Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial e Investimentos Divisão de Inteligência Comercial. Como Exportar Itália

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial e Investimentos Divisão de Inteligência Comercial. Como Exportar Itália"

Transcrição

1 Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial e Investimentos Divisão de Inteligência Comercial Como Exportar

2 COLEÇÃO ESTUDOS E DOCUMENTOS DE COMÉRCIO EXTERIOR COMO EXPORTAR

3 Coleção: Estudos e Documentos de Comércio Exterior Série: Como Exportar CEX: 228 Elaboração: Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC Consulado-Geral do Brasil em Milão Setor de Promoção Comercial - SECOM Coordenação: Divisão de Inteligência Comercial Distribuição: Divisão de Inteligência Comercial Os termos e a apresentação de matérias contidas na presente publicação não traduzem expressão de opinião por parte do MRE sobre o status jurídico de quaisquer países, territórios, cidades ou áreas geográficas e de suas fronteiras ou limites. Os termos desenvolvidos e em desenvolvimento empregados em relação a países ou a áreas geográficas não implicam posição oficial por parte do MRE. Direitos reservados. O DPR, que é titular exclusivo dos direitos de autor, permite sua reprodução parcial, desde que a fonte seja devidamente citada. B823c Brasil. Ministério das Relações Exteriores. Divisão de Inteligência Comercial. Como Exportar: / Ministério das Relações Exteriores._Brasília: MRE, p.; il._ (Coleção estudos e documentos de comércio exterior). 1. Brasil Comércio exterior. 2. Comércio Exterior. I. Título. II. Série. CDU: 382 (81:45)

4 Como Exportar SUMÁRIO INTRODUÇÃO...5 MAPA DA ITÁLIA...7 DADOS BÁSICOS...9 I ASPECTOS GERAIS População, centros urbanos e indicadores socioeconômicos Organização política e administrativa Organizações e acordos internacionais...19 II ECONOMIA, MOEDA E FINANÇAS Conjuntura econômica Principais setores de atividade Moeda e finanças III COMÉRCIO EXTERIOR Evoluções recentes: considerações gerais Direção Composição IV. RELAÇÕES ECONÔMICAS BRASIL ITÁLIA Comercio bilateral Balanço de pagamentos bilateral Investimentos bilaterais Principais acordos internacionais que envolvem o Brasil e Linhas de crédito dos bancos brasileiros Oportunidades: principais produtos importados na V ACESSO AO MERCADO Sistema tarifário Regime das importações Documentos e processos formais Regimes especiais Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

5 Como Exportar VI ESTRUTURA DE COMERCIALIZAÇÃO Canais de distribuição Promoção comercial Políticas comerciais...73 VIII CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES...79 ANEXOS...81 I. Endereços...81 II. Informações práticas...91 LISTA DE SITES Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

6 Como Exportar INTRODUÇÃO A estrutura econômica da é similar a maior parte dos países europeus, com uma forte concentração do PIB (Produto Interno Bruto) no setor dos serviços. Mais especificamente, 67,8% da população ativa atuam nos serviços (comércio atacadista e varejista; atividades profissionais, científicas e tecnológicas; serviços de hospedagem e restauração; saúde e assistência social; atividades imobiliárias), 28,5% na indústria (com predominância das empresas manufatureiras), e 3,7% na agricultura. O setor produtivo italiano é formado principalmente por empresas pequenas e médias (entre 1 e 19 funcionários). As dimensões reduzidas implicam um alto nível de flexibilidade e certa rapidez de resposta às exigências e aos estímulos provenientes da demanda. Todavia, pode representar um fator de fraqueza, pois a pequena e média empresa nem sempre possui (ou é capaz de conseguir) os recursos necessários para realizar investimentos nos mercados internacionais. Um setor especialmente importante para a economia italiana continua sendo o turismo. No total, em 2012, a recebeu 98 milhões de turistas, dos quais 47,9% eram estrangeiros. Do ponto de vista político, a é uma República parlamentar com sistema bicameral. O Presidente da República é o chefe do Estado e representa a unidade nacional. Ele tem o papel de indicar o Presidente do Conselho dos Ministros, o qual, por sua vez, preside o Governo. As principais entidades administrativas são: Regiões, Províncias e Municípios. Existem na 20 regiões, 110 províncias e municípios. A região com o número maior de municípios é a Lombardia (1.544 municípios), seguida pelo Piemonte (1.206 municípios). A língua oficial é o italiano, mesmo existindo em algumas regiões do Norte algumas minorias linguísticas. O intercâmbio comercial entre e Brasil alcançou em 2012 o valor de US$ 10,8 bilhões. Mais especificamente, as importações na do Brasil foram de US$ 4,6 bilhões enquanto as exportações da Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

7 Como Exportar para o Brasil alcançaram um total de US$ 6,2 bilhões. A exportação italiana ao Brasil concentra-se nos setores nos quais o Made in Italy é tradicionalmente consolidado, a começar pela mecânica instrumental (como os acessórios para automóveis e tratores ou as máquinas para a realização de embalagens). No que diz respeito às importações italianas do Brasil, em 2012 a categoria de produtos mais relevante foi o café, que representou 13,2% do total das importações italianas do Brasil. É também significativa a cota dos minerais de ferro. Outros produtos importados na do Brasil são o óleo de soja e o de amendoim, as carnes bovinas e as peles. Apesar da crise econômica que o país enfrenta, a continua sendo um país interessante como parceiro comercial. Para um empresário interessado em desenvolver uma atividade de exportação para a, haveriam oportunidades nos seguintes setores: energia (petróleo bruto, gás natural e carvão); produtos químicos (produtos químicos básicos, fertilizantes e compostos nitrogenados, materiais plásticos e borracha sintética em formas primárias); os medicinais e os preparados farmacêuticos; os artigos de vestuário (nos últimos anos, os empresários italianos têm procurado outros países, principalmente não europeus, para a produção de peças de vestuário); componentes eletrônicos e as placas eletrônicas; preparações de carne; e produtos biológicos (cuja demanda não está sendo totalmente satisfeita pela produção agrícola nacional). Com relação aos investimentos, as operações brasileiras na, têm sido muito reduzidas. São muitas as oportunidades de investimento que a oferece, porém, como atestam as muitas aquisições recentemente efetuadas por empresas internacionais. Até o momento atual, são principalmente as empresas do setor de artigos de luxo (e, mais especificamente, as de vestuário e acessórios) as que atraem os investidores estrangeiros. Os produtos alimentícios e de decoração, que são tradicionalmente setores chave da produção Made in Italy, representam também uma oportunidade relevante de investimento. Outro setor de potencial interesse é o da alta tecnologia, como engenharia, software e instrumentos médicos. 6 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

8 Como Exportar MAPA DA Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

9 Coliseu Foto: shutterstock.com

10 Como Exportar DADOS BÁSICOS Superfície: km 2 População: (2012) Densidade demográfica: 198 habitantes por km 2 População ativa: (2012) Taxa de desemprego: 12,2% (julho / 2013) População ativa (dados em %) ,9% 65,8% 65,7% 65,7% 64,8% Capital: Roma Principais cidades: Milão, Turim, Genova, Bolonha, Veneza (Norte); Florença, Roma (Centro); Nápoles, Bari, Palermo, Cagliari (Sul) Moeda: Euro Exchange rate: US$ 1,00 = 0,76 (junho / 2013) Moeda: Euro Exchange rate: US$ 1,00 = 0,77 (média do ano / 2012) PIB - preços correntes (2012): US$ 2,03 trilhões PIB Origem por ramo de atividade (2012): serviços 73% indústria 25% agricultura 2% PIB taxa de crescimento real: 2012 vs = - 2,4% PIB taxa de crescimento real: segundo trimestre 2013 vs = - 2,1% PIB taxa de crescimento estimada 2013 = - 1,8% Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

11 Como Exportar Variação PIB em volume (dados em %) ,16% -5,5% +1,7% +0,4% -2,4% PIB per capita (2012): US$ PIB per capita US$ US$ US$ US$ US$ Inflação 2012: 2,8% Inflação agosto 2013: 1,2% Comércio exterior: Importações (2012): US$ 513,7 bilhões Exportações (2012): US$ 482,4 bilhões Comércio exterior 1 semestre 2013 vs. 1 semestre 2012: Importações: - 3,4% Exportações: +0,1% Exportações e importações /mundo (US$ bilhões) Exportações Importações 2008 US$ 542,5 US$ 561, US$ 406,7 US$ 414, US$ 447 US$ 486, US$ 522,9 US$ 558, US$ 482,4 US$ 513,7 10 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

12 Como Exportar Intercâmbio comercial com o Brasil (2012): US$ 10,78 bilhões Importações na do Brasil (2012): US$ 4,58 bilhões Exportações da para o Brasil (2012): US$ 6,2 bilhões Intercâmbio comercial com o Brasil (jan-ago/2013): US$ 7,26 bilhões Importações na do Brasil: US$ 2,75 bilhões Exportações da para o Brasil: US$ 4,5 bilhões Exportações e importações Brasil/ (US$ bilhões) Exportações da para o Brasil Importações na do Brasil 2008 US$ 4,6 US$ 4, US$ 3,6 US$ 3, US$ 4,8 US$ 4, US$ 6,2 US$ 5, US$ 6,2 US$ 4,5 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

13 Fontana di Trevi Foto: shutterstock.com

14 Como Exportar I - ASPECTOS GERAIS 1 - População, centros urbanos e indicadores socioeconômicos 1.1 População Em janeiro de 2013 a população residente na alcançava 59,7 milhões de habitantes. Uma parte significativa da população (cerca de 27 milhões) está concentrada no Norte do país, seguido pelo Sul e pelo Centro. Cerca de 40% da população vive em municípios definidos como rurais, ou seja, municípios em que 75% do território é formado por área verde e que contam com menos de 300 habitantes por km². O crescimento demográfico é reduzido e sustentado, exclusivamente, pela participação estrangeira da população. A se encontra entre os países com a mais baixa taxa de natalidade, com 1,39 filhos para cada mulher. Esse valor é inferior ao chamado limiar de renovação (igual à cerca de 2 filhos em média para cada mulher), que garantiria a renovação das gerações. A italiana é, nesse sentido, uma população que está envelhecendo: em janeiro de 2013, havia mais de 140 idosos para cada 100 jovens. Os estrangeiros residentes na, em janeiro de 2013, alcançavam 4,4 milhões de indivíduos. Os cidadãos não comunitários em situação regular são 3,8 milhões, com uma forte concentração no Norte do país. A expectativa de vida das mulheres é de 84 anos e meio, enquanto que a dos homens é de pouco mais de 79 anos, entre as maiores da União Europeia. A redução dos casamentos, que vem acontecendo desde os anos 1970, continua aumentando. A população ativa é de mais de 38 milhões de pessoas. Os trabalhadores dependentes representam a grande maioria dos empregados (75,1%). 1.2 Centros urbanos Com 198 habitantes por km 2, a é um dos países com a maior densidade populacional da União Europeia, cuja média é de 114 por km 2. A capital Roma é o centro urbano Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

15 Como Exportar mais populoso do país (2,8 milhões de habitantes). Outros centros importantes são: - Norte: Milão (1,4 milhão de habitantes), Turim (909 mil), Genova (609 mil), Veneza (270 mil); - Centro: Florença (380 mil); - Sul: Nápoles (959 mil), Palermo (656 mil), Cagliari (149 mil). Distâncias entre os principais centros do país: - Milão Roma: 478,51 km; - Milão Turim: 125,51 km; - Roma Nápoles: 189,89 km. Veneza Ponte de Rialto 1.3 Principais indicadores socioeconômicos Em 2012, o PIB per capita foi de US$ 30,5 mil. Existem grandes disparidades entre as diferentes regiões do país. Especialmente entre Norte e Sul. No Sul a riqueza produzida per capita é de cerca de US$ 20 mil, ou seja, apenas dois terços da média nacional. Em Milão, o PIB per capita é de US$ 44,7 mil, um valor superior em quase 50% à média nacional. 14 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

16 Como Exportar Em 2012, a média dos salários mensais foi de US$ 1,7 mil. Os trabalhadores em tempo integral ganharam, em média, US$ 1,8 mil por mês enquanto que os trabalhadores part time receberam US$ 968 por mês. A diferença entre os salários líquidos de homens e mulheres é bastante significativa. A remuneração líquida média mensal das mulheres é de US$ 1,5 mil, enquanto a dos homens alcança US$ 1,8 mil. Ainda mais significativa é a diferença entre italianos e estrangeiros. As remunerações mensais destes últimos ficam em 25,8% abaixo dos italianos: US$ 1,2 mil contra US$ 1,7 mil. Nos últimos anos, o poder aquisitivo das famílias diminuiu drasticamente. Somente em 2012, este indicador caiu registrando - 4,8%. A redução da renda disponível das famílias foi determinada por dois fatores principais: de um lado o aumento da tributação e, do outro, a forte contração da renda das atividades empresariais. As rendas do trabalho se mantiveram quase estáveis em termos nominais, mas têm enfrentado a perda de poder de compra devida à inflação. Enquanto no Norte o gasto médio mensal chega a US$ 3,6 mil, no Sul só chega a US$ 2,4 mil. Uma parte significativa do gasto (correspondente a 39,1%) é absorvida pela habitação. É oportuno evidenciar que, na, a compra da casa é muito difundida e isso, obviamente, comporta o frequente recurso ao endividamento bancário. 19% do gasto é destinado à alimentação e 15,8% ao transporte. Itens menos relevantes são o vestuário (5,8%) e o tempo livre (5,5%). Os níveis de escolaridade apresentam alguns pontos críticos, especialmente entre as faixas mais idosas da população que são caracterizadas por um nível tendencialmente baixo (ensino fundamental). Considerando o total da população com mais de 15 anos, resulta que 22,3% da população (com predominância da componente feminina) frequentou apenas os primeiros 5 anos do ensino fundamental, 32,1% possui o ensino fundamental completo. O diploma de segundo grau (trienal ou quinquenal) é possuído por 34,5% do total dos italianos, enquanto a graduação tem uma penetração ainda baixa (11,1%). Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

17 Como Exportar A porcentagem dos que possuem o ensino superior parece ser mais relevante entre as mulheres e no Norte do país. É importante observar que, nos últimos anos, as inscrições nas universidades diminuíram. Os motivos são vários: a diminuição demográfica, a perda de confiança no valor do diploma de graduação como instrumento para entrar no mundo do trabalho, e as dificuldades econômico-financeiras das famílias. Na atualidade, o número de egressos do ensino médio que se inscrevem numa universidade é de cerca de 30%. Os principais Indicadores socioeconômicos (em US$ mil) - PIB per capita 2012 US$ 30,5 - Remuneração média mensal 2012 US$ 1,7 - Remuneração líquida média mensal trabalhadores part time 2012 US$ 1,0 - Remuneração líquida média mensal trabalhadores full time 2012 US$ 1,8 -Remuneração líquida média mensal mulheres 2012 US$ 1,5 - Remuneração líquida média mensal homens 2012 US$ 1,8 - Variação do poder de compra das famílias 2012 vs ,8% - Variação consumo nacional 2012 vs ,9% - Variação do gasto das famílias 2012 vs ,3% -Gasto médio mensal por família 2012 US$ 3,2 - Gasto médio mensal por família 2012 Norte US$ 3,6 -Gasto médio mensal por família 2012 Sul US$ 2,5 - Porcentagem da população italiana com mais de 15 anos com os primeiros 5 anos do ensino fundamental ,3% - Porcentagem da população italiana com mais de 15 anos com ensino fundamental completo ,1% - Porcentagem da população italiana com mais de 15 anos com o ensino médio completo ,5% - Porcentagem da população italiana com mais de 15 anos com ensino superior ,1% 16 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

18 Como Exportar Milão Praça do Duomo e Galeria Vittorio Emanuelle 2 - ORGANIZAÇÃO POLÍTICA E ADMINISTRATIVA 2.1 Organização política A tália é uma república parlamentar com sistema bicameral. De acordo com o artigo 1 da Constituição, A é uma República democrática, baseada no trabalho. A República, una e indivisível, reconhece e promove as autonomias locais. O Estado e a Igreja católica são, cada um dentro da própria ordem, independentes e soberanos. Suas relações são regulamentadas pelos Acordos de Latrão, isto é, acordos de reconhecimento mútuo entre o Reino da e a Santa Sé, assinados em 11 de fevereiro de O Presidente da República é o Chefe do Estado e representa a unidade nacional. O Governo é presidido por um Presidente do Conselho dos Ministros, indicado pelo Chefe do Estado. Salvo nos casos de dissolução antecipada das Câmaras (prerrogativa do Presidente da República), a legislatura dura 5 anos. O Presidente do Conselho nomeia Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

19 Como Exportar os Ministros, responsáveis, individualmente, pelas ações de seus ministérios e, colegialmente, por aquelas deliberadas pelo Conselho dos Ministros. O Ministério da Economia e das Finanças e o Ministério para o Desenvolvimento Econômico são os de maior interesse para o comércio internacional. O poder legislativo é exercido pelo Parlamento, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado da República. O poder judiciário é confiado à Magistratura, que representa uma ordem autônoma e independente de todos os outros poderes. Roma Palácio Montecitorio (sede do Parlamento) 18 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

20 Como Exportar 2.2 Organização administrativa Os principais entes administrativos são: Regiões, Províncias e Municípios. As Regiões são por sua vez reunidas em 4 áreas geográficas: Noroeste (Lombardia, Liguria, Piemonte, Val d Aosta), Nordeste (Friuli-Venezia Giulia, Trentino-Alto Adige, Veneto, Emilia-Romagna) Centro (Lazio, Toscana, Marche, Umbria) e Mezzogiorno, que por sua vez é dividido em Sul (Abruzzo, Molise, Basilicata, Molise, Campania, Puglia, Calabria) e Ilhas (Sardegna, Sicillia). A região com o maior número de municípios é a Lombardia (1.544 municípios), seguida pelo Piemonte (1.206 municípios). Das 20 regiões italianas, 5 gozam de um estatuto autônomo (Trentino Alto Adige, Valle d Aosta, Friuli-Venezia Giulia, Sardegna e Sicilia). 3 - ORGANIZAÇÕES E ACORDOS INTERNACIONAIS A é um dos membros fundadores da União Europeia e participou de todos os principais tratados de unificação europeia, inclusive a entrada na zona do Euro em Desde 2002, a moeda oficial é o Euro ( ), em substituição à Lira. O câmbio foi fixado em 1 = 1.936,27 liras. É membro fundador da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), uma aliança constituída em 1949 para a colaboração da defesa, e membro do Conselho da Europa, que tem como objetivo a criação de um espaço democrático e jurídico comum na Europa, respeito à Convenção Europeia dos Direitos Humanos e outros textos de referência relativos à tutela do indivíduo. É membro, também, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que visa dar vida a formas de cooperação e coordenação no campo econômico entre as nações europeias. Faz parte da Organização das Nações Unidas (ONU), e da União Europeia Ocidental, uma organização internacional regional Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

21 Como Exportar de segurança militar e cooperação política. Faz parte do G8, ou seja, da cúpula dos chefes de governo das 8 nações mais industrializadas do mundo (França, Alemanha, Japão, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá) e do G20, que reúne 20 países (entre os quais o Brasil) e tem como objetivo o desenvolvimento da internacionalização econômica. 20 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

22 Como Exportar II - ECONOMIA, MOEDA E FINANÇAS 1 - CONJUNTURA ECONÔMICA Nos últimos anos, a economia italiana sofreu uma retração conjuntural, que se agravou em Naquele ano, registrou-se uma queda na demanda interna e uma redução das horas de trabalho dos assalariados, devido ao aumento do número de empregados em tempo parcial e o uso da Caixa para complementos salariais. A taxa de desemprego, de 10,7% em 2012, cresceu ainda mais em 2013, 12,2%. Intensificou-se, especialmente, a taxa de desemprego juvenil (15-24 anos), 39,1%, e entre as mulheres. A taxa de desemprego das mulheres foi de 12,9% enquanto a taxa de inatividade chegou a 46,2%. Apesar do quadro econômico crítico, a inflação permaneceu elevada nos primeiros 6 meses de 2012 e começou a baixar somente a partir do último trimestre do ano. No primeiro semestre de 2013, o índice de inflação permaneceu moderado, ficando pouco acima de 1%. A situação geral teve um impacto sobre a renda das famílias, que ficou cada vez mais comprometida. Como consequência houve uma diminuição no consumo, e uma progressiva diminuição da poupança, que em 2012 alcançou seu mínimo histórico. Para enfrentar as dificuldades econômicas crescentes, as famílias foram reduzindo a quantidade e/ou a qualidade dos produtos adquiridos. Com a procura cada vez maior de pontos de venda com preços baixos (começando pelos discount ou as redes de fast fashion). Os investimentos por parte das empresas também sofreram com o quadro conjuntural. Em 2012 foi constatada uma contração dos investimentos fixos brutos de 8%, que se prolongou nos primeiros 3 meses de Esta queda envolveu todos os setores: dos meios de transporte (-12,2%) até as máquinas e equipamentos (-10,6%). A piora das condições se dá principalmente por meio da imposição de taxas de juros mais altas (apontada por mais de 25% das empresas) e de maiores comissões e/ou custos acessórios (apontadas por 15% das empresas). As tensões nos mercados de crédito se refletem também no racionamento do crédito. Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

23 Como Exportar A queda da demanda interna provocou uma redução das importações de bens e serviços, mas a demanda estrangeira se manteve alta, oferecendo uma contribuição ao crescimento da atividade econômica. Em todos os trimestres de 2012, a demanda estrangeira líquida forneceu um impulso positivo ao PIB. Tanto em 2012 quanto nos primeiros meses de 2013 o PIB italiano foi negativo. Conjuntura econômica principais indicadores - Taxa de desemprego em ,70% - Taxa de desemprego em julho de ,20% - Variação dos investimentos fixos brutos em 2012 vs ,00% - Variação do PIB em ,40% - Variação do PIB em 2013 (estimativa do FMI) - 1,80% Conjuntura econômica principais indicadores Taxa de desemprego 7,8% 8,4% 8,4% 8,4% 10,7% - Variação do PIB - 1,16% - 5,5% 1,7% 0,4% - 2,4% - Variação dos investimentos fixos brutos - 3,7% - 11,7% 0,6% 0,6% - 1,8% 2 - PRINCIPAIS SETORES DE ATIVIDADE A recessão envolveu os principais setores produtivos, provocando uma queda generalizada do produto interno. Foram prejudicados, especialmente, a construção civil, seguidos pela agricultura e pela indústria. Também o setor terciário foi afetado pela contração da demanda, mesmo com um impacto menor do observado no setor da produção. 22 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

24 Como Exportar Agricultura Há cerca de 1,6 milhão de empresas agrícolas na, sendo que delas, mais da metade estão localizadas na região Sul. As principais culturas são de frutas cítricas e árvores frutíferas, milho, trigo, uvas para vinho, e tomate. Em 2012, a produção agrícola italiana, incluídas a silvicultura e a pesca, permaneceu substancialmente estável, ficando em 52,8 bilhões. As culturas vegetais conjuntamente incidiram por 50% do valor, seguidas pelas criações zootécnicas com 31%, os serviços relacionados com 12% e as produções da silvicultura e da pesca com 5%. Indústria e energia O sistema empresarial italiano conta com 4,45 milhões de empresas, com predomínio das pequenas e médias (entre 1 e 19 funcionários). Destas, as manufaturas representam a grande maioria, seguidas das empresas que fornecem água, redes de esgoto e/ou de saneamento ambiental, as fornecedoras de energia e as indústrias dedicadas a atividades de extração de minérios. Existem empresas de construção, que empregam quase 2 milhões de trabalhadores. Neste setor, pelo quinto ano consecutivo, se viu uma fase de contração da atividade produtiva que começou entre 2007 e 2008, após um longo período de expansão em andamento desde o final dos anos Dois fatores influenciaram: a contração da demanda de edifícios não residenciais e, a redução das compras e vendas de edifícios residenciais, por sua vez fortemente influenciadas pelo estreitamento do crédito. Em 2012 o faturamento agregado das empresas que produzem energia a partir de fontes tradicionais diminuiu de 2,8% em relação ao ano de 2011, enquanto o faturamento das empresas que atuam no setor das energias renováveis (como o fotovoltaico) caiu 13,8%. Continua sofrendo a indústria química (- 11,2% em 2012 vs. 2011) que, no passado, foi um dos pontos fortes da indústria italiana. O setor agroalimentar, que é fundamental tanto para as empresas privadas quanto para o âmbito Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

25 Como Exportar cooperativo, apresentou um crescimento. Em 2012 o faturamento total gerado pelo setor teve um aumento de 2,3%. A tendência positiva é devido às exportações de produtos típicos, como os queijos grana e o parmesão reggiano (cujas exportações em 2012 aumentaram de 21% em relação ao ano anterior), o vinho (+12%), o azeite de oliva (+ 9%) e o macarrão (+ 8%). Serviços Produtos típicos do setor agroalimentar italiano (macarrão, vinho, queijos, frutas e legumes) O setor dos serviços na é constituído por 3,3 milhões de empresas, que empregam 10,5 milhões de trabalhadores. O setor é bastante fragmentado e inclui vários subsegmentos. Os principais são: o comércio atacadista e varejista (1,18 milhão de empresas e 3,5 milhões de trabalhadores), as atividades profissionais, científicas e tecnológicas (707 mil empresas e 1,22 milhão de trabalhadores), os serviços de hospedagem e restauração (291 mil empresas e 1,26 milhão de trabalhadores), a saúde e a assistência social (238 mil empresas e 713 mil trabalhadores) e as atividades imobiliárias (214 mil empresas e 339 mil trabalhadores). 24 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

26 Como Exportar O setor terciário também foi afetado pela tendência negativa da demanda, embora com um impacto menor do observado no setor da produção. O PIB deste setor passou de 71,2% em 2008 a 73,8% em 2012, com um paralelo redimensionamento da indústria. O único setor poupado foi o das atividades artísticas e de entretenimento que tem tamanho reduzido (61 mil empresas e 169 mil trabalhadores). Alguns setores, como o do comércio e dos serviços profissionais, foram afetados diretamente pela reduzida atividade de produção e pela flexão do consumo. A queda dos fluxos turísticos nacionais repercutiu negativamente sobre os serviços de hospedagem e restauração. na ). Durante o ano de 2012 foi observado uma diminuição dos clientes nacionais, enquanto os estrangeiros aumentaram chegando a 47,9% do total. Esta tendência foi confirmada no verão de 2013, em que os turistas estrangeiros chegaram a representar 50,3% do total. Como fluxo de destino dos turistas brasileiros, no ano de 2012 houve 425 mil pessoas, enquanto nos primeiros 5 meses de 2013 (janmaio), foram registradas 219 mil pessoas. Mais especificamente, o turismo brasileiro na concentrase em 4 áreas geográficas: Toscana (Florença), Veneto (Veneza), Lazio (Roma) e Lombardia (Milão). Turismo O turismo é um setor especialmente importante para a economia do país. O valor agregado produzido na pelo turismo, em 2012, foi de US$ 105,3 bilhões, ou seja, 6% do valor agregado total da economia. Em 2012, a recebeu 98 milhões de turistas (italianos e estrangeiros). A região italiana mais visitada é a Emilia-Romagna (10,8 sobre 100 Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

27 Como Exportar A distribuição do PIB na por setor de atividade PIB Distribuição por Ocupação PIB Distribuição por Valor Fonte: ISTAT (www.istat.it) 3 - MOEDA E FINANÇAS 3.1 Moeda O Euro (EUR ou ) é a moeda nacional italiana desde 1 de Janeiro de 2002, assim como a moeda comum oficial da União Europeia. Emitido pelo Banco Central Europeu, o Euro é subdividido em 100 centavos. Circula na forma de moedas de 1,2, 5, 10, 20, 50 centavos, de 1 e de 2 euros, em notas de 5, 10, 20, 50, 100, 200 e 500 euros. No primeiro trimestre de 2013 a taxa de câmbio entre euro e dólar foi de 1,32 ( 1,00 = US$ 1,32). Câmbio /R$ e /US$ /R$ /US$ = R$ 2,673 1 = US$ 1, = R$ 2,767 1 = US$ 1, = R$ 2,331 1 = US$ 1, = R$ 2,326 1 = US$ 1, Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras 2012

28 Como Exportar = R$ 2,508 1 = US$ 1, (agosto) 1 = R$ 3,117 1 = US$ 1,331 Fonte: Banco da (www.bancaditalia.it) 3.2 Balanço de Pagamentos e Reservas Internacionais Em março de 2013 a conta corrente do balanço de pagamentos apresentou um superávit de US$ 2,5 bilhões, superando o saldo de US$ 2 bilhões alcançados em março de Em abril de 2013, o saldo da balança comercial foi positivo, US$ 25,8 bilhões, enquanto no ano anterior foi negativo, US$ 17,2 bilhões. Em termos geográficos, a continua em déficit em relação à área do Euro por US$ 6,2 bilhões, especialmente nas trocas com a Alemanha, da qual compra US$ 8,1 bilhões a mais do que consegue vender. Fora da área do Euro, as vendas superam as compras de US$ 32,3 bilhões. US$ 15,3 bilhões entram a partir dos países de fora da União Europeia. Este valor leva em consideração o déficit de US$ 18,9 bilhões em relação aos países OPEC (Organization of the Petroleum Exporting Countries), e dos US$ 19,7 bilhões a favor da China. No que diz respeito às reservas, em maio de 2013 o total foi US$ 161,8 bilhões, assim divididos: divisas estrangeiras (US$ 35,9 bilhões), posições de reserva junto ao Fundo Monetário Internacional (US$ 6,1 bilhões), Direitos Especiais de Saque (US$ 9,2 bilhões) e ouro (US$ 110,6 bilhões). Euro notas e moedas Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras

BRASIL Comércio Exterior

BRASIL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BRASIL Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

REINO UNIDO Comércio Exterior

REINO UNIDO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC REINO UNIDO Comércio Exterior Setembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

ARGENTINA Comércio Exterior

ARGENTINA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC ARGENTINA Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

CAZAQUISTÃO Comércio Exterior

CAZAQUISTÃO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC CAZAQUISTÃO Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

RÚSSIA Comércio Exterior

RÚSSIA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC RÚSSIA Comércio Exterior Dezembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

Leia mais

COREIA DO NORTE Comércio Exterior

COREIA DO NORTE Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC COREIA DO NORTE Comércio Exterior Dezembro de 2014 Índice. Dados

Leia mais

COREIA DO SUL Comércio Exterior

COREIA DO SUL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC COREIA DO SUL Comércio Exterior Dezembro de 2014 Índice. Dados

Leia mais

PORTUGAL Comércio Exterior

PORTUGAL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PORTUGAL Comércio Exterior Abril de 2015 Principais Indicadores

Leia mais

BANGLADESH Comércio Exterior

BANGLADESH Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BANGLADESH Comércio Exterior Fevereiro de 2015 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

SURINAME Comércio Exterior

SURINAME Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC SURINAME Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

ESPANHA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS

ESPANHA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS ESPANHA

Leia mais

Balança Comercial 2003

Balança Comercial 2003 Balança Comercial 2003 26 de janeiro de 2004 O saldo da balança comercial atingiu US$24,8 bilhões em 2003, o melhor resultado anual já alcançado no comércio exterior brasileiro. As exportações somaram

Leia mais

Bahamas Comércio Exterior

Bahamas Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC Bahamas Comércio Exterior Novembro de 215 Tabela 1 Principais Indicadores

Leia mais

BULGÁRIA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS

BULGÁRIA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS BULGÁRIA

Leia mais

HAITI Comércio Exterior

HAITI Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC HAITI Comércio Exterior Outubro de 2015 Tabela 1 Principais Indicadores

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 15 de maio de 2007

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 15 de maio de 2007 M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 1 de maio de 27 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês Primeiro trimestre de 27 No primeiro trimestre de 27, a economia chinesa

Leia mais

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO

Leia mais

DADOS GERAIS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES SÓCIO-ECONÔMICOS E COMERCIAIS EGITO

DADOS GERAIS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES SÓCIO-ECONÔMICOS E COMERCIAIS EGITO DADOS GERAIS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES Indice: - Dados Gerais Básicos e Indicadores Sócio-Econômicos - Balanço de Pagamentos - Comércio Exterior - Composição do Comércio Exterior - Direção do Comércio

Leia mais

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais.

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Maio/2014 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2009

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2009 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2009 A crise financeira internacional continua afetando negativamente o comércio exterior paranaense: apesar das exportações terem aumentado 43,44% em março,

Leia mais

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA HENRIQUE MARINHO MAIO DE 2013 Economia Internacional Atividade Econômica A divulgação dos resultados do crescimento econômico dos

Leia mais

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011. Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011. Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011 Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011 Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011 População a Milhares Hab. INE 10.563 10.586 10.604 10.623 10.638 10.636 10.643 2º Trimestre

Leia mais

VANUATU Comércio Exterior

VANUATU Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC VANUATU Comércio Exterior Abril de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012 As exportações em novembro apresentaram diminuição de 27,64% em relação a outubro. Continuam a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela vigésima-segunda

Leia mais

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações Carta de Conjuntura nº2 Dezembro de 2015 Setor Externo As cotações do dólar recuaram em relação aos últimos meses, chegando a taxa média em novembro a ficar em R$ 3,77, cerca de 2,77% abaixo da taxa média

Leia mais

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados 101/15 30/06/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Junho de 2015 Sumário 1. Perspectivas do CenárioEconômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março

Leia mais

O PAPEL DA AGRICULTURA. Affonso Celso Pastore

O PAPEL DA AGRICULTURA. Affonso Celso Pastore O PAPEL DA AGRICULTURA Affonso Celso Pastore 1 1 Uma fotografia do setor agrícola tirada em torno de 195/196 Entre 195 e 196 o Brasil era um exportador de produtos agrícolas com concentração em algumas

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal fevereiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 4 11 de maio de 2006

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 4 11 de maio de 2006 M A C R O C H I N A Ano Nº 11 de maio de 6 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês - Primeiro trimestre de 6. Para surpresa de muitos analistas, o Banco Central

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

2012 Bichara, Barata & Costa Advogados. É proibida duplicação ou reprodução sem a permissão expressa do Escritório.

2012 Bichara, Barata & Costa Advogados. É proibida duplicação ou reprodução sem a permissão expressa do Escritório. APRESENTAÇÃO Fundado em 2001. Mais de 200 advogados e 500 colaboradores. Alianc as operacionais com renomadas bancas de advocacia no Brasil e no exterior. Rio de Janeiro ESCRITÓRIOS São Paulo Brasília

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 As exportações em maio apresentaram aumento de +39,13% em relação a abril, continuando a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela décima-sexta vez

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013 As exportações em março apresentaram aumento de +27,85% em relação a fevereiro. O valor exportado superou novamente a marca de US$ 1 bilhão, atingindo

Leia mais

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015 Missão Empresarial EUA Flórida 21 a 26 de Março 2015 Apoiamos empresas a ter sucesso nos mercados internacionais Sobre nós Na Market Access prestamos serviços de apoio à exportação e internacionalização.

Leia mais

Agronegócio Internacional

Agronegócio Internacional Boletim do Agronegócio Internacional Agronegócio Internacional Recordistas de vendas no valor total exportado pelo Brasil jan-jul 2014/2013 Edição 03 - Agosto de 2014 O agronegócio representou 44% das

Leia mais

Guia de Negócios São Tomé e Príncipe

Guia de Negócios São Tomé e Príncipe Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial e Investimentos Divisão de Inteligência Comercial Guia de Negócios São Tomé e Príncipe Guia de Negócios São Tomé e Príncipe Guia de

Leia mais

COMÉRCIO EXTERIOR. Causas da dívida Empréstimos internacionais para projetar e manter grandes obras. Aquisição de tecnologia e maquinário moderno.

COMÉRCIO EXTERIOR. Causas da dívida Empréstimos internacionais para projetar e manter grandes obras. Aquisição de tecnologia e maquinário moderno. 1. ASPECTOS GERAIS Comércio é um conceito que possui como significado prático, trocas, venda e compra de determinado produto. No início do desenvolvimento econômico, o comércio era efetuado através da

Leia mais

A SUA EMPRESA PRETENDE EXPORTAR? - CONHEÇA O ESSENCIAL E GARANTA O SUCESSO DA ABORDAGEM AO MERCADO EXTERNO

A SUA EMPRESA PRETENDE EXPORTAR? - CONHEÇA O ESSENCIAL E GARANTA O SUCESSO DA ABORDAGEM AO MERCADO EXTERNO A SUA EMPRESA PRETENDE EXPORTAR? - CONHEÇA O ESSENCIAL E GARANTA O SUCESSO DA ABORDAGEM AO MERCADO EXTERNO PARTE 03 - MERCADOS PRIORITÁRIOS Introdução Nas últimas semanas dedicamos a nossa atenção ao

Leia mais

ED 2059/09. 9 fevereiro 2009 Original: inglês. A crise econômica mundial e o setor cafeeiro

ED 2059/09. 9 fevereiro 2009 Original: inglês. A crise econômica mundial e o setor cafeeiro ED 2059/09 9 fevereiro 2009 Original: inglês P A crise econômica mundial e o setor cafeeiro Com seus cumprimentos, o Diretor-Executivo apresenta uma avaliação preliminar dos efeitos da crise econômica

Leia mais

O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015

O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015 O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015 1. Considerações Gerais Os Estados Unidos, maior potência mundial e tecnológica, apresenta projeções cada vez mais otimistas. Desde 2008, no estouro da crise

Leia mais

POLÓNIA Relações bilaterais Polónia - Portugal

POLÓNIA Relações bilaterais Polónia - Portugal POLÓNIA Relações bilaterais Polónia - Portugal Visita da missão de PPP do Ministério da Economia da Polónia a Portugal Bogdan Zagrobelny Primeiro Conselheiro EMBAIXADA DA POLÓNIA DEPARTAMENTO DE PROMOÇÃO

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.

Leia mais

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO 1 - CHINA 2 - ESTADOS UNIDOS 2014 34.292 84,4 4.668 11,5 1.625 4,0 6.370 23,6 5.361 19,8 13.667 50,6 2013 38.973 84,7 5.458 11,9

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010 Depenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010 As exportações em junho apresentaram redução de 8,57% sobre maio após expansão por quatro meses consecutivos. Desta forma, supera a marca de US$ 1 bilhão

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico 3.2 Madeira e Móveis Diagnóstico Durante a década de 90, a cadeia produtiva de madeira e móveis sofreu grandes transformações em todo o mundo com conseqüentes ganhos de produtividade, a partir da introdução

Leia mais

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos).

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos). Nov-02 Nov-03 Nov-04 Nov-05 Nov-06 Nov-07 Nov-08 Nov-09 Nov-10 Nov-12 Análise de Conjuntura Dezembro 2012 Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

SECRETARIA DE AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICA DO AGRONEGÓCIO Salvador, Maio de 2011 NOTA TÉCNICA:

SECRETARIA DE AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICA DO AGRONEGÓCIO Salvador, Maio de 2011 NOTA TÉCNICA: SECRETARIA DE AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICA DO AGRONEGÓCIO Salvador, Maio de 2011 NOTA TÉCNICA: INFORMAÇÕES SOBRE A CORÉIA DO SUL Com a rápida recuperação da crise

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações Apesar do bom crescimento de Produtos Alimentícios e Máquinas e Equipamentos,

Leia mais

Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro

Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro Monitor do Déficit Tecnológico Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro de 2012 Monitor do Déficit Tecnológico de 2012 1. Apresentação

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

LIGA ÁRABE Comércio Exterior

LIGA ÁRABE Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC LIGA ÁRABE Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PONTA GROSSA

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PONTA GROSSA FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE JANEIRO DE 2014 PONTA GROSSA Este relatório, referente ao mês de Janeiro de 2014, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

Itália. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 28,6 milhões de turistas com 2,8% de quota mundial, em 2012

Itália. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 28,6 milhões de turistas com 2,8% de quota mundial, em 2012 Lombardia 9,8 M hab (1º) 31.645 PIB per Capita (2º) Trentino Alto Adige 28.811 PIB per Capita (5º) Valle D Aosta 32.716 PIB per Capita (1º) Lazio 5,7 M hab (3º) 29.727 PIB per Capita (4º) Campania 5,8

Leia mais

América Latina. Diferentes oportunidades

América Latina. Diferentes oportunidades América Latina Diferentes oportunidades Casa da América Latina Missão: estreitar relações culturais, cientificas e económicas entre AL e Portugal e vice-versa. Fundada em 1998, como uma divisão da Câmara

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO REGIÃO OESTE

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO REGIÃO OESTE FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE NOVEMBRO DE 2013 REGIÃO OESTE Este relatório, referente ao mês de NOVEMBRO de 2013, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

Produção Industrial Março de 2015

Produção Industrial Março de 2015 Produção Industrial Março de 201 PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE SANTA CATARINA - MARÇO/1 Em março, a indústria de Santa Catarina produziu 4,0% menos na comparação com o mesmo mês do ano anterior, sexto resultado

Leia mais

Comércio (Países Centrais e Periféricos)

Comércio (Países Centrais e Periféricos) Comércio (Países Centrais e Periféricos) Considera-se a atividade comercial, uma atividade de alto grau de importância para o desenvolver de uma nação, isso se dá pela desigualdade entre o nível de desenvolvimento

Leia mais

Bolsa de Valores de Tóquio A Bolsa de Valores de Tóquio é a mais antiga do Japão, tendo sido estabelecida em 1878 (Foto: Cortesia de Getty Images)

Bolsa de Valores de Tóquio A Bolsa de Valores de Tóquio é a mais antiga do Japão, tendo sido estabelecida em 1878 (Foto: Cortesia de Getty Images) Economia A Economia do Japão em uma Era de Globalização Bolsa de Valores de Tóquio A Bolsa de Valores de Tóquio é a mais antiga do Japão, tendo sido estabelecida em 1878 (Foto: Cortesia de Getty Images)

Leia mais

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa

Leia mais

ISSN 1517-6576 CGC 00 038 166/0001-05 Relatório de Inflação Brasília v 3 n 3 set 2001 P 1-190 Relatório de Inflação Publicação trimestral do Comitê de Política Monetária (Copom), em conformidade com o

Leia mais

Brasil Transacções Comerciais & Financeiras

Brasil Transacções Comerciais & Financeiras Pq do Ibirapuera, São Paulo/ SP Brasil Transacções Comerciais & Financeiras Banco Caixa Geral Brasil S.A. /Grupo Caixa Geral de Depósitos Out/2009 A Economia Brasileira 2 A Economia Brasileira SEDE BCG-Brasil:

Leia mais

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Encontro Econômico Brasil-Alemanha Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Jackson Schneider Presidente Anfavea Blumenau, 19 de novembro de 2007 1 Conteúdo 2 1. Representatividade

Leia mais

2.3 Transformados Plásticos. Diagnóstico

2.3 Transformados Plásticos. Diagnóstico 2.3 Transformados Plásticos Diagnóstico A indústria de plásticos vem movendo-se ao redor do mundo buscando oportunidades nos mercados emergentes de alto crescimento. O setor é dominado por um grande número

Leia mais

IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços. São Paulo, 25 de junho de 2013

IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços. São Paulo, 25 de junho de 2013 2013 IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços São Paulo, 25 de junho de 2013 BALANÇA BRASILEIRA DE COMÉRCIO EXTERIOR DE SERVIÇOS* - US$ Bilhões 2011 2012 Δ% 2012/2011 Exportações

Leia mais

Resumo dos resultados da enquete CNI

Resumo dos resultados da enquete CNI Resumo dos resultados da enquete CNI Brasil - México: Interesse empresarial para ampliação do acordo bilateral Março 2015 Amostra da pesquisa No total foram recebidos 45 questionários de associações sendo

Leia mais

Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line

Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line Boletim 853/2015 Ano VII 15/10/2015 Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line O impacto das novas plataformas deve ser maior no médio e longo prazo, principalmente com a

Leia mais

RADAR COMERCIAL Análise do Mercado de Luxemburgo. 1 Panorama do País

RADAR COMERCIAL Análise do Mercado de Luxemburgo. 1 Panorama do País Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Secretaria de Comércio Exterior SECEX Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior DEPLA Coordenação Geral de

Leia mais

Preços de alimentos básicos continuam em alta

Preços de alimentos básicos continuam em alta 1 São Paulo, 2 de junho de 2008. NOTA À IMPRENSA Preços de alimentos básicos continuam em alta Apenas duas, das 16 capitais onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 7 7 de fevereiro de 2007

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 7 7 de fevereiro de 2007 M A C R O C H I N A Ano Nº 7 7 de fevereiro de 7 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês - Consolidado de. Em, a China registrou o maior crescimento anual

Leia mais

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de Desempenho da Agroindústria No fechamento do primeiro semestre de 2005, a agroindústria registrou crescimento de 0,3%, taxa bastante inferior à assinalada pela média da indústria brasileira (5,0%) no mesmo

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

A EMERGÊNCIA DA CHINA. Desafios e Oportunidades para o Brasil Dr. Roberto Teixeira da Costa

A EMERGÊNCIA DA CHINA. Desafios e Oportunidades para o Brasil Dr. Roberto Teixeira da Costa A EMERGÊNCIA DA CHINA Desafios e Oportunidades para o Brasil Dr. Roberto Teixeira da Costa Crescimento médio anual do PIB per capita - 1990-2002 10 8,8 5 0 Fonte: PNUD 1,3 Brasil China dinamismo econômico

Leia mais

CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA

CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA CONJUNTURA ECONÔMICA INDICADORES SELECIONADOS PELO FAE INTELLIGENTIA 1 IPC-FAE ÍNDICE DE PREÇOS DA CLASSE MÉDIA CURITIBANA O Índice de Preços ao Consumidor da Classe Média de Curitiba - IPC-FAE, medido

Leia mais

Gráfico 01 - Evolução do comércio exterior da Dinamarca - 2008-2010. 2008 2009 2010 Anos

Gráfico 01 - Evolução do comércio exterior da Dinamarca - 2008-2010. 2008 2009 2010 Anos Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Secretaria de Comércio Exterior SECEX Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior DEPLA Coordenação Geral de

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR

FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR PAINEL 1 COMO AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DO PAÍS NO COMÉRCIO INTERNACIONAL E A COMPETITIVIDADE DOS PRODUTOS BRASILEIROS JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO São Paulo,

Leia mais

Comércio e Investimento na Coréia do Sul. Traduzido e atualizado de Chong-Sup Kim Universidade Nacional de Seul

Comércio e Investimento na Coréia do Sul. Traduzido e atualizado de Chong-Sup Kim Universidade Nacional de Seul Comércio e Investimento na Coréia do Sul Traduzido e atualizado de Chong-Sup Kim Universidade Nacional de Seul 40 anos de economia coreana 1 2 3 4 5 6 10º PIB mundial US$ 680 milhões 12º país comercial

Leia mais

ANEXO I QUADRO COMPARATIVO DOS GOVERNOS LULA E fhc

ANEXO I QUADRO COMPARATIVO DOS GOVERNOS LULA E fhc ANEXO I QUADRO COMPARATIVO DOS GOVERNOS LULA E fhc Mercadante_ANEXOS.indd 225 10/4/2006 12:00:02 Mercadante_ANEXOS.indd 226 10/4/2006 12:00:02 QUADRO COMPARATIVO POLÍTICA EXTERNA Fortalecimento e expansão

Leia mais

Organizações internacionais Regionais

Organizações internacionais Regionais Organizações internacionais Regionais Percurso 4 Geografia 9ºANO Profª Bruna Andrade e Elaine Camargo Os países fazem uniões a partir de interesses comuns. Esses interesses devem trazer benefícios aos

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal janeiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Dados consolidados de 2012 indicam que as condições de oferta de bens e serviços no país

Leia mais

Soluções Integradas em Petróleo, Gás e Energia BRASIL

Soluções Integradas em Petróleo, Gás e Energia BRASIL BRASIL O Brasil possui uma economia sólida, construída nos últimos anos, após a crise de confiança que o país sofreu em 2002, a inflação é controlada, as exportações sobem e a economia cresce em ritmo

Leia mais

IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços. São Paulo, 25 de junho de 2013

IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços. São Paulo, 25 de junho de 2013 2013 IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços São Paulo, 25 de junho de 2013 BALANÇA BRASILEIRA DE COMÉRCIO EXTERIOR DE SERVIÇOS* - US$ Bilhões 2011 2012 Δ% 2012/2011 Exportações

Leia mais

Itália. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 30,1 milhões de turistas em 2010, com 3,9% da quota mundial

Itália. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 30,1 milhões de turistas em 2010, com 3,9% da quota mundial Lombardia 9,8 M hab (1º) 31.645 PIB per Capita (2º) Trentino Alto Adige 28.811 PIB per Capita (5º) Mercado emissor de 30,1 milhões de turistas em 2010, com 3,9% da quota mundial Valle D Aosta 32.716 PIB

Leia mais

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Abril 2013

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Abril 2013 ISSN 2179-8745 Boletim de Comércio Exterior da Bahia Abril 2013 Sumário SUMÁRIO Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento José Sergio Gabrielli Superintendência de Estudos Econômicos

Leia mais

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Janeiro 2014

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Janeiro 2014 ISSN 2179-8745 Boletim de Comércio Exterior da Bahia Janeiro 2014 Sumário SUMÁRIO Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento José Sergio Gabrielli Superintendência de Estudos Econômicos

Leia mais

1º a 15 de agosto de 2011

1º a 15 de agosto de 2011 1º a 15 de agosto de 2011 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes. Resenha Desenvolvimento

Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes. Resenha Desenvolvimento Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes Resenha Desenvolvimento Luiz Fernando Neiva Liboreiro 14 de dezembro de 2006 Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes Resenha Desenvolvimento Luiz Fernando

Leia mais

XLVIII Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados 17 de Julho de 2015

XLVIII Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados 17 de Julho de 2015 XLVIII Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados 17 de Julho de 2015 1 INTRODUÇÃO A 48ª Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados será realizada em Brasília, no dia

Leia mais

SEMIPRESENCIAL 2013.1

SEMIPRESENCIAL 2013.1 SEMIPRESENCIAL 2013.1 MATERIAL COMPLEMENTAR II DISCIPLINA: REALIDADE S. P. E. BRASILEIRA PROFESSOR: CARLOS ALEX BRIC BRIC é um acrônimo criado em novembro de 2001, pelo economista Jim O'Neill, chefe de

Leia mais