REDE DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TUBARÃO SC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REDE DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TUBARÃO SC"

Transcrição

1 REDE DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TUBARÃO SC FLORIANÓPOLIS OUTUBRO

2 O presente documento é o resultado da viagem solicitada pelo chefe do Ciram Edson Silva e compreende um estudo preliminar de proposta de uma rede de monitoramento para a Bacia do Rio Tubarão - SC. No dia 19 de Setembro de 2011 os técnicos Everton Blainski e Argeu Vanz foram recebidos pelo chefe da Defesa Civil de Tubarão José Luiz Tancredo que designou um funcionário da instituição (motorista) para acompanhar os técnicos na visita dos locais sugeridos para a futura instalação dos equipamentos e sensores. Esse documento traz as primeiras informações sobre a bacia e identificação dos locais com potencial para a instalação dos equipamentos e sensores. Não se trata de um documento final e os autores sugerem a realização de mais estudos e discussões com outras instituições locais para eliminar dúvidas e escolhas das melhores alternativas para otimizar a rede, bem como a aquisição dos equipamentos. Ademais, a escolha dos locais deveria ser feita com base na opinião de técnicos da área de estudo em associação com outros representantes da bacia hidrográfica, o que não aconteceu nesse encontro. Att, Everton Blainski Argeu Vanz 2

3 1. INTRODUÇÃO O sistema de monitoramento hidrometeorológico é um dos principais instrumentos de gerenciamento de dados, composto por ações de coleta, tratamento, armazenamento, recuperação e disponibilização de informações históricas acerca das condições atmosféricas e vazão de rios. O monitoramento hidrometeorológico é realizado por uma rede de estações hidrométricas, divididas em estações pluviométricas e estações fluviométricas, além de estações meteorológicas. Esse sistema constitui uma das etapas fundamentais para a elaboração de planos de recursos hídricos, enquadramento dos corpos d água, outorga dos direitos de uso da água, cobrança pelos usos, dentre outros instrumentos de gerenciamento de informações. As principais variáveis monitoradas pelas estações hidrométricas são: nível milimétrico d água em determinado local de um rio; duração, quantidade e intensidade de chuva; temperaturas do ar (instantânea, máxima e mínima), umidade relativa do ar, direção e velocidade dos ventos, radiação solar global e pressão atmosférica. Outras variáveis podem ser adicionadas, de acordo com a necessidade e especificidade de cada local. 2. OBJETIVO O objetivo da criação de uma rede de monitoramento hidrometeorológico é coletar informações, em tempo real, a cerca das condições atmosféricas e da situação dos níveis dos rios para integrar um banco de dados acessível às entidades e tomadores de decisão. Ademais, o armazenamento dessas informações possibilita o acompanhamento do tempo e do clima ao longo dos anos, constituindo séries históricas fundamentais para realização de estudos e/ou projetos como construção de barragens, obras hidráulicas, etc. 3. SISTEMA DE MONITORAMENTO HIDROLÓGICO Para a definição dos pontos de monitoramento hidrométrico foi realizada uma análise detalhada de mapas de relevo, hidrografia e imagens de satélite. Posteriormente, foi realizada uma visita em que foram definidos e georreferenciados 6 pontos para a instalação das estações hidrométricas (Figura 1). 3

4 Figura 1 Localização dos pontos selecionados para a instalação das estações hidrometeorológicas. Fonte: Google. As coordenadas das estações e o tipo de sensores previstos são mostrados na tabela 1. As informações coletadas poderão ser transmitidas diretamente para o banco de dados hidrometeorológico (BDH) da Epagri/Ciram, onde passarão por um controle de qualidade e, posteriormente, serão disponibilizados para a consulta via internet. Tabela 1 Tipo, localização, e descrição das estações de monitoramento de chuva e nível de rio, previstas para a bacia hidrográfica do rio Tubarão Estação Tipo Longitude Localização Latitude Tipo de sensores Resolução / Range 1 Marégrafo 48 51'11,2" 28 32'05,3" Pluviômetro, sensor de nível (radar) 0,2 mm 2 Chuva/Nível 49 02'23,3" 28 28'53,0" Pluviômetro e sensor de nível < 10,0 m 3 Chuva/Nível 49 17'57,4" 28 21'13,4" Pluviômetro e sensor de nível < 10,0 m 4 Chuva/Nível 49 10'25,3" 28 16'40,6" Pluviômetro e sensor de nível < 10,0 m 5 Chuva/Nível 49 00'54,0" 28 15'34,3" Pluviômetro e sensor de nível < 10,0 m 6 Chuva/Nível 48 44'28, '41,5" Pluviômetro e sensor de nível < 10,0 m O BDH da Epagri/Ciram tem por objetivo armazenar informações cadastrais das estações agrometeorológicas e seus respectivos dados registrados através de seus diversos instrumentos ao longo do tempo. 4

5 Atualmente estão cadastradas 770 estações agrometeorolócias, considerando as estações em operação e as já encerradas. Nessas 770 estações já foram registrados mais de 125 milhões de dados e diariamente chegam mais de 45 mil dados. em hora: As estações meteorológicas podem transmitir dados das seguintes variáveis de hora Velocidade média do vento na última hora (m/s); Direção média do vento da última hora (graus); Desvio padrão da direção do vento na última hora; Velocidade máxima do vento na última hora (m/s); Horário da velocidade máxima do vento na última hora (hh:mm); Direção da velocidade máxima do vento na última hora (graus); Velocidade mínima do vento na última hora (m/s); Horário da velocidade mínima do vento na última hora (hh:mm); Direção da velocidade mínima do vento na última hora (graus); Velocidade média do vento nos últimos 10 minutos antes da hora e zero minutos (m/s); Direção média do vento nos últimos 10 minutos antes da hora e zero minutos (graus); Desvio padrão da direção do vento nos últimos 10 minutos; Média da temperatura do ar na última hora ( C); Temperatura do ar máxima na última hora ( C); Horário em que foi registrada a temperatura máxima na última hora (hh:mm); Temperatura do ar mínima da última hora ( C); Horário em que foi registrada a temperatura mínima na última hora (hh:mm); Temperatura instantânea na hora e zero minutos ( C); Média umidade relativa da última hora (%); Umidade relativa máxima da última hora (%); Umidade Relativa mínima da última hora (%); Umidade relativa instantânea na hora e zero minutos (%); Pressão média da última hora (hpa); Pressão máxima da última hora (hpa); Pressão mínima da última hora (hpa); Pressão instantânea na hora e zero minutos (hpa); Radiação total acumulado na última hora (W/m2); Radiação máxima da última hora (W/m2); Radiação mínima da última hora (W/m2); Percentual de tempo molhado na última hora (%); Precipitação total acumulada na última hora (mm); Precipitação total acumulada entre 1 e 10 minutos da última hora (mm); Precipitação total acumulada entre 10:01 e 20 minutos da última hora (mm); Precipitação total acumulada entre 20:01 e 30 minutos da última hora (mm); Precipitação total acumulada entre 30:01 e 40 minutos da última hora (mm); Precipitação total acumulada entre 40:01 e 50 minutos da última hora (mm); Precipitação total acumulado entre os minutos 50:01 e 60 da última hora (mm); Todos esses dados são transmitidos para um determinado endereço de internet através de um TC65. Uma vez os dados disponíveis neste endereço, o sistema faz a validação, inserção e divulgação desses dados de forma automática. Em função do grande volume de informações armazenadas, para integrar o BDH da Epagri/Ciram as estações higrométricas devem ser instaladas em concordância com as exigências da Organização Mundial de Meteorologia - OMM (altura dos sensores, distância 5

6 de obstáculos, tipo de vegetação, etc), a fim de manter o padrão e a confiabilidade dos dados armazenados. As estações de monitoramento de chuva e as estações de monitoramento chuva e nível de rios devem estar dispostas em área livres de obstáculos verticais e protegidas por cercados com perímetro de 9 metros (Figura 2), dimensões de 2,0 X 2,5 m (5 m 2 ) e altura de 1,4 m (acima do nível do solo). A base dos moirões dos cercados deve ser enterrada a uma profundidade de 0,6 m, garantindo a estabilidade da estrutura. O portão deve estar localizado na face leste do cercado e abrir para fora. A face leste que receberá o portão será a de 2,5 metros, sendo que o portão deve ser localizado na intersecção entre as faces leste e sul do cercado (Figura 2). A estrutura do cercado deve conter três ripas (uma superior, uma ao centro e uma inferior) de madeira 50 x 25 milímetros. Essas ripas serão utilizadas para a fixação correta da cerca. A estrutura metálica do suporte deve estar a um metro da cerca a norte e no centro da orientação leste/oeste. Os sensores de nível de rio determinam o nível de água através da medida da pressão da água sobre o sensor submerso. Dessa forma, o sensor deve ser acoplado ao datalogger da estação hidrométrica e conduzido até a margem do curso d água onde ficará instalado a uma profundidade suficiente para que este permaneça constantemente submerso, mesmo em condições de baixo volume de água. O cabo que liga o sensor ao datalogger deve ficar enterrado a uma profundidade mínima de 0,5 m e protegido por uma tubulação com diâmetro de 75 mm, ou que possibilite a remoção dos sensores para manutenção ou reinstalação. A cada 20 metros de distância horizontal deve ser instalada uma caixa de passagem de concreto ou PVC para facilitar a inspeção e/ou manutenção dos sensores. Figura 2 Detalhe do posicionamento e das dimensões do cercado de proteção das estações. A estação climatológica será composta pelos seguintes sensores: Sensor de temperatura e umidade relativa do ar, instalados a uma altura de 1,5 6

7 metros (a partir da superfície do solo); Sensor de direção e velocidade do vento, instalado em torre treliçada a uma altura de 10 metros da superfície do solo; Sensor de radiação solar global, instalado a uma altura de 1,5 metros da superfície do solo; Sensor de pressão atmosférica, instalado a uma altura de 1,5 metros da superfície do solo; Sensor de pluviosidade, instalado a uma altura de 1,5 metros da superfície do solo. A disposição desses sensores segue o modelo adotado pela Epagri/Ciram, conforme figura 3. A planta baixa da estação climatológica é apresentada no anexo 1. 7

8 Figura 3 Modelo de estação meteorológica adotado pelo setor de agrometeorologia da Epagri/Ciram. 4. DESCRIÇÃO BÁSICA DOS LOCAIS ONDE DEVE SER INSTALADO O MARÉGRAFO E OS SENSORES DE CHUVA E NÍVEL Marégrafo A escolha do ponto onde será instalado o marégrafo foi baseada em critérios técnicos e busca atender as necessidades dos órgãos responsáveis pela prevenção de cheias na bacia do Rio Tubarão. O local escolhido fica o mais próximo possível da desembocadura do Rio Tubarão (Figura 4) que pode ser acessado por veículos, inclusive de pequeno porte. O solo é firme com predominância de areia na sua composição (figura 4). Figura 4 Vista parcial do ponto escolhido para instalação de Marégrafo - jusante do Rio Tubarão e detalhe de acesso e composição do solo. A montante do Rio Tubarão, a margem escolhida para a instalação possui uma cobertura arbórea pronunciada, o que sugere um solo mais estável (figura 5). O Rio Tubarão deságua na Lagoa do Imaruí (figura 5). Assim o Marégrafo não registrará valores de Maré e sim um somatório das influencias das águas de Rio Tubarão, da Lagoa do Imaruí e do Mar. Os valores de maré para a área são os mesmo do porto de Imbituba devido a proximidades dos locais. 8

9 Figura 5 Vista parcial do ponto escolhido para a instalação do Marégrafo montante e jusante do Rio Tubarão. A figura 6 mostra um esboço da estrutura que precisa para a instalação do radar. Há necessidade de fincar um poste de concreto semelhante àqueles utilizado para rede de distribuição de eletricidade. Esse deve estar a uma distância segura da margem do Rio (aproximadamente de 1,5 a 2,0m). Nele, fixa-se um cano de inox onde na sua extremidade oposta será instalado o radar que fará a leitura do nível do rio. O comprimento desse cano depende da altura do poste e da distancia da margem que o poste foi colocado conforme esboços apresentados (figuras 6 e 7). Pode-se fazer um pequeno desvio no Rio (poço) e assim fincar o poste em local mais firme e ainda diminuir o tamanho do cano de inox (figura 7). Cabe salientar que as medidas apresentadas no esboço podem variar dependendo da marca e modelo do equipamento que será adquirido. Recomenda-se antes da construção da estrutura definir o equipamento e adequar a mesma ao modelo escolhido. Desse modo um contato com os representantes desses equipamentos são imprescindíveis na orientação para a escolha do modelo, custos, assistência técnica, instalação. Para acomodar os sensores que armazenam e transmitem os dados é necessário fixar uma caixa de proteção para os equipamentos (IP-30) com as dimensões aproximadas: 50 X 40 X 20 cm comprimento, largura e altura respectivamente. Há necessidade de instalar uma placa solar para fornecimento de energia ao sistema conforme pode ser visto no esboço. Há necessidade de ter um ponto georreferenciado aos marcos do IBGE para correção da leitura do nível do rio em relação ao Nível do Mar. 9

10 Figura 6 Estrutura para instalação do radar (marégrafo). 10

11 Figura 7 Instalação do radar (marégrafo) - detalhe do poço. 11

12 4.2 - Estação da Cidade de Tubarão O local sugerido para a instalação de sensores de chuva e nível coincide com o ponto de captação de água da cidade. O ponto apresenta vários obstáculos próximos o que segundo recomendações dos órgãos competentes (Organização Mundial da Meteorologia - OMM) limita os números de sensores que a estação pode abrigar (figura 8). Figura 8 - Vista parcial do ponto da cidade de Tubarão 4.3 Estação da Cidade de Orleans O local fica na periferia da cidade em um ponto calmo do rio. A margem apresenta vegetação rasteira composta principalmente de pastagem (figura 9). O acesso é fácil em ambas às margens do rio. 12

13 Figura 9 Vista parcial do ponto da Cidade de Orleans. Fotos: direita: montante, esquerda: jusante. 4.4 Estação de Braço do Norte O local escolhido para instalar os sensores de nível e chuva na cidade de Braço do Norte foi a ponte sobre o rio Braço do Norte. Na localidade escolhida o rio apresenta correnteza calma e abrange uma significativa contribuição de outro curso de água ao rio principal (figura 10 esquerda). Figura 10 Vista parcial do ponto da Cidade de Braço do Norte. (Observar o curso de água a esquerda da foto esquerda - montante). Foto lado direito - jusante 4.5 Estação de Armazém No município de Armazém o ponto escolhido foi a ponte devido às características como rio calmo e fácil acesso. Além disso, a montante foi observado que há confluência de dois cursos da água com volumes similares o que representa para o ponto escolhido, a soma de duas sub-bacias (figura 11). 13

14 Figura 11 Vista parcial do ponto escolhido da cidade de Armazém (Na foto da esquerda pode-se observar os dois cursos d água: montante). Foto direita: jusante 4.6 Estação do Imaruí O local escolhido foi a ponte do Rio Dunas e o objetivo desse ponto e conhecer a contribuição da Bacia desse rio para a Lagoa do Imaruí que ajuda a represar a água do Rio Tubarão (figura 12). Figura 12 Vista parcial do ponto de Imaruí. Foto esquerda: jusante e direita: montante 5. PREVISÃO DO TEMPO E REPASSE DE INFORMAÇÕES O acompanhamento, monitoramento e elaboração da previsão de tempo serão realizados através do setor de meteorologia da Epagri/Ciram. Esse serviço poderá ser realizado de segunda a sexta-feira, das 6 horas às 19 horas e nos finais de semana e feriados das 7 horas às 13 horas. As informações meteorológicas serão produzidas e enviadas 365 dias do ano. 14

15 Durante esse período serão elaborados boletins meteorológicos, os quais serão disponibilizados via , SMS e atualizações através da web Page da Epagri/Ciram (http://ciram.epagri.sc.gov.br). As informações meteorológicas contêm: Previsão meteorológica de curto prazo de 3 a 6 horas; Previsão de tempo de 24 horas às 12 horas; Previsão de tempo para 15 dias; Previsão climatologia para três meses; Avisos meteorológicos via ; Envio dos avisos meteorológicos através do SMS. Serviço fundamental para a previsão de curto prazo com ocorrência de fenômenos extremos e envio de dados emergenciais; Disponibilização de um profissional via contato telefônico ou , para esclarecimentos nos dias e horários citados anteriormente. Os dados históricos serão armazenados no BDH da Epagri/Ciram e poderão ser disponibilizados e/ou consultados através de endereço específico na Web Page. 6. RECEPÇÃO, ARMAZENAMENTO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS As informações meteorológicas registradas pelas estações serão enviadas ao BDH da Epagri/Ciram através de protocolo http. O envio dessas informações será de responsabilidade da empresa responsável pela transmissão. A partir do envio dos dados, será feito o armazenamento, processamento e qualificação dessas informações. Ao término desses procedimentos os dados qualificados serão disponibilizados via Web Page. 15

16 7. ORÇAMENTO O orçamento apresentado refere-se exclusivamente ao custos fixos, custos variáveis como aquisição/substituição de sensores e/ou equipamentos não fazem parte desse item. Serviço Quantidade Custo Unitário Custo Total Responsabilidade Aquisição, montagem e instalação das estações de monitoramento de chuva e nível. Aquisição, montagem e instalação da estação de monitoramente de chuva. Aquisição, montagem e instalação da estação maregráfica. Aquisição, montagem e instalação da estação climatológica. Vistoria, manutenção preventiva e edição de relatório de campo das estações automáticas (trimestrais). Serviço de previsão do tempo, emissão de boletins meteorológicos e disponibilização de informações. Recepção, armazenamento, qualificação de dados e divulgação via Web Page exclusiva. 04 Empresa terceirizada 01 Empresa terceirizada 01 Empresa terceirizada 01 Empresa terceirizada 04/ano Empresa terceirizada Diário* 1.000,00/mês ,00/ano Epagri/Ciram 6 estações 105,00/mês 1.260,00/ano Epagri/Ciram Envio de avisos meteorológicos via SMS acerca da ocorrência de fenômenos 50/dia 225,00/mês 2.700,00/ano Epagri/Ciram atmosféricos intensos. * O serviço de previsão do tempo será realizado de segunda a sexta-feira das 6:00 as 19:00, sábados, domingos e feriados das 7:00 as 13:00. ** O serviço de envio de SMS será realizado diariamente e intensificado sempre que houver a previsão ou ocorrência de eventos atmosféricos extremos. *** A consulta de dados será feita mediante a utilização de senha exclusiva, sem limite de consultas e downloads. 16

17 ANEXO 17

18

19

20

REDE DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIU SC

REDE DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIU SC REDE DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIU SC FLORIANÓPOLIS SETEMBRO 2011 1 1. INTRODUÇÃO O Sistema de monitoramento hidrometeorológico é um dos principais instrumentos

Leia mais

MESA 4 ALERTA. Mario Thadeu Leme de Barros

MESA 4 ALERTA. Mario Thadeu Leme de Barros MESA 4 MONITORAMENTO E SISTEMA DE ALERTA Mario Thadeu Leme de Barros 1 A QUESTÃO DO CONTROLE DE CHEIAS URBANAS Medidas Estruturais versus Medidas Não Estruturais 2 Medidas não estruturais que se destacam:

Leia mais

Plano Básico Ambiental

Plano Básico Ambiental Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Convencionais e Plano Básico Ambiental SEÇÃO VI - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO RADIOLÓGICO Projeto 4 Monitoramento Meteorológico 0 Emissão inicial 14/06/2010

Leia mais

REDE DE ESTAÇÕES HIDROMETEOROLÓGICAS DA EPAGRI

REDE DE ESTAÇÕES HIDROMETEOROLÓGICAS DA EPAGRI REDE DE ESTAÇÕES HIDROMETEOROLÓGICAS DA EPAGRI Marcelo Martins da Silva 1, Renato Bréa Victoria 2 RESUMO A rede de estações hidrometeorológicas automáticas e convencionais da Epagri, tem como objetivo

Leia mais

Estações hidrometeorológicas automáticas: recomendações técnicas para instalação

Estações hidrometeorológicas automáticas: recomendações técnicas para instalação ISSN 0100-8986 DOCUMENTOS Nº 240 Estações hidrometeorológicas automáticas: recomendações técnicas para instalação Éverton Blainski Luis Hamilton Pospissil Garbossa Eduardo Nathan Antunes Epagri Empresa

Leia mais

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Roberto Proença da Silva Carlos Alberto Moura Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG Superintendência de Tecnologia da Informação - TI Gerência de

Leia mais

FAQ 2010. Frequently Asked Questions. Perguntas Frequentes

FAQ 2010. Frequently Asked Questions. Perguntas Frequentes Frequently Asked Questions Perguntas Frequentes FAQ Perguntas Frequentes OCPTEC com o intuito de facilitar a navegação de seus usuários em seu site resolveu criar o FAQ (Frequently Asked Questions), Perguntas

Leia mais

FICHA DESCRITIVA DE ESTAÇÃO FLUVIOMÉTRICA

FICHA DESCRITIVA DE ESTAÇÃO FLUVIOMÉTRICA FICHA DESCRITIVA DE ESTAÇÃO FLUVIOMÉTRICA Prefeitura Porto Acre Fluviométrica 13610000 Curso d água Bacia Hidrográfica Área de Drenagem REFERÊNCIA CARTOGRÁFICA Carta Folha Escala Ano Latitude Longitude

Leia mais

AHE SALTO PILÃO. Estações Hidrológicas Implantadas em Atendimento à Resolução 396/98. Revisão 0

AHE SALTO PILÃO. Estações Hidrológicas Implantadas em Atendimento à Resolução 396/98. Revisão 0 AHE SALTO PILÃO Estações Hidrológicas Implantadas em Atendimento à Resolução 396/98 Revisão 0 Serviços contratados junto a FUNDAGRO Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Rural Sustentável do Estado de Santa

Leia mais

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 1. INTRODUÇÃO A estação do verão inicia-se no dia 21 de dezembro de 2014 às 20h03 e vai até as 19h45 do dia 20 de março de 2015. No Paraná, historicamente, ela é bastante

Leia mais

SISTEMA DE ALERTA. por. Prof. Dr. Ademar Cordero, Engenheiro Hidrólogo Prof. MSc. Dirceu Luís Severo, Meteorologista

SISTEMA DE ALERTA. por. Prof. Dr. Ademar Cordero, Engenheiro Hidrólogo Prof. MSc. Dirceu Luís Severo, Meteorologista SISTEMA DE ALERTA por Prof. Dr. Ademar Cordero, Engenheiro Hidrólogo Prof. MSc. Dirceu Luís Severo, Meteorologista 1 a Parte. O MONITORAMENTO DOS NIVEIS E DA CHUVA 1.1 - Histórico Após a ocorrência da

Leia mais

*MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail. *2. Requerente Pessoa jurídica

*MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail. *2. Requerente Pessoa jurídica 15 - CANALIZAÇÃO E/OU RETIFICAÇÂO DE CURSO D ÁGUA 1 Definição: É toda obra ou serviço que tenha por objetivo dar forma geométrica definida para a seção transversal do curso d'água, ou trecho deste, com

Leia mais

Sistema de Detecção de Raios

Sistema de Detecção de Raios Tela do Sistema Apresentação Fig A O "Sistema de Detecção de Raios é um sistema de computador desenvolvido em conjunto com um sensor que mede o campo elétrico das descargas atmosféricas e tem a finalidade

Leia mais

Sistema de Detecção de Raios

Sistema de Detecção de Raios Tela do Sistema Apresentação Fig A O "Sistema de Detecção de Raios é um sistema de computador desenvolvido em conjunto com um sensor que mede o campo elétrico das descargas atmosféricas e tem a finalidade

Leia mais

PCD's Agrometeorológicas

PCD's Agrometeorológicas O que é uma PCD? As Plataformas de Coleta de Dados (PCD's) são estações automáticas que coletam, armazenam e transmitem, via satélite, dados meteorológicos e agrometeorológicos, como: temperaturas do ar

Leia mais

RECEPTOR DE SINAIS DE SATÉLITE GPS ELO588 MANUAL DE INSTALAÇÃO

RECEPTOR DE SINAIS DE SATÉLITE GPS ELO588 MANUAL DE INSTALAÇÃO RECEPTOR DE SINAIS DE SATÉLITE GPS ELO588 MANUAL DE INSTALAÇÃO Dezembro de 2011 ELO Sistemas Eletrônicos S.A. 100406082 Revisão 0.0 Índice ÍNDICE... I INTRODUÇÃO 1... 1 CONTEÚDO DESTE MANUAL... 1 ONDE

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil. Precipitações. Professora: Mayara Moraes

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil. Precipitações. Professora: Mayara Moraes Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Precipitações Professora: Mayara Moraes Água da atmosfera que atinge a superfície na forma de chuva, granizo, neve, orvalho, neblina ou geada

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA CONCEITOS INICIAIS. Professor: Emerson Galvani

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA CONCEITOS INICIAIS. Professor: Emerson Galvani UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I CONCEITOS INICIAIS Professor: Emerson Galvani Atuação do Geógrafo Climatologista: Ensino, pesquisa e profissional

Leia mais

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Índice 1. Obras de infra-estrutura... 2 2. Base de concreto do Pivô... 2 3. Base de concreto da motobomba... 3 4. Casa de bombas... 4 5. Valeta da adutora...

Leia mais

Eng. Civil Nadia Bernardi Bonumá. Pelotas - RS Novembro de 2010

Eng. Civil Nadia Bernardi Bonumá. Pelotas - RS Novembro de 2010 Seminário Nacional de Gestão e Uso da Água IV Reunião de Estudos Ambientais II Encontro Nacional de Engenharia Hídrica MINICURSO MONITORAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS ICAS: 1 - Introdução e conceitos básicos

Leia mais

Instituto Tecnológico SIMEPAR

Instituto Tecnológico SIMEPAR Evolução e Aspectos Institucionais Missão e Foco de Atuação Modelo Institucional Sistemas de Monitoramento e Previsão Produtos, Serviços e Sistemas Áreas de Pesquisa & Desenvolvimento Ações Estratégicas

Leia mais

Comunicado 35 Técnico

Comunicado 35 Técnico Comunicado 35 Técnico ISSN 1516-8638 Jaguariúna, SP Maio, 2006 Estação Meteorológica Automática da Embrapa Meio Ambiente Anderson Soares Pereira 1 A Embrapa Meio Ambiente, localizada no município de Jaguariúna,

Leia mais

Reinaldo Lúcio Gomide Embrapa Milho e Sorgo

Reinaldo Lúcio Gomide Embrapa Milho e Sorgo DETERMINAÇÃO DA VARIABILIDADE ESPAÇO-TEMPORAL DE DEMANDA HÍDRICA E PRODUTIVIDADE DA ÁGUA EM ESCALA REGIONAL POR MEIO DE TÉCNICAS DE SENSORIAMENTO REMOTO AGRÍCOLA, ASSOCIADAS À MODELAGEM, GEOPROCESSAMENTO

Leia mais

Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011

Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011 Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011 1. Introdução O inverno de 2011 foi marcado por excessos de chuva na Região Sul do país que, por sua

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais

MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI

MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI RELATÓRIO MENSAL DE ATIVIDADES MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI ABRIL/2006 CONVÊNIO 09.02.06.00.100.925/2000 CASAN Companhia Catarinense de Águas e Saneamento

Leia mais

ANÁLISE QUALITATIVA DE EVENTOS DE PRECIPITAÇÃO INTENSA NA BACIA DO GREGÓRIO, SÃO CARLOS - SP

ANÁLISE QUALITATIVA DE EVENTOS DE PRECIPITAÇÃO INTENSA NA BACIA DO GREGÓRIO, SÃO CARLOS - SP ANÁLISE QUALITATIVA DE EVENTOS DE PRECIPITAÇÃO INTENSA NA BACIA DO GREGÓRIO, SÃO CARLOS - SP Anaí Floriano Vasconcelos, Juliana Pontes Machado de Andrade 2, Eduardo Mario Mendiondo ³ Escola de Engenharia

Leia mais

ANÁLISE DA PASSAGEM DE UM SISTEMA FRONTAL NO SUL DE SANTA CATARINA EM AGOSTO DE 2005. Rafael Marques 1

ANÁLISE DA PASSAGEM DE UM SISTEMA FRONTAL NO SUL DE SANTA CATARINA EM AGOSTO DE 2005. Rafael Marques 1 ANÁLISE DA PASSAGEM DE UM SISTEMA FRONTAL NO SUL DE SANTA CATARINA EM AGOSTO DE 2005. Rafael Marques 1 RESUMO: Este artigo descreve a ocorrência da passagem de um sistema frontal em Tubarão, região sul

Leia mais

Sistema de Monitoramento e Alerta da Bacia do Itajaí

Sistema de Monitoramento e Alerta da Bacia do Itajaí Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de SC Sistema de Monitoramento e Alerta da Bacia do Itajaí Tecnologia e Sistemas de Informação Lúcia Morais Kinceler Previsão e monitoramento

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL JULHO/AGOSTO/SETEMBRO - 2015 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural JUNHO/2015 Previsão trimestral Os modelos de previsão climática indicam que o inverno

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹

DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹ DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹ BINS, Fernando Henrique²; TEIXEIRA, Laís³; TEIXEIRA, Marília 4 ; RIBEIRO, Mariana 5 1 Trabalho de pesquisa_unifra ² Acadêmico

Leia mais

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL Francisca Cardoso da Silva Lima Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Estadual do Piauí Brasil Franlima55@hotmail.com

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 053/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: CPFL GERAÇÃO AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 053/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: CPFL GERAÇÃO AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL Rod. Campinas Mogi-Mirim, km 2,5 Campinas. SP. Brasil. 13088-900 cpfl@cpfl.com.br www.cpfl.com.br CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 053/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: CPFL GERAÇÃO AGÊNCIA NACIONAL

Leia mais

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros Carlos Alexandre Cernach Silveira 2 Gabrielle Rodrigues de Macedo 2 Ludimila Lima da Silva 1 Mauro Silvio Rodrigues 2

Leia mais

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor.

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Francisco Vecchia Departamento de Hidráulica e Saneamento Escola de Engenharia

Leia mais

ABSTRACT. Palavras-chave: Aviso Meteorologia Especial, INMET, São Paulo. 1 - INTRODUÇÃO

ABSTRACT. Palavras-chave: Aviso Meteorologia Especial, INMET, São Paulo. 1 - INTRODUÇÃO Avisos Meteorológicos Especiais: Um Estudo de Caso para a Cidade de São Paulo-SP Josefa Morgana Viturino de Almeida¹; Wagner de Aragão Bezerra². 1, 2 Meteorologista, Instituto Nacional de Meteorologia

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informação Lúcia Morais Kinceler

Tecnologia e Sistemas de Informação Lúcia Morais Kinceler Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de SC Sistema de Monitoramento e Alerta da Bacia do Itajaí Tecnologia e Sistemas de Informação Lúcia Morais Kinceler Previsão e monitoramento

Leia mais

ANEXO I EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 008/2014

ANEXO I EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 008/2014 ANEXO I EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 008/2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS AMBIENTAIS PARA O PROCESSO DE LICENÇA DE INSTALAÇÃO DO ALTEAMENTO DO VERTEDOURO DA BARRAGEM DO CIPÓ 1)

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DEL REI (MG)

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DEL REI (MG) ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DEL REI (MG) Alan Cássio Campos 1 Julio Cezar Costa 1 Gabriel Pereira 1 E-mail: allancassiio@hotmail.com; juliocezar188@hotmail.com pereira@ufsj.edu.br

Leia mais

MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL

MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL SEDIMENT YIELD MODELING USING AN ALTERNATIVE ENVIRONMENTAL SCENARIO IN NORTHWESTERN

Leia mais

ANEXO 1 Relação e orientação de Demarcação das Unidades de Manejo Florestal UMF

ANEXO 1 Relação e orientação de Demarcação das Unidades de Manejo Florestal UMF ANEXO 1 Relação e orientação de Demarcação das Unidades de Manejo Florestal UMF A 3 licitação para concessão em floresta pública no Estado do Pará será realizada na Floresta Estadual (FLOTA) do Paru, localizada

Leia mais

Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1:

Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1: IPH 111 Hidráulica e Hidrologia Aplicadas Exercícios de Hidrologia Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1: Tabela 1 Características

Leia mais

Manual de Referência Técnica ELEVAC 200

Manual de Referência Técnica ELEVAC 200 Manual de Referência Técnica ELEVAC 200 t e c n o l o g i a em e l e v a d o r e s t e c n o l o g i a em e l e v a d o r e s APRESENTAÇÃO O Elevador Pneumático Elevac-200, com patente registrada, fabricado

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,

Leia mais

Usos de Imagens de Satélite, Estimativa Quantitativa de Precipitação e Previsão de Precipitação a Curto Prazo pela Agência de Meteorologia do Japão

Usos de Imagens de Satélite, Estimativa Quantitativa de Precipitação e Previsão de Precipitação a Curto Prazo pela Agência de Meteorologia do Japão Usos de Imagens de Satélite, Estimativa Quantitativa de Precipitação e Previsão de Precipitação a Curto Prazo pela Agência de Meteorologia do Japão 26 de Fevereiro de 2014 Departamento de Previsão, Divisão

Leia mais

SMT. Sistema de Monitoramento de Temperatura das Redes de Alta Tensão

SMT. Sistema de Monitoramento de Temperatura das Redes de Alta Tensão SMT Sistema de Monitoramento de Temperatura das Redes de Alta Tensão Diante do incremento continuado da demanda de energia e das dificuldades de ampliação da rede elétrica, faz-se necessário otimizar o

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL O processo administrativo para aprovação e licenciamento de atividades em geral junto à Prefeitura Municipal de Santa Clara do Sul

Leia mais

Centro Virtual para Avisos de Eventos Meteorológicos Severos Manual do Usuário. 1ª REVISÃO, junho de 2013

Centro Virtual para Avisos de Eventos Meteorológicos Severos Manual do Usuário. 1ª REVISÃO, junho de 2013 Centro Virtual para Avisos de Eventos Meteorológicos Severos Manual do Usuário 1ª REVISÃO, junho de 2013 Sumário 1 - Introdução 1.1 Objetivo Sumário... 2 1 - Introdução... 4 1.1 Objetivo... 4 1.2 - Antecedentes...

Leia mais

IMPACTO DA BARRAGEM DE CAMARÁ SOBRE O HIDROGRAMA DE CHEIA NA CIDADE DE ALAGOA GRANDE/PB. Elisângela do Rego Lima

IMPACTO DA BARRAGEM DE CAMARÁ SOBRE O HIDROGRAMA DE CHEIA NA CIDADE DE ALAGOA GRANDE/PB. Elisângela do Rego Lima IMPACTO DA BARRAGEM DE CAMARÁ SOBRE O HIDROGRAMA DE CHEIA NA CIDADE DE ALAGOA GRANDE/PB Elisângela do Rego Lima INTRODUÇÃO As inundações (freqüência e magnitude); Alagoa Grande (332,6 km²); Maior enchente

Leia mais

Aspectos de mudanças climáticas no componente hidrológico dos projetos e operação de barragens

Aspectos de mudanças climáticas no componente hidrológico dos projetos e operação de barragens Aspectos de mudanças climáticas no componente hidrológico dos projetos e operação de barragens Mesa redonda: Mudanças Climáticas (ClimateChanges) XXVIII Seminário Nacional de Grandes Barragens Rio de Janeiro.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003

RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003 RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003 Dispõe sobre procedimentos referentes à emissão de declaração de reserva de disponibilidade hídrica e de outorga de direito de uso de recursos hídricos, para uso

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DE CONSULTORIA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DE CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GESTÃO PARA REMEDIAÇÃO E PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DA SUB-BACIA ATIBAIA COM ENFASE NO RESERVATÓRIO DE SALTO GRANDE AMERICANA SP TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS

TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS Taísa Das Dores Pereira; Maria Gertrudes Alvarez Justi Da Silva. Universidade Federal Fluminense, taisaddp@id.uff.br;

Leia mais

MARINHA DO BRASIL CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA GLOSS

MARINHA DO BRASIL CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA GLOSS MARINHA DO BRASIL CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA GLOSS Global Sea Level Observing System Agosto - 2006 Sumário Introdução GLOSS Brasil Realizações GLOSS GLOSS - Global Sea Level Observing System - Sistema

Leia mais

PREVISÃO DO TEMPO PARA O MUNICÍPIO DE RIO DO SUL-SC

PREVISÃO DO TEMPO PARA O MUNICÍPIO DE RIO DO SUL-SC PREVISÃO DO TEMPO PARA O MUNICÍPIO DE RIO DO SUL-SC Gean Carlos CANAL 1 ; Leonardo de Oliveira NEVES 2 ; Isaac Weber PITZ 3 ; Gustavo SANGUANINI 4 1 Bolsista interno IFC; 2 Orientador; 3 Graduando Agronomia;

Leia mais

ART-01/12. COMO CALCULAMOS A EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA (ETo)

ART-01/12. COMO CALCULAMOS A EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA (ETo) Os métodos de estimativa da evapotranspiração estão divididos em métodos diretos, por meio do balanço de água no solo e pelos métodos indiretos, por meio do uso de dados meteorológicos. Os métodos diretos

Leia mais

EIA/TIA 569-B infra-estrutura caminhos e espaços

EIA/TIA 569-B infra-estrutura caminhos e espaços ANSI EIA/TIA 569-B EIA/TIA 569-B infra-estrutura caminhos e espaços Conforme a EIA/TIA 569A a infra-estrutura é dividida nos seguintes subsistemas: Área de Trabalho; Percursos horizontais; Sala ou armário

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX Rita Yuri Ynoue Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo.

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E/OU ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE EMPREENDIMENTOS

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E/OU ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE EMPREENDIMENTOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E/OU ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE EMPREENDIMENTOS ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. PROCEDIMENTOS... 3 3. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS...

Leia mais

WEB VISUALIZADOR SSD SABESP - MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

WEB VISUALIZADOR SSD SABESP - MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO WEB VISUALIZADOR SSD SABESP - MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Nilzo Renê Fumes 1 ; Carlos Toshio Wada 2 Resumo - O desenvolvimento do visualizador do Sistema de Suporte a Decisões da Sabesp

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA Anexo II.9 Especificações do Sistema de Monitoramento da Frota PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA ÍNDICE 1 OBJETIVOS... 2 2 ESPECIFICAÇÃO BÁSICA... 2 2.1 Aquisição de Dados Monitorados do Veículo...

Leia mais

Eberhardt Comércio e Assist. Técnica. Ltda.

Eberhardt Comércio e Assist. Técnica. Ltda. Rua das Cerejeiras, 80 Ressacada CEP 88307-330 Itajaí SC Fone/Fax: (47) 3349 6850 Email: vendas@ecr-sc.com.br Guia de instalação, operação e manutenção do sistema de monitoramento de poços ECR. Cuidados

Leia mais

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo O presente Termo de Referência tem como objetivo estabelecer um referencial

Leia mais

MODERNIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS DAS REDES DE MONITORIZAÇÃO HIDRO METEOROLÓGICA

MODERNIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS DAS REDES DE MONITORIZAÇÃO HIDRO METEOROLÓGICA MODERNIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS DAS REDES DE MONITORIZAÇÃO HIDRO METEOROLÓGICA Lisboa, 18 de julho de 2014 Cláudia Brandão APA Missão Propor, desenvolver e acompanhar a gestão

Leia mais

NOTA TÉCNICA: CHUVAS SIGNIFICATIVAS EM JUNHO DE 2014 NA REGIÃO SUDESTE DA AMÉRICA DO SUL

NOTA TÉCNICA: CHUVAS SIGNIFICATIVAS EM JUNHO DE 2014 NA REGIÃO SUDESTE DA AMÉRICA DO SUL NOTA TÉCNICA: CHUVAS SIGNIFICATIVAS EM JUNHO DE 2014 NA REGIÃO SUDESTE DA AMÉRICA DO SUL No mês de junho de 2014 foram registradas precipitações significativas no sul do Brasil, centro e leste do Paraguai

Leia mais

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS Um programa para integrar objetivos ambientais e sociais na gestão das águas Superintendência de Desenvolvimento da Capital -

Leia mais

Secretaria de Estado da Defesa Civil

Secretaria de Estado da Defesa Civil HISTÓRICO DOS DESASTRES EM SANTA CATARINA E AÇÕES DA SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL Aldo Baptista Neto Major Bombeiro Militar Diretor de Resposta a Desastres Histórico dos Desastres no Estado 1974

Leia mais

MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO Identificação do requerente Pessoa física. Caixa Postal Município UF CEP DDD Fone Fax E-mail

MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO Identificação do requerente Pessoa física. Caixa Postal Município UF CEP DDD Fone Fax E-mail 1 Definição: Retirada de minerais (como areia, argila e etc.) do fundo dos rios com a utilização de dragas, para fins industriais ou de comercialização. Nome CPF Endereço MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO Identificação

Leia mais

IRMÃOS ZEN S.A IND. METALÚRGICA

IRMÃOS ZEN S.A IND. METALÚRGICA IRMÃOS ZEN S.A IND. METALÚRGICA Sumário 1. TENSIONADOR DE BORRACHA ZEN... 1 1.1. Partes do Tensionador... 1 1.2. Alocação na Bancada... 1 1.3. Melhorias na Bancada... 2 2. TANQUES DE COMBUSTÍVEL DE RETORNO...

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO OBRA: UNIDADE DE ACOLHIMENTO ADULTO PREFEITURA MUNICIPAL DE SOBRAL ENDEREÇO: Rua Dinamarca, S/N Sobral - Ceará PROJETO: HIDRO-SANITÁRIO E ÁGUAS PLUVIAIS

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL

ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL Resolução nº 002 de 09 de maio de 2011. O Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

Manual de Referência Técnica Elevac 200

Manual de Referência Técnica Elevac 200 Apresentação O Elevador Pneumático Elevac, fabricado pela Elevac Tecnologia em Elevadores, indústria brasileira, com patente registrada, é um sistema de transporte vertical pneumático, sem cabos, pistões

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NA CIDADE DE SALVADOR (BA): CORRELAÇÃO ESTATÍSTICA DE SETE ESTAÇÕES PARA MODELAGEM DE PREVISÃO

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NA CIDADE DE SALVADOR (BA): CORRELAÇÃO ESTATÍSTICA DE SETE ESTAÇÕES PARA MODELAGEM DE PREVISÃO 674 ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NA CIDADE DE SALVADOR (BA): CORRELAÇÃO ESTATÍSTICA DE SETE ESTAÇÕES PARA MODELAGEM DE PREVISÃO Tayná Freitas Brandão¹; Rosângela Leal Santos². 1. Graduanda em Engenharia Civil

Leia mais

Recomendações sobre o Site da Epagri/Ciram

Recomendações sobre o Site da Epagri/Ciram Recomendações sobre o Site da Epagri/Ciram Atendendo a Ordem de Serviço nº 002/2011, do Chefe da Epagri/Ciram, Edson Silva, que instituiu o Comitê Editorial do site da Epagri/Ciram, formado pelos funcionários:

Leia mais

MANUAL DE REFERÊNCIA TÉCNICA - ELEVAC 200 APRESENTAÇÃO PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

MANUAL DE REFERÊNCIA TÉCNICA - ELEVAC 200 APRESENTAÇÃO PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO 1 MANUAL DE REFERÊNCIA TÉCNICA - ELEVAC 200 APRESENTAÇÃO O Elevador Pneumático Elevac-200, com patente registrada, fabricado pela Elevac Tecnologia em Elevadores, indústria brasileira, é um sistema de

Leia mais

Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC)

Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC) Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC) Várias cidades da faixa litorânea do Estado de Santa Catarina (SC) foram castigadas por intensas chuvas anômalas ocorridas durante

Leia mais

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES P.11 Programa de Monitoramento Hidrossedimentológico Relatório Semestral EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES DO PROGRAMA INTEGRANTES

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011 INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011 1. Objeto. 2. Referências. OUTORGA DE APROVEITAMENTOS HIDRELÉTRICOS UHE / PCH / CGH 3. Obtenção de outorgas junto ao. 4. Fluxograma dos procedimentos para uso

Leia mais

DISCIPLINA: SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO PROFESSOR: CÁSSIO FERNANDO SIMIONI

DISCIPLINA: SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO PROFESSOR: CÁSSIO FERNANDO SIMIONI ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre procedimentos referentes à emissão de Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH) e de outorga de direito de uso de recursos

Leia mais

Todos os Registros no site referem-se aos momentos em que o equipamento estava conectado (decorrente dos dois eventos acima descritos).

Todos os Registros no site referem-se aos momentos em que o equipamento estava conectado (decorrente dos dois eventos acima descritos). 1. Como funcionado Equipamento? O Rastreador instalado é um equipamento Hibrido que utiliza tecnologia de transmissão de dados por Satélite e via Operadora de Telefone. O Satélite informa ao equipamento

Leia mais

10. Não raro, a temperatura no Rio de Janeiro cai bruscamente em função da chegada de "frentes" frias.

10. Não raro, a temperatura no Rio de Janeiro cai bruscamente em função da chegada de frentes frias. Nome: Nº: Turma: Geografia 1º ano Apoio Didático - Exercícios Silvia Jun/09 10. Não raro, a temperatura no Rio de Janeiro cai bruscamente em função da chegada de "frentes" frias. a) O que são "frentes"?

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL NO ESTADO DE RONDÔNIA

ESTUDO DA VIABILIDADE DO APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL NO ESTADO DE RONDÔNIA ISSN 1984-9354 ESTUDO DA VIABILIDADE DO APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL NO ESTADO DE RONDÔNIA Sérgio Luiz Souza Nazário (UNESC) Natália Sanchez Molina (UNESC) Rafael Germano Pires (UNESC) Débora Pereira

Leia mais

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM Como funciona um aerogerador Componentes de um aerogerador Gôndola:contém os componentes chaves do aerogerador. Pás do rotor:captura o vento e transmite sua potência até o cubo que está acoplado ao eixo

Leia mais

COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL

COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL Roteiro para montagem de um Plano Preventivo de Defesa Civil Apresentamos o presente roteiro com conteúdo mínimo de um Plano Preventivo de Defesa Civil ou Plano de

Leia mais

DQuest. Determinação da posição e velocidade por Satélite (GPS) Localização e disponibilização de informações de veículos por tecnologia wireless

DQuest. Determinação da posição e velocidade por Satélite (GPS) Localização e disponibilização de informações de veículos por tecnologia wireless DQuest Localização Localização, controle e gerenciamento de frotas Determinação da posição e velocidade por Satélite (GPS) Localização e disponibilização de informações de veículos por tecnologia wireless

Leia mais

PLANO DIRETOR DE DRENAGEM URBANA

PLANO DIRETOR DE DRENAGEM URBANA II Seminário Estadual de Saneamento Ambiental PLANO DIRETOR DE DRENAGEM URBANA Prof. Dr. Eng. Civil Adilson Pinheiro Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Departamento de Engenharia Civil UNIVERSIDADE

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011 MÓDULO 2 Projetista SAS Pequeno Porte Passo a Passo de Instalação ABRAVA -São Paulo,Maio de 2011 Luciano Torres Pereira Leonardo Chamone Cardoso

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Velti Ponto (REP) O Velti Ponto está homologado de acordo com a Portaria nº 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em 10 modelos que se diferenciam pela tecnologia de identificação (leitores),

Leia mais

PREVISÃO HIDROLÓGICA E ALERTA DE ENCHENTES PANTANAL MATO-GROSSENSE

PREVISÃO HIDROLÓGICA E ALERTA DE ENCHENTES PANTANAL MATO-GROSSENSE PREVISÃO HIDROLÓGICA E ALERTA DE ENCHENTES PANTANAL MATO-GROSSENSE Previsão de Níveis do Pantanal MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA MME COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS CPRM 1. Descrição da Atividade

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA INÍCIO DE OBRA

ORIENTAÇÕES PARA INÍCIO DE OBRA ORIENTAÇÕES PARA INÍCIO DE OBRA Associação Alphaville Salvador Residencial 1 PROCEDIMENTOS PARA INÍCIO DE OBRA 1. Entregar uma cópia do jogo de Plantas Aprovadas pela Prefeitura Municipal de Salvador e

Leia mais

ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP

ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP Aprova a Norma Técnica nº 010/2005-CBMAP, sobre atividades eventuais no Estado do Amapá,

Leia mais

CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CONTRIBUIÇÃO AO PROCESSO DE. CONSULTA PÚBLICA n o 008/2013

CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CONTRIBUIÇÃO AO PROCESSO DE. CONSULTA PÚBLICA n o 008/2013 CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CONTRIBUIÇÃO AO PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA n o 008/2013 ESTABELECER CONDIÇÕES E PROCEDIMENTOS A SEREM OBSERVADOS PARA INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE ESTAÇÕES DE MEDIÇÃO

Leia mais

Superintendência de Gestão da Rede Hidrometeorológica SGH Valdemar Santos Guimarães

Superintendência de Gestão da Rede Hidrometeorológica SGH Valdemar Santos Guimarães 2a Edição República Federativa do Brasil Dilma Vana Rousseff Presidente Ministério do Meio Ambiente (MMA) Izabella Mônica Vieira Teixeira Ministra Agência Nacional de Águas (ANA) Diretoria Colegiada Vicente

Leia mais

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Pedro Feres Filho São Paulo, Brasil e-mail: pedro@pasa.com.br 1- Resumo Este trabalho teve como objetivo apresentar

Leia mais

PLANO SIMPLES DE MANUTENÇÃO DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA ENERGÉTICA

PLANO SIMPLES DE MANUTENÇÃO DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA ENERGÉTICA ENERGÉTICA IND.E COM. LTDA. Rua Gravataí, 99 Rocha CEP 20975-030 Rio de Janeiro RJ CNPJ 29.341.583/0001-04 IE 82.846.190 Fone: (21) 2501-1998 / (21) 3797-9800 Fax: (21) 2241-1354 www.energetica.ind.br

Leia mais

PREVISÃO HIDROLÓGICA E ALERTA DE ENCHENTES PANTANAL MATO-GROSSENSE

PREVISÃO HIDROLÓGICA E ALERTA DE ENCHENTES PANTANAL MATO-GROSSENSE PREVISÃO HIDROLÓGICA E ALERTA DE ENCHENTES PANTANAL MATO-GROSSENSE Previsão de Níveis do Pantanal MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA MME COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS CPRM 1. Descrição da Atividade

Leia mais