PERCURSO E PERCALÇOS DO PAPEL: UMA HISTÓRIA DE EVOLUÇÃO E PROBLEMÁTICAS DE UM MEIO DE COMUNICAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERCURSO E PERCALÇOS DO PAPEL: UMA HISTÓRIA DE EVOLUÇÃO E PROBLEMÁTICAS DE UM MEIO DE COMUNICAÇÃO"

Transcrição

1 PERCURSO E PERCALÇOS DO PAPEL: UMA HISTÓRIA DE EVOLUÇÃO E PROBLEMÁTICAS DE UM MEIO DE COMUNICAÇÃO Letícia Ribeiro Vieira CICRAD - Curso de Introdução à Conservação e Restauro de Acervos Documentais em Papel Introdução Atualmente temos ao nosso dispor o papel como forma de registro de informações. Porém, antes da criação do papel, alguns povos utilizavam outros tipos de materiais para registrar e passar informação. Temos o exemplo da Índia que utilizava a folha da palmeira. Na China os livros eram feitos de conchas e cascos de tartarugas, sendo que algum tempo depois evoluiu a forma de feitura de seus livros para o bambu e seda. Outros tipos de materiais para a escrita eram: a pedra, o barro e as cascas das árvores. Antes do surgimento do papel as formas mais próximas dele eram o papiro e o pergaminho. O papiro foi inventado pelos egípcios, era obtido utilizando a parte interna, branca e esponjosa do caule do papiro que é uma planta da família das ciperáceas - cortado em finas tiras que eram molhadas, sobrepostas e cruzadas para serem prensadas. Tem por data de surgimento por volta de 2500 a.c. Este tipo de material é frágil, porém muitos documentos que o utilizaram como suporte chegaram até os dias atuais. Fig.1 O papel de Papiro Fonte: FABETO/livro/livro/egipcios.htm Já o pergaminho era muito mais resistente, porém tinha seu custo mais alto. Era feito de couro de animal, geralmente preferindo-se carneiro, bezerro ou cabra. Tal material tem essa nomenclatura por acreditar-se que sua criação originasse da cidade grega Pérgamo. Ele tinha uma variável que se chamava velino, onde era feito do couro delicado de bezerros e cordeiro proporcionando um material de escrita fina, macio e claro. O papel surgiu por volta do ano 105 a.c. Seu nome original é papyrus. O papel como visto hoje foi criado pelos chineses. Por volta de VI a.c. começou a ser fabricado um papel de seda próprio para pintura e para a escrita. O mérito de criação do papel é dado ao oficial da Corte Imperial Chinesa, T sai Lun, pelo pioneirismo em fazer por meio de polpação de redes de pesca e de trapos e mais tarde usando vegetais. Porém, esta técnica chinesa ficou sendo guardada a sete chaves por séculos. Só em 751 d.c. que esse monopólio foi quebrado. Conta à história que dois chineses que tinha a fórmula do papel haviam sido aprisionados por árabes e, em troca de sua liberdade, entregaram a forma de fazer papel. O papel começou a ter sua criação em Bagdá no ano de 795 d.c. No Brasil o papel só foi introduzido pelos colonizadores no ano de Materiais e métodos Podemos classificar o papel em dois tipos levandose em conta a técnica de fabricação. O primeiro é o papel de trapo. Este é feito de fibras vegetais, com grande porcentagem de celulose, obtidas de restos de tecidos (linho, cânhamo e algodão). Foi utilizado até fins do século XVII. Este tipo de fabricação era manual. Suas folhas eram feitas uma por uma. A polpa era obtida pela maceração de restos de tecidos na água, e quando pronta era adicionada num grande barril com água para a introdução do molde que originaria uma folha de papel. Esse molde se constitui por filetes, onde submersos na tina com a polpa em suspensão aquosa onde, ao molde ser suspenso horizontalmente permitia que a polpa se acomodasse na superfície, formando, então, uma folha de papel. Esses filetes na China eram feitos de bambu e na Europa por fios de cobre. Após a imersão e suspensão do molde, depositava-se entre feltros a folha e levava até a prensa para eliminar a água excedente, e somente após todo esse trabalho era posta para secar ao ar livre. Devido à maceração, as fibras se entrelaçavam, fazendo com isso o papel ser bem mais resistente. As fibras não eram cortadas, por isso continuavam longas, possibilitando assim um melhor enlace entre elas. O segundo tipo de papel é chamado de papel de lenho. Surgiu devido a necessidade de aumentar a fabricação decorrendo do aumento da demanda do século XIX, que fez com que novas matérias primas e novas técnicas para a fabricação do papel fossem sendo desenvolvidas. Este é feito de a partir da madeira que existe nos troncos das árvores. Em 1670 foi inventada a máquina chamada Holandesa que transforma mais rapidamente a fibra em polpa, utilizando-se de um sistema de lâminas e ainda permitia o acréscimo de corantes, cargas e colas na própria máquina. Esta máquina fez uma grande revolução na história do papel, proporcionando um aumento na criação da

2 Revista Brasileira de Arqueometria, Restauração e Conservação - ARC - Vol. 3 - Edição Especial o EditoraCurso de Introdução a Conservação e Restauro de Acervos Documentais - CICRAD - Trabalhos de fim de Curso Convênio AERPA - CFDD do Ministério da Justiça - n /2010 polpa para o surgimento do papel, gerando assim um aumento do número de papel feito. O papel como um veículo de comunicação Desde a pré-história o homem tem necessidade de se expressar graficamente e para isto utilizou as paredes das cavernas, registrando aspectos da sua vida diária. Acredita-se que possam ter sido pintados há mais de anos atrás. O homem da caverna deixou sua marca na rocha das cavernas como forma de expressar o seu poder sobre os animais que deveria capturar para sua sobrevivência. Fig.2 A fabricação do papel Fonte: Porém nem sempre o que vem para aumentar a produção mantém a qualidade. Ao contrário do papel de trapos que tem suas fibras longas já que o processo de maceração desfaz os enlaces, a holandesa cortava as fibras, o que gerava fibras curta que não se entrelaçavam na hora de fazer o papel. Este papel se tornava mais sensível e propício a rasgos. Os acrescimentos que eram feitos durante a elaboração da polpa na holandesa, como por exemplo, a cola, era devido as fibras serem bem curtas. A cola servia como um selante entre as fibras para que o papel pudesse ter seu formato. Não foi só a holandesa que gerou rapidez na elaboração do papel de lenho. Este era fabricado numa máquina de laboração contínua, que funciona com uma cinta transportadora que cobre as diversas fases de fabrico: desde a formação da folha, a sua prensagem, secagem até o acabamento final. O sistema é o de cilindro que submete o papel a determinadas condições de pressão, calor e vapor, dependendo da fase de produção e do tipo de papel. O resultado é uma grande bobina de papel contínuo que apresenta como principal característica fibras em uma única direção. Se na maceração as fibras que são longas ficam sendo trabalhadas para se entrelaçarem por todos os lados, gerando um papel resistente, na máquina de laboração contínua as fibras, que já chegam curta seguem numa mesma direção fazendo com que o papel fique mais propenso a rasgos. Para testarmos, podemos pegar um papel feito com a técnica de maceração e um com a máquina de laboração contínua. Se tentarmos rasgar o primeiro, não será impossível, mas fica bem mais difícil para partir as fibras, e quando isso ocorre é de forma irregular. Já, quando pegamos o segundo exemplo, ele rasga com facilidade e numa mesma direção. Exemplo de ambos, o papel japonês que é utilizado para reparos na restauração de documentos, e o papel de jornal. Fig.3 Folha contínua de papel em fabricação Fonte: Com o tempo, novos suportes foram sendo criados, entre eles a argila, muito utilizada na antiguidade pelos gregos para a feitura de objetos domésticos. Os desenhos que enfeitavam esses objetos domésticos tinham como temas variáveis de animais reais ou cenas familiares. Os primeiros pictogramas eram gravados em tabuletas de argila que podiam ser queimadas para prover um registro permanente, ou então, essas tabuletas eram reaproveitadas quando não havia necessidade de se manter o registro por um longo tempo. Além das paredes, pedras e argila, a madeira também era um tipo de suporte para a fixação da informação. Utilizando-se pequenas tábuas recobertas por uma fina camada de cera onde eram transcritos acontecimentos corriqueiros (parecidos com os jornais de hoje em dia). Atualmente temos muitos meios para registrar a informação. Há tempos as formas mais utilizadas eram a argila, a parede e outros. Com o surgimento do papel e sua técnica sendo feita por mais pessoas, ele se tornou o principal meio para comunicar qualquer informação entre duas ou mais partes. Ao longo dos séculos, houve um aumento da demanda por

3 Revista Brasileira de Arqueometria, Restauração e Conservação - ARC - Vol. 3 - Edição Especial o EditoraCurso de Introdução a Conservação e Restauro de Acervos Documentais - CICRAD - Trabalhos de fim de Curso Convênio AERPA - CFDD do Ministério da Justiça - n /2010 informação causada principalmente pelo aumento da população e pelo invento da imprensa, por Johann Gutenberg por volta de Claro que com tanto jornal sendo comercializado, e por sua validade ser tão pequena, já que a informação impressa nele só tem validade enquanto está ativ. O jornal não tem porque ser feito de material caro. Mas os documentos com valor histórico devem ter um tratamento diferenciado. No caso de diplomas, certidões e outros deve-se trabalhar com papéis de valor permanente, pois são documentos que não tem prazo de validade. Estes contêm informações verdadeiramente importantes que serão uteis tanto hoje quanto daqui a 100 anos. Problemáticas e características do papel Temos como características principais do papel a gramatura, a direção da fibra, o ph, as vergaturas e pontusais e marca d água. Muitas dessas características trazem problemáticas para o papel, como a direção das fibras. Depois que o papel começou a ser mais consumido, e que seus usuários se diversificaram passou a ter uma modificação na estrutura do papel. O que antes era feito com fibras longas decorrentes de um processo manual de desfibramento e reunidas com maceração causando assim o entrelaçamento das fibras, hoje é substituído por laminas que cortam as fibras para gerar um processo mais rápido de produção de polpa para a criação do papel, e no lugar da maceração é utilizado a corrente d água em uma só direção, o que deixa as fibras num mesmo sentido. Temos as colas que são utilizadas para junção das fibras, já que de tão pequenas elas não se entrelaçam. Essas colas são ácidas, o que gera um dano irreversível com o tempo. Já a gramatura é o peso que o papel tem. O papel feio de forma manual tem sua gramatura mais elevada com relação ao feito mecanicamente. O papel manual é mais grosso, como o de gramatura maior. a substancia é alcalina ou básica. Quando uma substância é neutra, ou seja, seu valor de ph é igual a 7, significa que ela apresenta a mesma quantidade de íons de hidrogênio e de hidroxila e quando o número de íons de hidrogênio é superior a substância é ácida e inferior, alcalina. O índice do ph é fundamental, pois um papel ácido tem uma vida útil pequena, principalmente se não for tratado adequadamente. Existe um aparelho que mede o ph das substâncias, peagâmetro. Ele é utilizado para medir as águas de clareamento dos banhos dos livros e documentos. Vergatura é cada linha de cor mais clara que fica marcada no papel fabricado manualmente com a ajuda de um molde cuja malha é constituída por uma sequência de varetas finas quase encostadas umas ás outras sustentadas pelos pontusais, que são varetas transversalmente e mais espaçados, permite a união e a resistência às vergaturas. A marca d água são as filigramas, desenhos, letras, palavras que se observam no papel na contraluz. Observa-se uma espessura ligeiramente inferior no desenho, o que provoca linhas mais luminosas que o resto do papel. Geralmente essa marca d água era utilizada para identificar a fabrica de onde saiu o papel. Fig.4 O papel para testes de ph Fonte: Fig.5 A marca d'água da Coroa Real Fonte: O ph é o valor que se usa para indicar a acidez ou alcalinidade de uma substância. Determina-se calculando os íons de hidrogênio presente nela. Medese o ph numa escala de 0 a 14. Quando a substância está com valor 7, quer dizer que ela está neutra.. Quando estiver entre 0 e 6 indica acidez e, entre 8 e 14 Existe uma diversidade papéis atualmente. Alguns deles são: Papel vegetal sofre um processo de modificação através da ação do ácido sulfúrico, translúcido, muito liso, denso, de textura contínua, com ligeira dureza

4 superficial e algo resistente à umidade, porém o excesso de umidade o afeta grave e irreversivelmente. É usado sobretudo para o desenho e projetos arquitetônicos. Papel jornal é o papel de pobre qualidade, destinado à impressão de jornais. A sua composição é à base de madeira desfibrada mecanicamente e branqueada de imediato, razão pela qual apresenta uma grande quantidade de lignina. Com o tempo tende a tornar-se ácido, quebradiço e amarelecer. Papel Kraft também conhecido como papel de embrulho, é composto por madeira macia desfibrada por meios químicos (processo chamado Kraft) que dissolve a lignina da madeira. Pode ser branqueado ou não é muito resistente, sendo, por isso, usado para embalagens e revestimentos. Papel couché é apresentado muito branco e com revestimento brilhante ou mate, devido a uma camada extra de encolagem superficial, é utilizado na produção de livros que necessita de um bom acabamento, pois permite impressões de alta qualidade. Papel japonês também chamado de papel de arroz, washi ou papel do Japão, apresenta fibra longa, forte, resistente e flexível. Atualmente é fabricado a partir de fibras de três espécies de arbustos: Kozo, mitsumata e gampi. No processo de manufatura é respeitado e conservado o comprimento das fibras e na encolagem o uso materiais naturais (neutros ou alcalinos), o que origina papéis resistentes, embora de pouca gramatura. Papel permanente (alcalino/neutro) é o papel com características físicas e químicas que garantem maior durabilidade que os papéis habituais. Obtém-se através da manutenção em baixas concentrações ou total eliminação de alguns produtos (liginina) e aditivos (branqueadores, colas...). O papel alcalino é resistente à oxidação e ao rasgamento, o que o torna particularmente adequado para arquivar documentos. Resultados Panorama de allgumas datas importantes na história do papel: 105 a.c Invenção do papel atribuída a T sai Lun na China; 611 d.c. Instalação de manufatura do papel na Coreia; 795 Instalação da fabricação de papel para o comércio em Bagdá; 807 Produção do papel em Kioto, no Japão; 900 Início da fabricação do papel no Egito; 950 Chega a Espanha através dos livros o papel; 998 Criação do papel-moeda circulante na China; 1150 Instalação do primeiro ponto de fabricação de papel na Europa; 1282 Introdução da marca d água por Fabriano: cruzes e círculos; 1285 Introdução da marca d água na França: flor de Liz; 1309 Início d utilização do papel na Inglaterra; 1320 O papel chega a Alemanha; 1390 Instalação da primeira indústria de papel na Alemanha; 1440 Invenção da imprensa por Johannes Guttemberg; 1550 Comercialização do papel; 1719 Inicio da utilização da madeira como matéria prima para a fabricação do papel; 1809 O papel começou a ser fabricado no Brasil; 1840 Foi desenvolvido na Alemanha o processo para a trituração de madeira. As fibras são separadas e transformadas no que passou a ser conhecido como pasta mecânica de celulose; 1854 É patenteado na Inglaterra um processo de produção de pasta celulósica através de tratamento com soda cáustica. A liginina, cimento orgânico que une as fibras, é dissolvida e removida, surgindo a primeira pasta química Invenção do papel couché; 1920/1930 Importante década para o desenvolvimento do papel. Depois de toda a leitura, visto tantas formas de registro de informação. Várias técnicas até chegarmos as atuais, podemos perceber que o papel tem um valor enorme na cultura e evolução do homem. Porém, com a evolução da tecnologia, o papel tem sido deixado de lado, e seu fabrico em larga escala para atender a demanda, tem feito sua qualidade cair, com isso gerando papéis inúteis na conservação da informação. Para sabermos bem porque os materiais bibliográficos e arquivísticos se degradam devemos entender os fatores intrínsecos e extrínsecos, isso quer dizer que é necessário conhecer a natureza dos próprios materiais na vida do suporte da informação. Mesmo que surjam novos suportes de fixação de informação, o papel tem a seu favor a agilidade em acessar o seu conteúdo. Conclusões Mesmo com toda a tecnologia informática que nos é imposta, o papel ainda continua sendo o suporte documental mais utilizado e preferido de grande parte da população, pois para ter acesso ao seu conteúdo dependemos exclusivamente de nós, ao contrário de um documento digital que dependemos da existência de uma máquina para decodificar todo o conteúdo de um documento. Independente de onde estejamos registrando a informação, o principal é saber o que estamos registrando, para quem estamos querendo registrar e se haverá a possibilidade de resgate daquela informação após anos. Temos que pensar melhor nos materiais que estamos utilizando. No meio digital tudo tem ficado obsoleto com muita rapidez. O papel pode não ficar ultrapassado, porém se não tiver uma qualidade boa e um tratamento adequado, a informação contida nela ficará sem acesso. Assim não estará exercendo sua principal característica que é transmitir informação.

5 Referências da autora BECK, Ingrid. (coord.) et ali. Manual de preservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, (publicações técnicas 46), 75 p. /M3%20Aulas/M3A2.pdf /M4%20Aulas/M4A1.pdf /M4%20Aulas/M4A2.pdf

Não compreendo civilização sem papel. Ele se presta aos mais tristes e ignóbeis fins, mas isso não lhe macula a honra intrínseca.

Não compreendo civilização sem papel. Ele se presta aos mais tristes e ignóbeis fins, mas isso não lhe macula a honra intrínseca. Não compreendo civilização sem papel. Ele se presta aos mais tristes e ignóbeis fins, mas isso não lhe macula a honra intrínseca. Carlos Drummond de Andrade ORIGENS SUPORTE Antes do papel, o suporte da

Leia mais

Papel. Etapa 6- Esta etapa trata-se do papel sendo utilizado por seus consumidores em diversas formas, como em livros, cartas, jornais, etc.

Papel. Etapa 6- Esta etapa trata-se do papel sendo utilizado por seus consumidores em diversas formas, como em livros, cartas, jornais, etc. Ciclo de Vida Papel Há divergência quanto ao período de surgimento do papel, pois foi um processo que foi sendo desenvolvido ao longo dos anos, porém há registros deste sendo utilizado primeiramente pelos

Leia mais

O surgimento da escrita, a invenção e a evolução das artes gráficas

O surgimento da escrita, a invenção e a evolução das artes gráficas O surgimento da escrita, a invenção e a evolução das artes gráficas A humanidade sempre dependeu de se comunicar para poder sobreviver melhor, transmitir os conhecimentos acumulados sempre foi algo muito

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Conservação e Restauração

Leia mais

Corte transversal da fibra

Corte transversal da fibra Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Curso de Arquivologia Disciplina: Conservação e Restauração de Documentos Profa. Lillian Alvares Fabricação do Papel A invenção

Leia mais

A origem da rotogravura

A origem da rotogravura A origem da rotogravura Início Iniciada pelos artistas da renascença italiano nos anos 1300 A primeira impressão foi feita a partir de uma chapa metálica em 1446 na Alemanha As chapas metálicas eram entalhadas

Leia mais

Professora. Trabalhar com a reciclagem de materiais, além de valorizar as instalações escolares já feitas com esse tipo de material.

Professora. Trabalhar com a reciclagem de materiais, além de valorizar as instalações escolares já feitas com esse tipo de material. Professora 1. Objetivos Gerais A partir do maior conhecimento do trabalho do professor, fazer com que os alunos percebam a importância de se trabalhar com papel e demais materiais reciclados. Outro assunto

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O USO SUSTENTÁVEL DO PAPEL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ORIENTAÇÕES PARA O USO SUSTENTÁVEL DO PAPEL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ORIENTAÇÕES PARA O USO SUSTENTÁVEL DO PAPEL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental SAIC Departamento de Cidadania e Responsabilidade

Leia mais

OBTENÇÃO DA PASTA CELULÓSICA E PAPEL

OBTENÇÃO DA PASTA CELULÓSICA E PAPEL OBTENÇÃO DA PASTA CELULÓSICA E PAPEL FIBRAS PARA PAPEL INDÚSTRIA DE CELULOSE E PAPEL O que é polpação? O que é polpação? Polpação é o processo pelo qual a madeira é reduzida a uma massa fibrosa. Isto significa

Leia mais

Indíce. História e Produção 3. Formatos 4. Características 5. Tipos de Papel 6. Normalização do Paepel 6. Curiosidades 6.

Indíce. História e Produção 3. Formatos 4. Características 5. Tipos de Papel 6. Normalização do Paepel 6. Curiosidades 6. Indíce História e Produção 3 Formatos 4 Características 5 Tipos de Papel 6 Normalização do Paepel 6 Curiosidades 6 Envelopes 7 Referências Bibliográficas 8 Indíce Tabelas Série APapéis independentes 4

Leia mais

Faculdades Integradas de Mineiros - FIMES Engenharia Florestal

Faculdades Integradas de Mineiros - FIMES Engenharia Florestal Faculdades Integradas de Mineiros - FIMES Engenharia Florestal Disciplina: Papel e Celulose Prof. Gildomar Alves dos Santos Plano de Curso Celulose e papel POLPA = PULP = CELULOSE (BRASIL) PAPEL??????

Leia mais

LEXOL ph - Limpeza Segura e Fácil para Artigos em Couro, Banco de Carro, Selaria, Botas, Malas, Sapatos e Móveis Estofados - Contém 500 ml.

LEXOL ph - Limpeza Segura e Fácil para Artigos em Couro, Banco de Carro, Selaria, Botas, Malas, Sapatos e Móveis Estofados - Contém 500 ml. LEXOL ph - Limpeza Segura e Fácil para Artigos em Couro, Banco de Carro, Selaria, Botas, Malas, Sapatos e Móveis Estofados - Contém 500 ml. O Limpador Lexol-pH é ideal para todos os cuidados necessários

Leia mais

Papel Reciclado Artesanal Branco

Papel Reciclado Artesanal Branco Papel Reciclado Artesanal Branco 1 Técnica utilizada: reciclagem de papel Materiais 2 Papel para reciclar (sulfite, formulário contínuo ou outros papéis que não contenham vernizes, plásticos ou laminados)

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 01

LISTA DE EXERCÍCIOS 01 LISTA DE EXERCÍCIOS 01 01 - (Unicamp 2014) Desde o período neolítico, os povos de distintas partes do mundo desenvolveram sistemas agrários próprios aproveitando as condições naturais de seus habitats

Leia mais

Papel Reciclado Artesanal Branco com Cascas de Cebola

Papel Reciclado Artesanal Branco com Cascas de Cebola Papel Reciclado Artesanal Branco com Cascas de Cebola 1 Técnica utilizada: reciclagem de papel com cascas de cebola Materiais 2 Papel para reciclar (sulfite, formulário contínuo ou outros papéis que não

Leia mais

Questão 2: O principal fato histórico que modifica o conhecimento do ser humano é:

Questão 2: O principal fato histórico que modifica o conhecimento do ser humano é: Questão 1: Cesare Brandi, no livro intitulado Teoria da Restauração, afirma que: a) em geral, entende-se por restauração qualquer intervenção voltada a dar novamente eficiência a um produto da atividade

Leia mais

MADEIRAS MCC1001 AULA 12

MADEIRAS MCC1001 AULA 12 MADEIRAS MCC1001 AULA 12 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil MADEIRAS É um material

Leia mais

Transporte e Armazenamento Bem Sucedido de Chapa de Aço Galvanizada

Transporte e Armazenamento Bem Sucedido de Chapa de Aço Galvanizada GalvInfo Center - Um programa do International Zinc Association 6. Uso de Chapa de Aço com Revestimento Metálico GalvInfoNote Transporte e Armazenamento Bem Sucedido de Chapa de Aço Galvanizada 6.1 Introdução

Leia mais

GRAVURA. www.galeriadegravura.com.br. Compartilhe:

GRAVURA. www.galeriadegravura.com.br. Compartilhe: GRAVURA ÍNDICE 1 - Sobre Gravura 2 Xilogravura 3 Gravura em metal 4 Litogravura 5 Serigrafia 6 Fine Art / Giclée 7-8 Tiragem da gravura 9 História do Papel 10 Papéis de Gravura 11 Estúdio de Gravura GRAVURA

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Conservação e Restauração

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

Parede de Garrafa Pet

Parede de Garrafa Pet CONCEITO As paredes feitas com garrafas pet são uma possibilidade de gerar casas pré fabricadas através da reciclagem e é uma solução barata e sustentável. As garrafas pet são utilizadas no lugar dos tijolos

Leia mais

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO A madeira é um material excepcional como material de construção além de ter qualidades muito grandes como matéria prima para outros produtos industrializados, e que

Leia mais

Textos de apoio. Ciências. Ensino Fundamental I

Textos de apoio. Ciências. Ensino Fundamental I Textos de apoio Ciências Ensino Fundamental I 1 Latas de aço O mercado para reciclagem No Brasil, assim como no resto do mundo, o mercado de sucata de aço é bastante sólido, pois as indústrias siderúrgicas

Leia mais

A HISTÓRIA DO SABONETE

A HISTÓRIA DO SABONETE SABONETES por: Colunista Portal Educação SABONETE BARRA DE OLIVA UMA PRODUÇÃO DE PRECIOSIDADES DO POMAR. CONFIRA NA LOJA www.luciamotta.loja2.com.br Os sabonetes são cosméticos detergentes Na antiguidade,

Leia mais

O homem e o meio ambiente

O homem e o meio ambiente A U A UL LA O homem e o meio ambiente Nesta aula, que inicia nosso aprendizado sobre o meio ambiente, vamos prestar atenção às condições ambientais dos lugares que você conhece. Veremos que em alguns bairros

Leia mais

34 Por que as vacas mastigam o tempo todo?

34 Por que as vacas mastigam o tempo todo? A U A UL LA Por que as vacas mastigam o tempo todo? Nos sítios e fazendas que têm criação de gado, os bois e vacas se espalham pelo pasto e têm hora certa para ir ao cocho receber o trato. O trato pode

Leia mais

Referência na fabricação de lençóis de borracha com altíssima resistência ao desgaste CATÁLOGO

Referência na fabricação de lençóis de borracha com altíssima resistência ao desgaste CATÁLOGO Referência na fabricação de lençóis de borracha com altíssima resistência ao desgaste CATÁLOGO A Pang do Brasil é uma empresa com 36 anos de experiência na fabricação de peças para revestimento em borracha.

Leia mais

Material de Estudo para Recuperação 6 ano Historia do dinheiro no Brasil escambo 2.1- Outras formas de dinheiro cheque cartão de crédito

Material de Estudo para Recuperação 6 ano Historia do dinheiro no Brasil escambo 2.1- Outras formas de dinheiro cheque cartão de crédito Material de Estudo para Recuperação 6 ano Historia do dinheiro no Brasil Já imaginou como seria a vida sem usar o dinheiro? Estranho, não? Pois há muitos e muitos séculos atrás ele não existia, mas, como

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

Tipos de papéis e substratos

Tipos de papéis e substratos Tipos de papéis e substratos O tipo de papel e de substrato influencia diretamente no resultado final do trabalho. Suas características podem acentuar ou desvalorizar uma informação e prejudicar acabamentos.

Leia mais

Informações Gerais. O que é Water Transfer Printing?

Informações Gerais. O que é Water Transfer Printing? Informações Gerais Provedora de soluções para o processo de Water Transfer Printing a PROJFIX está no mercado com o objetivo de trazer qualidade para o segmento no Brasil, comercializando produtos de alto

Leia mais

EXPERIMENTOS PARA USOS SUSTENTÁVEIS COM FIBRA DE BANANEIRA

EXPERIMENTOS PARA USOS SUSTENTÁVEIS COM FIBRA DE BANANEIRA EXPERIMENTOS PARA USOS SUSTENTÁVEIS COM FIBRA DE BANANEIRA Aluno: Stephanie Dexheimer Caplan Orientador: Fernando Betim Paes Leme Introdução As fibras de bananeira (Musa sp) se destacam por ser de cultivo

Leia mais

5 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome: A HISTÓRIA DO LIVRO

5 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome: A HISTÓRIA DO LIVRO 5 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome: Leia este texto para responder às questões de 1 a 6. A HISTÓRIA DO LIVRO O que você acha que é um livro? Entre os sumérios, por exemplo,

Leia mais

Ideal Qualificação Profissional

Ideal Qualificação Profissional 2 0 1 1 Finalista Estadual - SP Categoria Serviços de Educação 2 0 1 2 Vencedora Estadual - SP Categoria Serviços de Educação 2 0 1 2 Finalista Nacional Categoria Serviços de Educação Apresentação O desenvolvimento

Leia mais

Ecologia. 1) Níveis de organização da vida

Ecologia. 1) Níveis de organização da vida Introdução A ciência que estuda como os seres vivos se relacionam entre si e com o ambiente em que vivem e quais as conseqüências dessas relações é a Ecologia (oikos = casa e, por extensão, ambiente; logos

Leia mais

Oficina de fabricação de sabão a partir de resíduos de óleo doméstico (de cozinha)

Oficina de fabricação de sabão a partir de resíduos de óleo doméstico (de cozinha) Oficina de fabricação de sabão a partir de resíduos de óleo doméstico (de cozinha) Essa cartilha tem como objetivo, auxiliar no processo de ensinoaprendizagem durante a oficina de Fabricação de sabão a

Leia mais

Insígnia Mundial do Meio Ambiente IMMA

Insígnia Mundial do Meio Ambiente IMMA Ficha técnica no. 2.1 Atividade Principal 2.1 SENTINDO A NATUREZA Objetivo da 2 Os escoteiros estão trabalhando por um mundo onde o habitat natural seja suficiente para suportar as espécies nativas. Objetivos

Leia mais

Manual de Instruções. Escova rotativa Red Hot. Leia atentamente antes de usar. www.lizz.com.br 11 5660 2600 TY3000A (127V) TY3000B (220V)

Manual de Instruções. Escova rotativa Red Hot. Leia atentamente antes de usar. www.lizz.com.br 11 5660 2600 TY3000A (127V) TY3000B (220V) Manual de Instruções Escova rotativa Red Hot TY3000A (127V) TY3000B (220V) Leia atentamente antes de usar www.lizz.com.br 11 5660 2600 2 Manual de Instruções Manual de Instruções (Leia atentamente antes

Leia mais

Suprimentos originais HP

Suprimentos originais HP Suprimentos originais HP Entendendo a função dos suprimentos HP na qualidade e confiabilidade da impressão. Cada vez que você utilizar suprimentos originais HP, terá impressos produzidos por componentes

Leia mais

ORIGAMI Manual de conservação

ORIGAMI Manual de conservação R e s p e i t a r o s l i m i t e s d e p e s o. T r a n s p o r t a r c o m c u i d a d o. TECIDO S LIMPE SEMANALMENTE A POEIRA DEPOSITADA SOBRE O TECIDO COM UM ASPIRADOR DE PÓ E REALIZE UMA ESCOVAÇÃO

Leia mais

Bacharelado em Farmácia. Disciplina:Operações Unitárias em Indústria 8 Período Prof.a: Msd. Érica Muniz Filtração

Bacharelado em Farmácia. Disciplina:Operações Unitárias em Indústria 8 Período Prof.a: Msd. Érica Muniz Filtração Bacharelado em Farmácia Disciplina:Operações Unitárias em Indústria 8 Período Prof.a: Msd. Érica Muniz Filtração FILTRAÇÃO Nas indústrias de alimentos e bebidas, a filtração aparece na produção de suco

Leia mais

AULA 1: MATÉRIAS E SUAS PROPRIEDADES

AULA 1: MATÉRIAS E SUAS PROPRIEDADES AULA 1: MATÉRIAS E SUAS PROPRIEDADES Prof.Me Elayne Química-Aula 1 MATÉRIA Tudo que ocupa lugar no espaço e tem massa é matéria. Energia tudo aquilo que pode modificar a estrutura da matéria, provocar

Leia mais

AUTORES: NANCY MARTINS DE SÁ STOIANOV

AUTORES: NANCY MARTINS DE SÁ STOIANOV Ciências AUTORES: NANCY MARTINS DE SÁ STOIANOV Graduada em História e Pedagogia, Doutora em Filosofia e Metodologia de Ensino, Autora da Metodologia ACRESCER. REGINALDO STOIANOV Licenciatura Plena em Biologia,

Leia mais

CHAPA DE FIBRA. não é tudo igual. PROCURE O RINO.

CHAPA DE FIBRA. não é tudo igual. PROCURE O RINO. CHAPA DE FIBRA não é tudo igual. PROCURE O RINO. Madeira Ecológica Duratex O manejo ambiental é um diferencial para a Duratex, que adota as melhores práticas para alcançar alta produtividade com o mínimo

Leia mais

Podemos até dizer que a hipótese é bem convincente, isto é...

Podemos até dizer que a hipótese é bem convincente, isto é... Podemos até dizer que a hipótese é bem convincente, isto é... Os números romanos são fáceis de compreender mas Qual é a lógica que há por detrás dos números arábicos ou fenícios? Muito simples: Trata-se

Leia mais

Unidade. 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO

Unidade. 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO I Unidade 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO UNIDADE I: A VIDA EM NOSSO PLANETA Introdução A ciência se faz com observação da natureza, perguntas e busca de respostas. Você já observou como o Planeta Terra

Leia mais

Introdução à Produção Gráfica

Introdução à Produção Gráfica Introdução à Produção Gráfica Flávio Gomes 1 - Sistemas de Cores Atualmente boa parte dos layouts desenvolvidos para impressão são elaborados em softwares gráficos, esses softwares utilizam um processo

Leia mais

Morfologia da Fibra x Propriedades do Papel

Morfologia da Fibra x Propriedades do Papel Morfologia da Fibra x Propriedades do Papel Araucaria angustifolia Fibra longa Média 5mm comprimento 28% lignina 58,3 celulose Cross e Bevan 8,6% Pentosanas 0,2% Cinzas Densidade média 520-610 kg/m 3 Araucariaceae

Leia mais

Arte da Pré-História

Arte da Pré-História ALUNO(A) Nº SÉRIE: 6º. Ano TURMA: DATA: / /2013 Profª Ana Lúcia Leal - DISCIPLINA: ARTE Ficha de Aula - III Trimestre Arte da Pré-História As primeiras expressões artísticas As mais antigas figuras feitas

Leia mais

Cobertura com telhas asfálticas. Cobertura com telhas asfálticas

Cobertura com telhas asfálticas. Cobertura com telhas asfálticas Cobertura com telhas asfálticas Cobertura com telhas asfálticas A cobertura conhecida como shingle é uma manta asfáltica composta por elementos descontínuos. A telha possui, na composição, camadas à base

Leia mais

Cuide dos seus cabelos com Nativa SPA

Cuide dos seus cabelos com Nativa SPA Cuide dos seus cabelos com Nativa SPA 1 momento só seu SenSaçõeS deliciosas de um Nativa SPA identificou as necessidades para os cabelos e trouxe para a Frutoterapia produtos feitos a base de Monoï e Argan,

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D

MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D DEKEL MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE SEGURANÇA...

Leia mais

Manual de Instruções. Aquecedor de Ambiente Halógeno. Modelo: MA - 012 H. Versão 191212. www.martau.com.br SAC: 0800 51 7546. ATENÇÃO: Não Cobrir

Manual de Instruções. Aquecedor de Ambiente Halógeno. Modelo: MA - 012 H. Versão 191212. www.martau.com.br SAC: 0800 51 7546. ATENÇÃO: Não Cobrir ATENÇÃO: Não Cobrir www.martau.com.br SAC: 0800 5 7546 Versão 922 Aquecedor de Ambiente Halógeno Modelo: MA - 02 H Anotações Índice - Introdução...4 2 - Recomendações de segurança...5 2. - Símbolos e

Leia mais

Geopolímero para reparo e reabilitação de vigas de concreto armado por P. Balaguru, Professor Stephen Kurtz e Jon Rudolph

Geopolímero para reparo e reabilitação de vigas de concreto armado por P. Balaguru, Professor Stephen Kurtz e Jon Rudolph Geopolímero para reparo e reabilitação de vigas de concreto armado por P. Balaguru, Professor Stephen Kurtz e Jon Rudolph À prova de fogo Reparos externos e reabilitação estrutural para infraestruturas

Leia mais

Educação Patrimonial Centro de Memória

Educação Patrimonial Centro de Memória Educação Patrimonial Centro de Memória O que é história? Para que serve? Ambas perguntas são aparentemente simples, mas carregam uma grande complexidade. É sobre isso que falarei agora. A primeira questão

Leia mais

Cerrado e caatinga. Compare estas duas fotos:

Cerrado e caatinga. Compare estas duas fotos: A UU L AL A Cerrado e caatinga Compare estas duas fotos: cerrado caatinga Observando as duas figuras, a característica que mais nos chama a atenção é que os dois ambientes parecem muito secos. Nesta aula,

Leia mais

Idade dos Metais. Mariana Antunes Vieira. Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 2.5 do Creative Commons.

Idade dos Metais. Mariana Antunes Vieira. Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 2.5 do Creative Commons. Mariana Antunes Vieira Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 2.5 do Creative Commons. http://creativecommons.org.br http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/br/ A Idade

Leia mais

GalvInfo Center - Um programa do International Zinc Association

GalvInfo Center - Um programa do International Zinc Association - Um programa do International Zinc Association 2. Processos de Revestimento e Tratamentos de Superfície GalvInfoNote 2.3 Introdução Galvanização por Imersão a Quente por Processo Contínuo Versus Galvanização

Leia mais

Matéria e energia nos ecossistemas

Matéria e energia nos ecossistemas Aula de hoje Matéria e energia nos ecossistemas Matéria e energia nos ecossistemas A forma e funcionamento dos organismos vivos evoluiu parcialmente il em respostas às condições prevalecentes no mundo

Leia mais

COMO INSTALAR : MATERIAIS: IMPORTANTE. O contra piso deve estar:

COMO INSTALAR : MATERIAIS: IMPORTANTE. O contra piso deve estar: COMO INSTALAR : Importante para uma perfeita instalação, obter o resultado especificado pela Revitech Pisos e esperado pelo cliente, a utilização das ferramentas corretas. Ferramentas como a desempenadeira,

Leia mais

RECEITAS DE BOLOS ARQUITETÔNICOS SUSTENTÁVEIS Arquiteto Francisco Lima Arquiteto Edoardo Aranha

RECEITAS DE BOLOS ARQUITETÔNICOS SUSTENTÁVEIS Arquiteto Francisco Lima Arquiteto Edoardo Aranha RECEITAS DE BOLOS ARQUITETÔNICOS SUSTENTÁVEIS Arquiteto Francisco Lima Arquiteto Edoardo Aranha Lembrando que receitas sempre evoluem com nosso toque pessoal baseado em experimentações e pesquisas, então:

Leia mais

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré CEP 05347-902 - São Paulo / SP FUNDAÇÃO 1. TIPO DE SOLO A primeira parte da casa a ser construída são suas fundações, que

Leia mais

APOSTILA TÈCNICA 18 K

APOSTILA TÈCNICA 18 K 1 APOSTILA TÈCNICA 18 K Colori preziosi A ESTRUTURA DO CABELO O cabelo é composto de três partes: Cutícula, Córtex e Medula. Os principais componentes da fibra capilar são proteínas (Queratina), lipídios,

Leia mais

D E R M A T I T E S HISTÓRIA

D E R M A T I T E S HISTÓRIA D E R M A T I T E S As dermatoses ocupacionais, conhecidas como dermatites de contato, manifestam-se através de alterações da pele e decorrem direta ou indiretamente de certas atividades profissionais.

Leia mais

pro-part Ficha técnica Aplicações recomendadas Materiais Suportes

pro-part Ficha técnica Aplicações recomendadas Materiais Suportes Ficha técnica pro-part Perfil decorativo para revestimentos cerâmicos; alternativa à tradicional faixa cerâmica decorativa. Adequados para o remate de esquinas e transições entre ladrilhos cerâmicos. pro-part

Leia mais

Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem

Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem Este processo é empregado para produzir peças de diferentes tamanhos e formas, constituído de materiais variados (ferrosos

Leia mais

Sistemas de Vácuo para Indústrias de Papel & Celulose

Sistemas de Vácuo para Indústrias de Papel & Celulose Sistemas de Vácuo para Indústrias de Papel & Celulose Atualizando e re-projetando instalações existentes Assim como a demanda do mercado e a economia se modificam, a Indústria de Papel & Celulose também.

Leia mais

CARTÕES DE COLETA DE AMOSTRAS

CARTÕES DE COLETA DE AMOSTRAS CARDS CARTÕES DE COLETA DE AMOSTRAS Os cartões para extração Biopur proporcionam uma coleta simples, confiável e eficiente, garantindo a preservação de ácidos nucleicos a longo prazo. São ideais para o

Leia mais

ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA

ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA As Telhas de Madeira Art Shingle, além da resistência mecânica e durabilidade, tem como principais características, proporcionar beleza e excelente conforto térmico e acústico

Leia mais

Normas Técnicas para Etiquetas

Normas Técnicas para Etiquetas Normas Técnicas para Etiquetas Informativo Técnico: Nova Lei das Etiquetas Informações que devem constar nas etiquetas de artigos confeccionados: 1 - Composição têxtil do produto. 2 - Nome ou razão social

Leia mais

Fazendo a digestão. A voz do professor. A voz do professor. De onde provém a energia necessária para o movimento dos automóveis?...

Fazendo a digestão. A voz do professor. A voz do professor. De onde provém a energia necessária para o movimento dos automóveis?... A U A UL LA Fazendo a digestão Atenção De onde provém a energia necessária para o movimento dos automóveis? Nosso corpo é semelhante a um carro. Como você acha que conseguimos energia para viver? Um corpo

Leia mais

muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração

muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração A UU L AL A Respiração A poluição do ar é um dos problemas ambientais que mais preocupam os governos de vários países e a população em geral. A queima intensiva de combustíveis gasolina, óleo e carvão,

Leia mais

OSMOSE TECIDOS VEGETAIS

OSMOSE TECIDOS VEGETAIS Escola Secundária do Padre António Manuel Oliveira de Lagoa Técnicas Laboratoriais de Biologia OSMOSE EM TECIDOS VEGETAIS Pedro Pinto Nº 20 10ºA 22/05/2003 Introdução Esta actividade serviu para estudar

Leia mais

Amboretto Skids. Soluções e manuseio de fluidos para indústria de óleo, gás, papel e água

Amboretto Skids. Soluções e manuseio de fluidos para indústria de óleo, gás, papel e água Soluções e manuseio de fluidos para indústria de óleo, gás, celulose e água 1 Disponível para Locação, Leasing e Cartão Amboretto Skids Soluções e manuseio de fluidos para indústria de óleo, gás, papel

Leia mais

Sika Marine Sistema de Conservação de Convés em Teca. Sistema de conservação de convés em teca A gama Sika Marine

Sika Marine Sistema de Conservação de Convés em Teca. Sistema de conservação de convés em teca A gama Sika Marine Sika Marine Sistema de Conservação de Convés em Teca Sistema de conservação de convés em teca A gama Sika Marine Os produtos de conservação Sika Marine protegem e embelezam os convés em teca novos ou antigos.

Leia mais

Dicas de conservação e limpeza

Dicas de conservação e limpeza Dicas de conservação e limpeza No uso diário de seus armários, alguns cuidados devem ser tomados a fim de prolongar a vida útil do produto. Água Tome cuidado particular em torno da pia, do forno e dos

Leia mais

Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno

Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno A Saturno é uma empresa com mais de 60 anos de experiência na fabricação de tintas e vernizes para diversos segmentos da comunicação visual e decoração

Leia mais

LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA

LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA AS ÁGUAS DE SUPERFÍCIE Os rios são cursos naturais de água doce. Eles podem se originar a partir do derretimento de neve e de geleiras, de um lago ou das águas das

Leia mais

Melhores Práticas de Manejo Poda de Árvores International Society of Arboriculture - ISA

Melhores Práticas de Manejo Poda de Árvores International Society of Arboriculture - ISA Melhores Práticas de Manejo Poda de Árvores International Society of Arboriculture - ISA Missão: Através da pesquisa, tecnologia e educação, a Sociedade Internacional de Arboricultura promove a prática

Leia mais

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST.

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST. UNICAP Curso de Arquitetura e Urbanismo EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO: Mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura. MATERIAIS E TECNOLOGIA CONSTRUTIVA 1 Prof. Angelo Just da Costa e Silva

Leia mais

Boas práticas na manipulação do pescado

Boas práticas na manipulação do pescado Boas práticas na manipulação do pescado O Brasil tem uma grande variedade de pescados e todas as condições para a produção deste alimento saudável e saboroso. Para que o pescado continue essa fonte rica

Leia mais

Informação Técnica 10.08.01 E 09.2003 Offset Serviços. Molhagem em impressão offset Fatos importantes para o uso nos aditivos de molhagem offset 1/5

Informação Técnica 10.08.01 E 09.2003 Offset Serviços. Molhagem em impressão offset Fatos importantes para o uso nos aditivos de molhagem offset 1/5 Informação Técnica 10.08.01 E 09.2003 Offset Serviços Molhagem em impressão offset Fatos importantes para o uso nos aditivos de molhagem offset 1/5 O processo de impressão offset Offset continua a ser

Leia mais

NANOCLEAN VIDROS PROGRAMA VIDROS

NANOCLEAN VIDROS PROGRAMA VIDROS NANOCLEAN VIDROS PROGRAMA VIDROS Nano Coat NANOCLEAN Vidros TRATAMENTOS NANO TECNOLÓGICOS PARA VIDROS NOVOS E EM USO. Nanotecnologia. Nanotecnologia e Nano Biônicos são consideradas as tecnologias chave

Leia mais

INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO

INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO INTRODUÇÃO OS METAIS SÃO ATUALMENTE ESSENCIAIS PARA O NOSSO COTIDIANO. OS QUE SÃO MAIS UTILIZADOS SÃO O ALUMÍNIO (EM LATAS), O COBRE (NOS CABOS DE TELEFONE), O CHUMBO (EM BATERIAS DE AUTOMÓVEIS), O NÍQUEL

Leia mais

Agroindústria Processamento Artesanal de Frutas - Geléias

Agroindústria Processamento Artesanal de Frutas - Geléias 1 de 7 10/16/aaaa 10:34 Agroindústria Agroindústria: Processamento Artesanal de Frutas - Geléias Processamento Nome artesanal de frutas: Geléias Produto Informação Tecnológica Data Agosto -2000 Preço -

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA A COLETA SELETIVA DO LIXO E DICAS DE CONSUMO CONSCIENTE

INSTRUÇÕES PARA A COLETA SELETIVA DO LIXO E DICAS DE CONSUMO CONSCIENTE 12:43 Page 1 INSTRUÇÕES PARA A COLETA SELETIVA DO LIXO E DICAS DE CONSUMO CONSCIENTE Jardins é Page 2 LIXO UM PROBLEMA DE TODOS Reduzir a quantidade de lixo é um compromisso de todos. Uma pessoa é capaz

Leia mais

"A vantagem do alumínio"

A vantagem do alumínio "A vantagem do alumínio" Comparativo entre os Evaporadores para Amônia fabricados com tubos de alumínio e os Evaporadores fabricados com tubos de aço galvanizado Os evaporadores usados em sistemas de amônia

Leia mais

Ficha Técnica de Produto Rejunta Já! Acrílico Código: RJA001 e RJA101

Ficha Técnica de Produto Rejunta Já! Acrílico Código: RJA001 e RJA101 1. Descrição: O é mais uma solução inovadora, que apresenta praticidade e agilidade para o rejuntamento de pisos, azulejos, pastilhas, porcelanatos em áreas internas, externas, molháveis, molhadas. O principal

Leia mais

As forças atrativas entre duas moléculas são significativas até uma distância de separação d, que chamamos de alcance molecular.

As forças atrativas entre duas moléculas são significativas até uma distância de separação d, que chamamos de alcance molecular. Tensão Superficial Nos líquidos, as forças intermoleculares atrativas são responsáveis pelos fenômenos de capilaridade. Por exemplo, a subida de água em tubos capilares e a completa umidificação de uma

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de

Leia mais

Aplicações Xadrez Pigmento em Pó

Aplicações Xadrez Pigmento em Pó Dê asas à sua imaginação nas diversas aplicações do Pó Xadrez. Aplicações Xadrez Pigmento em Pó O PÓ XADREZ é um pigmento concentrado que proporciona efeitos decorativos em diversas aplicações. Mais econômico,

Leia mais

Conservação da Carne Professora: Sandra Carvalho Princípios de Conservação Aplicado a Carne Controle da contaminação por microrganismos. Remoção de microrganismos. Controle do Crescimento e da atividade

Leia mais

Estações do Ano. Procedimentos com ArteVerão

Estações do Ano. Procedimentos com ArteVerão Estações do Ano Procedimentos com ArteVerão Faixas de Verão (3º Dia) Leia o livro da turma No Verão. Discuta brevemente as coisas que acontecem no verão. Depois distribua folhas de papel branco para que

Leia mais

PROPRIEDADES DA MATÉRIA

PROPRIEDADES DA MATÉRIA Profª Msc.Anna Carolina A. Ribeiro PROPRIEDADES DA MATÉRIA RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção

Leia mais

COMO FAZER CAMISETAS USANDO STÊNCIL

COMO FAZER CAMISETAS USANDO STÊNCIL COMO FAZER CAMISETAS USANDO STÊNCIL por: Danelectro Olá, amigos! Como vocês já devem ter percebido, o mundo moderno está repleto de coisas iguais. Carros, computadores, móveis, comida: tudo é fabricado

Leia mais

Reconhecer as diferenças

Reconhecer as diferenças A U A UL LA Reconhecer as diferenças Nesta aula, vamos aprender que os solos são o resultado mais imediato da integração dos processos físicos e biológicos na superfície da Terra. A formação e o desenvolvimento

Leia mais

Exposição módulo PISO CENO

Exposição módulo PISO CENO Exposição módulo PISO CENO DESCRITIVO DO CADERNO DE DESENHO 01 Página1 PISO CENO DESCRITIVO DE PROJETO para Exposição Inaugural sobre Miçangas e Adornos Indígenas OUTUBRO. 2013 MUSEU DO ÍNDIO - Fundação

Leia mais

COMO PRODUZIR COMPENSADO NAVAL ALTERNATIVO EM SUA CASA

COMO PRODUZIR COMPENSADO NAVAL ALTERNATIVO EM SUA CASA COMO PRODUZIR COMPENSADO NAVAL ALTERNATIVO EM SUA CASA Aqui uma forma alternativa de ter seus próprios compensados navais a preço baixo e de fácil acesso a qualquer um que tenha uma loja de madeiras pra

Leia mais

REGISTROS PROJETO REVELANDO MIRANTE. OFICINA DE PATCHWORK. MIRANTE DO PARANAPANEMA- SP

REGISTROS PROJETO REVELANDO MIRANTE. OFICINA DE PATCHWORK. MIRANTE DO PARANAPANEMA- SP 1 REGISTROS PROJETO REVELANDO MIRANTE. OFICINA DE PATCHWORK. MIRANTE DO PARANAPANEMA- SP Data: 28/02/2013 Horário: 14h às 17:30h. Município: Mirante do Paranapanema Gonçalves Número de participantes: 14

Leia mais