Form ventos FORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS SOLUÇÕES DE. Formação À SUA MEDIDA ÁREA INDÚSTRIA MAIS INFORMAÇÃO

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1 Form ventos FORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS SOLUÇÕES DE Formação À SUA MEDIDA ÁREA INDÚSTRIA MAIS INFORMAÇÃO

2 Índice de Cursos PÁG. PÁG. Águas Residuais Petrolíferas 2 Análise de Certificados de Calibração 3 Análise de Fiabilidade e de Controlo do Risco Industrial 4 Análise de Riscos em Instalações Industriais 5 Auditoria de Instalações Eléctricas 6 Auditoria de Manutenção 7 Auditoria de Produção 8 Auditoria de Risco em Manutenção 9 Auditoria em Laboratório 10 Auditoria Interna da Qualidade 11 Auditorias Energéticas na Indústria 12 Avaliação do Desempenho da Cadeia de Abastecimentos 13 Avaliação económico-financeira da Cadeia Logística 14 Avaliação em conformidade legal de SHST 15 Balanced Scorecard para Manutenção 16 Balanced Scorecard para Produção 17 Caldeiras e Equipamentos sob Pressão 18 Caldeiras em Contextos Industriais 19 Engenharia Electrotécnica 50 Engineering Economics 51 Equipamentos Sob Pressão 52 ERTMS (ETCS e GSM-R) 53 Estatística Aplicada a I+D e Qualidade 54 Excel para Compras 55 Excel para Logística, Distribuição e Transporte 56 Excelência e Optimização da Manutenção 57 Facilities Management 58 Fecho de Vendas 59 Negociação de Preço 60 Fiabilidade e Segurança Funcional em Instalações Petrolíferas 61 Fidelização de Clientes 62 Finanças para Técnicos Industriais 63 Geradores 64 Sistemas de Climatização 65 Gestão Avançada de Compras 66 Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação 67 iir, 2014 Certificação de Instalações Industriais EN IEC Código dos Contratos Públicos 21 Como evitar as Reclamações com uma Boa Gestão da Qualidade 22 Contra-Ordenações Ambientais 23 Contratação Pública 24 Contrato de Transporte 25 Técnicas de redução dos riscos nos Contratos de Compras 26 Contratos de Distribuição Comercial 27 Contratos de Manufacturing Outsourcing 28 Contratos de Manutenção 29 Contratos de Operação e Manutenção em Parques Eólicos 30 Contratos de Transporte Aéreo 31 Contratos de Transporte Aéreo e Marítimo 32 Contratos de Transporte Rodoviário de Mercadorias + A Responsabilidade do Transportador 33 Contratos Marítimos 34 Litígios Marítimos 35 Seguro Marítimo 36 Controlo de Custos e Orçamentos em Manutenção 37 Controlo de Gestão 38 Controlo de Perdas de Energia 39 Controlo Económico e Financeiro do Departamento de Compras 40 Custos em Produção 41 Demand Planning & Forecasting 42 Técnicas de Detecção e Resolução de Avarias Eléctricas 43 Directiva ATEX 44 Directivas de Máquinas e Equipamentos de Trabalho 45 Mini MBA para Directores de Produção 46 Eficiência Energética em Edifícios 47 Emissões de CO2 48 Energy Metrics 49 Gestão da Manutenção de Equipamentos e Instalações em Edifícios 68 Gestão da Manutenção em Ambiente SAP 69 Gestão da Segurança 70 Gestão de Clientes Chave 71 Gestão de Compras 72 Gestão de Contratos de Concessão 73 Gestão de Contratos em Compras 74 Indicadores de Desempenho em Compras 75 Gestão de Custos em Facilities Management 76 Gestão de Custos, Orçamento, KPIs e Controlo de Riscos para Responsáveis de Laboratório 77 Gestão de Equipas para Directores de Logística e de Supply Chain 78 Gestão e Controlo de Lotes 79 Optimização de Recursos Humanos em Fábrica 80 Gestão de Projectos de Reabilitação Energética 81 Gestão de RH para Técnicos Industriais 82 Gestão de Riscos e Segurança em Processos Logísticos 83 Gestão e Controlo de Stocks 84 Técnicas e Métodos de Gestão de Stocks e Inventários 85 Gestão dos Riscos na Supply Chain 86 Gestão e Desenvolvimento de Reliability Centered Maintenance RCM 87 Gestão Eficaz de Laboratórios 88 Gestão Energética 89 Gestão Estratégica em Compras 90 Gestão Integral do Departamento de Compras 91 Guia Prático do Licenciamento Ambiental 92 High Performance Teams 93 Higiene e Segurança no Trabalho 94 Implementação de Sistemas da Qualidade 95 Indicadores de Desempenho Ambiental 96

3 Índice de Cursos PÁG. Inspecção de Instalações Eléctricas de Baixa Tensão 97 Instrumentação Industrial 98 Interoperabilidade Ferroviária e Certificação CE 99 Investigação e Participação Eficaz de Acidentes 100 Lean Services 101 Licenciamento de Instalações Eléctricas 102 Logística a Temperatura Controlada 103 Logística Inversa 104 Logística no Comércio Exterior 105 Maintenance Metrics 106 Manutenção Angola 107 Manufacturing Planning 108 Manutenção 109 Manutenção de Material Circulante 110 Manutenção de Parques Eólicos 111 Manutenção de Sistemas de Controlo e Segurança para o Sector Petrolífero 112 Manutenção Eléctrica 113 Manutenção Hoteleira 114 Manutenção Industrial 115 Máquinas e Equipamentos de Trabalho 116 Marcação CE em Instalações Industriais 117 Mercadorias Perigosas 118 Métricas de Desempenho em Manutenção 119 Métricas e Indicadores em Processos Industriais 120 Metrologia das Temperaturas 121 Mini MBA Direito Aéreo 122 Mini MBA Outsourcing 123 Responsável de Armazém Mini MBA 124 Responsáveis de Laboratório Mini MBA 125 Modelos de Contratação para Directores de Compras 126 Negociação Prática em Compras 127 Negócio e Direito Marítimo 128 Operação e Manutenção de Interruptores de Potência BT, MT e AT 129 Operations & Production Management 130 Optimização da Exploração de Parques Eólicos 131 Optimização da Segurança Industrial 132 Outsourcing em Logística 133 Paragens Programadas em Fábrica 134 Picking em Armazém 135 Planeamento da Produção 136 Plano de Calibração 137 Plano de Emergência Interno 138 Plano de Manutenção 139 Precisão dos Registos de Inventários 140 Prevenção de Doenças Profissionais Músculo-Esqueléticas 141 Projecto de Instalações Eléctricas e Dimensionamento 142 Projecto, Construção, Manutenção e Renovação da Via Férrea 143 Protecção Catódica 144 PÁG. Protecção de Equipamentos e de Redes de Energia Eléctrica 145 Purchase to Pay 146 Qualidade de Serviço no Abastecimento de Energia Eléctrica 147 Recompensas e Incentivos em Produção Industrial 148 Redução de Custos e Optimização para Empresas Industriais 149 Regime Jurídico de Segurança de Transporte Ferroviário 150 Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios 151 Requerimentos e Procedimentos para cumprir com o Regulamento REACH 152 Renegociação de Contratos de Transporte 153 Renegociação dos Contratos de Manutenção 154 Resíduos Industriais 155 Responsabilidade por Produtos Defeituosos 156 Riscos Eléctricos 157 Subestações Eléctricas 158 Sistemas de Segurança em Instalações Petrolíferas 159 SCOR 160 SEF - Supplier Evaluation Framework 161 Segurança Legais contra Incêndios 162 Segurança contra Incêndio em Edifícios e Instalações 163 Segurança e Manutenção em Túneis 164 Segurança Funcional em Instrumentation & Process Control 165 Segurança no Abastecimento de Energia Eléctrica 166 Segurança, Inspecção e Certificação de Máquinas e Equipamentos de Trabalho DL 50/ Segurança, Manutenção e Inspecção de Equipamentos de Trabalho no Sector Industrial 168 Seguro de Mercadorias para Angola 169 Service Level Agreement 170 Sinalização e Telecomunicações Ferroviárias 171 Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia 172 Sistemas Autónomos de Energia 173 Six Sigma 174 SLA em Logística 175 SLA s como Ferramenta do Director de Compras 176 SMED 177 Soldadura sem Chumbo 178 Space Planning 179 Gestão e Controlo de Stocks e Armazéns 180 Strategy Deployment 181 Subcontratação de Empreitadas e Serviços 182 Supply Chain and Logistics Management 183 Tanques de Armazenagem e Tubagens de Condução 184 Termoeconomia e Análise Exergética 185 Trabalhos em Altura 186 Transporte de Mercadorias 187 Transporte de Mercadorias Perigosas 188 Turbinas a Gás e Compressores 189 Turnos na Produção e nos Serviços 190 Validação de Métodos Analíticos 191

4 Águas Residuais Petrolíferas TRATAMENTO DE EFLUENTES Fontes geradoras de águas residuais doméstias e industriais Caracterização físico-química Descrição geral da unidade de tratamento (ETAR) e sua ligação ao processo TRATAMENTO PRIMÁRIO Separação de óleos, quebra de emulsões e remoção de sólidos Separadores API e sistemas de flotação Tratamento químico para optimizar a separação CASO PRÁTICO Dimensionamento de um separador de óleos Tratamento TRATAMENTO SECUNDÁRIO Revisão sobre tratamentos biológicos aplicáveis Concepção do Layout de tratamento Opções de arejamento (tipos, eficiências de transferência) Microbiologia do tratamento de efluentes Bulking e foaming REMOÇÃO BIOLÓGICA DE AZOTO Nitrificação e desnitrificação Tecnologias emergentes PARÂMETROS OPERACIONAIS E MANUTENÇÃO Controlo do processo Controlo da idade das lamas Balanço de massas Elevado conteúdo de amónia no efluente Controlo e eliminação de filamentosas Log Book da ETAR uma ferramenta indispensável na Gestão da ETAR CASO PRÁTICO Elaboração de um Log Book da ETAR TRATAMENTO TERCIÁRIO E POLIMENTO Remoção de metais Controlo de odores Polimento do efluente Opções de reutilização DESIDRATAÇÃO DE LAMAS E DEPOSIÇÃO Espessamento de lamas Centrifugação Filtros de banda e filtros prensa ARRANQUE E FUNCIONAMENTO DE UMA ETAR Start-up qual a melhor forma de arrancar com uma ETAR Condições operatórias e a importância do preenchimento do Log Book Testes rápidos para análise da performance da ETAR Gestão de situações de emergência [ 2 ]

5 Análise de Certificados de Calibração CONCEITOS BÁSICOS ASSOCIADOS À CALIBRAÇÃO Neste Módulo analisar-se-á os conceitos básicos associados à calibração, rastreabilidade e confirmação metrológica Definições e conceitos fundamentais associados à Calibração, Rastreabilidade e Confirmação Petrológica Padrão: primário, secundário, de referência, e de trabalho Rastreabilidade Erro e incerteza Calibração, verificação de equipamento e confirmação metrológica CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO DE DMM (DISPOSITIVOS DE MONITORIZAÇÃO E MEDIÇÃO) Neste Módulo adquirirá competências para definir critérios de aceitação para o equipamento de medição ensaio, quando estes não estão definidos por normas ou regulamentos Definição de Critérios de Aceitação de Dispositivo de Monitorização e Medição ANÁLISE DE CERTIFICADOS DE CALIBRAÇÃO Nesta Sessão aprender-se-á a minimizar os erros na interpretação dos certificados de calibração Como interpretar correctamente os certificados de calibração, segundo a sua influência na garantia da conformidade dos produtos Requisitos formais de um certificado de calibração Conteúdo e análise dos certificados de calibração Interpretação dos resultados CASOS PRÁTICOS Neste Módulo serão interpretados certificados enviados pelos asistentes (2 certificados por participante, enviados com pelo menos 15 dias de antecedência) Interpretação de certificados de calibração, com base no Critério de Aceitação do equipamiento [ 3 ]

6 Análise de Fiabilidade e de Controlo do Risco Industrial Qualidade e Fiabilidade Tempo médio entre falhas (MTTF, MTTFF, MTBF) Requisitos e aspectos determinantes da fiabilidade Tipos e causas de falha Fiabilidade intrínseca e extrínseca Exemplos de MTTF, MTTFF, MTBF Taxa média de falhas (l) Fiabilidade de missão probabilidade condicionada Conceito de probabilidade e de risco Registo histórico base de dados Cálculo de fiabilidade Normas Funções de vida esperada mais usadas > Função de Weibull > Função Exponencial Negativa > Função Normal > Função Normal Logarítmica Custos da fiabilidade Análise FMEA e FMECA Diagramas de blocos Manutenção centrada na fiabilidade Análise RCM Fiabilidade de sistemas e redundâncias > Sistema Série > Sistema Paralelo > Sistema Série Paralelo Redundâncias (activa total, activa parcial, passiva) Sistemas reparáveis e não reparáveis Dependibilidade Conceito RAMS Eficiência operacional, OEE Repartição de carga Conceito de manutibilidade Função densidade de probabilidade de falha, f(t) Custo Anual Equivalente (EAC) > Apresentação de caso Função probabilidade acumulada de falha, F(t) Probabilidade de sobrevivencia e de falha Probabilidade condicional Custo do Ciclo de Vida (LCC) CASOS PRÁTICOS [ 4 ]

7 Análise de Riscos em Instalações Industriais INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE RISCO. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS VS. ANÁLISE DE RISCO Definição de perigo e de risco Etapas de um processo de Análise de Risco > Metodologias de Identificação de Perigos/Análise de Risco Apresentação das metodologias > Listas de verificação (Check List) > Gretener > Índice de incêndio e explosão Dow > Análise Preliminar de Riscos > Hazop > FMEA > Árvores de falhas > Árvores de Acontecimentos >MCA Caracterização e comparação das metodologias apresentadas quanto a: > Objectivos > Utilização > Tipo de resultados > Informação necessária >Pessoal > Recursos consumidos AVALIAÇÃO DE CONSEQUÊNCIAS DE ACIDENTES INDUSTRIAIS Selecção de cenários Tipos de consequência de acidentes Parâmetros que influenciam os resultados Avaliação de consequências com recurso a modelos matemáticos, suportados por software específico, nomeadamente ALOHA e CHARM CASOS PRÁTICOS Demonstração da Avaliação de consequências em Acidentes Industriais ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS Objectivos Restrições Assunções >> Demonstração de PHA com apresentação de Casos Práticos ESTUDOS HAZOP Objectivos Restrições Assunções Constituição da equipa Funções dos vários elementos da equipa Definição de intenção, palavras guia e desvios >> Demonstração do HAZOP recorrendo a Casos Práticos [ 5 ]

8 Auditoria de Instalações Eléctricas REQUISITOS, TIPOS E CRITÉRIOS DAS AUDITORIAS A INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS Objectivos, conceitos e princípios das Auditorias Requisitos e normas para a realização de Auditorias Tipos de Auditorias Critérios de avaliação Auditorias internas Frequência das Auditorias Auditorias, auditado e equipa de auditores Identificação de problemas Sensibilização dos auditados Factores de sucesso de uma Auditoria Seguimento dos resultados da Auditoria REGULAMENTAÇÃO E NORMAS EM INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS Neste segundo Módulo, o Formador fornecerá informação geral sobre a legislação existente no que se refere a instalações eléctricas. Assume uma particular relevância a portaria nº 949-A de 11 de Setembro. Portaria nº 949-A/2006 de O Decreto-Lei n.º 226/2005, de 28 de Dezembro, estabeleceu que as Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão são aprovadas por portaria do ministro que tutela a área da economia, sob proposta do Director-Geral de Geologia e Energia. As Regras Técnicas definem um conjunto de normas de instalação e de segurança a observar nas instalações eléctricas de utilização em baixa tensão. Na sua elaboração foram considerados os documentos de harmonização relevantes do Comité Europeu de Normalização Electrotécnica (CENELEC) e da Comissão Electrotécnica Internacional (IEC), bem como utilizados termos contidos no Vocabulário Electrotécnico Internacional (VEI), que se reputam importantes para a compreensão daqueles textos. Por esta razão, a ordenação das oito partes em que se subdividem as Regras Técnicas respeita a estrutura seguida pela IEC e adoptada pelo CENELEC, por forma a facilitar futuras actualizações decorrentes daqueles documentos de harmonização. As Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão foram objecto dos procedimentos de notificação à Comissão Europeia previstos no Decreto-Lei n.º 58/2000, de 18 de Abril, que transpôs para o direito interno a Directiva n.º 98/34/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de Julho. Fonte: Preâmbulo BDJUR SISTEMAS DE PROTECÇÃO DE PESSOAS E EQUIPAMENTOS E EPI S O objectivo deste Módulo é compreender a importância da potência de curtocircuito nos sistemas de protecção de uma instalação de fornecimento de energia eléctrica, da protecção de instalações eléctricas contra os principais riscos, da protecção existente contra descargas atmosféricas directas e indirectas, assim como os cuidados a ter durante o período de exploração e utilização das instalações. Informação de máximo interesse para levar a cabo uma Auditoria 100% completa! Potência de curto-circuito e características técnicas de uma instalação eléctrica Protecção de equipamentos: > Sobrecargas > Curto-circuitos Protecção de pessoas: > Contactos directos e indirectos Protecção contra descargas atmosféricas: > Directas e indirectas EPI s Manutenção e Técnico Responsável PREPARAÇÃO, EXECUÇÃO E SEGUIMENTO DE AUDITORIAS ÀS INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS As Auditorias às instalações eléctricas podem e devem ser executadas tendo em consideração as especificidades das instalações eléctricas em causa Criação de rotinas de Auditoria em função do tipo de particularidades das instalações Análise do local e da documentação Preparação e planeamento da Auditoria Execução da Auditoria Elaboração do relatório da Auditoria Conclusão com a apresentação e análise do Relatório da Auditoria SIMULAÇÃO DE UMA AUDITORIA O Seminário será baseado e acompanhado por Casos Práticos que ilustrarão as matérias tratadas [ 6 ]

9 Auditoria de Manutenção NOVOS DESAFIOS, NOVAS TÉCNICAS E TENDÊNCIAS NA MANUTENÇÃO Novos desafios que se colocam às empresas e às Organizações de Manutenção Vantagens competitivas suportadas em: Fiabilidade Risco Eficiência Qualidade Preservação Ambiental Flexibilidade de Produção Paradigmas da Gestão da Manutenção Desafios da Manutenção Eficiência Global dos Equipamentos (OEE) Definições de: Disponibilidade Fiabilidade Eficiência de Suporte da Manutenção Localização da Função Manutenção Políticas de Manutenção MN Planeada e MN não Planeada Conceito de Dependibilidade Eficiência de Operação Custos da Dependibilidade e da não Dependibilidade Definições de Manutenção Preventiva Sistemática (MPS), Manutenção Correctiva (MC) e Manutenção Condicionada (MPC) Níveis de Manutenção segundo Normas AFNOR Manutenção Centrada na Fiabilidade RCM Definição de Estratégia de Manutenção baseada no RCM e RBM Analise RCM Vantagens, Metodologia Analise RBM Metodologia Mecanismos de Degradação Factores Preponderantes de Falha Matriz de Risco Exemplo de Analise RBM Manutenção Condicionada (MC) Como optimizar a MC Probabilidade de Falha (PF) Consequência de Falha (CF) Matriz de Sensibilidade à Falha e Facilidade de Monitoragem (SFFM) TPM Quebra Zero, Zero Defeito, e Acidente Zero Definição e caracteristicas do TPM As 6 grandes perdas identificadas pelo TPM Divulgação do TPM Alguns resultados do TPM Relação entre TPM, Manutenção do Sistema de Produção e Manutenção Preventiva Composição das perdas existentes junto á maquina e equipamentos Rotina para calculo do Rendimento Operacional Global de uma maquina Contratação da Manutenção Razões que levam à contratação e estratégias a seguir Selecção das actividades a contratar O que deve ser contratado? Gestão de Contratos de Manutenção Indicadores Técnico Económicos de Gestão da Manutenção AUDITORIA DA MANUTENÇÃO Questionários de Auditoria da Manutenção e da Operação Metodologia Suporte para o desenvolvimento das actividades de Auditoria Questionário de Auditoria de Manutenção Questionário de Auditoria de Operação Apresentação de resultados da Auditoria EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE AUDITORIA DA MANUTENÇÃO Formação de Grupos para a execução do exercício Respostas ao Questionário APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DA AUDITORIA DA MANUTENÇÃO, ÁREAS DE MELHORIA Apresentação e discussão de resultados obtidos nas Auditorias Abordagem a diferentes tipos de Organização da Manutenção Objectivos comuns às diferentes Organizações de Manutenção Mecanismos Pressupostos para o bom funcionamento das Organizações Planeamento e Controlo da Manutenção Planeamento Métodos e preparação de trabalhos Programação Execução Planeamento vs. programação Procedimentos do planeamento Preparação de Trabalhos Processo Técnico do Equipamento Identificação de Problemas e Áreas de Melhoria Recentragem da Contratação Sistema Informático de gestão da Manutenção Registo Histórico Preparação de trabalhos Mudança cultural nas Organizações de Manutenção Manutenção Centralizada vs. Manutenção Descentralizada Organização Verticalizada vs. Organização Matricial Analise Baseada na Actividade (ABA) > Preparador de Trabalhos > Encarregado, Chefe de Equipa > Executantes [ 7 ]

10 Auditoria de Produção AUDITORIAS DA PRODUÇÃO O objectivo deste Módulo é proporcionar aos participantes uma visão geral sobre os conceitos gerais das auditorias da produção. Quais os tipos de auditorias da produção. Como e com que métodos e meios devem ser realizadas. Quando e quem deve realizálas e para que fins se realizam. Missão e objectivos Requisitos e normas para a realização das auditorias Critérios de avaliação Sensibilização dos auditados Alcance das acções da auditoria da produção Programação e controlo da execução das acções da auditoria da produção REQUISITOS, TIPOS E CRITÉRIOS DAS AUDITORIAS DA PRODUÇÃO Ao logo deste Módulo, o Formador irá proporcionar aos participantes quais os requisitos das auditorias da produção, que tipos de auditorias existem e quais os critérios a ter em conta na sua execução. Enquadramento das auditorias de produção Tipos de auditorias: auditorias internas e externas Objectivos e princípios fundamentais das auditorias Mandamentos das auditorias da produção Comunicação, atitudes e comportamentos do auditor Código de ética, funções e responsabilidades do auditor Factores de sucesso de uma auditoria Checklist da auditoria da produção. Como, quando e porquê auditar PREPARAÇÃO, EXECUÇÃO E SEGUIMENTO DAS AUDITORIAS DA PRODUÇÃO O objectivo deste Módulo é saber como podem e devem realizar-se as auditorias da produção tendo em conta o sistema produtivo: qual a programação a efectuar, quais os riscos associados ao processo de auditoria antes, durante e depois, como por exemplo: desconhecimento da documentação e dos processos produtivos ou falta de seguimento adequado ou rigoroso após a auditoria, quais são os seguimentos e como se realizam. Programação e desenvolvimento de uma auditoria da produção Levantamento preliminar e avaliação de riscos análise da documentação e diagnóstico dos processos Supervisão e controlo da execução das auditorias de produção Estrutura do Relatório da auditoria da produção Conclusão com a apresentação do Relatório da auditoria Seguimento dos resultados da auditoria - Follow-up Simulação de uma auditoria da produção - Roll play CASO PRÁTICO Será fornecido aos participantes um exemplo de uma empresa fictícia na qual terão a oportunidade de analisar com a ajuda do checklist de avaliação da auditoria se são cumpridos os requisitos estabelecidos. [ 8 ]

11 Auditoria de Risco em Manutenção AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS DOS SISTEMAS CRÍTICOS DE SEGURANÇA Normas IEC e IEC Análise de riscos Funções de segurança Tolerância ao risco Factor de redução do risco Níveis de protecção da instalação (Lopa) Nível de Integridade de Segurança (SIL) Medidas de redução do risco Especificação dos requisitos de segurança AVALIAÇÃO DA FIABILIDADE E DISPONIBILIDADE DOS SISTEMAS CRÍTICOS DE SEGURANÇA Modos de falha Taxa de falhas, MTBT e MTTR sistemas de segurança Probabilidades de falhas Modos de demanda Arquitecturas Tolerância à falha Intervalos de provas periódicas funcionais Diagnóstico de falhas Factor de cobertura Plano de inspecção e ensaio Políticas de manutenção GESTÃO DA SEGURANÇA FUNCIONAL DA INSTALAÇÃO Sistema da qualidade Planeamento de actividades Requisitos funcionais Requisitos de integridade Avaliação da segurança funcional Documentação requerida AUDITORIAS DE DIAGNÓSTICO Requisitos e normas Fases de auditoria Programa da auditoria Plano de auditoria Documentação a utilizar Lista de verificação Execução da auditoria Elaboração do relatório da auditoria Plano de acções correctivas Seguimento dos resultados da auditoria SIMULAÇÃO DE UMA AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO O Seminário será baseado e acompanhado por Casos Práticos que ilustrarão as matérias tratadas [ 9 ]

12 Auditoria em Laboratório ANÁLISE DOS REQUISITOS DA NORMA NP EN ISO/IEC REQUISITOS DE GESTÃO E TÉCNICOS Requisitos de gestão e técnicos da Norma NP EN ISO/IEC CONCEITOS E PRINCÍPIOS DE AUDITORIAS Normas e documentação de referência Introdução e conceitos base de auditorias Princípios fundamentais de uma auditoria A gestão de um programa de auditorias As actividades de uma auditoria: > Início da auditoria > Análise da documentação > Preparação das actividades no local (auditado) > As actividades da auditoria no local > Relato das conclusões da auditoria > Encerramento da auditoria > Seguimento dos resultados da auditoria > Competência dos auditores COMUNICAÇÃO, ATITUDES E COMPORTAMENTOS Percepção e comunicação interpessoal Técnicas comunicacionais em auditorias: > Entrevistas > Reuniões TÉCNICAS E INSTRUMENTOS PARA UMA AUDITORIA Apresentação do caso: > Definição do âmbito das simulações e constituição das equipas auditoras > Análise da documentação > Planeamento da auditoria > Repartição de tarefas dentro das equipas e preparação dos documentos de trabalho > Reunião de abertura, execução da auditoria, preparação de conclusões e reunião de encerramento ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO Elaboração do relatório final da auditoria [ 10 ]

13 Auditoria Interna da Qualidade ENQUADRAMENTO UMA AUDITORIA INTERNA Dimensões da Qualidade Sistemas de Gestão > Qualidade (ISO 9001) > Ambiente (ISO 14001) > Segurança (OHSAS 18001) > Responsabilidade Social (SA 8000) A integração da função Qualidade e Auditoria na Organização AUDITORIAS DA QUALIDADE ISO Linhas de orientação para Auditorias da Qualidade e Ambiente: Enquadramento Programa de Auditorias > Responsabilidade pelo programa de Auditorias > Registos > Estabelecer > Implementar > Monitorizar e rever o programa de Auditorias Fases das Auditorias > Actividades de preparação Início Análise da documentação Preparação do plano e documentos de trabalho Atribuição de tarefas > Realização Reunião de abertura Comunicação durante a Auditoria Papel dos acompanhantes e observadores Recolher e verificar a informação Definir constatações Preparar conclusões e reunião de conclusão Documentação das Auditorias Selecção e avaliação de Auditores > Atributos pessoais > Conhecimentos e aptidões genéricas e específicas > Escolaridade > Experiência e formação > Desenvolvimento Selecção e avaliação de Auditores > Método de avaliação Responsabilidades do Auditor Comunicação e atitudes em contexto de Auditoria Processo comunicacional em contexto de Auditoria O papel dos Auditores vs. Auditados COMO REALIZAR PASSO A PASSO UMA AUDITORIA INTERNA Preparação da Auditoria > Análise do sistema documental Manual da Qualidade e Matriz de Processos > Elaboração do Plano de Auditoria Realização da Auditoria > Simulação e avaliação Elaboração do Relatório da Auditoria > Descrição e apresentação das evidências [ 11 ]

14 Auditorias Energéticas na Indústria ENQUADRAMENTO Consumo de energia na indústria Eficiência energética na indústria Nova Regulamentação DL 71/2008. SGCIE Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia AUDITORIAS ENERGÉTICAS O que são e o porquê da sua realização Objectivos de uma auditoria Tipos de auditorias Planeamento de uma auditoria Fases de uma auditoria Equipamento de aquisição e monitorização de dados utilizado nas auditorias Estrutura típica de um relatório de uma auditoria PLANO DE RACIONALIZAÇÃO DE CONSUMOS DE ENERGIA (PREn) Enquadramento legal PREn/ARCE Objectivos a atingir (intensidades energética e carbónica) Fases e metas a cumprir Estrutura típica de um relatório de um PREn Gestão e contabilidade energética ESTUDO DE CASO AUDITORIA A UMA INDÚSTRIA Análise de facturação energética Contabilidade energética ORC s eléctricas > Recepção e distribuição de energia eléctrica, sistemas de iluminação, de força moniz, de produção de ar comprimido e de produção de frio (incluindo climatização ambiente). Compensação do factor de potência ORC s térmicas > Optimização da produção de energia térmica (central térmica, combustão, temperatura dos gases, recuperação de energia, etc.) > Racionalização da utilização de energia térmica (isolamentos, redes de distribuição, fornos, secadores, banhos, etc.) > Sistemas de cogeração Balanços energéticos e seus fundamentos Análise técnico-económica das ORC s Planeamento, calendarização e implementação das ORC s PREn [ 12 ]

15 Avaliação do Desempenho da Cadeia de Abastecimentos A CADEIA DE ABASTECIMENTOS: ELOS DE CONSTITUIÇÃO E A SUA COMPETITIVIDADE Elos constituintes da Cadeia de Abastecimento e as suas especificidades: > Fornecedores: a importância dos parceiros na Cadeia de Abastecimentos > Processadores: a flexibilidade de processos > Distribuidores: o estabelecimento do elo entre a empresa e o cliente > Consumidores: determinadores do modelo logístico Factores de competitividade dos elos da Cadeia de Abastecimentos e as suas especificidades: > A importância dos preços e do impacto do custo > Diferenciação do produto: factores de qualidade, disponibilidade, custo, criação da necessidade junto ao cliente/ consumidor > Estrutura do Mercado: globalização dos mercados e o seu impacto na Cadeia de Abastecimentos > Produtividade: rácios, impacto no desempenho da Cadeia de Abastecimentos > Fiabilidade e Prazos de Entrega: diferenciadores de mercado, rácios e indicadores de desempenho > Qualidade: expectativas do cliente, order winners, qualidade na Cadeia de Abastecimentos > Serviços Pós-Venda: logística inversa, service and repair, estrutura > Inovação tecnológica: novas ferramentas à disposição das Cadeias de Abastecimentos, impacto com o cliente e fornecedores AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DAS CADEIAS DE ABASTECIMENTOS Ao longo da Sessão o Formador apresentará vários indicadores de desempenho (Key Performance Indicators, KPI) associados aos diversos aspectos da Cadeia de Abastecimentos. Indicadores de Competitividade Indicadores de Qualidade Indicadores de Produtividade Indicadores de Custo Indicadores de Inovação Indicadores de Marketing EXERCÍCIO PRÁTICO HANDS ON Neste Exercício Prático, os assistentes, divididos em grupos de trabalho, deverão desenvolver um processo de auditoria ao desempenho da Cadeia de Abastecimentos, com dados fornecidos pelo Formador IMPACTO DA GESTÃO DA CADEIA DE ABASTECIMENTOS NOS RESULTADOS DA ORGANIZAÇÃO A gestão da Cadeia de Abastecimentos e a sua ligação com os cash flows A gestão da Cadeia de Abastecimentos e o impacto no imobilizado A gestão da Cadeia de Abastecimentos e a sua influência no EBIT No âmbito deste Módulo será apresentado um Case Study exemplificador dos aspectos abordados, com especial incidência em aspectos como o cash flow e o imobilizado IMPACTO FINANCEIRO DOS ELOS DA CADEIA DE ABASTECIMENTOS NO DESEMPENHO DA ORGANIZAÇÃO Impacto financeiro do Planeamento: > Função do Planeamento > Integração com a Cadeia de Abastecimentos e com a empresa > Erros de planeamento e o seu impacto financeiro Impacto financeiro da Gestão de Stocks: > Função da gestão de stocks > Exemplos do impacto financeiro por uma má Gestão de Stocks Impacto financeiro das Compras: exemplos Impacto financeiro da Produção: exemplos Impacto financeiro da Distribuição e do Transporte: exemplos EXERCÍCIO PRÁTICO HANDS ON Ao longo desta Sessão os assistentes, divididos em grupos de trabalho, realizarão um exercício de elaboração e demonstração de índices de desempenho na demonstração de resultados. Os dados e o material necessários serão proporcionados pelo Formador O BUSINESS BALANCED SCORECARD DA CADEIA DE ABASTECIMENTO Feedback e avaliação da performance logística Business Balanced Scorecard: modelo integrado de controlo do desempenho Parâmetros a ter em conta Transposição da estratégia da empresa para o BSC: modelo de gestão estratégica A análise SWOT e a definição da estratégia: fraquezas, pontos fortes, ameaças e oportunidades Elaboração do budget de vendas vs. forecast de produção: implicações logísticas EXERCÍCIO PRÁTICO HANDS ON Ao longo deste Exercício os assistentes divididos em grupos de trabalho elaborarão um Business Balanced Scorecard com dados fornecidos pelo Formador [ 13 ]

16 Avaliação económico-financeira da Cadeia Logística AVALIAÇÃO ECONÓMICO- FINANCEIRA DA CADEIA LOGÍSTICA: COMO PODE A ESTRATÉGIA LOGÍSTICA CONTRIBUIR PARA A COMPETITIVIDADE DA EMPRESA Como se coordena a cadeia logística com as restantes áreas De que forma se integra a estratégia logística na estratégia da empresa: o impacto da logística na situação económico-financeira Quais as vantagens económicofinanceiras da racionalização dos processos logísticos Que aspectos devem ser considerados na avaliação custos/ benefícios: ROI Como pode avaliar-se a performance logística a nível económico-financeiro Quais são os maiores desafios do Supply Chain relativamente à optimização de resultados e redução de custos AVALIAÇÃO ECONÓMICA- FINANCEIRA DOS ERROS E RISCOS INERENTES AO SUPPLY CHAIN Análise de rácios de compras, produção e distribuição Erros de picking Erros de packing Erros de inventariação Erros de facturação Erros de compras Como controlar os riscos associados à subcontratação de serviços logísticos Ruptura de stocks Perdas desconhecidas Formas de minimizar o impacto económico-financeiro dos erros EXERCÍCIO PRÁTICO HANDS ON Ao longo deste exercício os assistentes divididos em grupos de trabalho realizarão simulações de análise e controlo de erros e riscos com dados fornecidos pelo Formador CUSTOS ENVOLVIDOS NO SUPPLY CHAIN Custos de serviço: avaliação do nível de serviço Custos estabelecidos na relação serviço/risco Custos provocados por erros cometidos e a sua implicação a nível empresarial Custos de não qualidade Distribuição Armazenamento Custos de outsourcing: como pode a gestão de uma rede de distribuição favorecer a redução de prazos e custos Custos de posse de stocks Custos de aquisição de stocks Formas para a optimização de custos Planos de acção para corrigir desvios EXERCÍCIO PRÁTICO HANDS ON Ao longo deste exercício os assistentes divididos em grupos de trabalho realizarão simulações de análise e controlo de custos com dados fornecidos pelo Formador O BUSINESS BALANCED SCORECARD DA CADEIA DE ABASTECIMENTO Feedback e avaliação da performance logística Business Balanced Scorecard: modelo integrado de controlo do desempenho Parâmetros a ter em conta Transposição da estratégia da empresa para o BSC: modelo de gestão estratégica A análise SWOT e a definição da estratégia: fraquezas, pontos fortes, ameaças e oportunidades Elaboração do budget de vendas vs. forecast de produção: implicações logísticas EXERCÍCIO PRÁTICO HANDS ON Ao longo deste exercício os assistentes divididos em grupos de trabalho realizarão simulações de elaboração de um Business Balanced Scorecard com dados fornecidos pelo Formador [ 14 ]

17 Avaliação em conformidade legal de SHST ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO ENQUADRAMENTO LEGAL PRINCÍPIOS E DOMÍNIOS DA SEGURANÇA DO TRABALHO CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS, AVALIAÇÃO E CONTROLO DE RISCOS PROFISSIONAIS METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DE CONFORMIDADE Auditorias Metodologias para concepção de lista de verificação a partir de diplomas legais Normas técnicas Códigos de boas práticas Informação técnica Manuais de instruções AVALIAÇÃO E CONTROLO DE RISCOS ASSOCIADOS A: Locais e postos de trabalho: riscos, medidas preventivas e de protecção e legislação aplicável Equipamentos de trabalho: riscos, medidas preventivas e de protecção e legislação aplicável Armazenagem, utilização e eliminação de químicos perigosos: riscos, medidas preventivas e de protecção e legislação aplicável Actividades e operações particularmente perigosas (ex. trasfega de químicos inflamáveis, trabalhos em espaços confinados, atmosferas explosivas) [ 15 ]

18 Balanced Scorecard para Manutenção ENQUADRAMENTO E DEFINIÇÃO: O BALANCED SCORECARD COMO FERRAMENTA DE MUDANÇA PARA A ÁREA DA MANUTENÇÃO INDUSTRIAL O Balanced Scorecard como modelo integrado de controlo de desempenho A estratégia da empresa, a estratégia produtiva e a sua transposição para o Balanced Scorecard Em que medida o BSC funciona como modelo de gestão estratégica Que fundamentos tem a criação do BSC Quais são as 4 perspectivas do modelo COMO ELABORAR E PLANEAR O BALANCED SCORECARD: A ESCOLHA DOS INDICADORES NA ÁREA DA MANUTENÇÃO INDUSTRIAL Porquê implementar o BSC na área da manutenção industrial Que factores-chave devem ser considerados para desenhar a estratégia empresarial: > Tecnologia > Design > Distribuição > Flexibilidade >Custo > Capacidade de introdução de novos produtos > Inovação, eficiência, produtividade > Níveis de qualidade > Como alinhar a estratégia empresarial com a produção e a manutenção industrial > Como elaborar o mapa da estratégia A construção dos objectivos: > Perspectiva financeira > Clientes > Processos internos > Aprendizagem e crescimento Identificação das iniciativas estratégicas que sustentem os objectivos Recursos disponíveis e a sua adequação: recursos humanos e financeiros Atribuição de responsabilidades: iniciativas estratégicas e acções prioritárias A escolha dos indicadores estratégicos Elaboração da ficha de indicador para cada objectivo e para cada acção Estudo das relações causa-efeito Comunicação e alinhamento: > Como transmitir a estratégia e os objectivos globais à área da manutenção industrial > De que forma se pode promover a participação de todos os implicados na elaboração dos objectivos próprios e a criação de uma visão partilhada > Elaboração do BSC da Área de Manutenção Industrial: > Passos prévios para a implementação do BSC > Transposição das acções prioritárias do BSC corporativo e respectivos indicadores > Identificação dos factores críticos do processo de produção e áreas funcionais, e respectivos indicadores: Qualidade. Eficiência. Produtividade. Custos. Flexibilidade Definição da matriz de relações entre as diversas áreas Quantificação e calendarização de metas Planos de acção que sustentem o atingimento das metas Quantificação dos recursos necessários Qual a forma para introduzir no sistema de gestão do desempenho a gestão por objectivos baseada no BSC: > Alinhamento de objectivos individuais com os objectivos da empresa > BSC individuais > Sistemas de incentivos > Identificação de factores críticos de desempenho PARTINDO DO CASO PRODUTIVO DE UMA EMPRESA, OS ASSISTENTES, DIVIDIDOS EM GRUPOS DE TRABALHO DEVERÃO ELABORAR O MAPA DA ESTRATÉGIA, DEFININDO: Elaboração da missão Visão e valores Estratégia Definição de factores críticos Objectivos Indicadores de desempenho Metas e iniciativas de melhoria Posteriormente, deverão ser discutidos os resultados e as propostas de cada grupo de forma a estabelecer e esclarecer as opções mais adequadas para casos concretos. COMO ELABORAR E INTEGRAR OS INDICADORES DE GESTÃO FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS PARA A CRIAÇÃO DE VALOR NA MANUTENÇÃO INDUSTRIAL Como desenhar um indicador: > Parâmetros a ter em conta: frequência, finalidade, fórmula de cálculo, fonte de informação, unidade de medida > Obtenção de dados quantificáveis e fiáveis > Seguimento do indicador > Elaboração da ficha de indicador > Conceito de indicador-chave Quais são os indicadores que melhor se adequam ao processo e às áreas de manutenção e como se podem interrelacionar com os objectivos/acções: > Indicadores económico-financeiros: custos de oportunidade (custos directos e custos indirectos), índice de cumprimento do orçamento, desvio em horas extra, margem de contribuição da manutenção enquanto centro de responsabilidade > Indicadores físicos: índices de produtividade, nível de stocks (peças correntes e de reserva), taxa de paragem dos equipamentos > Indicadores de apoio: evolução dos preços dos materiais e serviços, cumprimento dos planos de produção > Indicadores de qualidade: índice de qualidade (custos directos vs. perdas de produção) > Indicadores humanos: nº de efectivos, recrutamentos e demissões, absentismo, turnover > Acompanhamento de projectos: atrasos, custos Como elaborar os indicadores não financeiros e como analisar os resultados oferecidos por estes: > Que dados se devem ter em conta > Como integrar os processos à utilização dos indicadores não financeiros > Que resultados proporciona a utilização de indicadores não financeiros à gestão da empresa > De que forma se devem filtrar os indicadores com critérios de eficiência, eficácia e economicidade > Elaboração do BSC e a integração de indicadores de resultado e indicadores indutores > Como eleger indicadores leads e lags para o processo e área de manutenção > A coerência interna no mapa da estratégia >> Módulo acompanhado de Exercícios Práticos Show how it works COMO FAZER O SEGUIMENTO DO BSC E VALORIZAR O CUMPRIMENTO DOS OBJECTIVOS DO PROCESSO E ÁREA DE MANUTENÇÃO E ESTRATÉGICOS Com que periodicidade se deve efectuar o seguimento dos indicadores Como devem elaborar-se os relatórios de seguimento de indicadores e que documentação proporcionar à gestão De que forma se valoriza o grau de cumprimento dos objectivos: matriz de prioridades Como corrigir os desvios produzidos em relação às metas previstas: acções correctivas Qual é a incisão de cada um dos indicadores nos resultados da empresa De que modo se deve utilizar o BSC como instrumento de informação contínua para a Direcção Geral Como dirigir o mapa da estratégia para a criação de valor Mecanismos de coordenação em torno da estratégia Como integrar o BSC nos processos de gestão e da cadeia de valor De que forma pode transformar-se a estratégia num processo de aprendizagem contínua: feedback Que resultados oferece o BSC na gestão do negócio Como contribui o BSC para o estabelecimento de um novo modelo de governação: > Focalização na estratégia > Tradução da visão comum > Facilitador de mudança > Aumento do retorno do negócio (ROI) > Aumento da eficácia dos processos > Optimização dos recursos próprios >> Módulo acompanhado de Exercícios Práticos Show how it Works [ 16 ]

19 Balanced Scorecard para Produção ENQUADRAMENTO E DEFINIÇÃO: O BALANCED SCORECARD COMO FERRAMENTA DE MUDANÇA PARA A PRODUÇÃO O Balanced Scorecard como modelo integrado de controlo de desempenho A estratégia da empresa, a estratégia produtiva e a sua transposição para o Balanced Scorecard Em que medida o BSC funciona como modelo de gestão estratégica Que fundamentos tem a criação do BSC Quais são as 4 perspectivas do modelo COMO ELABORAR E PLANEAR O BALANCED SCORECARD: A ESCOLHA DOS INDICADORES NA ÁREA PRODUTIVA Porquê implementar o BSC no processo produtivo Que factores-chave devem ser considerados para desenhar a estratégia empresarial: > Tecnologia > Design > Distribuição > Flexibilidade > Custo > Capacidade de introdução de novos produtos > Inovação, eficiência, produtividade > Níveis de qualidade Como alinhar a estratégia empresarial com a produção Como elaborar o mapa da estratégia produtiva A construção dos objectivos: > Perspectiva financeira > Clientes > Processos internos > Aprendizagem e crescimento Identificação das iniciativas estratégicas que sustentem os objectivos Recursos disponíveis e a sua adequação: recursos humanos e financeiros Atribuição de responsabilidades: iniciativas estratégicas e acções prioritárias A escolha dos indicadores estratégicos Elaboração da ficha de indicador para cada objectivo e para cada acção Estudo das relações causa-efeito Comunicação e alinhamento: > Como transmitir a estratégia e os objectivos globais à área da produção e aos departamentos envolvidos > De que forma se pode promover a participação de todos os implicados na elaboração dos objectivos próprios e a criação de uma visão partilhada Elaboração do BSC da Área Produtivas > Passos prévios para a implementação do BSC no processo produtivo e na área produtiva > Transposição das acções prioritárias do BSC corporativo e respectivos indicadores > Identificação dos factores críticos do processo de produção e áreas funcionais, e respectivos indicadores: Qualidade Eficiência Produtividade Custos Flexibilidade > Definição da matriz de relações entre as áreas funcionais e o processo Produção > Quantificação e calendarização de metas > Planos de acção que sustentem o atingimento das metas > Quantificação dos recursos necessários Qual a forma para introduzir no sistema de gestão do desempenho a gestão por objectivos baseada no BSC > Alinhamento de objectivos individuais com os objectivos da empresa > BSC individuais > Sistemas de incentivos > Identificação de factores críticos de desempenho WORKSHOP Partindo do caso produtivo de uma empresa e dos seus dados de vendas, mercados, concorrência, produção, etc., os assistentes, divididos em grupos de trabalho deverão elaborar o BSC desde o princípio, devendo definir: Elaboração da missão Visão e valores Estratégia Definição de factores críticos Objectivos Indicadores de desempenho Metas e iniciativas de melhoria Posteriormente, deverão ser discutidos os resultados e as propostas de cada grupo de forma a estabelecer e esclarecer as opções mais adequadas para casos concretos. COMO ELABORAR E INTEGRAR OS INDICADORES DE GESTÃO FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS PARA A CRIAÇÃO DE VALOR NA PRODUÇÃO INDUSTRIAL Como desenhar um indicador > Parâmetros a ter em conta: frequência, finalidade, fórmula de cálculo, fonte de informação, unidade de medida > Obtenção de dados quantificáveis e fiáveis > Seguimento do indicador > Elaboração da ficha de indicador > Conceito de indicador-chave Quais são os indicadores que melhor se adequam ao processo produção e às áreas produtivas e como se podem interrelacionar com os objectivos/acções: > Indicadores económicos: valor dos desvios face ao padrão, consumos de recursos face ao orçamento, margem de contribuição > Indicadores físicos: índices de produtividade, quantidades produzidas, nível de stocks, taxa de paragem dos equipamentos > Indicadores de apoio: evolução dos preços das matérias-primas > Indicadores de qualidade: índice de rejeições, nº de não conformidades > Indicadores humanos: nº de efectivos, recrutamentos e demissões, absentismo, turnover, taxa de frequência e de gravidade dos acidentes de trabalho > Acompanhamento de projectos de investimento: atrasos, custos Como elaborar os indicadores não financeiros e como analisar os resultados oferecidos por estes: > Que dados se devem ter em conta > Como integrar os processos à utilização dos indicadores não financeiros > Que resultados proporciona a utilização de indicadores não financeiros à gestão da empresa De que forma se devem filtrar os indicadores com critérios de eficiência, eficácia e economicidade Elaboração do BSC e a integração de indicadores de resultado e indicadores indutores Como eleger indicadores leads e lags para o processo produção e áreas produtivas A coerência interna no mapa da estratégia >> Módulo acompanhado de Exercícios Práticos Show how it Works COMO FAZER O SEGUIMENTO DO BSC E VALORIZAR O CUMPRIMENTO DOS OBJECTIVOS PRODUTIVOS E ESTRATÉGICOS Com que periodicidade se deve efectuar o seguimento dos indicadores Como devem elaborar-se os relatórios de seguimento de indicadores e que documentação proporcionar à gestão De que forma se valoriza o grau de cumprimento dos objectivos: matriz de prioridades Como corrigir os desvios produzidos em relação às metas previstas: acções correctivas Qual é a incisão de cada um dos indicadores nos resultados da empresa De que modo se deve utilizar o BSC como instrumento de informação contínua para a Direcção Geral Como dirigir o mapa da estratégia para a criação de valor Mecanismos de coordenação em torno da estratégia Como integrar o BSC nos processos de gestão e da cadeia de valor De que forma pode transformar-se a estratégia num processo de aprendizagem contínua: feedback Que resultados oferece o BSC na gestão do negócio Como contribui o BSC para o estabelecimento de um novo modelo de governação: > Focalização na estratégia > Tradução da visão comum > Facilitador de mudança > Aumento do retorno do negócio (ROI) > Aumento da eficácia dos processos > Optimização dos recursos próprios >> Módulo acompanhado de Exercícios Práticos Show how it Works [ 17 ]

20 Caldeiras e Equipamentos sob Pressão ANÁLISE PRÁTICA DA NORMATIVA VIGENTE RELATIVA AO PROJECTO, FABRICO E AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE CALDEIRAS E EQUIPAMENTOS SOB PRESSÃO: DL 211/99. A LEGISLAÇÃO NÃO É SÓ UMA COISA MAÇUDA E QUE NÃO LHE INTERESSA Ao longo da Parte I, propomos-lhe um conhecimento real, prático e útil da legislação existente A marcação CE Classificação dos equipamentos Módulos de garantia da qualidade Os aspectos mais relevantes da Directiva ESTUDO PRÁTICO DA NORMATIVA VIGENTE RELATIVA AO REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, FUNCIONAMENTO, REPARAÇÃO E ALTERAÇÃO DE CALDEIRAS E EQUIPAMENTOS SOB PRESSÃO: DL 97/2000 Quais são os âmbito da legislação > Os equipamentos abrangidos. O âmbito dos Organismos de Inspecção. O âmbito das Entidades Oficiais e Fiscalizadoras De que forma se classificam os equipamentos Quais são os procedimentos para a legalização de equipamentos > Passos a seguir. Documentação e impressos. Certificados Quais são os procedimentos para a legalização de reparação e/ou alteração de equipamentos > Passos a seguir. Documentação e impressos. Certificados INSTRUÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES (ITC S) Instruções Técnicas Complementares existentes > Reservatórios de ar comprimido > Geradores de vapor e equiparados > Reservatórios de armazenamento de GPL > Reservatórios criogénicos Estrutura e principais aspectos práticos das instruções > Condições de segurança das instalações > Órgãos de segurança > Periocidades de inspecção > Actividades de inspecção aplicáveis > Reparações e alterações MANUTENÇÃO, INSPECÇÃO E OPERAÇÃO DE CALDEIRAS E EQUIPAMENTOS SOB PRESSÃO Órgãos de segurança e sua manutenção, operação e inspecção Requisitos de segurança Casos frequentes: acidentes, falhas operacionais, testes, corrosões, fiscalização Intervenções legais em reparações, documentação necessária e procedimentos Preparação e realização de inspecções periódicas, intercalares e provas de pressão Movimentação documental Formação de operadores de Caldeiras e Equipamentos sob Pressão, obrigatoriedades legais [ 18 ]

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