two major poles of the hotel city of São Paulo. The work deals with themes and concepts relating to the hotel as ratings on the class size and means of lodging, hotel development of networks in Brazil and in Sao Paulo and hotel development in the regions of Av. Paulista and Av. Eng Luis Carlos Berrini. It is then carried out a study on the definition of benchmarking and its relationship with the hotel business. Then, it presented the research, identifying the hotel business who take the concept and because of its use, realizing that features between hotels and their networks hotel. With these data are made a table and graphics with comparative characteristics of the means of lodging and hotel groups surveyed. Keywords: Benchmarking. Hospitality. São Paulo. Development.

7 7 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1. Hotéis que responderam à análise...38 Gráfico 2. Redes Hoteleiras que responderam à análise...39 Gráfico 3. Origem da rede hoteleira de cada hotel pesquisado...44 Gráfico 4. Categoria dos hotéis pesquisados...45 Gráfico 5. Tamanho dos hotéis pesquisados em relação ao número de apartamentos...46 Gráfico 6. Público-alvo dos hotéis pesquisados...47

8 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1. Classificação do tamanho do hotel em relação ao número de apartamentos...14 Tabela 2. Proposta da Embratur em relação à classificação dos meios de hospedagem quanto à categoria...15 Tabela 3. Chegada de turistas internacionais por região Em milhões de turistas...16 Tabela 4. Evolução dos meios de hospedagem Tabela 5. Maiores redes em operação no Brasil. 1999, Tabela 6. Tabela da utilização do benchmarking em hotéis situados na região da Av. Paulista e Av. Eng. Luis Carlos Berrini...29

9 9 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Forma de Avaliação dos Resultados Classificação Quanto ao Tamanho do Hotel em Relação ao Número de Apartamentos Classificação dos Meios de Hospedagem Quanto à Categoria FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA HOTELARIA E A QUESTÃO DA QUALIDADE A globalização e o desenvolvimento dos mercados de viagem e hospedagem Fatores que antecedem o desenvolvimento hoteleiro no Brasil A questão da competitividade e da qualidade para o setor hoteleiro no Brasil Hotelaria: Competitividade e Qualidade Benchmarking: origem, definições e aplicações Benchmarking e Hotelaria: a busca da competitividade e da qualidade CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA OBJETO DE ESTUDO: O SETOR HOTELEIRO EM SÃO PAULO Desenvolvimento hoteleiro na região da Avenida Paulista Desenvolvimento hoteleiro na região da Avenida Eng. Luis Carlos Berrini RESULTADO E DISCUSSÕES Estabelecimentos Hoteleiros Analisados Hotel A Hotel B Hotel C Hotel D Hotel E Hotel F Hotel G Hotel H Interpretação dos Resultados Obtidos...43

10 Análise da Origem da Rede Hoteleira de Cada Hotel Análise da Categoria de Cada Hotel Pesquisado Análise do Tamanho de Cada Hotel Pesquisado Análise do Público-Alvo de Cada Hotel Pesquisado Discussão CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...51 APÊNDICES...53 APÊNDICE A INTRODUÇÃO Nos últimos anos houve um aumento significativo na competitividade entre as empresas, assim obrigando-as a aprimorar os seus processos, produtos e serviços. Essas

11 11 empresas visam oferecer alta qualidade a baixo custo, uma vez que desta forma podem assumir uma posição de liderança no mercado. Leibfried e McNair (1994) afirmam que conquistar e manter uma margem competitiva é a chave para o sucesso em todos os aspectos da vida, seja nos esportes ou numa reunião de diretoria. Trata-se de um sinal claro de sucesso ou fracasso. De acordo com Zairi e Leonard (1995), uma questão central no mundo dos negócios é saber se a noção de competição em um ambiente empresarial moderno precisa ser repensada de forma radical. Muitas variáveis desempenham papéis relevantes na determinação do sucesso competitivo e novas variáveis aprecem a todo instante. A competitividade está diretamente ligada à busca por um aumento na produtividade, que consiste em produzir em grande quantidade com custos reduzidos, mantendo um padrão de qualidade. Sendo que essa relação deve estar de acordo com a necessidade de seus clientes. (CASTELLI, 2001) Seguindo a teoria de Castelli (2001), em hotelaria, a busca por uma maior produtividade deve ser constante, uma vez que as empresas hoteleiras sofrem de maneira contínua mudanças em suas instalações, seus equipamentos, na sua forma operacional e gerencial. Isso ocorre em virtude de alterações socioeconômicas e na necessidade de se tornarem empresas competitivas e/ou líderes no mercado, ou dentro de um segmento de mercado. Em hotelaria, é necessário primar pela qualidade dos serviços prestados, pois isso é uma questão de sobrevivência empresarial, como afirmam Saab e Daemon. Assim, o profissional na área hoteleira, tem que se manter atualizado, acompanhando diversas mudanças, sejam elas, sociais, econômicas, administrativas, ou em relação ao perfil de seus clientes. Então, há uma grande necessidade pela busca de um padrão de qualidade que supere ou alcance os seus concorrentes. Essa necessidade das empresas hoteleiras em buscarem competitividade, se destacando em sua indústria, está diretamente ligada ao fato de medir produtos e serviços entre seus concorrentes e aprimorar seus procedimentos. Portanto, observa-se a importância da utilização do conceito benchmarking entre essas empresas. Segundo o Ministério do Turismo (2007), a hotelaria é o único setor do turismo que utiliza esse conceito. Camp (1993), expressa que o benchmarking é um processo pró-ativo de mudar operações de forma estruturada para atingir a maximização da performance da empresa. Os benefícios do uso do benchmarking são que as funções são forçadas a investigar as melhores práticas da indústria externa e incorporá-las às suas operações. Isso gera empresas lucrativas

12 12 de alta utilização de ativos, que satisfazem as necessidades dos clientes e contam com uma vantagem competitiva. O benchmarking é utilizado em empresas de ponta, como uma ferramenta para a obtenção das informações necessárias para a melhoria contínua e obter vantagem competitiva. Inicialmente empregada pela Xerox Corporation a fim de enfrentar o desafio competitivo japonês dos anos 70,o benchmarking incorpora a busca de excelência, o desejo de ser o melhor dos melhores. (LEIBFRIED e MCNAIR, 1994) O trabalho tem como objetivo analisar como vem se dando o emprego de estratégias de benchmarking (para o planejamento de meios de hospedagem) por meio de um estudo de caso do município de São Paulo, especificamente de estabelecimentos localizados nas regiões da Avenida Paulista e Avenida Eng. Luis Carlos Berrini. Segundo Asmussen, Rocha e Júnior (2002), as regiões da Av. Paulista e Av. Eng. Luis Carlos Berrini são os dois grande pólos hoteleiros de São Paulo. Importantes hotéis e redes hoteleiras, que assumem posição de liderança no mercado, atuam nessas regiões. Assim, é possível constatar que os estabelecimentos hoteleiros situados nessas duas localidades atuam como concorrentes. Portanto, a prática do conceito de benchmarking pode ser aplicada entre os próprios hotéis situados nessas duas regiões. O trabalho irá abordar conceitos e teorias distitntas, buscando estabelecer uma relação entre os mesmos. Primeiramente será feito um levantamento da evolução das redes hoteleiras no Brasil, assim como em São Paulo (enfatizando o desenvolvimento dos hotéis nas duas regiões de estudo), destacando a questão da evolução da competitividade entre esses estabelecimentos turísticos. Em seguida, será feita a análise do conceito benchmarking e sua relação com o setor de meios de hospedagem. Posteriormente, serão identificados os hotéis, pertencentes a redes hoteleiras, localizados na Av. Paulista e Av. Eng. Luís Carlos Berrini, que empregam estratégias de benchamrking em seu planejamento estratégico e caracteriza-los: quanto a sua tipologia, categoria, porte, público-alvo e origem da rede que o administra. Por último, serão identificadas as principais funções da utilização das estratégias de benchmarking para o processo administrativo dos estabelecimentos investigados. 2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

13 13 Para a realização deste projeto foi estabelecida uma relação entre o benchmarking e a hotelaria, abordando uma região para análise. Esta região está inserida dentro do município de São Paulo, compreendendo hotéis da Av. Paulista e Av. Eng. Luís Carlos Berrini. A pesquisa consiste em um estudo de caso entre hotéis, pertencentes a redes hoteleiras situados na região da Av. Paulista e Av. Eng. Luis Carlos Berrini. Fez-se um levantamento de hotéis para estudo com o objetivo de realizar uma pesquisa qualitativa, com análise não probabilística. Entretanto foram quantificadas algumas variáveis pertinentes de mensuração. Dencker (1998) explica que este tipo de pesquisa está baseado na focalização de um problema: Em geral, a maioria das pesquisas qualitativas se propões a preencher lacunas no conhecimento, tendo caráter descritivo ou exploratório, e poucas se originam no campo teórico. Isso se dá porque a pesquisa qualitativa é especialmente indicada para situações em que a teoria não é suficiente para solucionar o problema e o pesquisador necessita buscar em campo as variáveis que serão consideradas para a análise. Além do exame da bibliografia, portanto, a focalização do problema requer um contato com o plano concreto para geração de questões e identificação de informantes, assim como verificação da pertinência das questões levantadas. As questões serão formuladas no projeto, podendo ser modificadas no decorrer do estudo em um processo de focalização progressiva. (DENCKER, 1998) Trata-se de uma pesquisa exploratória, onde foram escolhidos hotéis, pertencentes a redes hoteleiras, nessas duas regiões de análise. Posteriormente realizou-se o um contato com o representante de cada hotel, por meio de um agendamento de entrevista (o agendamento foi feito por telefone e/ou ). Foram contatados 26 estabelecimentos hoteleiros, com o objetivo de constatar se os mesmos utilizam o benchmarking e questionar o motivo de sua utilização ou não utilização. Participaram da pesquisa 8 hotéis. O levantamento sobre a análise da utilização do conceito foi feito com um questionário, que também identifica características dos hotéis e redes hoteleiras que utilizam esse processo Forma de Avaliação dos Resultados Os resultados da pesquisa foram coletados e avaliados mediante as respostas do questionário feito ao representante do meio de hospedagem analisado.

14 14 Os hotéis pesquisados tiveram as denominações: A, B, C, D, E, F, G e H. Isso se deve ao fato de não divulgar a imagem do hotel. Após serem concebidas as respostas, foi feito uma tabela comparativa com as empresas hoteleiras pesquisadas, relacionando os hotéis com os seguintes itens: localização, origem, categoria, tamanho, público-alvo, utilização do benchmarking e motivo da utilização. Em seguida, foram construídos gráficos para analisar comparativamente as características levantadas dos hotéis e redes hoteleiras pesquisadas (origem, categoria, tamanho e público-alvo) Classificação Quanto ao Tamanho do Hotel em Relação ao Número de Apartamentos De acordo com Duarte (1996), no Brasil chegou-se ao conceito de pequena, média e grande empresa hoteleiras em função do número de unidades habitacionais que o hotel tem para a venda. Pequenos empreendimentos em número de quartos têm menor sofisticação de equipamentos, concentração de tarefas em menor número de funcionários e operação tendendo à simplificação. Os maiores equipamentos, exigem gestão mais sofisticada, controles gerenciais e contabilidade. Tabela 1 Classificação do tamanho do hotel em relação ao número de apartamentos (1996). Tamanho do hotel Número de Apartamentos Pequeno 1 a 40 Médio 41 a 200 Grande >200 Fonte: Duarte (1996) 2.3. Classificação dos Meios de Hospedagem Quanto à Categoria Segundo Duarte (1996), a proposta de classificação da Embratur mantém o número de segmentos em cinco níveis de qualidade e não considera como definitivas as siglas para a abreviação de cada categoria. Assim, fica aberta a possibilidade de se reconhecerem outras

15 15 classificações de hotéis, diferentes dessa classificação oficial, sendo a Embratur uma concorrente dessas publicações. Duarte (1996) ainda cita que com relação aos critérios para classificação, a Deliberação nº367 dá ênfase ao atendimento e serviços, à sua uniformidade. Não esclarece, porém como é feita a avaliação, levantando várias alternativas e deixando claro a subjetividade da avaliação de serviços será um dos maiores obstáculos para se atingir as metas propostas de estabelecer a credibilidade já na definição dos critérios. A forma e o trabalho de campo são realizados por intermédio do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (InMetro), que, junto com a Embratur, credenciam os Institutos e Entidades Classificadores (IEC), os quais avaliam e classificam os meios de hospedagem. Tabela 2 Classificação dos meios de hospedagem quanto à categoria, de acordo com a ABIH (2002). Categoria Símbolo Luxo Superior * * * * * (5 estrelas, SL) Luxo * * * * * (5 estrelas) Superior * * * * (4 estrelas) Turístico * * * (3 estrelas) Econômico * * (2 estrelas) Simples * (1 estrla) Fonte: ABIH (2002) 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA HOTELARIA E A QUESTÃO DA QUALIDADE Por motivos de enquadramento e consistência teórica o texto seguinte fundamenta-se nas idéias de Lima (2003).

16 A globalização e o desenvolvimento dos mercados de viagem e hospedagem Houve, nas últimas quatro décadas do século XX, uma expansão significativa do número de viagens, sendo que as principais causas, apontadas por estudiosos, são: o crescimento econômico dos países do Norte, a busca de novos mercados, o acirramento da competição, o aumento do tempo livre, do conforto, da segurança e o barateamento das passagens aéreas. Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT) apud Lima (2003), entre 1965 e 2001 o número de chegada de turistas internacionais passou de 112,9 milhões para 692,7 milhões, representando um crescimento de 513%. A receita gerada com o turismo internacional passou de US$ 405,1 bilhões em 1995 para US$ 477,9 bilhões em Entre 1950 e 2001 o mercado de viagens apresentou uma relativa diversificação de destinos, países emissores e objetivos de viagens. A Europa continua recebendo a maior parte (50%) dos turistas internacionais, seguida pelas Américas (26%) e Ásia Oriental (18%). As demais regiões do planeta (África, Oriente Médio e Ásia Meridional) têm participação marginal neste mercado. Tabela 3 Chegada de turistas internacionais por região Em milhões de turistas. REGIÕES PART. % PART % 2001 África 20,3 27,8 4,0 20,8 3 Américas 110,5 128,5 18, Europa 335, ,7 346,4 50 Ásia Oriental/Pacífico 81,4 111,7 16,0 124,7 18 Oriente Médio 13,5 20,3 2,9 13,9 2 Ásia Meridional 4,2 6,4 1,0 6,9 1 TOTAL 565,5 696,7 100,0 692,7 100,0 Fonte: OMT, 2001 apud Lima (2003) Analisando os dados acima, é possível perceber que a tendência do mercado turístico é o crescimento, entretanto, existem algumas variações de desembarque de turistas internacionais. O vertiginoso crescimento das viagens internacionais observados desde o início dos anos sessenta, apresentou inflexão no início dos anos setenta refletindo a desaceleração da economia internacional, afetada pelo segundo choque de petróleo. Entre 1980 e 1982, o número de desembarques internacionais de turistas ficou estagnado em cerca de 287 milhões, segundo a OMT.

17 17 A partir de 1983, o mercado de viagens e hospedagem recupera-se e volta a apresentar grande dinamismo, refletindo a recuperação da economia internacional e a expansão da economia internacional. Entre 1983 e 2000 o número de viagens internacionais no mundo passa de 289,6 milhões para 696,7 milhões (crescimento de 140%), de acordo com a OMT. Um dos fatores que ocasionaram esta recuperação do mercado de viagens é a desregulamentação das atividades aéreas nos Estados Unidos, o principal mercado, com o conseqüente barateamento das passagens e aumento da demanda por hospedagem. Outro ponto forte que favoreceu a expansão mercado de viagens e hospedagem, foi a crescente participação das empresas multinacionais, organizadas em rede, que alimentam o processo de crescimento, oferecendo novos atrativos aos mercados de viagens. Em 2001, houve uma inflexão da atividade turística. O mercado de viagens apresentou um decréscimo de 0,6% nesse ano. Um dos fatores responsáveis por esse fato são os ataques terroristas de 11 de setembro em Nova York, que afetaram principalmente, o trafego aéreo internacional e o mercado de hospedagens. As primeiras redes hoteleiras surgem na Europa e nos Estados Unidos, a partir da segunda metade do século XX, em meio ao processo em curso de concentração e centralização de capital que atraia empresas de médio e grande porte para a operação em setores que demandavam altos investimentos e mobilização de capital para sua operação, como é o caso dos hotéis. Na década de quarenta, surge nos Estados Unidos, o motor-hotel, ou motel, que era um empreendimento situado na beira da estada para atender às necessidades das famílias americanas, que cada vez mais viajavam de automóveis. Nesta época, também se desenvolvem os pequenos hotéis familiares que posteriormente darão origem às grandes redes hoteleiras. Como exemplo, o surgimento das redes Hilton, Quality Courts Motels dando origem, posteriormente, à rede Choice-, a Best Western, Marricout e Sheraton, posteriormente incorporada ao grupo Six Continents. Bull (1994) apud Lima (2003) afirma que nos anos cinqüenta e sessenta, a maioria dos investimentos internacionais realizados por empresas multinacionais no setor de hospedagem era de origem americana e se realizavam mediante de investimentos diretos de capital. Somente a partir da década de 70, com a expansão do turismo no mundo e a globalização dos mercados, que as redes hoteleiras incrementaram sua participação no plano internacional. Datam desta época (década de 70), as aquisições de redes locais de hotéis por parte de grandes empresas aéreas, explorando a complementaridade entre serviços de transporte aéreo

18 18 e hospedagem. Ou, ainda, fundando novas redes de hotéis associados à sua bandeira, localizados em pontos estratégicos de suas rotas. Para Bull (1994) apud Lima (2003), a partir das décadas de setenta e oitenta, o processo de expansão das redes multinacionais no setor de hospedagem modificou-se, sendo mais comum as operações realizadas por meio de acordos de gestão sem investimento por parte das redes e, sendo maior a dispersão da nacionalidade das redes. Segundo o autor: Dentre as principais redes multinacionais que estão estabelecidas nos Estados Unidos encontram-se o Club Mediterranée, Accor e Mériden (França), THF (Reino Unido), hotéis CP (Canadá), Oberoi (Índia), Melia/Sol (Espanha), hotéis Nikko e ANA (Japão) e New World (Hong Kong). Em 1978, as principais multinacionais de hospedagem dos Estados Unidos como Holiday Inn, Westin, Sheraton, InterContinental, Hyatt e Hilton representavam a metade dos hotéis de propriedade estrangeira ou associados, no mundo. Mas a expansão das redes não americanas está reduzindo continuamente esta proporção. Os efeitos-demonstração das economias de operação das redes hoteleiras são, em grande parte, responsáveis por isso. (BULL, 1994, p.239) Em um primeiro momento a maioria das redes concentrou sua atuação no segmento de hospedagem de luxo, em grandes propriedades, situados em grandes cidades ou capitais com intensos fluxos turísticos de negócios. Para Dias (1990) apud Lima (2003) Os sucessivos choque do petróleo nos anos oitenta que provocaram um aumento no custo do combustível levaram diversas companhias aéreas a dificuldades financeiras. Para sobreviverem, essas empresas tiveram que mudar suas estratégias, aumentando seus investimentos em marketing, diversificando rotas e atividades, buscando ampliar e diversificar seus mercados. Assim, grande parte das empresas, passaram a se dedicar, cada vez mais recursos ao turismo de massa, tanto no que se refere ao transporte como ao setor hoteleiro e, mais particularmente, à concepção de viagens organizadas. A partir do inicio da década de 90, houve uma forte recuperação da economia, ocasionando um maior número de viagens de lazer e negócios. Isso ocorreu devido a desregulamentação dos transportes aéreos e a queda no valor das tarifas, assim, houve um aumento na demanda por serviços de hospedagem. Esses fatores determinaram intenso processo de fusões e aquisições entre as operadoras hoteleiras. A redução dos custos operacionais e administrativos, a agregação de profissionais experientes e com conhecimento de mercado e produto, a combinação de recursos complementares, o acesso a novas tecnologias são apontadas por Ferrari (1996) apud Lima

19 19 (2003), dentre as principais vantagens oferecidas às empresas multinacionais nos processos de aquisições e fusões, encurtando a trajetória para uma estruturação organizacional condizente com as exigências do mercado global. Gilberto Dupas (2000) apud Lima (2003) não apenas concorda com a existência do fenômeno de fusões e aquisições como característico desta fase do desenvolvimento do capitalismo, como argumenta que este processo deverá continuar nas próximas décadas: O mundo tem assistido, em todas as áreas econômicas, a um violento processo de fusões e incorporações motivado pela lógica competitiva, que pressupõe saltos tecnológicos e busca de mercados cada vez mais globais. Tudo indica que a tendência de concentração dessas últimas décadas ainda persistirá, apesar de já serem em número muito restrito os líderes mundiais na fabricação de vários produtos em áreas fundamentais à economia contemporânea. (DUPAS, 2000, p. 40) As características dos empreendimentos hoteleiros, que ajudam a compreender os processos de fusões e incorporações dos anos noventa, destaca-se o fato de que são intensivos em capital, demandando grande mobilização de recursos para sua construção e operação. Além disso, são intensivos em mão de obra e operam com uma proporção elevada de custos fixos. Os serviços de hospedagem são oferecidos de forma interrupta, o que implica na necessidade de funcionamento permanente na maior parte dos departamentos e setores de atendimento aos hóspedes. Implica também na necessidade da contratação do dobro ou triplo do número de funcionários normalmente empregados nos estabelecimentos comerciais, devido à necessidade de cumprimento dos turnos para garantir o serviço 24 horas Fatores que antecedem o desenvolvimento hoteleiro no Brasil Até a década de 70 o mercado de viagens e o setor de hospedagem eram pouco desenvolvidos no Brasil. Isso era um reflexo do alto preço das passagens aéreas, a concentração da renda e as limitações da infra-estrutura de transporte rodoviário, marítimo e fluvial. As primeiras estradas asfaltadas surgiram em meados da década de 40 (Via Anchieta e Rio-Petrópolis). Também a infra-estrutura ferroviária era mínima e inexpressiva a navegação fluvial e marítima. Segundo Dias (1990) apud Lima (2003), desde o início do século XX, a capital federal do Brasil, o Rio de Janeiro, sediava os principais empreendimentos, que eram destinados a

20 20 atender viajantes estrangeiros, sobretudo europeus. Em 1859 existiam no Rio, 195 estabelecimentos, hospedarias, sendo 78 (40%) pertencentes a brasileiros. Acredita-se que, dentre os demais, alguns poderiam ser apenas restaurantes e alguns poderiam usar a denominação para encontros furtivos, mesmo entre os hotéis. Em 1980 anuncia-se, no almanaque Laemmert, o primeiro hotel do império, único edifício construído expressamente para ser hotel de primeira ordem, com todas as comodidades indispensáveis e uso apropriado. Em 1908, foi inaugurado o Hotel Avenida, o segundo edifício do Brasil construído especialmente para abrigar a um empreendimento hoteleiro. Possuía 220 apartamentos, representando o maior empreendimento do gênero em operação. Dias (1990) apud Lima (2003) cita: A data de 1908 pode representar o término do período de pioneirismo, já que foi inaugurado o primeiro hotel verdadeiramente grande no Brasil: o Hotel Avenida. Além disso, tinha início uma fase de incentivo fiscal à construção de grandes hotéis. Em 23/12/1907, o Decreto número isentava de todos os emolumentos e impostos municipais, por sete anos, os cinco primeiros grandes hotéis que se instalassem no Distrito Federal, segundo planos aprovados pela prefeitura. Paralelamente, pode-se afirmar que, por essa época, o Brasil passa a fazer parte das rotas do turismo organizado mundial: em 22 de julho de 1907, à bordo do vapor Byron, chega ao Rio de Janeiro, o primeiro grupo vindo em excursão organizada pela agência Cook. (DIAS, 1990, p.56) Candido e Viera (2003) citam que em 1923, ocorre o maior marco da hotelaria no Rio de Janeiro, com a criação do Copacabana Palace Hotel, que representou o primeiro hotel de luxo no país, passando a aglutinar a sociedade carioca e os segmentos empresariais da velha capital. O empreendimento foi construído pelo empresário Otávio Guinle e estimulado pelo presidente Epitácio Pessoa que queria abrigar viajantes estrangeiros com a mesma pompa oferecida na Europa -, o Copacabana Palace buscava seguir o exemplo de hotéis congêneres na Europa, e em especial do Hotel Carlton, em Cannes, que serviu de inspiração para seu projeto, de autoria do francês Joseph Guire. O Copacabana Palace oferecia 223 apartamentos a um público diversificado de viajantes estrangeiros e visitantes da capital, distribuídos em uma área de metros quadrados. Nas décadas seguintes observou-se a proliferação de hotéis de médio e pequeno porte, voltados a atender à demanda doméstica por hospedagem, sobretudo por parte de viajantes de

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