O CONSUMO DE ÓLEO DE SOJA NO BRASIL

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1 O CONSUMO DE ÓLEO DE SOJA NO BRASIL Alzirene de Vasconcelos Milhomem 1 1 INTRODUÇÃO A Pesquisa de Orçamento Familares (POF) do IBGE (Instituto de Geografia e Estatística) de 2002/2003 avaliou os padrões de consumo familiar e disponibilidade de alimentos nas residências. A pesquisa revelou que os gastos com a alimentação representam 20% das despesas na região urbana e 34% na zona rural. A pesquisa ainda mostra que nos últimos 30 anos houve importantes mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros. De 1974 a 2003 o consumo de óleos vegetais teve um crescimento de 16%, diferente do que aconteceu com arroz e açúcar (-23%), feijão e leguminosas (-30%) e gordura animal (-65%), que perderam espaço na dieta na população. O objetivo deste trabalho é analisar o consumo de óleo de soja no Brasil em relação ao comportamento da renda média da população brasileira. 2 MATERIAL E MÉTODOS Para esta análise usará como instrumental metodológico uma análise comparativa entre os dados de consumo de óleo de soja e renda da população brasileira, apresentados em valores absolutos e relativos. Os dados serão coletados na POF (Pesquisa de Orçamento Familiares) e nos Censos Demográficos ambos do IBGE. A POF surgiu nos anos 70, com o nome de ENDEF (estudo Nacional de Despesa Familiar) e foram realizadas, nestes 30 anos, 4 pesquisas correspondendo os anos de 1974/75, 1987/88, 1995/96 e 2002/ RESULTADOS E DISCUSSÃO O Brasil ocupa posição de maior produtor e consumidor de óleos vegetais da América Latina. Os óleos vegetais mais consumidos são: soja, palma, colza (canola), girassol, amendoim, algodão e coco. Cabe ainda destaque para os óleos de milho, oliva, gergelim, arroz e uva. 1 Doutora em Agronomia (UFG), professora da UEG (curso de Economia e Engenharia Agrícola) e Uni- Anhanguera (curso de Economia e Agronomia)

2 De acordo com Escola de Química (2005) a história do consumo dos óleos vegetais no Brasil foi marcada por épocas distintas. Na fase pioneira nos 50 predominou o óleo de algodão, com a vantagem de ser um óleo neutro com propriedades adequadas para a industrialização e a presença do gossipol como desvantagem. No início da década de 60 predominou o uso do óleo de amendoim, que tinha a vantagem de ter um aroma agradável e a presença de aflotoxina como desvantagem. A partir dos anos 70, com o surgimento da cultura da soja, foi inaugurada uma nova fase que vai marcar definitivamente a evolução do agronegócio em oleaginosas. O óleo de soja é empregado industrialmente na fabricação de resinas, tintas e vernizes. Também possui aplicações na área cosmética e farmacêutica, além da indústria alimentícia. Em 2004 o Brasil produziu cerca de 53 milhões de toneladas de soja, sendo que a maior parte é direcionada para a industrialização do óleo. A tabela 1 mostra a evolução da produção de soja, do farelo e do óleo (bruto e refinado) no Brasil. Tabela 1. Evolução da produção, do consumo aparente de farelo e óleo de soja (bruto e refinado) no Brasil de 1994/95 a 2004/05 (Em 0 toneladas). Safra Produção Farelo Óleo 1994/ , / , / , / , / , / , / , / , / , / , / , Fonte: Abiove (2005). Nas últimas onze safras agrícolas observa-se que tanto a produção, o consumo do farelo e de óleo de soja tiveram crescimento. A produção de soja no Brasil cresceu 105%, o consumo do farelo 85% e consumo de óleo de soja 28% (Tabela 1). O consumo aparente de óleo de soja cresceu 2,5% ao ano em média, mais que a taxa de crescimento da população brasileira, que neste período teve uma taxa de 1,1% ao ano. Durante a década de 90 houve um vertiginoso crescimento com a plantada de soja, principalmente na região Centro-Oeste, na safra de 1990/91 eram plantados 9,7 milhões de 593

3 hectares com a cultura da soja, cresceu cerca de 117% na safra 200/04, com 21,2 milhões de hectares plantados (Brandão et al., 2005). Comparado com dados da Tabela 1 sobre a produção, observa-se que o crescimento da produção de soja se deu em função do aumento da área cultivada. O Brasil é segundo produtor mundial de soja, após os Estados Unidos e maior exportador desde 2003, utilizando apenas metade da área agricultável potencial própria para o seu cultivo, afirma Siqueira (2004). A principal utilização dos grãos de soja é para obtenção de óleo comestível e do farelo para ração animal. E segundo Teixeira (2005), o óleo de soja possui características que o tornam mais saudável do que os óleos de amendoim e de caroço de algodão. Além disso, a soja também é usada como óleo comestível, ingrediente de margarinas e até como leite. O óleo corresponde, em média, a 20% da matéria seca dos grãos de soja, enquanto que a maioria das leguminosas (exceto o amendoim) contém de 2 a 14% de óleo. Aproximadamente 40% das calorias da soja são fornecidas pelo seu óleo. O óleo de soja é o óleo de cozinha mais conhecido. Os chamados óleos vegetais são geralmente óleos de soja. O consumo de óleos vegetais cresceu, nos últimos 10 anos, à taxa de 3,1 % a.a. Neste contexto, a produção de óleo de soja cresceu em linha com o consumo. O óleo de palma teve crescimento igual ao dobro da taxa de crescimento do consumo de óleos e o óleo de girassol cresceu à taxa de 3,4% a.a. O consumo de óleo de palma aumentou substancialmente no período (104%) e aproximou-se do consumo de óleo de soja. Apesar deste crescimento, notase que não houve substituição do óleo de soja pelo óleo de palma, o qual parece substituir o consumo de óleos de coco, algodão e peixe. (Paula e Faveret Filho, 2003). De acordo com a POF de 2002/03 habitação e alimentação respondem por 70% das despesas das famílias de classe mais baixa (até R$ 400 de renda mensal), sendo que para estas famílias a alimentação responde por 32,7% do gasto com alimentação em seus orçamentos, mas para as classes mais ricas (na faixa de mais de R$ mensais), este gasto representa 9,0%. A média de gasto das famílias brasileiras com alimentação é de 17,1% da renda total. (IBGE, 2005). A Tabela 2 mostra um comparativo entre a renda média dos brasileiros, com valores reais, ou seja, já descontado a variação de preços, o consumo anual per capita de óleo de soja e quanto representa o gasto com óleo de soja nos gastos com alimentação para as famílias brasileiras. 594

4 Tabela 2 Renda média mensal, consumo per capita anual de óleo de soja, participação relativa do óleo no total de gasto com alimentação no Brasil em 1974/75, 1987/88, 1995/96 e 2002/03. Anos 1974/ / / /03 Renda média mensal (R$) 1 267,15 299,48 444,94 886,61 Consumo per capita anual de óleo de soja (kg) 5,20 8,80 6,90 5,90 Participação relativa do óleo de soja no gasto 8,88 11,43 10,19 10,09 com alimentação (%) Fonte: IBGE (2004); IPEADATA (2005) Renda real a preços de Observa-se que houve um crescimento real de 231,87% na renda média mensal do brasileiro, sendo que a maior parte deste crescimento ocorreu após a implantação do Plano Real em 1994, em função da estabilidade econômica. O consumo per capita de óleo de soja cresceu 13,6%, passando de 5,2kg/per capita/ano, em 1974/75, para 5,9kg/per capita/ano, em 2002/03, tendo seu pico de crescimento nos anos 80, após passou a sofrer concorrência de outros óleos vegetais que entraram no mercado brasileiro, como canola, girassol e milho. E também que a melhoria de renda proporciona ao consumidor escolher produtos mais diversificados (Tabela 2 e Figura 1). Renda média mensal Consumo per capita anual de óleo de soja Participação relativa do óleo de soja no gasto com alimentação Índice (11974/75 = ) ,2 128,7 112,1 166,6 114,8 132,7 331,87 113,6 113,5 0 74/75 87/88 95/96 02/03 Anos Figura 1 Índice renda média mensal, consumo per capita anual de óleo de soja, participação relativa do óleo no total de gasto com alimentação no Brasil em 1974/75, 1987/88, 1995/96 e 2002/

5 Um ponto positivo no aumento da produção de soja no país é a diminuição do preço do produto, fazendo com a participação do gasto com óleo há uma tendência de queda, pois representou 11,43% em 1987/88, caindo para 10,09% em 2002/03 (Tabela 2). O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) mostra que nos últimos doze meses, entre junho de 2004 e maio de 2005, a variação acumulada no preço da cesta básica foi positiva para todas as capitais analisadas. No mês passado, a variação anual foi negativa para cinco cidades do Nordeste. Segundo a pesquisa do Dieese, apenas dois produtos da cesta básica - óleo de soja e arroz - apresentaram queda de preço na maior parte das 16 capitais. O óleo de soja ficou mais barato em 12 capitais e o arroz, em 10. Nos últimos 12 meses, quatro produtos tiveram queda de preço em São Paulo: arroz (-22,53%), óleo de soja (-21,05%), farinha (-1,63%) e banana (-1,10%). Nove produtos ficaram mais caros: batata (79,26%), açúcar (47,73%), feijão (21,20%), tomate (17,79%), leite (13,33%), manteiga (12,49%), café (11,77%), pão (8,30%) e carne (5,67%) (Época, 2005). 4 CONCLUSÃO O Óleo se soja tornou um componente importante na cesta básica de alimentação do brasileiro a partir dos anos 80, mas observa-se que consumo tem uma tendência de queda, dado um número de concorrentes no setor e sua participação no gasto dos brasileiros com produtos alimentícios também decresceu. 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRANDÃO, A.S. P.; REZENDE, G.C.; MARQUES, R.W. da COSTA. Crescimento Agrícola no período , explosão da área plantada com soja e meio ambiente no Brasil. Brasília: IPEA, Textos para Discussão (1062), p. ÉPOCA. Disponível em: html. Acesso em 25/06/2005. ESCOLA DE QUÍMICA. Alternativas tecnológicas sustentáveis no processamento de óleos vegetais. Disponível em: em 23/05/2205. IBGE. Pesquisa de Orçamento Familiares. Disponível em: Acesso em 15/05/2205. IPEADATA. Disponível em; Acesso em: 24/06/

6 PAULA, S. R e FAVARET FILHO, P. Panorama do complexo soja. Disponível em: Acesso em: 25/05/2005. SIQUEIRA, T.V. O ciclo da soja: desempenho da cultura entre 1961 e BNDES Setorial, Rio de Janeiro, n.20, p. TEIXEIRA, C.G.A soja na alimentação humana. Disponível em: vegetarianismo.com.br/artigos/soja1.html. Acesso em 01/06/

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