PROJETO DE CONSULTORIA P/ GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL COSO/CobiT/SISTEMA GRO

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1 PROJETO DE CONSULTORIA P/ GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL COSO/CobiT/SISTEMA GRO

2 istórico 1975 quebra dos bancos Herstatt, da Alemanha e Franklin National, de Nova York Comitê da Basiléia 1993 Bank of Credit and Commerce International faliu em meio a escândalos de fraude e lavagem de 1995 dinheiro Barings faliu depois de 233 anos de existência 1997 Comitê Basiléia edita os 25 Princípios Instituição de Controles Internos

3 istórico Askin Capital, Orange County, Chemical Bank entre outros 2001 Enron 7a. Maior empresa dos EUA WordCom demitidos 1998 Comitê Basiléia edita mais 13 Princípios Gestão de Riscos (5 componentes) 1998 Res.Bacen Controles Internos Lei Prev. Lav. Din Novo Acordo da Basiléia 2002 SEC edita lei Sarbanes Oxley 2003 Res.Bacen Responsabilidades dos Administradores

4 istórico 2004 Decretada Intervenção no Banco Santos pelo Bacen?

5 e CI a RO Res.2.554/98 Res.3.380/06 Controles Internos BASILÉIA I processos, executados pela alta administração, gerências e funcionários, desenhados para fornecer segurança razoável com relação ao cumprimento de objetivos no que se refere a: Eficiência e eficácia das operações; Integridade/fidelidade dos relatórios financeiros; Aderência com as leis e normas aplicáveis. Risco Operacional BASILÉIA II É o risco de perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos, ou de eventos externos

6 asiléia ia II

7 asiléia ia II

8 asiléia ia II Os três Pilares

9 asiléia ia II Dimensão dos Riscos de Negócio

10 estão de Riscos Comitê Controles Internos Risco Operacional Auditoria Gestão de Riscos Prev. Lav. Dinheiro Governança Corporativa

11 estão de Riscos O que é Risco? Todo evento que pode representar perda de valor de ativos, aumento de passivos ou custos adicionais para a instituição.

12 estão de Riscos O que é Gestão de Risco? A gestão de riscos é um processo, que disciplina a identificação da origem e a mensuração dos riscos, bem como formula estratégias para gerenciá-los, monitorando-os com um nível aceitável de tolerância.

13 estão de Riscos Existem 4 elementos fundamentais para o sucesso: Cultura Corporativa para Riscos Pessoal Qualificado Controles Internos Tecnologia

14 estão de Riscos Etapas Identificação dos Riscos Divulgação e Monitoração Avaliação Elaboração do Plano de Ação Definição de estratégia Priorização

15 estão de Riscos Componentes

16 estão de Riscos Componentes Visão MédicaM EVENTOS CAUSAS SINTOMAS DOENÇAS Fraude Interna Fraude Externa Reclamações Trabalhistas e por Perdas e Danos relacionados a Falhas de Infra-Estrutura Práticas Comerciais Desastres Interrupção de Atividades por Falha Tecnológica Gerenciamento e Execução de Processos Internos e através de Parceiros Comerciais Pessoas Execução do Processo Infra-Estrutura Eventos externos

17 estão de Riscos Medindo o Risco Presente incertezas Futuro (Pessimista) Esperado Riscos Esperado Diferença - Pessimista Lucros e Perdas Capital

18 ontroles Internos Podem ser definidos como processos, executados pela alta administração, gerências e funcionários, desenhados para fornecer segurança razoável com relação ao cumprimento de objetivos no que se refere a: Eficiência e eficácia das operações; Integridade/fidelidade dos relatórios financeiros; Aderência com as leis e normas aplicáveis.

19 revenção à Lavagem de Dinheiro Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados na prevenção e combate às atividades relacionamentos com os crimes previstos na Lein 9.613, de

20 overnança Corporativa O que é? É um conjunto de práticas e relacionamentos entre Acionistas, Conselho de Administração, Diretoria, Auditoria Independente e Conselho Fiscal, com a finalidade de otimizar o desempenho da empresa e facilitar o acesso ao capital.

21 etodologias de Gestão de Riscos COSO Committee of Sponsoring Organizations Metodologia que identifica os objetivos essenciais do negócio e define controle interno e seus componentes. A Sarbanes Oxley indica o COSO como padrão de controle. O COSO propicia: Economia e eficiência das Operações e segurança dos ativos contra perdas; Veracidade das demonstrações financeiras; Compliance com normas e legislações locais.

22 Metodologias de Gestão de Riscos COSO Atingir os Objetivos Estratégicos - objetivos gerais, alinhados e que dão suporte à missão da empresa. Operacionais - eficiência e eficácia na utilização dos recursos Divulgação/Reporte - confiabilidade nos relatórios divulgados Compliance - atendimento às leis e aos regulamentos aplicáveis

23 Metodologias de Gestão de Riscos COSO Níveis da Organização Níveis Corporativos Divisões ou Subsidiárias Unidades de Negócios Processos

24 Metodologias de Gestão de Riscos COSO Componentes Ambiente Interno. ambiente no qual a empresa opera Estabelecimento de Objetivos - objetivos alinhados à missão Identificação de Evento. eventos que possam afetar os objetivos Avaliação de Risco. como a empresa avalia seus riscos Tratamento do Risco. alinhar os riscos com os objetivos Atividades de Controle. políticas e procedimentos para assegurar que os objetivos sejam executados Informação e Comunicação. ocorre de maneira ampla, fluindo vertical e horizontalmente Monitoramento. é realizado mediante atividades gerenciais contínuas

25 Metodologias de Gestão de Riscos COSO Pontos Fortes objetivos alinhados à missão mesma linguagem na empresa monitora o atingimento dos objetivos aprimoramento das decisões melhora da comunicação redução dos riscos Limitações excessiva dependência em pessoas

26 Metodologias de Gestão de Riscos COBIT - Control Objectives for Information and Related Technologies É o conjunto de relações, processos e práticas que garantem o alinhamento de TI à Estratégia da Instituição e aos objetivos dos Negócios, otimizando custos e investimentos e melhorando processos.

27 Metodologias de Gestão de Riscos O CobiT trata de: Objetivos do Controle O que controlar Melhores Práticas de Controle Como implementar o controle Orientação para Auditoria Como auditar cada área, obter compliance e medir riscos Orientação para Administração de TI Como melhorar processos de TI, utilizar as melhores práticas e medir seus resultados em relação aos padrões de mercado.

28 odelo de processos CobiT Objetivos do NEGÓCIO Monitorar Entregar e Suportar GOVERNANÇA A DE TI Informação Fatores Críticos: efetividade confidencialidade integridade disponibilidade compatibilidade confiabilidade Recursos de TI Abrangência: pessoas sistemas equipamentos infra-estrutura Planejar e Organizar Adquirir e Implantar Domínios da Governança a de TI

29 Metodologias de Gestão de Riscos Domínios Planejar e Organizar (PO) Adquirir e Implementar (AI) Entregar e Suportar (DS) Monitorar (M)

30 etodologias de Gestão de Riscos Domínios Planejar e Organizar Cobre a estratégia e a tática t tica de TI e define o melhor caminho para TI suportar o alcance dos objetivos estratégicos da organização. Garante a definição, comunicação e o gerenciamento de um plano estratégico para TI. Assegura a definição da estrutura adequada para a área, bem como a utilização da melhor infra-estrutura tecnológica. 11 processos 100 objetivos de controle Processos PO1 - Definir um plano estratégico de TI PO2 Definir a arquitetura de informação PO3 Determinar a direção tecnológica PO4 Definir a organização e relacionamentos de TI PO5 Gerenciar o investimento em TI PO6 Comunicar Objetivos e Diretrizes da Administração PO7 Gerenciar recursos humanos PO8 Garantia do cumprimento de exigências externas PO9 Avaliação de riscos PO10 Gerenciar projetos PO11 Gerenciar qualidade

31 Metodologias de Gestão de Riscos Domínios Adquirir e Implementar Permite a realização da estratégia de TI, por meio da aquisição ou desenvolvimento de sistemas aplicativos, bem como da integração destes aos processos de negócio. Controla as mudanças e manutenções nos sistemas existentes para assegurar a continuidade do ciclo de vida destes sistemas. 6 processos 68 objetivos de controle Processos AI1 Identificar soluções AI2 Adquirir e manter software aplicativo AI3 Adquirir e manter arquitetura tecnológica AI4 Desenvolver e manter procedimentos de TI AI5 Instalar e certificar sistemas AI6 Gerenciar mudanças as

32 etodologias de Gestão de Riscos Domínios Entregar e Suportar Concentra-se na atual entrega dos serviços requeridos e, com base nas operações, define quais as necessidades de treinamento em segurança e continuidade. Para tanto, provê os processos de suporte necessários. 13 processos 126 objetivos de controle Processos DS1 Definir níveis n de serviços DS2 Gerenciar serviços de terceiros DS3 Gerenciar performance e capacidade DS4 Garantir continuidade dos serviços DS5 Garantir segurança a dos sistemas DS6 Identificar e alocar custos DS7 Educar e treinar usuários DS8 Auxiliar e aconselhar usuários de TI DS9 Gerenciamento da configuração DS10 Gerenciamento de problemas e incidentes DS11 Gerenciamento de dados DS12 Gerenciamento de instalações DS13 Gerenciamento da operação

33 Metodologias de Gestão de Riscos Domínios Monitorar Provê avaliação periódica dos processos de TI, observando sua qualidade e aderência aos requerimentos de controle. Provê direção para a execução de auditorias internas e externas. 4 processos Processos M1 Monitorar os processos M2 Avaliar a adequação do controle interno M3 Obter certificação independente M4 Auditoria 24 objetivos de controle

34 strutura de Implantação Domínios de Governança Processos-Chave de TI o que não é MEDIDO não é GERENCIADO Modelo de Fatores Críticos Indicadores chaves Indicadores Chaves Maturidade de Sucesso (CSF) dos Objetivos (KGI) De Performance (KPI) Método de classificação dos processos de TI em não existente até otimizado com índices variando de 0 até 5. São as ações necessárias para implementar os controles sobre TI e seus processos. Os CSF são as definições mais importantes para que os processos de TI atinjam seus objetivos. Podem ser de natureza estratégica, técnica, organizacional, processos ou procedimentos. Devem ser expressas de forma curta e orientadas à ação. Medidas após a ocorrência se um processo de TI atingiu os objetivos de negócio, normalmente expresso em termos de critérios de informação. Disponibilidade da informação no tempo adequado. Riscos de integridade e confidencialidade. Eficiência de custos operacionais. Confiabilidade, efetividade e atendimento aos requerimentos. Medidas que identificam se um processo está sendo bem executado ou não. Identificam a tendência se o objetivo será alcançado.

35 etodologias de Gestão de Riscos Aquisição e Implementação AI5 Instalar e certificar sistemas Controle sobre o processo de TI Instalar e certificar sistemas, que atende ao requisito de negócio verificar e assegurar que as soluções de software atendem ao seu propósito inicial é habilitado pela realização de um plano bem formalizado para a instalação, migração e aceite das soluções ões e leva em consideração: Treinamento dos usuários e pessoal de TI; Ambiente de testes que espelha o ambiente de produção; Certificação; Revisões e feedback pós-implantação; Envolvimento dos usuários nos testes; Planos de melhoria contínua de qualidade; Requisitos de continuidade do negócio; Medidas de capacidade e throughput e Acordo sobre os critérios de aceite.

36 etodologias de Gestão de Riscos Aquisição e Implementação AI5 Instalar e certificar sistemas Possui 14 Objetivos de Controle: 1. Treinamento 2. Dimensionamento do Desempenho das Aplicações de Software 3. Plano de Implementação 4. Conversão de Sistemas 5. Conversão de Dados 6. Planos e Estratégias de Teste 7. Mudanças as Testadas 8. Critérios rios e Desempenhos dos Testes Pilotos e Paralelos 9. Teste de Aceite Final 10. Teste e Certificação de Segurança 11.Testes Operacionais 12.Promotion to Production 13. Avaliação do Atendimento dos Requisitos do Usuário 14.Gerenciamento da Revisão Pós-Implementação

37 Níveis de maturidade Nível 5 - Otimizado: Melhores práticas são seguidas e automatizadas Nível de Maturidade em Governança a de TI Nível 4 - Gerenciado: Processos monitorados e medidos Nível 3 - Definido: Processos documentados e comunicados Nível 2 - Repetitivo: Processos estão estruturados Nível 1 - Inicial: Há gerenciamento desorganizado Nivel 0 - Inexistente: Gerenciamento não é aplicado

38 Metodologias de Gestão de Riscos SOX Sarbanes Oxley ACT A Sarbanes-Oxley, ou simplesmente SOx, é uma lei criada nos Estados Unidos para aperfeiçoar os controles financeiros das empresas que possuem capital na Bolsa de Nova York, o que inclui cerca de 70 empresas brasileiras. Esta lei veio em decorrência dos escândalos financeiros das empresas Enron, Worldcom e outras que pulverizaram as economias pessoais de muitos americanos. A lei foi promulgada em 30 de julho de 2002 e prevê multas que variam de 1 milhão e 5 milhões de dólares e penas de reclusão entre 10 e 20 anos para os CEOs (Chief Executive Officer) e CFOs (Chief Finance Officer) das empresas.

39 or quê implantar Obrigação do Orgão Fiscalizador (Res.3.380/06) Diminuir valor para a Alocação de Capital Conscientização dos gestores para a gestão de riscos Vantagem competitiva Redução de custos Riscos aceitáveis e gerenciáveis Riscos assumidos de forma consciente.

40 quê implantar Processos mapeados e documentados (manuais) Políticas e Normas divulgadas Código de Ética Gestão de Riscos Avaliação Contínua Cultura de Controles Internos e Compliance Segregações de Funções Auditoria Rotineira Comitê de Auditoria e Compliance Treinamento e Capacitação de Funcionários Prevenção à Lavagem de Dinheiro Governança Corporativa Segurança da Informação PCN Plano de Continuidade dos Negócios

41 rojeto Mapeamento de Riscos Levantamento de Informações Fluxo dos Processos/Produtos Descrição detalhada dos Processos/Produtos Identificação de Riscos Identificação/Avaliação dos Controles Exposição de Riscos Elaboração de Matrizes de Riscos e Controles Elaboração do Plano de Ação em conjunto com os responsáveis Carga das informações no Sistema de Gerenciamento de Risco (SGR) Treinamento para Controladoria/Controles Internos ( Modelo/Sistema ) Work Shop Diretoria/ Operacional Know How em Modelo de Gestão de Riscos passada para a Instituição

42 rojeto Revisão, adequação e elaboração de: Políticas Normas Manual de Processos Elaboração do PCN Plano de Continuidade de Negócios Revisões e recomendações sobre a estrutura organizacional e funcional

43 ating BACEN Rating da Instituição com Base em Julgamento Desagregação em Atividades de Negócio Significativas Avaliação de Risco com Base em Modelo Agregação e rating Controle de Qualidade

44 ating BACEN Componentes do modelo C apital A tivos (qualidade) E xigibilidades/liquidez R entabilidade Quantitativos - revisão do desempenho financeiro R isco (Matriz) Qualitativos - revisão dos riscos e controles

45 ating BACEN Principais elementos e mecânica do modelo NOTA QUANTITATIVA RATING DA INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DESAGREGAÇÃO ÁREAS PARA AVALIAR Atividades funcionais e de negócios significativas INDICADORES QUALITATIVOS METODOLOGIA DE AGREGAÇÃO NOTA QUALITATIVA

46 ating BACEN Nota final JULGAMENTO Rating final da instituição Nota quantitativa final Nota qualitativa final Nota do componente (Capital) Nota do componente (Ativos) Nota do componente (Exigibilidades/ Liquidez) Nota do componente (Resultados) Nota da Unidade de Negócio 1 Nota da Unidade Atividade de Funcional Negócio 2 1 Nota do indicador 1 Nota do indicador 2 Nota da Atividade de Negócio 1 Nota da Atividade de Negócio 2 Nota consolidada de risco Nota consolidada de controle Nota do risco 1 Nota do risco 2 Nota do controle 1 Nota do controle 2 Nota do elemento de risco 1 Nota do elemento de risco 2 Nota do elemento de controle 1 Nota do elemento de controle 2

47 Modelo Dicionário de riscos Best practices Programas de Compliace Consulta Atualização Compliances (Officer e das Áreas) Relatórios de Auditorias Módulo 1 Documentação Matrizes Ações a serem tomadas (risco >3) Ações a serem tomadas Risco Líquido >3 (Valorização da Perda) Ações a Serem tomadas Plano de Ação Risco Operacional (Perdas) Contas contábeis Contábil Área que identificou Área responsável Módulo 2 Compliance Officer VAR/ Monte Carlo Alocação de capital Módulo 3

48 atriz de Riscos Apurar o Risco Bruto Conhecer a dimensão real do risco e seu impacto na instituição Possibilidade de quantificação Desenvolver atividades de auto-avaliação

49 atriz de Riscos ETAPAS/ATIVIDADES Alto Médio Baixo Alta Média Baixa I - Venda/Negociação Oscilação das taxas de juros do mercado, além das 1 Definição da estratégia de negociação 8 7 6,2 previsões e/ou informações disponíveis Negociação Mensuração: fora dos parâmetros determinados para o dia 2 Negociação com brokers 8 7 6,2 (financeira - Mesa). 3 Ausência de input na PN 8 6 5,3 Input do boleto na PN 4 Input Baixo= com informações 0 divergentes a 3 das negociadas 8 6 5,3 Falha no monitoramento e consequente ausência de 5 Monitoramento de boletos aguardando precificação 8 5 4,4 precificação Parâmetros Médio= de mercado 3,1 digitados a erroneamente 6 no arquivo ,2 Precificação das operações mestre 7 Precificação incorreta do papel ,3 Alto = 6,1 a 9 Negociações além do limite operacional estabelecido para o 8 Verificação dos limites operacionais 8 7 6,2 dia 9 Aprovação da operação pelo operador Aprovação de operação fora dos padrões estabelecidos 8 7 6,2 II - Processamento - Boleto Execução de boletos eletrônicos Execução de boleto eletrônicopor funcionário não autorizado 8 5 4,4 1 Execução de boleto manual por funcionário não autorizado 8 7 6,2 Execução de boleto manual para determinados Boleto manual efetuado com dados incorretos ou não produtos 8 7 6,2 efetuados Registro efetuado com caracterísiticas divergentes das 2 Registro de transações diretamente nos sistemas ((Impacto * 1/9)*(Prob * 1/9)) * 8(9) 6 5,3 negociadas (CRK e E_GET) legados (títs. Públicos) 3 Ausência de registro de transações (CRK e E-GET) 8 6 5,3 Registro efetuado de títulos e/ou quantidades divergentes 4 Registro de movimentação de títulos públicos no 8 6 5,3 das negociadas SELIC 5 Ausência de registro de transações 8 6 5,3 6 Remessa de documentação ao B.O. Extravio de documentos enviados ao B.O ,9 III - Monitoramento Remessa de informações ao Planejamento e 8 controle para cálculo de Var e Stop Loss DESCRIÇÃO DOS RISCOS Cálculo do Risco Bruto: Remessa de informações incorretas e/ou incompletas ao Planejamento e Controle IMPACTO PROBABILIDADE 8 6 5,3 9 Recepção de listagem da BM&F Morosidade no trânsito de documentos (recepção / remessa) 6 3 2,0 0 Recepção da planilha MISMatch de controle. Ausência de apuração do risco exposto pelo Banco 8 6 5,3 1 Execução do cálculo de MTM Cálculo executado com informações incorretas e/ou parciais 8 7 6,2 IV - Liquidação 2 Inadimplência 8 4 3,6 Pagamento/Recebimento da contraparte 3 Recebimento/liquidação de valores parciais 7 6 4,7 4 Baixa das operações no sistema Não registro de liquidação e/ou registro inadequado 7 5 3,9 V - Salvaguarda de Ativos 5 Contratos custodiados no B.O.- BM&F/CETIP Trânsito indevido de contratos 8 4 3,6 6 Registros e informações contábeis Registros não correspondentes à situação patrimonial 8 7 6,2 RISCO BRUTO 5,2

50 atriz de Controles Componente de mensuração do grau de exposição ao risco Mitigar a própria exposição ao risco Calcular a Eficiência e a Eficácia dos Controles

51 atriz de Controles 1 2 I - Venda / Negociação Oscilação das taxas de juros do mercado, além das previsões e/ou informações disponíveis Negociação fora dos parâmetros determinados para o dia (financeira - Mesa). 3 Ausência de input na PN 4 Input com informações divergentes das negociadas A política de investimento do Banco é estruturada de forma a efetuar emissões casadas, evitando o pagamento de taxas muito acima do mercado (posição zerada). Reunião de caixa realizada diariamente entre a diretoria de tesouraria e o staff da mesa analisando as operações fechadas no dia Divergências no movimento financeiro são detectados no fechamento do fluxo de caixa Verificações informais pelo Diretor da Mesa das operações negociadas A M B A M B CONTROLE 7 7 5, , , ,0 Falha no monitoramento e consequente ausência de 5 A PN é verificada no fechamento do dia 6 3 2,0 precificação Parâmetros de mercado digitados erroneamente no arquivo Arquivo mestre alimentado por apenas duas pessoas ,7 mestre ((Eficiência * designadas 1/9)*(Efic Todas as operações do dia são consolidadas no 7 Precificação incorreta do papel ,0 fechamento para análise Negociações além do limite operacional estabelecido para Verificações informais pelo Diretor da Mesa das ,7 o dia operações negociadas Existe uma segunda aprovação informal sobre cada 9 Aprovação de operação fora dos padrões estabelecidos 6 3 2,0 operação pelo Diretor da Mesa Processamento - Boleto Execução de boleto eletrônico por funcionário não 10 autorizado Execução de boleto manual por funcionário não autorizado Boleto manual efetuado com dados incorretos ou não efetuados Registro efetuado com caracterísiticas divergentes das negociadas (CRK e E_GET) Ausência de registro de transações (CRK e E-GET) Registro no SELICefetuado de títulos e/ou quantidades divergentes das negociadas Ausência de registro de transações no SELIC 14 Extravio de documentos enviados ao B.O. Monitoramento Remessa de informações incorretas e/ou incompletas ao 15 Planejamento e Controle Morosidade no trânsito de documentos BM&F/ 16 CETIP(recepção / remessa) 17 Ausência de apuração do risco exposto pelo Banco 18 RISCO Cálculo de MTM executado com informações incorretas e/ou parciais DESCRIÇÃO DOS CONTROLES Cálculo da Eficiência e Eficácia: cia: ((Eficiência * 1/9)*(Eficácia cia * 1/9)) * (9) O sistema está parametrizado para indentificação do responsável pela boletagem. Confronto diário das operações realizadas com os sistemas legados. não há conciliação entre dados inputados nos dois sistemas Conciliação entre dados do E-Get e extratos SELIC Confronto diário das operações realizadas com os sistemas legados , ,0 Conciliação das informações com o fluxo de caixa ,0 Documentação é extraída diretamente dos sistemas custodiantes pelo Back Office Elaboração diária do relatório Mismatch, consolidando todos os negócios realizados durante o dia, utilizado para tomada de decisão gerencial EFICIÊNCIA EFICÁCIA 6 6 4, , ,0 Conciliação contábil das planilhas de cálculo do MTM 6 6 4,0 Liquidação 19 Inadimplência Monitoramento diário da posição da carteira de investimentos 6 6 4,0 20 Recebimento/liquidação de valores parciais Conciliação diária da Reserva 7 6 4,7 Não registro de liquidação e/ou registro inadequado nos 21 sistemas legados Conciliação de posições BMF / CETIP / SELIC 6 6 4,0 Salvaguarda de ativos 22 Trânsito indevido de contratos Contratos arquivados em local reservado sob dupla custódia 7 6 4,7 23 Registros não correspondentes à situação patrimonial Conciliações contábeis parciais executadas pelo B.O , ,0 4,0 3,1

52 isco LíquidoL Apurar o nível de exposição do risco; Apurar o nível de relação entre os algoritmos de risco x controle: EXPOSIÇÃO = RISCO - CONTROLE

53 isco LíquidoL DESCRIÇÃO DOS RISCOS RISCO BRUTO DESCRIÇÃO DOS CONTROLES CONTROLE RISCO LÍQUIDO 1 I - Venda/Negociação Oscilação das taxas de juros do mercado, além das previsões e/ou informações disponíveis 2 Negociação fora dos parâmetros determinados para o dia (financeira - Mesa). 6,2 3 Ausência de input na PN 5,3 6,2 A política de investimento do Banco é estruturada de forma a efetuar emissões casadas, evitando o pagamento de taxas muito acima do mercado (posição zerada). Reunião de caixa realizada diariamente entre a diretoria de tesouraria e o staff da mesa analisando as operações fechadas no dia Divergências no movimento financeiro são detectados no fechamento do fluxo de caixa 5,4 0,8 3,1 3,1 2,0 3,3 4 Input com informações divergentes das negociadas 5,3 Verificações informais pelo Diretor da Mesa das operações negociadas 4,0 1,3 5 Falha no monitoramento e consequente ausência de precificação 4,4 A PN é verificada no fechamento do dia 2,0 2,4 6 Parâmetros de mercado digitados erroneamente no arquivo mestre 6,2 Arquivo mestre alimentado por apenas duas pessoas designadas 1,7 4,5 7 Precificação incorreta do papel. 5,3 Todas as operações do dia são consolidadas no fechamento para análise 2,0 3,3 8 Negociações além do limite operacional estabelecido para o dia 6,2 Verificações informais pelo Diretor da Mesa das operações negociadas 1,7 4,5 9 Aprovação de operação fora dos padrões estabelecidos 6,2 Existe uma segunda aprovação informal sobre cada operação pelo Diretor da Mesa 2,0 4,2 II - Processamento - Boleto 10 Execução de boleto eletrônicopor funcionário não autorizado 4,4 O sistema está parametrizado para indentificação do responsável pela boletagem. 5,4 (1,0) 11 Execução de boleto manual por funcionário não autorizado 6,2 Confronto diário das operações realizadas com os sistemas legados. 4,0 2,2 12 Boleto manual efetuado com dados incorretos ou não efetuados 6,2 Confronto diário das operações realizadas com os sistemas legados. 4,0 2,2 Registro efetuado com caracterísiticas divergentes das negociadas (CRK e 13 E_GET) 5,3 não há conciliação entre dados inputados nos dois sistemas 0,0 5,3 14 Ausência de registro de transações (CRK e E-GET) 5,3 não há conciliação entre dados inputados nos dois sistemas 0,0 5,3 15 Registro efetuado de títulos e/ou quantidades divergentes das negociadas 5,3 Conciliação entre dados do E-Get e extratos SELIC 4,0 1,3 16 Ausência de registro de transações 5,3 Conciliação entre dados do E-Get e extratos SELIC 4,0 1,3 17 Extravio de documentos enviados ao B.O. 3,9 Confronto diário das operações realizadas com os sistemas legados. 4,0 (0,1) III - Monitoramento Remessa de informações incorretas e/ou incompletas ao Planejamento e 18 5,3 Conciliação das informações com o fluxo de caixa. 4,0 1,3 Controle Para (N) Riscos e (M) Controles temos: Documentação é extraída diretamente dos sistemas custodiantes pelo Back 19 Morosidade no trânsito de documentos (recepção / remessa) 2,0 6,2 (4,2) Office Elaboração diária do relatório Mismatch, consolidando todos os negócios 20 Ausência de apuração do risco exposto pelo Banco 5,3 4,0 1,3 realizados durante o dia, utilizado para tomada de decisão gerencial Exp=(Imp 21 Cálculo executado com informações incorretas e/ou parciais 1 *Prob 1 )+...+(Imp 6,2 Conciliação N *Prob contábil N ) - (E das planilhas 1 *EF de cálculo 1 )+...+(E do MTM M *EF M ) 4,0 2,2 IV - Liquidação 22 Inadimplência 3,6 Monitoramento diário da posição da carteira de investimentos 4,0 (0,4) 23 Recebimento/liquidação de valores parciais 4,7 Conciliação diária da Reserva 4,7 (0,0) N M 24 Não registro de liquidação e/ou registro inadequado 3,9 Conciliação de posições BMF / CETIP / SELIC 4,0 (0,1) V - Salvaguarda de Ativos 25 Trânsito indevido de contratos 3,6 Contratos arquivados em local reservado sob dupla custódia 4,7 (1,1) 26 Registros não correspondentes à situação patrimonial 6,2 Conciliações contábeis parciais executadas pelo B.O. 0,1 6,1 5,2 3,3 1,9

54 ráfico de exposição (Risco Líquido) L 0 C O N T R O L E 3 6 ZONA DE RISCO R I S C O

55 ráfico de exposição (Risco Líquido) L 0 C O N T R O L E ZONA DE CONFORTO R I S C O

56 ráfico de exposição (Risco Líquido) L 0 C O N T R O L E 3 6 ZONA DE INEFICIÊNCIA R I S C O

57 locação de Capital Objetivo Levantar informações contábeis e gerenciais das Instituições do Sistema Financeiro Nacional para execução da segunda análise quantitativa e qualitativa de impacto de alocação de capital para risco operacional sob o enfoque de Basiléia ia II. A planilha Excel preenchida foi transmitida para o Banco Central do Brasil, através s da transação PSTAW10 para o código de documento A018.

58 locação de Capital Abordagens para a Alocação de Capital BIA - Abordagem de Indicador BásicoB ASA - Abordagem Padronizada Alternativa AMA - Abordagem de Mensuração Avançada ada

59 locação de Capital

60 locação de Capital 1. Abordagem de Indicador Básico (BIA) Ano Linhas de Negócio (LOB) Indicador de Exposição (Gross Income) Eliminação de resultados negativos Alpha Alocação de Capital 2003 Total da IF % Total da IF % Total da IF % Quantidade de anos com Indicador de Exposição positivo 3 Alocação Total de Capital (BIA)

61 locação de Capital 2. Abordagem Padronizada Alternativa (ASA) Ano Linhas de Negócio (LOB) Carteiras de Crédito m Beta Alocação de Capital 2003 Banco de Varejo 0 0, % , % , % Banco Comercial 0 0, % , % , % 0 Ano Linhas de Negócio (LOB) Indicador de Exposição (Gross Income) Beta Alocação de Capital 2003 Corporate finance 0 18% 0 Negociação e Vendas % Banco de Varejo Banco Comercial Pagamento e Liquidação 0 18% 0 Serviços de Agência 0 15% 0 Administração de Ativos 0 12% 0 Corretagem de varejo 0 12% 0 Total da IF Corporate finance 0 18% 0 Negociação e Vendas % Banco de Varejo Banco Comercial Pagamento e Liquidação 0 18% 0 Serviços de Agência 0 15% 0 Administração de Ativos 0 12% 0 Corretagem de varejo 0 12% 0 Total da IF Corporate finance 0 18% 0 Negociação e Vendas % Banco de Varejo Banco Comercial Pagamento e Liquidação 0 18% 0 Serviços de Agência 0 15% 0 Administração de Ativos 0 12% 0 Corretagem de varejo 0 12% 0 Total da IF Alocação Total de Capital (ASA)

62 locação de Capital. Abordagem Padronizada Alternativa Agregada (ASA-2) Ano Linhas de Negócio (LOB) Carteiras de Crédito m Beta Alocação de Capital 2003 Banco de Varejo e Banco Comercial 0 0, % , % , % 0 Ano Linhas de Negócio (LOB) Indicador de Exposição (Gross Income) Beta Alocação de Capital 2003 Demais linhas de negócio % Banco de Varejo e Banco Comercial Total da IF Demais linhas de negócio % Banco de Varejo e Banco Comercial Total da IF Demais linhas de negócio % Banco de Varejo e Banco Comercial Total da IF locação Total de Capital (ASA-2)

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