JANEIRO SETEMBRO Resultados

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1 JANEIRO SETEMBRO 2009 Resultados

2 GRUPO TELEFÓNICA Principais Aspectos Destacados O Grupo Telefónica apresenta nos primeiros nove meses de 2009 sólidos resultados, apoiados na forte diversificação de seu negócio e em sua capacidade de execução em ambientes instáveis, com uma eficiente gestão de custos e investimento, que se traduz em uma aceleração em receitas e no fluxo de caixa operacional nos crescimentos orgânicos 1 no comparativo ano-aano: o o o o o o No terceiro trimestre de 2009, a Companhia registra uma forte retomada da atividade comercial em suas áreas de operações, destacando o ganho líquido em telefonia móvel, que supera 5,0 milhões de clientes, em linha com o registrado em janeiro-junho de 2009, impulsionado pela significativa melhora na Espanha (2,5 vezes em relação ao primeiro semestre) e na América Latina (1,2 vezes a captação dos primeiros seis meses do ano). A Telefónica supera 268 milhões de acessos (+6,6% ano-a-ano), com um forte aumento em telefonia móvel (+8,9%), banda larga fixa (+9,8%) e TV paga (+15,1%). As receitas atingem milhões de euros (+0,1% em termos orgânicos 1 ) e o OIBDA aumenta 1,8% no comparativo ano-a-ano em termos orgânicos 1 atingindo milhões de euros. A margem OIBDA se situa em 39,9% ao final de setembro, melhorando 0,7 p.p. em termos orgânicos 1. O fluxo de caixa operacional (OIBDA-CapEx) atinge milhões de euros, mostrando um elevado crescimento ano-a-ano orgânico 1 de 10,1%, apoiado na melhora da taxa de eficiência 2, que se situa em 73,9% (- 2,2 p.p. ano-a-ano). A Companhia reitera seus objetivos financeiros para o ano de 2009 e seu compromisso de propor a distribuição de um dividendo de 1,15 euros por ação com relação ao exercício de 2009, cujo primeiro pagamento já foi realizado. A Telefónica Latinoamérica se mantém como motor do crescimento do Grupo, com um aumento ano-a-ano até setembro das receitas de 5,8% em termos orgânicos 3, que se acelera atingindo 13,5% em termos de OIBDA e 31,4% em termos de fluxo de caixa operacional. A Telefónica Europa obtém resultados notáveis, refletindo as vantagens da maior escala e as melhoras de eficiência. Assim, em janeiro-setembro de 2009, as receitas aumentam ano-a-ano 1,4% em termos orgânicos 1, o OIBDA 4,6% e o fluxo de caixa operacional 16,1%. No terceiro trimestre de 2009, destaca-se a aceleração do crescimento ano-a-ano das receitas em termos orgânicos 4, excluindo o impacto das menores tarifas de interconexão. Os negócios na Espanha registram um forte aumento da atividade comercial no terceiro trimestre de 2009, com melhoras significativas em todos os serviços (telefonia fixa, banda larga fixa varejista, TV paga e telefonia móvel), observando-se uma ligeira desaceleração no ritmo de declínio ano-a-ano das receitas nos últimos três meses. A contenção de custos e investimentos 1 Assumindo taxas de câmbio constantes e incluindo a consolidação da Telemig em janeiro-março de No OIBDA e no OI se excluem os impactos derivados dos ágios obtidos pela venda da Airwave e Sogecable, registrados no segundo trimestre de Definido como (Gastos operacionais + CapEx Trabalhos realizados para o Imobilizado) / Valor líquido da cifra de negócios, correspondentes aos últimos doze meses. A cifra de CapEx exclui a aquisição de espectro e o Programa de Eficiência Imobiliária da T. España. 3 Assumindo taxas de câmbio constantes e incluindo a consolidação da Telemig em janeiro-março de Assumindo taxas de câmbio constantes e excluindo os impactos derivados de ágios obtidos pela venda de Airwave. Resultados janeiro setembro de 2009 Telefónica

3 GRUPO TELEFÓNICA Principais Aspectos Destacados permite limitar a pressão das receitas (-6,4% ano-a-ano em termos comparáveis 5 ) e no fluxo de caixa operacional (-3,3% em termos comparáveis 5 ). O lucro líquido alcança milhões de euros ao final de setembro, com um crescimento anoa-ano de 6,4% (+9,0% em lucro básico por ação), excluindo o impacto derivado dos ágios pelas vendas da Airwave e Sogecable registradas em Em termos reportados, as receitas acumuladas em setembro se reduzem em 3,3%, o OIBDA em 2,2% e o OI em 2,0%, e o lucro líquido aumenta 0,3%, fundamentalmente pelo impacto negativo das variações das taxas de câmbio. Adicionalmente, o OIBDA, o OI e o lucro líquido se encontram afetados pelo impacto derivado dos ágios contabilizados em O taxa de dívida financeira líquida mais compromissos sobre OIBDA atinge 2,0 vezes ao final de setembro, mostrando a solidez financeira da Companhia. 5 Em termos comparáveis, exclui o impacto de: Serviço Universal: 183 milhões de euros em receitas e 51 milhões de euros no OIBDA no terceiro trimestre de 2008 e 75 milhões de euros em receitas e 22 milhões de euros em OIBDA no primeiro trimestre de 2009; venda da carteira de devedores: 25 milhões de euros em OIBDA no primeiro trimestre de 2008; ágio imobiliário: 0,5 milhões de euros em OIBDA janeiro-setembro de 2009 e 73 milhões de euros em OIBDA do mesmo período de 2008; revisão de estimativas realizadas em exercícios anteriores correspondentes a planos de adequação da base de empregados, o que significou um menor gasto de 90 milhões de euros no segundo trimestre de 2009 e venda de direitos de aplicações: 48 milhões de euros em receitas e OIBDA no terceiro trimestre de Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica

4 GRUPO TELEFÓNICA Principais Aspectos Destacados GRUPO TELEFÓNICA DADOS FINANCEIROS SELECIONADOS Dados não auditados (Milhões de euros) janeiro - setembro % Var reportado orgânico critério guidance Valor líquido da cifra dos negócios (3,3) 0,1 0,3 Telefónica España (1) (6,7) (6,7) Telefónica Latinoamérica ,9 5,8 Telefónica Europa (5,9) 1,4 OIBDA (2)(3) (2,2) 1,8 1,9 Telefónica España (1) (7,9) (7,9) Telefónica Latinoamérica ,1 13,5 Telefónica Europa (2) (6,3) 4,6 Margem OIBDA (2)(3) 39,9% 39,5% 0,4 p.p. 0,7 p.p. Telefónica España 49,4% 50,0% (0,6 p.p.) (0,6 p.p.) Telefónica Latinoamérica 39,9% 37,0% 3,0 p.p. 2,7 p.p. Telefónica Europa (2) 28,6% 28,7% (0,1 p.p.) 0,9 p.p. Resultado operacional (OI) (2)(3) (2,0) 2,1 Telefónica España (8,5) (8,5) Telefónica Latinoamérica ,7 19,7 Telefónica Europa (2) (10,1) 17,0 Resultado líquido (2)(3) ,3 Resultado líquido básico por ação (euros) (2)(3) 1,23 1,20 2,7 Fluxo de caixa livre por ação (euros) 1,48 1,35 9,9 OpCF (OIBDA-CapEx) (2)(3) ,6 10,1 10,3 Telefónica España (1) (3,0) (3,0) Telefónica Latinoamérica ,7 31,4 Telefónica Europa (2) (0,3) 16,1 - Detalhe de conciliação incluído no suporte excel publicado. (1) Em termos comparáveis, as receitas da Telefónica España diminuiriam 6,4%, o OIBDA reduziria 8,2% e o OpCF decresceria 3,3%. O cálculo em termos comparáveis, exclui o impacto de: Serviço Universal: 183 milhões de euros em receitas e 51 milhões de euros no OIBDA, no terceiro trimestre de 2008, e 75 milhões de euros em receitas e 22 milhões de euros no OIBDA, no primeiro trimestre de 2009; venda da carteira de devedores: 25 milhões de euros no OIBDA no primeiro trimestre de 2008; ágios imobiliários: 0,5 milhões de euros no OIBDA de janeiro-setembro de 2009, e 73 milhões de euros no OIBDA do mesmo período de 2008 e revisão de estimativas realizadas nos exercícios anteriores correspondentes aos planos de adequação de base de empregados, o que supôs um menor gasto de 90 milhões de euros, no segundo trimestre 2009, e venda de direitos de uso: 48 milhões de euros em receitas e OIBDA, no terceiro trimestre de (2) O segundo trimestre de 2008 é impactado positivamente em 113 milhões de euros derivados da venda da Airwave. O OIBDA e o OI refletem as despesas de reestruturação no montante de 42 milhões de euros, registrados em (3) O segundo trimestre de 2008 é impactado pelo ágio na venda da participação na Sogecable (143 milhões de euros). Notas: - OIBDA e OI dos negócios se apresentam antes de gastos de gerenciamento e de marca. - Margem OIBDA calculada como OIBDA sobre valor líquido da cifra de negócios. - A partir de abril de 2008, o âmbito de consolidação da Vivo inclui a Telemig. - Critério orgânico: Assumindo taxas de câmbio constantes e incluindo a consolidação da Telemig em janeiro-março No OIBDA e OI se excluem os impactos registrados em 2008 derivados das vendas de ativos (Airwave: 113 milhões de euros e Sogecable: 143 milhões de euros). - Critério guidance: As cifras base do conjunto de 2008 excluem o impacto derivado das vendas de ativos (143 milhões de euros de ágio derivado da venda da Sogecable e 174 milhões de euros de aplicação de provisões aplicadas na T. Europa para fazer frente aos possíveis compromissos derivados da alienação no passado de participações acionárias, uma vez que mencionados riscos foram dissipados ou não materializados) e inclui 9 meses de consolidação da Telemig na T.Latinoamérica. As cifras base para o guidance 2009 assumem taxas de câmbio constantes de 2008 (médio de 2008). Para efeitos do cálculo do guidance, o OIBDA exclui ágios e deságios derivados da venda de companhias e reestruturação. O CapEx do Grupo Telefónica exclui os Programas de Eficiência Imobiliária da Telefonica España e investimentos em espectro. Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica

5 Resultados trimestrais janeiro setembro 2009 ÍNDICE GRUPO TELEFÓNICA 2 Tamanho de Mercado 2 Resultados Consolidados 4 Dados Financeiros 9 RESULTADOS POR UNIDADES DE NEGÓCIO 15 Telefónica España 15 Negócio Fixo 16 Negócio Móvel 18 Telefónica Latinoamérica 25 Brasil 27 Argentina 30 Chile 32 Peru 34 Colômbia 36 México 38 Venezuela 39 América Central 40 Equador 40 Telefónica Europa 51 Telefónica O2 Reino Unido 52 Telefónica O2 Alemanha 53 Telefónica O2 Irlanda 54 Telefónica O2 República Tcheca 55 Outras Sociedades 62 Grupo Atento 62 ANEXOS 64 Participações mais significativas do Grupo Telefónica e suas filiais 64 Eventos Significativos 65 Mudanças no Âmbito e Critérios de Consolidação Contábil 67 A informação financeira contida neste documento foi elaborada sob as Normas Internacionais de Informação Financeira (NIIF). Esta informação financeira não foi auditada. Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 1

6 GRUPO TELEFÓNICA Tamanho de Mercado (Dados em milhares de acessos) México Móveis: Fixed Wireless: 250 Reino Unido Móveis: Dados e Internet: 527 Alemanha Móveis: Dados e Internet: 272 América Central Telefonia Fixa: 456 Dados e Internet: 16 Móveis: Equador Móveis: Fixed Wireless: 81 Peru Telefonia Fixa: Dados e Internet: 795 Móveis: TV Paga: 723 Venezuela Móveis: Fixed Wireless: TV Paga: 50 Uruguai Móveis: Irlanda Móveis: Colômbia Telefonia Fixa: Dados e Internet: 441 Móveis: TV Paga: 136 Marrocos Móveis: Fixed Wireless: 9 Brasil Telefonia Fixa: Dados e Internet: Móveis: TV Paga: 509 Eslováquia Móveis: 463 República Tcheca Telefonia Fixa: Dados e Internet: 829 Móveis: TV Paga: 136 Espanha Telefonia Fixa: Dados e Internet: Móveis: TV Paga: 654 Chile Telefonia Fixa: Dados e Internet: 790 Móveis: TV Paga: 269 Argentina Telefonia Fixa: Dados e Internet: Móveis: Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 2

7 GRUPO TELEFÓNICA Tamanho de mercado GRUPO TELEFÓNICA Acessos Dados não auditados (Mil) setembro % Var Acessos Clientes Finais , ,5 6,4 Acessos de telefonia fixa (1) , ,9 (4,2) Acessos de dados e internet , ,5 3,8 Banda estreita 1.566, ,1 (29,2) Banda larga (2) , ,1 9,8 Outros (3) 163,2 153,2 6,5 Acessos celulares , ,0 8,9 TV Paga 2.483, ,1 15,1 Acessos Atacadistas 3.878, ,5 19,6 Última milha alugada 2.073, ,9 26,9 Última milha compartilhada 500,0 640,2 (21,9) Última milha desagregada 1.573,8 993,6 58,4 ADSL Atacado (4) 442,4 570,8 (22,5) Outros (5) 1.340, ,8 29,0 Total Acessos , ,0 6,6 Nota: Com efeito em 31 de dezembro de 2007 e com o objetivo de homogeneizar os critérios dos indicadores operacionais das distintas operadoras móveis do Grupo, foi revisada a série de acessos móveis e, portanto, totais do Grupo, incluindo-se os Acessos máquina a máquina. Adicionalmente, para efeitos de homogeneização de critérios, a contabilização da base de clientes pré-pago da República Tcheca e Eslováquia foi modificada, passando de 13 meses (registrados) para três meses (ativos). (1) RTB (inclui TUP) x1; Acesso Básico RDSI x1; Acesso Primário RDSI Acessos Digitais 2/6 x30. Inclui consumo próprio. Inclui a totalidade dos acessos "fixed wireless". Inclui Voz sobre IP e ADSL Livre. (2) ADSL, satélite, fibra ótica, cabo modem e circuitos de banda larga. (3) Outros circuitos varejistas que não são banda larga. (4) Inclui última milha alugada pela Telefónica O2 Alemania. (5) Circuitos cujos clientes finais são operadoras. Inclui Aluguel Atacadista de Linha Telefónica (AMLT). Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 3

8 GRUPO TELEFÓNICA Resultados Consolidados A estrutura organizacional do Grupo Telefónica por unidades de negócio, Telefónica España, Telefónica Latinoamérica e Telefónica Europa, de acordo com o atual modelo de gestão regional e integrado, determina que a estrutura jurídica das sociedades não seja relevante para a apresentação da informação financeira do Grupo. Neste sentido, apresentam-se os resultados operacionais de cada uma das citadas unidades de negócio, independentemente de sua estrutura jurídica. Em linha com esta organização, a Telefónica incorporou na Telefónica España e na Telefónica Latinoamérica toda a informação correspondente aos negócios de telefonia fixa, móvel, cabo, Internet e televisão. Deste modo, a Telefónica Europa compreende os resultados da Telefónica O2 Reino Unido, Telefónica O2 Alemanha, Telefónica O2 Irlanda, Telefónica O2 República Tcheca e Telefónica O2 Eslováquia. Dentro da epígrafe "Outras sociedades" inclui-se o negócio da Atento, assim como outras sociedades instrumentais e as eliminações do proceso de consolidação. Para efeitos de apresentação da informação por regiões foram excluídos dos resultados operacionais de cada região do Grupo aqueles gastos e receitas derivados dos faturamentos entre companhias do Grupo pelo uso da marca e contratos de gestão, e que não têm impacto nos resultados consolidados do Grupo. Com efeito em 31 de dezembro de 2007 e com o objetivo de homogeneizar os critérios dos indicadores operacionais das distintas operadoras móveis do Grupo, foi revisada a série de acessos móveis e portanto a do Grupo, incluindo-se os acessos máquina a máquina, apresentando-se de forma homogênea a este critério o ARPU e o churn. Desta forma, e para evitar a distorsão sobre o MoU do forte crescimento de dispositivos móveis que majoritariamente cursam serviços de dados (M2M e dispositivos de banda larga móvel) a Companhia decidiu publicar a evolução do tráfego em volume absoluto (milhões de minutos), substituindo este indicador ao MoU. Adicionalmente, para efeitos de homogeneização de critérios, a contabilização da base pré-paga da República Tcheca e Eslováquia foi modificada, passando de 13 meses (registrados) para três meses (ativos), apresentando-se de forma homogênea a este critério o ARPU e o churn. Nos primeiros nove meses de 2009, a Telefónica obtém sólidos resultados que refletem o êxito da estratégia da Companhia, focada em aumentar a base de clientes e fomentar o uso de seus serviços, avançando ao mesmo tempo na maximização da eficiência e no aumento de caixa. A estratégia comercial da Companhia apostou em capturar crescimento em seus mercados, permitindo aumentar o número de acessos totais do Grupo Telefónica em 6,6% em relação a setembro de 2008, superando 268 milhões. Este crescimento é apoiado fundamentalmente na expansão dos acessos móveis (+8,9%), banda larga fixa (+9,8%) e TV paga (+15,1%). Por áreas geográficas, destacam-se os crescimentos reportados pela Telefónica (+8,0% ano-a-ano) e Telefónica Latinoamérica (+6,9% ano-a-ano). Por tipo de acesso, os acessos móveis do Grupo Telefónica superam os 205 milhões ao final do terceiro trimestre, com um ganho líquido em janeiro-setembro de 2009 ligeiramente superior a 10,0 milhões de acessos. Destaca-se a forte retomada da atividade comercial no terceiro trimestre de 2009, registrando-se um ganho líquido ao redor de 5,0 milhões, em linha com o registrado em janeiro-junho de 2009, e que praticamente duplica o registrado no segundo trimestre. Destaca-se a significativa melhora que se observa na Espanha (com um ganho líquido que supera em 2,5 vezes o do primeiro semestre) e América Latina (multiplicando por 1,2 a captação dos primeiros seis meses do ano). Os principais impulsores de ganho líquido móvel nos nove primeiros meses de 2009 são Brasil (3,9 milhões), Alemanha (1,2 milhões), México (1,2 milhões) e Reino Unido (0,7 milhões). Os acessos varejistas a Internet de banda larga se situam em 13,2 milhões, com um crescimento ano-a-ano de 9,8%, impulsionado pela crescente adoção das ofertas de serviços empacotados de voz, ADSL e TV paga. Na Espanha mais de 87% dos acessos de banda larga varejista fazem parte de algum pacote de dupla ou tripla oferta, enquanto que na América Latina quase 55% dos acessos de Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 4

9 GRUPO TELEFÓNICA Resultados Consolidados banda larga estão empacotados em ofertas de Duos e Trios. Nos primeiros nove meses de 2009 o ganho líquido supera 0,7 milhões de acessos (0,2 milhões no terceiro trimestre), em sua maior parte procedentes da Argentina e Reino Unido, destacando-se o forte aumento observado na Espanha no último trimestre (o ganho líquido se multiplica por 2,3 vezes entre trimestres). Os acessos de TV paga atingem 2,5 milhões ao final de setembro, 15,1% a mais que há um ano. Convém recordar que a Companhia oferece serviços de televisão paga na Espanha, República Tcheca, Peru, Chile, Colômbia, Brasil, Venezuela e Argentina. Assim, apesar do cenário econômico atual, a forte diversificação das operações, tanto por negócios como por geografias, permite atingir um valor líquido da cifra de negócios (receitas) de milhões de euros nos nove primeiros meses de 2009, praticamente em linha (+0,1%) com o mesmo período de 2008 em termos orgânicos 1. Destaca-se a notável evolução das receitas da Telefónica Latinoamérica, que contribui com 2,2 p.p. ao crescimento e, em menor medida, da Telefónica Europa, com uma contribuição de 0,3 p.p. no período. Por serviços, as receitas de conectividade de banda larga, tanto fixa como móvel, assim como as receitas de aplicações e novos serviços, continuam incrementando suas contribuições às receitas totais do Grupo. Em termos reportados, as receitas reduzem 3,3% em relação aos primeiros nove meses de 2008, fundamentalmente pelo impacto negativo das taxas de câmbio, que diminuem em 3,6 p.p. o crescimento. As mudanças no âmbito de consolidação contribuem com 0,2 p.p. para o crescimento das receitas. Em termos absolutos, as receitas da Telefónica Latinoamérica representam 39,8% das receitas totais do Grupo (+2,0 p.p. em relação ao mesmo período de 2008), enquanto que a participação das receitas procedentes da Telefónica España e da Telefónica Europa se situa em 35,1% e em 24,1%, respectivamente. Por outro lado, os gastos operacionais do Grupo Telefónica em janeiro-setembro de 2009 atingem milhões de euros, com uma queda de 5,2% em relação ao final de setembro de Eliminando o impacto das taxas de câmbio, os gastos operacionais se reduziriam 1,2% comparativo ano-a-ano, dado que os maiores gastos de Telefónica Latinoamérica procedentes principalmente de gastos em rede e sistemas, se compensam com os menores gastos procedentes da Telefónica España (menores gastos com fornecedores e menor gasto comercial, principalmente de publicidade). Em termos orgánicos 1 os gastos por operações se reduzem em 1,3%. Os gastos com fornecedores diminuem 8,3% em janeiro-setembro de 2009 no comparativo ano-aano atingindo milhões de euros. Excluindo o impacto das taxas de câmbio, os gastos com fornecedores reduzem 3,8% por menores gastos na Telefónica España, fundamentalmente por menores gastos de interconexão e compra de terminais, e na Telefónica Latinoamérica, por menores compras de equipamentos e cartões, que compensam o leve aumento na Telefónica Europa. Os gastos de pessoal se situam em milhões de euros em setembro, com uma queda ano-aano de 1,2% (+2,1% em euros constantes). A base de empregados média do período alcança empregados ( pessoas em relação a setembro de 2008), fundamentalmente pela maior base de empregados do Grupo Atento. Desconsiderando a base de empregados do Grupo Atento, a base de empregados média do Grupo Telefónica se mantém praticamente estável em relação a setembro de 2008, situando-se em empregados. Os gastos com serviços de terceiros (7.190 milhões de euros) apresentam uma queda ano-a-ano de 3,8% em janeiro-setembro de Excluindo o impacto das taxas de câmbio, estes gastos permaneceriam praticamente estáveis (+0,2%). Por outro lado, o resultado por alienação de ativos acumulado em setembro atinge 18 milhões de euros, frente a 236 milhões de euros em janeiro-setembro de 2008, procedentes principalmente de 1 Assumindo taxas de câmbio constantes e incluindo a consolidação da Telemig em janeiro-março de No OIBDA e OI se excluem os impactos derivados dos ágios obtidos pela venda da Airwave e Sogecable, registrados no segundo trimestre de Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 5

10 GRUPO TELEFÓNICA Resultados Consolidados ágios pela venda da Sogecable e da venda de imobilizados pela Telefónica España e Telefónica O2 República Checa. O foco da Companhia em melhorar a eficiência e explorar as vantagens de escala se refletem no resultado operacional antes de amortizações (OIBDA), que atinge milhões de euros nos primeiros nove meses de 2009, com um crescimento em termos orgânicos 2 de 1,8%, apoiado fundamentalmente na Telefónica Latinoamérica (+4,9 p.p.) e na Telefónica Europa (+0,8 p.p.), que compensam a menor contribuição ao OIBDA da Telefónica España (-3,7 p.p). Em termos orgânicos 2, a margem OIBDA do Grupo Telefónica melhora 0,7 p.p. atingindo 39,9%, impulsionado pela expansão de margens da Telefónica Latinoamérica (+2,7 p.p. ano-a-ano) e Telefónica Europa (+0,9 p.p. ano-a-ano). Em termos reportados o OIBDA em setembro reduz-se 2,2% ano-a-ano, apesar de que, excluindo em 2008 o impacto derivado das vendas de ativos (Airwave e Sogecable), o OIBDA reduziria ligeiramente (-0,7%) frente ao mesmo período do exercício anterior. Em termos reportados e excluindo em 2008 o impacto derivado das vendas de ativos (Airwave e Sogecable), a margem OIBDA do Grupo Telefónica cresce 1,0 p.p. em relação ao mesmo período de O OIBDA da Telefónica España representa 43,5% do OIBDA do Grupo frente a 39,9% e 17,3% da Telefónica Latinoamérica e da Telefónica Europa, respectivamente. Em termos acumulados até setembro a amortização do imobilizado apresenta uma redução de 2,6% ano-a-ano atingindo milhões de euros. Em termos orgânicos 2 esta rubrica se incrementaria 1,4%, fundamentalmente por maiores amortizações na Telefónica Latinoamérica. Assim, nos primeiros nove meses do ano o resultado operacional (OI) atinge milhões de euros, com um crescimento ano-a-ano em termos orgânicos 2 de 2,1% (-2,0% em termos reportados). O resultado das participações por equivalência patrimonial se situa em 47 milhões de euros no acumulado até setembro (20 milhões de euros no mesmo período de 2008), refletindo fundamentalmente os maiores resultados procedentes da participação da Companhia na Portugal Telecom e as menores perdas registradas pela participação na Telco, S.p.A.. O resultado financeiro líquido acumulado até setembro de 2009 atinge milhões de euros, com uma redução de 2,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, como resultado fundamentalmente de: Um declínio do custo médio da dívida do Grupo, para 5,57% sobre a dívida líquida média total excluindo os resultados por taxa de câmbio, que significa um declínio dos gastos de 209 milhões de euros, pela redução das taxas de juros no ano Um declínio de 3,3% da dívida média, que resulta em uma economia de 70 milhões de euros. As variações do valor atual dos compromissos derivados dos EREs e de outras posições igualmente contabilizadas a valor de mercado geraram em setembro de 2009 um gasto de 39 milhões de euros superior em relação ao mesmo período do ano anterior. As variações das diferenças de câmbio acumuladas em setembro de 2009 em relação ao mesmo período do ano anterior representam um gasto superior em 199 milhões de euros. O fluxo de caixa livre gerado pelo Grupo Telefónica até setembro de 2009 atinge milhões de euros, dos quais 737 milhões de euros foram dedicados a compra de tesouraria, milhões de euros à distribuição de dividendos da Telefónica S.A. e 620 milhões de euros ao cancelamento de compromissos adquiridos pelo Grupo, principalmente derivados de programas de redução da base de empregados. Adicionalmente, foi registrado um pagamento líquido de 834 milhões de euros por investimentos financeiros e desinvestimentos realizados no período. Com tudo isso, a dívida financeira líquida reduziu-se em milhões de euros. Por outro lado, deve-se adicionar milhões de euros de aumento da dívida financeira por variações da taxa de câmbio e variações no 2 Assumindo taxas de câmbio constantes e incluindo a consolidação da Telemig em janeiro-março de No OIBDA e OI excluem-se os impactos derivados dos ágios obtidos pela venda da Airwave e Sogecable, registrados no segundo trimestre de Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 6

11 GRUPO TELEFÓNICA Resultados Consolidados âmbito de consolidação e outros efeitos sobre contas financeiras. Isto significa uma queda total de 198 milhões de euros com relação à dívida financeira líquida no final do exercício de 2008 ( milhões de euros), situando-se no final de setembro de 2009 em milhões de euros. Como resultado, a taxa de endividamento, dívida líquida sobre OIBDA se situa em 1,9 vezes até setembro de 2009, frente a 2,0 vezes até junho de Esta melhora provém fundamentalmente de uma redução do valor de dívida líquida financeira acompanhada de um aumento na cifra do OIBDA. Nos primeiros nove meses de 2009 a atividade de financiamento do Grupo Telefónica, sem ter em conta a atividade nos programas de papel comercial de curto prazo, foi de aproximadamente milhões de euros e foi centrado principalmente em refinanciar os vencimentos da dívida de 2009 e pré-financiar parte dos vencimentos da dívida de 2010 e 2011 a nível de Telefónica, S.A. Cabe destacar a emissão de bônus em euros por 5 anos pelo valor de milhões realizada em janeiro, a emissão por 7 anos pelo valor de milhões de euros realizada em março, uma reabertura deste mesmo bônus realizada em junho por 500 milhões de euros adicionais, uma colocação privada por 6 anos pelo valor de 400 milhões de euros realizada também nesse mesmo mês e uma emissão nos Estados Unidos de 2 tranches por 5,5 anos e 10 anos por um valor total de milhões de dólares americanos em junho. Com estas operações a posição de caixa do Grupo se situa muito acima dos vencimentos de dívida acumulados para o resto do ano e para Adicionalmente, em fevereiro foi renegociado com êxito a extensão de milhões de euros do empréstimo sindicado com vencimento em 2011, postergando milhões de euros para 2012 e outros milhões de euros para 2013, reduzindo os vencimentos para este ano para níveis mais ajustados de geração de caixa. A Telefónica S.A. e suas sociedades instrumentais continuaram durante os primeiros nove meses de 2009 com suas atividades de emissão sob os distintos Programas de Papel Comercial (Doméstico e Europeu), com um valor ativo em setembro de milhões de euros. No que diz respeito à América Latina, as filiais da Telefónica acessaram os mercados de financiamento até setembro de 2009 por um valor aproximado de milhões de euros equivalentes, principalmente para refinanciamentos antecipados de vencimentos em 2009 e renovações de dívida existente. Ao final de setembro de 2009, a participação de obrigações e bônus dentro da dívida financeira consolidada atinge 59%, frente a 41% que representa a dívida com instituições financeiras. Nos primeiros nove meses de 2009 o gasto com impostos atinge milhões de euros, o que implica em uma taxa impositiva de 28,6%, que não foi afetada por nenhuma operação extraordinária. Os resultados atribuídos a sócios externos diminuem em 111 milhões de euros o lucro líquido acumulado no final de setembro (-36,0% ano-a-ano), associados fundamentalmente pela participação dos minoritários nos lucros da Telesp, Telefónica O2 República Checa e nas perdas da Telefónica Telecom. A evolução ano-a-ano explica o menor resultado atribuído aos sócios minoritários da Telefónica Chile (após a OPA lançada sobre os minoritários desta última em 2008) e da Telesp, assim como pelas maiores perdas da Telefónica Telecom. Como conseqüência de todas as rubricas explicadas anteriormente, o lucro líquido consolidado ao final de setembro atinge milhões de euros, 6,4% superior ao obtido no mesmo período de 2008, excluindo o impacto derivado dos ágios gerados após a venda da Airwave e Sogecable registradas em janeiro-setembro de Em termos reportados, o lucro líquido consolidado de janeiro-setembro de 2009 se situa praticamente em linha com o registrado no mesmo período de 2008 (+0,3%). No final de setembro, o lucro líquido básico por ação atinge 1,23 euros, com um crescimento ano-aano de 9,0%, se excluirmos o impacto derivado das vendas de ativos anteriormente mencionadas, registrado em Em termos reportados, o crescimento ano-a-ano se situa em 2,7%. O investimento (CapEx) nos primeiros nove meses de 2009 atinge milhões de euros, situando o fluxo de caixa operacional (OIBDA-CapEx) em milhões de euros, mostrando um Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 7

12 GRUPO TELEFÓNICA Resultados Consolidados crescimento ano-a-ano de 10,1% em termos orgânicos 3. Esta evolução é explicada pelo forte crescimento registrado na Telefónica Latinoamérica (+31,4% em termos orgânicos 3 ; milhões de euros) e na Telefónica Europa (+16,1% em termos orgânicos 3 ; milhões de euros), que compensam o menor caixa gerado pela Telefónica España em termos comparáveis 4 (-3,3% até milhões de euros). Em termos reportados, o fluxo de caixa operacional aumenta 5,6% ano-a-ano. As economias de escala e uma gestão eficiente dos gastos operacionais e de investimento permitem atingir um taxa de eficiência 5 de 73,9%, refletindo uma melhora ano-a-ano de 2,2 p.p.. Assim, a aceleração nos crescimentos orgânicos 3 das distintas rubricas da conta de resultados desde receitas (+0,1%) até o OIBDA (+1,8%) e o OI (+2,1%) acentua-se no fluxo de caixa operacional, registrando este último um crescimento superior a 10,0 p.p. ao das receitas. 3 Assumindo taxas de câmbio constantes e incluindo a consolidação da Telemig em janeiro-março de Em OIBDA e OI se excluem os impactos derivados dos ágios obtidos pela venda da Airwave e Sogecable, registrados no segundo trimestre de Em termos comparáveis, exclui-se o impacto de: Serviço Universal: 183 milhões de euros em receitas e 51 milhões de euros no OIBDA no terceiro trimestre de 2008 e 75 milhões de euros em receitas e 22 milhões de euros no OIBDA no primeiro trimestre de 2009; venda da carteira de devedores: 25 milhões de euros no OIBDA no primeiro trimestre de 2008; ágios: 0,5 milhões de euros no OIBDA janeiro-setembro de 2009 e 73 milhões de euros no OIBDA do mesmo período de 2008; revisão de estimativas realizadas em exercícios anteriores correspondentes a planos de adequação de base de empregados, o que significa um menor gasto de 90 milhões de euros no segundo trimestre de 2009 e a venda de direitos de aplicações: 48 milhões de euros em receitas e OIBDA no terceiro trimestre de Definido como (Gastos operacionais + CapEx Trabalhos realizados pelo Imobilizado) / Valor líquido da cifra de negócios, correspondentes aos últimos doce meses. La cifra de CapEx exclui a aquisição de espectro e o Programa de Eficiência Imobiliária da T. España. Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 8

13 GRUPO TELEFÓNICA Dados Financeiros GRUPO TELEFÓNICA RESULTADOS CONSOLIDADOS Dados não auditados (Milhões de euros) janeiro - setembro julho - setembro % Var % Var Valor líquido da cifra dos negócios (3,3) (5,7) Capitalização de despesas (8,7) (7,0) Gastos operacionais (25.776) (27.186) (5,2) (8.732) (9.341) (6,5) Provisões (12.109) (13.210) (8,3) (4.105) (4.548) (9,7) Despesas com pessoal (5.003) (5.065) (1,2) (1.743) (1.676) 4,0 Serviços de terceiros (7.190) (7.472) (3,8) (2.409) (2.532) (4,9) Variações de provisões de tráfego (653) (562) 16,2 (228) (185) 22,9 Tributos (821) (876) (6,3) (247) (400) (38,2) Outras receitas (despesas) líquidas (32,9) ,0 Resultado de alienação de ativos (92,5) 20 (1) c.s. Amortização do ágio e ativos fixos (10) (9) 12,8 (5) (1) n.s. Resultado operacional antes de amortizações (OIBDA) (2,2) (3,3) Margem OIBDA 39,9% 39,5% 0,4 p.p. 40,4% 39,4% 1,0 p.p. Depreciação e Amortizações (6.623) (6.803) (2,6) (2.236) (2.282) (2,0) Resultado Operacional (OI) (2,0) (4,1) Resultados com equivalência patrimonial , (29,4) Resultados financeiros (2.058) (2.099) (2,0) (719) (711) 1,1 Lucro antes de impostos (1,6) (5,6) Impostos (2.291) (2.374) (3,5) (732) (854) (14,3) Resultado do exercício de operações em continuação (0,8) (2,0) Resultado de operações em descontinuação 0 0 n.s. (0) - n.s. Participação dos minoritários (111) (174) (36,0) (48) (77) (38,3) Lucro líquido , (0,6) Número médio ponderado de ações ordinárias em circulação (2,4) (1,9) (milhões) Lucro líquido básico por ação (euros) 1,23 1,20 2,7 0,44 0,43 1,4 Notas: - A partir de abril de 2008, o âmbito de consolidação da Vivo inclui a Telemig. - Para efeitos do cálculo do lucro líquido básico por ação, a média ponderada de ações em circulação, durante o período, é o resultado da aplicação das disposições da NIC 33 "Lucro por ação". Portanto, não são consideradas como ações em circulação a média ponderada de ações em tesouraria durante o período. - O segundo trimestre de 2008 é impactado positivamente em 113 milhões de euros, derivados da venda da Airwave. -O segundo trimestre de 2008 é impactado pelo ágio através da venda da participação na Sogecable (143 milhões de euros). Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 9

14 GRUPO TELEFÓNICA Dados Financeiros GRUPO TELEFÓNICA RESULTADOS POR UNIDADES DE NEGÓCIO Dados não auditados (Milhões de euros) VALOR LÍQUIDO DA CIFRA DOS NEGÓCIOS OIBDA MARGEM OIBDA janeiro - setembro janeiro - setembro janeiro - setembro % Var % Var Var Telefónica España (1) (6,7) (7,9) 49,4% 50,0% (0,6 p.p.) Telefónica Latinoamérica (2) , ,1 39,9% 37,0% 3,0 p.p. Telefónica Europa (3) (5,9) (6,3) 28,6% 28,7% (0,1 p.p.) Outras sociedades e eliminações (9,1) (108) 68 c.s n.s. n.s. n.s. Total Grupo (2)(3)(4) (3,3) (2,2) 39,9% 39,5% 0,4 p.p. RESULTADO OPERACIONAL CAPEX OPCF (OIBDA-CAPEX) janeiro - setembro janeiro - setembro janeiro - setembro % Var % Var % Var Telefónica España (1) (8,5) (27,5) (3,0) Telefónica Latinoamérica (2) , (18,1) ,7 Telefónica Europa (3) (10,1) (13,7) (0,3) Outras sociedades e eliminações (205) (24) c.s ,4 (198) (1) n.s. Total Grupo (2)(3)(4) (2,0) (19,0) ,6 Notas: - O OIBDA e OI dos negócios se apresentam antes de despesas de gerenciamento e de marca. - A Margem OIBDA é calculada como OIBDA sobre o valor líquido da cifra de negócios. (1) Em termos comparáveis, as receitas da Telefónica España diminuiriam 6,4%, o OIBDA reduziria 8,2% e o OpCF decresceria 3,3%. O cálculo em termos comparáveis, exclui o impacto de: Serviço Universal: 183 milhões de euros em receitas e 51 milhões de euros no OIBDA, no terceiro trimestre de 2008, e 75 milhões de euros em receitas e 22 milhões de euros no OIBDA, no primeiro trimestre de 2009; venda da carteira de devedores: 25 milhões de euros no OIBDA no primeiro trimestre de 2008; ágios imobiliários: 0,5 milhões de euros no OIBDA de janeiro-setembro de 2009, e 73 milhões de euros no OIBDA do mesmo período de 2008 e revisão de estimativas realizadas nos exercícios anteriores correspondentes aos planos de adequação de base de empregados, o que supôs um menor gasto de 90 milhões de euros, no segundo trimestre 2009, e venda de direitos de uso: 48 milhões de euros em receitas e OIBDA, no terceiro trimestre de (2) A partir de abril de 2008, o âmbito de consolidação da Vivo inclui a Telemig. (3) O segundo trimestre de 2008 é impactado positivamente em 113 milhões de euros derivados da venda da Airwave e em 2009 o OIBDA e o OI refletem as despesas de reestruturação no montante de 42 milhões de euros. (4) O segundo trimestre de 2008 é impactado pelo ágio através da venda da participação na Sogecable (143 milhões de euros). Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 10

15 GRUPO TELEFÓNICA Dados Financeiros GRUPO TELEFÓNICA BALANÇO CONSOLIDADO Dados não auditados (Milhões de euros) setembro 2009 dezembro 2008 % Var Ativo permanente ,4 Intangíveis (1,7) Ágio ,9 Imobilizado ,9 Ativos financeiros não correntes e participações em empresas associadas (0,7) Ativos diferidos (1,8) Ativos circulante ,5 Estoque (14,3) Contas a receber ,5 Impostos a receber ,8 Ativos financeiros correntes (6,8) Caixa e equivalentes ,1 Ativos permanentes mantidos à venda n.s. Total Ativo = Total Passivo ,3 Patrimônio líquido ,8 Acionistas ,1 Minoritários ,9 Exigível a longo prazo (0,4) Dívida financeira de longo prazo (0,1) Impostos, taxas e contribuições de longo prazo ,9 Provisões de longo prazo (7,9) Contas a pagar de longo prazo ,8 Passivo circulante ,4 Dívida financeira de curto prazo ,1 Contas a pagar (4,2) Impostos, taxas e contribuições de curto prazo ,3 Provisões a curto prazo e outras dívidas não comerciais ,4 Dados financeiros Dívida financeira líquida (1) (0,5) 1) Dívida financeira líquida = Dívida financeira de Longo Prazo + Outros credores de Longo Prazo + Dívida financeira de Curto Prazo - Aplicações financeiras temporárias - Caixas e equivalentes - Ativos financeiros não correntes e participações em associadas. Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 11

16 GRUPO TELEFÓNICA Dados Financeiros GRUPO TELEFÓNICA FLUXO DE CAIXA E VARIAÇÂO DA DÍVIDA Dados não auditados (Milhões de euros) janeiro - setembro % Var I Fluxo de caixa operacional ,3 II Pagamento de juros financeiros líquidos (1) (1.732) (2.392) III Impostos sobre sociedades (1.672) (999) A=I+II+III Fluxo de caixa líquido operacional antes de investimentos ,5 B Pagamentos por investimentos em ativos materiais e não materiais (5.763) (5.498) C=A+B Fluxo de caixa operacional retido ,2 D Cobrança líquida por desinvestimento em ativos materiais E Pagamentos líquidos por investimentos financeiros (1.069) (404) F Pagamentos líquidos por operações com acionistas minoritários e com ações próprias (2) (3.057) (3.708) G=C+D+E+F Fluxo de caixa livre depois de dividendos ,5 H Efeitos da taxa de câmbio sobre a dívida financeira líquida (528) I Efeitos de variação do critério sobre a dívida financeira líquida e outros 781 (151) J Dívida financeira líquida no início do período K=J-G+H+I Dívida financeira líquida no final do período (0,7) (1) Inclui cobrança de dividendos de filiais que não consolidam globalmente. (2) Pagamento de dividendos da Telefónica S.A., operações com ações próprias e operações com acionistas minoritários pelas filiais consolidadas por integração global. RECONCILIAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA COM OIBDA MENOS CAPEX Dados não auditados (Milhões de euros) janeiro - setembro % Var OIBDA (2,2) - CAPEX apurado no período (4.376) (5.406) - Pagamentos por outros passivos (620) (552) - Pagamento de juros financeiros líquidos (1.732) (2.392) - Impostos sobre sociedades (1.672) (999) - Resultado de alienação de ativos (18) (236) - Investimento em ativo circulante e outras receitas e despesas diferidas (2.073) (1.646) = Fluxo de caixa operacional retido ,2 + Cobrança líquida por desinvestimento em ativos materiais Pagamentos líquidos por investimentos financeiros (1.069) (404) - Operações com acionistas minoritários e com ações próprias (3.057) (3.708) = Fluxo de caixa livre depois de dividendos ,5 Dados não auditados (Milhões de euros) janeiro - setembro % Var Fluxo de caixa operacional retido + Pagamentos por outros passivos - Operações com acionistas minoritários = Fluxo de caixa livre Número médio ponderado de ações ordinárias em circulação (milhões) = Fluxo de caixa livre por ação (euros) , (43) (72) , ,48 1,35 9,9 Nota: Utilizou-se o conceito de "Fluxo de Caixa Livre", no qual se reflete o cash flow disponível para remuneração ao acionista da matriz Telefónica S.A., proteção dos níveis de solvência (dívida financeira e compromissos) e flexibilidade estratégica. As diferenças com o "Fluxo de caixa operacional retido" da tabela anterior devem-se a que o "Fluxo de caixa livre" é calculado antes da amortização de compromissos (por redução no quadro de pessoal e garantias) e depois das operações com acionistas minoritários, como conseqüência da recirculação de fundos, dentro do Grupo. Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 12

17 GRUPO TELEFÓNICA Dados Financeiros DÍVIDA FINANCEIRA LÍQUIDA MAIS OUTROS PASSIVOS Dados não auditados (Milhões de euros) setembro 2009 Credores a LP (1) Emissões e dívidas com entidades de crédito a CP Caixa e equivalentes (8.176) Investimentos financeiros a CP e LP (2) (5.060) A Dívida financeira líquida Garantias outorgadas à IPSE B Outros passivos por garantias 149 Outros passivos brutos por redução de quadro de pessoal (3) Valor de ativos a longo prazo associados (4) (709) Impostos deduzíveis (5) (1.203) C Outros passivos líquidos por redução de quadro de pessoal A + B + C Dívida total + Outros passivos Dívida financeira líquida / OIBDA (6) 1,9x Dívida total + Outros passivos / OIBDA (6) 2,0x (1) Inclui "Dívida financeira a longo prazo" e 430 milhões de euros de "Outros credores a longo prazo". (2) Inclui "ativos financeiros correntes" e milhões de euros de "Ativos financeiros não correntes e participações em empresas associadas". (3) Fundamentalmente na Espanha. Esta cifra aparece refletida dentro da conta de balanço "Provisões a longo prazo, Provisões a curto prazo e outras dívidas não comerciais", e se obtém como soma dos conceitos de "Préaposentadorias, Previdência Social e Desvinculações", "Seguro Coletivo", "Provisões Técnicas" e "Provisão para o Fundo de Pensões de outras Sociedades". (4) Importe incluso na conta de balanço "Ativos financeiros não correntes e participações em empresas associadas". Correspondem fundamentalmente aos investimentos em Valores de renda fixa e Depósitos a longo prazo, que cobrem a materialização das provisões técnicas das sociedades asseguradoras do Grupo. (5) Valor presente nas economias tributárias que resultarão dos pagamentos futuros por amortização dos compromissos por redução do quadro de pessoal. (6) Calculado a partir do OIBDA de setembro de 2009 analizado linearmente, excluindo o resultado por venda de ativos. ESTRUTURA DA DÍVIDA POR DIVISA Dados não auditados setembro 2009 EUR LATAM GBP CZK USD ESTRUTURA DA DÍVIDA POR DIVISA 65% 15% 8% 7% 5% RATINGS CREDITADOS Longo Prazo Curto Prazo Perspectiva Data da última revisão Moody's Baa1 P-2 Positiva JCR A - Estável S&P A- A-2 Estável Fitch/IBCA A- F-2 Estável 17/02/ /12/ /12/ /11/2008 Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 13

18 GRUPO TELEFÓNICA Dados Financeiros GRUPO TELEFÓNICA TAXAS DE CÂMBIO APLICADAS Demonstrativo de Resultados e CapEx (1) Balanço (2) janeiro - setembro 2009 janeiro - setembro 2008 setembro 2009 dezembro 2008 Estados Unidos (Dólar USA/Euro) 1,363 1,520 1,464 1,392 Reino Unido (Libra/Euro) 0,886 0,781 0,909 0,952 Argentina (Peso Argentino/Euro) 5,035 4,721 5,627 4,806 Brasil (Real Brasileiro/Euro) 2,827 2,562 2,604 3,252 Rep. Tcheca (Coroa Tcheca/Euro) 26,608 24,832 25,165 26,930 Chile (Peso Chileno/Euro) 780, , , ,740 Colômbia (Peso Colombiano/Euro) 3.012, , , ,000 El Salvador (Colón/Euro) 11,928 13,300 12,813 12,177 Guatemala (Quetzal/Euro) 11,038 11,463 12,215 10,830 México (Peso Mexicano/Euro) 18,605 15,983 19,774 18,841 Nicarágua (Córdoba/Euro) 27,546 29,261 30,144 27,623 Peru (Nuevo Sol Peruano/Euro) 4,164 4,358 4,225 4,371 Uruguai (Peso Uruguaio/Euro) 31,781 30,529 31,409 33,888 Venezuela (Bolívar/Euro) 2,931 3,268 3,148 2,992 (1) Estas taxas de câmbio são utilizadas para converter as contas dos demonstrativos de resultados e o CapEx das sociedades estrangeiras do Grupo, de moeda local para euros. (2) Taxas de câmbio em 30/09/09 e 31/12/08. Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 14

19 RESULTADOS POR UNIDADES DE NEGÓCIO Telefónica España A estratégia seguida pela Telefónica España ao longo de 2009 e sua capacidade de adaptação às mudanças em torno das operações derivadas do cenário macroeconômico atual permitiram à Companhia consolidar sua liderança competitiva, apostando pelo crescimento futuro, e manter uma alta geração de caixa, apesar da pressão nas receitas. Destaca-se o forte aumento da atividade comercial da Telefónica España registrado no terceiro trimestre de 2009, com melhoras significativas em todos os serviços. O ganho líquido de acessos fixos de Internet de banda larga supera em 1,1 vezes o alcançado no primeiro semestre do ano, em televisão paga o ganho líquido se multiplica por 9,5 vezes em relação ao trimestre anterior, e ao mesmo tempo registra-se uma importante melhora na perda líquida de acessos de telefonia fixa, que diminui 33,4% em relação ao segundo trimestre do ano. Em telefonia móvel o ganho líquido no terceiro trimestre de 2009 multiplica-se por 2,5 vezes o acumulado nos primeiros seis meses do ano. Assim, a Companhia liderou a captação de clientes no mercado espanhol no trimestre, atingindo um total de 47,3 milhões de acessos (+0,2% ano-a-ano), destacando-se o maior número de acessos varejistas à Internet de banda larga, que crescem 6,0% superando 5,4 milhões, e o crescimento da base de clientes móveis atingindo 24,0 milhões (+2,4% ano-a-ano), impulsionado pela crescente adoção de tarifas planas de dados, que superam 1,5 milhões até setembro. Em paralelo, o fluxo de caixa operacional (OIBDA-CapEx) atinge milhões de euros nos primeiros nove meses de 2009 (-3,3% frente ao mesmo período de 2008 em termos comparáveis 1 ; - 3,0% em termos reportados), refletindo os esforços realizados em contenção de custos e de investimento (-9,7% frente aos nove primeiros meses de 2008). O valor líquido da cifra de negócios (receitas) se situa em milhões de euros nos nove primeiros meses de 2009, com um declínio ano-a-ano em termos comparáveis 1 de 6,6% no terceiro trimestre do ano, ligeiramente inferior ao observado no trimestre anterior, e de 6,4% nos nove primeiros meses do ano. Em mais um trimestre, o principal fator que explica esta evolução é o menor consumo dos serviços de voz por parte dos clientes em um ambiente de desaceleração do mercado. Por outro lado, nos primeiros nove meses do ano se mantém a positiva evolução mostrada pelos Serviços de TI (+12,7% ano-a-ano) e pelos Serviços de Dados (+7,8% ano-a-ano) no negócio fixo, assim como o significativo aumento das receitas de conectividade de dados (+50,9% em relação aos nove primeiros meses de 2008) no negócio móvel. Em termos reportados as receitas reduzem-se ano-a-ano 6,7% no acumulado até setembro. No trimestre as receitas reduzem-se 8,9% ano-a-ano, afetadas pela contabilização no terceiro trimestre de 2008 das receitas por Serviço Universal (183 milhões de euros). Por outro lado, e no marco das iniciativas globais do Grupo no âmbito de sistemas para centralizar as melhores práticas e implementar processos globais, no terceiro trimestre de 2009 realizou-se a venda de direitos de aplicações sob o negócio móvel da Telefónica S.A pelo valor de 48 milhões de euros. O resultado operacional antes de amortizações (OIBDA) mostra em termos comparáveis 1 uma queda ano-a-ano de 8,2% nos primeiros nove meses de 2009 explicada fundamentalmente pela perda de receitas de maior margem, principalmente tráfego de voz fixo e móvel, e acesso tradicional. No terceiro trimestre o OIBDA diminui 10,5% em termos comparáveis 1 impactados pelo maior esforço comercial em relação ao primeiro semestre do ano e pelo menor declínio dos gastos 1 Em termos comparáveis, exclui-se o impacto de: Serviço Universal: 183 milhões de euros em receitas e 51 milhões de euros em OIBDA no terceiro trimestre de 2008 e 75 milhões de euros em receitas e 22 milhões de euros no OIBDA no primeiro trimestre de 2009; venda da carteira de devedores: 25 milhões de euros em OIBDA no primeiro trimestre de 2008; ágios imobiliários: 0,5 milhões de euros no OIBDA janeiro-setembro de 2009 e 73 milhões de euros no OIBDA do mesmo período de 2008; revisão de estimativas realizadas em exercícios anteriores correspondentes aos planos de adequação da base de empregados, o que resultou em um menor gasto de 90 milhões de euros no segundo trimestre de 2009 e venda de direitos de aplicações: 48 milhões de euros em receitas e OIBDA no terceiro trimestre de Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 15

20 RESULTADOS POR UNIDADES DE NEGÓCIO Telefónica España de pessoal frente à primeira metade do ano. A margem OIBDA em termos comparáveis 2 atinge 48,7% no acumulado do ano. O OIBDA reportado atinge milhões de euros até setembro, com um declínio ano-a-ano de 7,9%, situando-se a margem OIBDA em níveis similares aos do ano anterior (49,4%; -0,6 p.p.). O investimento (CapEx) atinge milhões de euros nos nove primeiros meses de 2009 e diminui 27,5% ano-a-ano, reflexo da capacidade de gestão da Companhia, adaptando-se às flutuações da demanda e priorizando os investimentos naquelas áreas de negócio que seguem mostrando um forte crescimento, como a banda larga móvel. NEGÓCIO FIXO No terceiro trimestre do ano observa-se uma importante desaceleração na perda líquida de acessos de telefonia fixa da Telefónica, que melhora em acessos em relação ao trimestre anterior (- 33,4%) e atinge acessos ( no primeiro semestre). A planta de acessos de telefonia fixa da Companhia reduz-se em acessos desde o início do ano, atingindo cerca de 14,5 milhões de acessos ao final de setembro de 2009 (-6,7% ano-a-ano), com uma participação de mercado estimada em torno de 74%. Esta evolução se registra em um mercado que continua impactado por uma conjuntura econômica desfavorável e que mostra uma queda ano-a-ano em setembro estimada de 0,9% no número de acessos totais, afetada deste modo pela contínua desagregação de última milha. As linhas pré-selecionadas continuam sua tendência decrescente, com uma redução de no trimestre e de nos primeiros nove meses de 2009, situando-se ao final de setembro abaixo de 1,2 milhões de linhas. A melhora da atividade comercial da Companhia também se reflete no ganho líquido de acessos fixos varejistas de Internet de banda larga registrado no terceiro trimestre de 2009, que supera em 1,1 vezes o alcançado no primeiro semestre do ano. Assim, no terceiro trimestre o ganho líquido se situa em acessos, frente a no segundo trimestre e no primeiro. A planta de acessos fixos varejistas de Internet de banda larga da Telefónica supera 5,4 milhões de acessos (+6,0% frente a setembro de 2008), após registrar um ganho líquido de acessos nos nove primeiros meses de O mercado de acessos fixos de Internet de banda larga supera o total estimado de 9,6 milhões de acessos, mantendo em setembro o mesmo ritmo de crescimento ano-a-ano que o registrado em junho de 2009 (+8,0%). Neste contexto, a Telefónica mantém sua liderança, com uma participação de mercado estimada em torno de 56%, após registrar uma melhora significativa no ganho líquido no último trimestre. Os acessos atacadistas indiretos de banda larga mantêm seu ritmo de queda e apresentam uma perda líquida de acessos no trimestre e de acessos acumulados no ano. Assim, a planta de acessos ADSL atacadista indireta atinge (-24,2% frente a setembro de 2008). O ritmo de crescimento de aluguel de última milha também se reduz nos últimos trimestres, após registrar um ganho líquido de no terceiro trimestre, 38,8% inferior ao do segundo trimestre de 2009 e 48,6% inferior ao do primeiro. Em termos acumulados até setembro, o ganho líquido atinge de última milha. A planta de aluguéis de última milha supera 2,0 milhões, dos quais quase 25% correspondem à modalidade de última milha compartilhada, e os 75% restantes à última milha desagregada (incluindo mais de de última milha compartilhada desagregada). Deste modo, desacelera-se o crescimento de última milha desagregada, com um ganho líquido de no terceiro trimestre, o que significa uma queda de 24,4% em relação ao trimestre anterior, dos quais 25% correspondem à última milha compartilhada desagregada, enquanto que a última 2 Em termos comparáveis, exclui-se o impacto de: Serviço Universal: 183 milhões de euros em receitas e 51 milhões de euros em OIBDA no terceiro trimestre de 2008 e 75 milhões de euros em receitas e 22 milhões de euros no OIBDA no primeiro trimestre de 2009; venda da carteira de devedores: 25 milhões de euros em OIBDA no primeiro trimestre de 2008; ágios imobiliários: 0,5 milhões de euros no OIBDA janeiro-setembro de 2009 e 73 milhões de euros no OIBDA do mesmo período de 2008; revisão de estimativas realizadas em exercícios anteriores correspondentes aos planos de adequação da base de empregados, o que resultou em um menor gasto de 90 milhões de euros no segundo trimestre de 2009 e venda de direitos de aplicações: 48 milhões de euros em receitas e OIBDA no terceiro trimestre de Resultados janeiro setembro 2009 Telefónica 16

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