O mar é meu irmão. A garrafa quebrada

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O mar é meu irmão. A garrafa quebrada"

Transcrição

1 capítulo um A garrafa quebrada Um jovem, cigarro na boca e mãos nos bolsos das calças, desceu os degraus de uma pequena escada de tijolos na saída do saguão de um hotel na parte alta da Broadway e dobrou na direção da Riverside Drive, arrastando-se de modo curioso, com passos lentos. Anoitecia. As ruas quentes do mês de julho, encobertas por uma neblina de mormaço que turvava os contornos nítidos da Broadway, fervilhavam com um cortejo de ambulantes, coloridas barracas de frutas, ônibus, táxis, automóveis lustrosos, lojas kosher, marquises de cinema e todos os inúmeros fenômenos que criam o brilhante espírito carnavalesco de uma via pública em meio ao verão de Nova York. O jovem, vestindo casualmente uma camisa branca sem gravata, um surrado casaco de gabardine verde, calça preta e mocassins, parou diante de uma banca de frutas e examinou as mercadorias. Na mão delgada, contemplou o que restava de seu dinheiro duas moedas de 25 centavos, uma de dez e uma de cinco. Comprou uma maçã e seguiu seu caminho, mastigando pensativamente. Gastara tudo em duas semanas; quando aprenderia a ser mais prudente? Oitocentos dólares em quinze dias como? onde? e por quê? Quando jogou para longe o miolo da maçã, sentia ainda a necessidade de satisfazer seus sentidos com alguma [ ] ociosida de 27

2 Jack Kerouac ou outra, de modo que entrou numa loja de charutos e comprou um charuto. Somente o acendeu quando já estava sentado num banco na Drive, diante do rio Hudson. Havia um frescor ao longo do rio. Atrás dele, a enérgica vibração de Nova York suspirava e pulsava como se a própria ilha de Manhattan fosse uma corda desarmoniosa tocada pela mão de algum demônio descarado e atarefado. O jovem se virou e percorreu com seus olhos escuros e curiosos os altos telhados da cidade e embaixo, na direção do ancoradouro, onde a corrente de luzes da ilha curvava-se num arco poderoso, contas ardentes enfileiravam-se em sucessão confusa na névoa do verão. O charuto tinha o gosto amargo que ele queria sentir na boca; fornecia uma sensação plena e ampla entre os dentes. No rio, ele podia distinguir vagamente os cascos dos navios mercantes fundeados. Uma pequena lancha, invisível exceto por suas luzes, deslizava por um caminho costurado, passando pelos escuros cargueiros e navios-tanque. Com um assombro silencioso, inclinou-se para a frente e observou os flutuantes pontos de luz que se moviam lentamente rio abaixo em líquida graciosidade, seu quase mórbido interesse fascinado por algo que poderia parecer banal para outra pessoa. Esse jovem, no entanto, não era uma pessoa comum. Tinha uma aparência normal, pouco mais alto do que a média, magro, um semblante côncavo marcado pela proeminência do queixo e pelos músculos do lábio superior, a boca expressiva com linhas delicadas, mas abundantes entre os cantos dos lábios e o nariz fino, e um par de olhos simétricos e simpáticos. Mas seu comportamento era estranho. Costumava manter a cabeça muito erguida, de maneira que observava tudo num escrutínio que vinha de cima, com certa atitude abstraída que continha uma curiosidade altiva e inescrutável. Nessa postura, fumou o charuto e observou os passantes que seguiam pela Drive, em paz com o mundo segundo todas as aparências. Mas não tinha dinheiro e sabia disso; no dia seguinte, 28

3 não teria sequer um tostão. Num arremedo de sorriso formado ao erguer um canto da boca, tentou lembrar-se de como gastara seus oitocentos dólares. A noite anterior, ele sabia, custara-lhe seus últimos cento e cinquenta dólares. Bêbado por duas semanas consecutivas, reconquistara finalmente a sobriedade num hotel barato no Harlem; de lá, lembrou, tomara um táxi até um pequeno restaurante na Lenox Avenue que servia somente costeletas. Fora ali que conhecera aquela bonita garota de cor que fazia parte da Juventude Comunista. Lembrou que haviam tomado um táxi até Greenwich Village, onde ela queria ver certo filme... não era Cidadão Kane? E depois, num bar na MacDougall Street, ele a perdeu de vista quando topou com seis marinheiros sem dinheiro; eram de um contratorpedeiro em dique seco. Desse ponto em diante, conseguia lembrar-se de pegar um táxi com eles e cantar músicas de todos os tipos e descer no Kelly s Stables na 52nd Street e entrar para ouvir Roy Eldridge e Billie Holliday. Um dos marinheiros, um auxiliar de farmacêutico com traços vigorosos e cabelos escuros, falou o tempo inteiro sobre o trompete de Roy Eldridge e sobre como ele estava dez anos à frente de qualquer outro músico de jazz, com exceção, talvez, de dois outros que tocavam às segundas no Minton s, no Harlem, Lester alguma coisa* e Ben Webster; e sobre como Roy Eldridge era realmente um pensador fenomenal, com ideias musicais infinitas. E então foram todos para o Stork Club, que um outro marinheiro sempre quisera conhecer, mas estavam todos entorpecidos demais para que pudessem ser admitidos, de modo que recorreram a uma espelunca barata para dançar, onde ele comprara um maço de bilhetes para o grupo. De lá tinham partido para um lugar no East Side onde a madame lhes vendeu três litros de scotch, mas quando se deram por satisfeitos a madame se recusou a deixar que dormissem todos ali e os chutou para fora. De qualquer maneira, já não aguentavam mais o lugar e as garotas, e assim rumaram cidade acima na direção oeste até um * Lester Young e Webster eram saxofonistas de jazz. (N.E.) 29

4 Jack Kerouac hotel na Broadway onde ele pagou por uma suíte dupla e terminaram de beber o scotch e desabaram em cadeiras, no chão e nas camas. E então, no final da tarde seguinte, ele acordou e encontrou três dos marinheiros esparramados em meio a uma desordem de garrafas vazias, quepes de marinheiro, copos, sapatos e roupas. Os outros três tinham saído para algum lugar, talvez em busca de um antiácido ou suco de tomate. Então ele se vestiu lentamente, depois de tomar um banho demorado, e foi dar uma volta, deixando a chave na recepção e pedindo ao recepcionista que não perturbasse seus companheiros adormecidos. E aqui estava sentado agora, sem ter no bolso nada mais do que cinquenta centavos. A noite anterior custara mais ou menos $150, entre táxis, bebidas aqui e ali, contas de hotel, mulheres, bilhetes de entrada e tudo mais; os bons momentos estavam acabados naquele momento. Sorriu ao recordar como tinha sido engraçado quando acordou poucas horas antes, no chão, entre um marinheiro e uma garrafa de um litro vazia, e com um de seus mocassins no pé esquerdo e o outro no chão do banheiro. Jogando para longe o toco do charuto, levantou-se e atravessou a Drive. De volta à Broadway, caminhou lentamente cidade acima, fitando com olhar calmo e curioso lojas de sapatos, oficinas de conserto de rádios, farmácias, bancas de jornal e livrarias fracamente iluminadas. Na frente de uma barraca de frutas, estacou o passo; a seus pés, um pequeno gato miou para ele num gritinho de lamúria, abrindo o botão rosa de sua boca num formato de coração. O jovem se agachou e pegou o gato no colo. Era um gatinho bonito, com pelo cinza listrado e uma cauda notavelmente espessa para sua idade. Oi, tigrinho, ele o cumprimentou, segurando o rosto pequenino na palma da mão. Onde é que você mora, hein? O gato miou uma resposta, seu corpinho frágil ronronando na mão dele como um instrumento delicado. Acariciou a 30

5 cabeça minúscula com o dedo indicador. Aquele crânio era uma casca diminuta, algo que podia ser esmagado entre o polegar e o indicador. Encostou a ponta de seu nariz contra a boquinha até que o gato lhe deu uma mordida brincalhona. Ha ha! Um pequeno tigre!, ele sorriu. O dono da banca de frutas estava diante dele, rearrumando seu mostruário. Este gato é seu?, perguntou o jovem, aproximando-se com o bichinho. O homem das frutas virou o rosto moreno. Sim, é o gato da minha esposa. Ele estava na calçada, disse o jovem desconhecido. A rua não é lugar para um gatinho, ele vai ser atropelado. O homem das frutas sorriu: Você está certo; ele deve ter perambulado para longe de casa. O homem olhou por cima da tenda de frutas e gritou: Bella!. Pouco depois, uma mulher apareceu na janela e colocou a cabeça para fora: Hã?. Olha o seu gato aqui. Ele quase se perdeu, gritou o homem. Poom-poom!, arrulhou a mulher, avistando o gatinho nas mãos do jovem. Traga ele para cima, Charley; ele vai acabar se machucando na rua. O homem sorriu e tirou o gato das mãos do desconhecido; as frágeis patinhas relutaram em mudar de mãos. Obrigada!, cantou do alto a mulher. O jovem acenou com a mão. Você sabe como são as mulheres, confidenciou o vendedor de frutas, elas adoram gatinhos... todas adoram esses bichinhos indefesos. Mas quando se trata de homens, você sabe, elas querem crueldade. O jovem desconhecido sorriu ligeiramente. Não estou certo?, riu o homem, dando um tapa nas costas do jovem e entrando de novo em seu estabelecimento com o gatinho, rindo consigo mesmo. 31

6 Jack Kerouac Talvez sim, murmurou o jovem para si mesmo. Como é que eu vou saber? Caminhou mais cinco quarteirões cidade acima, mais ou menos a esmo, até chegar a um lugar que era ao mesmo tempo bar e cafeteria, bem na saída do campus da Universidade de Columbia. Entrou pela porta giratória e ocupou um banco vazio no bar. O recinto estava lotado de bebedores, sua lúgubre atmosfera fervendo na mistura de fumaça, música, vozes e agitação generalizada que é familiar aos frequentadores de bares em noites de verão. O jovem estava quase decidido a sair quando vislumbrou um copo de cerveja que o bartender dispunha diante de outro cliente bem naquele momento. Então pediu um copo também. O rapaz troca olhares com uma garota chamada Polly, que está sentada numa cabine com seus próprios amigos. Eles ficaram se olhando por vários segundos da maneira descrita acima; em seguida, com casual familiaridade, o jovem falou para Polly: Aonde você está indo?. Aonde estou indo?, riu Polly. Não estou indo para lugar nenhum! Enquanto ria daquela inusitada indagação, porém, ela não conseguia deixar de pensar na instantânea possessividade do jovem desconhecido: por um segundo, ele pareceu ser um velho amigo que ela havia esquecido muitos anos atrás e que agora a encontrara por acaso e retomara sua intimidade com ela como se o tempo não tivesse importância em sua mente. Mas ela tinha certeza de que nunca o vira antes. Sendo assim, olhou para ele com algum assombro e esperou por sua próxima jogada. Ele não fez nada; simplesmente voltou-se para sua cerveja e bebeu um gole meditativo. Polly, perplexa com aquele comportamento ilógico, ficou observando o rapaz por alguns minutos. Ele aparentemente ficara satisfeito com uma coisa apenas, perguntar, naquele instante, aonde ela estava indo. Quem ele pensava que era?...isso certamente não era da conta dele. E mais: 32

7 por que motivo ele a tratava como se a conhecesse desde sempre, e como se tivesse poder sobre ela desde sempre? Com expressão aborrecida, Polly saiu da cabine e foi fazer companhia ao jovem desconhecido. Não respondeu aos questionamentos gritados atrás dela por seus amigos; em vez disso, falou com o jovem com a curiosidade de uma criança. Quem é você?, perguntou. Wesley. Wesley o quê? Wesley Martin. Eu já encontrei você alguma vez? Não que eu saiba, ele respondeu, tranquilamente. Então, falou Polly, por que você?... por quê?... como você...? Como eu o quê?, sorriu Wesley Martin, erguendo um canto de sua boca. Que inferno!, gritou Polly, batendo o pé com impaciência. Quem é você? Wesley manteve seu divertido arremedo de sorriso: Eu disse a você quem eu era. Não é o que eu quero dizer! Ouça, por que você me perguntou aonde eu estava indo? É isso o que eu quero saber. Pois bem? Pois pare de ser tão irritante, pelo amor de Deus eu estou perguntando a você, não é você que está perguntando a mim! A essa altura, Polly já estava de fato gritando na cara dele; Wesley divertiu-se com isso, pois agora olhava para ela com olhos arregalados, boca aberta, numa alegria paralisada e permanente que era ao mesmo tempo tão desconsolada quanto tremendamente maravilhada. Parecia que ele estava prestes a explodir em gargalhadas de riso, mas isso não ocorreu; apenas olhou para ela com jocosa estupefação. Quando Polly estava quase se sentindo magoada com aquela atitude desdenhosa, Wesley apertou o braço dela calorosamente e retornou para sua cerveja. 33

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA DESENGANO FADE IN: CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA Celular modelo jovial e colorido, escovas, batons e objetos para prender os cabelos sobre móvel de madeira. A GAROTA tem 19 anos, magra, não

Leia mais

História Para as Crianças. A menina que caçoou

História Para as Crianças. A menina que caçoou História Para as Crianças A menina que caçoou Bom dia crianças, feliz sábado! Uma vez, do outro lado do mundo, em um lugar chamado Austrália vivia uma menina. Ela não era tão alta como algumas meninas

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

PORQUE É QUE NÃO DANÇAM?

PORQUE É QUE NÃO DANÇAM? PORQUE É QUE NÃO DANÇAM? Na cozinha, ele serviu se de mais uma bebida e olhou para a mobília de quarto de cama que estava no pátio da frente. O colchão estava a descoberto e os lençóis às riscas estavam

Leia mais

O mar de Copacabana estava estranhamente calmo, ao contrário

O mar de Copacabana estava estranhamente calmo, ao contrário epílogo O mar de Copacabana estava estranhamente calmo, ao contrário do rebuliço que batia em seu peito. Quase um ano havia se passado. O verão começava novamente hoje, ao pôr do sol, mas Line sabia que,

Leia mais

Efêmera (título provisório) Por. Ana Julia Travia e Mari Brecht

Efêmera (título provisório) Por. Ana Julia Travia e Mari Brecht Efêmera (título provisório) Por Ana Julia Travia e Mari Brecht anaju.travia@gmail.com mari.brecht@gmail.com INT. SALA DE - DIA. VÍDEO DE Números no canto da tela: 00 horas Vídeo na TV., 22, com seus cabelos

Leia mais

...existe algum motivo legal que impeça a sentença de ser pronunciada?

...existe algum motivo legal que impeça a sentença de ser pronunciada? Levante-se o réu. 6 ...capítulo um Fiquei de pé. Por um momento vi Glória de novo, sentada no banco no píer. A bala acabara de atingir a sua cabeça, de lado, o sangue ainda nem tinha começado a escorrer.

Leia mais

Nada de telefone celular antes do sexto ano

Nada de telefone celular antes do sexto ano L e i n º1 Nada de telefone celular antes do sexto ano Nossos vizinhos da frente estão passando uma semana em um cruzeiro, então me pediram para buscar o jornal e a correspondência todos os dias, enquanto

Leia mais

Roteiro para curta-metragem. Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM

Roteiro para curta-metragem. Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM Roteiro para curta-metragem Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM SINOPSE José é viciado em drogas tornando sua mãe infeliz. O vício torna José violento, até que

Leia mais

ANTES DE OUVIR A VERDADE. Plano fechado em uma mão masculina segurando um revólver.

ANTES DE OUVIR A VERDADE. Plano fechado em uma mão masculina segurando um revólver. ANTES DE OUVIR A VERDADE FADE IN: CENA 01 - INT. SALA DE ESTAR NOITE Plano fechado em uma mão masculina segurando um revólver. Plano aberto revelando o revólver nas mãos de, um homem de 35 anos, pele clara

Leia mais

Três Marias Teatro. Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter

Três Marias Teatro. Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter Distribuição digital, não-comercial. 1 Três Marias Teatro Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter O uso comercial desta obra está sujeito a direitos autorais. Verifique com os detentores dos direitos da

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

MARK CARVALHO. Capítulo 1

MARK CARVALHO. Capítulo 1 MARK CARVALHO Capítulo 1 Mark era um menino com altura média, pele clara, pequenos olhos verdes, cabelos com a cor de avelãs. Um dia estava em casa vendo televisão, até que ouviu: Filho, venha aqui na

Leia mais

Atividades Lição 5 ESCOLA É LUGAR DE APRENDER

Atividades Lição 5 ESCOLA É LUGAR DE APRENDER Atividades Lição 5 NOME: N º : CLASSE: ESCOLA É LUGAR DE APRENDER 1. CANTE A MÚSICA, IDENTIFICANDO AS PALAVRAS. A PALAVRA PIRULITO APARECE DUAS VEZES. ONDE ESTÃO? PINTE-AS.. PIRULITO QUE BATE BATE PIRULITO

Leia mais

Roteiro para curta-metragem. Nathália da Silva Santos 6º ano Escola Municipalizada Paineira TEMPESTADE NO COPO

Roteiro para curta-metragem. Nathália da Silva Santos 6º ano Escola Municipalizada Paineira TEMPESTADE NO COPO Roteiro para curta-metragem Nathália da Silva Santos 6º ano Escola Municipalizada Paineira TEMPESTADE NO COPO SINOPSE Sérgio e Gusthavo se tornam inimigos depois de um mal entendido entre eles. Sérgio

Leia mais

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque Fantasmas da noite Uma peça de Hayaldo Copque Peça encenada dentro de um automóvel na Praça Roosevelt, em São Paulo-SP, nos dias 11 e 12 de novembro de 2011, no projeto AutoPeças, das Satyrianas. Direção:

Leia mais

A PINTORA Era madrugada, fumaça e pincéis estampavam a paisagem interna de um loft. Lá fora uma grande lua pintava as ruas semi-iluminadas com um fantasmagórico prateado. Uma mão delicada retocava a gravata

Leia mais

Titulo - VENENO. Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas).

Titulo - VENENO. Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas). Titulo - VENENO Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas). Corta para dentro de um apartamento (O apartamento é bem mobiliado. Estofados

Leia mais

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997.

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. 017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. Acordei hoje como sempre, antes do despertador tocar, já era rotina. Ao levantar pude sentir o peso de meu corpo, parecia uma pedra. Fui andando devagar até o banheiro.

Leia mais

Palavras do autor. Escrever para jovens é uma grande alegria e, por que não dizer, uma gostosa aventura.

Palavras do autor. Escrever para jovens é uma grande alegria e, por que não dizer, uma gostosa aventura. Palavras do autor Escrever para jovens é uma grande alegria e, por que não dizer, uma gostosa aventura. Durante três anos, tornei-me um leitor voraz de histórias juvenis da literatura nacional, mergulhei

Leia mais

ROTEIRO: O Homem que Trapaceou o Trapaceiro

ROTEIRO: O Homem que Trapaceou o Trapaceiro ROTEIRO: O Homem que Trapaceou o Trapaceiro Flashback (Tomada de SAWYER abrindo os olhos. Ele está em um quarto de motel barato. Levanta da cama com as mãos na cabeça indicando uma ressaca forte. Há duas

Leia mais

FUGA de Beatriz Berbert

FUGA de Beatriz Berbert FUGA de Beatriz Berbert Copyright Beatriz Berbert Todos os direitos reservados juventudecabofrio@gmail.com Os 13 Filmes 1 FUGA FADE IN: CENA 1 PISCINA DO CONDOMÍNIO ENTARDECER Menina caminha sobre a borda

Leia mais

Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada.

Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada. Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada. Cláudia Barral (A sala é bastante comum, apenas um detalhe a difere de outras salas de apartamentos que se costuma ver ordinariamente: a presença de uma câmera de vídeo

Leia mais

Solidão PROCURA-SE MULHER PROCURA-SE MULHER

Solidão PROCURA-SE MULHER PROCURA-SE MULHER Edna estava caminhando pela rua com sua sacola de compras quando passou pelo carro. Havia um cartaz na janela lateral: Ela parou. Havia um grande pedaço de papelão grudado na janela com alguma substância.

Leia mais

Ernest Hemingway Colinas como elefantes brancos

Ernest Hemingway Colinas como elefantes brancos Ernest Hemingway Colinas como elefantes brancos As colinas do outro lado do vale eram longas e brancas. Deste lado, não havia sombra nem árvores e a estação ficava entre duas linhas de trilhos sob o sol.

Leia mais

Afonso levantou-se de um salto, correu para a casa de banho, abriu a tampa da sanita e vomitou mais uma vez. Posso ajudar? perguntou a Maria,

Afonso levantou-se de um salto, correu para a casa de banho, abriu a tampa da sanita e vomitou mais uma vez. Posso ajudar? perguntou a Maria, O Afonso levantou-se de um salto, correu para a casa de banho, abriu a tampa da sanita e vomitou mais uma vez. Posso ajudar? perguntou a Maria, preocupada, pois nunca tinha visto o primo assim tão mal

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM RECUPERAÇÃO DE IMAGEM Quero que saibam que os dias que se seguiram não foram fáceis para mim. Porém, quando tornei a sair consciente, expus ao professor tudo o que estava acontecendo comigo, e como eu

Leia mais

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA Carolina e, acompanhados de, estão na biblioteca, no mesmo lugar em que o segundo episódio se encerrou.os jovens estão atrás do balcão da biblioteca,

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

O dia em que parei de mandar minha filha andar logo

O dia em que parei de mandar minha filha andar logo O dia em que parei de mandar minha filha andar logo Rachel Macy Stafford Quando se está vivendo uma vida distraída, dispersa, cada minuto precisa ser contabilizado. Você sente que precisa estar cumprindo

Leia mais

Vamos falar de amor? Amornizando!

Vamos falar de amor? Amornizando! Vamos falar de amor? Amornizando! Personagens 1) Neide Tymus (Regente); 2) Sérgio Tymus (Marido Neide); 3) Nelida (Filha da Neide); 4) Primeiro Coralista; 5) Segundo Coralista; 6) Terceiro Coralista; 7)

Leia mais

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido.

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Assim que ela entrou, eu era qual um menino, tão alegre. bilhete, eu não estaria aqui. Demorei a vida toda para encontrá-lo. Se não fosse o

Leia mais

"INSOLÚVEL" SEGUNDO RASCUNHO. Escrito por: Luís Eduardo E. Ribeiro

INSOLÚVEL SEGUNDO RASCUNHO. Escrito por: Luís Eduardo E. Ribeiro "INSOLÚVEL" SEGUNDO RASCUNHO Escrito por: Luís Eduardo E. Ribeiro Rua Faustolo, 371 São Paulo SP CEP 05041-000 (11) 9272-4021 1 INSOLÚVEL FADE IN: INT. CASA DO MENINO MANHÃ MENINO de 12-13 anos acorda.

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

5 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades Extraclasse Complementares de Língua Portuguesa Nome: SER FILHO É PADECER NO PURGATÓRIO

5 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades Extraclasse Complementares de Língua Portuguesa Nome: SER FILHO É PADECER NO PURGATÓRIO 5 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades Extraclasse Complementares de Língua Portuguesa Nome: Leia este texto com atenção: SER FILHO É PADECER NO PURGATÓRIO 1 Psssiu, psssiu. Eu? virou-se Juvenal

Leia mais

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa História Bíblica: Gênesis 41-47:12 A história de José continua com ele saindo da prisão

Leia mais

Curso Intermediário de LIBRAS

Curso Intermediário de LIBRAS Curso Intermediário de LIBRAS 1 Curso Intermediário de LIBRAS 2 Unidade 2 Fazer as compras Sábado foi dia de ir ao Tok Stok. Nós, casal, fomos passear e dar uma voltada para olhar os moveis e objetos.

Leia mais

ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME

ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME CENA 1. HOSPITAL. QUARTO DE. INTERIOR. NOITE Fernanda está dormindo. Seus pulsos estão enfaixados. Uma enfermeira entra,

Leia mais

INTERTÍTULO: DIANA + 1 FADE IN EXT. PRAIA/BEIRA MAR DIA

INTERTÍTULO: DIANA + 1 FADE IN EXT. PRAIA/BEIRA MAR DIA DIANA + 3 INTERTÍTULO: DIANA + 1 FADE IN EXT. PRAIA/BEIRA MAR DIA Pablo, rapaz gordinho, 20 anos, está sentado na areia da praia ao lado de Dino, magrinho, de óculos, 18 anos. Pablo tem um violão no colo.

Leia mais

O, cara, vai te foder.

O, cara, vai te foder. 1 Eu morava num conjunto de casas populares na Carlton Way, perto da Western. Tinha cinqüenta e oito anos e ainda tentava ser escritor profissional e vencer na vida apenas com a máquina de escrever. Iniciara

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

O Pedido. Escrito e dirigido por João Nunes

O Pedido. Escrito e dirigido por João Nunes O Pedido Escrito e dirigido por João Nunes O Pedido FADE IN: INT. CASA DE BANHO - DIA Um homem fala para a câmara. É, 28 anos, magro e mortiço. Queres casar comigo? Não fica satisfeito com o resultado.

Leia mais

PRIMEIRO BLOCO / ossos

PRIMEIRO BLOCO / ossos PRIMEIRO BLOCO / ossos dentes negros final.p65 9 S 10 s dentes negros final.p65 10 S 11 s Ninguém aqui teve infância, ela diz. E agora estamos envenenados até os ossos. Não é mais a típica conversa de

Leia mais

KIT CÉLULA PARA CRIANÇAS: 18-11-15

KIT CÉLULA PARA CRIANÇAS: 18-11-15 KIT CÉLULA PARA CRIANÇAS: 18-11-15 A ORAÇÃO MANISFESTA O PODER DE DEUS ATRAVÉS DE MIM Princípio: Quando eu oro, o poder de Deus se manifesta através de mim! Versículo: Ora, àquele que é poderoso para fazer

Leia mais

Fuga. v_06.02 (julho/2011) Por Laura Barile

Fuga. v_06.02 (julho/2011) Por Laura Barile Fuga v_06.02 (julho/2011) Por Laura Barile laurabarile@gmail.com CENA 1 - EXT. RUA - DIA DORA sai do carro, bate a porta. Usa um vestido sem mangas, de algodão, comprido e leve, o cabelo levemente desarrumado,

Leia mais

Não saia de seu Caminho! Sinopse: Uma Menina, indo atrasada da casa da avó para a escola. No caminho seu ônibus quebra e ela tem que tomar um caminho

Não saia de seu Caminho! Sinopse: Uma Menina, indo atrasada da casa da avó para a escola. No caminho seu ônibus quebra e ela tem que tomar um caminho Não saia de seu Caminho! Sinopse: Uma Menina, indo atrasada da casa da avó para a escola. No caminho seu ônibus quebra e ela tem que tomar um caminho alternativo, onde encontra com um sujeito estranho.

Leia mais

Acasos da Vida. Nossas Dolorosas Tragédias

Acasos da Vida. Nossas Dolorosas Tragédias Acasos da Vida Nossas Dolorosas Tragédias Vanessa Araujo Acasos da Vida Nossas Dolorosas Tragédias Para os meus filhos. Para os meus amigos. Para os meus pais, por tudo o que fizeram por mim. Para

Leia mais

VERMELHO PROFUNDO. Adriano Henrique Cândido. Argumento de. Larissa Alvanhan. Oitavo Tratamento

VERMELHO PROFUNDO. Adriano Henrique Cândido. Argumento de. Larissa Alvanhan. Oitavo Tratamento VERMELHO PROFUNDO de Adriano Henrique Cândido Argumento de Larissa Alvanhan Oitavo Tratamento Copyright 2013 by Adriano Henrique Cândido e Larissa Alvanhan. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. CENA 01 - EXT.

Leia mais

Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça

Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça Serviço de Rádio Escuta da Prefeitura de Porto Alegre Emissora: Rádio Guaíba Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça Data: 07/03/2007 14:50 Programa: Guaíba Revista Apresentação:

Leia mais

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma.

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. PERTO DE TI Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. Jesus! Perto de ti, sou mais e mais. Obedeço a tua voz. Pois eu sei que tu és Senhor, o

Leia mais

Harmonizando a família

Harmonizando a família Harmonizando a família Narrador: Em um dia, como tantos outros, como e em vários lares a, mãe está em casa cuidando dos afazeres doméstic os, tranqüilamente. Porém c omo vem ac ontec endo há muito tempo,

Leia mais

TÉRMINUS. AVCTORIS DIREITO AUTORAL & COPYRIGHT - Rafael Martins de Oliveira. CAPA Diego de Oliveira Castro. EDITORAÇÃO Diego de Oliveira Castro

TÉRMINUS. AVCTORIS DIREITO AUTORAL & COPYRIGHT - Rafael Martins de Oliveira. CAPA Diego de Oliveira Castro. EDITORAÇÃO Diego de Oliveira Castro AVCTORIS DIREITO AUTORAL & COPYRIGHT - Rafael Martins de Oliveira CAPA Diego de Oliveira Castro EDITORAÇÃO Diego de Oliveira Castro TÉRMINUS REVISÃO Rafael Martins de Oliveira Oliveira, Rafael Martins,

Leia mais

- Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe?

- Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe? Trecho do romance Caleidoscópio Capítulo cinco. 05 de novembro de 2012. - Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe? Caçulinha olha para mim e precisa fazer muita força para isso,

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Sei... Entra, Fredo, vem tomar um copo de suco, comer um biscoito. E você também, Dinho, que está parado aí atrás do muro!

Sei... Entra, Fredo, vem tomar um copo de suco, comer um biscoito. E você também, Dinho, que está parado aí atrás do muro! Capítulo 3 N o meio do caminho tinha uma casa. A casa da Laila, uma menina danada de esperta. Se bem que, de vez em quando, Fredo e Dinho achavam que ela era bastante metida. Essas coisas que acontecem

Leia mais

Como Passar em Química Geral*

Como Passar em Química Geral* 1 Como Passar em Química Geral* por Dra. Brenna E. Lorenz Division of Natural Sciences University of Guam * traduzido livremente por: Eder João Lenardão; acesse o original em : http://www.heptune.com/passchem.html

Leia mais

12:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo

12:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo 2:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo Amados de Deus, a paz de Jesus... Orei e pensei muito para que Jesus me usasse para poder neste dia iniciar esta pregação com a

Leia mais

Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história.

Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história. Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história. Nem um sopro de vento. E já ali, imóvel frente à cidade de portas e janelas abertas, entre a noite vermelha do poente e a penumbra do jardim,

Leia mais

MULHER SOLTEIRA. Marcos O BILAU

MULHER SOLTEIRA. Marcos O BILAU MULHER SOLTEIRA REFRÃO: Ei, quem tá aí Se tem mulher solteira dá um grito que eu quero ouvir Ei, quem tá aí Se tem mulher solteira dá um grito que eu quero ouvir (Essa música foi feita só prás mulheres

Leia mais

MUDANÇA DE IMAGEM. Site Oficial: http://www.tfca.com.br E-mail: tfca@tfca.com.br

MUDANÇA DE IMAGEM. Site Oficial: http://www.tfca.com.br E-mail: tfca@tfca.com.br MUDANÇA DE IMAGEM Os dias que se seguiram não foram fáceis para mim. Isto porque eu não tinha a quem relatar o que me havia acontecido. Eu estava com medo de sair do meu corpo novamente, mas também não

Leia mais

Amar Dói. Livro De Poesia

Amar Dói. Livro De Poesia Amar Dói Livro De Poesia 1 Dedicatória Para a minha ex-professora de português, Lúcia. 2 Uma Carta Para Lúcia Querida professora, o tempo passou, mas meus sonhos não morreram. Você foi uma pessoa muito

Leia mais

ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE? um roteiro. Fábio da Silva. 15/03/2010 até 08/04/2010

ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE? um roteiro. Fábio da Silva. 15/03/2010 até 08/04/2010 ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE? um roteiro de Fábio da Silva 15/03/2010 até 08/04/2010 Copyright 2010 by Fábio da Silva Todos os direitos reservados silver_mota@yahoo.com.br 2. ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE?

Leia mais

O que é um bom instrutor? Que percurso deve ter? Sobretudo como se reconhece um bom instrutor? etc...

O que é um bom instrutor? Que percurso deve ter? Sobretudo como se reconhece um bom instrutor? etc... Instrutor Colocado por jeremias - 16 Out 2011 08:50 Muito se fala sobre o melhor estilo mas parece-me que a preocupaçao essencial para quem procura um sitio para treinar devia ser a qualidade do instrutor.

Leia mais

Apoio: Patrocínio: Realização:

Apoio: Patrocínio: Realização: 1 Apoio: Patrocínio: Realização: 2 O ANJO Hans Christian Andersen 3 Contos de Hans Christian Andersen Hans Christian Andersen nasceu em Odensae, em 2 de abril de 1805, e faleceu em Conpenhague em 1875.

Leia mais

o coração ruge como um leão diante do que nos fizeram.

o coração ruge como um leão diante do que nos fizeram. um o coração ruge como um leão diante do que nos fizeram. 11 pois eles tinham coisas para dizer os canários estavam lá, e o limoeiro e a mulher velha com verrugas; e eu estava lá, uma criança e eu tocava

Leia mais

início contos e poemas que não deveriam ser esquecidos na gaveta Mariana Pimenta

início contos e poemas que não deveriam ser esquecidos na gaveta Mariana Pimenta início contos e poemas que não deveriam ser esquecidos na gaveta Mariana Pimenta Início contos e poemas que não deveriam ser esquecidos na gaveta Mariana Pimenta Lagoa Santa, 2015 Mariana Pimenta 2015

Leia mais

O Boneco de Neve Bonifácio e o Presente de Natal Perfeito

O Boneco de Neve Bonifácio e o Presente de Natal Perfeito O Boneco de Neve Bonifácio e o Presente de Natal Perfeito Era uma vez um boneco de neve chamado Bonifácio, que vivia numa terra distante onde fazia muito frio. Ele era um boneco especial, porque podia

Leia mais

O livro. Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia

O livro. Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia O livro Vanderney Lopes da Gama 1 Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia enfurnado em seu apartamento moderno na zona sul do Rio de Janeiro em busca de criar ou

Leia mais

Dormia e me remexia na cama, o coração apertado, a respiração ofegante. Pensava:

Dormia e me remexia na cama, o coração apertado, a respiração ofegante. Pensava: Não há como entender a ansiedade sem mostrar o que se passa na cabeça de uma pessoa ansiosa. Este texto será uma viagem dentro da cabeça de um ansioso. E só para constar: ansiedade não é esperar por um

Leia mais

REGÊNCIA DO ALÉM CONTADOR (VOICE OVER)

REGÊNCIA DO ALÉM CONTADOR (VOICE OVER) REGÊNCIA DO ALÉM FADE IN SEQUÊNCIA # 01: CENA 01: EXT. IMAGENS DA CIDADE DE ARARAS DIA. Imagem do Obelisco da praça central da cidade, da igreja Matriz, Centro Cultural, rodoviária, Lago Municipal e cemitério.

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

O porco é fisicamente incapaz de olhar o céu. ( 7 )

O porco é fisicamente incapaz de olhar o céu. ( 7 ) O porco é fisicamente incapaz de olhar o céu. Isso o Ricardo me disse quando a gente estava voltando do enterro do tio Ivan no carro da mãe, que dirigia de óculos escuros apesar de não fazer sol. Eu tinha

Leia mais

Carcará composição: João do Vale/José Cândido

Carcará composição: João do Vale/José Cândido 104 A FLOR E O CARCARÁ Carcará Lá no sertão É um bicho que avoa que nem avião É um pássaro malvado Tem o bico volteado que nem gavião... trecho da canção Carcará composição: João do Vale/José Cândido Ana?

Leia mais

BRINCADEIRA. por. Vinícius Bernardes

BRINCADEIRA. por. Vinícius Bernardes BRINCADEIRA por Vinícius Bernardes baseado na crônica "Brincadeira" de Luís Fernando Veríssimo oliverplentz@gmail.com Copyright (c) 2015 This screenplay may not be used or reproduced without the express

Leia mais

Belo reparo. capítulo um. No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas. Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor

Belo reparo. capítulo um. No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas. Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor capítulo um Belo reparo Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas preciosas com ouro. O resultado é uma peça que nitidamente foi quebrada,

Leia mais

Trecho do livro Nora Webster (Companhia das Letras), de Colm Tóibín Tradução de Rubens Figueiredo. Capítulo Um

Trecho do livro Nora Webster (Companhia das Letras), de Colm Tóibín Tradução de Rubens Figueiredo. Capítulo Um Trecho do livro Nora Webster (Companhia das Letras), de Colm Tóibín Tradução de Rubens Figueiredo Capítulo Um Você deve estar de saco cheio deles. Será que nunca vão parar de vir aqui? Tom O Connor, seu

Leia mais

Meninas Nhe nhe. Eu Aff Chegando lá. Eu Gente estou com um mau pressentimento

Meninas Nhe nhe. Eu Aff Chegando lá. Eu Gente estou com um mau pressentimento Eu e umas amigas íamos viajar. Um dia antes dessa viagem convidei minhas amigas para dormir na minha casa. Nós íamos para uma floresta que aparentava ser a floresta do Slender-Man mas ninguém acreditava

Leia mais

Guia do Mochileiro. www.thesimstv.net

Guia do Mochileiro. www.thesimstv.net Guia do Mochileiro O Guia do Mochileiro foi totalmente desenvolvido por mim. Os direitos autorais dele pertem exclusivamente ao LPTS, sendo proibida cópia parcial ou integral do texto e das fotos. Os Sims

Leia mais

Delicadesa. Deves tratar as pessoas com delicadeza, de contrário elas afastar-se-ão de ti. Um pequeno gesto afectuoso pode ter um grande significado.

Delicadesa. Deves tratar as pessoas com delicadeza, de contrário elas afastar-se-ão de ti. Um pequeno gesto afectuoso pode ter um grande significado. Delicadeza 1 Delicadesa Deves tratar as pessoas com delicadeza, de contrário elas afastar-se-ão de ti. Um pequeno gesto afectuoso pode ter um grande significado. As Janelas Douradas O menino trabalhava

Leia mais

Pág. 1. Painel Descrição Diálogo

Pág. 1. Painel Descrição Diálogo Mico Leão Dourado Pág. 1 1.1 (PG) Visão geral da árvore onde Chico mora, com os barracos nos galhos, a pequena comunidade na base, com o campinho onde as crianças jogam futebol. Todos estão assistindo

Leia mais

AUTORES E ILUSTRADORES: GIOVANNA CHICARINO ROSA JOÃO VICTOR CAPUTO E SILVA

AUTORES E ILUSTRADORES: GIOVANNA CHICARINO ROSA JOÃO VICTOR CAPUTO E SILVA AUTORES E ILUSTRADORES: GIOVANNA CHICARINO ROSA JOÃO VICTOR CAPUTO E SILVA 1ºA - 2011 APRESENTAÇÃO AO LONGO DESTE SEMESTRE AS CRIANÇAS DO 1º ANO REALIZARAM EM DUPLA UM TRABALHO DE PRODUÇÃO DE TEXTOS A

Leia mais

157. EXT. FORTALEZA - NOITE 157

157. EXT. FORTALEZA - NOITE 157 POTTER E AS RELÍQUIAS... PT. 1 Rev. 11/06/10 124. 157. EXT. FORTALEZA - NOITE 157... ele está voando em direção a uma fortaleza, deslizando em torno dos altos muros, até a janela mais alta da torre mais

Leia mais

BOLA NA CESTA. Roteiro para curta-metragem de Marcele Linhares

BOLA NA CESTA. Roteiro para curta-metragem de Marcele Linhares BOLA NA CESTA Roteiro para curta-metragem de Marcele Linhares 25/04/2012 SINOPSE Essa é a história de Marlon Almeida. Um adolescente que tem um pai envolvido com a criminalidade. Sua salvação está no esporte.

Leia mais

Fortaleza digital 6 MM 08.08.07 10:37 Page 3 FORTALEZA DIGITAL. Dan Brown

Fortaleza digital 6 MM 08.08.07 10:37 Page 3 FORTALEZA DIGITAL. Dan Brown Fortaleza digital 6 MM 08.08.07 10:37 Page 3 FORTALEZA DIGITAL Dan Brown Fortaleza digital 6 MM 08.08.07 10:37 Page 5 Para meus pais... meus mentores e heróis Fortaleza digital 6 MM 08.08.07 10:37 Page

Leia mais

Qual o Sentido do Natal?

Qual o Sentido do Natal? Qual o Sentido do Natal? Por Sulamita Ricardo Personagens: José- Maria- Rei1- Rei2- Rei3- Pastor 1- Pastor 2- Pastor 3-1ª Cena Uma música de natal toca Os personagens entram. Primeiro entram José e Maria

Leia mais

ROTEIRO: O LUGAR ONDE EU VIVO

ROTEIRO: O LUGAR ONDE EU VIVO ROTEIRO: O LUGAR ONDE EU VIVO Ideia: Produção realizada a partir de um fato marcante e em algumas situações ocorre a mesclagem entre narrações e demonstrações de cenas. Personagens: A filha da doméstica

Leia mais

O caso da cueca...73 Guiomar não existe mais...75 Dramas da evolução...79 A aranha...83 Quatro maridos de Xangri-lá...87 Dividida de bola na

O caso da cueca...73 Guiomar não existe mais...75 Dramas da evolução...79 A aranha...83 Quatro maridos de Xangri-lá...87 Dividida de bola na Sumário Eu não vi...11 A mãe, o menino, a bola e o mar...13 Sorte Grande...15 As velhinhas de Copacabana...19 Renato em Ipanema...23 Ele gosta de amarelo...27 Ruas do Rio...29 O piano de Copacabana...33

Leia mais

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de inauguração da Escola Municipal Jornalista Jaime Câmara e alusiva à visita às unidades habitacionais do PAC - Pró-Moradia no Jardim do Cerrado e Jardim Mundo

Leia mais

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação...

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação... Sumário Agradecimentos... 7 Introdução... 9 1 - Um menino fora do seu tempo... 13 2 - O bom atraso e o vestido rosa... 23 3 - O pequeno grande amigo... 35 4 - A vingança... 47 5 - O fim da dor... 55 6

Leia mais

Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros

Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros Exercícios de gramática do uso da língua portuguesa do Brasil Sugestão: estes exercícios devem ser feitos depois de estudar a Unidade 9 por completo

Leia mais

UNIDADE 3: MUNDO PERDIDO PESSOAS PERDIDAS PRECISAM OUVIR A HISTÓRIA DE JESUS

UNIDADE 3: MUNDO PERDIDO PESSOAS PERDIDAS PRECISAM OUVIR A HISTÓRIA DE JESUS Frutos-1 Impact0 LIÇÃO 12 VIVENDO A VIDA COM DEUS UNIDADE 3: MUNDO PERDIDO PESSOAS PERDIDAS PRECISAM OUVIR A HISTÓRIA DE JESUS 9-11 Anos HISTÓRIA BÍBLICA João 1:12; I Pedro 3:15, 18 A Bíblia nos ensina

Leia mais

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ Entrevista com DJ Meu nome é Raul Aguilera, minha profissão é disc-jóquei, ou DJ, como é mais conhecida. Quando comecei a tocar, em festinhas da escola e em casa, essas festas eram chamadas de "brincadeiras

Leia mais

Lição. História Bíblica II Timóteo 3:16; II Pedro 1:20, 21; Salmos 119:4 Na lição de hoje, as crianças aprenderão que a

Lição. História Bíblica II Timóteo 3:16; II Pedro 1:20, 21; Salmos 119:4 Na lição de hoje, as crianças aprenderão que a FRUTOS-1 Descoberta Lição 1 4-6 Anos História Bíblica II Timóteo 3:16; II Pedro 1:20, 21; Salmos 119:4 Na lição de hoje, as crianças aprenderão que a CONCEITO CHAVE A Bíblia é o livro de Deus e nós sabemos

Leia mais

MERGULHO de Betina Toledo e Thuany Motta

MERGULHO de Betina Toledo e Thuany Motta MERGULHO de Betina Toledo e Thuany Motta Copyright Betina Toledo e Thuany Motta Todos os direitos reservados juventudecabofrio@gmail.com Os 13 Filmes 1 MERGULHO FADE IN: CENA 1 PRAIA DIA Fotografia de

Leia mais

Lucas Liberato Coaching Coach de Inteligência Emocional lucasliberato.com.br

Lucas Liberato Coaching Coach de Inteligência Emocional lucasliberato.com.br Script de Terapia de Liberação Emocional (EFT) para desfazer crenças relativas aos clientes que você merece ter. Eu não consigo atrair clientes dispostos a pagar preços altos A Acupuntura Emocional é uma

Leia mais

O negócio é que minha sorte sempre foi um horror. Olha

O negócio é que minha sorte sempre foi um horror. Olha CAPÍTULO 1 O negócio é que minha sorte sempre foi um horror. Olha só o meu nome: Jean. Não Jean Marie, nem Jeanine, Jeanette ou mesmo Jeanne. Só Jean. Sabe que na França os garotos são chamados de Jean?

Leia mais

"A felicidade consiste em preparar o futuro, pensando no presente e esquecendo o passado se foi triste"

A felicidade consiste em preparar o futuro, pensando no presente e esquecendo o passado se foi triste "A felicidade consiste em preparar o futuro, pensando no presente e esquecendo o passado se foi triste" John Ruskin "O Instituto WCF-Brasil trabalha para promover e defender os direitos das crianças e

Leia mais

INVERNO Um roteiro de Mikael Santiago 25/05/2009

INVERNO Um roteiro de Mikael Santiago 25/05/2009 INVERNO Um roteiro de Mikael Santiago 25/05/2009 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS COPYRIGHT MIKAEL SANTIAGO mikael@mvirtual.com.br RUA ITUVERAVA, 651/305 JACAREPAGUÁ RIO DE JANEIRO - RJ (21)9879-4890 (21)3186-5801

Leia mais

Roteiro para curta-metragem. Karen Mudarak Braga. 6º ano. Escola Municipal Francisco Paes de Carvalho Filho

Roteiro para curta-metragem. Karen Mudarak Braga. 6º ano. Escola Municipal Francisco Paes de Carvalho Filho Roteiro para curta-metragem Karen Mudarak Braga 6º ano Escola Municipal Francisco Paes de Carvalho Filho O GAROTO PERFEITO SINOPSE Bianca se apaixona pelo aluno novo, em seu primeiro dia de aula, sem saber

Leia mais

UM SOL ALARANJADO. Vemos de cima uma pequena vila de subúrbio com suas casas baixas. Amanhece, e pessoas começam a sair das casas.

UM SOL ALARANJADO. Vemos de cima uma pequena vila de subúrbio com suas casas baixas. Amanhece, e pessoas começam a sair das casas. SEQUÊNCIA 1 - EXTERIOR - DIA VILA UM SOL ALARANJADO Roteiro de Eduardo Valente, a partir de argumento e com a colaboração de Rubio Campos. Vemos de cima uma pequena vila de subúrbio com suas casas baixas.

Leia mais