UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA AGUINALDO CESAR FRATUCCI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA AGUINALDO CESAR FRATUCCI"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA AGUINALDO CESAR FRATUCCI A DIMENSÃO ESPACIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS DE TURISMO: AS POSSIBILIDADES DAS REDES REGIONAIS DE TURISMO Orientador: Prof. Dr. ROGÉRIO HAESBAERT DA COSTA Niterói, 2008

2 AGUINALDO CESAR FRATUCCI A DIMENSÃO ESPACIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS DE TURISMO: AS POSSIBILIDADES DAS REDES REGIONAIS DE TURISMO Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Geografia da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Doutor. Área de Concentração: Ordenamento Territorial. Orientador: Prof. Dr. ROGÉRIO HAESBAERT DA COSTA Niterói 2008

3 F844 Fratucci, Aguinaldo Cesar A dimensão espacial nas políticas públicas brasileiras de turismo: as possibilidades das redes regionais de turismo / Aguinaldo Cesar Fratucci. Niterói : [s.n.], f. Tese (Doutorado em Geografia) Universidade Federal Fluminense, Turismo. 2.Espaço turístico. 3.Território-rede. I.Título. CDD

4 AGUINALDO CESAR FRATUCCI A DIMENSÃO ESPACIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS DE TURISMO: AS POSSIBILIDADES DAS REDES REGIONAIS DE TURISMO Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Geografia da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Doutor. Área de Concentração: Ordenamento Territorial. Aprovada em 20 de novembro de 2008 BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Rogério Haesbaert da Costa - Orientador Universidade Federal Fluminense - UFF Prof. Drª Miriam Rejowski Universidade de São Paulo - USP Prof. Dr. Gilmar Mascarenhas de Jesus Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Prof. Dr. Márcio Piñon de Oliveira Universidade Federal Fluminense - UFF Prof. Dr. Ivaldo Gonçalves de Lima Universidade Federal Fluminense - UFF

5 4 Aos amigos e companheiros da longa viagem em direção ao conhecimento da complexidade do fenômeno turístico. Obrigado pelas conversas, dicas e sugestões. Avançamos muito, mas ainda há muito a fazer!

6 5 AGRADECIMENTOS Ao professor Rogério Haesbaert, pela orientação segura e tranqüila. Assim como no processo da dissertação de mestrado, o período de elaboração da tese também foi muito produtivo, quando tivemos a oportunidade compartilhar muitas idéias em conversas sempre agradáveis e instigadoras. Sua visão de mundo com certeza influenciou por demais minhas investigações e estão presentes nesse trabalho. Aos professores Márcio Piñon de Oliveira, Ivaldo Gonçalves de Lima e Jorge Luiz Barbosa, do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFF que, em diferentes momentos do processo de minha qualificação, oportunizaram tantas contribuições e sugestões para esse trabalho. Á professora Miriam Rejowsky, por ter aceito prontamente meu convite para participação na banca de avaliação. Ao professor Gilmar Mascarenhas de Jesus, amigo de tantos eventos e encontros de geografia e turismo, pelas palavras de estimulo e também, por ter aceito participar da banca de avaliação. Á Roberta Dias de Oliveira, diretora executiva do CONRETUR e amiga de longa data, pela sua colaboração nas pesquisas de campo na região das Agulhas Negras. Obrigado por sua disponibilidade, mesmo nos momentos da chegada da Ana Júlia, para atender minhas solicitações e esclarecer minhas dúvidas sobre o processo de constituição daquele Conselho. Aos amigos Jorge Faria e Cariojado pelas iluminações nos momentos de pouca inspiração. À Profª Erly Maria de Carvalho e Silva, docente e amiga do Departamento de Turismo da UFF, pela paciente revisão de texto, pelas sempre oportunas sugestões e pelas conversas sem pressa que me acalmaram nos momentos mais tensos. Aos professores e alunos do curso de Turismo da UFF, pelas palavras e gestos de incentivo e carinho durante todo o período do doutorado e, principalmente, por compreenderem meus momentos de afastamento, tão necessários para a elaboração desse trabalho. Ao Álvaro, pela companhia fiel e solidária.

7 O desafio é amplo e premente: a necessidade de um pensamento que reúna é cada vez maior porque os problemas são cada vez mais interdependentes e cada vez mais globais, e ao mesmo tempo porque sofremos cada vez mais do excesso de parcelarização e de compartimentação dos saberes. Edgar Morin,

8 7 LISTA DE FIGURAS E ILUSTRAÇÕES Tabela 1 Evolução do total de chegadas internacionais Figura 1 Distribuição dos fluxos e das áreas turísticas 57 Figura 2 Curva do perfil psicográfico dos turistas de Stanley Plog 77 Figura 3 Modelo referencial do Sistema Turístico SISTUR de Beni Figura 4 Representação básica do sistema turístico 97 Figura 5 Modelo de Campbell de viagem recreativa e excursionista Figura 6 Modelo de desenvolvimento turístico de Miossec 101 Figura 7 Modelo de espaço turístico de Boullón 104 Figuras 8 Componentes do espaço turístico proposto por Roberto Boullón Figura 9 Regiões Turísticas do Estado do Rio de Janeiro Figura 10 Previsão de chegadas internacionais por região 137 Figura 11 Políticas internacionais de turismo a partir de Figura 12 Abordagens metodológicas do Planejamento Turístico Figura 13 Evolução das instâncias de gestão do turismo no Brasil 143 Tabela 2 Oficinas do PNMT realizadas entre 1995 e Figura 14 Supra-estrutura do turismo brasileiro 170 Figura 15 Localização dos 65 destinos indutores de desenvolvimento Figura 16 Áreas especiais de interesse turísticos do estado do Rio de Janeiro Tabela 3 Oficinas do PNMT no estado do Rio de Janeiro 193 Figura 17 Regionalização Turística Plano Diretor de Turismo 2001 Figura 18 Regiões turísticas do estado do Rio de janeiro priorizadas para o PRT

9 8 Figura 19 Localização da Região Turística das Agulhas Negras 206 Figura 20 Parque Nacional do Itatiaia e arredores 209 Tabela 4 Tabela 5 Figura 21 Figura 22 Figura 23 Figura 24 Figura 25 Oferta de meios de hospedagem na Região das Agulhas Negras RJ População empregada no Setor do Turismo na Região das Agulhas Negras - RJ Espaços apropriados para o turismo na Região das Agulhas Negras década de 1930 Espaços apropriados para o turismo na Região das Agulhas Negras década de 1970 Espaços apropriados para o turismo na Região das Agulhas Negras décadas de Espaços apropriados para o turismo na Região das Agulhas Negras década de 2000 Agentes sociais produtores do turismo: lógica de apropriação dos espaços Figura 26 Esquema de território-rede do turismo escala local Figura 27 Figura 28 Esquema de Território-rede de Turismo escala regional Território-rede do turismo da Região das Agulhas Negras

10 9 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS ABAV ADE AD-Rio CICATUR CNTur CONRETUR EMBRATUR FUNDREM FUNGETUR IBGE MTur OMT PLANTUR PNMT PNT PRODETUR PRT RINTUR SEBRAE-RJ SECPLAN SEPDET SISTUR TurisRio UnB Associação Brasileira de Agentes de Viagens Áreas de desenvolvimento estratégico Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de Janeiro Centro de Capacitação Turística - OEA Conselho Nacional de Turismo Conselho Regional de Turismo das Agulhas Instituto Brasileiro do Turismo Fundação de Desenvolvimento Metropolitano da Cidade do Rio de Janeiro Fundo Geral de Turismo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Ministério do Turismo Organização Mundial do Turismo Plano Nacional de Turismo Programa Nacional de Municipalização do Turismo Plano Nacional de Turismo Programa de Desenvolvimento do Turismo Programa de Regionalização do Turismo Roteiro de Informações Turísticas Serviço de Brasileiro de Apoio a Pequena e Média Empresa Secretaria de Planejamento do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento Econômico e Turismo do Estado do Rio de Janeiro Sistema turístico Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Universidade de Brasília

11 10 RESUMO Com o intuito de investigar o descaso para com a dimensão espacial das políticas nacionais e as possibilidades de construção de novas estruturas de governança para os espaços apropriados para o turismo a partir de redes regionais, este trabalho apresenta os resultados da pesquisa desenvolvida nos últimos quinze anos, a partir da observação participante do autor no contexto do estado do Rio de Janeiro, em especial da região turística das Agulhas Negras. Partindo do entendimento do turismo como fenômeno socioespacial marcante da contemporaneidade, propõe que seu estudo ocorra por diversos meta-pontos de vista que possam incluir e ampliar o complexo jogo de ações, retroações e inter-relações estabelecido pelos os seus diversos agentes sociais: turistas, empresários, poder público, trabalhadores diretos e indiretos e população residente nos destinos turísticos. Após discorrer sobre a dialógica existente entre o fenômeno socioespacial e a atividade econômica gerada pelo turismo, apresenta uma revisão das bases teóricas necessárias para a análise e discussão dos processos de turistificação de trechos do espaço, tendo como referência que o turismo não é sujeito desses processos, mas sim resultado das ações e das interações dos diversos agentes sociais que o produzem. A seguir, apresenta uma revisão da evolução das políticas públicas de turismo implementadas no Brasil a partir de 1966, buscando identificar o modo como a espacialidade do fenômeno vem sendo tratada por cada uma delas. Tendo como objeto de observação o processo de construção da região turística das Agulhas Negras, propõe a adoção da categoria geográfica do território-rede como a mais adequada para análise e estudo dos espaços turísticos e aponta para a tendência de ampliação dos territórios-redes do turismo para a escala micro-regional e formação de redes regionais de turismo, consideradas como uma oportunidade para adoção de uma nova estrutura organizacional de governança público-privada, mais democrática e participativa para a gestão do desenvolvimento a nível nacional. Palavras chaves: Políticas públicas de turismo; Espaço turístico; Territóriorede; Redes regionais de turismo; Região turística das Agulhas Negras RJ; Brasil.

12 11 ABSTRACT Aiming at investigating the carelessness towards national politics of spatial dimension as well as possibilities of new governance structures building to appropriate spaces for the tourism from regional networks, this work presents the results of a research developed over the last fifteen years, from the participant's observation of the author within the context of Rio de Janeiro state, specially Agulhas Negras touristic region. Understanding tourism as an outstanding social-spatial phenomenon of contemporariness, it proposes that its study be unfolded through several meta-points-of-view that may include and amplify the complex game of actions, feedbacks and inter-relations established by its many social agents: tourists, businessmen, public power, direct and indirect workers as well as the population who lives in touristic destinies. After discussing about the logic which exists between the social-spatial phenomenon and the economic activity generated by tourism, it presents a review of theoretical foundations necessary to analysis and discussion of touristification processes of spatial stretches, having as reference that tourism is not subjected to these processes, but is the result of actions and interactions of several social agents which produce them. After that, it presents a review of public politics of tourism evolution implemented in Brazil from 1966 on, searching to identify the way spatiality of phenomenon has been dealt by each one of them. Having as observation object the process of touristic area of Agulhas Negras construction, it proposes the adoption of geographical category of net-territory as the most adequate for analysis and study of touristic spaces and points to the tendency of tourism net-territories broadening to the scale of micro-regional and formation of regional tourism networks considered as an opportunity of adopting a new organizational structure of public-private governance, more democratic and participating for development management at a national level. Key-Words: Public politics of tourism; Touristic Space; Network-territory; Regional networks of tourism; touristic region of Agulhas Negras RJ; Brazil.

13 12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 14 2 DO FENÔMENO SOCIOESPACIAL À ATIVIDADE ECONÔMICA DO TURISMO 2.1 DA GRAND TOUR DA ARISTOCRACIA BURGUESA DO SÉCULO XVI AOS PACOTES POPULARES DO SÉCULO XXI 2.2 RELAÇÕES DO TURISMO COM AS MANIFESTAÇÕES DO CAPITAL CONTEMPORÂNEO: ÓCIO, LAZER E TEMPO LIVRE 2.3 DIALÓGICA DO TURISMO: FENÔMENO SOCIOESPACIAL E ATIVIDADE ECONÔMICA BASES TEÓRICAS PARA ANÁLISE DOS PROCESSOS DE TURISTIFICAÇÃO DO ESPAÇO 3.1 TURISTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS PARA O TURISMO Agentes do Turismo e Suas Lógicas de Apropriação dos Espaços Teorias e Modelos de Estudos do Espaço Turístico REGIONALIZAÇÃO COMO MÉTODO PARA GERENCIAMENTO DOS PROCESSOS DE TURISTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS Tradição do Uso da Regionalização nas Políticas Públicas de Turismo Descontinuidade Territorial do Espaço Turístico COMBINAÇÃO DAS DIVERSAS LÓGICAS DE APROPRIAÇÃO DOS ESPAÇOS PARA O TURISMO 3.4 INCERTEZAS E CONFLITOS NOS PROCESSOS DE TURISTIFICAÇÃO DO ESPAÇO 4 A DIMENSÃO ESPACIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DO TURISMO NO BRASIL 4.1 TENDÊNCIAS NOS PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DOS ESPAÇOS TURÍSTICOS 4.2 INSTITUCIONALIZAÇÃO DO TURISMO NO BRASIL Dimensão Espacial nas Políticas Públicas de Turismo a

14 Município como Base Político-Territorial da Política de Turismo do Governo FHC Governo Lula : o Foco na Regionalização do Turismo REGIÃO DAS AGULHAS NEGRAS, RJ: UMA REDE REGIONAL DE TURISMO EM CONSTRUÇÃO 5.1 CONTEXTO INSTITUCIONAL DO TURISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Reorganização do Mapa Turístico do Estado do Rio de Janeiro a Partir de PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA REGIÃO TURÍSTICA DAS AGULHAS NEGRAS: À CAMINHO DE UMA REDE- REGIONAL DE TURISMO Aspectos turísticos da região das Agulhas Negras Processo de Articulação da Região Turística das Agulhas Negras Na Direção de Uma Rede Regional de Turismo INSERÇÃO DA DIMENSÃO ESPACIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE TURISMO: POSSIBILIDADES DAS REDES REGIONAIS 6.1 ESPACIALIDADES DISTINTAS DOS AGENTES SOCIAIS PRODUTORES DO TURISMO 6.2 AMPLIAÇÃO DO TERRITÓRIO-REDE DO TURISMO: ENTRE AS ESCALAS LOCAL E REGIONAL 6.3 POSSIBILIDADES DAS REDES REGIONAIS PARA AS POLÍTICAS DE TURISMO CONSIDERAÇÕES FINAIS 277 REFERÊNCIAS 292 ANEXOS 301

15 1 INTRODUÇÃO La disociación creciente entre la lógica del trabajo y la lógica del ocio se refuerza con prácticas sociales y de consumo específicas que implican prácticas espaciales distintas. De esta manera, más que una actividad económica, el turismo debe catalogarse como una práctica social generadora de un tipo de actividad que requiere del fundamento espacial para su desarrollo. (VERA, 1997, p.200) O descuido para com a dimensão espacial do turismo, tão cara para todos aqueles que, como nós, entendem o turismo a partir da complexidade de um fenômeno socioespacial e não se limitam a estudá-lo pelo viés economicista, tornou-se o leimotiv das nossas reflexões e de nossas pesquisas nos últimos anos. Sabedores que o turismo não é o sujeito dos processos de turistificação, mas sim o resultado das ações e das interações dos diversos agentes sociais que o produzem, passamos a observar o quanto a dimensão espacial desses processos é fundamental para o estabelecimento de políticas, públicas ou privadas, que realmente almejem instalar ou incrementar processos de desenvolvimento humano sustentáveis e duradouros para as comunidades residentes nos destinos turísticos. O desenvolvimento humano, como bem nos coloca Edgar Morin, deve tornar-se multidimensional, ultrapassar ou romper os esquemas não apenas econômicos, mas também civilizacionais e culturais ocidentais que pretende fixar seu sentido e suas normas (MORIN, 2003, p.102). Assim, buscamos aprofundar nossos estudos considerando a espacialidade do turismo como uma das suas dimensões

16 15 básicas que deve ser contemplada por todas as ações e políticas direcionadas para o seu desenvolvimento. A complexidade do fenômeno socioespacial do turismo exige que adotemos uma visão mais ampliada das suas diversas dimensões e das ações dos seus vários agentes produtores. Esses agentes produtores, aparentemente a partir da desordem inicial de encontros aleatórios, estabelecem uma conjunção densa e intrincada de relações, interações e retroações que se concretizam nos destinos turísticos e que podem ser analisadas a partir de um modelo de organização ou sistema aberto (MORIN, 1999). Como entendemos sistema um conjunto de partes distintas, organizadas e unidas em torno de um objetivo comum, podemos indicar que ele é capaz de produzir qualidades e propriedades que não existem em nenhuma de suas partes. Desse modo, podemos afirmar com base no princípio gestáltico, que o sistema como um todo é mais do que a simples soma de suas partes e que cada uma de suas partes tem características e propriedades específicas, ou seja, tem a sua individualidade. Entretanto, para compreendermos fenômenos complexos como o turismo, não basta assumirmos o seu caráter hologramático que nos leva a dizer que a parte está dentro do todo, mas que o todo está no interior das partes (MORIN, 2002, p.15); precisamos também incluir o entendimento de que é necessário juntar a noção de que as relações, ações e retroações dos agentes sociais do fenômeno são ao mesmo tempo antagônicas e complementares, portanto mantém entre si um jogo dialógico permanente. (ibidem). Nesse sentido, a preocupação com a espacialidade do turismo deve ser vista e analisada não apenas pelo estudo das diversas variáveis dos espaços apropriados para o turismo. A turistificação de trechos do espaço exige que ampliemos nossos meta-pontos de observação, incluindo variáveis que permitam o entendimento do fenômeno e não apenas da atividade turística sobre aqueles processos de territorialização. Ou seja, o espaço do turista é menor que o espaço do turismo; não basta analisarmos os espaços apropriados pelos turistas e pelos agentes de mercado para entendermos a dimensão espacial do fenômeno turístico.

17 16 Os resultados aqui apresentados são fruto de pesquisas de observação participante, inicialmente assistemáticas e, posteriormente, sistemáticas, iniciadas nos primeiros anos da década de 1980, quando fomos contratados como técnico da Diretoria de Planejamento e Projetos da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (TurisRio). Durante os anos 80, participamos de diversos projetos e ações daquele órgão direcionados para a gestão e o planejamento da atividade turística do estado, o que nos aguçou os sentidos para a importância e a complexidade desse setor. Alguns desses projetos, mais diretamente relacionados com a questão da espacialidade e do ordenamento territorial do turismo estão detalhados no capítulo cinco desse trabalho. Na década de 1990, mas especificamente em 1992, assumimos também a atividade de docente em cursos de pós-graduação lato sensu e de graduação em turismo, inicialmente no Centro Universitário Plínio Leite, de Niterói, depois em diversas outras instituições. Esta nova atividade nos aproximou ainda mais dos estudos acadêmicos e nos levou a cursar o mestrado em Geografia do Programa de Pós Graduação em Geografia da Universidade Federal Fluminense. Naquele momento, sob a égide do modelo neoliberal em ascensão no país, as políticas públicas de turismo estavam focadas na municipalização da gestão do turismo apoiada pelo Programa Nacional de Municipalização do Turismo (PNMT). Depois de muitos anos sem uma política pública clara para o setor, o governo federal, por meio do Instituto Brasileiro do Turismo (EMBRATUR) e do Ministério dos Esportes e do Turismo, instituiu um instrumento legal para direcionar as ações dos diversos agentes, públicos e privados, envolvidos no desenvolvimento turístico brasileiro, sintetizado no documento Política Nacional de Turismo (MICT, 1996). O PNMT propiciou o inicio de uma mudança significativa nos processos de gestão do turismo, invertendo, pelo menos parcialmente, o sentido das decisões, valorizando a gestão na escala dos municípios. Pessoalmente, nos envolvemos diretamente com todas as ações daquele

18 17 Programa no estado, tanto no papel de multiplicador estadual 1 como no de facilitador de oficinas 2. Dessa maneira, participamos tanto das oficinas nacionais de planejamento das ações do PNMT, como representante da TurisRio, como das oficinas desenvolvidas nas diversas regiões e municípios do estado no período de 1997 a 2002, detalhadas na primeira parte do capítulo cinco. Foi naquele momento que decidimos pelo desenvolvimento de uma pesquisa baseada na técnica da observação participante sistemática, objetivando acompanhar a evolução da gestão pública do turismo brasileiro, especialmente nas questões relacionadas com os processos de apropriação do espaço para o turismo. A cada oficina ou evento, participávamos dos processos, coletando informações sobre eles e sobre a atuação dos diversos agentes sociais produtores do turismo, as quais foram nos instigando para a pesquisa que agora apresentamos. Desde o início de nossa atuação profissional observamos que a atividade turística era vista e defendida pelos responsáveis pela sua gestão pública apenas como uma atividade econômica e que as suas outras dimensões social, espacial, cultural e mesmo política, não eram motivos de interesse ou atenção. Sem apoio de estudos teóricos e acadêmicos consistentes sobre a situação real do turismo no país, os dirigentes agiam de forma totalmente empírica e pragmática, baseados apenas nos discursos das grandes vantagens econômicas que o setor turístico poderia trazer para os municípios e para o país. A leitura era simplificada e indicava o turismo como a solução de todos os problemas dos municípios brasileiros, quase uma panacéia. Tal situação começou a ser alterada, mesmo que timidamente, a partir do governo Fernando Henrique Cardoso ( ), que promoveu a aproximação da academia com a EMBRATUR e com os demais órgãos 1 Denominação dos representantes dos órgãos estaduais de turismo que participavam diretamente das oficinas e reuniões do Comitê Nacional do PNMT, direcionadas tanto para o planejamento como para a revisão e avaliação dos resultados do Programa. 2 Responsável pela condução de oficinas voltadas para a organização de conselhos municipais de turismo e de setores específicos das comunidades, tais como artesãos, taxistas, hoteleiros, guias de turismo, no intuito de estimular suas articulações em associações de classe.

19 18 estaduais e municipais de turismo. Essa aproximação foi provocada, principalmente pelas discussões e críticas à nova Política Nacional de Turismo e, em especial, ao PNMT, ocorridas em eventos científicos como o Seminário Sol e Território realizado pelo Departamento de Geografia da USP em 1995 e nos Encontros Nacionais de Turismo de Base Local de 1996 e 1997, todos sob a coordenação da geógrafa Adyr Balastreri Rodrigues, da USP. Partindo dessa problemática constituída pelo descaso das políticas públicas de turismo para a multidimensionalidade do fenômeno turístico, onde apenas seu caráter econômico imediato vem sendo privilegiado, construímos nossos objetivos de pesquisa. O primeiro, e mais amplo, foi o de comprovar que o fenômeno socioespacial do turismo contemporâneo tende para uma espacialização na escala regional, a partir da estruturação de territórios-rede regionais e não de regiões turísticas como a maioria das políticas existente pregam. A seguir, buscamos investigar as possibilidades de constituições de redes sociais de turismo a partir daqueles territórios-rede e as potencialidades dessas redes regionais assumirem o papel de novas estruturas organizacionais para a gestão do desenvolvimento turístico, consolidando-se em uma nova instância de governança público-privada. Para contextualizar nossas reflexões apresentamos, no capítulo dois, uma revisão teórica sobre o que estamos denominando como a dialógica do turismo, abordando as relações e as interações entre o fenômeno socialespacial e a atividade econômica gerada por ele. Nosso propósito com essa revisão foi buscar as origens e as causas dos atuais processos de turistificação do espaço, centrados inicialmente na ação subjetiva dos turistas. A partir do século XIX, o uso do tempo livre liberado do trabalho, após ser apropriado pelo capital como mercadoria, torna-se mais complexo e passa a incluir a ação de outros agentes sociais naqueles processos de apropriação de trechos do espaço para a sua consecução. Nesse sentido, apresentamos uma releitura da linha evolutiva do turismo, a partir do olhar do turista, indo desde as viagens da aristocracia burguesa dos séculos XVI, XVII e XVIII até o turismo contemporâneo, caracterizado pela segmentação e pela especialização de todos os seus agentes sociais produtores. As relações do turismo com as

20 19 diversas formas de manifestação do capital e as discussões sobre as categorias de ócio, lazer e tempo livre são também abordadas, tendo em vista serem fundamentais para nosso pressuposto teórico do turismo como fenômeno complexo, responsável pela refuncionalização de trechos do espaço e pela criação de territorialidades distintas. No capítulo três, avançamos para o estudo dos processos de turistificação do espaço, analisando e revisando as diversas teorias e modelos existentes para o estudo do espaço apropriado para o turismo, ressaltando o papel e a lógica de cada um dos agentes sociais produtores turistas, agentes de mercado, poder público, trabalhadores e população dos destinos turísticos - daqueles processos de apropriação do espaço. Na segunda parte do capítulo, desenvolvemos as questões relacionadas com o uso da regionalização como instrumento analítico das políticas públicas de turismo e à descontinuidade que caracteriza os espaços apropriados para o turismo. A seguir, analisamos as diversas lógicas de territorialização de cada um dos agentes sociais produtores do turismo que realizam um jogo dialógico entre si e com outras territorialidades sincrônicas a elas. A partir dessa abordagem propomos a adoção da categoria do território-rede como a mais adequada para o estudo e o ordenamento daqueles espaços turistificados. Para tanto, assumimos que nos espaços apropriados para o turismo convivem a lógica reticular e a lógica zonal, em movimentos complementares, concorrentes e antagônicos resultantes das ações e interações de todos os agentes produtores e das redes de relações que são estabelecidas entre eles. A combinação dessas lógicas distintas de territorialização vai revelar-se em um elemento fundamental do reordenamento dos espaços turistificados que podem ser melhor apreendidos se adotarmos a sua leitura como um território-rede, ora mais denso, ora mais esgarçado, mas sempre dinâmico e fluído, resultado do mosaico composto pelas territorialidades de cada um dos agentes sociais do turismo. Após essa contextualização teórica, iniciamos nossa discussão sobre as incertezas e os conflitos existentes nos atuais processos de turistificação de certos trechos do espaço. A partir da leitura do jogo dialógico que os agentes sociais do turismo estabelecem entre si e com os agentes de

21 20 outros setores, identificamos uma realidade bastante densa, complexa e fluída, que precisa ser incorporada nas análises e nas ações voltadas para o ordenamento dos espaços apropriados para o turismo. No entanto, destacamos o fato de as políticas públicas, produzidas e implementadas pelos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, apesar dos discursos aparentemente calcados no paradigma do desenvolvimento sustentável, estarem longe de propor ações e projetos que realmente contemplem todos os agentes sociais envolvidos com o turismo. A prática daqueles agentes públicos mostra-se mais direcionada para atender às demandas do mercado em busca de maior lucratividade e facilidades para a reprodução do capital, deixando de lado os interesses dos demais agentes sociais envolvidos e contemplando o espaço apenas como suporte ou palco para a atividade econômica. Seguindo essa linha de reflexão, no capítulo quatro aprofundamos nossa discussão quanto à presença da dimensão espacial nas políticas públicas de turismo no Brasil. Após uma revisão sobre as tendências atuais nos processos de gerenciamento dos espaços apropriados para o turismo, apresentamos uma análise das políticas publicas de turismo já estabelecidas no país, tendo como recorte espacial o período de 1966 até os dias atuais. Essa análise está norteada pela busca dos indícios de preocupação com a espacialidade do turismo naquelas políticas e das suas possíveis implicações para o ordenamento do desenvolvimento turístico no país. Constatamos que, apesar do espaço quase sempre visto apenas como território-zona, estabelecido pelos limites político-administrativos ser citado em diversos instrumentos políticos e projetos, não é possível identificarmos claramente a preocupação com a dimensão espacial do fenômeno turístico no escopo das políticas públicas já implementadas. Como há uma nítida tendência dessas políticas para atender às solicitações dos agentes do mercado, as preocupações para com a questão da espacialidade do fenômeno turístico restringem-se às questões de ordenamento do uso do solo e, mais grave, quase sempre em escalas bastante pontuais. No quinto capítulo, aprofundamos o debate tomando como base empírica uma área mais especifica - a região turística de Agulhas Negras - para

22 21 desenvolver, ao final, nossa tese de que as políticas públicas e privadas voltadas para o turismo, entendido como fenômeno complexo, devem enfatizar como um de seus fundamentos - inclusive de gestão e de governança - a dimensão espacial, especialmente por meio do que estamos denominando, aqui, territórios-rede estruturados/estruturadores em/de redes regionais do turismo. Apresentamos, para tanto, o processo de formação do territóriorede de turismo na região das Agulhas Negras, iniciando por uma contextualização da institucionalização do turismo no nível do governo do estado do Rio de Janeiro, partindo da década de 1970 até os dias atuais. Optamos por essa contextualização por entendermos que o processo em curso na região das Agulhas Negras está diretamente relacionado tanto com a implementação das políticas nacionais de turismo, quanto com as diversas ações e projetos desenvolvidos pelo governo estadual nas últimas três décadas sem, entretanto, deixar de considerar o próprio processo de formação histórica das localidades e dos municípios que compõem aquela parte do território estadual. Após uma breve apresentação dos aspectos turísticos atuais da região, detalhamos o processo de articulação do território-rede do turismo regional, a partir da constituição do Conselho Regional de Turismo das Agulhas (CONRETUR), em 1997, indicando o inicio da formação de uma nova estrutura de governança do turismo regional. A escolha por essa região foi motivada pela nossa atuação efetiva no processo de desenvolvimento turístico do estado do Rio de Janeiro nos últimos anos e no nosso entendimento de que, se é possível o estabelecimento de uma rede regional de turismo como instância de governança no estado, ele tem mais chances de ocorrer naquela região. Além disso, no contexto do estado do Rio de Janeiro, a região das Agulhas Negras apresenta características bastante singulares, tanto do ponto de vista da sua localização entre os principais centros emissores de demandas turísticas do país, como da sua constituição político-administrativa e das suas características de formação histórica. Os agentes sociais do turismo da região já apresentavam uma tendência para a articulação em fóruns e associações desde a década de

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas a exclusão social tornou-se assunto de importância mundial nos debates sobre planejamento e direcionamento de políticas públicas (Teague & Wilson, 1995). A persistência

Leia mais

Projeto de Serviços: proposta de modelo teórico para sites de compras coletivas

Projeto de Serviços: proposta de modelo teórico para sites de compras coletivas Iris Campos Martins Projeto de Serviços: proposta de modelo teórico para sites de compras coletivas Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre

Leia mais

ABORDAGENS SOBRE O TURISMO: O CASO DE LONDRINA - PR

ABORDAGENS SOBRE O TURISMO: O CASO DE LONDRINA - PR ABORDAGENS SOBRE O TURISMO: O CASO DE LONDRINA - PR Sérgio Kaoru Nakashima Universidade Estadual de Londrina E-mail: sergioknbr@hotmail.com INTRODUÇÃO Apesar de ser uma prática bastante antiga, o turismo

Leia mais

TERRITÓRIO E LUGAR - ESPAÇOS DA COMPLEXIDADE

TERRITÓRIO E LUGAR - ESPAÇOS DA COMPLEXIDADE TERRITÓRIO E LUGAR - ESPAÇOS DA COMPLEXIDADE Renata Pekelman 1 Alexandre André dos Santos 2 Resumo: O artigo pretende trabalhar com conceitos de território e lugar, a complexidade intrínseca a esses conceitos,

Leia mais

O turismo e os recursos humanos

O turismo e os recursos humanos Introdução O turismo e os recursos humanos Belíssimas praias, dunas, cachoeiras, cavernas, montanhas, florestas, falésias, rios, lagos, manguezais etc.: sem dúvida, o principal destaque do Brasil no setor

Leia mais

Planejamento e ordenamento territorial do turismo na Região Metropolitana de Natal-RN

Planejamento e ordenamento territorial do turismo na Região Metropolitana de Natal-RN P á g i n a 1 Planejamento e ordenamento territorial do turismo na Região Metropolitana de Natal-RN Larissa da Silva Ferreira 1 Orientadora: Rita de Cássia da Conceição Gomes 2 O presente trabalho é produto

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO PROGRAMA NACIONAL DE ESTRUTURAÇÃO DE DESTINOS TURÍSTICOS (Documento base Câmara Temática de Regionalização) Brasília, 08.02.2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 2 2. DIRETRIZES...

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO

A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO Bruna Giovana de Sá Luiz Fernando de Souza Matheus Bernardi dos Santos RESUMO: O presente trabalho traz um estudo da relação entre a internet

Leia mais

Palavras-Chave: Educação Especial, Formação Continuada, Gestores Públicos, Plano de ação.

Palavras-Chave: Educação Especial, Formação Continuada, Gestores Públicos, Plano de ação. CURSO DE GESTORES PÚBLICOS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO: OS PLANOS DE AÇÃO COMO DISPARADORES DE MUDANÇA Carline Santos Borges Merislandia Paulo Da

Leia mais

TUREL CONGRESSO INTERNACIONAL DE TURISMO CULTURAL E RELIGIOSO GRANDES LINHAS FORÇA EMERGENTES DOS TRABALHOS DO CONGRESSO

TUREL CONGRESSO INTERNACIONAL DE TURISMO CULTURAL E RELIGIOSO GRANDES LINHAS FORÇA EMERGENTES DOS TRABALHOS DO CONGRESSO TUREL CONGRESSO INTERNACIONAL DE TURISMO CULTURAL E RELIGIOSO GRANDES LINHAS FORÇA EMERGENTES DOS TRABALHOS DO CONGRESSO 1. As estatísticas mostram que as receitas totais do turismo ultrapassam 640 milhões

Leia mais

Área Temática: Direitos Humanos. e-mail: pamfera@unicamp.br

Área Temática: Direitos Humanos. e-mail: pamfera@unicamp.br Título: AÇÕES INTEGRADAS ENTRE A UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP, O INSTITUTO DE PESQUISAS ESPECIAIS PARA A SOCIEDADE IPES E A PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS: FORMAÇÃO DE AGENTES COMUNITÁRIOS

Leia mais

Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios

Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios Sandra Sofia Brito da Silva Dissertação

Leia mais

A Dimensão Cultural e o Espaço uma leitura geográfica. Elis Miranda

A Dimensão Cultural e o Espaço uma leitura geográfica. Elis Miranda A Dimensão Cultural e o Espaço uma leitura geográfica Elis Miranda Professora do Mestrado em Planejamento Regional e Gestão de Cidades Universidade Cândido Mendes - Campos. O livro Introdução à Geografia

Leia mais

FONTES PARA O ESTUDO DO TURISMO

FONTES PARA O ESTUDO DO TURISMO REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA TURISMO PERIODICIDADE SEMESTRAL ANO III EDIÇÃO NÚMERO 4 JANEIRO DE 2006 FONTES PARA O ESTUDO DO TURISMO GUARALDO, Tamara de S. Brandão ACEG Faculdade de Ciências Humanas docente

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO MESTRADO: A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Organizações e Estratégia e Empreendedorismo e Mercado

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 MESTRADO: EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Estudos Organizacionais e Sociedade e Marketing e Cadeias

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 PORTAL DO FÓRUM GOIANO DE EJA: INTERAÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO EM AMBIENTE VIRTUAL Danielly Cardoso da Silva Karla Murielly Lôpo Leite Maria Emília de Castro Rodrigues O presente texto tem por objetivo apresentar

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento.

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Título provisório (uma expressão

Leia mais

Brasília, 9 de maio de 2012

Brasília, 9 de maio de 2012 Brasília, 9 de maio de 2012 Discurso do presidente Alexandre Tombini em evento no Sebrae para lançamento do Plano de Ação para Fortalecimento do Ambiente Institucional para a Adequada Inclusão Financeira

Leia mais

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009.

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009. 1 UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN Natal/RN, 05/2009. Auta Stella de Medeiros Germano - SEDIS-UFRN - autastella@yahoo.com.br Categoria (Gerenciamento e Logística)

Leia mais

Gestão de tecnologias na escola

Gestão de tecnologias na escola Gestão de tecnologias na escola Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida 1 As tecnologias de informação e comunicação foram inicialmente introduzidas na educação para informatizar as atividades administrativas,

Leia mais

O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM E A HOTELARIA NO BRASIL

O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM E A HOTELARIA NO BRASIL O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM E A HOTELARIA NO BRASIL Anna Carolina do Carmo Castro Larissa Mongruel Martins de Lara RESUMO: O presente estudo tem por objetivo explicar a

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS. Juliana de Souza Dartora 1 INTRODUÇÃO

TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS. Juliana de Souza Dartora 1 INTRODUÇÃO TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS Juliana de Souza Dartora 1 RESUMO Este artigo propõe investigar os conceitos de turismo e turismo de negócios, ambos amplamente utilizados, mas ainda carentes de uma

Leia mais

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESSUMO O presente texto tem por objetivo apresentar uma reflexão sobre o Estágio

Leia mais

MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.

MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. RICOMINI, Ingrid da Silva; GIROTTO, Cyntía Graziella Guizelim Simões.

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À

TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À COMUNIDADE: O ENSINO SUPERIOR ATUANDO EM ARARAQUARA. Eduarda Escila Ferreira Lopes* Nádia Pizzolitto** Turismo e educação junto à comunidade: City Tour Hoje o turismo assume

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos RESUMO PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E PPC PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO, ENTRE O DITO E O FEITO ESTUDOS DE CASO MÚLTIPLOS / IES/ RS BRASIL 2007/2008. Autora

Leia mais

O USO DA INTERNET E SEUS EFEITOS SOBRE O PROCESSO DE SUBJETIVAÇÃO DE USUÁRIOS BRASILEIROS

O USO DA INTERNET E SEUS EFEITOS SOBRE O PROCESSO DE SUBJETIVAÇÃO DE USUÁRIOS BRASILEIROS O USO DA INTERNET E SEUS EFEITOS SOBRE O PROCESSO DE SUBJETIVAÇÃO DE USUÁRIOS BRASILEIROS Lucas Germani Wendt; Leonardo Pestillo de Oliveira; Letícia Rossi RESUMO: O presente projeto terá por objetivo

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Luiz Antônio Gaulia Comunicação Empresarial e Sustentabilidade. Análise de Caso: Relatório da BP - British Petroleum 2010 Dissertação de Mestrado Dissertação

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate ALEXANDRE DE SOUZA RAMOS 1 Saúde como direito de cidadania e um sistema de saúde (o SUS) de cunho marcadamente

Leia mais

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL APROVO Em conformidade com as Port. 38-DECEx, 12ABR11 e Port 137- Cmdo Ex, 28FEV12 MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Fica instituída a Política Municipal de Educação Ambiental, seus objetivos, princípios

Leia mais

Plano de Trabalho 2013/2015

Plano de Trabalho 2013/2015 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013 I. JUSTIFICATIVAS

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

Sociologia Organizacional. Aula 1. Contextualização. Organização da Disciplina. Aula 1. Contexto histórico do aparecimento da sociologia

Sociologia Organizacional. Aula 1. Contextualização. Organização da Disciplina. Aula 1. Contexto histórico do aparecimento da sociologia Sociologia Organizacional Aula 1 Organização da Disciplina Aula 1 Contexto histórico do aparecimento da sociologia Aula 2 Profa. Me. Anna Klamas A institucionalização da sociologia: August Comte e Emile

Leia mais

ACADEMIA MENTAL Conhecimento Estratégico Promovendo Desenvolvimento.

ACADEMIA MENTAL Conhecimento Estratégico Promovendo Desenvolvimento. ACADEMIA MENTAL Conhecimento Estratégico Promovendo Desenvolvimento. As organizações estão inseridas em ambientes competitivos e esses parecem ser altamente dinâmicos com movimentos aparentemente aleatórios.

Leia mais

Restrições intrapessoais para o lazer em turismo

Restrições intrapessoais para o lazer em turismo Renato das Chagas Benevenuto Restrições intrapessoais para o lazer em turismo por idosos no Rio de Janeiro Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Administração

Leia mais

Participação Social em Políticas Públicas de Esporte e Lazer no Brasil: O Exemplo das Conferências Nacionais do Esporte

Participação Social em Políticas Públicas de Esporte e Lazer no Brasil: O Exemplo das Conferências Nacionais do Esporte Capítulo 2 Participação Social em Políticas Públicas de Esporte e Lazer no Brasil: O Exemplo das Conferências Nacionais do Esporte Renato Francisco Rodrigues Marques Doutor em Educação Física UNICAMP Docente

Leia mais

PROJETO MUTAÇÕES: Cada um na sua, mas todos ligados em rede O mundo e o planeta Urbanização e cidades Globalização: o mundo em toda parte

PROJETO MUTAÇÕES: Cada um na sua, mas todos ligados em rede O mundo e o planeta Urbanização e cidades Globalização: o mundo em toda parte PROJETO MUTAÇÕES: O início do século XXI impressiona não apenas pelo volume das mudanças que se efetivaram em todos os campos da ação humana, mas também na velocidade com que elas têm se processado. Em

Leia mais

OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES POPULARES

OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES POPULARES COMO CITAR ESTE TEXTO: Formato Documento Eletrônico (ISO) NASCIMENTO, Alexandre do. Os Cursos Pré-Vestibulares Populares. [Acesso em dd/mm/aaaa]. Disponível em http://www.alexandrenascimento.com. OS CURSOS

Leia mais

Guerra fria (o espaço mundial)

Guerra fria (o espaço mundial) Guerra fria (o espaço mundial) Com a queda dos impérios coloniais, duas grandes potências se originavam deixando o mundo com uma nova ordem tanto na parte política quanto na econômica, era os Estados Unidos

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais

SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO

SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO VIANA, Valdecir Lopes Universidade Federal de Minas Gerais Valdecir_viana@yahoo.com.br RESUMO Este texto integra as reflexões

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

Elizabeth Fontoura Dorneles Reitora

Elizabeth Fontoura Dorneles Reitora Elizabeth Fontoura Dorneles Reitora Sirlei De Lourdes Lauxen Vice-Reitora de Graduação Fábio Dal-Soto Vice-Reitor de Administração Cléia Rosani Baiotto Vice-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão

Leia mais

Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual

Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual Pedro Bruno Barros de Souza Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação

Leia mais

Diferenças entre o mundo rural e o urbano.

Diferenças entre o mundo rural e o urbano. Oficina Urbanização Esta oficina tem como objetivo analisar uma das principais características do mundo atual; a vida em cidades. Pretendemos compreender a evolução das cidades na história e como se configuram

Leia mais

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade 1 Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade Maria Helena de Lima helenal@terra.com.br/helena.lima@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo. Este artigo constitui

Leia mais

Geração automática de suíte de teste para GUI a partir de Rede de Petri

Geração automática de suíte de teste para GUI a partir de Rede de Petri Raquel Jauffret Guilhon Geração automática de suíte de teste para GUI a partir de Rede de Petri Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo

Leia mais

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS Maria da Graça Ramos GEUIpesq/UFPel Resumo: No presente texto procura-se estabelecer as relações fundamentais entre a produção da ciência com a

Leia mais

Estratégias atuais para a mudança na graduação das profissões da saúde Laura C.M. Feuerwerker 1

Estratégias atuais para a mudança na graduação das profissões da saúde Laura C.M. Feuerwerker 1 Estratégias atuais para a mudança na graduação das profissões da saúde Laura C.M. Feuerwerker 1 A mudança na graduação das profissões da saúde segue sendo um tema fundamental para todos aqueles preocupados

Leia mais

A UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO E O SIGNIFICADO SOCIAL DA POLÍTICA PÚBLICA DE EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NA BAIXADA FLUMINENSE

A UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO E O SIGNIFICADO SOCIAL DA POLÍTICA PÚBLICA DE EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NA BAIXADA FLUMINENSE A UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO E O SIGNIFICADO SOCIAL DA POLÍTICA PÚBLICA DE EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NA BAIXADA FLUMINENSE INTRODUÇÃO Renan Arjona de Souza (1); Nádia Maria Pereira

Leia mais

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Messias Bonjardim, Solimar Guindo GIL FILHO, Sylvio Fausto. Espaço sagrado: estudo em geografia

Leia mais

Mais Justiça social Mais Solidariedade Mais Atenção

Mais Justiça social Mais Solidariedade Mais Atenção A interiorização do trabalho e da formação em saúde: Mais Médicos e Mais Reforma Sanitária* No dia 5 de setembro de 2013, o Fórum de Estudantes da ENSP/Fiocruz coordenou a roda de conversa sobre a interiorização

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural

Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural No período compreendido entre os dias 16 e 19 do mês de setembro de 2004, realizou-se a Primeira Feira Nacional do Turismo Rural - 1º FEIRATUR,

Leia mais

GESTÃO DESCENTRALIZADA DO TURISMO NO BRASIL: a regionalização como estratégia para o desenvolvimento nacional

GESTÃO DESCENTRALIZADA DO TURISMO NO BRASIL: a regionalização como estratégia para o desenvolvimento nacional GESTÃO DESCENTRALIZADA DO TURISMO NO BRASIL: a regionalização como estratégia para o desenvolvimento nacional SARANY RODRIGUES DA COSTA saranycosta@live.com UFMA CONCEIÇÃO DE MARIA BELFORT DE CARVALHO

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS História da Cultura CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Repassar ao alunado a compreensão do fenômeno da cultura e sua relevância para

Leia mais

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS Prof. Ms.Camila Corrêa Moura Prof. Ms. Larissa Rafaela Galatti

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

RESUMO: O presente trabalho narra a vivência de estudantes de pos graduação na disciplina Interdisciplinaridade e Educação no curso de especialização

RESUMO: O presente trabalho narra a vivência de estudantes de pos graduação na disciplina Interdisciplinaridade e Educação no curso de especialização 1 RESUMO: O presente trabalho narra a vivência de estudantes de pos graduação na disciplina Interdisciplinaridade e Educação no curso de especialização em Docência do Ensino Superior. Tal trajetória consistiu

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCAEDHMT01-P A IMPORTÂNCIA EPISTEMOLÓGICA DA METODOLOGIA DE PESQUISA NAS CIÊNCIAS SOCIAIS Ozilma Freire dos Santos (1) Deyve Redyson (3). Centro de Ciências Aplicadas e Educação/Departamento de Hotelaria/MONITORIA

Leia mais

Carreiras e a Nova Geração Produtiva: Quais as Expectativas de Carreira de Jovens Profissionais?

Carreiras e a Nova Geração Produtiva: Quais as Expectativas de Carreira de Jovens Profissionais? Patrícia Freitas de Sá Carreiras e a Nova Geração Produtiva: Quais as Expectativas de Carreira de Jovens Profissionais? Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Administração

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

Projeto de monitoria em eventos: com destaque nas disciplinas Introdução a Hospitalidade e Teoria e Pesquisa do Lazer

Projeto de monitoria em eventos: com destaque nas disciplinas Introdução a Hospitalidade e Teoria e Pesquisa do Lazer Projeto de monitoria em eventos: com destaque nas disciplinas Introdução a Hospitalidade e Teoria e Pesquisa do Lazer Gilmara Barros da Silva 1, Janaina Luciana de Medeiros 2, Kettrin Farias Bem Maracajá

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO

A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO 0 A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO (1)Prof. Dr. Samir Cristino de Souza (IFRN) (2) Prof a. Dr a. Maria da Conceição Xavier de Almeida (UFRN) RESUMO A Pedagogia da

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

5 Proposta pedagógica da escola

5 Proposta pedagógica da escola 5 Proposta pedagógica da escola A escola onde este estudo se realizou localiza-se na periferia da cidade do Rio de Janeiro, e passou a integrar a rede FAETEC (Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio

Leia mais

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE)

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE (SÍNTESE) Ao longo de mais de cinco décadas, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) estruturou um ambiente acadêmico intelectualmente rico

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AS LIMITAÇÕES NA APRENDIZAGEM ACADÊMICA: OLGANI DE MORAES LOSS CURSO: CAPACITAÇÃO EM AEE PROFESSOR: SIRIO

Leia mais

Gestão Hospitalar O caso de hospitais privados do Rio de Janeiro

Gestão Hospitalar O caso de hospitais privados do Rio de Janeiro Alexandre Cunha Lobo de Melo Gestão Hospitalar O caso de hospitais privados do Rio de Janeiro Dissertação de mestrado Dissertação de mestrado apresentada ao Departamento de Administração da Pontifícia

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES

ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES Nara Dias Brito 1 ; Daniel Mill 2 Grupo 2.1. Docência na educação a distância: Formação

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

DE GEOGRAFIA PARA O PÓS-MEDIO

DE GEOGRAFIA PARA O PÓS-MEDIO DE GEOGRAFIA PARA O PÓS-MEDIO Sonia Morandi (*) RESUMO - A partir da experiência de formação continuada em geografia do turismo, desenvolvida no Centro Paula Souza/CEETEPS, o trabalho tem por objetivo

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares 590 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares Raquel Renzo Silva - UNESP Analúcia Bueno dos Reis Giometti - UNESP INTRODUÇÃO A atualidade

Leia mais

Graduanda em Geografia pela Universidade de São Paulo. Bolsista de iniciação científica da FUSP/BNDES. Contato: ca-milafranco@hotmail.

Graduanda em Geografia pela Universidade de São Paulo. Bolsista de iniciação científica da FUSP/BNDES. Contato: ca-milafranco@hotmail. Implementação de bancos de dados georeferenciados das Viagens Filosóficas Portuguesas (1755-1808) e a criação de um material didático com o uso do Google Earth. Camila Franco 1 Ermelinda Moutinho Pataca

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

Marcos Paulo Garrido Bittencourt de Oliveira. O uso de mídias sociais como ferramentas para criação de novos negócios: Estudo de caso

Marcos Paulo Garrido Bittencourt de Oliveira. O uso de mídias sociais como ferramentas para criação de novos negócios: Estudo de caso Marcos Paulo Garrido Bittencourt de Oliveira O uso de mídias sociais como ferramentas para criação de novos negócios: Estudo de caso Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação

Leia mais