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1 R rd a ç A o «O f lr ln a * A N O IX N o D i r e t o r F e i p e s e á v e l : S A L V A D O R F E R N A N D E S R u a A n to n lo C. M o rl, W) T E L E F O N E 3.1 <11 I t l X I K l s V H il Recado Diário O srti p rogram a para h o je ja r s lá <lv Irrm in a ilo : p rin w iro, á s 11 lioriis, ir 1*0 BPPOp o rlo para sa u d a r r lio m rnaip ar. c o iiin o, o gra n d e lid. r ItO ltlr T O VltlÚ l «O D ItÊ. d r p o is, co m r ir r rom o l)r. W ln d or. Ir a lr a Á gu a tia Yratln. a s s istir a o a lo o lc u e dr in a u g u r a r ã o r h r n r á o d as in sla la i «>rs ila XOItTX. Ilo jr, o seu p rogram a «fesliu». POVO DE OURINHOS RECEBE HOJE COM Indicador profissional comercial e industrial da Região A ssis P á g in a 7 Botucatu P ág ie i*.1 Ourinhos P á g.n a 4 Santa ( P á g in a 0) Cruz l S E TÊLHAS D E UIBIXHOS ( IR A.M ICA N. SEN H O R A DE PAT1M A A ntônio BertagnoU T e lh a s p a u lis ta s e franc^as R u a R epublica 113 V ila O dilon CERAM ICA VITÓRIA G e llh e rm e F erra will T tlli^ s de todoe o» tip o s CERAM ICA N. S. APA ItEC IDA Z ai» A I Uh o i T e lh a i e r CERAM ICA S ta. MARIA A ntônio N o gueira T eliiaa e tijoloe C E R A M M A I M A O C iro B arboaa T e lh as e tijo lo s VILA O D II.O N O ran iu a S ta. B A RBARA Oiílas N une^ C am arg o 6, n ih o s VILA O D ILO N (l.r A M K A B R A SIL C áaar BoraU T e lh a s e tljoloa < M X 11 < ' 1 X ' O n o f r r P * * q a r U T e lh as d e to d o s oe tlpoe VTLA O D IL O N O s Melhores Produtos da região FESTA 1 VISITA 0 0 DEP. ABREU SODRÉ t» Pov.S de Our n lio s.rrrrb r lio jr." )m 1'ilnlo. i X (Io d r p u l t i d o A b r e u S o d r é. p r r ^ i d e u l e «Ia im M i. ( I KAMI» 4 N U. LU ZIA M ário M srioto T elha* de todoe os tipos C ERA M IC A MAC) PAULO A ru tldm IrrT M o ll R u a Ite p u b llc s, 510 I j ^ ç i s l a l i v i i 'I o K A la d o. q u e. a c i u i m I. d o f i r W n d o r A n t ô n i o R e t a d o s S a í d o \ «m i ' i r u l e n i d a d r s d«i n a u g u r e ç â " «!«' A O R T A. \, _.,d.i d o g r a n d e l í d e r t ( e n i o e r «l n e» l á n i a r 1 *p.*s d«u h P r u d e n t e. m n J r o «Jp p u h c l» ) A b r e u < d i v p r o n u n c i o u c o n f c r è n c i u n a h o i f e d e o n l m i. r e :< k p ç ã o 0 p r e s id e n te d o L»'g 'l.«llv o B u ltl e á ; g u iip d.. n. a r p o r lo p l" D r. W l n d í A n tô n io R«d o s S n t J u l^ d v D r H " d C rn i( i e p e lo. (Je n ia l d ir e to :, A O R T A s á recebi»! a in d a p e l o s m e m 1 M u n lc ip I d a U i.iã ' D m o c r á t lc a N cfc n a i.»iuo * n \ ;,rx d e UU( n h e n e <iue O re c e p ti< n a r á k U v «m.m * P o r <u t 1 " io. d e tò d a M éd ia S» ab" n p r e. fe ito p ri ld n 1 d e C'ô 1 m r a e V erea» ' re<» ta j r ã o a g u í r d a n d o o < lesem i, r q u e d o l í d e r im lenlsto lv t a r ã o p r e t e n t e s, t n t r e u t r. o d e o u ta d ') S v e F r a z E g r j i ; o s r. 1 é O sílm IM cdade. v lc e R io P.r d,» r F r n a n d o I o s é d!4antoe» líd e r cl«u D N n i < r e z e i r v; <, r I é B o IfB rtn l «T e o lô n lo R lb e lt ii p re fe lt'> * p r e s id e n te d a ("à't iara M u m «'lp.il «! C â n d id o M ui. M a n u e l B lo n c o. d e P lr a j u ; ( I K 4 M IG A O R I E N T E I r m á 'm R o d r í g e r e M aril h a s táe C u r va» Ju n çõ es Bl Í6e«. Etc. R u a P a ra n á, 830 C aix a P o sta l 113 O m a V u n. p. f e i t n.u n k p iil d S ã o J V d r o d T u r v o ; A m ó n i F < tite, r c f «to m u n U ip I e X u v n te ; J ã o (.'ard«> n f e ito d " ( 'e m tli < C v r l á V ia n a, p f e it d T im b u r l; e o u tr i [ ir e fe ito s t. v e r a d o r e d u n g lã X IM IT A \ o P R K H I D K N T i: UM DA U D N IN I A p ó a s i t l r à c e vim ô i, d r in a u g n r ç ã o dti A O R T A. " d e p u t a d o A b r e u S d r é v L lt.ir á. e m u a r»1 ld ê ik i.i p r e i d e n te d o U D N. 1 B eiteí.iti» M o n te i ro.» u e c i>ub n» te u roc**niem «n t c u m I n te r v e n (,ã c irú r g ic a O p re d e n t e d o A «em bléki de< 'm b ;m c.ii á e m eom panhlíi dk> j «.rna 111.» S a lv a d o r F erru n rad e, C lltx M IG A < O M I.K I IA I. O rlan d o F an lim iu R u a P a ra n a p a n c m a. 110 < E R A M I( A Háo l*h»ko N a rrl/o F rrra//o ll T e lh a s d e todoe oe tipos < ERAMIC A Nlu A NTÔN IO Irm á o a F a n tln a tl T e lh a s d e todoe os tlpoe ( I M M I< A M AItABA B ru n o R adn q u e ( g u lu o n te m p a r.i P.ir a g u e u P a u llz.i. d e n d e v la jf tt, o c m i A b r e u S o d ré. p a r a P r e d e n t a P r u d e jite Inauguramse insfalações da AORTA X A sso cia çã o U u r in h r n sr I tr a li/a d o r a tlr T r a b a lh o s A s s is tr n c ia is \ a i in a u g u r a r lio jr, á s!» h o r a s, a s dm&s po n te ir a s u n id a d e s dr s u a s in s ta la ç õ e s. d e stin a d a s a a m p a r a r a s la m ília s tios p r e s id iá r io s p o b res, o a c o n te c im e n to r c v e s le se d a m a io r im p o rta m ia p a ra lòtla a C om arca tlr O u rin h o s, q u e s e m o stra p io n e ir a n e s s e te r r e n o RK< U P t à O A O S C O X X ID A D O S D e s d e a t a r d e d e «n te m j á co m eça" m.. ch g^i f i u r i n h d e S ã a P a u lo e ('a A Jta» S o i( c ilx in a, «í u «r ld a d e s c o r.v ld a d p o v a í 1 1 a o a '.. s le n ' d o in a u g u r a ç h o D u r a n ie ta rd e. <liegoa à n sso c i d a d e o Di C é s a r S a lg <i F n c a r r e g a d ' d> D lix t o r l I i n s t i t u t o L a t i r A m e i L o n o d e C rlm r o l. g i «E s íi a u t i d. d e c o n t in u i ã c h e g a iu l in d a a O u rinhui< d u r.t tt a m a n h ã d r h jo, d el(h.uu! s e a d 1 r e t r. (Li A O R T A p a r a a e s ta ç ã ) rl» S o ro c ü b a n i. a f im «! r e c e p c io n á 1 E «ta s e n d : a g u a r d d is, c n d o r S im u e l F e r r e i r a N e g r ã o. O r r e g. a 1 G r a l d lu t lç a ; D r L u to 'e M ell K u j x v k y, P r o í t u d r G o ra i d ju s f.ç.i d o Ex»tad ; D r. M á r io d e M u r a v A l b u q u e r q u e. ( ' n e g e d o r d ' M ln is té r i P ú b ü c d o E ta d ' ; D r. V ir g ílio L p e d S Iv a. M> c r e t á r l o d a S e g u r n ca i ú b li( ; D e e m b. r g a d r I a q t i i r i d Syll* s. P r e s id e n t e d o T r i b u n a l dv lu s ib, i, D r I c G e: Id o R d r tg u e d A lk n v n. P r id e n te d<> T r i b u n a l d e A l ç <l.i, J u íz e ^ e P n m o to ' d a c: p.t 1 e d e tò ó a i A l ta S r c a b a r, a lé m d»1 d e j> u tado' R o b e i t A b re u S li é, p i a s ld e n t e (Ia A >aenvb lé ii L e g l a ttv.< (' F " d. o u e s e r á re c e b id».» 'I h i i. n o a e r o p v t 1 c a l. \ iix lo d Ib e s x ic n te P r u d e n te. IX XI (.1 lt.x( \ o O a t..i e n e d e in.m g u i iç ã d a i e á íipó» a c h e g a d a d o d e p u t a d o A b re u S o d r é, r u m a id o t«d > p a r a a A g u : d V e a d a, o n d e fo VIDRAÇARlA REGINA ia *»e Seul* HU.I u UK.IU I.no. MU OURINHOS T e lh a s em. C ERA M IC A s. JO A Q U IM I T e lh a s em. C E R A M IC A NAO JO A O Jo ão F a n tln a tl X T e lh a s rrn geral. < c ram lea S U III R M IN IA F e rra ri A arn e v a ll T clliu a «tu. ia> Fal rá n rtunbl (ltte o D r W in i A n tô o R(. d S a n t' <. p r v i d a n t e d a A O R T A. e m n ir e d a d lr e t' r.v. E m i \ i w i i i i x i»i : Hermínia Crivelari Ferrari ngrh lirve.sfm isibiliziiikt, u Iod os tjiu* n e o iif o f l i i n i m no tlo lo fo s o Irnuse P *r u p a s s o u r c o n v iila o s p a r e n te s «a m ig o para u l jivmi,i m issa de T.o d ia q u e ís f ii <i I ii,i M alriz «Io s. nliur Itom J«>d>, a m a n h ã, dia 18, lis 7 IM how is. p o r m a i s rs lr* a I o «!«p e l ig if m «n n / i i «1«. agra<k*<m i. C ERA M IC A PA R A ÍS O I r r n a n d o Paw hal T e lh a s em V ILA Q D IL O N O rra m ir» BANOI IR A N T E 8 A lb erto P a s rh o a l Telhai» em C l K A M IC A 81.» LU CIA M au rielo F e rra io ll T e lh a s cm g e r a l m e d u p r e s id i á r io d e v e r á í 1 r u m do> i iv s o s. E m e g u id a. i á d ariu a h ê n ç ã i i iiisltilaçõc.. <pelu P e. L iu ílio U b u r d i. d a a s4 slr m ia so c ia l. \n**ce a ob ra da in ic ia lit a r d o id ra l d o l)r. W in d o r X n tôiiio R o sa d os S a n to s, J u iz «Ir D ir e ito da C o m arca dr O u rin h o s. ip ir o b te v e, a lé m do a p o io in c o n d ic io n a l dr n o s. s a so c ie d a d e, o in c e n tiv o v o s a p la u so s dr to d o s. B A N Q U E T E A p ó a c e r lm õ n l len* r o n v i d d o s c p e c ia i d ir i g tr'i.* ã> à F azen* i S ã B e n to, d.1 O p. : lz v«m o f.r r e j. «n d e lh e >. t á fe re c xl i u r o c o q u e te l <?, a p ó. u m b a n q u e te T. m h é m w a j u r e c > (SráM a b o d W lavra < I II AMICA S ta. IN f.s O táv io B rlrl R u a T ijo lo s R epu b lica. 816 Jo*e ( aruihi B»letl T e lh a s em VTLA O D IL O N C rra m lc a 8. B E N E D IT O Irm ã o s H oares R u a P a r a m p an e m a N )» <1.i i. r d e e i á f e.t u m a v l ã b à U 3 II :..v S lt O * a n d e. T ò d a s.i lo r á tla d e s s e : ã o f i l m < l ' p e la C n iv. n h i C in e m a :».;t a f c a " P r l 1 cuj tinen*. u grafltas d g a d e n te m A prdra fnndament*' C ERA M IC A 8 AO K FB A STIA O e n c o n tr a m~<i r r n O x irin h o. f Im a ra l o s trt. i. pi'x Im portantes tia cidade. A ORTA fu i la n ç a d a n o tfs h U e tijo lo s P a le rm a A G a rc ia V ILA M USA t d ia 4 d r J u n h o d ru tr ano. A As Borlaça» ( lu r tn h r n e r R ealiz a. d»*ra d r T ra b alh o» A ssiste n. ria is r r p r r s e n ta, p «ra O u ri n h os. n io a p e n a s m a k u m a e n tid a d e de o rla i m as u m a a s s i s t ê n c i a que a in d a n á u fo i fe ita e x p e rieiiria em n e n h u m i o u tr a r ld a d r do pals No r lir h e o Dr. W ln d o r A n tô n io R osa <l"«s an to s,.luir «Ir D ireito d» t o m a rra de O u rin h o s, fala <!"» tr a b a. 1I.N a que a AOR l A >e d r». tln ara. por ocasião do la n ça m e n to d i p ed ra lu n d a. m e n tal. H oje. r u n c re tlz a.e e seu Ideal. Ladrilhos Granitos

2 DIAR10 DA SOROCABANA O u rin h o s, D om ingo, 17 fio D o /o m b ro de lílfil EDITAIS DE P (O M.lItVA 1116 O l ItlX IIO f 1.8VADO l>lí S.lO l'.ávl0 F riçu c a b e r q u e p r e te n d e m ca$ar.«e e a p r e s e n t a r a m os d o c u m e n to s exigidos p e lo r.r t. 180 n os 12 3 e 4 d u C ó d ig o C iv il. FR A N C ISC O ROSA SOA R E S e M A R IA H E L E N A D A N T A S D E A R AÚJO. >endo, o p re te n d e n te, n a s cid o em P o m b a, E s ta d o d e Mino.* G enals, o o s 15 d e m a rç de tnklust i lá r t. so lte iro, d nvivili >do e re.lilente m \<te D is tr, i. ô ru a 13 dv M aio n.o <195, filh o do Ai lindo R.' <i S..n v s e do d. MarLa J o sé S oares; e. o p re te n d e n te, n..clda em E p la n a d a. E s ta d o da B d ita...,s 29 dv analv de 1942, d e p re n d e i d m é ticas, ultviva. d 1mlcilUdn e re s id e n te n e ste D istrito. íi i ua 11 d e J u lh o n.o 717 filh a d e O th o n ie l G ^nçalveg d e A r a ú jo e d e d. An.1 D fitas d e A r a ú jo. S e a lg u é m s o u b e r d e nl g u m I m p e iliiiic n to o p o n b a o n a f o rm a díi lei L i v r o p r e s e n te p a r u s e r a f ix a d o em c a rtó r io, o p u b lic a d o pclu I m p r e n s a lo c a l. O u rin h ". I dv D ezem b ro 1961 O Ofici 1 J O S E P E D H O S O * * EaÇo s a b e r q u e p re te n d e n casa rse e a p re se n ta i am os docum entos exigidos pelo VERSÁTIL como os pequenos... FORTE como os grandes... ECONÔMICO como ê/e só! a rt. 180, n o s 12 e 4 de Código C ivil. JO S É L O P E S < F R A N ( ISCA S IQ U E IR A, "iid ", p re te n d e n te, na cid o vm P ra ta, d ê ste E sta d 10 d e g e te m b ro d e 1932 m o to rista, voltoino. diom lclhado e iv idente neste D istrito. A ru a Jn. (' F e lip e il 1 \ 111 1, N1 d J o ã o A ntônk L o p e s 0 de d. Car\ llna M aria dv J e u ; e, a p re te n d e n te, nflscld em A ssis, d ê s te E sta d o. 5 de a b ril de de p r e n d a d m é v tle a s, M dtel 1.1, d o in icill id.i < r e s id e n te iu.lt* D is tr ito, it r u a J<< é F e lip e <l.i A m i;mí n / 1078, filh a d e J o ã o P e r e ira dv S iq u e ira <* d e d. I g n e z F lu u zln a d e J e.;'. Re nlguém souber de algun.«iiprillmrnlo. opunhiio n a for m a d a tel. I.nvro o p ru e n le pa i* 1 a e r nfix ulo cm r m l ó il», e imblltado pela Im prensa local, publleudi» pela Im prensa local O u rin h 4 ti D e z e m b ro d v 1961 O O fic ia l J O S E PED ROM W CIPOSA A N lv E K H Á ltlo S F A Z E M A N O S H O J E D aniel L e lrls o J o e l M o ita J ão d e S u z a C tir o A ri tid e S a m p a io M a ria O liv e ira S.m t M arta» I n e z S. (\.irvalh< Y" n e z o K u u k i L u iz A n tô n l. C r.iv o L u iz d v A lm e id M a ria A p. F e r r liti E M P A LM I T A L L e u p tld in.i d a C o s t * C a m a c h o E M I B I R A R E M A M riu J o s é M a m lin o N e y ly d e M ello I M B E R N A R D I N () < a.mp o h A n 'o n i o J F U h a FM 1*116 \ 11 O lcy o h P A R A O 6. C R. M u r. r i A N O S \ M A \ h M 1i ( V n cciç ão M r. T u p ln á D.d v a d e L lv e in a A déli.i S n fe llo v E d m u n d o F li/iia n o J' F r a n c is c o d e OI I u I. F r a n c is c o d e Olivdr» O lg a A m e i 1n o Bre. E M P A L M I T A L D iv C am, r g, C ru z I o n e A v a d! '. 1gun M iltn n G o m e s.tunio A p rc H c n tu ré h o je, em M e d n e l, lu> 10,30 lia. «c#n V e a p e ie l, à s 13, DIESEL A MAIOR A V E N T I IV\ D E TAIW AN Colorido, com Gordon Scotl e Antliony iju a v li; Á n o ile, em (rês se ss õ e s, á s 17.30, 20 r 22 bs. 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PR D R O B A T IS T A M AR T IN S e A N A L U G IA P E R E IR A. en ó p re te n d e n te, nascidv em Salinas, E s tad o de M inas G erais, aos 19 de loutubr. de 193,S. lavra df r. so lteiro, ci. micllio. cü> e re s id e n te n e s te D is trito, ã ru a 7 d e Set' m bvo n.o 208 filh.,it* V íto r iit.i M artin s e d e d. V e rônica MarLi d e J e s u s; e.,i p re te n d e n te, n ascid a n e s te D istrito de O urinh s* it»«s 20 d e dezem b ro d e 1938, d e p re n d a s d o m é s tic a s,' s ttvli.i, dom iciliada e re sid e n te n e s te D is trltn ã tu a 15 de N "v e m b ro n.o 210, filha de d A na Porei L m da C oneeí ã. S c illgaém souber de aljniu Im pedim ento, oponbao n a ferra se r a fix a d o em cartó rio publicado p ela Im p rensa locai O u r in h s 4 d D ezem b ro ' 19 O O FIC IA L J O S E ' 1 E im O S O M á q u in a s d e E s c r e v e r V en d as a prazo R. E x p e d ie ln n a r lo 14* O ÍT R 1N H 09 A U T O N A C DISTRIBUIDOR AUTORIZADO AUTONAC VALMET EM OURINHOS JOÃO DICCINI Av. Altino Arantes, 522 R u a d o H lp o d ro m o, Expoaiçloi Rue S ebaetilo Pereira. 226 Av Paulista, (Con). Nacional Lo[p 134) Fundição de Metais e Oficina Mecânica CARDOSO Fundição dc Ferros Bronze e A lu m in ie Perfeição e Ha pi dez E xecuta qualquer serviço do ram o A v. A liin o A ran tes, 734 Cx. P ostal. 35Í) (U H IM IO S S. P.

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A h. tó r ia é a v g u tn te : E n q u a n to ivs p o lític o s lo c a is c i u z a v a m s b r a ç o s e n ã o s e in t e r e s s a v a m e m p le ite a r o» n o v o p ré d io, d o < ç ã o in e q u ív o c a d e d e s c a s o, f a lta d e p ie > U g io, im eoerê n c i.t.lilm i n is tr a t lv a, os e s t u d a n t e s d e C â n d ld 1 M v p a r tlc u l. r m e n te a o Hu> t r e P n f C a r v a lh o P in to, G o v e r n a d o r d e to d o s o< p a u l ls ta s, e x p o n d o a o e m l ie n te g o v e r n a d o r.. s itu a t to <h s e u G in á> i C a d v t u d a n t e d o G in á s io E s ta d u a l e x p ò < c l a r a m e n t e.. > G o v e r n o.t s itu a ç ã o e m q u e s e a c h a v a m, p a t e n t e a n d e a s s im.. lib e r d a d e <x is f e n t e e m S ã o P a u lo, d e p o d e r o m a is h u m i ld e e i d a d ã o, m e m i' a q u e le q u e n u ' t e m o p o d e r d o v o to c o n v e r s a r c«m o c h e f e d e to d o s, o G tv e r n a d o r. C a r t ln h a s h u m i ld e s, t a l v e z c h t i a s d e e r r o s, m a s c o ru iru tiv ; s. r e c e b e u. s o P i «f C a r v a lh o P in to, e n q u a n t o o d e s c r é d ito e o m a r a s m o p e c u lia r d a q u e le s, q u e r d f a z e m, c.im p e a \.. p o r e s t.; piag.i> à e s p e r a <R* q u e t d e s v a n e c e s e m oj' e s tu d a n te s. M a s o s m e n iin s e m e n l n is. d e C â n d id o M o ta s a b ia m p a r a q u e m e s c r e v ia m, e t i n h a m fé q u e s u a s c a r ta s n ã o s e r i m u a t i r a d a s à e e tii, c o n f o r m e p v i g n o t l c a v u m E <> q u e o p o lític lo c a is n ã o o > n s e g u lr a m l> t«é, u m, resp o ^tii, m e s m o d e p o u c a s lin h a s, a s e u s p e d lil is, ( e é q u e o s fl z v r a m ), a g a r o ta d a d e C â n d lfl M " ta, ON d ir ig e n te s p ró x im o s d e t a t e r r a, c o n v g u lta m. E i ' o t< \u> d e u m e ti c a r t a, d o P i f. 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R IB E IR O Dr. D ü B V A L DA GAM A FIL H O A v. A ltln o A ran tes, 203 F o n e 63 j O U R IN H O S i : i : i : : : E s t <> sio Paulo VENHA VÊLO EM A II A v. A ltlno A ran tes, 490 X C aixa P o sta l. HJ J U T elefon e, 282 OUR1NHON 0 eito ir,4u» de facnin8lun«ig *, AtHO WiLLYS» melbof guinludo (ompieti OMig.mcte leuiii* P E Ç A S POR P E Ç A S! S ó NA O U R I P E Ç A S F ord, r lh e v r o le t, J c e p etc*. R. E x p e d ic io n á r io, 56 F o n e, 14 O URINHOS ^ 1 Foto Machado * F o to g r a fia s a r tístic a s e (lom crclais í» " flç g * R ep ro d u çõ es * M áq u in as c filin r s fo to g r á fic o s * C óp ias e r e v e lu ç õ e s para a m adores * C artões p o sta is e v ista s d e O u rin h os em gra n d e so r tim e n to. Divulgue o progresso e a b e l e z a rle'j nossa lerra, enviando cartões p o s t a i s. 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ROM UALDO S M IR N E R u a SSo P au lo. 437 D R. H E I,IO 6 A LLES SA N TO S R u a S ão P a u lo 604 D R. C Ê I.IO B A R B O SA M A R T IN S D iu rn o e N o tu rn o R u a S ão P au lo, 611 D R. EIQ U EM K L N T Y O S n i D iu rn a e N o tu rn a R u a Expedicionário, 371 D r. S H O M A T U K O T IN D A D lu m a e N o tu rn a R u a E x p edicio n ário, 567 D K. H E L IO M ORAES R u a P a r a n á, 393 DR. LAURO ZIM M ER R u a Souaa Soutello, 144 D r. U B IR A JA R A C IN TRA C iru rg iã o D e n tis ta R u a A rlln d o L uz, 813 M édicos c Clinicas D R. F A R IZ 8. FR EU A M édica O p e ra Çóes P a rto s M oléutla s d e S en h o ra s Av. A ltln o A ran tes, 35 T elefone 287 C LIN IC A IN F A N T IL Dr. C láudio M o ita P u e ric u ltu ra R egim es A lim e n ta m H id ra ta ç á o T ran sfu são de Sangue N ebulaçfto U ltra V loleta In fra V erm e lho V acllação P ro íllá tlca. Av. A ltlno A rantes, 138 D r. Luiz de C am arg o P ire i C iru rg ia O e ra l M atern id a d e F r a tu r a s R alo s X E letricid ade M édica R u a A n tô n io C arlo s M orl, 648 VASA DE SACD E DR. M O N Z IL L O M édica C iru r gia D oenças de S enhora s P a r to s T r a n s f u sões d e S an g u e U ltra S om U ltra V Io le ta In fra V e rm e lh o S erv iç o d e R alo s X R a d io te ra p ia R u a C ard o so R lb c lro «Esq u in a d e E x p e d icio n á r i a. 421 T e ls: 111 e 126 C L IN IC A l)r. O V ÍD IO P O R T U G A L O lh o s O uvidos N a riz G a r g a n ta R u a Expedicionário. 497 I»R. A LCEB IA D ES F E R R E IR A D E M O R A ES G era l R u a 9 d c J u lh o. 241 D R. H É L IO M IG L IA R I C lín ica G e ra l R u a P a r a n á, 301 l.o a n d a r T e lefo n e 198 D R. D Ió G F N F S G. U IB L l R O D R. D U R V A L G A MA F IL H O S a n ta L uzia E sp. O lh o s N ariz G a rg a n t» e B ó ca Av. A ltin o A ran tes, 203 T elefo n e, 63 C L IN IC A M ÉD IC O C IR Ú R G IC A d o D r. 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R u a C o nsellheiro D an ta s, 720 PA D R O EIR A A dauto T oledo & Cia. Av. D r. P e d ro C a m a rin h a 1096 T el: 463 FARM ACIA BRA SIL P au lo D ias C aaslano & Cia. R u a M arech a l B itte n co u rt, 525 T el: 18 icos e li mm D r. W A LD O M IRO F E R R E IR A NEVES C linica e ciru rg ia geral p a rto s m oléstias de sen h o ras R u a C onselheiro A ntônio P rado, 685 te l 131 ANÚNCIOS EFICIENTES F U N D O S DO CAFÉ P A U L IST A SA LA 2 PR A Ç A D r P E D R O CÊSAR SA M PA IO g e ra l ciru rg ia p a rto s P ra ç a A n ch le ta, 330 tel. 83 D r. SA M U EL M A R T IN S F IG U E IR A C iru rg ia clthica de sen h o ra s Av. T ira d e n te s, 665 te l: 4 D r. G LY C ÊR IO B A R R IO S P O M P E S erviços d e rad io lo g ia c lin ic a e ciru rg ia R u a M a rech a l B itte n court, 494 te l: 100 I)r. A PA R ECID O R O D R IG U E S M OUCO C lín ica geral Av. S ilv a J a rd im, sn. A ten d e no P ô sto de S au d e Av. T iradentes, sn. C LIN IC A D R. HADDA D r. 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G u ltu rii «< Exum* pr<' nii >' u n : debrrru_ iiu rfin de g r u p o s e s u b g n i p u sangu ín» ; f > d** 1 o o m b R en rões F orológicn s. P ro v a s h e p à tic a s. P r o v a s liq u ó r b u A n lib io g r a m a s. T r«tes de se n s ib ilid a d e. T é c n ic a s a tu a liz a d a s p e lo s jnidrôe» do L ab oratório P le u r y, dc I arjs. Kx> cu la iid o 4 c q u e q u e r tip os d< a n á lise s c lin <n so lic ita d as p e lo s sr s. m éd ico s. Praçn. M elo P e ix o to, I 43 O U II I N II O S l «le fo n e 111 Venha ver de perto o notável Trator B R A S IL E IR O 8 B R D I E G L L O I o t r a t o r r e a l m e n t e fr h iic a d o :.o i d! V. n ha ver d e p erto em n o ssa loja o n o t. el trato r f o r d B rasileiro. 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8 Fantástico Mundo de Côr e Forma a VI Bienal de São Paulo S ã o IW l LU,I>r S é r v u lo dt> M elo, da A g ê n cia N a cio n a l) O im e n so p a in e l da Yt B ien a l de S ão P aulo n ão c o n stitu i a p en a s um a r e a lização da] cu ltu ra b ra sileira. Ela reflete u m ins rtle fizeram iltur u x I o h e q u e nos parf h o je v iv a, vlsiaallr em caráte* c ex p ressão m o < cad um a d«íd^ tive», c falando^ re p tando, Lransm ítinõ/). ua m nsagem. <'111(711 Rua Expedicionário, 720 Caixa Postal, 186 FONÜS: loja.! $207 E 121 RETIFICA,,r io O OURINHOS $p i x * r e ^ i. «í # i p r a z e r p c J o J B r a l i m» C l * o p p... e o j t i p í ki o a j r o m 1 N T K K E H 8 N l ' 0 P U L A R C ln q u en tu Pd.xv,, in <l u l n d o r e p r e s e n ta <,õ e <k«> m u n d o ariálico, da c o rtina d e terno, da Á frica t ité d e al> rígene«o u s lra l f a n s com põem * galeria da V I B ienal de S ão P a u lo, as q u a l n ão podem ser vista. de u m a só vez. D esde logo, e n tre ta n to, v e rificase q u lm n to in iciad o h á doze o n o p aski r, e s tá c ad a v ez i «inquisoand * «> intetré.st1 d c g ra n d e público, tr a n s c en d e n d o á ó rb ita <tas e lite s in te le c tu a is e d< s c írculos artístico s. P a ra d o s, em c o n te m p la ção. d e fro n te cias com po.d «ões n A o lucionári.. do m e stre ja p o n ê s Tem l^kw T c ai, o u d e O rozco, do M éxicò. vim s co lo rid o s g ru jkis d e <J ;u d a n te s e m ò,c, i u n l M e r P tm a s. idléfcn dc pe>s< as do povo. D ian te d.is c m posições re n a s c e n tis ta s e b iz a n tin a s curio«. d e tó d a s a s idade. e d as e scu ltu ra. d#'f.m tis td ou d e elstvanh. t <orrfpo.ntções cm aço, ( «mo.kjucla M artir e V e n u s" de R ouben N a k ien, n o tam o s a p re s e n <i.i dos lnrequlctos de to d a s a s c a te g o ria s m'citais, p ro c u ra n d o t im h ém. na? a T fanmiar «abstrat; imk e e c u ltu ra de p ln tu um.i fuga ilu m in a d a ao de; o p ê ro d < m undo. Um. g ra n d e c o r r e n t e <io público ««ente a tr a íd a pel<> c o m jto s l <õ e s d e a r t e h a iv ca com o «ii l pr< i. h i o d o n < j k i í..d o h is tó r ic o, d e o r ig e m m o m i_ ib é rlo a o u d c :e n te r r a d a s raizes da c u ltu r.i «da sen s ib ilid a d e n a c io n a l. F in a ln.en te. além da a rte, i B ienal dá lições «técn i co. e kirtezã<«d e tó d a esp écie, o fe re c e su g estõ e s a cenógrafo., fo tó g rafo, flfig u rin ita s e g ra n d e co s tu re iro s. ATRAÇÕES S e m d ú v id a, u m a d as. taçõe.s da V I B ien al foi tra z id a a«brasm peln T ch eco slo v á q u la e o rg a n iz a <ta pelo I n s titu to e T e a tro de P rag a. D esde C apek, e s c rito r e cenairist.i, aò g ra n d e J ir i Trintoa cria d o r e x cepcio n a l d e cies< tih o s nim ado.s e m a rio n e te s, po defse a p re c ia r a t a d m irá veis cx m poslçõe c en o g ráf io i p a ra peças te a tra is, ó p e ra s e bajés, n o ta d a m en t c a en cenaçã do H a m le t " e d a 'C.oú d* B ern ard a A lb a" d e G arcia L a ic a. A J in h. m se.. «. c e n á rio, 'c< fig u rin o s d e g ra n d e fó r 'ça e v c a tiv o o m<> «s dos jx ro n a g en s de M Uére. do M anda rin M arav ilh o so " de B eli B a rto k, ro u p a g e n m n e q u ln s, m ario n etes, m á sc a ra s impres.sl n a n te s d o T e a tro U n iv e rs a l q u e o B K A H I L A s esookie d e a rte dern;«q u e d o m in am o im entz plástico bra i «.tão ta m b é m rep res o i. nj VI Bienal; C am n'g., D anilo <!< A lfn«i.. \Vol,i M ílt n c t i <; Lívio A mo, A rn ald o Petir«,,, i> ta Rl a :(.*!») Bruss A ld em lr M artin g, O stcow er e «mm..i ina., dezen is <»? p in to r e sc u lto re s q u e trpchj m a is 'lu.. tendências plisticl m n j p aí 1 tru da v isão jxinorá d a Blfl(n.i 1. a gaüeiiins B ra sil m o tra m um g l» fl.il Lz <%i n< l culflu < no a p ro x im a d pc d e í * t«n*3(nvi<ã'> rt, J s e c u la r, sem c ntudo d e rn n a earactensessenciiii da te rra e d m em. D u r jnte v isita su f ic a i d o re p ó rte r àq m u n d o f n tá stico d e <ór fo rm a h«>uve, p n fim. p ro n u n c ia m e n to >le u a rtis ta e stra n g e ira <jue n ife s to u o seu cjran to lo B ra il c pela cidade São P a u lo, em tã o $v tem p o, r^ n sfo rm ad a urn dos m a l r c nt a r tí Ucc s d<> m undo. A ss/xlad.i a cidade S ão P au lo, a V I B ienal r á film ada e m c u rta tra g e m e a c ô re s,' nu pi duição da A gência N cional e m ccoperaçã c o D ep rt.rnento C uliur de In fo rm açõ es dv U er ra tí e da p ró p ria Bienal. IJidrio da Sorocaliana f " ' 1 Cc i X C U ta N A S ê ffg U T N le ê C ID A D ES; EcbA fore, F s r te r», I b tn r r n m, i M i f i, l U a d í r i, OcsBçe, A u b. At* ré. S e ru rd ÍB O de C am pe*. B o te catn. Campo* PIo toj P aulista, C ândido M ota, C erqeelra Ceear, X» raatea, C «r ln h o *. O le o, P*laa1taJ. P i r» ( * m P aajlata Ptrajm, P r e s id e n t e P iid e n te, Q n et*. B a n c h a rla, R eg ente FeiJA, B a lt o G ran d e. S a n t a B a rb a ra do B l e P ard o. S a n ta C m d? R i o P a r d o, T lm fcerl e Ubt r a j a r a, a o f a t a d o d e Sâo P e r io ; J a e a r e v t a h o C aie b a r i, S a s fo A n to a lo d a P U t l u. A r.dlri e B aaéelranlea, ao Eatado de P a ra c i A medida cm que seu copo se en ch e de Brahma Chopp c transformando na cristalina c borbulhante ccrvcja que você tanto gosta... logo st percebe o» aroma tentador do Brahma Chopp. E, antes mesmo que seus lábios loquem no copo, v o cê começa a sentir aquela satisfação... aquêle prazer que só Brahma Cbopp proporciona 1 A qualidade de Brahma Chopp, que v resulta dc seus finíssimos ingredientes, salta aos olh os,^ e como agrada, mesmo ao paladar roais exigente I AHMA n o M B L IR O S Na u l tim a sc*são d a C am ara M u n icip al foi lido f iim u. n icad o enviad o ao L egis. 1 itivo, inform ando h a v e rte dissolvido o C o r. po de Bom beiros Voluntá rio s d e O u rin h o s. O ofício era assin ado pelos srs. R ay m u n d o B arru eco, c o m an d an te, e, o e F e r. n an d e s d e Souza, p resid en te do CBVO, que a c re sc en ta v am te rem to m ado essa m edid a em v irtu d e de te r sido re je i. ta ila p ela C asa, quan d o v "ti,u a p ro p o sta ore m en ria do E xecutivo p a ra 62 v o tação que seria d e s tin a, da à co rp o ração. Se bem que a m a io ria do Povo o u rln h e n sc desconheç,i a cx lstén ci í de um C o r. po de Bombeiros V oluntários nesta cidadc> n in guém desco n h ece que o sr. R ay m u n d o B arru eco é a fig u ra salv adora cm to. dos os incêndios e a c l dentev q u d o co rrem em O u rin h o s. D a m esm a fo r m a o sr. Jo sé F ern an d es d e Rouza. g ere n te «ti SANBRA. tem c o n trib u i, do, com os m odernos extintores daquela C om pan h ia. p a ra c o m b a te r o* incêndios que de vez em q u an d o se verificam a. qul. Q u an d o d a discussão do o rçam ento do M u n lci. pio p ara o próxim o exercid o, diversos Itens fo. r >m cscolm ados da peça, por Inoportu n o s. Este foi consid erad o u m deles. A. p ro v ad a a pro p o sta. nà<> cabe m ais discussão. O que n ão sc pode, porem, é d eix ar de e sp erar que ésses elem entos, que ta n to s e tã o bons serviços p re s ta ra m à com unidade p elo simplci fato de não m ais p erten cere m a u m i corp o ração que, de q u a l. quer form a existiu, contin u em a p re s ta r os seus socorros à cidade, q u an d o ela necessite. P R O D U T O S N ATALI NOS Não h á quem es. te ja tão e n fro n h ad o n e s. ec pro b lem a d a a lta de preços com o,.i dona de casa. L idando d ia ria m e n te com a com pra de g è. urros de prim eira necessidade, ela é quem vê p rim eiro o cxagèro das a lta s e p ro te sta co n tra ele. M as os p rodutos de consum o d la n o elev im se aos poucos, com peque. n«s p ro te sto s parcelados. O que n ão acontece com a s m e rcad o ria s que se consom em vez p o r o u tra, t: n caso dos produtos n a talin o s, que M ihiram, em m édia, (iorí sóbre os p rc. ços do u ltim o N atal. O q uilo de nozes está custando hoje, cm medi i. ( r$ 600; o de avelã. ("r$.r>00 e o de am ên d o a C rj 350. E ste ano, com o acon. tece sem pre, o presid ente da R epublica v ai d eitar falação n a m ensagem que já deve e s ta r p rep arando a N ação, d esejan d o ao Povo brasileiro um Feliz N atal. E o Povo? Vai ter voz p ara agradecer? C P tem o aroma do melhor lúpulo tem 0 pureza do melhor íermenlo tem o 5 0 bo do melhor malle NÃO PISCAI Aei idfcodw e d o m in g oi, o u ço ai v lb r a n lti "Irem d io ç í n f ip o riiv o i B ra h m a " pw a s X d / o NACIONAL DE S. PAUL9 Prefiram os Produtos Ci p o s h

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