P r o p e d ê u t i c a I I. Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "P r o p e d ê u t i c a I I. Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso"

Transcrição

1 P r o p e d ê u t i c a I I Exame Físico Geral Dr. Ivan Paredes e Dr. Carlos Caron Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso Faculdade Evnagélica do Parana (FEPAR) Grupo de Estudos em Semiologia e Propedeutica (GESEP) Agosto/2007 O Exame Físico Geral Neste módulo estudaremos o exame físico geral, enfatizando que o mesmo deve ser realizado de forma metódica, sempre tendo em vista os dados de história clinica obtidos na anamnese. Aqui serão discutidos os dados vitais e a Inspeção do paciente clínico. Dados Vitais: Pulso = Para avaliar o pulso utilize 2 polpas digitais, que devem suavemente repousar sobre a artéria radial do paciente. Se o ritmo for regular, conte 15s x 4. Se for irregular, conte o pulso em 60s. Os valores de pulso considerados sao os seguintes: Normal (60 a 100 bpm), taquiesfigmia (> 100 bpm) e bradiesfigmia( < 60 bpm). Outros tipos de pulso, como o parvus tardus, célere, bisferiens, alternante, bigeminado e paradoxal foram abordados na apostila sobre sistema cardiovascular. Freqüência Respiratória = Podemos caracterizar 3 principais padrões de freqüência respiratória: Eupnéia (14 a 20mrpm), taquipnéia ( > 20 mrpm) e bradipnéia ( < 14 mrpm). Lembre-se de que o ritmo respiratório pode estar r e l a c i o n a d o a c e r t a doenças, tal como ocorre c o m a r e s p i r a ç à o d e Cheyne-Stokes, Kussmaul, h i p e r v e n t i l a ç a o neurogênica central, respiração apnêustica e de Biot. Pressão arterial = Considere que a circunferência da bolsa inflável do esfigmomanômetro deve ser de cm, sendo que o comprimento da bolsa inflável do esfigmomanômetro corresponde a aproximadamente 80% da circunferência do membro superior. Lembre que deve-se Calibrar aparelho aneróide a cada 6 meses, sob risco de falsas mesurações. Durante a aferiçao o ambiente dever estar calmo e a temperatura adequada. O braço escolhido deve estar sem vestimenta, sem fístulas, cicatrizes de dissecção de artéria braquial ou sinais de linfedema, devendo o mesmo ficar na altura do coração. Alerte ao paciente para que 1h antes não use café, cigarro e estimulantes adrenérgicos ( d e s c o n g e s t i o n a n t e s, colírios). Ao iniciar a aferição insufle o manguito 2 0 m m a c i m a d o desaparecimento do pulso radial e desinsulfle com v e l o c i d a d e < 3 m m / segundo. No caso dos sons estarem baixos, peça ao paciente para levantar a m ã o, a b r i n d o - a e fechando-a de 5 a 10 vezes. Lembre-se de que a pressão arterial diastólica (PAD) corresponde a fase V de Korotkoff, na qual ocorre o desaparecimento do som. Nas crianças, corresponde a fase IV, quando ocorre o abafamento do som. Procure sempre fazer 2 aferições em cada consulta, optando por utilizar sempre o braço com maior pressao. Caso a PA esteja aumentada em paciente jovem, faça a aferição da mesma no membro inferior, pois isto auxilia a identificar coarctação de aorta. Para o diagnóstico de hipertensão considere no mínimo 3-6 leituras, separadas por no mínimo 1 semana.

2 Febre - Conceitos Febre: Caracteriza-se por aumento da temperatura, calor e rubor. As principais causas de febre são neoplasias, doenças do colágeno e outras doenças multisistêmicas, drogas, febre factícia, e febre de origem desconhecida. H i p e r t e r m i a : O c o r r e r i g i d e z muscular, alucinações, delírio, midríase, arritmias, rabdomiólise (mioglobinúria), IRA, hipercapnia, acidose, lesão cerebral irreversível, óbito. Síndrome Febril: Astenia, anorexia, hiporexia, taquisfigmia, taquipnéia, sudorese, calafrios, mialgias, artralgias, náuseas, vômitos, sonolência, oligúria, cefaléia, delírio, convulsões, etc. Febre + síndrome febril: infecções. Hipertermia: Hipertermia maligna, s d. n e u r o l é p t i c a m a l i g n a, intermação. Febre de Origem Indeterminada (FOI): febre de no mínimo 38,3C, com 3 semanas de evolução e 1 semana de investigação hospitalar. Febre prolongada: >5 d e < 3 s de evolução. Febre nosocomial: >38,3C após 48h da admissão, observada 2 vezes em um período de 2dias. F e b r e e m U T I : q u a n d o a temperatura for > 38,3C. Febre do Respirador: 48h após a ventilação mecânica. Temperatura = Pode ser avaliada na cavidade oral, no reto e na axila. Lembre-se da seguinte relação: temperatura retal (0,4 C) > oral (0,4 C) > axilar. Por uma questao de comodidade mede-se habitualmente a temperatura axilar (36,4 C, com variação de 0,4 C). Os principais conceitos realcionados às variações de temperatra são os seguintes: Os principais padrões de febre são os seguintes: 1) Contínua: Variação de até 1 C, sem apirexia. Ex: Pneumonia, Febre tifóide, Endocardite. 2) Recorrente (ondulante): surtos febris e apirexia, com períodos longos. Ex: Linfoma de Hodgkin (Pel-Ebstein), Brucelose, Borrelia, arranhadura do gato. 3) Recorrente (Intermitente): surtos febris e apirexia, em períodos curtos. Ex: Terçã (nova crise no 3 dia - P. vivax), Quartã (nova crise no 4 dia - P. malariae), Quintana (nova crise no 5 dia - Ricketsia), Linfomas, ITU e sepse. 4) Irregular (Héctica ou Séptica): sem qualquer padrão, sendo Imprevisível. Ex: Sepse, Abscessos, Empiemas, Tb miliar, Medicamentos, Fictícia. 5) Dromedária (em sela): Poliomielite, Dengue. 6) Cíclica: de 21 em 21 dias. Ex: Neutropenia cíclica. Nível de consciência = É o grau de alerta apresentado pelo sujeito. Depende da atividade da substância reticular ativadora ascendente (SRAA), localizada no mesencéfalo e porção rostral da ponte, que por sua vez atua sobre o tálamo cujas aferências corticais torna o córtex cerebral funcionante bilateralmente. O conteúdo de consciência, por sua vez, é a totalidade das funções cognitivas e afetivas do ser humano, tais como humor, linguagem, inteligência, critica, juízo, memória, sendo que o mesmo dependende fundamentalmente da atividade cortical. Em relação ao nível de consciência, é importante reconhecer os seguintes termos: Estado de Alerta (Vigil): Paciente com resposta plena. Letargia: Paciente sonolento que olha para o examinador, responde às perguntas e volta a ficar sonolento. Obnubilação: Semelhante ao anterior porém lento e confuso Estupor: Semelhante ao anterior porém só acorda com estímulos dolorosos. Coma: O paciente não acorda, estando sempre de olhos fechados e apresentando um Glasgow 8. É importante reconhecer que a principal forma de avaliarmos o nível de consciência é por meio da Escala de Coma de Glasgow, abaixo demonstrada. Neutropênico febril: febre em pacientes com neutropenia (<1.000 neutrófilos).

3 Galeria de Fácies Estado geral do paciente = O paciente pode se apresentar em bom estado geral (BEG), regular estado geral (REG) e mal estado geral (MEG). Esta classificação é dada pela somatória dos seguintes elementos: anamnese e exame físico + dados vitais + nível de consciência + comorbidades + exames complementares + impressão subjetiva do examinador. Paralisia Facial Periférica Facies Renal Facies hipocrático Facies Luético Ectoscopia A inspeção do paciente permite avaliar o seu biotipo, postura, atitude, marcha, estado nutricional, hidratação e fácies, objetivando obter dados que facilitem o diagnóstico clínico. Facies Tetanico Facies Adenoidiano Facies Pseudobulbar Facies Mongolóide Fácies Parkinsoniana ou face bovina = Cabeça inclinada um pouco para frente, imóvel, fixa nessa posição pela rigidez dos músculos do pescoço. Fisionomia impassível, dura, como se fosse uma figura de máscara. Sem a mobilidade natural das pálpebras e supercílios elevados. Hipocrática = Grande palidez da face, boca entreaberta, lábio finos, olhos parados e fundos, olhar vago e fixo. Sem nenhuma expressão. Comum em estados agônicos e quadros graves. Adenoideana = Nariz em geral pequeno, lábio inferior grosso e pendente, boca constantemente entreaberta. Hipertireoideana ou basedoviana = Caracterizado pela evidente exoftalmia, típica do hipertireodismo. As palpebras não chegam até a íris. Ocorre bócio. Hipotireoideana ou mixedematosa = Rosto largo, lábios grossos, supercílios escassos, cabelo seco e quebradiço. Parece que o paciente acabou de acordar, tendo uma expressão de apatia. A pele é ressecada. Acromegálica = Devido a hipertrofia das partes moels e ósseas a cabeça fica alongada, tendo proeminência da testa, nariz e mandíbula (prognatismo). Os tecidos moles do nariz, lábios, língua (macroglossia) e ouvidos também aumentam. É decorente do aumento na produçao do GH, ocorrendo também acromegalia. Cushingóide, em lua cheia ou moon face = Rosto redondo. Acompanhado por obesidade em pescoço, tronco e abdômen. Ocorre por aumento dos mineralocorticóides produzidos na supra-renal, tal como na Síndrome de Cushing. Renal = Ocorre nos casos de insuficiência renal, apresentando o paciente edema de face pela manhã (periorbitário) e pele pálida de coloração amarelo palha. Pseudobulbar = Fisionomia abobada. Mastigação e deglutição feitas com dificuldade. Freqüentemente crises de choro ou de riso irreprimíveis. Pelos lábios entreabertos flui constantemente saliva. A maioria dos indivíduos têm mais de 60 anos. Paralisia facial = A paralisia de metade do rosto determina a imobilidade dessa metade, enquanto os músculos do lado oposto, sem a ação dos antagonistas do lado paralítico, desviam o rosto para esse lado.

4 Hipertireoidismo Gigantismo Lúpus Hipotireoidismo Cushing Hansen Wirchoviana Leonina = Ocorre na hanseníase Wirchoviana, com o desaparecimento dos supercílios (madarose), nariz em cela e lábios proeminentes, grossos e endurecidos. Tetânica = Contratura dos músculos da face eu faz com que os lábios fiquem repuxados em sentido horizontal, as fendas palpebrais estreitam-se e os sulcos nasolabiais tornam-se mais fundos. Tem-se a impressão de que o paciente está com riso sardônico. Lúpica = Devido a fotossensibilidade, ocorre rash malar em forma de asa de borboleta. Luética = Ocorre proeminência do osso frontal (fronte olímpica). Tetânico = Presença de riso sardônico, pela contração do masseter. Marchas Ceifante ou hemiplégica = O braço do lado plégico é mantido fletido junto ao corpo, enquanto a perna deste mesmo lado permanece extendida, com flexao plantar do pé. Ao caminhar, o paciente forma semicírculos com a sua perna plégica. Ocorre nos infartos cerebrais. Parkinsoniana ou petit pass = O paciente assume uma postura simiesca, com a cabeça e o pescoço inclinados para a frente e os joelhos e quadris se apresentam levemente flexionados. Os braços são flexionados em cotovelos e punhos. Ao iniciar o movimento, o paciente o faz lentamente. Os passos sao curtos e, ao virar-se, o faz em monobloco. É tipica da doença de Parkinson. Ebriosa, cerebelar ou atáxica = A marcha é oscilante, instável e a base de sustentação se apresenta alargada, semelhante a de um indivíduo etilizado. Ocorre em lesoes cerebelares. Escarvante = O paciente anda com os pés caídos em decorrência de lesão do neurônio motor inferior. Ocorre nas neuropatias periféricas. Marcha em tesoura = Ocorre nas paresias espáticas bilaterais dos membros inferiores. A marcha é rígida, com o lento avançar de cada perna. As coxas tendem a se cruzar a cada passo, que são sempre curtos. É como se o paciente estivesse andando na água. Ataxia sensorial = A marcha é instável e com base alargada, tendo o paciente a necessidade de observar o chao para se orientar ao andar. Caso fechem os olhos, não conseguem ficar em pe com os és juntos (Sinal de Romberg). Esta marcha ocorre nas lesões do cordão posterior, tal como na sífilis ou deficiência de vitamina B12. Marcha do idoso = Os passos sao curtos e incertos, sendo que as pernas podem se apresentar flexionadas nos quadris e joelhos. Atitudes Fácies Parkinsoniano Ortopnéia = O paciente apresenta alívio da dispnéia somente quando está sentado, pois esta posição facilita o funcionamento dos músculos auxiliares da respiração (escalenos, trapézio e peitorais) e favorecer a expansão torácica e a circulação venosa. Pode ser achado na Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) e na Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Prece maometana = O paciente encontra alívio da dor ao ficar ajoelhado no leito com os cotovelos sustentando a parte anterior do corpo. Pode ser encontrado na Pancreatite Aguda, na Pericardite e no Derrame Pericárdico. Atitude de peritonismo = Paciente em decúbito dorsal com flexão em ângulo obtuso ou reto de uma coxa sobre o abdômen, indicando isto irritaçao peritonial. pode ser achado na peritonite ou na apendicite. Posição de Cócoras = Por melhorar o retorno venoso, pode ser encontrado em pacientes com Tetralogia de Fallot. Atitude miopática = Corresponde ao sinal de Gowers, no qual o paciente escala o próprio corpo para poder ficar em pé. Anquilose = Ocorre na espondilite anquilosante, onde o paciente não consegue encostar a cabeça na parede quando nela está encostado. É denominada de postura de esquiador. Atitude hemiplégica = quando um dos dimídios se apresenta sem força muscular e flácido, ocorrendo na fase aguda do infarto ou de hemorragia cerebral. Decorticação = O membro superior se apresenta aduzido e flexionado, com a flexào dos dedos. O membro inferior se apresenta extendido e com rotaçào interno, havendo flexão plantar. Indica disfunção supratentorial em regiões profundas na cápsula interna. Descerebração = O membro superior se apresenta aduzido, extendido e pronado, com a flexão dos dedos. O membro inferior se apresenta extendido e com rotação interna, havendo flexão plantar. indica lesão alta em tronco cerebral, entre núcleo rubro e diencéfalo.

5 Cálculo para Reposição de Líquidos: A á g u a t o t a l ( A T ) corresponde a 60% do peso corporal. Para o cálculo da perda utilize a fórmula: AT x Na (encontrado) = AT ( n o r m a l ) x N a (normal=140meq) Ex. pcte de 70kg tem 42 L de água total (60% do peso). Se o Na no exame evidenciar 155mEq, então: AT x 155 = 42 x 140 AT = 37,93 arredondamos para 38 L. Agora para saber o déficit vejamos a diferença: = 4 L. Biotipos Longilíneo = Tendência para estatura alta. A massa corporal desenvolve-se mais em sentido vertical que em sentido horizontal. Normolíneo = Não se observam aqui tendências mórbidas especiais. Tipo médio normal. Brevilíneo = Estatura pouco elevada. A massa corporal desenvolve-se mais em sentido horizontal que em sentido vertical. Estado Nutricional Avaliar a altura, estando o paciente descalço, ereto e com a cabeça erguida. Avaliar o peso, estando o paciente idealmente despido e em jejum. A variação normal do peso é de até 5% do peso corporal. Uma perda significativa é aquela em que se perdeu > 5% do peso corporal. Avaliar a circunferência braquial e a prega tricipital. Procurar por sinais clínicos que indiquem desnutrição, tais como: diminuição da bola de Bichat, aumento das proeminências ósseas, perda de massa muscular, língua lisa e sem a presença de papilas, estomatite angular, cabelo quebradiço e em vários tons, marasmo (paciente magro e sem a presença de edema) ou Kowashiokor (magro mas com presença de edema devido a perda protéica). Determinar o IMC (Índice de Massa Corporal), segundo a fórmula: IMC = peso / (altura)2, sendo que o IMC é classificado em: -Baixo: 20 -Normal: entre 20 e 25 -Sobrepeso: entre 25 e 30 -Obesidade: entre 30 e 40 -Obesidade mórbida: > 40 Hidratação Avalia-se a hidratação do paciente através dos seguintes sinais e sintomas: Perdas rápidas de grande quantidade de peso, turgor cutaneo diminuído (Sinal da Massa de Pastel: ao puxar a pele e ela demora a voltar ao normal quando desidratado), elasticidade cutânea (quanto mais elástica, menos hidratado), umidade cutanea (quanto mais áspera a pele, menos hidratado), mucosas secas, fontanelas deprimidas (em crianças), olhos com enoftalmia (fundos), sede excessiva, diurese diminuída, pulso acelerado e filiforme, pulso jugular diminuído, pressão arterial diminuída e com hipotensão ortostática (variação da pressão sistólica > que 20 mmhg e diastólica > que 10 mmhg entre as posições), alteração da consciência (com 40% de desidratação o paciente fica em estado de torpor). Evolução Clínica da Desidratação: <10% = apenas história de perda % = história de perda + algum sintoma ou sinal clínico % = história de perda + sintomas ou sinais clínicos evidentes % = história de perda + hipotensão postural. >40% = história de perda e hipoperfusão tecidual O líquido extra-celular (LEC) corresponde a 20% do peso corporal (calcule a percentagem de perda de acordo com os parâmetros acima): Ex. Paciente de 70 Kg tem 14L de LEC (20% do peso), se perdeu estimadamente 30% então a perda de LEC será de 4,2L!

6 Professores Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graf Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso Bibliografia Básica: BATES, B. Propedêutica Médica. 8 a ed. Guanabara Koogan, EPSTEIN, O.; et al. Exame Clínico. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, TALLEY, N.J., O CONNOR, S. Exame Clínico Um guia do diagnóstico físico. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Sites de Interesse: site tipo portal sobre propedêutica e semiologia, contendo vídeos, textos, imagens, etc. vídeos de propedêutica separados por áreas como cabeça e pescoço, cardiovascular, neurológico, etc. Contato com o grupo de professores: Home Page da Disciplina: GESEP (Grupo de Estudos de Semiologia e Propedêutica) Faculdade Evangélica do Paraná Padre Anchieta, Campina do Siqueira Curitiba - PR

Humberto Bia Lima Forte

Humberto Bia Lima Forte Humberto Bia Lima Forte Observando-se a maneira como o paciente se move, é possível, em algumas infecções neurológicas, suspeitar-se ou dar-se o diagnóstico sindrômico Marcha helicópode, ceifante ou hemiplégica

Leia mais

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE SEMIOLOGIA UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA AULA 9 EXAME FÍSICO GERAL III PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 7ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014, 1413

Leia mais

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac DENGUE Treinamento Rápido em Serviços de Saúde Médico 2015 Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac O Brasil e o estado de São Paulo têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos

Leia mais

Técnica de aferição da pressão arterial

Técnica de aferição da pressão arterial Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Sub-Secretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Gerência do Programa de Hipertensão Técnica de aferição da pressão arterial O esfigmomanômetro

Leia mais

EXAME FÍSICO ASPECTOS GERAIS

EXAME FÍSICO ASPECTOS GERAIS EXAME FÍSICO ASPECTOS GERAIS Profª Alyne Nogueira Exame Físico Um exame físico é a revisão cefalocaudal de cada sistema do corpo que ofereça informações objetivas sobre o cliente. Exame Físico Julgamento

Leia mais

INTRODUÇÃO DE ENFERMAGEM I

INTRODUÇÃO DE ENFERMAGEM I INTRODUÇÃO DE ENFERMAGEM I A Sistematização da Assistência de Enfermagem SAE É uma atividade privativa do enfermeiro, utilizam método e estratégia de trabalho, baseados em princípios científicos, para

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL. Ataxias. Acd. Flora Paz. w w w. s c n s. c o m.

FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL. Ataxias. Acd. Flora Paz. w w w. s c n s. c o m. FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Ataxias Acd. Flora Paz w w w. s c n s. c o m. b r Caso clínico Paciente F.C.S, 50 anos, sexo masculino, etilista crônico

Leia mais

VERIFICAÇÃO DE SINAIS VITAIS

VERIFICAÇÃO DE SINAIS VITAIS Página Responsáveis Preparado por: Enfermeiros Analisado por: Serviço de Enfermagem Aprovado por: DAS. Objetivos. Aplicação Padronizar as técnicas de avaliação dos Sinais Vitais a fim de otimizar o serviço

Leia mais

www.aprendasedacao.com.br barata@aprendasedacao.com.br 1 Se o paciente é capacitado,

www.aprendasedacao.com.br barata@aprendasedacao.com.br 1 Se o paciente é capacitado, Introdução a Avaliação Física e Sinais Vitais em Odontologia. Francisco Barata Ribeiro Professor assistente de Anestesia e Sedação- Uniban e Abeno. Capacitado em Sedação Consciente University of Alabama

Leia mais

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO)

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) DADOS DO PACIENTE PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) Iniciais: Registro: Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Data de nascimento: / /

Leia mais

Síndrome Febril Como Interpretá-la?

Síndrome Febril Como Interpretá-la? Síndrome Febril Como Interpretá-la? 11º Congresso Paranaense de Clínica Médica 2013 Termômetros e Técnica Termômetros e Técnica Termômetros e Técnica Termômetros e Técnica Termômetros e Técnica Termômetros

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

Propedêutica Cardiovascular. Marcio Gianotto

Propedêutica Cardiovascular. Marcio Gianotto Propedêutica Cardiovascular Marcio Gianotto Diagnóstico??? Anamnese Exames Complementares Diagnóstico??? Exame Físico Hipóteses Dx Principais sintomas associados a doenças cardiovasculares Dor torácica

Leia mais

Histórico SEMIOTÉCNICA NA AFERIÇÃO DOS SINAIS VITAIS. Conceito. Perguntas e Respostas. Perguntas e Respostas

Histórico SEMIOTÉCNICA NA AFERIÇÃO DOS SINAIS VITAIS. Conceito. Perguntas e Respostas. Perguntas e Respostas SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA I SEMIOTÉCNICA NA AFERIÇÃO DOS SINAIS VITAIS Histórico A atenção especial aos sinais vitais foi defendida desde a antiguidade por Hipócrates como um dos mais importantes dados

Leia mais

Gestos que Salvam Vidas..

Gestos que Salvam Vidas.. Gestos que Salvam Vidas.. O que é o SBV (suporte básico de vida)? Conjunto de medidas utilizadas para restabelecer a vida de uma vitima em paragem cardio-respiratória. Com o objectivo de recuperar a vitima

Leia mais

O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia.

O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia. SISTEMA ESQUELÉTICO Ossos do corpo humano se juntam por meio das articulações. E são responsáveis por oferecer um apoio para o sistema muscular permitindo ao homem executar vários movimentos. O sistema

Leia mais

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas

Leia mais

Valéria Neves Kroeff Mayer 1

Valéria Neves Kroeff Mayer 1 POSTURAS PATOLÓGICAS NAS LESÕES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Valéria Neves Kroeff Mayer 1 Anormalidades sensório motoras, posturais e do tônus, são comuns após lesões do Sistema Nervoso, tanto Central quanto

Leia mais

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA Policial BM Espínola LEMBRE-SE Antes de administrar cuidados de emergência, é preciso garantir condições de SEGURANÇA primeiramente

Leia mais

SEMIOLOGIA PEDIÁTRICA

SEMIOLOGIA PEDIÁTRICA SEMIOLOGIA PEDIÁTRICA A CONSULTA PEDIÁTRICA CONSTA DE QUATRO PARTES 1.Anamnese 2.Exame físico 3.Hipóteses diagnóstica 4. Conduta Roteiro da Anamnese 1.Identificação: Nome, idade, data nascimento, sexo,

Leia mais

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Programa de Educação Tutorial PET Medicina CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Paulo Marcelo Pontes Gomes de Matos OBJETIVOS Conhecer o que é Edema Agudo

Leia mais

21/6/2011. eduardoluizaph@yahoo.com.br

21/6/2011. eduardoluizaph@yahoo.com.br A imagem não pode ser exibida. Talvez o computador não tenha memória suficiente para abrir a imagem ou talvez ela esteja corrompida. Reinicie o computador e abra o arquivo novamente. Se ainda assim aparecer

Leia mais

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel Insuficiência respiratória aguda O que é!!!!! IR aguda Incapacidade do sistema respiratório de desempenhar suas duas principais funções: - Captação de oxigênio para o sangue arterial - Remoção de gás carbônico

Leia mais

Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos. comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores

Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos. comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores que contribui efetivamente para uma melhor qualidade de vida do indivíduo.

Leia mais

Sistema Nervoso Organização Geral

Sistema Nervoso Organização Geral Sistema Nervoso Organização Geral O encéfalo é o centro da razão e da inteligência: cognição, percepção, atenção, memória e emoção, Também é responsável pelo controle da postura e movimentos, Permite o

Leia mais

DISTÚRBIOS DE CONSCIÊNCIA. Alunas: Natalie Rios Reginara Souza Sara Felipe Tatiane Costa Thamy Marques

DISTÚRBIOS DE CONSCIÊNCIA. Alunas: Natalie Rios Reginara Souza Sara Felipe Tatiane Costa Thamy Marques DISTÚRBIOS DE CONSCIÊNCIA Alunas: Natalie Rios Reginara Souza Sara Felipe Tatiane Costa Thamy Marques Caso Clínico H.M.A. C.S.T, 72 ANOS, COM HISTÓRIA DE AVCI HÁ 04 ANOS FICANDO COM A FALA EMBOLADA E DIFICULDADE

Leia mais

12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO NEUROLOGISTA

12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO NEUROLOGISTA 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO NEUROLOGISTA QUESTÃO 21 Crises convulsivas, hemiplegias, afasia e hemianopsias como sinais isolados ou em associação, sugerem patologia neurológica de topografia:

Leia mais

SISTEMA CARDIOVASCULAR

SISTEMA CARDIOVASCULAR SISTEMA CARDIOVASCULAR Professora: Edilene biologolena@yahoo.com.br Sistema Cardiovascular Sistema Cardiovascular Composto pelo coração, pelos vasos sanguíneos e pelo sangue; Tem por função fazer o sangue

Leia mais

PROVAS NEUROMUSCULARES 1 2009

PROVAS NEUROMUSCULARES 1 2009 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE UNIDADE DE TRAUMA ORTOPÉDICO Hospital Universitário Miguel Riet Corrêa - Rua Visconde de Paranaguá, 102 Rio Grande, RS CEP 96200/190 Telefone:

Leia mais

SINAIS VITAIS. Base teórica

SINAIS VITAIS. Base teórica Base teórica SINAIS VITAIS Os sinais vitais são informações básicas colhidas pelo enfermeiro para avaliação do estado de saúde do cliente. O enfermeiro(a) deve saber avaliar e orientar a equipe quanto

Leia mais

21/6/2011 EMERGÊNCIAS CLÍNICAS CARDIOVASCULARES EMERGÊNCIAS CLÍNICAS INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) SINAIS E SINTOMAS DE IAM

21/6/2011 EMERGÊNCIAS CLÍNICAS CARDIOVASCULARES EMERGÊNCIAS CLÍNICAS INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) SINAIS E SINTOMAS DE IAM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS EMERGÊNCIAS CLÍNICAS CARDIOVASCULARES Infarto agudo do miocárdio; Insuficiência cardíaca congestiva; Acidente vascular cerebral; Hipertensão. EDUARDO LUIZ INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

Leia mais

Ivan da Costa Barros Pedro Gemal

Ivan da Costa Barros Pedro Gemal Semiologia Abordagem ao paciente cardiopata Ivan da Costa Barros Pedro Gemal DESAFIO!! 2011 Universidade Federal Fluminense 1. Paciente idoso procura PS à noite queixando- se de falta de ar, taquicárdico

Leia mais

ASSISTÊNCIA AO NEONATO EM ESTADO GRAVE. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREN/SP 42883

ASSISTÊNCIA AO NEONATO EM ESTADO GRAVE. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREN/SP 42883 ASSISTÊNCIA AO NEONATO EM ESTADO GRAVE Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREN/SP 42883 Classificação do Recém-Nascido n n n Pré-Termo São todas as crianças nascidas vivas, antes da 38ª semana, ou seja

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

Doenças do Sistema Circulatório

Doenças do Sistema Circulatório Doenças do Sistema Circulatório Dados Mundiais: Mortes por grupos de causas - 2000 Total de Mortes: 55.694.000 Causas Externas ( 9.1%) Doenças Não Transmissíveis (59.0%) Doenças transmissíveis, mortalidade

Leia mais

Agrotóxicos. O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico?

Agrotóxicos. O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico? Dica de Bolso Agrotóxicos O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico? 12 1 O QUE SÃO AGROTÓXICOS? Agrotóxicos, também chamados de pesticidas, praguicidas, biocidas, fitossanitários,

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS

DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS HEMORRÁGICAS SINAIS SINAIS DE DE ALERTA ALERTA SINAIS SINAIS DE DE CHOQUE CHOQUE

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS

PADRONIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS LOMBAR EXTENSÃO DE TRONCO- Em decúbito ventral apoiado no banco romano ou no solo, pernas estendidas, mãos atrás da cabeça ou com os braços entrelaçados na frente do peito. Realizar uma flexão de tronco

Leia mais

TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda

TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016 Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda DENGUE O Brasil têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos 10 anos com aumento

Leia mais

EXAME CLÍNICO PARA INVESTIGAÇÃO DE UMA DOENÇA CARDIOVASCULAR

EXAME CLÍNICO PARA INVESTIGAÇÃO DE UMA DOENÇA CARDIOVASCULAR EXAME CLÍNICO PARA INVESTIGAÇÃO DE UMA DOENÇA CARDIOVASCULAR RESUMO Anamnese ID HPMA IDA Antecedentes Pessoais Antecedentes Familiais Exame Físico Geral Exame Físico Especial Cabeça / Face / Pescoço Aparelho

Leia mais

Semiologia Cardíaca. Exame físico

Semiologia Cardíaca. Exame físico Semiologia Cardíaca Exame físico Exame físico Inspeção Palpação Percussão Ausculta Exame físico Inspeção e palpação simultaneamente: achados mais significativos Pesquisa de abaulamento Análise do ictus

Leia mais

P r o p e d ê u t i c a I I. Abdome. Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso

P r o p e d ê u t i c a I I. Abdome. Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso P r o p e d ê u t i c a I I Abdome Dr. Carlos Caron e Dr. Ivan Paredes Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso Faculdade Evnagélica do Parana (FEPAR) Grupo

Leia mais

C. Guia de Treino ------------------------------------------------

C. Guia de Treino ------------------------------------------------ C. Guia de Treino ------------------------------------------------ A FORÇA / RESISTÊNCIA ( FUNÇÃO MOVIMENTO OSCILAÇÃO ) A01 Joelhos inclinados Com os pés afastados na plataforma, segure a barra de apoio

Leia mais

POSICIONAMENTO DO PACIENTE PARA CIRURGIA: ENFERMAGEM CIRÚRGICA

POSICIONAMENTO DO PACIENTE PARA CIRURGIA: ENFERMAGEM CIRÚRGICA POSICIONAMENTO DO PACIENTE PARA CIRURGIA: ENFERMAGEM CIRÚRGICA PROF. CRISTIANA COSTA LUCIANO POSICIONAMENTO CIRÚRGICO: - POSIÇÃO CIRÚRGICA É AQUELA EM QUE É COLOCADO O PACIENTE, APÓS ANESTESIADO, PARA

Leia mais

CONTROLE DA MOTRICIDADE SOMÁTICA

CONTROLE DA MOTRICIDADE SOMÁTICA CONTROLE DA MOTRICIDADE SOMÁTICA Medula, Tronco Encefálico & Córtex Motor Cerebelo e Núcleos da Base Profa Silvia Mitiko Nishida Depto de Fisiologia Padrões Básicos de Movimentos do Corpo Movimento de

Leia mais

PRIMEIROS SOCORROS. RECURSOS HUMANOS - PH/PHA Data: 28/03/2000 PESSOAS: NOSSA MELHOR ENERGIA

PRIMEIROS SOCORROS. RECURSOS HUMANOS - PH/PHA Data: 28/03/2000 PESSOAS: NOSSA MELHOR ENERGIA PRIMEIROS SOCORROS CONCEITO TRATAMENTO IMEDIATO E PROVISÓRIO CARACTERÍSTICAS DO SOCORRISTA CONHECIMENTO INICATIVA CONFIANÇA CRIATIVIDADE CALMA SOLIDARIEDADE ESTADO DE CHOQUE HIPOTENSÃO COM ACENTUADA BAIXA

Leia mais

PLANO DE CURSO 4 PERÍODO ANO: 2013.2

PLANO DE CURSO 4 PERÍODO ANO: 2013.2 PLANO DE CURSO 4 PERÍODO ANO: 2013.2 CURSO: MEDICINA DISCIPLINA: SEMIOLOGIA CARGA HORÁRIA: 432 horas PROFESSOR TITULAR: Edino Jurado PROFESSORES:Cláudio Teixeira, Edilberto Paravidine, Evaldo Otal, Ézil

Leia mais

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL As doenças do coração são muito freqüentes em pacientes com insuficiência renal. Assim, um cuidado especial deve ser tomado, principalmente, na prevenção e no controle

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE MEDICINA E ENFERMAGEM SELEÇÃO DE MONITOR NÍVEL I EDITAL Nº 02/2014/DEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE MEDICINA E ENFERMAGEM SELEÇÃO DE MONITOR NÍVEL I EDITAL Nº 02/2014/DEM UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE MEDICINA E ENFERMAGEM SELEÇÃO DE MONITOR NÍVEL I EDITAL Nº 02/2014/DEM 1. A Universidade Federal de Viçosa, através do presente edital,

Leia mais

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito:

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito: Doenças Vasculares Tromboflebiteé uma afecção na qual se forma um coágulo numa veia, em conseqüência de flebite ou devido à obstrução parcial da veia. Flebiteé a inflamação das paredes de uma veia. Causas:

Leia mais

Assunto: Nova classificação de caso de dengue OMS

Assunto: Nova classificação de caso de dengue OMS Assunto: Nova classificação de caso de dengue OMS 1. A partir de janeiro de 2014 o Brasil adotará a nova classificação de caso de dengue revisada da Organização Mundial de Saúde (detalhamento anexo I):

Leia mais

Categorias de Músculos

Categorias de Músculos URI Curso de Psicologia Prof. Claudio Alfredo Konrat Aparelho Locomotor: ossos, junturas e músculos Os músculos constituem os elementos ativos do movimento Os ossos constituem os elementos passivos do

Leia mais

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula Introdução O corpo humano é coordenado por dois sistemas: o nervoso e o endócrino. O sistema nervoso é o que coordena, por meio da ação dos neurônios, as respostas fisiológicas, como a ação dos músculos

Leia mais

Recebimento de pacientes na SRPA

Recebimento de pacientes na SRPA CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente

Leia mais

Algumas medidas podem salvar vidas durante uma onda de calor

Algumas medidas podem salvar vidas durante uma onda de calor Algumas medidas podem salvar vidas durante uma onda de calor Quando ocorre uma Onda de Calor emitem-se Alertas: Amarelo ou Vermelho, com menos e mais gravidade, respectivamente. Devem adoptar-se cuidados

Leia mais

DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO OBJETIVOS CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DOS DISTÚRBIOS DO SONO AASM 2006 CARLOS A A VIEGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO OBJETIVOS CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DOS DISTÚRBIOS DO SONO AASM 2006 CARLOS A A VIEGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO CARLOS A A VIEGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA OBJETIVOS Classificação dos distúrbios do sono Classificação dos distúrbios respiratórios do sono Definições: ronco, ravas (rera),

Leia mais

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente

Leia mais

Síndromes Neurológicos

Síndromes Neurológicos Síndromes Neurológicos Neurologia - FEPAR Neurofepar Dr. Roberto Caron O Monstro Neurológico... Os 4 Passos do Diagnós?co Neurológico Elicitação dos fatos clínicos Anamnese Exame Clínico Diagnóstico Síndrômico

Leia mais

Necessidades humanas básicas: oxigenação. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo

Necessidades humanas básicas: oxigenação. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Necessidades humanas básicas: oxigenação Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Revisão Revisão O Fatores que afetam a oxigenação Fisiológicos; Desenvolvimento; Estilo de vida; Ambiental. Fisiológicos

Leia mais

Ficha de Identificação do Paciente (Apenas para uso interno. Esta informação não é para ser incluída no CRF)

Ficha de Identificação do Paciente (Apenas para uso interno. Esta informação não é para ser incluída no CRF) Ficha de Identificação do Paciente (Apenas para uso interno. Esta informação não é para ser incluída no CRF) 1.1 Informação do Paciente Primeiro nome do paciente Último sobrenome do paciente Data de Nascimento

Leia mais

EXAME FÍSICO DO RN. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREN/SP - 42883

EXAME FÍSICO DO RN. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREN/SP - 42883 EXAME FÍSICO DO RN Enfermeira COREN/SP - 42883 Introdução! Alguns minutos depois do nascimento o exame físico é feito pelo pediatra. É uma avaliação de rotina do estado físico do bebê.! O exame físico

Leia mais

AULAS TEÓRICAS SEMIOLOGIA MÉDICA GERAL I 5º PERÍODO 2009/2 DATA HORÁRIO ASSUNTO PROFESSORES

AULAS TEÓRICAS SEMIOLOGIA MÉDICA GERAL I 5º PERÍODO 2009/2 DATA HORÁRIO ASSUNTO PROFESSORES SEMIOLOGIA MÉDICA GERAL I 5º PERÍODO 2009/2 4 ago 11:00 ÀS 11:50 RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE E ÉTICA MÉDICA FLÁVIA MAGALHÃES 11 ago 11:00 ÀS 11:50 ANAMNESE FLÁVIA MAGALHÃES 18 ago 11:00 ÀS 11:50 SEMIOLOGIA

Leia mais

P r o p e d ê u t i c a I I. Pulmão. Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso

P r o p e d ê u t i c a I I. Pulmão. Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso P r o p e d ê u t i c a I I Pulmão Dr. Carlos Caron e Dr. Ivan Paredes Dr. Ivan Paredes Dr. Carlos Caron Dr. Joachim Graff Dr. Carlos Borges Dr. Carlos Cardoso Faculdade Evnagélica do Parana (FEPAR) Grupo

Leia mais

X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN

X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN 65 Centro Universitário da Grande Dourados X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN 66 ANÁLISE POSTURAL EM ADOLESCENTES DO SEXO FEMININO NA FASE

Leia mais

O TAMANHO DO PROBLEMA

O TAMANHO DO PROBLEMA FÍSICA MÉDICA O TAMANHO DO PROBLEMA Quantos hipertensos existem no Brasil? Estimativa de Prevalência de Hipertensão Arterial (1998) 13 milhões se considerar cifras de PA > 160 e/ou 95 mmhg 30 milhões

Leia mais

SISTEMA CIRCULATÓRIO II

SISTEMA CIRCULATÓRIO II SISTEMA CIRCULATÓRIO II Conceito: Edema pulmonar é o acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Observação: se a cada batimento, o VD bombear apenas 1 gota a mais de sangue que o VE, dentro de 2 horas o

Leia mais

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso Aula Programada Biologia Tema: Sistema Nervoso 1) Introdução O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas,

Leia mais

FISIOTERAPIA QUESTÕES DISCURSIVAS

FISIOTERAPIA QUESTÕES DISCURSIVAS ENADE-2007- PADRÃO DE RESPOSTA FISIOTERAPIA QUESTÕES DISCURSIVAS QUESTÃO 37 a) O início da resposta inflamatória é determinado por uma vasoconstrição originada de um reflexo nervoso que lentamente vai

Leia mais

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença

Leia mais

TUMORES CEREBRAIS. Maria da Conceição Muniz Ribeiro

TUMORES CEREBRAIS. Maria da Conceição Muniz Ribeiro TUMORES CEREBRAIS Maria da Conceição Muniz Ribeiro Tumor Cerebral é uma lesão localizada que ocupa o espaço intracerebral e tende a acusar um aumento de PIC. Em adulto, a maior parte dos tumores se origina

Leia mais

03/08/2014. Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica DEFINIÇÃO - DPOC

03/08/2014. Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica DEFINIÇÃO - DPOC ALGUNS TERMOS TÉCNICOS UNESC FACULDADES - ENFERMAGEM PROFª.: FLÁVIA NUNES Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica Ortopneia: É a dificuldade

Leia mais

Unidade I Energia: Conservação e transformação. Aula 5.1 Conteúdo: Sistema cardiovascular.

Unidade I Energia: Conservação e transformação. Aula 5.1 Conteúdo: Sistema cardiovascular. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade I Energia: Conservação e transformação. Aula 5.1 Conteúdo: Sistema cardiovascular. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

Planificação anual de Saúde- 10ºano

Planificação anual de Saúde- 10ºano CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Turmas: 10ºI Professora: Ana Margarida Vargues Planificação anual de Saúde- 10ºano 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde do Curso

Leia mais

LESÕES OSTEOMUSCULARES

LESÕES OSTEOMUSCULARES LESÕES OSTEOMUSCULARES E aí galera do hand mades é com muito orgulho que eu estou escrevendo este texto a respeito de um assunto muito importante e que muitas vezes está fora do conhecimento de vocês Músicos.

Leia mais

DIPLOPIA DIPLOPIA MONOCULAR

DIPLOPIA DIPLOPIA MONOCULAR DIPLOPIA Definição - Visão dupla dum objecto único. 1) DIPLOPIA MONOCULAR Diplopia que desaparece com a oclusão dum olho atingido 2) DIPLOPIA BINOCULAR ligada a um desequilíbrio binocular de oculomotricidade

Leia mais

O que dizem as Evidências? O que diz a Organização Mundial de Saúde?

O que dizem as Evidências? O que diz a Organização Mundial de Saúde? O que dizem as Evidências? As evidências científicas têm vindo a demonstrar que no início e durante o trabalho de parto [TP] as mulheres que adotam posições verticais (em pé) têm menos dores 1, menos necessidade

Leia mais

1 - Estrutura e Finalidades da disciplina

1 - Estrutura e Finalidades da disciplina CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de SAÚDE 10º ano 014/015 Turma K Professora: Maria de Fátima Martinho. 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde

Leia mais

Desenvolvimento fetal e exames ultrassonográficosde relevância no pré-natal

Desenvolvimento fetal e exames ultrassonográficosde relevância no pré-natal Desenvolvimento fetal e exames ultrassonográficosde relevância no pré-natal Dra. Tatiane Bilhalva Fogaça Médica Obstetra especialista em Medicina Fetal pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia

Leia mais

Secretaria Municipal de Saúde. Atualização - Dengue. Situação epidemiológica e manejo clínico

Secretaria Municipal de Saúde. Atualização - Dengue. Situação epidemiológica e manejo clínico Secretaria Municipal de Saúde Atualização - Dengue Situação epidemiológica e manejo clínico Agente Etiológico Arbovírus do gênero Flavivírus: Den-1, Den-2, Den-3 e Den- 4. Modo de Transmissão: Aspectos

Leia mais

- CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CARDIOVASCULAR. 3) ANATOMIA DO CORAÇÃO HUMANO - O coração é um órgão oco localizado no meio do peito, na cavidade torácica;

- CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CARDIOVASCULAR. 3) ANATOMIA DO CORAÇÃO HUMANO - O coração é um órgão oco localizado no meio do peito, na cavidade torácica; - CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CARDIOVASCULAR 1) FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR - Propulsão do sangue por todo o organismo; - Transporte de substâncias como o oxigênio (O 2 ), dióxido de carbono ou gás carbônico

Leia mais

Paralisia facial periférica Resumo de diretriz NHG M93 (agosto 2010)

Paralisia facial periférica Resumo de diretriz NHG M93 (agosto 2010) Paralisia facial periférica Resumo de diretriz NHG M93 (agosto 2010) Klomp MA, Striekwold MP, Teunissen H, Verdaasdonk AL traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para

Leia mais

EXERCÍCIO E DIABETES

EXERCÍCIO E DIABETES EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,

Leia mais

INTOXICAÇÃO EXOGÉNA POR AGROTÓXICOS

INTOXICAÇÃO EXOGÉNA POR AGROTÓXICOS INTOXICAÇÃO EXOGÉNA POR AGROTÓXICOS CEREST ESTADUAL Enfª do Trabalho: Thaysa Zago CLASSIFICAÇÃO Inseticidas ou praguicidas: combatem insetos; Fungicidas: atingem os fungos; Herbicidas: matam as plantas

Leia mais

COMA. Recuperação da Consciência. Morte Encefálica

COMA. Recuperação da Consciência. Morte Encefálica Avaliação do Paciente Neurológico Dra. Viviane Cordeiro Veiga Unidades de Terapia Intensiva Neurológica Hospital Beneficência Portuguesa Alterações do nível de consciência Sonolência: indivíduos que despertam

Leia mais

Objetivos da AF. Introdução Avaliação Física & Sinais Vitais em Odontologia. Avaliação Geral:

Objetivos da AF. Introdução Avaliação Física & Sinais Vitais em Odontologia. Avaliação Geral: Introdução Avaliação Física & Sinais Vitais em Odontologia Francisco Barata Ribeiro Professor de Anestesia e Sedação Capacitado em Sedação Enteral e Parenteral USC University of Southern California Mater

Leia mais

- Miocardiopatias. - Arritmias. - Hipervolemia. Não cardiogênicas. - Endotoxemia; - Infecção Pulmonar; - Broncoaspiração; - Anafilaxia; - Etc..

- Miocardiopatias. - Arritmias. - Hipervolemia. Não cardiogênicas. - Endotoxemia; - Infecção Pulmonar; - Broncoaspiração; - Anafilaxia; - Etc.. AULA 13: EAP (EDEMA AGUDO DE PULMÃO) 1- INTRODUÇÃO O edema agudo de pulmão é uma grave situação clinica, de muito sofrimento, com sensação de morte iminente e que exige atendimento médico urgente. 2- CONCEITO

Leia mais

ORIENTAÇÃO E REABILITAÇÃO CARTILHA DE EXERCÍCIOS FISIOTERAPÊUTICOS PARA PACIENTES EM PÓS-OPERATORIO DE CÂNCER DE MAMA

ORIENTAÇÃO E REABILITAÇÃO CARTILHA DE EXERCÍCIOS FISIOTERAPÊUTICOS PARA PACIENTES EM PÓS-OPERATORIO DE CÂNCER DE MAMA ORIENTAÇÃO E REABILITAÇÃO CARTILHA DE EXERCÍCIOS FISIOTERAPÊUTICOS PARA PACIENTES EM PÓS-OPERATORIO DE CÂNCER DE MAMA Seguindo todas essas dicas, você terá uma vida melhor. Vai previnir o linfedema e complicações,

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano.

Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano. Introdução O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e constituem necessidades básicas do ser humano. Movimentação do paciente Para que o paciente se sinta confortável

Leia mais

Hipert r en e são ã A rteri r a i l

Hipert r en e são ã A rteri r a i l Hipertensão Arterial O que é a Pressão Arterial? Coração Bombeia sangue Orgãos do corpo O sangue é levado pelas artérias Fornece oxigénio e nutrientes Quando o sangue é bombeado gera uma pressão nas paredes

Leia mais

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura Cuidando da Coluna e da Postura Texto elaborado por Luciene Maria Bueno Coluna e Postura A coluna vertebral possui algumas curvaturas que são normais, o aumento, acentuação ou diminuição destas curvaturas

Leia mais

Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia

Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Dr. Leandro Gomes Pistori Fisioterapeuta CREFITO-3 / 47741-F Fone: (16) 3371-4121 Dr. Paulo Fernando C. Rossi Fisioterapeuta CREFITO-3 / 65294 F Fone: (16) 3307-6555

Leia mais

Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos

Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos Situação Epidemiológica O Brasil é responsável por 75% dos casos de dengue na América Latina A partir de 2002, houve grande aumento de casos de dengue e das

Leia mais

Dra. Sandra Camacho* IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA

Dra. Sandra Camacho* IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA Uma cadeira e uma garrafa de água O que podem fazer por si Dra. Sandra Camacho* IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA A prática de uma actividade física regular permite a todos os indivíduos desenvolverem uma

Leia mais

09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos

09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos 09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos como os resíduos nos estados sólidos e semissólido,

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc Insuficiência Cardíaca Conceito É a incapacidade do coração em adequar sua ejeção às necessidades metabólicas do organismo, ou fazê-la

Leia mais

SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS

SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS SEMIOLOGIA DOS OLHOS. Sinais e sintomas: Pupilares. Aparelho neuromuscular dos olhos. Fundo de olho. Manifestações: a) cardiovasculares

Leia mais