IDENTIFICAÇÃO DAS HABILIDADES COMUNICATIVAS E DE LINGUAGEM DE ALUNOS SURDOS COM IMPLANTE COCLEAR

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1 IDENTIFICAÇÃO DAS HABILIDADES COMUNICATIVAS E DE LINGUAGEM DE ALUNOS SURDOS COM IMPLANTE COCLEAR Ana Claudia Tenor Secretaria Municipal de Educação de Botucatu-SP Eixo Temático: Identificação, encaminhamento, diagnóstico e inclusão escolar PALAVRAS- CHAVE: Habilidades. Comunicação. Aluno. Surdo. Introdução O desenvolvimento de linguagem de crianças surdas é um tema que vem sendo debatido por pesquisadores. Com o advento da tecnologia assistiva, como o implante coclear as discussões vêm avançando. Scaranello (2005) explicou que o implante coclear é uma prótese eletrônica usada para promover a estimulação auditiva nos indivíduos com perda neurossensorial profunda bilateral, que tem como finalidade melhorar a capacidade de comunicação oral destes indivíduos. A literatura destacou que um número significativo de pais que opta pelo implante coclear deposita na cirurgia a última esperança de fazer o filho ouvir e falar. Entretanto, essa tecnologia não assegura o desenvolvimento das habilidades auditivas e de linguagem oral, pois isso depende de inúmeros fatores, tais como: a capacidade de memória auditiva, adequada estimulação no ambiente familiar, intervenção fonoaudiológica precoce, entre outros (SANTANA, 2005; YAMANAKA et al. 2010; VALADAO et al. 2012). Face ao exposto, os estudos evidenciaram a necessidade de expor a criança surda à língua de sinais, além da reabilitação auditiva e oral (QUADROS; CRUZ; PIZZIO, 2012; VALADAO et al. 2012; KELMAN, 2015; NASCIMENTO; LIMA, 2015 ). No contexto educacional inclusivo, o conhecimento do professor a respeito da surdez e das habilidades comunicativas do aluno surdo poderia facilitar na implementação de recursos e estratégias para o ensino desse aluno (TENOR; DELIBERATO, 2005). Sendo assim, a avaliação e identificação das habilidades comunicativas da criança surda, poderia auxiliar os profissionais que trabalham com essa população, a

2 compreender suas reais necessidades e habilidades de linguagem (BARBOSA; LICHTIG, 2014). Atuo como fonoaudióloga da Secretaria Municipal de Educação de um município do interior paulista, em um núcleo que oferece suporte para a inclusão de alunos com deficiência e aos professores. Neste contexto, as escolas encaminham ao fonoaudiólogo os alunos surdos com implante coclear para avaliação de linguagem, acompanhamento do desenvolvimento e orientações ao professor. O objetivo deste estudo foi identificar as habilidades comunicativas e de linguagem do aluno surdo com implante coclear por meio da aplicação do Protocolo de Avaliação das Habilidades Comunicativas e de Linguagem de Crianças Surdas Reduzido (Protocolo do PIFFCS- reduzido). Métodos O estudo foi desenvolvido no ano de 2014, em um núcleo de atendimento de um município de pequeno porte do interior paulista que oferece suporte para a inclusão de alunos com deficiência no ensino regular. Participaram do estudo cinco alunos surdos com implante coclear, na faixa etária de sete a doze anos, que apresentavam tempo de uso do implante coclear variado, conforme é descrito no Quadro 1. Quadro 1- Caracterização dos alunos surdos com implante coclear Aluno Idade Gê ne ro Idade da Cirurugia IC Tempo de uso IC A1 7 a 4m M 1 a 11m 5 a 5 m A2 8 a 2m F 4 a 11m 3 a 3m A3 9a M 3 a 1m 5 a 11m A4 10 a 9m M 6 a 3m 4 a 6m A5 12 a 5m F 7 a 11m 4 a 6m Fonte: Próprio autor Foi aplicado nesses alunos o Protocolo de Avaliação das Habilidades Comunicativas e de Linguagem de Crianças Surdas Reduzido (Protocolo do PIFFCS- reduzido) adaptado por Barbosa e Lichtig (2014).

3 O PIFFCS reduzido é o desdobramento do protocol Avaliação das Habilidades Comunicativas e de Linguagem de Crianças Surdas elaborado por Lichtig, Couto e Mecca (2004), que foi dividido em três partes. Na primeira parte é avaliada a interação entre examinador e criança. Na segunda parte identificam-se as modalidades de comunicação usadas pela criança surda por meio de estímulos visuais específicos (história em sequência e nomeação de figuras). Inicialmente o avaliador apresenta uma história em sequência contendo cinco figuras e posteriormente mostra trinta figuras para nomeação. Essas figuras contemplam campos semânticos diferentes, retiradas do Teste de Vocabulário do ABFW (BEFI- LOPES, 2000). Na terceira parte é avaliada a complexidade linguística, segundo as fases de desenvolvimento de linguagem descritas por Quadros (1997): período pré-linguístico, estágio de um sinal, estágio das primeiras combinações e estágio das múltiplas combinações. Conforme sugestão de Barbosa e Lichtig (2014) utilizou-se neste estudo o vídeo para filmagem das situações de avaliação e posterior análise dos dados. Resultados e Discussões O quadro 2 mostra a análise das habilidades comunicativas e de linguagem dos alunos surdos. Quadro 2- Habilidades Comunicativas e de Linguagem de Alunos Surdos com Implante Coclear Aspe ctos Avaliados Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5 Intenções Comunicativas Modalidade Oral Auditiva Respostas para a comunicação Modalidade Oral Auditiva Interação e Conversação Ocorrência de Código Estruturado Comunicação história em sequência Nomeação Complexidade Linguísitca Fonte: Próprio autor Modalidade Oral Auditiva Bimodal Pré Linguístico LO e 1ªs palavras LS Pré Linguístico LO e 1ªs palavras LS Bimodal Pré Linguístico LO e 1ªs combinações LS Pré Linguístico LO e 1ªs palavras LS 1ªs palavras LS

4 Cabe explicar que Barbosa e Lichtig (2014) adotaram três categorias para classificar as modalidades de comunicação: modalidade viso espacial, modalidade oral auditiva e bimodal. A modalidade viso espacial refere-se ao uso da Língua de Sinais e gestos. A modalidade oral auditiva diz respeito ao uso de língua oral e vocalização. A bimodalidade é a ocorrência de mais de uma modalidade em um mesmo evento (modalidade associada), tais como, o uso da Língua de Sinais, gestos, língua oral e vocalização. É possível perceber que o aluno 1 apresentou durante a avaliação do perfil pragmático (intenções comunicativas, respostas para a comunicação, interação e conversação) o predomínio do uso da modalidade de comunicação oral auditiva. Os alunos 2, 3, 4 e 5 apresentaram o predomínio do uso da modalidade viso espacial durante a avaliação do perfil pragmático. Em situações de avaliação da comunicação por meio de estímulos visuais específicos (história em sequência e nomeação de figuras) os alunos 1 e 3 fizeram uso da comunicação bimodal, já os alunos 2, 4 e 5 usaram a comunicação viso espacial. As crianças avaliadas neste estudo apresentaram código estruturado (língua) em situações que fizeram uso da modalidade viso espacial (Língua de Sinais), o que parece indicar que o acesso a essa língua é mais fácil ao grupo estudado. Apesar do aluno 1 fazer uso da modalidade oral auditiva nas situações de intenções comunicativas, respostas para a comunicação, interação e conversação com o avaliador, essa modalidade comunicativa ocorreu de forma predominante por meio do uso de vocalizações. Observou-se que os alunos 1,2 e 4 encontravam-se no período pré- linguístico do desenvolvimento da língua oral e estágio das primeiras palavras em Língua de Sinais. O aluno 3 encontrava-se no estágio pré- linguístico da língua oral e estágio das primeiras combinações em Língua de Sinais. Já o aluno 5 estava no estágio das primeiras palavras em Língua de Sinais. Conclusões A análise dos dados revelou que os alunos surdos apresentavam habilidades e especificidades linguísticas variadas. O conhecimento das especificidades linguísticas dos alunos surdos por parte dos professores poderá auxiliá-los no planejamento de recursos e estratégias de ensino a esses alunos. Foi possível evidenciar também que os alunos surdos

5 apesar de fazerem uso do implante coclear não apresentavam o domínio da língua oral e encontravam-se na fase inicial de desenvolvimento da Língua de Sinais. Os resultados sugeriram que o ensino da Língua de Sinais no contexto educacional possibilitaria maior acesso a comunicação dessas crianças, sendo importante discutir junto aos educadores a necessidade de um projeto educacional bilíngue direcionado a essa população. Referências BARBOSA, F.V.; LICHTIG, I. Protocolo do perfil das habilidades de comunicação de crianças surdas. Revista Estudo de Linguagem, Belo Horizonte, v. 22, n. 1, p , BEFI- LOPES, D. Avaliação de vocabulário. In: ANDRADE, C.R.F.; BEFI- LOPES, D.M.; FERNANDES, F.D.M.; WETTZNER, H.F. ABFW- Teste de linguagem infantil nas áreas de fonologia, vocabulário, fluência e pragmática. Barueri: Pró- Fono, 2000, p KELMAN, C.A. Alunos com implante coclear: desenvolvimento e aprendizagem. Ensino Em Re- Vista, v. 22, n. 1, p , LICHTIG, I.; COUTO, M.I.V.; MECCA, F.F.D.N. Avaliando as habilidades comunicativas e linguísticas de crianças surdas. In: LICHTIG, I. (Org.). Programa de intervenção fonoaudiológica em famílias de crianças surdas (PIFFCS). Carapicuiba: Pró- Fono, p NASCIMENTO, L.C.R.; LIMA, C.C.S. Libras e implante coclear: contradição ou complementariedade? Revista Reflexão e Ação, Santa Cruz do Sul, v. 23, n. 3, p , 2015 QUADROS, R.M. Educação de Surdos: aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, QUADROS, R. M.; CRUZ, C.R.; PIZZIO, A.L. Memória fonológica em crianças bilíngues bimodais e crianças com implante coclear. ReVEL, v. 10, n. 19, p , SANTANA, A.P. O processo de aquisição da linguagem: estudo comparativo de duas crianças usuárias de implante coclear. Revista Distúrbios da Comunicação, São Paulo, v. 17, n.2, p , SCARANELLO, C.A. Reabilitação auditiva pós implante coclear. Medicina, Ribeirão Preto, v. 38, n. 3/4, p , TENOR, A.C.; DELIBERATO, D. Protocolo para avaliação das habilidades comunicativas do aluno surdo no ambiente escolar: adaptação. In: DELIBERATO, D.;

6 MANIZINI, E.J. (Orgs.). Instrumentos para avaliação de alunos com deficiência sem oralidade. São Carlos: Marquezini & Manzini: ABPEE, 2015, p VALADAO, M. N. et. al. Língua brasileira de sinais e implante coclear: relato de um caso. Revista Educação Especial, Santa Maria v. 25, n. 42, p , YAMANAKA, D.A.R. et al. Implante coclear em crianças: a visão dos pais. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 26, n. 3, p , 2010.

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