SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ REGIMENTO GERAL SUMÁRIO TÍTULO II - DA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO

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1 Publicado no Diário Oficial do Estado do Pará de 29/12/ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ REGIMENTO GERAL SUMÁRIO INTRODUÇÃO TÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS E DAS FINALIDADES TÍTULO II - DA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO SUBTÍTULO I - DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERATIVOS CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II - DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DE INSTÂNCIA SUPERIOR SEÇÃO I DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSUN SEÇÃO II DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE SEÇÃO III DO CONSELHO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO CONSAD SEÇÃO IV DO FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS SEÇÃO V DAS CÂMARAS, COMISSÕES, EQUIPES E GRUPOS DE TRABALHO ESPECIAIS CAPÍTULO III - DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DE INSTÂNCIA INTERMEDIÁRIA CAPÍTULO IV - DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SUBTÍTULO II - DOS ÓRGÃOS EXECUTIVOS CAPÍTULO I - DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO SUPERIOR SEÇÃO I DA REITORIA SEÇÃO II DAS PRÓ-REITORIAS SEÇÃO III DA COORDENAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR

2 2 SEÇÃO IV DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA CAPÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO INTERMEDIÁRIA SEÇÃO I - DAS COORDENADORIAS DOS CAMPI SEÇÃO II - DAS DIRETORIAS DOS INSTITUTOS E DOS NÚCLEOS SEÇÃO III - DAS DIRETORIAS DA ESCOLA DE APLICAÇÃO E DOS HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS SEÇÃO IV - DA ADMINISTRAÇÃO DOS ÓRGÃOS SUPLEMENTARES CAPÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO ÚNICA DAS DIRETORIAS DAS FACULDADES E ESCOLAS E DAS COORDENADORIAS DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO TÍTULO III - DO REGIME ACADÊMICO CAPÍTULO I - DO ENSINO DA GRADUAÇÃO SEÇÃO I - DAS DISPOSIÇÕES COMUNS SEÇÃO II DA COORDENAÇÃO ACADÊMICA SEÇÃO III DO ACESSO AOS CURSOS SUPERIORES SEÇÃO IV DA MATRÍCULA SEÇÃO V DOS CURRÍCULOS SEÇÃO VI - DA TRANSFERÊNCIA DO ALUNO SEÇÃO VII DO CALENDÁRIO ACADÊMICO CAPÍTULO II DO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES COMUNS SEÇÃO II DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO CAPÍTULO III DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL E OUTROS CURSOS SEÇÃO I DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL SEÇÃO II OUTROS CURSOS

3 3 CAPÍTULO IV DOS CONCEITOS DE AVALIAÇÃO CAPÍTULO V DOS GRAUS E DEMAIS TÍTULOS ACADÊMICOS CAPÍTULO VI DA PESQUISA CAPÍTULO VII DA EXTENSÃO TÍTULO IV DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA CAPÍTULO I DO QUADRO DOCENTE CAPÍTULO II DO QUADRO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CAPÍTULO III DO CORPO DISCENTE SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO II DA REPRESENTAÇÃO SEÇÃO III DA ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL SEÇÃO IV DA ASSISTÊNCIA E INTEGRAÇÃO SEÇÃO V DOS PROGRAMAS DE BOLSAS DISCENTES SEÇÃO VI DO REGIME DISCIPLINAR DO CORPO DISCENTE TÍTULO V DO PATRIMÔNIO, DOS RECURSOS MATERIAIS, ORÇAMENTÁRIOS E FINANCEIROS CAPÍTULO I DO PATRIMÔNIO CAPÍTULO II DOS RECURSOS MATERIAIS CAPÍTULO III DOS RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS E FINANCEIROS TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS TÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS TÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

4 4 REGIMENTO GERAL INTRODUÇÃO Art. 1 º O presente Regimento Geral disciplina os aspectos gerais e comuns da estruturação e do funcionamento dos órgãos e serviços da Universidade Federal do Pará (UFPA), cujo Estatuto regulamenta. Parágrafo único. As normas deste Regimento serão complementadas pelas Resoluções dos Conselhos Deliberativos Superiores e pelos Regimentos Internos das Unidades, Subunidades acadêmicas, das Unidades Acadêmicas Especiais, da Reitoria e dos Órgãos Suplementares, no que devam compreender de específico. Art. 2 º São princípios da UFPA: TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E DAS FINALIDADES I - a universalização do conhecimento; II - o respeito à ética e à diversidade étnica, cultural e biológica; III - o pluralismo de idéias e de pensamento; IV - o ensino público e gratuito; V - a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; VI - a flexibilidade de métodos, critérios e procedimentos acadêmicos; VII - a excelência acadêmica; VIII - a defesa dos direitos humanos e a preservação do meio ambiente. Art. 3 º São fins da UFPA: I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do pensamento crítico e reflexivo, de forma a gerar, sistematizar, aplicar e difundir o conhecimento em suas várias formas de expressão e campos de investigação científica, cultural e tecnológica; II - formar e qualificar continuamente profissionais nas diversas áreas do conhecimento, zelando pela sua formação humanística e ética, de modo a contribuir para o pleno exercício da cidadania, a promoção do bem público e a melhoria da qualidade de vida, particularmente do amazônida;

5 5 III - cooperar para o desenvolvimento regional, nacional e internacional, firmando-se como suporte técnico e científico de excelência no atendimento de serviços de interesse comunitário e das demandas sóciopolíticoculturais para uma Amazônia economicamente viável, ambientalmente segura e socialmente justa. Art. 4 o Para cumprimento do disposto no artigo anterior, a UFPA organizar-se-á em Campi, Institutos e Núcleos, e estas Unidades, em Faculdades, Escolas e Programas de Pós-Graduação, regendo-se todas as instâncias pelo princípio da colegialidade institucional, na forma do Estatuto e do presente Regimento Geral. Parágrafo único. As Unidades Acadêmicas Especiais e os Órgãos Suplementares, com suas organizações específicas, completam o quadro das estruturas universitárias definido no caput deste artigo. TÍTULO II DA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO SUBTÍTULO I DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERATIVOS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.5 o As funções deliberativas e consultivas, nos diversos níveis de administração didático-científica e de apoio, na UFPA, serão desempenhadas por órgãos colegiados, constituídos e funcionando segundo as ordenações constantes do Estatuto, deste Regimento Geral e dos Regimentos Internos. Art. 6 o São órgãos colegiados da UFPA: I Em instância superior: a) o Conselho Universitário (CONSUN); b) o Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE); c) o Conselho Superior de Administração (CONSAD). II Em instância intermediária:

6 6 a) os Conselhos dos Campi; b) as Congregações dos Institutos; c) as Congregações dos Núcleos; d) os Conselhos dos Hospitais Universitários; e) o Conselho da Escola de Aplicação. III Em primeira instância: a) os Conselhos das Faculdades; b) os Conselhos das Escolas; c) os Colegiados dos Programas de Pós-Graduação. Art. 7 o A composição dos órgãos colegiados deliberativos dar-se-á conforme os seguintes critérios: I - os Conselhos Superiores: de acordo com o que estabelecem o Estatuto e este Regimento Geral; II - os Conselhos dos Campi: pelo Coordenador e Vice-Coordenador, pelos Diretores e Coordenadores de Unidades e Subunidades acadêmicas e por representantes dos docentes, dos discentes e dos técnico-administrativos pertencentes ao Campus; III - as Congregações dos Institutos e dos Núcleos: pelo Diretor-Geral e Diretor- Adjunto, pelos Diretores e Coordenadores de Subunidades acadêmicas e por representantes dos docentes, dos discentes e dos técnico-administrativos pertencentes à Unidade Acadêmica; IV - o Conselho da Escola de Aplicação: pelo Diretor e Vice-Diretor, pelos Coordenadores de Ensino, por representantes das Unidades Acadêmicas que aí mantenham atividades de ensino, pesquisa e extensão, dos docentes, dos discentes, dos técnico-administrativos pertencentes à Escola e pelos representantes da associação de pais e mestres; V - os Conselhos dos Hospitais Universitários: pelo Diretor e Vice-Diretor e pelos demais membros previstos em seus regimentos internos. VI - os Conselhos das Faculdades e das Escolas: pelo Diretor e Vice-Diretor, por todos os docentes ou seus representantes, pelos representantes dos discentes e técnico-administrativos que atuam na respectiva Subunidade, em conformidade com o Regimento Interno;

7 7 VII - os Colegiados de Pós-Graduação: pelo Coordenador e Vice-Coordenador, por todos os docentes, pelos representantes dos discentes e técnico-administrativos que atuam no Programa, em conformidade com o Regimento da Reitoria; VIII - os Conselhos dos Órgãos Suplementares, conforme o Regimento da Reitoria. 1 o A presidência dos órgãos colegiados a que se refere este artigo será exercida pelo respectivo dirigente. 2 o Os representantes dos docentes e dos técnico-administrativos serão eleitos pelo voto direto e secreto dos seus respectivos pares. 3 o Os representantes e respectivos suplentes dos docentes e técnicoadministrativos deverão pertencer ao quadro efetivo de pessoal da Instituição e exercerão seus mandatos por dois (2) anos, podendo ser reconduzidos uma (1) vez, por eleição. 4 o Os representantes do corpo discente serão indicados conforme critérios definidos pelo movimento estudantil em seus estatutos. 5 o A proporcionalidade de representação de cada categoria docente, discente e técnico-administrativa será definida em conformidade com a legislação vigente. 6 o Os professores visitantes e temporários poderão participar dos órgãos colegiados das Subunidades, sem direito a voto. 7 o As Unidades Acadêmicas que mantenham atividades de ensino, pesquisa ou extensão nas Unidades Acadêmicas Especiais terão um (1) representante docente nos órgãos colegiados deliberativos destas, garantida a representação recíproca, segundo os respectivos Regimentos Internos. 8 o Se a Faculdade ou Escola abrigar mais de um curso, cada qual terá o seu órgão colegiado, subordinado ao Conselho da Subunidade, de acordo com o que dispuser o Regimento Interno da Unidade. 9 o Os órgãos colegiados e suas câmaras reunir-se-ão quando convocados por seus presidentes, por intermédio de suas respectivas Secretarias, com antecedência mínima de três (3) dias úteis. Art. 8 o Nenhum membro de órgão colegiado poderá votar nas deliberações que, direta ou indiretamente, digam respeito a seus interesses pessoais. Art. 9 o São consideradas acadêmicas as atividades decorrentes de participação em órgãos colegiados da UFPA, com prioridade sobre qualquer outra de natureza universitária, sendo obrigatório o comparecimento às reuniões. 1 o As reuniões dos órgãos colegiados de qualquer nível deverão ser programadas de modo a reduzir ao mínimo a sua interferência no andamento normal dos demais trabalhos universitários.

8 8 2 o Será garantida a destinação de carga horária para os docentes e técnicoadministrativos que exercerem representação nos órgãos colegiados. Art. 10. Além de aprovações, autorizações, homologações e outros atos que se completem em anotações, despachos e comunicações de Secretaria, as decisões dos órgãos colegiados poderão, de acordo com a sua natureza, assumir a forma de Resoluções, a serem formalizadas pelos respectivos presidentes. Art. 11. São inelegíveis para quaisquer órgãos colegiados deliberativos os docentes, discentes e técnico-administrativos que não estejam no pleno exercício de sua função. Parágrafo único. Além do disposto no caput, não será elegível o aluno: I - especial, conforme definido neste Regimento Geral, com as exceções nele previstas; II - que esteja cursando o primeiro período letivo; III - que houver sido apenado anteriormente com perda de mandato em qualquer órgão da UFPA. Art. 12. Da decisão de órgão colegiado deliberativo caberá pedido de reconsideração, dirigido pelo interessado ao próprio colegiado, ou recurso para o órgão imediatamente superior, pela forma a seguir: I - dos Conselhos de Faculdades e Escolas e Colegiados de Programas de Pós- Graduação, para as Congregações de Institutos ou Núcleos, e destas para os Conselhos de Campi, quando couber; II - do Conselho do Campus, da Congregação de Institutos e Núcleos e dos Conselhos da Escola de Aplicação e dos Hospitais Universitários, para o CONSEPE ou para o CONSAD, conforme a matéria; III - do CONSEPE ou do CONSAD ao CONSUN, na hipótese de infringência à lei ou às normas do Estatuto; IV - das Câmaras, Comissões ou Grupos de Trabalho de órgão colegiado, para o plenário do Conselho deliberativo respectivo. 1 o Das decisões do CONSUN caberá recurso para o Conselho Nacional de Educação, por estrita argüição de ilegalidade da decisão recorrida. 2 o Os pedidos de reconsideração e os recursos previstos neste artigo deverão ser apresentados até dez (10) dias úteis, contados a partir da ciência ou divulgação da decisão. Art. 13. Os serviços de secretaria de apoio executivo aos órgãos colegiados deliberativos serão exercidos:

9 9 I - pela Secretaria Geral dos Conselhos Superiores, no caso dos Órgãos Colegiados relacionados no inciso I do art. 6 o deste Regimento Geral; II - pelas secretarias e serviços equivalentes dos órgãos executivos e outros, no caso dos órgãos colegiados relacionados nos incisos II e III do art. 6 o deste Regimento Geral. CAPÍTULO II DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DE INSTÂNCIA SUPERIOR SEÇÃO I DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO - C O N S U N Art. 14. O Conselho Universitário CONSUN é o órgão máximo de consulta e deliberação da UFPA e sua última instância recursal, sendo constituído: I - II - III - IV - pelo Reitor, como Presidente; pelo Vice-reitor; pelos membros do CONSEPE; pelos membros do CONSAD. Art. 15. Compete ao CONSUN: I - aprovar ou modificar o Estatuto e o Regimento Geral da Universidade, bem como, nos termos destes, resoluções e regimentos específicos; II - aprovar o Regimento Interno das Unidades Acadêmicas e dos Campi; III - criar, desmembrar, fundir e extinguir Órgãos e Unidades da UFPA; IV - aprovar e supervisionar a política de desenvolvimento e expansão universitária expressa em seu Plano de Desenvolvimento Institucional; V - estabelecer a política geral da UFPA em matéria de administração e gestão orçamentária, financeira, patrimonial e de recursos humanos; VI - autorizar o credenciamento e o recredenciamento de fundação de apoio e aprovar o relatório anual de suas atividades; VII - organizar o processo eleitoral para os cargos de Reitor e Vice-reitor, nos termos da legislação em vigor e das normas previstas no Regimento Eleitoral;

10 10 VIII - propor, motivadamente, pelo voto de dois terços (2/3) de seus membros, a destituição do Reitor e do Vice-reitor; IX - assistir aos atos de transmissão de cargos da Administração Superior, bem como à aula magna de inauguração do período letivo; X - estabelecer normas para a eleição aos cargos de dirigentes universitários, em conformidade com a legislação vigente e este Regimento Geral; XI - julgar proposta de destituição de dirigentes de qualquer Unidade ou órgão da instituição, exceto da Reitoria e da Vice-reitoria, oriunda do órgão colegiado competente e de acordo com a legislação pertinente; XII - julgar os recursos interpostos contra decisões do CONSEPE e do CONSAD; XIII - apreciar os vetos do Reitor às decisões do próprio Conselho Universitário; XIV - homologar e conceder o título de doutor honoris causa e demais títulos acadêmicos, a partir de Parecer circunstanciado pelo CONSEPE; XV - definir a composição e o funcionamento de suas Câmaras e Comissões; XVI - decidir sobre matéria omissa no Estatuto e no Regimento Geral. Art. 16. O CONSUN reunir-se-á, ordinariamente, nos meses de janeiro e dezembro de cada ano e, extraordinariamente, quando convocado pelo Reitor. Art. 17. O CONSUN organizar-se-á em Câmaras, do modo seguinte: I uma Câmara de Legislação e Normas, com oito (8) membros e II - uma Câmara de Assuntos Estudantis, com seis (6) membros. 1 o Cada uma das Câmaras elegerá um Presidente dentre os membros docentes. 2 o A Câmara de Legislação e Normas terá pelo menos um membro representante docente, um discente e um técnico-administrativo. 3 o A Câmara de Assuntos Estudantis será composta por dois (2) representantes docentes, dois (2) discentes e dois (2) técnico-administrativos. Art. 18. Os componentes de cada Câmara, juntamente com os seus suplentes, serão escolhidos por votação aberta em plenário, na reunião ordinária de janeiro, e terão mandato anual. Parágrafo único. Cada Câmara terá dois (2) suplentes docentes, um (1) suplente discente e um (1) suplente técnico administrativo. Art. 19. Compete à Câmara de Legislação e Normas:

11 11 I - emitir parecer sobre: a) reforma do Estatuto e deste Regimento; b) projetos de Regimento da Reitoria, dos Campi, das Unidades Acadêmicas, das Subunidades, das Unidades Acadêmicas Especiais, dos Órgãos Suplementares e do Diretório Central de Estudantes, bem como as respectivas modificações; c) recursos interpostos ao CONSUN; d) apuração de responsabilidade do Reitor e do Vice-reitor e, se for o caso, sobre proposta de sua destituição; e) medidas e providências de emergência junto a qualquer Campus ou Unidade Acadêmica, inclusive a Especial, com vistas à preservação da regularidade e da moralidade administrativas; f) concessão de títulos honoríficos; g) aspectos jurídicos das proposições submetidas ao plenário do Conselho. II - deliberar sobre matéria de competência do plenário quando se tratar de aplicação de jurisprudência firmada por este. Art. 20. Compete à Câmara de Assuntos Estudantis: I - emitir parecer sobre todos os assuntos que digam respeito ao corpo discente da UFPA; II - deliberar sobre os assuntos que interessem ao corpo discente, quando houver jurisprudência do plenário do Conselho. Art. 21. As decisões das Câmaras serão comunicadas ao Presidente do Conselho, que baixará os atos necessários para a sua validade ou exercerá o seu direito de veto na forma deste Regimento Geral. Art. 22. O Presidente do Conselho designará Comissões Especiais para emitir parecer sobre assuntos não previstos na competência das Câmaras. SEÇÃO II DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO C O N S E P E Art. 23. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) terá em sua composição os seguintes membros:

12 12 I - o Reitor, como presidente; II - o Vice-reitor; III - os Pró-reitores; IV - o Prefeito; V - os representantes docentes das Unidades Acadêmicas, da Escola de Aplicação e dos Campi do interior; VI - os representantes dos servidores técnico-administrativos; VII - os representantes discentes da graduação e da pós-graduação; VIII - os representantes do Diretório Central dos Estudantes; IX - os representantes sindicais. 1 o Os representantes de que tratam os incisos V a VII serão eleitos pelos respectivos pares. 2 o Os representantes de que tratam os incisos VIII e IX não terão direito a voto. Art. 24. De acordo com a natureza da matéria, o CONSEPE decidirá em plenário ou por meio de suas Câmaras. Art. 25. Compete ao CONSEPE: I - aprovar as diretrizes, planos, programas e projetos de caráter didáticopedagógico, culturais e científicos, de assistência estudantil e seus desdobramentos técnicos e administrativos; II - aprovar normas complementares às do Estatuto sobre processos seletivos para ingresso nos cursos da Instituição, currículos e programas, validação e revalidação de diplomas estrangeiros, além de outros relacionados com os cursos regulares da Universidade que se incluam no seu âmbito de competência; III - aprovar normas e diretrizes para a realização de processos seletivos para provimento de cargos docentes do quadro de pessoal e de admissão de professor temporário, na forma da legislação vigente; IV - fixar normas complementares às do Estatuto e deste Regimento Geral em matéria de sua competência; V - decidir sobre a criação e a extinção de cursos;

13 13 VI - avaliar e aprovar a participação da UFPA em programas de iniciativa própria ou de terceiros que importem em cooperação didática, cultural e científica com entidades locais, nacionais e internacionais; VII deliberar, originariamente ou em grau de recurso, sobre qualquer matéria de sua competência, inclusive as não previstas expressamente no Estatuto ou neste Regimento Geral; VIII - definir a composição e o funcionamento de suas Câmaras e Comissões; IX - aprovar programas e projetos integrados de ensino, pesquisa e extensão; X - definir a política de extensão, priorizando programas e ações que tenham como objetivos a promoção humana, a difusão dos direitos humanos, da ética e da democracia, dentre outros; XI - estabelecer diretrizes de pesquisa em setores e áreas estratégicos para o desenvolvimento regional; XII - aprovar planos e projetos de cursos de pós-graduação, de extensão e outros; XIII - apreciar o veto do Reitor às decisões do Conselho; XIV - exercer outras atribuições definidas em lei, no Estatuto e neste Regimento Geral. Parágrafo único. O CONSEPE tomará suas decisões com base em pareceres emitidos por suas Câmaras permanentes ou comissões especiais. Art. 26. O CONSEPE reunir-se-á, ordinariamente, a cada mês, conforme agenda definida anualmente e, extraordinariamente, quando necessário. Art. 27. O CONSEPE organizar-se-á em Câmaras, do modo seguinte: I a Câmara de Ensino de Graduação; II a Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação; III a Câmara de Extensão; IV a Câmara de Educação Básica e Profissional. 1 o As Câmaras serão presididas pelos Pró-reitores encarregados dos setores respectivos. 2 o Cada uma das Câmaras terá seis (6) membros, além do respectivo presidente. 3 o A Câmara de Educação Básica e Profissional terá membros das respectivas Unidades e será presidida pelo Pró-reitor de Ensino de Graduação.

14 14 4 o Os componentes de cada Câmara e seus suplentes serão escolhidos por votação aberta em plenário e terão mandato de dois (2) anos. 5 o O representante discente, assim como seu suplente, serão escolhidos dentre aqueles já eleitos para o CONSEPE, conforme o estatuto do DCE, e deverão ser apresentados na primeira reunião ordinária do ano para exercer mandato de dois (2) anos. Art. 28. Compete às Câmaras de Ensino de Graduação e de Educação Básica e Profissional, conforme o caso: I - emitir parecer sobre: a) projetos de normas complementares às do Estatuto e deste Regimento Geral sobre processo seletivo e projetos de cursos, validação e revalidação de diplomas estrangeiros, além de outros que se incluam no âmbito da competência do CONSEPE; b) propostas de planos e projetos de ensino, bem como os seus desdobramentos e os de sua execução, inclusive para efeito orçamentário; c) proposta de criação e extinção de cursos e dos seus respectivos planos e projetos pedagógicos; d) propostas de participação da UFPA em programas de iniciativa própria ou de terceiros no campo do ensino, que importem em cooperação com entidades nacionais ou internacionais; e) planos de concurso público para docentes; f) atividades de supervisão e medidas de natureza preventiva e corretiva vinculadas ao ensino a serem adotadas ou propostas, conforme o caso; g) quaisquer outros assuntos relacionados com o ensino, que devam ser objeto de deliberação do CONSEPE. II - deliberar sobre matéria relacionada com o ensino, já decidida por jurisprudência normativa do plenário do Conselho. Art. 29. Compete à Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação: I - emitir parecer sobre: a) atividades de supervisão e medidas de natureza preventiva e corretiva relativas à pesquisa e cursos de pós-graduação, a serem adotadas ou propostas conforme o caso; b) normas complementares sobre o regime de pesquisa na UFPA;

15 15 c) planos anuais e plurianuais de pesquisa e pós-graduação, bem como os seus desdobramentos e os de sua execução, inclusive para efeito orçamentário; d) propostas de participação da UFPA em programas ou convênios no campo da pesquisa e da pós-graduação, que importem cooperação com entidades do país ou do exterior; e) quaisquer outros assuntos relacionados com a pesquisa e cursos de pósgraduação que devam ser objeto de deliberação do CONSEPE; f) projeto de normas complementares às do Estatuto e deste Regimento Geral sobre currículos e programas, validação e revalidação de diplomas estrangeiros de pósgraduação, além de outros que se incluam no âmbito da competência do CONSEPE; g) propostas de criação e extinção de cursos de pós-graduação; h) programas e projetos de pesquisa integrados com o ensino e a extensão. II - deliberar sobre matéria relacionada com a pesquisa e a pós-graduação, já decidida por jurisprudência normativa do plenário do CONSEPE. Art. 30. Compete à Câmara de Extensão: I - emitir parecer sobre: a) normas complementares sobre o regime de extensão na UFPA; b) programas e projetos de extensão, bem como os seus desdobramentos e os de sua execução, inclusive para efeito orçamentário; c) propostas de participação da UFPA em programas no campo da extensão que importem cooperação com instituições brasileiras e estrangeiras, d) atividades de supervisão e medidas de natureza preventiva ou corretiva que fiquem no âmbito das atividades de extensão, a serem adotadas ou propostas conforme o caso; e) quaisquer outros assuntos relacionados com a extensão que devam ser objeto de deliberação do CONSEPE. II - deliberar sobre matéria relacionada com a extensão, já decidida por jurisprudência normativa do plenário do CONSEPE. Art. 31. O Presidente do Conselho designará comissões especiais para emitir parecer sobre assuntos que se situem fora da competência das Câmaras ou que, por entendimento do plenário, requeiram tratamento especial. SEÇÃO III DO CONSELHO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO - C O N S A D

16 16 Art. 32. Compõem o Conselho Superior de Administração (CONSAD): I - o Reitor, como presidente; II - o Vice-reitor; III - os Pró-reitores; IV - o Prefeito; V - os Coordenadores de Campi do interior; VI - os Diretores-Gerais de Unidades Acadêmicas e de Unidades Acadêmicas Especiais; VII - os representantes dos servidores técnico-administrativos; VIII - os representantes discentes da graduação e da pós-graduação; IX - os representantes da sociedade civil; X - os representantes do Diretório Central dos Estudantes; XI - os representantes sindicais. 1 o Os representantes de que tratam os incisos VII e VIII serão eleitos pelas respectivas categorias. 2 o Os representantes de que tratam os incisos X e XI não terão direito a voto. 3 o Os representantes da sociedade civil terão mandato de dois (2) anos e serão escolhidos pelo CONSAD, segundo normas por ele aprovadas. Art. 33. Compete ao CONSAD deliberar sobre atos relacionados com a gestão administrativa e econômico-financeira da UFPA, especialmente os seguintes: I - propor e verificar o cumprimento das diretrizes relativas à gestão e desenvolvimento de pessoal e à administração do patrimônio, do material e do orçamento da Universidade; II - assessorar os órgãos da Administração Superior nos assuntos que afetam a gestão das Unidades; III - homologar acordos, contratos e convênios com instituições públicas ou privadas, nacionais e internacionais, firmados pelo Reitor; IV - apreciar proposta orçamentária;

17 17 V - emitir parecer sobre os balanços e a prestação de contas anual da Universidade e, quando for o caso, sobre as contas da gestão dos dirigentes de qualquer órgão direta ou indiretamente ligado à estrutura universitária; VI - pronunciar-se sobre aquisição, locação, permuta e alienação de bens imóveis pela instituição, bem como autorizar a aceitação de subvenções, doações e legados; VII - pronunciar-se sobre a prestação de garantias para a realização de operações de crédito; VIII - deliberar sobre qualquer encargo financeiro não previsto no orçamento; IX - decidir, após sindicância, sobre intervenção em qualquer Unidade acadêmica ou especial; X - definir a composição e o funcionamento de suas Câmaras e Comissões; XI - apreciar o veto do Reitor às decisões do CONSAD; XII - exercer outras atribuições que sejam definidas em lei, no Estatuto e neste Regimento Geral. Parágrafo único. O CONSAD tomará suas decisões com base em pareceres emitidos por suas Câmaras permanentes ou comissões especiais. Art. 34. O CONSAD reunir-se-á ordinariamente a cada dois meses, conforme agenda definida anualmente e, extraordinariamente, quando necessário. Art. 35. O CONSAD organizar-se-á em Câmaras, do modo seguinte: I a Câmara de Assuntos Administrativos; II a Câmara de Assuntos Econômico-financeiros. 1 o As Câmaras serão presididas pelo Pró-reitor de Administração. 2 o As Câmaras serão constituídas de seis (6) membros cada uma, além do seu Presidente. 3 o Cada Câmara do CONSAD terá um representante discente e um representante técnico-administrativo entre seus membros. 4 o Os componentes de cada Câmara e seus suplentes serão escolhidos por votação aberta em plenário e terão mandato de dois (2) anos. 5 o Os representantes discentes serão indicados pelo DCE, dentre os seus membros do Conselho, conforme os estatutos do movimento estudantil. Art. 36. Compete à Câmara de Assuntos Administrativos: I - emitir parecer sobre:

18 18 a) propostas e sugestões relativas à administração de material e dos serviços de comunicação; b) a fixação de critérios e a definição de normas para contratação do pessoal técnico e administrativo da UFPA; c) proposta de criação, modificação e extinção de órgãos administrativos da UFPA; d) medidas e providências de emergência junto a qualquer Campus ou Unidade Acadêmica, inclusive a Especial, com vistas à preservação da regularidade e da moralidade administrativas; e) a aprovação do quadro de pessoal da Universidade; f) a redistribuição e cessão de professor da UFPA para outra instituição de nível superior, mantida pelo Governo Federal; g) acordos, contratos ou convênios com instituições públicas ou privadas, do país e do exterior; h) medidas preventivas e corretivas de atos que envolvam indisciplina no âmbito da UFPA; i) sobre quaisquer outros assuntos referentes à administração geral da UFPA. II - deliberar sobre matéria relacionada com a administração, já decidida por jurisprudência normativa anterior do CONSAD. Art. 37. Compete à Câmara de Assuntos Econômico-financeiros: I - emitir parecer sobre: a) proposta orçamentária da UFPA; b) abertura de créditos suplementares, especiais e criação de Fundos especiais; c) contratação de empréstimos; d) utilização do Fundo Patrimonial e Fundos especiais; e) alienação de bens imóveis; f) autorização de doações, auxílios e subvenções; g) encargos financeiros não previstos no orçamento; h) preços e tarifas de serviços de qualquer natureza prestados pela UFPA; i) taxas e emolumentos escolares;

19 19 j) recursos financeiros referentes à criação de cursos; k) aceitação de doações e legados não onerosos; l) provimento de recursos para programas de treinamento ou bolsas de estudo no País e no exterior; m) provimento de recursos para admissão de pessoal em regime gratificado de trabalho. II - deliberar sobre matéria relacionada com a economia e as finanças da UFPA, já decidida por jurisprudência normativa anterior do CONSAD. Art. 38. O Presidente do Conselho designará Comissões Especiais para emitir parecer sobre assuntos que se situem fora da competência das Câmaras ou que, por entendimento do plenário, requeiram tratamento especial. SEÇÃO IV DO FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS SUPERIORES Art. 39. Os Conselhos superiores reunir-se-ão ordinariamente nos prazos e datas expressamente previstos em calendário elaborado anualmente, ou em caráter extraordinário, cuja convocação dar-se-á na forma deste Regimento. Parágrafo único. As reuniões dos Conselhos superiores e de suas respectivas câmaras e comissões serão realizadas dentro do horário normal de atividades da Instituição, salvo motivo de força maior, com anuência do órgão colegiado. Art. 40. As reuniões ordinárias serão convocadas pelo Presidente do órgão colegiado ou seu substituto, em exercício, com antecedência mínima de três (3) dias úteis, excetuados os casos determinados neste Regimento. 1 o A convocação deverá conter a ordem do dia completa ou, se for o caso, os motivos que provocaram a convocação. 2 o Somente será admitida a ulterior inclusão de item na pauta de reunião quando o seu fato gerador for comprovadamente posterior ao ato de convocação e de caráter inadiável. 3 o O prazo de convocação poderá ser reduzido para o mínimo de vinte e quatro (24) horas em casos de urgência, devidamente justificada. Art. 41. As reuniões extraordinárias serão convocadas pelo Presidente do órgão colegiado ou seu substituto, em exercício, ou ainda por metade mais um dos seus membros.

20 20 1 o A convocação da reunião por metade mais um dos membros do Conselho superior será proposta ao Presidente do órgão colegiado, que a determinará nos termos deste Regimento Geral. 2 o Na hipótese de o Presidente do órgão colegiado, após três (3) dias úteis da apresentação do requerimento, não convocar a reunião, os interessados poderão promover essa convocação. 3 o Nas reuniões extraordinárias só serão discutidos e votados assuntos constantes da ordem do dia. Art. 42. A freqüência dos Conselheiros às reuniões será registrada pela Secretaria Geral, pelos meios admitidos em lei. Art. 43. O membro de qualquer órgão colegiado que, por motivo justo, não puder comparecer a uma reunião deverá fazer à Secretaria Geral a comunicação devida, por escrito, pelo menos doze (12) horas antes, a fim de permitir a convocação do seu suplente. 1 o Apresentada a comunicação, com a devida justificativa, e não havendo quem queira discuti-la, aquela será tida como aceita. 2 o Não havendo pedido de justificativa, a falta será dada como não justificada, devendo a Secretaria Geral comunicar o fato à PROGEP, para os fins legais. 3 o O membro de órgão colegiado que, sem justificação aceita, deixar de comparecer a três (3) reuniões consecutivas ou cinco (5) alternadas perderá automaticamente o respectivo mandato. 4 o Perderão, também automaticamente, os seus mandatos quaisquer membros de órgãos colegiados que, em decisão final irrecorrível, vierem a colocar-se em circunstância ou situação que determine condição de inelegibilidade, na forma do Art o Quando o faltoso for membro nato do órgão colegiado por força do cargo ou função de natureza executiva que desempenhe, o seu desligamento será condicionado à sua substituição no cargo executivo, caracterizando-se ausência reiterada motivo suficiente para a perda de mandato. Art. 44. Além de aprovações, autorizações, homologações e outros atos que se completem em anotações, despachos e comunicações de Secretaria, as decisões dos órgãos colegiados superiores poderão, de acordo com a sua natureza, assumir a forma de Resoluções, a serem baixadas pelo seu Presidente. Art. 45. As reuniões dos Conselhos Superiores poderão ser instaladas com a presença de, pelo menos, um terço (1/3) dos seus membros e, com esse número, terão prosseguimento os trabalhos, excluída a parte relativa à ordem do dia.

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