14 GESTÃO DA MUDANÇA NA SAÚDE FUNDAMENTOS E ROADMAP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "14 GESTÃO DA MUDANÇA NA SAÚDE FUNDAMENTOS E ROADMAP"

Transcrição

1 1 INTRODUÇÃO

2

3 INTRODUÇÃO 13 Na sociedade global e no mundo dos indivíduos e das organizações existem, hoje como provavelmente sempre, poucas certezas e muitas incógnitas. A incerteza é, para todos os efeitos e goste-se ou não, dominante. E resulta, entre outras questões, da rápida evolução das tecnologias, da circulação da informação em tempo real e à escala global, da alteração acelerada de comportamentos e mentalidades, da desregulação de mercados, da livre circulação de pessoas e capitais, de novas necessidades dos consumidores. Em suma, incerteza que resulta da mudança, em ritmo cada vez mais rápido, da generalidade das dimensões individuais, organizacionais e sociais (Ferreira e Martinez, 2008). Para sobreviver neste ambiente de incerteza e mudança, as organizações necessitam de implementar mudanças organizacionais de forma a adaptarem-se (Turner et al., 2009). No entanto, grande parte destas iniciativas acabam por falhar (Beer e Nohria, 2000), o que reflete uma incapacidade das organizações para implementarem mudanças com sucesso. Segundo Ferreira e Martinez (2008) este problema afeta também as organizações portuguesas, podendo dever-se a fatores como a aversão ao risco e pessimismo dos gestores portugueses, à estagnação dos processos nas organizações ou a faltas de conhecimento sobre as áreas de gestão da mudança. Este último fator é particularmente relevante nas organizações de saúde, uma vez que os conceitos de mudança organizacional e gestão da mudança são apreendidos e discutidos maioritariamente em escolas de gestão, psicologia, sociologia e economia (Iles e Sutherland, 2001) e, por conseguinte, longe dos teatros da prestação dos cuidados de saúde. Por esta razão, informações e orientações importantes que a literatura oferece sobre os processos de mudança e a sua gestão não estão a ser utilizadas pelas organizações de saúde para implementar as mudanças necessárias com sucesso. Tendo em conta esta linha de pensamento, o objetivo principal deste livro é o de, primeiramente, realizar uma revisão sobre alguma da literatura sobre gestão da mudança e, em particular, na saúde, com o intuito de, posteriormente, elaborar um manual com

4 14 GESTÃO DA MUDANÇA NA SAÚDE FUNDAMENTOS E ROADMAP informações gerais sobre o tema, dirigido a gestores e profissionais de saúde e adaptado ao contexto e idiossincrasias desta área. Os objetivos a que os autores se propõem são, explicitamente, os seguintes: 1. Descrever o contexto em que se inserem as organizações de saúde portuguesas; 2. Realizar uma revisão bibliográfica sobre algumas das principais teorias, abordagens e modelos de gestão da mudança; 3. Realizar uma revisão bibliográfica sobre alguns dos principais modelos de gestão da mudança na saúde; 4. Elaborar um manual de gestão da mudança de caráter simples e percetível e direcionado para o setor da saúde, de forma a fornecer informações gerais sobre os principais modelos, abordagens, técnicas e ferramentas e podendo ser usado de forma rápida e segura por gestores e profissionais de saúde, adequando-se ao seu contexto. O corpo do livro é constituído por sete capítulos: a introdução (o presente capítulo), a metodologia (capítulo 2), a contextualização do problema (capítulo 3), o estado da arte na gestão da mudança (capítulo 4), revisão da gestão da mudança na saúde (capítulo 5), a elaboração do manual de gestão da mudança na saúde (capítulo 6) e a conclusão (capítulo 7). No segundo capítulo são referidos os aspetos referentes à metodologia usada para construir o livro. O método utilizado foi o descritivo que, segundo Reto e Nunes (2001), tem como objetivo principal caracterizar o estado da arte de um determinado tema de interesse. A técnica de recolha da informação utilizada foi a pesquisa documental, realizada em bibliotecas e, principalmente, em bases de dados eletrónicas. Por último, as fontes de informação consistiram em relatórios e publicações de saúde, manuais de gestão da mudança na saúde e obras e artigos sobre mudança organizacional e modelos de gestão da mudança.

5 INTRODUÇÃO 15 No terceiro capítulo é feita a contextualização do problema, com uma breve descrição da evolução dos sistemas de saúde inglês e português na última década, nomeadamente a nível das principais medidas políticas e reformas implementadas. Para o sistema de saúde português, a cargo do Serviço Nacional de Saúde, é também feita uma contextualização no ambiente atual de crise e, por fim, uma comparação com o sistema inglês no que respeita às estratégias implementadas na área da gestão da mudança. No quarto capítulo apresenta-se a revisão bibliográfica realizada sobre o tema da mudança organizacional, os seus conceitos, teorias e abordagens. São referidos os diversos tipos de mudança identificados por diferentes autores, os principais modelos de gestão da mudança e os elementos essenciais para o sucesso da mudança, presentes na generalidade dos modelos estudados. De seguida, no quinto capítulo, são referidos os desafios adicionais para as organizações de saúde no que se refere à gestão da mudança e são também apresentados alguns modelos de gestão da mudança na saúde, com ênfase nos modelos dirigidos às organizações de saúde. O sexto capítulo é dedicado à apresentação do manual «Gestão da mudança nas organizações de saúde: roadmap» e à forma como foi elaborado. Este manual apresenta informações gerais sobre os principais conceitos e abordagens de mudança organizacional, revistos nos capítulos anteriores, bem como algumas técnicas e ferramentas a serem utilizadas consoante o tipo e contexto da mudança. Por fim, no capítulo 7, Conclusão, são discutidas algumas questões importantes que foram surgindo ao longo do livro e apresentadas sugestões para futuras práticas.

Apresentação. Cultura, Poder e Decisão na Empresa Familiar no Brasil

Apresentação. Cultura, Poder e Decisão na Empresa Familiar no Brasil Apresentação Cultura, Poder e Decisão na Empresa Familiar no Brasil 2 No Brasil, no final da década de 1990, as questões colocadas pela globalização, tais como o desemprego, a falta de qualificação de

Leia mais

empresas), embora também esta sujeita a interrogações e dúvidas, porque as vantagens nem sempre são sistemáticas e garantidas com base em condições

empresas), embora também esta sujeita a interrogações e dúvidas, porque as vantagens nem sempre são sistemáticas e garantidas com base em condições Prefácio Dezoito anos passados da primeira obra do autor sobre a temática, e olhando o percurso a esta distância, não deixamos de nos surpreender pela evolução realizada no mundo empresarial e na sociedade.

Leia mais

A ECOLOGIA ORGANIZACIONAL

A ECOLOGIA ORGANIZACIONAL A ECOLOGIA ORGANIZACIONAL 2012 Nuno Terenas Licenciado em Psicologia - variante Social e das Organizações E-mail: nunoterenas@sapo.pt RESUMO A ecologia organizacional surgiu como a principal perspectiva

Leia mais

1 Introdução. 1.1. A motivação e o problema da pesquisa

1 Introdução. 1.1. A motivação e o problema da pesquisa 1 Introdução O objetivo desse capítulo é propiciar uma visão abrangente do estudo aqui desenvolvido. Dessa forma, ele foi estruturado com as seguintes seções: A motivação e o problema da pesquisa: baseada

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC BLUMENAU

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC BLUMENAU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC BLUMENAU PORTARIA DE CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 1.325 de 18 de maio de 2004, publicada no DOU em 20 de maio de 2004. Diretor da Faculdade: Elita Grosch Maba Diretor

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o EMENTA Munir os alunos de conhecimentos sobre: estudo dos fenômenos psicológicos da relação homemtrabalho; Abordar temas como as influências da estrutura e da cultura organizacional sobre o comportamento,

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS PORTARIA DE CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 3.544 de 13 de dezembro de 2002, publicada no DOU em 16 de dezembro de 2002. Diretor da Faculdade: José Carlos

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE FLORIANOPOLIS

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE FLORIANOPOLIS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE FLORIANOPOLIS CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 39 de 13 de janeiro de 2012, publicada no DOU em 16 de janeiro de 2012. Diretor da Faculdade: Ivanir Salete Bazzei

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Arquivologia:

Gestão do Conhecimento e Arquivologia: Gestão do Conhecimento e Arquivologia: entrelaçamentos e possibilidades na formação do profissional arquivista. Profa. Dra. Maria do Rocio F. Teixeira DCI/FABICO/UFRGS Arquivologia Salvador, 2013. Apresentação

Leia mais

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE Capítulo 7 Balanced Scorecard ÍNDICE 7.1 O que é o Balanced Scorecard 7.2 Indicadores de Ocorrência 7.3 O Método 7.4 Diagramas de Balanced Scorecard Capítulo 7 - BALANCED

Leia mais

Disciplinas Teórica Prática Estágio Total 2 SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR CURSO DE PSICOLOGIA 1º SEMESTRE

Disciplinas Teórica Prática Estágio Total 2 SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR CURSO DE PSICOLOGIA 1º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR CURSO DE PSICOLOGIA 1º SEMESTRE Leitura e Produção de Textos Informática Instrumental Introdução à Sociologia Anatomofisologia 1 Psicologia: Ciência e Profissão Fundamentos Históricos

Leia mais

A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL.

A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL. A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL. Profa. Maria do Rocio F. Teixeira DCI/FABICO/UFRGS IX Encuentro de Directores y VIII de Docentes

Leia mais

«RITAS CONTRA CHAMIÇOS»

«RITAS CONTRA CHAMIÇOS» «RITAS CONTRA CHAMIÇOS» Duas emissões de papel-moeda lançados entre os anos de 1921 e 1926, em Angola, um período entre guerras de grandes dificuldades económicas e caos financeiro Os anos entre 1921 e

Leia mais

O que discutimos neste módulo

O que discutimos neste módulo Marketing Governamental Antonio Roberto Bono Olenscki São Paulo, 14 de junho de 2011 O que discutimos neste módulo Marketing de serviços públicos; foco no cidadão, dimensões da qualidade em serviços públicos;

Leia mais

Currículo do Curso de Secretariado Executivo Trilíngue

Currículo do Curso de Secretariado Executivo Trilíngue Currículo do Curso de Trilíngue Bacharelado - Português, Francês e Inglês ATUAÇÃO O curso de Trilíngüe da UFV permite ao graduado o exercício pleno da profissão, nos termos definidos pelas leis n.º7.377/85

Leia mais

SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGÜE, PORTUGUÊS, FRANCÊS E INGLÊS

SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGÜE, PORTUGUÊS, FRANCÊS E INGLÊS SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGÜE, PORTUGUÊS, FRANCÊS E INGLÊS COORDENADOR Odemir Vieira Baeta odemirbaeta@ufv.br 356 Currículos dos Cursos do CCH UFV Currículo do Curso de Secretariado Executivo Trilíngüe,

Leia mais

Dissertações de Doutoramento

Dissertações de Doutoramento Revista Portuguesa de Educação, 2006, 19(1), pp. 187-198 2006, CIEd - Universidade do Minho Dissertações de Doutoramento Marlène Fernandes da Silva e Silva (2005). A Pragmática Lexicultural em Educação

Leia mais

RELAÇÃO DE HORÁRIOS POR TURMA. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta

RELAÇÃO DE HORÁRIOS POR TURMA. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Turma: ADM11N - 20161 FORMAÇÃO PROFISSIONAL I MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA EM I INTRODUÇÃO À ECONOMIA I INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS FORMAÇÃO PROFISSIONAL I MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA EM I INTRODUÇÃO

Leia mais

MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO

MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO Fernando Ferrari Filho Resenha do livro Macroeconomia da Estagnação: crítica da ortodoxia convencional no Brasil pós- 1994, de Luiz Carlos Bresser Pereira, Editora 34, São Paulo,

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE SÃO MIGUEL DO OESTE

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE SÃO MIGUEL DO OESTE FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE SÃO MIGUEL DO OESTE CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 1450 de 28 de novembro de 2008, publicada no DOU em 01 de dezembro de 2008. Diretor da Faculdade: Adilson José

Leia mais

As Organizações e a Teoria Organizacional

As Organizações e a Teoria Organizacional Página 1 de 6 As Organizações e a Teoria Organizacional Autora: Sara Fichman Raskin Este texto é totalmente baseado no primeiro capítulo do livro Organizational theory: text and cases, do autor Jones Gareth,

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRICULO PLENO 1.ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS TEOR PRÁT CHA PRÉ-REQUISITO

MATRIZ CURRICULAR CURRICULO PLENO 1.ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS TEOR PRÁT CHA PRÉ-REQUISITO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO Currículo Novo - 2006/01 - Fisem (Seriado). Duração: 3 000 horas - 180 créditos - 9 semestres CONTABILIDADE I 31714 DIREITO EMPRESARIAL CONTABILIDADE II 03442 LEGISLAÇÃO SOCIAL E DO TRABALHO INTRODUÇÃO

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA I. OBJECTIVOS O objectivo deste ciclo de estudos é garantir aos estudantes uma sólida formação jurídica de base. Tendo

Leia mais

SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGÜE, PORTUGUÊS, FRANCÊS E INGLÊS. COORDENADORA Ana Carolina Gonçalves Reis carolinareis@ufv.br

SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGÜE, PORTUGUÊS, FRANCÊS E INGLÊS. COORDENADORA Ana Carolina Gonçalves Reis carolinareis@ufv.br SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGÜE, PORTUGUÊS, FRANCÊS E INGLÊS COORDENADORA Ana Carolina Gonçalves Reis carolinareis@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2009 375 Bacharelado ATUAÇÃO O curso de Secretariado

Leia mais

RELAÇÃO DE HORÁRIOS POR TURMA. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta ECONOMIA I FORMAÇÃO PROFISSIONAL I MATEMÁTICA ECONOMIA I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

RELAÇÃO DE HORÁRIOS POR TURMA. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta ECONOMIA I FORMAÇÃO PROFISSIONAL I MATEMÁTICA ECONOMIA I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Turma: ADM11N - 20152 ECONOMIA I FORMAÇÃO PROFISSIONAL I MATEMÁTICA ECONOMIA I INTRODUÇÃO À ECONOMIA I FORMAÇÃO PROFISSIONAL I MATEMÁTICA ECONOMIA I INTRODUÇÃO À INTRODUÇÃO À INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO AA 285 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I LÍNGUA PORTUGUESA NO 6º E 7º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Língua Portuguesa. Elaborar propostas de trabalho com diferentes gêneros textuais que contemplem também textos literários.

Leia mais

DIRETRIZES DE TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA E NEGÓCIOS, LOGÍSTICA E POLÍMEROS

DIRETRIZES DE TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA E NEGÓCIOS, LOGÍSTICA E POLÍMEROS FACULDADE DE TECNOLOGIA DE MAUÁ DIRETRIZES DE TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA E NEGÓCIOS, LOGÍSTICA E POLÍMEROS Mauá, Janeiro de 2013 FACULDADE DE TECNOLOGIA

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE JARAGUÁ DO SUL

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE JARAGUÁ DO SUL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE JARAGUÁ DO SUL CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 380 de 20 de março de 2008, publicada no DOU em 25 de março de 2008. Diretor da Faculdade: Mauricio Anisio Ferreira

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Currículo Novo - 2006/01 Reconhecido pela Portaria Ministerial Nº. 4.327, de 22/12/2004 Duração: 180 créditos 2.700h, acrescidas de 300 h de atividades complementares, totalizando

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

Aprovado no CONGRAD 25.08.2015 Retificado no CONGRAD 06.08.2015 Vigência: ingressos a partir de 2016/1. Cód. 1884 - CURSO SECRETARIADO EXECUTIVO

Aprovado no CONGRAD 25.08.2015 Retificado no CONGRAD 06.08.2015 Vigência: ingressos a partir de 2016/1. Cód. 1884 - CURSO SECRETARIADO EXECUTIVO Aprovado no CONGRAD 25.08.2015 Retificado no CONGRAD 06.08.2015 Vigência: ingressos a partir de 2016/1 Cód. 1884 - CURSO SECRETARIADO EXECUTIVO MATRIZ CURRICULAR Currículo nº 05 CÓD. ÁREAS DE FORMAÇÃO

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL FUNDAÇÃO SOUSÂNDRADE INSTITUTO UNIVERSITÁRIO ATLÂNTICO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Psicologia do Empreendedorismo

Psicologia do Empreendedorismo Psicologia do Empreendedorismo António Caetano, Susana Correia Santos e Sílvia Fernandes Costa Psicologia do Empreendedorismo Processos, Oportunidades e Competências LISBOA, 2012 António Caetano, Susana

Leia mais

Organização de Gerenciamento de Processos. Palestrante: Samyra Salomão

Organização de Gerenciamento de Processos. Palestrante: Samyra Salomão Organização de Gerenciamento de Processos Palestrante: Samyra Salomão Contextualização O foco do gerenciamento de processos de negócio pode também modificar a forma como os executivos pensam e estruturam

Leia mais

DOCUMENTOS E REGISTROS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

DOCUMENTOS E REGISTROS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DOCUMENTOS E REGISTROS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 2011 WANDERSON S. PARIS INTRODUÇÃO Não se pretende aqui, reproduzir os conteúdos das normas ou esgotar o tema versado por elas. A ideia é apenas

Leia mais

Introdução... 3. Diagnóstico estratégico... 5. Visão e missão... 7. Finalidades e objetivos estratégicos... 8. Monitorização e avaliação...

Introdução... 3. Diagnóstico estratégico... 5. Visão e missão... 7. Finalidades e objetivos estratégicos... 8. Monitorização e avaliação... PROJETO EDUCATIVO Triénio 2012/2015 Colaborar, Formar, Construir o Futuro ESCOLA SECUNDÁRIA DA BAIXA DA BANHEIRA Página 1 de 16 Índice Introdução... 3 Diagnóstico... 5 Visão e missão... 7 Finalidades e

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

RELAÇÃO DE HORÁRIOS POR TURMA. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta PESQUISA E PRÁTICA EM DIREITO - V / ATIVIDADES SIMULADAS

RELAÇÃO DE HORÁRIOS POR TURMA. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta PESQUISA E PRÁTICA EM DIREITO - V / ATIVIDADES SIMULADAS Turma: DID101-20161 08:00 E RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO ÉTICA PROFISSIONAL EMPRESARIAL III PROCESSUAL CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO 08:50 E RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO

4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO CADERNO FICHA 4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO 4.4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito mais alargado, não

Leia mais

A classificação final da prova será calculada de acordo com os seguintes critérios:

A classificação final da prova será calculada de acordo com os seguintes critérios: ANEXO II Estrutura e Referenciais da Prova de Ingresso Curso Técnico Superior Profissional em Climatização e Refrigeração da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu 1. Introdução Relativamente

Leia mais

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO RECONHECIDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE EM 16 DE SETEMBRO DE 2010 Estudo técnico Edição nº 22 dezembro de 2014

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Qualidade de Vida no Trabalho O conceito de QVT é muito abrangente, e precisa ser definido com clareza, uma vez que as posições profissionais dos trabalhadores dentro de uma organização

Leia mais

Secretariado Executivo: Expansão do Curso e Perfil dos Alunos em Rondonópolis-MT

Secretariado Executivo: Expansão do Curso e Perfil dos Alunos em Rondonópolis-MT Secretariado Executivo: Expansão do Curso e Perfil dos Alunos em Rondonópolis-MT Susana Taulé Piñol* Reinaldo Mesquita Cassiano** Resumo Este artigo apresenta a expansão histórica da profissão de Secretariado

Leia mais

1 Introdução Como definir uma estratégia de remuneração alinhada com a cultura organizacional?

1 Introdução Como definir uma estratégia de remuneração alinhada com a cultura organizacional? 1 Introdução Não existe estratégia de negócios ideal para ser aplicada a qualquer empresa, assim como não existe uma cultura organizacional ideal. (PASCHINI, 2006), Killman (1985) afirma que a cultura

Leia mais

CATÁLOGO DE REQUISITOS DE TITULAÇÃO PROCESSO SELETIVO 5627/2015

CATÁLOGO DE REQUISITOS DE TITULAÇÃO PROCESSO SELETIVO 5627/2015 CATÁLOGO DE REQUISITOS DE TITULAÇÃO PROCESSO SELETIVO 5627/2015 1. Aplicativos Informatizados () (EII) - Ênfase em Análise de Sistemas - Habilitação em de Empresas - Habilitação em Hoteleira - Habilitação

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos)

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos) 1. Unidades temáticas, conteúdos e objetivos/competências I O que é a Sociologia Unidades temáticas/conteúdos* 1. Sociologia e conhecimento sobre a realidade social 1.1. Ciências Sociais e Sociologia 1.2.

Leia mais

AS MUDANÇAS CONTABILÍSTICAS NA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO PORTO: O PERÍODO 1914-1917. Ângela Patrícia de Sousa Lima Barbedo

AS MUDANÇAS CONTABILÍSTICAS NA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO PORTO: O PERÍODO 1914-1917. Ângela Patrícia de Sousa Lima Barbedo AS MUDANÇAS CONTABILÍSTICAS NA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO PORTO: O PERÍODO 1914-1917 Ângela Patrícia de Sousa Lima Barbedo Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa 11 de dezembro de 2015 ÍNDICE

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM ICONOGRAFIA CRISTÃ LEITURA E ANÁLISE DA IMAGEM RELIGIOSA

PÓS-GRADUAÇÃO EM ICONOGRAFIA CRISTÃ LEITURA E ANÁLISE DA IMAGEM RELIGIOSA PÓS-GRADUAÇÃO EM ICONOGRAFIA CRISTÃ LEITURA E ANÁLISE DA IMAGEM RELIGIOSA LISBOA 2008 PÓS-GRADUAÇÃO: ICONOGRAFIA CRISTÃ - Leitura e Análise da Imagem Religiosa APRESENTAÇÃO E OBJECTIVOS A extensão de Lisboa

Leia mais

SECRETARIADO EXECUTIVO

SECRETARIADO EXECUTIVO Criação Resolução n.º 2.385, de 11.08.93 Implantação do Curso na UEL 28.02.94 Reconhecimento Decreto Estadual n.º 4.179, de 30.03.98 Grau Secretário Executivo Código 67 Turno Noturno SECRETARIADO EXECUTIVO

Leia mais

SECRETARIADO EXECUTIVO

SECRETARIADO EXECUTIVO Criação Resolução n.º 2.385, de 11.08.93 Implantação do Curso na UEL 28.02.94 Reconhecimento Decreto Estadual n.º 4.179, de 30.03.98 Grau Secretário Executivo Código 67 Turno Noturno SECRETARIADO EXECUTIVO

Leia mais

VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES 1 Preâmbulo O VIII Congresso da EUROSAI realizado em Lisboa entre 30 de Maio e 2 de Junho de 2011 concentrou-se

Leia mais

CURSOS PROFISSIONAIS EM FUNCIONAMENTO 2014 2015 CURSOS PROFISSIONAIS. Curso de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

CURSOS PROFISSIONAIS EM FUNCIONAMENTO 2014 2015 CURSOS PROFISSIONAIS. Curso de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos EM FUNCIONAMENTO 2014 2015 Curso de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Curso de Técnico de Gestão Curso de Técnico Auxiliar de Saúde Curso de Animador Sociocultural Curso de Técnico

Leia mais

Qualidade e boas práticas formação-ação PME uma aposta ganha 16.01.2013. Caparica

Qualidade e boas práticas formação-ação PME uma aposta ganha 16.01.2013. Caparica Qualidade e boas práticas formação-ação PME uma aposta ganha 16.01.2013 Caparica Antecedentes da Formação-Ação: Projeto piloto lançado em 1998 com IEFP Programa REDE AIP AEP Medida 2.2. Formação e Desenvolvimento

Leia mais

HORÁRIO DE AULA DO CURSO DE AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE PRONATEC BARROSO 16ª SEMANA SEGUNDA 17/02 TERÇA 18/02 QUARTA 19/02 QUINTA 20/02 SEXTA 21/02

HORÁRIO DE AULA DO CURSO DE AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE PRONATEC BARROSO 16ª SEMANA SEGUNDA 17/02 TERÇA 18/02 QUARTA 19/02 QUINTA 20/02 SEXTA 21/02 DE AULA DO CURSO DE AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE PRONATEC BARROSO HORÁRIO h h 16ª SEMANA SEGUNDA 17/02 TERÇA 18/02 QUARTA 19/02 QUINTA 20/02 SEXTA 21/02 Modulo II de Importância em Português Saúde do Idoso

Leia mais

Conteúdo. Como ler artigos científicos... 2

Conteúdo. Como ler artigos científicos... 2 Comol era r t i gos c i ent íc os Conteúdo Como ler artigos científicos... 2 Dicas de como ler o artigo... 4 Guia de como ler um artigo:... 5 Atividade 1... 7 Etapa 1... 7 Etapa 2... 8 Etapa 3... 8 Etapa

Leia mais

O PROCESSO DE COACHING EXECUTIVO E EMPRESARIAL: PERCEPÇÕES DE GESTORES DE RECURSOS HUMANOS PSICÓLOGOS E DE OUTRAS FORMAÇÕES

O PROCESSO DE COACHING EXECUTIVO E EMPRESARIAL: PERCEPÇÕES DE GESTORES DE RECURSOS HUMANOS PSICÓLOGOS E DE OUTRAS FORMAÇÕES 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 O PROCESSO DE COACHING EXECUTIVO E EMPRESARIAL: PERCEPÇÕES DE GESTORES DE RECURSOS HUMANOS PSICÓLOGOS E DE OUTRAS FORMAÇÕES Dione Nunes Franciscato 1 ;

Leia mais

I [Escreva o subtítulo do documento] ESCOLA C+S DE CAMINHA

I [Escreva o subtítulo do documento] ESCOLA C+S DE CAMINHA ATL,LDA TEL.:(053)215650 PROJETO DE INTERVENÇÃO º 4776/2014, de 8 de abril I [Escreva o subtítulo do documento] ESCOLA C+S DE CAMINHA Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, Caminha Concurso prévio à eleição

Leia mais

3. Introdução à Teoria Geral da Administração (TGA)

3. Introdução à Teoria Geral da Administração (TGA) 3. Introdução à Teoria Geral da Administração (TGA) Conteúdo 1. Conceitos Básicos 2. Histórico da Teoria Geral da Administração (TGA) 3. Abordagem Clássica da Administração 1 Bibliografia Recomenda Livro

Leia mais

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob;

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob; 1. Esta Política institucional de gestão de pessoas: Política institucional de gestão de pessoas a) é elaborada por proposta da área de Gestão de Pessoas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ UNESPAR CAMPUS PARANAGUÁ

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ UNESPAR CAMPUS PARANAGUÁ CURSO: SÉRIE: 1 Ano A OBS: SALA 29 e das e das e das e das Filosofia e Ética (Getúlio) Filosofia e Ética (Getúlio) Direito I Direito I Contabilidade (Handerson) Contabilidade (Handerson) Sociologia Aplicada

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE MAIS SAÚDE

REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE MAIS SAÚDE REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE MAIS SAÚDE PREÂMBULO No intuito de dar coerência às políticas sociais desenvolvidas no Concelho de S. Pedro do Sul, a Câmara Municipal

Leia mais

Acervos Patrimoniais: Novas Perspetivas e Abordagens CAM

Acervos Patrimoniais: Novas Perspetivas e Abordagens CAM Acervos Patrimoniais: Novas Perspetivas e Abordagens CAM De visita à Biblioteca do Professor José Mattoso: o que não sabemos e devemos saber Judite A. Gonçalves de Freitas FCHS-UFP Mértola- 16. Março.

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DE AUTO-AVALIAÇÃO

RELATÓRIO SÍNTESE DE AUTO-AVALIAÇÃO RELATÓRIO SÍNTESE DE AUTO-AVALIAÇÃO 2010/2011 1. INTRODUÇÃO Nas escolas públicas portuguesas a procura da excelência é uma preocupação de longa data, uma vez que a estas compete a formação das mulheres

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR-050 Revisão 01

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR-050 Revisão 01 Assunto: MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR-050 Revisão 01 PROCEDIMENTOS PARA DETERMINAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE AERONAVEGABILIDADE Revogação: Esta revisão substitui a revisão 00, de 29 de

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

(In)certezas e desafios na Gestão de Pessoas

(In)certezas e desafios na Gestão de Pessoas (In)certezas e desafios na Gestão de Pessoas As novas formas de organização do trabalho desafiam a gestão de recursos humanos (GRH) a reinventar os seus modelos e a integrar no seu portefólio ferramentas

Leia mais

Apresentação do Manual de Gestão de IDI

Apresentação do Manual de Gestão de IDI Seminário Final do Projeto IDI&DNP Coimbra 31 de março Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. OVERVIEW DO MANUAL 3. A NORMA NP 4457:2007 4. A

Leia mais

O IMPACTO DA MUDANÇA NA CULTURA DAS ORGANIZAÇÕES. Fabiana Gonçalves, Priscila da C. Custódio Vanessa Mª B. dos Santos, Drª Vera Lúcia Ignácio Molina

O IMPACTO DA MUDANÇA NA CULTURA DAS ORGANIZAÇÕES. Fabiana Gonçalves, Priscila da C. Custódio Vanessa Mª B. dos Santos, Drª Vera Lúcia Ignácio Molina O IMPACTO DA MUDANÇA NA CULTURA DAS ORGANIZAÇÕES Fabiana Gonçalves, Priscila da C. Custódio Vanessa Mª B. dos Santos, Drª Vera Lúcia Ignácio Molina UNIVAP/ Estudante do curso de Administração de Empresas/fabianacgoncalves@eaton.com

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR E DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA POR PERÍODO LETIVO (A CARGA HORÁRIA APRESENTADA NAS TABELAS REFEREM-SE À HORA AULA DE 50 MINUTOS)

MATRIZ CURRICULAR E DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA POR PERÍODO LETIVO (A CARGA HORÁRIA APRESENTADA NAS TABELAS REFEREM-SE À HORA AULA DE 50 MINUTOS) MATRIZ CURRICULAR E DIMENSIONAMENTO DA POR PERÍODO LETIVO (A APRESENTADA NAS TABELAS REFEREM-SE À HORA AULA DE 50 MINUTOS) PRIMEIRO SEMESTRE / 1 O ANO Leitura e Interpretação de Textos 2-40 Matemática

Leia mais

III - ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

III - ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: ESTRUTURA I- Objetivo Geral 1. Desenvolver processo de ensino-aprendizagem no âmbito do trabalho em saúde e enfermagem, segundo conteúdos relacionados à Área de às Linhas de Pesquisa propostas neste Mestrado

Leia mais

Preparação e Resposta à Doença por Vírus Ébola Avaliações Externas

Preparação e Resposta à Doença por Vírus Ébola Avaliações Externas Preparação e Resposta à Doença por Vírus Ébola Avaliações Externas European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC) Global Health Security Agenda (GHSA) Enquadramento A Plataforma de Resposta

Leia mais

Enquadramento Geral (I)

Enquadramento Geral (I) Eventos Portugal a Crescer Junho 2012 Enquadramento Geral (I) A crise económica e financeira do País tem causado significativos danos no tecido empresarial, com especial incidência nas PME; As dificuldades

Leia mais

Componentes do SI. Organização. Pessoas. Tecnologia. Unidades que exercem diferentes funções, tais como: vendas, produção, educação;

Componentes do SI. Organização. Pessoas. Tecnologia. Unidades que exercem diferentes funções, tais como: vendas, produção, educação; Componentes do SI Realimentam o SI com novos dados que geram novas informações; Interagem diretamente com o SI. Utilizam as informações geradas para algum processo de tomada de decisão (ambiente de trabalho);

Leia mais

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Relatório de Estágio Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Rui Neves Lisboa, 21 de Junho de 2011 Índice Introdução... 3 Caracterização da Base de Dados... 4 Recolha e validação

Leia mais

Inglês 1ª / 2ª Fase 2014

Inglês 1ª / 2ª Fase 2014 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Inglês 1ª / 2ª Fase 2014 Prova 06 2014 6.º Ano de Escolaridade - 2.º Ciclo do Ensino Básico PROVA ESCRITA 50% 1. Objeto de avaliação, caraterísticas e estrutura

Leia mais

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DO CURSO DE TECNÓLOGO EM PRODUÇÃO DO VESTUÁRIO (com ênfase em calçados)

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DO CURSO DE TECNÓLOGO EM PRODUÇÃO DO VESTUÁRIO (com ênfase em calçados) Mantenedora: Fundação Educacional Fausto Pinto da Fonseca - CNPJ : 04.149.536/0001-24 Av. Dom Cabral, 31 Centro - CEP: 35.519-000 - Nova Serrana - MG Fone: (37) 3226-8200 - Site: www.fanserrana.com.br

Leia mais

DECRETO PRESIDENCIAL SOBRE AS TAXAS NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS E DERIVADOS

DECRETO PRESIDENCIAL SOBRE AS TAXAS NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS E DERIVADOS DECRETO PRESIDENCIAL SOBRE AS TAXAS NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS E DERIVADOS ÍNDICE Objectivos do Diploma; Fontes; Tipos de Taxas; Sistematização; Entidades e Montantes; Questões para a Consulta Pública.

Leia mais

IX Encuentro de Directores y VIII de Docentes de Escuelas de Bibliotecología y. Ciencia de la Información del Mercosur

IX Encuentro de Directores y VIII de Docentes de Escuelas de Bibliotecología y. Ciencia de la Información del Mercosur IX Encuentro de Directores y VIII de Docentes de Escuelas de Bibliotecología y Ciencia de la Información del Mercosur Montevideo, 3,4 y 5 de octubre de 2012 A Disciplina de Gestão do Conhecimento no Currículo

Leia mais

Carta de Princípios de Coimbra

Carta de Princípios de Coimbra Carta de Princípios de Coimbra Ficou concluído em Novembro de 2008, durante o Congresso Nacional de Oncologia, um processo que se iniciou em Abril de 2006, numa reunião promovida em Coimbra sob o impulso

Leia mais

Gestores Públicos e os desafios da gestão pública. (Sumário de temas da conferência)

Gestores Públicos e os desafios da gestão pública. (Sumário de temas da conferência) Gestores Públicos e os desafios da gestão pública (Sumário de temas da conferência) Paulo Roberto Motta I. O NOVO DESENVOLVIMENTO E A GESTÃO PÚBLICA: as redes sociopolíticas e a cadeia mundial produtiva

Leia mais

Regulamento do Serviço de Consulta Psicológica da Universidade da Madeira

Regulamento do Serviço de Consulta Psicológica da Universidade da Madeira Regulamento do Serviço de Consulta Psicológica da Universidade da Madeira Preâmbulo No âmbito dos novos desafios, exigências e problemas que se colocam às universidades nacionais e internacionais e aos

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS. Ludwig Von Bertalanffy biólogo alemão Estudos entre 1950 e 1968

TEORIA GERAL DE SISTEMAS. Ludwig Von Bertalanffy biólogo alemão Estudos entre 1950 e 1968 TEORIA GERAL DE SISTEMAS Ludwig Von Bertalanffy biólogo alemão Estudos entre 1950 e 1968 Critica a visão de que o mundo se divide em áreas como física, biologia, química, psicologia, sociologia pregando

Leia mais

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO AA 285 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I LÍNGUA PORTUGUESA NO 6º E 7º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Língua Portuguesa. Elaborar propostas de trabalho com diferentes gêneros textuais que contemplem também textos literários.

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

Aspectos sócio-ambientais. Psicologia ambiental Impactos sócio ambientais Desenvolvimento sustentável

Aspectos sócio-ambientais. Psicologia ambiental Impactos sócio ambientais Desenvolvimento sustentável Aspectos sócio-ambientais Psicologia ambiental Impactos sócio ambientais Desenvolvimento sustentável Intervenção e Gestão Ambiental Todo projeto industrial, desenvolvimento urbano ou oferta de serviço

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 2ª Série Processos Gerenciais CST em Gestão Financeira A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS CURRÍCULO NOVO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS CURRÍCULO NOVO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS CURRÍCULO NOVO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Toda reforma implica um processo de readaptação da estrutura acadêmica vigente, composta principalmente

Leia mais

Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade

Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade I ÍNDICE I - Índice II - Lista de revisões efectuadas 3 III - Lista de abreviaturas 4 IV - Introdução 1. Confidencialidade 5 2. Referências 5 3. Promulgação 5

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância Alteração de data de realização de provas Graduação a Distância Polos Parceiros

Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância Alteração de data de realização de provas Graduação a Distância Polos Parceiros Administração 5º Pesquisa Operacional; Estatística Aplicada a Administração Administração 1º Terça e Quinta Empreendedorismo; Administração 1º Sexta e Sábado Empreendedorismo; Administração 3º Segunda

Leia mais

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO AA 285 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I LÍNGUA PORTUGUESA NO 6º E 7º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Língua Portuguesa. Elaborar propostas de trabalho com diferentes gêneros textuais que contemplem também textos literários.

Leia mais

Enquadramento geral A gestão e os seus atores. Capítulo 1 Desafios que se colocam à gestão moderna 23

Enquadramento geral A gestão e os seus atores. Capítulo 1 Desafios que se colocam à gestão moderna 23 Índice PREFÁCIO PARA OS ESTUDANTES 13 PREFÁCIO PARA OS PROFESSORES 15 INTRODUÇÃO 17 PARTE 1 Enquadramento geral A gestão e os seus atores Capítulo 1 Desafios que se colocam à gestão moderna 23 1.1. As

Leia mais