EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

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1 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Ref. Proc. ARE COMUNIDADE TERENA, TERRA INDÍGENA LIMÃO VERDE, através dos seus Caciques ROMÃO CAETANO DE MORAES, indígena Terena, brasileiro, portador do RG /FUNAI, residente e domiciliado na Aldeia Córrego Seco, JOSINEI DIAS MARTINS, indígena Terena, brasileiro, inscrito no RG nº /FUNAI, residente na Aldeia Buritizinho e ODIR CARDOSO DIAS, indígena Terena, brasileiro, inscrito no RG nº /FUNAI, residente na Aldeia Limão Verde, todos em Aquidauana-MS vêm, muito respeitosamente até Vossa Excelência, nos presentes autos do processo em epígrafe, nos termos do art. 231 e especialmente do art. 232, ambos da CF/88, oferecer MEMORIAIS nos termos que seguem: I - DOS FATOS A parte autora, Sr. Tales Oscar Castelo Branco, ingressou com Ação Ordinária na Justiça Federal de Mato Grosso do Sul no ano de 2003 visando a nulidade do Decreto Presidencial de 10 de fevereiro de 2003 que reconheceu como tradicional a Terra Indígena Limão verde, de posse habitual do Povo Terena. O feito foi indeferido na primeira instância, quando da produção de provas e do debate jurídico, do qual a comunidade, maior interessada, não participou. Seguindo o feito para o Tribunal Regional Federal 3ª Região, através de Recurso

2 de Apelação, o autor também não teve êxito, havendo indeferimento do recurso pelo Tribunal. Descontente, a parte requerente ingressou com Recurso Extraordinário, o qual o seguimento foi negado pelo honroso TRF3. Insatisfeita, desta vez, ingressa com Agravo e o STF indeferiu seu pleito. Contudo, através de Agravo Regimental no Recurso Extraordinário com Agravo, por fim, teve o pleito inicial julgado procedente pela Suprema Corte. Contudo, a comunidade indígena Terena de Limão Verde, atualmente detentora da posse da área em litígio, não foi chamada nos autos para discutir a legitimidade do título de propriedade em terras que, imemorial e atualmente, são suas e por isso, a comunidade é imediatamente afetada pela decisão do STF. Desta feita, deveria ter sido citada como parte e ter tido a oportunidade de fazer provas nos autos, o que não foi promovido pela parte requerente e muito menos pelo judiciário, o que anularia todos os atos do processo. II - DO DIREITO ADQUIRIDO, DO ATO JURÍDICO PERFEITO E DA SEGURANÇA JURÍDICA Segundo os próprios indígenas Terena da TI (Terra Indígena) Limão Verde, há uma disputa que se configura por conflitos mais intensos desde a década de 70 do século XX, a qual se estende até o ano de 1996, quando a FUNAI reinicia os estudos antropológicos iniciados já nos anos 70 (Doc. 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07). Decorrente dos estudos da FUNAI, o então Ministro da Justiça Renan Calheiros baixou a Portaria Declaratória de nº 526 de 21 de julho de 1998, declarando a TI Limão Verde como de posse tradicional dos Terena. Em 10 de fevereiro de 2003 o então Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Decreta a TI Limão Verde como de posse tradicional do povo Terena, determinando, com isso, os lindes da área demarcada. Contudo, o início da demarcação se deu no início da década de 1970 (Doc. 01 e 02). Os 27 posseiros foram indenizados e apenas um deles ingressa com ação judicial. Esse posseiro, autor da ação debatida, sofreu reintegração de posse e a área

3 foi devolvida aos indígenas. Sua indenização foi depositada em juízo e, depois de mais de 12 anos ele consegue uma decisão favorável no Supremo (Doc. 08). Os demais posseiros receberam suas indenizações ou enfrentam pendências bancárias, pois a posse foi dada como garantia, conforme recibos (Doc. 09 e 10) Os efeitos da nulidade do decreto homologatório, na prática, é a superveniência da insegurança jurídica, anulação de ato jurídico perfeito, embasado nos arts. 231 e 232 da CF/88, no decreto 1.775/1996 e na Lei de 1973, já declarados constitucionais pelo STF, instabilidade no campo e a ruptura com o direito adquirido. III - DOS ELEMENTOS IMPORTANTES QUE DEVEM SER CONSIDERADOS: 1 Da falta de citação da comunidade: certo de que a comunidade indígena não foi chamada nos autos para discutir direito constitucional seu, tornando-se nulo o processo ab initio, como entende a jurisprudência e doutrina pátrias: (RSTJ 43/332; RTJ 80/611, 95/742, RSTJ 30/230, RTESP 113/222, RTFR 102/163, RT 508/202) devendo ser extinto (RF 312/147). Pet. 3388/RR, voto do relator; STJ - REsp PR - 2ª T. - Rel. Min. Eliana Calmon - DJU 25.08; In, O direito processual de estar em juízo Coleção de estudos de direito de processo, vol. 34, Ed. RT, pgs ). O prejuízo da comunidade é imensurável, em não sendo parte no processo, pois não pode demonstrar nos autos o esbulho, as indenizações feitas aos posseiros não índios, a reintegração de posse em seu favor, o registro superveniente da área em nome da União e a pacificação do conflito na região. 2 - Inexistência de tutela: Quanto a tutela indígena, nunca é demais demonstrar a capacidade postulatória dos povos indígenas, suas comunidades e organizações: Art Os índios, suas comunidades e organizações são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses, intervindo o Ministério Público em todos os atos do processo. O Ministério Público Federal deve, ainda, de acordo com a previsão do 232 da CF/88, intervir em todos os atos do processo. Doravante, o art. 232 da CF/88, acima transcrito, bem como o art. 2º, 2, a da Convenção 169 da OIT, revoga a discriminatória tutela indígena e condiciona os

4 indígenas como autônomos diante das instituições estatais e capazes, portanto, para ingressar com ações judiciais e defender seus direitos nas contrárias. A FUNAI e o MPF, depois, não substituem a comunidade como parte nos processos judicias que discutem a demarcação de terra indígena (Doc. 11). 3 Incidência da Súmula 279/STF: Para simples reexame de prova não cabe recurso extraordinário. No presente caso o ministro Relator teve que, necessariamente, revolver fatos e provas para que se julgasse o ARE Na instância de piso e no TRF3 o entendimento foi de que houve o esbulho e por isso o marco temporal não deveria ser aplicado, contudo, o STF analisou no processo no seu conjunto para decidir, o que é vedado pela sua Súmula 279. O entendimento das duas primeiras instâncias deveriam prevalecer, já que são as únicas que podem analisar fatos e provas (Súmula 279/STF). 4 Do prejuízo ao erário e à comunidade: certo, também, que o STF, através da decisão da 2ª Turma, não analisou eventos como a segurança jurídica, ato jurídico perfeito e muito menos analisou o prejuízo ao erário: o Estado indenizou o Sr. Tales Oscar Castelo Branco, autor da ação, no valor de R$ ,89, através da FUNAI, por meio do depósito judicial realizado sob a guia nº , Ordem Bancária-2011OB (Doc. 08). Além da indenização, foram quase 20 anos de estudos, trâmites processuais e dispêndio de pessoal (profissionais) custeados pela União para acompanhar o deslinde do pleito, o que já foi concluído com o registro da área em nome da União (Doc. 12). Por isso, o prejuízo ao erário, caso se mantenha a decisão da 2ª Turma, é superlativo, além de que o prejuízo físico, cultural e psicológico da comunidade, o prejuízo jurídico à CF/88 e aos índios, é imensurável. 5 Da perda do objeto com o Registro da área: o processo judicial, ingressado pela parte autora face ao Decreto Presidencial de 10 de fevereiro de 2003, que reconheceu a Fazenda Santa Bárbara como terra tradicionalmente ocupado por indígenas da etnia Terena, é do ano de 2003 (Ação Declaratória nº /MS). Ocorre que, após o ingresso da mencionada ação judicial que visava a nulidade do Decreto, mais precisamente no ano de 2007, sob as Matrículas , Ficha 01, de 22 de abril de 2007 e 5127, Ficha 01, de 20 de julho

5 de 2007, a Terra Indígena foi registrada em nome da União (Doc. 12), incidindo sobre a matéria, já defasada, desta feita, a perda superveniente do objeto. 6 Posto Indígena Limão Verde e o esbulho renitente perpetrado pelo Estado entre 1946 a 1988: Consta do Relatório Figueiredo que havia mais de 130 Postos Indígenas chefiados pelos militares, organizados em 18 Estados da Federação. Esses postos contavam com um chefe e um capitão, além de seus subordinados, os quais se ocupavam de exercer poderes sobre os índios então tutelados e forçá-los ao trabalho, se apropriando, inclusive, do produto da labuta indígena. Se saíssem da aldeia ou Posto sem permissão da chefia, eram presos, torturados e até mesmo mortos, imagina-se, o que poderia ocorrer, se ousassem imprimir enfrentamento ao esbulho. Na aldeia Limão Verde, segundo o Relatório Figueiredo e documentos da administração pública datados da década de 1970, existia o Posto Indígena Limão Verde, o qual foi o responsável por massacres aos indígenas (Doc. 05 e 13). Mesmo com essa repressão do regime militar, os indígenas ainda conseguiram impingir resistência (Doc. 01, 03, 04, 05, 06, 07). Não há como não ter certo que o esbulho ocorreu em face dos índios Terena, bem como de todos os índios que ficaram submetes às violências dos Chefes e Capitães de Postos Indígenas. Em carta protocolada no STF os índios demonstram que disputam a área há muitos anos e, de forma mais contundente, com a retomada de toda a área, no ano de 1990 (Doc. 01). 8 Do esbulho constante em documentos da década de : Certo que os indígenas da etnia Terena do Mato Grosso do Sul foram expulsos violentamente de suas terras e o Estado garantiu que eles não regressassem. Os Terena, por serem povos resolutos e resistentes, nunca deixaram de povoar as terras esbulhadas, mantendo o animus de permanência e pertencimento. Ademais, caçam e pescam na região, coletam e cultuam seus Deuses e acidentes geográficos sagrados, como consta dos documentos da FUNAI e Ministério do Interior, datados de período imediatamente anterior à promulgação da CF/88 (Doc. 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07 e). O esbulho se confirma pela incessante perseguição ao território, o que se demonstra pela última ação, antes da demarcação, ter ocorrido em 1996.

6 9 Do esbulho que durou até 1996: Em 1996 os índios bloquearam o tráfego da MS-151, fato que, enfim, fez com que a FUNAI reiniciasse um processo de demarcação da Terra Indígena. Contudo, os atritos, ao contrário do que consta na decisão da 2ª Turma do STF (autos nº ARE ), não se configuram apenas por cartas enviadas à FUNIA pelos índios nas décadas de 1970 e As cartas eram a expressão do conflito que reinava entre índios e não índios. Vejamos a passagem datada de 1976, assinado pelo advogado SALES BARBOSA ANASTACIO: (...) constatei em depoimento daquela chefia e capitão, que poderá futuramente surgir violento conflito na área litigiosa, reivindicada pelo Sr. Manoel Gaspar Neto, já que o mesmo vem propalando, que irá trabalhar a área, isto é arar, gradear e plantar na área litigiosa, e poderá a qualquer momento surgir um choque entre índios e civilizados. É de máximo interesse e prioridade, que o SR. Presidente da FUNAI, interdite a área pretendida pelos índios, e posteriormente demarca-la, entre uma comissão mista Funai- Prefeitura de Aquidauana, tudo dentro dos limites estabelecidos dentro do Dec. 795 de (Doc. 4, fl. 06). Essa batalha campal durou até o ano de 1996 com fortes conflitos. Após esse período, os índios consumaram a posse e os conflitos amainaram-se, os possuidores de boa-fé foram indenizados e a terra indígena foi Registrada em nome da União (Doc. 08, 09, 10 e 12). 10 Do relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) elaborado por Juízes e Desembargadores: O CNJ realizou um longo e minucioso estudo da situação fundiária indígena no Mato Grosso do Sul (Doc. 14). No trabalho do CNJ, a TI Limão Verde consta como regularizada, com processo administrativo concluído e registro imobiliário em nome da União efetivado (fls. 54 e 55 do relatório). Ainda, o relatório aponta soluções complementares ao processo demarcatório de todas as terras indígenas, chegando a muitas conclusões. Entre elas, constante das fls. 123/124 do Relatório, registra-se, com intuito na pacificação do conflito: respeito à Carta Magna e pelo fim da miséria e fome, a conclusão dos processos de demarcação com a devolução das terras aos povos indígenas; desapropriação e aquisição de áreas; indenização aos possuidores de títulos de boa-fé; prioridade, pelos juízes, aos processos de demarcação de terras indígenas; direcionamento de

7 recursos da União para as demarcações, entre outras diversas medidas com o fito de determinar a devolução das terras aos índios do MS. 11 Do risco de instabilidade no campo: o marco temporal tem como exceção o esbulho praticado em face dos índios, além do animus. No mato Grosso do Sul não é difícil de encontrar documentos públicos que comprovam esse desterro violento, com a incursão do Estado na garantia da repressão aos índios e à abonação da perpetuação do esbulho (Doc. 01 a 07). Contudo, com a restrição do desaposso e a aplicação do marco temporal, reduzindo o texto da Carta Magna por uma interpretação perfunctória, restará um passivo gigantesco com os povos indígenas. Essa decisão tem o condão de atingir milhares de índios no Brasil. Só em Limão verde, numa área de aproximadamente 5 mil ha, já pacificada, moram cerca de pessoas que serão despejadas. Esse elemento tende a lastrear uma instabilidade sem precedentes, caso solidifique o marco temporal com a ideia de que em 1988 deveria ter havido uma ação judicializada para discutir a posse ou que houvesse um conflito de fato: no MS houve conflito até 1996 na TI Limão verde, depois se consolidou a posse, mas, o conflito nas demais áreas perpetuam e só a demarcação vai levar estabilidade ao campo e o STF está fazendo o caminho inverso. IV - CONCLUSÃO Portanto, os atos processuais devem ser nulos por falta de citação da comunidade indígena. Depois, a segurança jurídica, o ato jurídico perfeito e o risco de instabilidade determinam a garantia do direto aos índios. Ainda, o esbulho está configurado por decisão das primeiras instâncias e o STF tem limites para revolver fatos e provas (Súmula 279); os posseiros todos foram indenizados; e, a área já está registrada em nome da União Federal e o usufruto é exclusivo dos Terena, reinando a paz naquela região rural. Por fim, são pessoas que não teriam para onde ser levadas, o que geraria um passivo gigante para o Estado brasileiro e a remoção, depois, é proibida pela CF/88, no seu art. 231, 5º.

8 Ainda, a Comissão Nacional da Verdade, em capítulo específico, tratou sobre as violações de direitos humanos dos povos indígenas. No relatório da CNV, criada pela Lei nº , de 18 de novembro de 2011, o Estado brasileiro reconheceu sua omissão e violência em relação as populações indígenas, entre 1946 e 1988, distinguindo-os em dois momentos: o primeiro em que a União estabeleceu condições propícias ao esbulho de terras indígenas pela omissão, acobertando o poder local, interesses privados e deixando de fiscalizar a corrupção em seus quadros; no segundo período, o protagonismo da União nas graves violações de direitos dos índios fica patente, sem que omissões letais, particularmente na área de saúde e no controle da corrupção, deixem de existir. Conforme a CNV, a transição entre os dois períodos pode ser datada: é aquela que se inicia em dezembro de 1968, com o AI-5 (Doc. 15). Por fim, a CNV estimou que, nos 10 casos investigados, ao menos indígenas foram mortos no período de 1946 a 1988, em decorrência da ação direta de agentes governamentais ou da sua omissão. Ressalta, no entanto, que o número real de indígenas mortos deve ser muito maior, e que há casos em que a quantidade de mortos é alta o bastante para desencorajar estimativas. Traz, ao final, uma série de recomendações, entre as quais: pedido público de desculpas do Estado brasileiro aos povos indígenas pelo esbulho, além da regularização e desintrusão das suas terras. Pede deferimento. Brasília-DF, 09 de junho de ADELAR CUPSINSKI OAB-DF RAFAEL MODESTO DOS SANTOS OAB-DF

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