A FACE HUMANA DA MUDANÇA

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1 A FACE HUMANA DA MUDANÇA Programa de Agricultura e Meios de Vidas Sustentáveis Moçambique: Histórias de Mudança Mais Significativas

2 Créditos fotográficos: Carlos Dava, Cecília João, Helena Chiquele, Sylvie Desautels, Nélia Taimo, Alberto da Silva. 2012, Oxfam Canada As opiniões expressas nesta pulbicação são da responsabilidade dos autores e não refletem necessáriamente as políticas ou posições oficiais da Oxfam, das organizações de apoio e dos doadores.

3 A FACE HUMANA DA MUDANÇA Agradecimentos A Oxfam Canadá gostaria de reconhecer e expressar o profundo agradecimento às organizações não-governamentais em Moçambique com quem trabalhou ao longo de muitos anos e que foram responsáveis pelas mudanças que ocorreram na vida de tantas pessoas. A dedicação e o compromisso do pessoal e membros das seguintes organizações contribuiram de maneira inestimável para o sucesso do Programa de Agricultura e Meios de Vida Sustentáveis com a Oxfam Canadá: AMODER (Associação Moçambicana para o Desenvolvimento Rural) Fórum Mulher Magariro (Associação para o Desenvolvimento Comunitário) OMES (Organização da Mulher Educadora do SIDA) SAfAIDS (Serviço de Informação e Disseminação sobre o HIV e SIDA -na África Austral) UNAC (União Nacional dos Camponeses) WLSA (Mulher e Lei na África Austral) A Oxfam Canadá gostaria também de agradecer às autoridades distritais, provínciais e nacionais de Moçambique, à Agência Canadiana de Desenvolvimento Internacional (ACDI), ao Fundo de Justiça Social do Sindicato do Trabalhadores da Indústria Automóvel (CAW-Canadá) e à Oxfam Grã Bretanha pelo apoio recebido ao longo da vida do Programa ( ). 1 Acima de tudo, a Oxfam Canadá gostaria de reconhecer e agradecer às comunidades do centro de Moçambique e de Maputo que participaram no programa, e cujas histórias são contadas nesta publicação, a energia e a dedicação com que sempre contribuiram.

4 MOÇAMBIQUE Conteúdo Introdução!... 3 Programa de Agricultura e Meios de Vida Sustentáveis!... 5 Parceiros de Desenvolvimento em Moçambique!... 7 O que é Mudança Mais Significativa?! A Face Humana da Mudança! Fortalecimento de Grupos de Camponeses e de Grupos Comunitários! Melhoria das Actividades e Técnicas Productivas! Sensibilização sobre HIV/SIDA! Promoção da Participação Pública e da Equidade do Género! Mudança Significativa! Conclusão!

5 A FACE HUMANA DA MUDANÇA Introdução Moçambique enfrentou grandes desafios nos processos de reabilitação e desenvolvimento após décadas de guerra e desastres naturais. A população, na sua maioria rural, sofreu significantemente com a destruição da economia durante os vários anos de conflito. Os desastres naturais cíclicos, como as cheias e as secas, defraudaram os esforços das comunidades rurais de reconstruir os seus meios de vida depois do fim da guerra em ALGUNS DADOS SOBRE MOÇAMBIQUE População: 22,9 milhões (2011) População abaixo de 14 anos: 45% População urbana: 38%; taxa de urbanização: 4% ao ano Taxa de alfabetização: homens 63%; mulheres 37% Índice de Desenvolvimento Humano: 184º lugar entre 187 países (2011) Produto Interno Bruto per capita: $898 dólares EUA Esperança de vida: 50,2 anos Taxa de mortalidade infantil: 78,95 mortes por nascimentos Taxa de prevalência de HIV/SIDA em adultos: 11,5% (2009) Pessoas que vivem com HIV SIDA: 1,5 milhões (2009) Mortes causadas por HIV SIDA: (2009) Fonte: PNUD Relatório do Desenvolvimento Humano 2011 & CIA The World Factbook 2011 Os índices elevados de prevalência do HIV também constituem um desafio para os indivíduos, as famílias e o país como um todo. As mulheres em Moçambique enfrentam barreiras culturais que não só lhes impoêm comportamentos de subordinação e experiências de abuso mas lhes restringem as capacidades de atingir o mais elevado potencial pessoal, social e económico. Mesmo depois de um processo de paz bem sucedido, os esforços intensivos de reabilitação nacional e os investimentos estrangeiros importantes, Moçambique continua a ser um dos países mais pobres do mundo. 3 A Oxfam Canadá apoia as organizações da sociedade civil Moçambicana no seu trabalho em prol do desenvolvimento desde os anos 70. Em 2005, a Agência Canadiana de Desenvolvimento Internacional concordou em financiar a Oxfam Canadá e os seus parceiros para implementar o Programa de Agricultura e Meios de Vida

6 MOÇAMBIQUE Sustentáveis (SLAP). A partir daí, começou-se um esforço determinado para criar um modelo de desenvolvimento diferente, distinto da distribuição de bens à pobres comunidades e em consonância com um sistema que apoia as capacidades e forças das organizações e comunidades com novas habilidades, conhecimentos e confiança. O resultado foi a construção de relações robustas e respeituosas entre a Oxfam Canadá e as organizações parceiras, e entre as organizações Moçambicanas e as comunidades beneficiárias com as quais elas trabalhavam. A confiança, que está no âmago dessas relações, constituiu a fundação da mudança. Esta publicação contêm histórias de indivíduos que demostram o impacto que o maior conhecimento e a nova confiança adquiridos durante o processo tiveram nas suas vidas. 4

7 A FACE HUMANA DA MUDANÇA Programa de Agricultura e Meios de Vida Sustentáveis Em 2005, a Oxfam Canadá e as organizações não-governamentais Moçambicanas acima mencionadas embarcaram juntas numa jornada que duraria seis anos. O programa SLAP foi um programa multisectorial, com sete parceiros, implementado em quatro distritos do centro de Moçambique: Tambara, Guro, Mutarara e Moatize. Estes distritos, localizados ao longo do Vale do rio Zambeze, são extremamente vulneráveis aos desastres naturais, principalmente cheias e secas. Algumas comunidades são isoladas, especialmente na época das chuvas, o que reduz consideravelmente as oportunidades de mercado. Estes distritos também detêm taxas de prevalência de HIV/SIDA alarmantes e são áreas aonde a subordinação social e cultural da mulher está profundamente enraizada. É neste contexto que o SLAP procurou melhorar os meios de vida das comunidades rurais, construindo o capital humano e social e encorajando a cidadania activa. As quatro principais áreas de intervenção do programa incluíam: i. Fortalecimento de Grupos de Camponeses e Grupos Comunitários; ii. Melhoria das Actividades e Técnicas Productivas; iii. Sensibilização sobre HIV/SIDA; iv. Promoção da Participação Pública e da Equidade do Género. 5 A filosofia de desenvolvimento da Oxfam Canadá está c e n t r a d a n o a p o i o à s organizações e comunidades locais para identificar as suas vulnerabilidades e a procurar soluções sustentáveis que tomem em conta e valorizem o s p o n t o s f o r t e s d a s comunidades. O programa procurou melhorar o capital humano e social através da a q u i s i ç ã o d e n o v o s conhecimentos, do desenvolvimento de habilidades, e do aumento da auto-confiança dos grupos comunitários na determinação das suas agendas de desenvolvimento.

8 MOÇAMBIQUE A Oxfam Canadá apoiou as organizações parceiras locais, e estas, por sua vez, apoiaram os grupos comunitários locais através da capacitação e mentoring. O programa ajudou a criar a resiliência dos participantes através do aumento das suas habilidades para enfrentar os desafios relacionados com a igualdade de género, o desenvolvimento institucional, a produção agrícola e a pecuária, a geração de renda, o crédito e a poupança, a transmissão do HIV e os desastres naturais. A sociedade civil Moçambicana está a crescer e a fortificar-se e cada vez mais representa as prioridades, as capacidades e as aspirações do povo Moçambicano. A Oxfam Canadá trabalhou com as seguintes organizações da sociedade civil na implementaçao do Programa: União Nacional dos Camponeses (UNAC), Magariro (Associação para o Desenvolvimento Comunitário), Organização da Mulher Educadora do SIDA (OMES), Mulher e Lei na África Austral (WLSA), Fórum Mulher (FM), Associação Moçambicana para o Desenvolvimento Rural (AMODER), e Serviço de Informação e Disseminação sobre o HIV e SIDA na África Austral (SAfAIDS). Durante a vida do programa, as organizações parceiras trabalharam com centenas de grupos locais e associações nos quatro distritos de Guro, Tambara, Moatize e Mutarara, alcançando directamente mais de membros, homens (45%) e mulheres (55%) rurais. As organizações que trabalham em prol dos direitos da mulher levaram a cabo campanhas na província de Maputo e pelo país fora para a implementação da Lei da Família e a criação da Lei sobre a Violência Doméstica. Treinaram activistas e agentes da Polícia para trabalhar na prevênção, no apoio às vitimas e no seguimento legal dos casos de violência doméstica. Foi graças à visão, compromisso e trabalho árduo dessas organizações e das comunidades com as quais elas trabalharam que foram alcançadas mudanças sustentáveis nas vidas das pessoas. O propósito desta publicação é de realçar e celebrar algumas dessas mudanças mais significantes. 6

9 PARCEIROS MOÇAMBICANOS DE DESENVOLVIMENTO Parceiros Moçambicanos de Desenvolvimento UNAC (União Nacional de Camponeses) A UNAC foi fundada em 1994 e é uma união nacional de camponeses, cooperativas e associações independentes. A União é composta por cerca de membros e mais de associações de camponeses, organizados em 83 distritos, sete uniões e quatro núcleos provínciais. A missão da UNAC é de aumentar a capacidade das camponesas e dos camponeses para trabalharem juntos e construirem uma sociedade mais justa, próspera e unida. A UNAC trabalha para fortalecer as organizações de camponeses; melhorar a productividade e mercados agricolas; influenciar o diálogo politico no que concerne as questões que afectam o sector agrícola familiar; lidar com os impactos do HIV e da degradação ambientais nos meios de vida e promover a inclusão de mulheres e jovens no movimento camponês. Através do seu ecritório nacional, a UNAC tem influenciado reformas legislativas e participado em vários fora e eventos para aumentar o seu conhecimento sobre a agricultura sustentável e agir nos assuntos importantes para os camponêses do sector familiar. A UNAC é membro da Via Campesina o maior movimento camponês e produtor artesanal de alimentos do mundo. Magariro (Associação para o Desenvolvimemnto Comunitário) 7 A Magariro foi fundada em 2001, e é uma organização de desenvolvimento comunitário baseada na Província de Manica. A Magariro capacita pessoas e grupos desfavorecidos para advogarem pelo seu próprio desenvolvimento.

10 MOÇAMBIQUE A Magariro procura melhorar o acesso e a qualidade da educação básica no nível primário e da alfabetização de adultos; melhorar as opções de meios de vida; aumentar a participação das comunidades rurais marginalizadas nos processos de governação; mitigar o impacto do HIV/SIDA e dos desastres naturais nas famílais afectadas; e fortalecer a sociedade civil Moçambicana, através da capacitação nas áreas do desenvolvimento organizacional e da governação. A Magariro também presta serviços de resposta a nível local em situações de desastres naturais. No programa SLAP, a Magariro focou as suas actividades em círculos locais de influência, grupos de criação de animais, bancos de sementes, grupos de poupança e crédito e comités locais de gestão de calamidades naturais, através do seu escritório baseado em Tambara. AMODER (Associação Moçambicana para o Desenvolvimento Rural) A AMODER foi criada em Setembro de 1993 e em 1999 foi licenciada pelo Banco de Moçambique para proporcionar crédito para o desenvolvimento rural. A AMODER tem oito escritórios em sete províncias. As principais áreas de intervenção da AMODER incluem a provisão de crédito para a comercialização e o processamento de produtos agrícolas, insumos agrícolas, equipamentos e bens de consumo, transporte, assim como crédito para actividades pesqueiras, incluindo a comercialização e o processamento de mariscos. Direccionando assistência financeira para os empresários, que apoiam as actividades de camponeses e pescadores, a AMODER proporciona mercados operacionais às comunidades rurais e renda melhorada para satisfazer as suas necessidades básicas. OMES (Organização da Mulher Educadora do SIDA) OMES foi estabelecida em 1994 na Província de Manica e é uma organização comunitária cujos 125 membros e activistas são predominantemente mulheres envolvidas em assuntos relacionados com a actividade sexual comercial. O mandato da OMES é o de educar as mulheres trabalhadoras de sexo e os seus clientes, incluindo camionistas, assim como a comunidade em geral sobre o HIV/SIDA. A OMES também trabalha para mitigar os impactos do HIV através do aconselhamento, programas de cuidados domiciliários e actividades de geração de 8

11 PARCEIROS MOÇAMBICANOS DE DESENVOLVIMENTO rendimento alternativo para as trabalhadoras de sexo. A OMES teve um papel importante no apoio dos outros parceiros da Oxfam Canadá para integrar a sensibiliazação do HIV no seu trabalho. SAfAIDS (Serviço de Informação e Disseminação sobre o HIV e SIDA na África Austral) Estabelecida em 1994, a SAfAIDS é uma organização não lucrativa com escritórios no Zimbabwe, Zambia, e Mozambique. Em Angola, Botswana, Lesotho, Malawi, Namibia, e Tanzania a SAfAIDS opera através de parceiros locais. A SAfAIDS almeja promover respostas de desenvolvimento éticas e eficazes à pandemia do HIV/SIDA, através da gestão, desenvolvimento de capacidades, advocacia, análise política e pesquisa na região austral da África. As suas principais actividades incluem o desenvolvimento de capacidades; produção de informação; recolha e disseminação; desenvolvimento de parcerias e redes, e promoção de diálogo. Em Moçambique a SAfAIDS trabalha desde 2008 com organizações não-governamentais, especialmente os parceiros da Oxfam Canadá no âmbito do Programa de Agricultura e Meios de Vida Sustentáveis, fortalecendo-as para lidar com desafios do HIV/SIDA. WLSA (Mulher e Lei na África Austral) 9 A WLSA foi fundada na região da África Austral em 1989, e em Moçambique em A missão da WLSA é de contribuir para o bem-estar da mulher, no seio das suas famílias e na sociedade, através de pesquisa e formação assim como de advocacia para reforma de leis e políticas. Entre as várias iniciativas da WLSA, contam-se as formações e acompanhamento da polícia sobre os direitos humanos da mulher e da criança vítimas de violência. Através dos seus programas de pesquisa e de advocacia, a WLSA contribuiu de maneira importante para a reforma da Lei da Família e a criação da Lei sobre a Violência Doméstica em Moçambique.

12 MOÇAMBIQUE Fórum Mulher O Fórum Mulher foi fundado em É uma rede de 84 organizações locais, nationais e internacionais que trabalham na área da igualdade de género e defendem os direitos humanos das mulheres. Tem como meta a transformação dos princípios e práticas culturais e sociais que subordinam a mulher, desafiando a hierarquia e as relações de poder entre as mulheres e os homens. O Fórum tem uma perspectiva feminista, serve de mediadora entre a sociedade e o Estado no que diz respeito às políticas do governo e ajuda a fortalecer as organizações que trabalham na área dos direitos das mulheres. O Fórum Mulher tem assumido uma função vital e alcançado reformas significativas na legislação e políticas públicas em Moçambique, particularmente na nova Lei da Família de 2005 e na introdução da Lei sobre a Violência Doméstica em O Fórum Mulher esteve na vanguarda de vários processos de reforma tais como o processo de consulta da estratégia nacional de combate à pobreza (Plano de Ação para a Reducão da Pobreza - PARP), assegurando que os direitos da mulher e a perspectiva de género fossem reflectidos nas políticas e planos do governo. 10

13 MUDANÇA MAIS SIGNIFICATIVA O que é Mudança Mais Significativa? A técnica da Mudança Mais Significativa (MMS) é uma forma participativa de monitoramento e avaliacão. É participativa porque vários intervenientes relevantes ao projecto estão envolvidos não só na tomada de decisão sobre os tipos e âmbito das mudanças que devem ser registadas mas também na análise dos dados. É uma forma de monitoramento que acontece ao longo do ciclo do programa e produz informações que ajudam os vários actores a gerir o programa. Contribui para avaliação do programa porque gera dados qualitativos sobre o impacto e resultados que podem ser usados para avaliar o desempenho do programa como um todo. Esta técnica procura saber os pontos de vista dos beneficiários e outros intervenientes relevantes; algo significativo sobre o programa e como este impactou nas suas vidas. Um traço importante e único da MMS é a possibilidade de recolher informações sobre as mudanças que não são esperadas ou difíceis de detectarr e ao mesmo tempo a oportunidade aberta aos beneficiários de identificar as mudanças que têm ou tiveram mais significado para eles. O processo envolve a recolha de histórias sobre MMS junto aos beneficiários e a seleção s i s t e m á t i c a d a s m a i s significativas dessas histórias por painéis formados por intevenientes relevantes ou pelo pessoal das organizações que enquadram as acções. Depois de identificar o domínio de mudança a ser monitorado, as histórias de mudança significativa são recolhidas junto das pessoas directamente envolvidas, tais como beneficiários, partipantes ou pessoal de terreno. As histórias são posteriorimente analisadas e as mais significativas são selecionadas. As histórias selecionadas são então verificadas através de visitas aos locais ondem os eventos ocorreram. 11 A técnica MMS foi introduzida no SLAP no úitimo ano da sua implementação. Depois de cinco anos de implementação do programa, muitas experiências foram adquiridas e lições aprendidas. Algumas delas foram documentadas em estudos de casos, pesquisas, relatórios, revisões e avaliações, mas uma grande parte está para ser

14 MOÇAMBIQUE documentada sobretudo no que diz respeito ao impacto do programa na vida das pessoas. Em Julho de 2010, um seminário de dois dias sobre a MMS foi organizado com o propósito de formar o staff da Oxfam Canadá e alguns dos parceiros, selecionados na base das suas habilidades técnicas para recolher e documentar o impacto do SLAP em formato de história. Além do staff da Oxfam Canadá e pessoal das organizações parceiras, uma consultora local também foi formada no mesmo seminário. Depois da formação, a consultora organizou uma formação semelhante para os parceiros no campo. A consultora acompanhou em seguida os parceiros no processo de recolha de histórias de mudança mais significativa; estes parceiros continuaram depois o processo de forma independente. O pessoal da Oxfam Canadá que participou na formação também teve a oportunidade de fazer uso das novas habilidades através da recolha de algumas histórias de mudança e um certo número delas fazem parte desta publicação. As histórias recolhidas foram analisadas pelos parceiros e em seguida teve lugar a selecção das histórias mais pertinentes a incluir nesta brochura. Cada história foi reconfirmada pela pessoa que a contou e que deu a sua autorização para que uma foto sua fosse também incluída nesta brochura. Para respeitar a privacidade das pessoas mencionadas nas três histórias sobre o HIV, os seus nomes foram omitidos e substituídos por outro, fictícios. As histórias selecionadas foram resumidas, tentando preservar cuidadosamente a essência da mensagem das pessoas que as contaram. Expressamos os nossos mais sinceros agradecimentos a todas as mulheres e homens que tão generosamente partilharam conosco pedaços das suas vidas. Esta publicação é delas e deles! 12

15 A FACE HUMANA DA MUDANÇA A Face Humana da Mudança Introdução: O Programa de Agricultura e Meios de Vida Sustentáveis foi implementado nas províncias de Manica e Tete, na região central de Moçambique, e no âmbito nacional através de actividades de advocacia implementadas por dois dos sete parceiros. Na Província de Manica, o programa concentrou-se nos distritos de Tambara e Guro. Tambara é um distrito que ficou relativamente isolado devido à guerra que perdurou entre 1980 e Além deste facto, o districto, que é extenso geográficamente mas pobre em termos de infra-estruturas, é constantemente fustigado por cheias e secas. Este cenário levou as pessoas de Tambara a tornarem-se bastante dependentes da ajuda externa e muito passivas em relação à definição do seu próprio destino. Também limitou os serviços disponíveis, particularmente em termos de extensão agrícola e pecuária. As normas culturais e tradicionais são igualmente fortes neste distrito, contribuindo para enraizar a subordinação da mulher e aumentar a sua vulnerabilidade à infecção pelo HIV. A UNAC e a Magariro trabalharam com as comunidades rurais em Tambara não só para melhorar os seus meios de vida agrícolas e a participação nos processos locais de governação mas também para aumentar o conhecimento sobre o impacto das normas culturais e tradicionais sobre os direitos das mulheres e a vulnerabilidade ao HIV. 13 Guro é um distrito frequentemente afectado por secas que prejudicam a subsistência dos camponeses, que dependem predominantemente da chuva para a colheita de excedentes. Este distrito está localizdoe numa importante via de transporte que liga o norte e o sul de Moçambique. Esta via é usada por muitos camionistas provenientes de países vizinhos; um facto que estimula o mercado do sexo. Por conseguinte, o distrito tem um grande índice de prevalência de infecções relacionadas com o HIV. A OMES está presente neste distrito e leva a cabo um trabalho extensivo de sensibilização com os grupos considerados de risco assim como com a população em geral.

16 MOÇAMBIQUE Na Província de Tete, o programa concentrou-se nos distritos de Mutarara e de Moatize. O distrito de Mutarara possui um clima seco e árido, impróprio para a agricultura, e é constantemente afectado por desastres naturais, como secas e cheias. Devido à sua situação geográfica, ao longo do Rio Zambeze, muitos camponeses aproveitam dos períodos em que o nível da água baixa para praticar a agricultura. Contudo, qualquer aumento nos níveis de água, tanto natural como causado pela gestão de barragens, pode ter um impacto nos meios de vida dos camponeses. A UNAC trabalhou com grupos de camponeses em Mutarara para fortalecer a resiliência aos desastres naturais e, em parcerias com a OMES, para aumentar a consciência sobre os riscos de infecção pelo HIV. Moatize é um distrito na fronteira de Moçambique com o Malawi e constitui uma das mais importantes rotas de transporte entre este país e a costa. Esta situação geográfica e o tráfego de transportes terrestres aumentam os riscos de infecção pelo HIV, cuja prevalência no Malawi continua a apresentar níveis de alarmante. Moatize sofre de secas como a maior parte da região do Centro. A UNAC trabalhou neste distrito para melhorar os meios de vida dos camponeses sobretudo fazendo a disseminação de conhecimentos sobre técnicas agrícolas sustentáveis. As histórias que apresentamos a segir foram recolhidas nos distritos de Tambara, Guro, Mutarara e Moatize e na Província de Maputo, aonde as organizações pareceiras estiveram presentes criando conhecimento e aumentando as habilidades e a confiança das comunidades e individuos para suscitar as mudanças que estas histórias descrevem. 14

17 1. GRUPOS DE CAMPONESES E GRUPOS COMUNITÁRIOS Fortalecimento de Grupos de Camponeses e Grupos comunitários Calisto Micajo Candeeiro Com planificação, tudo na vida sai positivo. Distrito de Tambara, Província de Manica, Novembro de 2010 O Senhor Calisto vive em Buzua, uma área isolada de Tambara. Ele é camponês e possui uma pequena machamba (área preparada para cultivo). Ele participou em várias discussões sobre o desenvolvimento do distrito através do Fórum Local. O Fórum Local é uma estrutura que faz parte do processo de descentralização implementado pelo governo. Este processo reúne as organizações da sociedade civil para definirem as prioridades locais e decidirem da atribuição dos fundos das comunidades para solucionar os seus próprios problemas. O Senhor Calisto explicou-nos o que é um Fórum Local e qual é o seu papel: Em 2006, o governo começou a entrar zona por zona para informar as comunidades que deveriam constituir Fóros nas Localidades. Nós não sabíamos bem o que era isso, até pensàmos que era apenas para discutir sobre a fome pois tinha havido uma grande seca e havia fome naquele ano. Eu fui eleito membro deste Fórum e um mês depois fui escolhido para presidente do mesmo Fórum. Depois fui escolhido para ser membro do Fórum Local do Posto Administrativo e mais tarde do Conselho Consultivo do Distrito. 15 Logo depois, nós membros do Fórum fomos chamados pela Magariro para sermos formados. Tivemos vários encontros de formação. Aprendemos muita coisa. Trabalhávamos muito em grupo. Discutimos a nossa visão do distrito; aprendemos a fazer levantamento de necessidadesnas comunidades; aprendemos a fazer projectos; a fazer planos de actividades e a monitorar as actividades.

18 MOÇAMBIQUE Aprendemos sobre o fundo comunitário de 7 milhões de meticais (cerca de CAD$ 265,000) que o governo estava a dar para todos os distritos. Aprendemos o objectivo deste fundo; como conseguir este fundo e como seleccionar quem deveria receber assistência. Todas essas formações que recebi e que o Fórum Local recebeu fizeram muita diferença. Eu vejo como desenvolvi a minha consciência. Aprendi muitas coisas que nunca sonhei na minha vida. Aprendi a desenhar projectos; a fazer planos. Antes, eu só entrava na machamba e trabalhava sem fazer plano nenhum. Aprendi a planificar e a monitorar as minhas actividades e por isso tudo na minha vida está a sair positivo: consegui obter gado e uma charrua; melhorei a minha casa - coisas que nunca pensei conseguir... Mas foi graças a ter aprendido a planificar para alcançar os meus objectivos. A existência dos Fóros Locais também fez diferença nas comunidades. Antes, a população não tinha palavra; só assistia quando o governo chegava para abrir uma escola ou inaugurar um furo de água. Agora não. A população é consultada sobre o local aonde construir a escola ou instalar o furo de água. A população já se sente livre de falar; não tem medo de participar. Gilberto Moisés Canheze Despindo o casaco de chefe! Distrito de Tambara, Província de Manica, Novembro de 2010 Gilberto Canheze foi nomeado administrator do distrito de Tambara em Gilberto disse-nos que apesar de apenas só ter dois anos na liderança no distrito, ele pode falar-nos das mudanças provocadas pela intervenção da Magariro. (Associação para o Desenvolvimeto Comunitário). 16

19 1. GRUPOS DE CAMPONESES E GRUPOS COMUNITÁRIOS A Magariro promoveu muitas iniciativas boas como o Banco Agrário, o Banco de Animais, o Grupo de Poupanças - e tudo contribuiu para que a fome não assolasse o distrito como em outros anos. Mas para mim a coisa mais importante é que a Magariro é uma organização que tem uma abordagem participativa; muita aberta ao diálogo e à discussão. Um exemplo que me marcou foi um encontro de Chamada de Ideias que eles promoveram em Setembro com membros do governo local, membros da comunidade, ONGs e empresas públicas e privadas com o objectivo de encontrar caminhos para o desenvolvimento do distrito. Para mim, o encontro de Chamada de Ideias foi importante porque vi duas coisas novas. Primeiro, foi uma reunião onde as pessoas não fizeram só pedidos, como era a norma, mas ao contrário identificaram opções para atingir o desenvolvimento do distrito. Segundo, foi uma uma oportunidade de me despir do papel de chefe e discutir em pé de igualdade com todas as pessoas e não dar ordens. Senti o compromisso de todos e senti-me mais leve, visto que analisar os problemas, encontrar soluções e tomar decisões em conjunto reduz o risco de tomar decisões erradas que podem prejudicar a vida de milhares de pessoas. Claro que falta agora verificar o que vai ser implementado de tudo o que foi falado, mas a realização de um encontro desta natureza aqui já foi um grande passo em direcção ao desenvolvimento. 17

20 MOÇAMBIQUE Dinis Maqui Agora sou PESSOA! Distrito de Guro, Província de Manica, Novembro de 2010 O Senhor Dinis Maqui é o presidente e agente comunitário da associação Kumuda (Despertar em Nyungue). Ele contou-nos como a vida dele mudou desde que se tornou membro de uma associação. Eu sou Dinis Maqui. Tenho 37 anos; tenho 8 filhos e estudei ate à 4ª classe. Sou camponês; o meu pai era camponês e a familia sempre foi camponesa. Conheci a UNAC quando fui convidado para participar numa assembleia. Depois de ver como as pessoas discutiam problemas, achei que seria bom criar uma associação aqui na zona para discutir os problemas que nos afectam, a nós os camponeses. Participei em muitas visitas de troca de experiência em Tete, Chimoio, Nampula, Tambara, Gondola e Sussudenga, onde aprendi como se faz adubo orgânico e como evitar a erosão; sobre pecuária básica e como se formam e funcionam as Uniões Distritais de Camponeses. O uso do adubo fez aumentar a minha produção de cebola. Agora produzo mais quantidades e cebolas maiores e assim consigo bons preços nos mercados. Com o dinheiro que obtive, consegui melhorar a minha casa que agora é de tijolo queimado e tem cobertura de chapa de zinco. Antes era de tijolo cru com cobertura de capim. A diferença que vejo em mim, antes e depois destas trocas de experiencia, é que agora sou uma pessoa que tem conhecimentos e beneficia do acompanhamento da UNAC. Antes não tinha conhecimentos e fazia as coisas sózinho, só da minha cabeça. Antes eu trabalhava a terra sózinho. Agora tenho duas pessoas permanentes e contrato pelo menos 6 pessoas temporárias para me ajudarem na machamba que agora tem 4 hectares. Só para ver: em 18

21 1. GRUPOS DE CAMPONESES E GRUPOS COMUNITÁRIOS 2000 eu tinha apenas 0,5 hectare e não tinha muita coragem para aumentar a área. Com os conhecimentos que obtive da UNAC, ganhei força para aumentar a área de produção. A minha vida melhorou tanto que as pessoas começaram a falar que eu tinha ido ao curandeiro. Eles não sabem que este curandeiro é a UNAC! De tudo que vi e aprendi nas trocas de experiencia a coisa mais importante para mim foi descobrir que eu sou uma pessoa! Descobri isso quando fui participar na Assembleia da UNAC em Maputo. Eu nunca tinha ido à capital do país, foi a primeira vez. Nem o meu pai chegou a ir a Maputo! Quando me vi junto com 110 pessoas discutindo os problemas do país, dei-me conta que nós, camponeses, temos muito peso neste país; afinal a nossa opinião conta muito. Antes, eu não me achava pessoa, me achava um camponês, assim meio marginal, vivendo aqui nas margens do rio Luenha. Hoje não. Eu sei para que serve um Presidente, os Ministros, os Deputados. São, coisas que aprendi em Chimoio. Aprendi que nós temos o direito de ser ouvidos. Aprendi mesmo que sou pessoa não só porque tenho documentos, mas porque tenho voz! Maria Deniasse Dinheiro certo em casa Distrito de Guro, Província de Manica, Novembro de 2010 Maria Deniasse é uma jovem camponesa, membro da Associação de Camponeses de Sanga. Ela contou-nos o que mudou sua vida ao participar na associação: 19 Chamo-me Maria Deniasse, tenho 26 anos, sou camponesa, Cursei até 9ª classe. Sou casada, tenho 2 filhos pequenos. Junto com o meu marido temos 4 machambas. Plantamos milho, mapira, feijão-nhemba, abóbora, gergelim, amendoim, feijão jugo, feijão boer, mandioca, couve, cebola, tomate e cenoura. Costumo

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