CONSULTORIA EM RELAÇÕES PÚBLICAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONSULTORIA EM RELAÇÕES PÚBLICAS"

Transcrição

1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS PROJETO EXPERIMENTAL IV MONOGRAFIA CONSULTORIA EM RELAÇÕES PÚBLICAS Rosângela Ely Orientadora: Profª. Neka Machado Porto Alegre, junho de 2003

2 DEDICATÓRIA Dedico meu trabalho a meus amados pais que sempre acreditaram e me impulsionaram em todos os momentos a perseguir meus sonhos. Aos meus irmãos e a todos que, de uma forma ou de outra, me incentivaram a estar aqui. Obrigada pela paciência, amor e compreensão.

3 AGRADECIMENTOS Agradeço a minha professora e orientadora Neka Machado, pela dedicação, atenção, paciência e incentivo. Agradeço e parabenizo o Irmão Demétrio (sobrenome) pela ajuda e pelo lindo trabalho que realiza. Aos meus estimados professores e autores que me tornaram apaixonada por esta profissão. 3

4 A única maneira de descobrir os limites do possível está em aventurarse um pouquinho pelos cenários do impossível. 4

5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 6 1 O MERCADO DE TRABALHO NA SOCIEDADE MODERNA A FLEXIBILIDADE E PRODUTIVIDADE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO EMPREENDEDORISMO 13 2 A COMUNICAÇÃO NA SOCIEDADE MODERNA RELAÇÕES PÚBLICAS PUBLICIDADE E PROPAGANDA JORNALISMO MARKETING 26 3 CONSULTORIA O CONCEITO DE CONSULTORIA A ATIVIDADE DE CONSULTORIA O PAPEL DO CONSULTOR COMO SE DESENVOLVE O TRABALHO DE CONSULTORIA AS VANTAGENS E AS DESVANTAGENS DA CONSULTORIA CONSULTORIA EM RELAÇÕES PÚBLICAS 47 4 ANÁLISE DO CASO CASO BLACK & DECKER BRASIL ENTREVISTA ANÁLISE 60 CONSIDERAÇÕES FINAIS 65 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 66 ANEXOS 70 ANEXO 1 entrevista LVBA 70 5

6 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem por objetivo expor o contexto em que está situada a atividade de consultoria em Relações Púbicas. A escolha deste tema ocorreu neste último semestre do curso, quando comecei a estagiar com uma consultora especializada em Relações Públicas, prestando serviços a uma rede de restaurantes em Porto Alegre. Foi quando comecei também a planejar o começo a minha carreira profissional. Percebi que atualmente, as empresas estão começando a delegar uma pequena parcela, mas relevante, das suas prioridades na busca de melhores resultados e a satisfação imediata do seu cliente, tanto interno, quanto externo. A consultoria empresarial representa uma das atividades que mais têm evoluído nos últimos anos em todo o mundo e, particularmente, no Brasil. Com significativas mudanças no contexto empresarial, o mercado pede consultores prestadores deste serviço. A consultoria em Relações Públicas pretende auxiliar as relações entre empresa e os seus públicos, para que encontrem soluções para os seus problemas e busquem novos rumos para o seu desenvolvimento. Por este motivo cada vez mais o trabalho de consultoria é procurado pelas organizações, justificando assim, a realização deste trabalho sobre este tema, no ideal de estudar mais a fundo os benefícios desta atividade. A arte da comunicação requer diversas ferramentas para traçar o caminho mais eficiente na conquista do sucesso das empresas. Escrevo a minha 6

7 monografia sobre consultoria, por ser ela justamente uma ferramenta muito eficaz no diagnóstico, prevenção de problemas e manutenção das RRPP das empresas, que é o que pretendo fazer ao término deste curso. O primeiro capítulo disserta sobre o mercado de trabalho, sua flexibilidade e a produtividade do brasileiros, onde surge o primeiro passo para a escolha da profissão. No segundo capítulo contextualizamos a comunicação na sociedade moderna, definindo as áreas de possível atuação. e por final a consultoria, onde explicitamos o seu conceito, as atividades, o papel do consultor, o desenvolvimento do trabalho e as vantagens e desvantagens da consultoria. No terceiro capítulo são abordados a conceituação de consultoria, suas atividades, o papel do consultor, a identificação do desenvolvimento da atividade e as suas vantagens e desvantagens. No último capítulo faremos análise de caso de uma consultoria em um gerenciamento de crise da Black & Decker. A metodologia utilizada para este trabalho de conclusão é o método de leitura, com técnica de pesquisa bibliográfica e documental, formando a base teórica dos capítulos. 1 O MERCADO DE TRABALHO NA SOCIEDADE MODERNA Este primeiro capítulo procura analisar o comportamento do mercado de trabalho urbano brasileiro nesta fase de globalização que estamos vivendo. 7

8 Analisando a literatura sobre o mercado de trabalho no Brasil verificamos que até o início dos anos 80 pouca ênfase se dava à discussão sobre a geração de empregos. Segundo Paiva (1996, P. 7): De uma maneira estilizada, pode-se dizer que havia uma visão, até certo ponto consensual, de que o crescimento do emprego era unicamente função do crescimento econômico. Essa visão estilizada era amparada no fato de que o nível de desemprego na economia não aumentava. Havia uma certa estabilidade no mercado de trabalho, na ótica do nível de emprego. p. 8): Mas recentemente muito mudou nesse quadro, segundo Paiva (1996, A oferta de mão-de-obra vem sofrendo mudanças bastante significativas, em razão da redução no ritmo de crescimento da população e de seus efeitos sobre a estrutura etária, e do rápido aumento no ingresso das mulheres no mercado de trabalho. Podemos observar também que mudanças profundas estão ocorrendo do lado da demanda. O processo de abertura da economia brasileira, a incorporação de mudanças tecnológicas, novas formas de gestão de mão-de-obra, o impacto das relações de trabalho sobre custos do fator trabalho e a necessidade crescente no aumento da produtividade impõem transformações significativas no volume, no ritmo e na qualidade dos novos empregos gerados. Apoiados na idéia de Paiva (1996, p.8) podemos dizer que estudar o mercado de trabalho têm importância capital na discussão da política macroeconômica e na escolha de alternativas de políticas que possam garantir a consecução dos objetivos da estabilidade monetária com a geração de empregos. 8

9 1.1 A FLEXIBILIDADE E PRODUTIVIDADE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO O comportamento do mercado de trabalho é de grande importância no desempenho da economia. Segundo nossos estudos, ele afeta o volume de empregos criados, as taxas de desemprego e de aumento da produtividade, o grau de conflito entre agentes, o montante de investimentos em treinamento e qualificação e muitas outras variáveis importantes que, juntas, determinam o desempenho econômico de um país ou uma região. Boa parte do comportamento dessas variáveis está estreitamente ligada ao que os economistas especializados em mercado de trabalho chamam de flexibilidade do mercado de trabalho. Segundo Camargo (1996, p. 11): A própria flexibilidade depende do custo do ajuste às diferentes condições econômicas. Se o ajuste não tivesse um custo, a adaptação a mudanças econômicas exógenas seria instantânea e a flexibilidade do mercado de trabalho não constituiria um problema. Mas, em geral, o custo do ajuste é elevado e difuso. Por isso leva tempo e a flexibilidade não é completa. Apoiados na idéia de Camargo (1996, p. 12), podemos verificar que a flexibilidade do mercado de trabalho tem muitas dimensões. As firmas podem ajustar sua força de trabalho reduzindo ou aumentando salários reais, demitindo ou contratando novos empregados, treinando e reciclando sua mão-de-obra, modificando a estrutura de produção e sua própria estrutura de cargos. 9

10 Podemos analisar que o custo do ajuste e, portanto, o grau e as dimensões da flexibilidade do mercado de trabalho dependem de vasto conjunto de fatores. Para Camargo (1996, p.13): Um fator muito importante é a estrutura institucional que regula o comportamento do mercado de trabalho. As normas formais e informais que determinam a estrutura do contrato de trabalho, os incentivos criados para agentes e organizações, os sindicatos trabalhistas e organizações patronais, o grau e o custo do cumprimento das normas e contratos, tudo isso desempenha papel muito importante na determinação dos custos de ajuste e, portanto, no grau e nas dimensões da flexibilidade do mercado de trabalho. Podemos dizer que estes fatores influenciam nos salários e na rotatividade da mão-de-obra, indicando que referente ao pagamento e a demissão e admissão de empregados, o mercado de trabalho brasileiro é muito flexível. Seguindo esta mesma linha de raciocínio, podemos dizer que os resultados de todos estes fatores são conseqüências das instituições que regulam o mercado de trabalho brasileiro. Para Camargo (1996, p. 12): Essas instituições criam incentivos para contratos de trabalho de curto prazo e para que haja pouquíssimos vínculos entre empregaods e empregadores no transcorrer da relação de emprego. As demissões têm custo relativamente baixo e os empregados recebem uma indenização em dinheiro quando são demitidos. Por outro lado, o fato de a Justiça de Trabalho ter a última palavra na resolução de conflitos, no nível tanto individual quanto coletivo, não gera incentivos suficientes para que firmas e empregados estabeleçam negociações em todos os níveis. 10

11 Camargo (1996, p. 13) ainda diz que: Temos um mercado de trabalho que gera um grande número de empregos, mas de baixa qualidade e produtividade, e uma mão-de-obra pouco qualificada". Assim analisamos que a qualificação dos trabalhadores deixa a desejar e é muito específica, como diz Camargo (1996, p. 13): Há pouquíssima flexibilidade no que diz respeito a mudanças ocupacionais para adaptar a força de trabalho a novas condições econômicas, sobretudo tecnológicas e de demanda. Apoiados em estudos sobre o emprego dos brasileiros, podemos dizer que um bom indicador do grau de flexibilidade do mercado de trabalho para se adaptar a choques exógenos é o modo pelo qual a taxa de desemprego aberto varia. Se a taxa de desemprego é relativamente estável e não varia muito com os choques, é sinal de que o mercado de trabalho é flexível. Isso mostra que o ajustamento foi em grande parte absorvido pelas variações dos salários reais. Se a taxa de desemprego aumenta, o mercado de trabalho é rígido. Segundo Camargo (1996, p. 29): A duração do desemprego, o prazo do contrato de trabalho e o índice de rotatividade no emprego são indicadores do grau de flexibilidade do mercado de trabalho. O site da OUL: jhtm, publicou em abril deste ano que taxa de desemprego no Brasil subiu para 12,1 por cento em março, comparada a uma leitura de 11,6 por cento em fevereiro, refletindo mais uma vez os efeitos dos juros altos e do fraco crescimento econômico. 11

12 Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas desocupadas cresceu 5,4 por cento, chegando a 2,515 milhões em março. Já o número de pessoas trabalhando ficou praticamente estável, com ligeira alta de 0,1 por cento, passando para 18,244 milhões. "(A taxa de desemprego) subiu bem, eu esperava um avanço, mas menor. Com certeza esse aperto monetário está asfixiando a economia. O pessoal (Banco Central) está sendo conservador demais, a economia está engessada", afirmou Marcelo Ávila, economista-chefe da consultoria Global Invest. Nesta citação de Marcelo Ávila podemos comprovar o quanto o desemprego é influenciado pela economia, mostrando assim que um varia conforme o outro. A questão do desemprego vem se tornando cada vez mais debatida no Brasil, dado o aumento nas taxas observado nos últimos anos. Pesquisando sobre o desemprego, observamos que muitos estudos tentam entender melhor os determinantes deste fator, ou seja, como a incidência do desemprego varia de acordo com as características de cada pessoa, tais como idade, educação, ocupação, região, etc. Entretanto, segundo Menezes (apud Camargo, 2002, p. 93): Um aspecto tão importante como a incidência, e muito menos estudado, diz respeito à duração do desemprego, ou seja, o tempo que os trabalhadores permanecem procurando emprego e como esta duração depende das características de cada trabalhador. 12

13 Assim, podemos dizer que esta questão é importante por duas razões fundamentais: em primeiro lugar, o bem-estar do trabalhador depende muito mais do tempo em que ele fica desempregado do que do mero fato de ele estar ou não empregado. Em segundo lugar, em termos de política econômica é importante diferenciar uma situação em que o aumento da taxa de desemprego se dá via aumento de incidência com duração constante de uma situação de aumento de duração com incidência constante. Após este estudo, podemos concluir que são necessárias novas alternativas de trabalho que comportem o mercado de trabalho brasileiro. Este tema estudarmos a seguir no próximo capítulo. 1.2 EMPREENDEDORISMO Situados neste contexto de mercado de trabalho brasileiro, numa época em que o emprego é cada vez mais raro, os iniciantes no mercado precisam aprender a ser, antes de mais nada, empreendedores. Observamos nos estudos realizados sobre este assunto, que não há consenso sobre o fenômeno do empreendedorismo, neologismo derivado da livre tradução da palavra entrepreneuship, sendo utilizada para designar estudos relativos ao empreendedor, seu perfil, origens, sistema de atividades, universo de atuação, o mesmo acontecendo ao conceito de empreendedor. Segundo Filon (1991, p. 54): Seu significado é alterado, considerando-se o país e a época e, além disso, pelo fato de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento se interessarem pelo tema foram geradas suas diversas definições. 13

14 Então podemos analisar que diversas são as definições de empreendedorismo, coincidentemente como as Relações Públicas, que é a substância essencial deste trabalho. empreendedorismo: Dolabela (1999, p. 67) nos mostra as duas faces do Duas são as correntes principais: a dos economistas, que associam o empreendedor à inovação e ao seu papel fundamental no desenvolvimento econômico, e a dos comportamentalistas que enfatizam aspectos atitudinais do empreendedor, atribuindo-lhe as características como criatividade, intuição e persistência. Para Schumpeter (1968, p. 73): O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e matérias. Podemos analisar uma certa ruptura de paradigmas nesta citação. A palavra destrói nos leva a uma concepção destruição, logo podemos prever uma construção de uma nova ordem econômica, emitindo assim, um aspecto de inovação, pioneirismo e liderança, diferente da conceituação de empreendedorismo de Kirzner (1960, p. 12) que diz: Empreendedor é aquele que cria um equilíbrio, encontrando uma posição clara e positiva em um ambiente de caos e turbulência, ou seja, identifica oportunidades na ordem presente. Em sua definição, Kirzner (1960, p. 12) nos passa uma impressão de tranqüilidade, equilíbrio. Podemos pensar em uma certa frieza do seu pensamento, pois na maioria das vezes os funcionários de uma empresa ficam histéricos em 14

15 momentos de crise empresarial, mas ao mesmo tempo podemos avaliar essa idéia como lógica e racional. Podemos avaliar que já não é mais possível dizer para o empresário dedicar-se basicamente a tocar seus negócios sem preocupações com o ambiente externo. Nos dias de hoje tudo ficou frenético, e uma empresa pode perder mercado em questão de dias, se o seu executivo não estiver atento a suas ao que acontece a sua volta, se mostrando competitivo, tendo uma visão diferenciada do mercado, em fim, se mostrando melhor do que a média. Segundo nossos estudos, a figura do empreendedor vem aparecendo em diversas discussões teóricas nos últimos anos, mais amiúde nos estudos sobre planejamento e estratégia empresariais. É, então, necessária uma prévia reflexão sobre quem são os empreendedores. Analisando a idéia de Dolabela (1999, p. 67) podemos comparar com a Pinchot III (1989, p ) que diz: Aqueles que criam e inovam dentro da empresa objetivando lucros são os intrapreneurs, já os entrepreneurs são os empreendedores que agem como os intrapreneurs, só que em sua própria empresa. Observamos que a idéia é praticamente a mesma, porém Pinchot III denomina as duas faces do empreendedor. As pessoas que, mesmo não sendo incentivadas, dão suas contribuições de forma a inovar os métodos de administração das empresas, seus produtos ou serviços e os hábitos do consumidor, é que são realmente os verdadeiros empreendedores. Em geral, são pessoas que têm alto nível de envolvimento com seus negócios. Segundo o conceito de Pinchot III, os intrapreneurs, na busca de estabelecerem novos produtos, processos e serviços, acabam por inovar ao integrar 15

16 técnica e marketing, colaborando, portanto, na estratégia da empresa e na obtenção de lucros. Em geral, os entrepreneurs não têm como motivação principal a obtenção de riqueza, mas para eles a motivação primordial é realização pessoal. Pinchot III (1989, p. 26) anota: "Os intrapreneurs, assim como os entrepreneurs, não são necessariamente inventores de novos produtos ou serviços. Sua contribuição está em tomar novas idéias ou mesmo protótipos e transformá-los em realidades lucrativas." A idéia de executivo estadista (Oliveira, 1991) é muito semelhante à de Pinchot III (1989, p ). Oliveira (1991, p. 295) assinala: "Um empreendedor ou entrepreneur é aquele que inicia um novo negócio por conta própria. Um intrapreneur vive um processo semelhante, mas dentro de uma empresa". A inovação é algo inato ao executivo estadista, que não teme riscos ou barreiras para transformar suas idéias em lucro, sendo uma questão de comportamento e não traço de personalidade. Para Drucker (1998, p. 33): O espírito empreendedor é algo pertencente ao indivíduo ou a uma instituição e não um traço de personalidade. Podemos analisar que as semelhanças entre os dois tipos de empreendedor estão nos seguintes aspectos: desejo por autonomia, autoconfiança, coragem para enfrentar riscos médios e trabalhar com determinação. A diferença é basicamente uma só: os entrepreneurs não gostam de trabalhar para terceiros. Ainda Oliveira (1991, p. 295) destaca: "Entrepreneurship é a capacidade de fazer um empreendimento decolar do zero, de operacionalizar novas idéias e fazê-las bem sucedidas". 16

17 Os líderes formados na Era da Inovação serão diferentes dos tradicionais gerentes, muitas vezes mais voltados para talentos analíticos. A coragem, a intuição e a capacidade de delegar confiança com prudência resultarão em um maior número de intrapreneurs nas organizações (Pinchot III, 1989, p ). Conforme Degen (1989, p ), há alguns fatores limitantes ao aparecimento de empreendedores: a imagem social que um bom emprego possa proporcionar pode ser um fator que iniba o início de um empreendimento, em razão do conforto e do status que ele proporcione ao empregado. Enquanto isso, a disposição para assumir riscos deve ser encarada como uma das características essenciais no caráter do empreendedor, porém todos os homens de negócios querem assumir riscos em um novo empreendimento. Já o capital social, que é formado pela nossa herança educacional, religiosa e familiar, pode influenciar na nossa intelectualidade, conseqüentemente, inibindo o espírito empreendedor que há dentro de nós. Zoghlin (1994, p. 3) acentua: "Historicamente, os empreendedores têm sido um espécie à parte em relação ao estereótipo do homem de negócios. Eles eram determinados, inovadores, ousados iconoclastas que prezam pela sua independência. Eles não hesitavam em modificar ou passar por cima das regras para conseguir o que queriam. Os executivos, ao contrário, seguiam as regras do jogo empresarial mecanicamente. O motivo principal pelo qual ingressaram em empresas foi evitar riscos, obter recompensas realistas, alcançar metas atingíveis, fazer parte de uma equipe. Era cômodo trabalhar para uma grande organização, em que tinham acesso a numerosos recursos, contavam com a aprovação de superiores hierárquicos e a satisfação de subir todos o escalões, e recebiam benefícios e aumentos salariais periódicos." Cumpre, conforme Degen (1989, p ), primordialmente analisar alguns motivos que levam as pessoas, com potenciais para serem empreendedores, não se tornarem efetivamente empreendedores. Talvez muitos dos executivos das 17

18 empresas ajam como verdadeiros empreendedores, porém, para o autor, esses não o são, porque são inibidos pela imagem social e a segurança financeira que esses empregos oferecem, ou ainda pelo capital social herdado. De acordo com Zoghlin (1994, p. 42): Os executivos experientes estão se tornando empreendedores, pelo fato de serem demitidos das empresas, ou por serem tolhidos da iniciativa empreendedora. Assim, observamos que essa idéia conflita diretamente com a opinião de Pinchot III (1989, p. 13); Oliveira (1991, p. 36), os quais entendem que o sujeito para ser empreendedor não necessariamente tem que sair da empresa para fundar outra, mas pode ser empreendedor na própria empresa onde trabalha. O empreendedor não é apenas aquele indivíduo que fundou ou que é o dono da empresa, contudo também é aquele que cria e tem idéias inovadoras, as quais, se postas em prática, trarão resultados eficazes e, logicamente, sucesso para a empresa. Para Drucker (1998, p. 33): O empreendedor não é um capitalista, bem como não é um empregador, embora possa ser as duas coisas, porém pode ser também um empregado ou um auto-empregado, para tal, basta que ele seja inovador. Já Schumpeter (1988, p ) diz que uma pessoa que sonha ou deseja criar empresas, bem como participa da fundação dessas e que pratica a inovação, tem o caráter do empresário que realiza novas combinações, mas que o perde, assim que tiver montado o seu negócio e começar a dirigi-lo. Pode ser um dos empregados na liderança de uma empresa, como gerentes ou membros da diretoria, ou mesmo um homem de negócios independente, como um financista. E pode ser um capitalista, especialmente em firmas pequenas. Esse desinteresse, após a criação do negócio, em dirigi-lo também foi observado nos intrapreneurs por Pinchot III (1989, p. 26). 18

19 O site da UOL: divel/dia/gd htm do dia 05 de junho deste ano diz que O Empreendedorismo no Brasil acontece por necessidade. O Brasil está caindo no ranking internacional do empreendedorismo. No entanto, o país sobe algumas posições quando a avaliação é feita a partir do motivo que leva as pessoas a abrir um negócio: necessidade e não por oportunidade. A dificuldade em encontrar trabalho é a motivação de 55,4% dos empreendedores, o que dá ao Brasil a maior taxa de atividade por necessidade (7,5%) dos 37 países pesquisados. A pesquisa é feita desde 1999 pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), instituição criada pela London Business School e pelo Babson College de Boston (EUA). O Brasil participa desde 2000, via Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Paraná (IBQP). Na primeira vez em que foi avaliado, junto com 21 países, o Brasil foi classificado como a primeira nação em iniciativa empreendedora. No ano seguinte, já com 28 países participando da pesquisa, ficou em quinto lugar. Segundo o estudo, o empreendedorismo por necessidade tende a ser maior entre os países em desenvolvimento, "Onde as dificuldades de inserção no mercado de trabalho levam as pessoas a buscar alternativas de ocupação. "Este índice (do empreendedorismo movido pela necessidade) deve servir de alerta para nossa sociedade", disse o presidente do IBQP-PR, Sérgio Prosdócimo, ressaltando que o Brasil precisa mudar, "e rapidamente", suas políticas de apoio às micro e pequenas empresas. De acordo com o levantamento do GEM, os grandes entraves para as micro e pequenas empresas estão no acesso e no custo do capital necessário; na elevada carga de tributos e exigências fiscais e legais; na capacitação para a gestão 19

20 do negócio e no fato de que políticas e programas dedicados ao setor não serem adequados à realidade do empreendedor. Partindo dos pressupostos do estudo do primeiro capítulo sobre o mercado de trabalho, podemos concluir que esta redução é causada contexto econômico adverso que o país esta inserido. Segundo Sachs (2002, p. 45): O empreendedorismo de pequeno porte não pode ser caracterizado como um resquício do passado ou como um momento transitório da existência de indivíduos prestes a ingressar no mercado de trabalho assalariado. A partir dessa idéia podemos dizer que, parte muito expressiva dos microempreendedores iniciam suas atividades por falta de alternativa no mercado de trabalho. Essa falta de alternativa leva ao empreendedorismo que é a base estrutural de onde é formada a idéia de consultoria externa, que será tema do quarto capítulo. Mas, para entendermos a consultoria em comunicação, estudaremos no próximo capítulo, a comunicação na sociedade moderna. 2 A COMUNICAÇÃO NA SOCIEDADE MODERNA Neste capítulo trataremos da comunicação na sociedade atual, uma comunicação integrada, interativa entre suas áreas componentes: Relações Públicas, Publicidade, Jornalismo e Marketing. Observamos, através de estudos, que a comunicação integrada é a evolução do conceito de comunicação social que define a integração de todas as suas áreas. Este conceito surgiu por uma exigência de mercado que sentiu a necessidade de serviços completos de comunicação e não mais apenas fragmentados. 20

21 Segundo Kunsch (1986), há dezesseis anos, no Brasil, as empresas de assessoria em Relações Públicas e agências de publicidade e propaganda, já ofereciam um mix de serviços de comunicação através de grupos especializados. Essa relação vai além de independência linear e cronológica que se admite entre as áreas, destacando assim, a existência da necessidade de interposição e fusão na aplicação das funções das atividades. Nota-se aí, também uma complementação e cumplicidade entre as áreas, para que o trabalho de comunicação seja completo. O profissional de uma das áreas da comunicação tem capacidade de desenvolver um bom trabalho na sua formação específica, porém, existem lacunas que não serão preenchidas por se tratarem de especialidades profissionais. Além disso, a Associação Brasileira de Empresas de Relações Públicas (1984, p. 12) afirma que: Não acreditamos que haja na área de comunicação um profissional ecumênico, ou seja, o trabalho será desenvolvido, porém sob uma só óptica da comunicação, e talvez não de forma tão eficaz como poderia ser. Assim, a integração das áreas resulta na eficiência da comunicação, por se tratar da soma de esforços para alcançar o mesmo objetivo. A Associação Brasileira de Empresas de Relações Públicas (1984, p.12) acrescenta: Acreditamos na comunicação integrada, ou seja, na atuação conjugada de todos os profissionais da área. Não há conflitos entre as diversas atividades: há somatória em benefícios do cliente. 21

22 Com a união das áreas, a comunicação integrada é composta pela comunicação institucional, comunicação mercadológica e comunicação interna que formam o composto da comunicação. Desta maneira, a comunicação integrada utiliza-se das subáreas específicas como ferramentas para o bom desempenho comunicacional. Para KUNSCH (1997, p.115): A comunicação integrada permite que se estabeleça uma política global, em função de uma coerência maior entre os programas, de uma linguagem comum e de um comportamento homogêneo, além de se evitarem as sobreposições de tarefas Nesta afirmação, nota-se uma preocupação com um trabalho sincronizado, com uma linguagem comum entre a áreas, facilitando assim o processo de comunicação e padronizando o mesmo frente aos públicos para o qual se destina. Desta forma, temos uma comunicação mais clara, dirigida e homogênea, assim, cumprindo seu objetivo e fortalecendo conceitos institucionais, mercadológicos e corporativos da organização. 2.1 RELAÇÕES PÚBLICAS O Relações Públicas não é um profissional isolado, ele está inserido numa organização* como funcionário, envolvido na sua estrutura administrativa e de produção, seu produto ou serviço, sua dinâmica humana, bem como todo seu 22

23 contexto social, político, econômico e cultural, ou como profissional externo à organização, prestando serviço de consultoria. "*Organização é a estrutura ou a rede de relações entre indivíduos e posições, em um ambiente de trabalho, e o processo qual a estrutura é criada, mantida e usada" (Eunice Kwasnicka, 1995, p. 185). Empresa é... Neste contexto, o Relações Públicas é um subsistema de apoio como muitos outros existentes numa organização, que prioriza o perfeito andamento do sistema de comunicação existente na mesma. Desta forma, a atividade de Relações Públicas caracteriza-se pelo trabalho de integração na relação públicos x organização, além da valorização, credibilidade e satisfação dos mesmos, como coordenador das estratégias comunicacionais. Segundo a Associação Brasileira de Relações Públicas a definição de Relações Públicas é: O esforço deliberado, planificado, coeso e contínuo, da alta administração para estabelecer e manter uma compreensão mútua entre organização pública e privada e seu pessoal, assim como entre essa organização e todos os grupos aos quais está ligada direta ou indiretamente. Torna-se claro a partir dessa definição, que a atividade de Relações Públicas desempenha um papel como técnica de comunicação que tem por principal objetivo a interação e satisfação dos públicos, visando a fidelidade e reconhecimento. Sem uma boa imagem e sem credibilidade não poderemos vender qualquer tipo de 23

24 produto ou serviço porque faltará o mais importante na relação público organização: a confiança. Podemos notar a ampla atuação das Relações Públicas e sua relevante importância na comunicação integrada. Assim, segundo Kunsch (1986, p.38) os profissionais desta área: Propiciam uma forma de comunicação integrada, sendo, portanto, muito eficazes e muito mais abrangentes na criação de mecanismos de aceitação social. Com isso, é possível afirmar que entre as áreas da comunicação, o Relações Públicas é o profissional mais capacitado para visualizar a comunicação como um todo, podendo assim, coordenar o processo de comunicação integrada. Neste contexto, os profissionais de publicidade e propaganda, jornalismo e marketing possuem uma visão fragmentada da comunicação e o RRPP tem por objetivo maior liderar o processo de comunicação total. Assim, em um trabalho de comunicação integrada, o Relações Públicas tem como objetivo principal a formação de públicos e seus relacionamentos, além de administrar o processo, coordenando as áreas de forma simétrica e padronizada, garantindo à organização, uma comunicação de mão dupla, com clareza de informações e coerência entre as mensagens, tendo como retorno um feed back positivo. 2.2 PUBLICIDADE E PROPAGANDA 24

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos

Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos Já passou a época em que o pedagogo ocupava-se somente da educação infantil. A pedagogia hoje dispõe de uma vasta

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

Empreendedorismo COMPETÊNCIAS HABILIDADES

Empreendedorismo COMPETÊNCIAS HABILIDADES Empreendedorismo Curso de Moda e Estilismo Graduação em Administração de Empresas Especialização em Marketing Empreendedorismo COMPETÊNCIAS Conhecer o processo de empreender utilizando as estruturas, as

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA Elaine Schweitzer Graduanda do Curso de Hotelaria Faculdades Integradas ASSESC RESUMO Em tempos de globalização, a troca de informações

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr.

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr. Construindo o Conteúdo da Liderança José Renato S. Santiago Jr. Gestão Estratégica de RH Módulo 1: Alinhando Gestão de Pessoas com a Estratégia da Empresa Módulo 2: Compreendendo e Dinamizando a Cultura

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Estimativas Profissionais Plano de Carreira Empregabilidade Gestão de Pessoas

Estimativas Profissionais Plano de Carreira Empregabilidade Gestão de Pessoas By Marcos Garcia Como as redes sociais podem colaborar no planejamento e desenvolvimento de carreira (individual e corporativo) e na empregabilidade dos profissionais, analisando o conceito de Carreira

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra:

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra: MBA Pós - Graduação QUEM SOMOS Para pessoas que têm como objetivo de vida atuar local e globalmente, ser empreendedoras, conectadas e bem posicionadas no mercado, proporcionamos uma formação de excelência,

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

O EMPREENDEDORISMO. SUAS PERCEPÇÕES, DIMENSÃO E DESENVOLVIMENTO NO BRASIL

O EMPREENDEDORISMO. SUAS PERCEPÇÕES, DIMENSÃO E DESENVOLVIMENTO NO BRASIL O EMPREENDEDORISMO. SUAS PERCEPÇÕES, DIMENSÃO E DESENVOLVIMENTO NO BRASIL JARDEL JAVARINI BONELI ROSANY SCARPATI RIGUETTI ADMINISTRAÇÃO GERAL FACULDADE NOVO MILÊNIO RESUMO: Este artigo objetiva apresentar

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO

EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Os negócios não serão mais os mesmos em poucos anos Velocidade Custo X Receita cenário mudou Novos Concorrentes competição

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO COMO AS MUDANÇAS NAS ORGANIZAÇÕES ESTÃO IMPACTANDO A ÁREA DE RECURSOS HUMANOS Paola Moreno Giglioti Administração

Leia mais

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler 2 Introdução A política corporativa de RH da Schindler define as estratégias relacionadas às ações para com seus colaboradores; baseia-se na Missão e nos

Leia mais

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão Esse artigo tem como objetivo apresentar estratégias para assegurar uma equipe eficiente em cargos de liderança, mantendo um ciclo virtuoso

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

SOBRE A NOSSA EMPRESA

SOBRE A NOSSA EMPRESA SOBRE A NOSSA EMPRESA A Resolve Serviços Empresariais Ltda., fundou-se em 1991, com o propósito de oferecer o serviço de mão de obra temporária fundamentada na Lei 6019/74, destacando-se pela ética, agilidade,

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

estão de Pessoas e Inovação

estão de Pessoas e Inovação estão de Pessoas e Inovação Luiz Ildebrando Pierry Secretário Executivo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Prosperidade e Qualidade de vida são nossos principais objetivos Qualidade de Vida (dicas)

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 Even e Junior Achievement de Minas Gerais UMA PARCERIA DE SUCESSO 1 SUMÁRIO Resultados Conquistados... 3 Resultados do Projeto... 4 Programa Finanças Pessoais... 5 Conceitos

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil P e s q u i s a d a F u n d a ç ã o G e t u l i o V a r g a s I n s t i t u t o d e D e s e n v o l v i m e n t o E d u c a c i o n a l Conteúdo 1. Propósito

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

Empreendedorismo: Fator Chave para o Êxito Profissional

Empreendedorismo: Fator Chave para o Êxito Profissional Empreendedorismo: Fator Chave para o Êxito Profissional Adm. Alvaro Mello alvaro@teletrabalho.info Conceito O empreendedorismo se constitui em um conjunto de comportamentos e de hábitos que podem ser adquiridos,

Leia mais

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Cassia Uhler FOLTRAN 1 RGM: 079313 Helen C. Alves LOURENÇO¹ RGM: 085342 Jêissi Sabta GAVIOLLI¹ RGM: 079312 Rogério Bueno ROSA¹ RGM:

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo saber como é desenvolvido o trabalho de Assessoria de Imprensa, sendo um meio dentro da comunicação que através

Leia mais

Proposta de Candidatura Diretoria da Presidência Agrobio Consultoria Júnior Gestão 2013. Isabella Assunção Cerqueira Procópio

Proposta de Candidatura Diretoria da Presidência Agrobio Consultoria Júnior Gestão 2013. Isabella Assunção Cerqueira Procópio Proposta de Candidatura Diretoria da Presidência Agrobio Consultoria Júnior Gestão 2013 Isabella Assunção Cerqueira Procópio Janeiro de 2013 1 Sumário 1. Dados Básicos de Identificação...3 2. Histórico

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Ana Maria Bueno (CEFETPR/PG) ana@pg.cefetpr.br Dr ª. Magda L.G. Leite (CEFETPR/PG) magda@pg.cefetpr.br

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH. Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011)

TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH. Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011) TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011) 1 ERA DOS TALENTOS SEGUNDO PETER DRUCKER, O PAI DA ADMINISTRAÇÃO MODERNA, ESTAMOS NO INÍCIO DA ERA DOS TALENTOS. FORÇA FÍSICA,

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

PARTE III Introdução à Consultoria Empresarial

PARTE III Introdução à Consultoria Empresarial FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

Levantamento do Perfil Empreendedor

Levantamento do Perfil Empreendedor Levantamento do Perfil Empreendedor Questionário Padrão Informações - O objetivo deste questionário é auxiliar a definir o seu perfil e direcioná-lo para desenvolver suas características empreendedoras.

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

Estamos presentes em 20 estados

Estamos presentes em 20 estados http://goo.gl/7kuwo O IDEBRASIL é voltado para compartilhar conhecimento de gestão com o empreendedor do pequeno e micro negócio, de forma prática, objetiva e simplificada. A filosofia de capacitação é

Leia mais

A l e x a n d r a P a u l o

A l e x a n d r a P a u l o A l e x a n d r a P a u l o ESCOLA SECUNDÁRIA SERAFIM LEITE TRABALHO FINAL TÉCNICAS DE VENDA Alexandra Paulo 11ºI Nº 21160 Disciplina: Comercializar e vender Prof: João Mesquita 20-12-2012 2012-2013 1

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

CARGOS E FUNÇÕES APEAM

CARGOS E FUNÇÕES APEAM CARGOS E FUNÇÕES APEAM 1. PRESIDÊNCIA A Presidência possui por finalidades a representação oficial e legal da associação, coordenação e integração da Diretoria Executiva, e o acompanhamento, avaliação,

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST -

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST - AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST - (4 e 5 de outubro de 2011) PROF. LÍVIO GIOSA PROF. LÍVIO GIOSA Administrador de Empresas com Pós Graduação em Business Administration pela New York University

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programa de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de Pós-MBA

Leia mais

O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso

O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso Maiane Bertoldo Lewandowski Consultora de RH Hospital Mãe de Deus TRANSFORMAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO Mudança de modelo mental; Escassez

Leia mais

DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO

DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO João Souza Neto, Dr. joaon@ucb.br Diana L. N. dos Santos, MSc. dianas@mpdft.mp.br www.twitter.com/govtiapf http://govtiapf.com.br/blog/ Agenda Relacionamento

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA.

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. A CompuStream, empresa especializada em desenvolvimento de negócios, atua em projetos de investimento em empresas brasileiras que tenham um alto

Leia mais

Portfolio de cursos TSP2

Portfolio de cursos TSP2 2013 Portfolio de cursos TSP2 J. Purcino TSP2 Treinamentos e Sistemas de Performance 01/07/2013 Como encantar e fidelizar clientes Visa mostrar aos participantes a importância do conhecimento do cliente,

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

EMPREENDEDORISMO DE. Professor Victor Sotero

EMPREENDEDORISMO DE. Professor Victor Sotero EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS COM INFORMÁTICA Professor Victor Sotero 1 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Esta disciplina apresenta uma metodologia para formação de empreendedores. Aberta e flexível, baseada em princípios

Leia mais