UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL EM ODONTOLOGIA LUÍS CLÁUDIO FERREIRA DE MELLO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL EM ODONTOLOGIA LUÍS CLÁUDIO FERREIRA DE MELLO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL EM ODONTOLOGIA LUÍS CLÁUDIO FERREIRA DE MELLO AVALIAÇÃO DE DOIS CIMENTOS UTILIZADOS PARA FIXAÇÃO PARA PINOS DE FIBRA DE VIDRO EM RAÍZES DENTAIS RIO DE JANEIRO 2012

2 LUÍS CLÁUDIO FERREIRA DE MELLO MESTRADO PROFISSIONAL EM ODONTOLOGIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: REABILITAÇÃO ORAL - IMPLANTODONTIA AVALIAÇÃO DE DOIS CIMENTOS UTILIZADOS PARA FIXAÇÃO PARA PINOS DE FIBRA DE VIDRO EM RAÍZES DENTAIS Dissertação apresentada ao Programa de Pós - graduação Strictu sensu - Mestrado Profissional em Odontologia Universidade Veiga de Almeida, como parte dos requisitos para obtenção do título de Mestre em Odontologia. Área de concentração Reabilitação Oral. Orientador: Prof. Dr. Celso Silva Queiróz RIO DE JANEIRO 2012

3 UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA SISTEMA DE BIBLIOTECAS Rua Ibituruna, 108 Maracanã Rio de Janeiro RJ Tel.: (21) Fax.: (21) FICHA CATALOGRÁFICA M527a Mello, Luís Cláudio Ferreira Avaliação de dois cimentos utilizados para a fixação de pinos de fibra FICHA de vidro CATALOGRÁFICA em raízes dentais / Luís Claudio Ferreira Mello, f. : il; 30 cm. Dissertação (Mestrado) Universidade Veiga de Almeida, Mestrado em Odontologia, Reabilitação Oral, Rio de Janeiro, Orientador: Prof Dr Celso Silva Queiróz 1. Adesivos dentários. 2. Cimentos dentários. 3. Resistência ao cisalhamento. 4. Pinos dentários. 5. Raíz dentária. I. Queiróz, Celso Silva, II, Universidade Veiga de Almeida, Mestrado em Odontologia, Reabilitação Oral - Implantodontia. III. Título. CDD DeCS Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Setorial Tijucal/UVA DeCS CDD DeCS

4 FOLHA DE APROVAÇÃO LUÍS CLÁUDIO FERREIRA DE MELLO AVALIAÇÃO DE DOIS CIMENTOS UTILIZADOS PARA FIXAÇÃO PARA PINOS DE FIBRA DE VIDRO EM RAÍZES DENTAIS Dissertação apresentada ao Programa de Pós - graduação Strictu sensu - Mestrado Profissional em Odontologia Universidade Veiga de Almeida, como parte dos requisitos para obtenção do título de Mestre em Odontologia. Área de concentração Reabilitação Oral. Aprovado em 08 de Novembro de 2011 Banca Examinadora Prof. Dr. Celso Silva Queiroz - UVA Prof. Dr. Antonio Carlos Canabarro Andrade Júnior - UVA Profa. Dra. Larissa Maria Assad Cavalcante UFF Banca Externa RIO DE JANEIRO 2012

5 Dedico este trabalho primeiramente a DEUS pela vida e oportunidade de estar neste mundo, aprendendo e ajudando ao próximo. Tudo o que sou e o que eu tenho são presentes dele. Não há nada que eu alcance se o Senhor não estiver ao meu lado, me guiando, me orientando e me apoiando. Obrigado por me acolher em seus braços nas noites em que entreguei as minhas ansiedades em suas mãos; e porque ao acordar já sentia paz em meu coração e me sentia com forças renovadas para começar de novo. Obrigado DEUS! Eu te amo! Dedico a tese de mestrado a vocês meus pais IRAN e NELLY MELLO que são minha vida, pois minha felicidade não se realizaria sem a participação de vocês. Obrigado pelas orações, conselhos, paciência e apoio para que eu pudesse conquistar meus objetivos. Dedico este trabalho com muito amor a minha esposa ALINE BASTOS, por estar sempre ao meu lado me ajudando a superar as dificuldades, por meio de incentivo, carinho, paciência, compreensão. Muitas forças que agem sobre as nossas vidas podem surgir sem convite, incompreendidas e mesmo injustas. Mas isso não serve como desculpa para nos tornar vítimas das circunstâncias. Podemos não ser mestres do destino, mas quando agimos com energia, dedicação e visão fazem a diferença. (SÉRGIO CHARLAB)

6 AGRADECIMENTOS Ao Reitor da Universidade Veiga de Almeida UVA, Mário Veiga de Almeida Júnior. Ao Vice-Reitor da Universidade Veiga de Almeida UVA, Prof. Tarquínio Prisco Lemos. Ao Coordenador do Programa de Mestrado Profissional em Odontologia, Prof. Dr. Antônio Carlos Canabarro Andrade Júnior, meu profundo respeito e admiração. Ao meu Orientador Prof. Dr. Celso Silva Queiróz, obrigado pela dedicação, incentivo, apoio, pelos ensinamentos, horas dedicadas à elaboração do trabalho, confiança, oferecendo todo suporte necessário por meio do conhecimento e experiência. Obrigado pela valiosa orientação. Ao setor de Pós-Graduação da Universidade Veiga de Almeida UVA. Aos meus colegas e alunos do Curso, Ricardo de Mello Villas-Bôas, Tanissy, Renato Rocha, Rogério, por compartilhar conhecimentos e amizade. Aos docentes do Curso de Pós-Graduação da UVA, obrigado pelo apoio, dedicação, incentivo, ensinamentos e experiências transmitidos. Aos meus irmãos Luciana, Marcelo e Marcos que me serviram de esteio nas horas difíceis e de angústias e por compartilharem nas minhas alegrias, por tudo que fizeram por mim. Principalmente a Luciana Mello por informações em informática. Aos meus filhos Thais e Luís Felipe, por me lembrar da simplicidade e carinho que as crianças revelam por meio de gestos e atitudes. Sendo as coisas mais importantes em minha vida; que me levam a superação. Aos meus avós Iram e Luiza Fioravanti, representando todos aqueles que demonstraram carinho e amor incondicional e incansável torcida pela minha realização, participando desta alegria na eternidade. Aos meus avós Abilho e Maria da Penha, pelo exemplo de vida. Por estarem torcendo pelas minhas conquistas com muito amor, carinho e orações na eternidade. A todos meus familiares (tios, tias, primos e primas) que estiveram ao meu lado.

7 Aos bons amigos e especiais, Elio Coura, Renato Guimarães, Paulo César, Ralf Lemos, Barra, Flávio, obrigado pelo apoio e compreensão nos momentos difíceis e pelos ensinamentos oferecidos. Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas quando parte, nunca vai só nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós, deixa um pouco de si mesmo. Kalil Gibran A todos que participaram direta e indiretamente na realização deste trabalho. MUITO OBRIGADO.

8 RESUMO O objetivo deste estudo foi avaliar dois diferentes materiais utilizados para cimentação de pinos de fibra vidro intrarradiculares por meio da resistência ao cisalhamento por extrusão (push-out). Foram obtidos vinte incisivos anteriores superiores unirradiculares hígidos, em seguida as coroas anatômicas foram seccionadas e vinte raízes foram obtidas. As polpas foram removidas utilizando-se limas endodônticas e os condutos radiculares foram preparados. As raízes foram divididas em dois grupos (n=10): Grupo I - Pinos fixados com cimento resinoso Rely X U100 (3M ESPE) e Grupo II - Pinos fixados com cimento resinoso BisCem (Bisco). Os pinos foram fixados de maneira a manter uma porção externa de 2 mm, as raízes foram mantidas em estufa a 37 o C durante 24 h. Em seguida as raízes foram seccionadas transversalmente na região cervical, média e apical, com aproximadamente 2 mm de espessura. O ensaio de push-out foi realizado em máquina de ensaio universal (Kratos). Os valores médios da resistência de união por extrusão não apresentaram diferenças estatisticamente significantes nos terços cervicais e médios das raízes entre os cimentos avaliados. Na região apical o valor médio da resistência de união para o cimento resinoso Rely X U100 (3M ESPE) foi superior estatisticamente quando comparado com o cimento resinoso BisCem (Bisco) (p<0,05). Os resultados sugerem que ambos os cimentos testados apresentam o mesmo comportamento em relação à resistência de união nos terços apical e médio em 66% do conduto radicular, porém o Rely X foi mais efetivo no terço apical. Palavras-chave: resistência de união, pino de fibra de vidro, cimento resinoso autoadesivo.

9 ABSTRACT The aim of this study was to evaluate two different materials used for luting fiber posts in root dentin through push out test. Twenty healthy single-rooted upper anterior incisors were obtained, then the anatomical crowns were sectioned. The pulps were removed using endodontic reamers and the root canal was prepared. The roots were divided into two groups (n = 10): Group I - Fiber posts set with resin cement Rely X U100 (3M ESPE) and Group II - Fiber posts cemented with resin cement BisCem (Bisco). The fiber posts were set so as to maintain an outer portion of 2 mm, the roots were stored at 37 C for 24 h. Then the roots were sectioned transversally in the cervical, middle and apical regions, with approximately 2 mm in thickness. The push out test that evaluated bond strenght between luting material in root dentin was carried out in a universal testing machine (Kratos). The average values of bond strength by extrusion showed no statistically significant differences in cervical and middle thirds of the roots between the cements tested. In the apical region the average of bond strength for resin cement Rely X was statistically higher when comparing wich resin cement BisCem (p <0.05). The results suggest that both cements tested show the same behavior with respect to bond strength in the cervical and middle thirds in 66% of the root canal, but the Rely X was more effective in the apical third. Keywords: bond strength, fiber post, self-adhesive resin cement.

10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Cortadeira Elétrica Buehler-isomet. 34 Figura 2 Pino de fibra de vidro. 36 Figura 3 Cimento (Rely X U100). 36 Figura 4 Cimento (BisCem). 37 Figura 5 Fotopolimerização dos cimentos. 37 Figura 6 Gráfico 1 Amostras antes do seccionamento para análise de pushout. Médias obtidas por push-out nos diferentes grupos experimentais e nas diferentes regiões avaliadas Quadro 1 Composição dos dois cimentos utilizados. 41

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Médias e desvios-padrão obtidas por push-out nos diferentes grupos experimentais. 40

12 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS Abreviaturas e Siglas: A Área % - Porcentagem - Marca Registrada µm Micrometros µm 2 micrometro quadrado DP - Desvio Padrão et al. - e colaboradores g/ml - gramas por mililitros g - gramas ml - mililitros mm - milímetros Nm - nanômetros ºC - Graus Celsius t - tempo UVA- Universidade Veiga de Almeida

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA O USO DE PINOS INTRA-RADICULARES E SUA RESISTÊNCIA NO CONDUTO RADICULAR A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS RESINOSOS E SUA RELAÇÃO COM A DENTINA OBJETIVO METODOLOGIA DELINEAMENTO EXPERIMENTAL PREPARO DOS CONDUTOS RADICULARES GRUPOS EXPERIMENTAIS CIMENTAÇÃO DOS PINOS DE FIBRA DE VIDRO SECCIONAMENTO DAS RAÍZES E TESTE DE PUSH-OUT ANÁLISE ESTATÍSTICA RESULTADOS DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXO A... 54

14 12 1 INTRODUÇÃO A cimentação de um pino intrarradicular é realizada com o objetivo de promover retenção à restauração final do dente, muitas vezes há um equívoco em pensar que esse procedimento serve para reforçar a estrutura do elemento dental ( Guzy e Nicholls, 1979). Em diversas situações clínicas o pino metálico fundido pode produzir o enfraquecimento do remanescente radicular, podendo ocasionar fraturas catastróficas (Sirimai et al., 1999; Gusy e Nicholls, 1979; Martinez-Insua et al., 1989; Dietschi et al., 1997; Ferrari et al., 2000). Esse fator se deve ao alto módulo de elasticidade dos pinos metálicos resultando em acúmulo de tensões na região apical das raízes. Os pinos de fibras de carbono foram introduzidos para diminuir a possibilidade de fraturas radiculares, esses pinos são arranjados longitudinalmente em uma matriz de resina epóxica (Duret et al., 1990), apresentam alta resistência a fadiga e módulo de elasticidade semelhante ao da dentina (Asmussem et al., 1999) e natureza química compatível com o monômero Bis-GMA (Ferrari, 2000). Porém, os pinos de fibra de carbono possuem coloração acinzentada comprometendo o fator estético. Dessa forma, os pinos de fibra de vidro começaram a ser utilizados clinicamente para suprir as deficiências dos anteriores. Esses pinos são compostos por fibras longitudinais de dióxido de silício e alumina inseridas em uma matriz de Bis-GMA com partículas inorgânicas. O módulo de elasticidade é semelhante ao da dentina (Asmussem et al., 1999) e são compatíveis a união com compósitos odontológicos (Dietschi et al., 1997), essas características

15 13 diminuem a transmissão de esforços mecânicos a estrutura dental (Drummond, 2000). Por outro lado, somente o tipo de pino utilizado não determina o sucesso clínico, o sistema de união pode interferir diretamente no resultado do procedimento, assim, novos sistemas adesivos têm sido lançados no mercado com diferentes propostas em termos de composição química e métodos de aplicação. As ações desses materiais dependem da formação da camada híbrida (Nakabayashi et al., 1982; Nakabayashi et al., 1991). A camada híbrida pode ser obtida através da técnica de condicionamento ácido total, ou seja, remoção completa da smear layer e desmineralização da dentina, ou ainda através da utilização de primes autocondicionantes (monômeros ácidos) que desmineralizam parcialmente a smear layer e a dentina subjacente (Hayakawa et al., 1998; Nakabayashi e Pashley, 2000). Esses sistemas de união têm sido amplamente utilizados para fixar pinos intrarradiculares pré-fabricados às paredes do canal radicular quando associados a cimentos resinosos. Tradicionalmente, os pinos pré-fabricados são cimentados utilizando sistemas adesivos químicos em conjunto com cimentos resinosos duais ou químicos. Apesar da eficácia na utilização de adesivos químicos na cimentação de pinos, o curto tempo de trabalho dificulta esse procedimento. Há alguns anos tem sido indicada a cimentação de pinos com adesivos fotoativados e cimentos resinosos duais, facilitando o processo de cimentação (Sanares et al., 2001; Bouillaguet et al., 2003; Mallmann et al., 2005). No entanto, a resistência de união de pinos de vidro em diferentes regiões do conduto radicular ainda merece mais esclarecimentos. Dessa forma, a proposta do presente estudo foi avaliar dois tipos de cimentos autoadesivos

16 14 disponíveis no mercado para fixar pinos de vidro intrarradiculares por meio do teste de push-out.

17 15 2 REVISÃO DE LITERATURA Para facilitar a leitura e a compreensão deste capitulo, o mesmo será apresentado em 2 tópicos: a) o uso de pinos intrarradiculares e sua resistência no conduto radicular; b) A utilização de materiais resinosos e sua relação com a dentina. 2.1 O uso de pinos intrarradiculares e sua resistência no conduto radicular Trabert et al. em 1978, realizaram estudo para avaliar a resistência a um trauma simulado em incisivos centrais superiores humanos. Dentes hígidos tratados endodonticamente que receberam pinos paralelos de aço, foram submetidos a forças idênticas de impacto. Compararam os valores obtidos pelos três grupos com o tamanho do preparo do canal radicular e ao diâmetro dos pinos. Os resultados deste estudo mostraram que a preservação da estrutura dental interna e o uso de pinos mais estreitos em dentes que possuem tratamento endodôntico acarretaram melhores valores de resistência a fratura. Não houve diferenças estatísticas significantes nos valores de resistência a fratura entre dentes tratados endodonticamente ou não. Guzy e Nicholls em 1979 realizaram um estudo comparando in vitro a resistência à fratura de dentes tratados endodonticamente, restaurados ou não com pinos intrarradiculares. Os autores selecionaram cinquenta e nove

18 16 incisivos centrais superiores e caninos superiores e inferiores livres de trincas, cáries e fraturas. Todos os dentes foram tratados endodonticamente, sendo que metade deles recebeu pinos intrarradiculares metálicos cônicos serrilhados. Os pinos foram fixados com cimento de fosfato de zinco e restaurados com cimento de silicato. Os dentes foram incluídos em resina acrílica e mantidos em soro fisiológico. Uma força axial de compressão foi aplicada a face palatina dos dentes em um ângulo de 130 o, por uma máquina de ensaio universal Instron. Os resultados mostraram que cinquenta e oito dentes fraturaram abaixo da junção cemento-esmalte. Um dente apresentou uma fratura oblíqua ao longo do canal radicular envolvendo a coroa e a raiz. Dentes que não possuíam pinos intrarradiculares fraturaram na porção média ou coronária da raiz. Dentes restaurados com pinos fraturaram ao longo do corpo o pino. Não houve comprovação estatística de reforço radicular ao se utilizar pinos intrarradiculares. Assif et al., em 1989, realizaram um modelo fotoelástico para examinar a distribuição de tensões provocadas por diferentes tipos de restaurações realizadas após o tratamento endodôntico. Fotografaram as tensões obtidas através de um campo de luz polarizada. Os autores observaram que a distribuição e o padrão de tensões variaram dependendo da direção das forças e natureza dos procedimentos restauradores envolvidos. Dentes hígidos induzem uma força tipo cunha nas estruturas de suporte sob forcas verticais; sob forcas oblíquas apresentam-se igualmente distribuídas. A colocação de coroas totais muda o padrão de distribuição de forcas externas aplicadas ao dente, havendo concentração ao longo da margem da coroa. Forcas verticais aplicadas diretamente ao pino cilíndrico e núcleo metálico fundido causaram

19 17 alta concentração de tensões na porção apical do dente. Para os pinos cônicos houve concentração tanto na junção cemento-esmalte quanto no ápice. Para forças oblíquas, houve alta concentração de tensões para os dois formatos de pinos. No entanto, quando o pino e o núcleo foram recobertos por uma coroa total metálica com terminação de 2 mm de estrutura dental sadia, não houve diferenças estatísticas entre os dois formatos de pinos. Os autores concluíram que o recobrimento dental com coroa total seja de grande valia, pois tende a mudar a distribuição das tensões do conjunto raiz, pino e núcleo e que as características do pino teriam pouco ou nenhum significado clínico. Cailleteau et al., em 1992, utilizaram o método de elemento finito para comparar tensões geradas nas paredes internas do canal em 4 modelos tridimensionais de um incisivo central superior, sendo eles um dente íntegro, um tratado endodonticamente, um tratado endodonticamente restaurado com uma coroa total metálica e um tratado endodonticamente restaurado com pino intracanal metálico cilíndrico e coroa total metálica. Os autores analisaram as forças de resistência a tração, compressão e cisalhamento utilizando um programa de análise de elemento finito PAFEC 75. Os autores concluíram que o padrão de tensão interno às raízes é alterado pela colocação de pinos intrarradiculares, sendo que não há uma distribuição uniforme de tensões ao longo do canal radicular. Dietschi et al., em 1997, investigaram as interfaces de união existentes em reconstruções de dentes com pinos pré-fabricados pela técnica adesiva após um teste de resistência à fadiga. Quarenta incisivos superiores e caninos foram selecionados e divididos em cinco grupos experimentais. O tratamento endodôntico foi realizado e seccionaram as coroas na altura da junção amelo-

20 18 cementária. Cinco tipos de pinos foram avaliados: cerâmico de zircônia (Zircon), de titânio (Komet ER), de fibra de carbono (Composipost) e um de fibra de vidro (Exp). Exceto os dentes que receberam pinos Composipost, trataram os canais dentários com primer / sistema autocondicionante previamente a fixação do pino com cimento resinoso Panavia 21. A construção da porção coronária foi realizada com uma resina híbrida autopolimerizável (Ti- Core) inserida em uma matriz transparente pré-fabricada. Os pinos de carbono forma cimentados com cimento resinoso (Sealbond cement). A porção coronária foi reconstruída com uma resina autopolimerizável reforçada por fibras (Resilient). As amostras foram submetidas a ciclos de carregamento mecânico. e ciclos térmicos de 1 min cada. A análise em MEV mostrou uma camada híbrida uniforme entre a restauração e a dentina, a mesma não foi encontrada nas amostras de Compo com cimento Sealbond. Quando houve desunião com o sistema SBMP, a falha ocorreu principalmente entre a camada híbrida e a restauração coronária. A camada híbrida foi menos observada na porção radicular nas amostras com ED primer e Panavia 21. No grupo Komet, praticamente todas se mostraram fraturadas radicularmente. Nos pinos de zircônia também forma observadas fraturas. Martinez-Insua et al., (1998), compararam a resistência à fratura de prémolares restaurados com pinos de fibra de carbono, núcleo em resina composta e coroa de níquel-cromo; e pinos e núcleo em ouro e coroa de níquel cromo. Foram utilizados quarenta e quatro pré-molares. Os pinos foram abrasionados com um jato de óxido de alumínio de 50 m e tratados com ultrassom em detergente neutro por 10 min. Os pinos foram fixados às raízes com cimento resinoso (Panavia 21, ED primer A e B). As coroas foram

21 19 cimentadas com cimento de ionômero de vidro (Ketac-Cem). O teste de resistência à fratura foi realizado aplicando-se uma força com ângulo de 45 o. Os resultados indicaram que as restaurações que continham ouro apresentaram um valor de resistência à fratura significativamente maior que os restaurados com pinos de fibra de carbono. Por outro lado, os dentes com pinos de fibra de carbono apresentaram fratura do pino previamente à fratura do dente. Já os dentes que receberam pinos em ouro apresentaram fratura do remanescente dental em muitos casos, apesar da magnitude da força aplicada raramente ser observada in vivo. Miller et al., em 1989, avaliaram a interface cimento/metal em teste de push out com cinco tipos de cimentos resinosos recomendados para cimentação de pinos intrarradiculares. Utilizaram 3 tipos de pinos metálicos. Analisaram as amostras com lupa e MEV. Foram observadas diferenças significativas de resistência de união entre os cimentos. Houve falhas adesivas, coesivas e mistas que variaram de cimento para cimento e de pino para pino e todos os cimentos apresentaram tendências para formação de bolhas. Assmussem et al., em 1999, avaliaram a dureza, o limite elástico e a resistência de 4 tipos de pinos: 2 de zircônia (Biopost e o Cerapost); 1 de titânio (PCR); 1 de fibra de carbono (Composipost). Dez pinos de cada grupo foram cimentados em canais radiculares artificiais e submetidos a um carregamento tangencial de compressão em um ângulo de 45 o. A análise estatística demonstrou não haver diferenças nas propriedades mecânicas entre o Biopost e o Cerapost. Os pinos Composiposts apresentaram todos os 3 valores mais baixos que os outros pinos. O valor relativo ao limite elástico não apresentou diferenças estatísticas entre o Biopopst e o Cerapost, sendo que, para os

22 20 autores, estes valores indicaram friabilidade destes pinos. Por outro lado, os PCR e os Composiposts apresentaram limites elásticos mais baixos que o valor de resistência, indicando um grau de comportamento plástico. Sirimai et al., em 1999, compararam a resistência à fratura radicular de dentes que receberam retentores intrarradiculares de fibra de polietileno (Ribbond) com os sistemas convencionais de pino e núcleo metálicos. Os canais foram instrumentados e a porção coronária foi seccionada. Foram selecionados 6 tipos de pinos e divididos em 6 grupos: Grupo 1-Pino metálico fundido (liga de prata e paládio) cimentado com fosfato de zinco, Grupo 2-Pino de titânio paralelo serrilhado (Vario Passive Post) cimentado com fosfato de zinco, Grupo 3-Pino com fibras de polietileno Ribbbond (fita de 2 mm) fixado com adesivo e cimento resinoso (Variolink), Grupo 4-Idem ao grupo 3 com pinos de titânio 1,2mm (Vario Passive Post), Grupo 5-Idem ao grupo 3 com pinos de titânio 1,25mm (Para-post Plus), Grupo 6-Idem mas sem as fibras de polietileno. Após o ensaio: grupo 1-90% apresentaram fraturas radiculares verticais; grupo 2-60% fraturaram verticalmente e obliquamente; grupo 3-1% de fratura vertical e horizontal no terço cervical, as amostras restantes (80%) falharam no núcleo de preenchimento em resina, este grupo apresentou os menores valores de resistência; grupo 4-40% fraturaram verticalmente e obliquamente; grupo 5- semelhante ao grupo 4. Os autores concluíram que a adição de fibras de polietileno dentro do canal, resultou em um número significativamente menor de fraturas verticais. E que o uso de pinos préfabricados com menor diâmetro com fibras resultou em um efeito mais favorável em relação ao número de fraturas verticais quando comparados aos pinos fundidos, sendo que estes pinos também apresentaram melhores

23 21 resultados de resistência do que canais preenchidos somente com fibras de polietileno. Mannoci et al. (1999), compararam os pinos de fibra e de titânio fixados com 2 diferentes tipos de sistemas adesivos. Quarenta e dois pré-molares foram divididos em 7 grupos (n=6). Em 5 grupos, 3 diferentes tipos de pinos: carbonos, fibra de vidro e titânio, foram cimentados com All Bond 2. Nos outros 2 grupos 2 tipos de pinos de carbono foram fixados com Panavia 21. Após 3 semanas de armazenamento em solução salina, observou em microscopia confocal as interfaces dos dentes restaurados com All Bond 2 e foi demonstrada uma maior porcentagem da zona de interdifusão comparada ao Panavia 21. Os autores observaram fendas no interior da camada híbrida em todas as amostras. A camada de cimento mostrou-se semelhante para ambos os grupos. Mannoci et al. em 1999, avaliaram pinos de fibra de vidro (quartzo), fibra de carbono e de cerâmica (zircônica), cobertos com coroas totais cerâmicas. Quarenta pré-molares foram divididos em 4 grupos, sendo um controle. Realizou-se o teste de fadiga e houve uma falha em um dos grupos de pinos de fibra de vidros, no de porcelana houve 6 falhas. A análise estatística demonstrou que a durabilidade dos pinos de porcelana é significativamente inferior aos outros testados. Os autores concluíram que pinos de fibra minimizaram o risco de fraturas radiculares de dentes restaurados com núcleo de resina e coroas de porcelana sob cargas cíclicas em um ambiente úmido. Rosentritt et al. (2000), compararam a resistência à fratura de pinos cerâmicos, pinos de fibra de vidro, pinos de titânio e pinos de ouro e também

24 22 compararam a resistência a fratura de dentes com pinos de ouro e de fibra de vidro restaurados com coroas em porcelana. Cinquenta e seis incisivos centrais foram utilizados. Os pinos foram cimentados com cimento resinoso dual (Variolink), somente os pinos de ouro foram cimentados com cimento de Harvad (Espe). Os núcleos foram confeccionados em resina composta. Os resultados mostraram que os pinos e os núcleos feitos com cerâmicas suportaram menor carga de compressão. Os pinos com núcleo em resina suportaram maior carga. Os dentes com pinos e coroas cerâmicas 4 de 7 restaurações falharam, o mesmo ocorreu com pino de vidro e coroa de porcelana. Drummond, em 2000, avaliou a retentividade por teste de push-out de pinos metálicos e de fibra. O sistema adesivo utilizado foi o All Bond 2 e os pinos de fibra foram fixados com cimento resinoso C & B Cement. Os pinos metálicos não receberam aplicação do sistema adesivo e foram fixados com o mesmo cimento. Utilizaram uma amostra de 20 dentes por grupo, com pinos de fibra de vidro (Fibrekor Post e Light post), pinos de fibra de carbono (Carbon Post), pinos de fibra de carbono cobertos com partículas de quartzo (Aesthetic Post) e pinos de aço inoxidável. Após o teste de tração, a análise estatística indicou não haver diferenças significantes entre os grupos. Ferrari et al. em 2000 a, avaliaram o desempenho clínico após 4 anos de pinos metálicos fundidos e pinos de fibra de carbono (Composiposts). Duzentos dentes foram divididos em 2 grupos: Grupo 1- Pinos de carbono, Grupo 2- Pinos metálicos fundidos. Os pacientes foram avaliados após 6, 12, 24, 36, 48 meses e radiografias foram realizadas. Grupo 1-95% de sucesso clínico,

25 23 Grupo 2-84% de sucesso, 9% fratura radicular, 2% deslocamento da coroa. Houve diferenças estatísticas. Ferrari et al. em 2000 b, avaliaram após um período de 1 a 6 anos o desempenho de mil e trezentos e quatro pinos. Foram avaliados 840 pinos de fibra de carbono (Composit Post), e de dois tipos de pinos de fibra de vidro, sendo 215 Aesthetic Post e 249 Aesthetic Plus Post. Utilizaram 4 combinações diferentes de sistemas de cimentação. Houve insucesso clínico em 3,2% dos casos envolvidos devido a duas razões distintas: 25 pinos de fibra de vidro soltaram durante a remoção da restauração provisória e 16 dentes apresentaram lesões periapicais. Não houve diferenças estatísticas entre os grupos. Os resultados indicam que os pinos de fibra fixados com sistemas resinosos podem ser utilizados como procedimentos de rotina no consultório odontológico devido ao bom desempenho clínico apresentado. Vichi et al. em 2001, avaliaram a união de pinos de fibra de vidro fixados com adesivos e cimentos ativados quimicamente. Foram utilizados o sistema autocondicionante Excite DSC (Vivadent), o cimento resinoso de presa química Multilink (Vivadent) e os dentes foram reconstruídos com resina Tetric Ceram (Vivadent). Após a análise em MEV, formação de bolhas e espaços vazios forma observado no corpo do cimento em todas as amostras. Houve formação da camada híbrida. Os autores concluíram que a combinação de uma fina ponta aplicadora esponjosa e um sistema de fixação quimicamente ativado pode ser um bom referencial para cimentação de pinos intrarradiculares. Pegoretti et al (2002), avaliaram a aplicação de forças externas aplicadas em um dente com pino de fibra de vidro por meio de análise de elemento finito

26 24 em um modelo bidimensional. Comparou-se a valores apresentados por dentes hígidos, um dente com pino de ouro e outro com pino de fibra de carbono. Os resultados mostraram que o pino de ouro produziu maior concentração de tensões na interface pino-dentina. Por outro lado, o pino de fibra de vidro apresentou alta concentração de esforços nas margens cervicais da restauração, estes foram capazes de induzir uma distribuição de tensões similar a obtida pelos dentes naturais. Pest et al. (2002), avaliaram a resistência de união entre o material de fixação, o pino e a dentina radicular através de push out. Cinquenta dentes foram preparados preenchidos com o material de cimentação. Os resultados mostraram que o adesivo All Bond 2 apresentou valor numérico maior de resistência em relação ao adesivo autocondicionante (Clearfil Liner Bond 2V), mas não foram diferentes estatisticamente. Para realizar o push out, 60 amostras de resina foram preparadas, os pinos foram posicionados com o material de cimentação. Os autores concluíram que as amostras apresentaram uma resistência alta de união (26 a 30 MPa). A análise do MEV revelou que os melhores resultados obtidos foram entre pinos translucentes e resinas fotoativadas. Em todas as amostras examinadas não observaram bolhas ou espaços vazios com esse material. 2.2 A utilização de materiais resinosos e sua relação com a dentina Nakabayashi et al., (1982), testaram a eficiência de uma resina a base de 4- META (metacriloxietil trimetilato anidrido) na união ao tecido dentinário

Marcação dos contatos: Ajuste interno e dos contornos proximais: Carbono líquido ou Base leve silicone e carbono Accufilm;

Marcação dos contatos: Ajuste interno e dos contornos proximais: Carbono líquido ou Base leve silicone e carbono Accufilm; DEFINIÇÃO AJUSTES E CIMENTAÇÃO Desgaste e polimento necessários para o correto assentamento da peça protética sobre o preparo, garantindo o vedamento marginal e um adequado equilíbrio de contatos proximais

Leia mais

avaliação dos modos de descolagem e a presença de fraturas no esmalte, após os ensaios mecânicos.

avaliação dos modos de descolagem e a presença de fraturas no esmalte, após os ensaios mecânicos. da resistência ao cisalhamento destes materiais, com e sem condicionamento ácido do esmalte, após 48 horas e 10 dias; verificação da influência do período dos ensaios mecânicos sobre a resistência ao cisalhamento;

Leia mais

Classificação dos Núcleos

Classificação dos Núcleos OBJETIVO Núcleos Permitir que o dente obtenha características biomecânicas suficientes para ser retentor de uma prótese parcial fixa. Classificação dos Núcleos Núcleos de Preenchimento Núcleos Fundidos

Leia mais

Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal. Materiais Dentários. Professora: Patrícia Cé

Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal. Materiais Dentários. Professora: Patrícia Cé Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal Materiais Professora: Patrícia Cé Introdução AULA I Vernizes Cimento de hidróxido de Cálcio Cimento de Ionômero de Vidro Cimento de

Leia mais

Quando inicio um novo

Quando inicio um novo A r t i g o s Materiais e Técnicas com Wanderley de Almeida Cesar Jr. Entendendo a química dos cimentos e adesivos: você está cimentando suas peças estéticas corretamente? Quando inicio um novo artigo,

Leia mais

Adper Easy One. Adesivo Autocondicionante. Um adesivo Um frasco. Muitas vantagens

Adper Easy One. Adesivo Autocondicionante. Um adesivo Um frasco. Muitas vantagens Adper Easy One Adesivo Autocondicionante Um adesivo Um frasco Muitas vantagens Um adesivo. Uma camada. Uma única etapa. Rápido! PRATICIDADE EM UM FRASCO Com o Adper Easy One, você precisa de apenas um

Leia mais

Clinical Update. Restauração com Resina Composta de Dentes Anteriores Fraturados Relato de Caso Clínico. Procedimento Restaurador

Clinical Update. Restauração com Resina Composta de Dentes Anteriores Fraturados Relato de Caso Clínico. Procedimento Restaurador Restauração com Resina Composta de Dentes Anteriores Fraturados Relato de Caso Clínico Dr Saul Antunes Neto Desde o surgimento das resinas compostas, das técnicas de condicionamento ácido, das estruturas

Leia mais

Entrevista. Nobuo Nakabayashi

Entrevista. Nobuo Nakabayashi Nobuo Nakabayashi Quando se pensa na popularidade da Odontologia adesiva, o nome mais referenciado na literatura é do químico japonês que mudou o modo de tratar e selar a dentina e, por conseqüência, a

Leia mais

Cimentos para cimentação

Cimentos para cimentação Curso de Auxiliar em Saude Bucal - ASB Faculdade de Odontologia - UPF Requisitos de um agente cimentante ideal Cimentos para cimentação Ser adesivo; Ser insolúvel no meio bucal; Permitir bom selamento

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Quanto ao mecanismo de fratura de um dente, podemos considerar como principal fator determinante:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Quanto ao mecanismo de fratura de um dente, podemos considerar como principal fator determinante: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PRÓTESE DENTÁRIA 21. Quanto ao mecanismo de fratura de um dente, podemos considerar como principal fator determinante: a) Tratamento endodôntico. b) Perda da estrutura

Leia mais

Single Bond Universal Adesivo. Single Bond. Universal. O adesivo que você. sempre quis

Single Bond Universal Adesivo. Single Bond. Universal. O adesivo que você. sempre quis Universal Adesivo Universal O adesivo que você sempre quis Chegou o Universal O adesivo mais versátil e confiável do mundo O Universal é o primeiro e único adesivo que pode ser utilizado sob qualquer técnica

Leia mais

Clinical Update Publicação de Atualização Profissional da Dentsply Brasil

Clinical Update Publicação de Atualização Profissional da Dentsply Brasil Enforce - Sistema Multiuso de Cimentação Adesiva, com Flúor Desde que foi lançado no Brasil, o sistema de cimentação adesiva Enforce com Flúor passou a fazer parte do dia-adia dos profissionais que realizam

Leia mais

Especialistas debatem os procedimentos de cimentação no t ratamento restaurador

Especialistas debatem os procedimentos de cimentação no t ratamento restaurador Especialistas debatem os procedimentos de cimentação no t ratamento restaurador O ADVENTO DOS SISTEMAS ESTÉTICOS ADESIVOS OU METAL-FREE TROUXE PARA A CIMENTAÇÃO MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS NOS PROCESSOS PROTÉTICOS.

Leia mais

Técnica de impressão em dois tempos Técnica de afastamento com duplo fio

Técnica de impressão em dois tempos Técnica de afastamento com duplo fio ESTÉTICA ESTÉTICA ESTÉTICA ESTÉTICA ESTÉTICA Técnica de impressão em dois tempos Técnica de afastamento com duplo fio Prof. Dr. Glauco Rangel Zanetti Doutor em Clínica Odontológica - Prótese Dental - FOP-Unicamp

Leia mais

Catálogo Dentística e prótese

Catálogo Dentística e prótese Catálogo Dentística e prótese Pinos e Núcleos Exacto Metal Free Pino intra-radicular cônico em fibra de vidro CURSOR PARA O AJUSTE DE CORTE Apoio de restaurações e coroas protéticas Fibra de vidro: alta

Leia mais

Análise de Tensões em Dentina Restaurada com Pinos Intra-Radiculares de Diferentes Materiais

Análise de Tensões em Dentina Restaurada com Pinos Intra-Radiculares de Diferentes Materiais Martha Vasconcellos Amarante Análise de Tensões em Dentina Restaurada com Pinos Intra-Radiculares de Diferentes Materiais Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para a obtenção

Leia mais

Prof. Dr. Ivo Contin icontin@usp.br. Disciplina de Prótese Parcial Fixa da F. O. Universidade de São Paulo

Prof. Dr. Ivo Contin icontin@usp.br. Disciplina de Prótese Parcial Fixa da F. O. Universidade de São Paulo ATENÇÃO O uso deste material didático está autorizado, desde que seja divulgado que ele foi desenvolvido dentro do Departamento de Prótese Dentária da Faculdade de Odontologia da USP - São Paulo RESTAURAÇÃO

Leia mais

Historicamente, os pinos de fibras

Historicamente, os pinos de fibras 24 Maio 2010 Pinos de fibras: técnicas de preparo e cimentação Este artigo discute as técnicas com a finalidade de estabelecer um protocolo mais seguro para o preparo e cimentação dos pinos de fibras e

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Segundo Bonachela, os polígonos importantes a serem avaliados na condição de estabilidade da PPR são:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Segundo Bonachela, os polígonos importantes a serem avaliados na condição de estabilidade da PPR são: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROTESE DENTÁRIA 21. Segundo Bonachela, os polígonos importantes a serem avaliados na condição de estabilidade da PPR são: a) Polígonos de Roy e de Kent. b) Polígono

Leia mais

Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento

Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Capítulo 15 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Rodrigo de Castro Albuquerque * Hugo Henriques Alvim A restauração de dentes tratados endodonticamente causa discussões entre clínicos e pesquisadores

Leia mais

AULA 3 DENTÍSTICA RESTAURADORA MATERIAIS E TÉCNICAS PROF.ESP.RICHARD SBRAVATI

AULA 3 DENTÍSTICA RESTAURADORA MATERIAIS E TÉCNICAS PROF.ESP.RICHARD SBRAVATI CURSO ASB UNIODONTO/APCD AULA 3 DENTÍSTICA RESTAURADORA MATERIAIS E TÉCNICAS PROF.ESP.RICHARD SBRAVATI TRABALHO DE CONCLUSÃO DE MÓDULO Tema: O papel da ASB nas especialidades de Prótese e Dentística. Trabalho

Leia mais

Pinos intra-radiculares pré-fabricados

Pinos intra-radiculares pré-fabricados 19 Pinos intra-radiculares pré-fabricados RODRIGO DE CASTRO ALBUQUERQUE INTRODUÇÃO A restauração de um dente tratado endodonticamente tem se constituído em um desafio para os clínicos e pesquisadores pois,

Leia mais

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Em um dente íntegro, suas imagens são facilmente identificáveis, pois já conhecemos a escala de radiopacidade. Estudamos as imagens das estruturas anatômicas, suas

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Analisando-se a imagem de um dente íntegro, todas as suas partes são facilmente identificáveis, pois já conhecemos sua escala de radiopacidade e posição

Leia mais

Resinas compostas: o estado da arte

Resinas compostas: o estado da arte Caso Selecionado Resinas compostas: o estado da arte Maurício U. Watanabe Na Odontologia atual, a resina composta é o material de eleição quando se trata de reconstruções de coroas fraturadas de dentes

Leia mais

Somos uma empresa especializada em importar e distribuir materiais de última

Somos uma empresa especializada em importar e distribuir materiais de última 1 »» A Oraltech Somos uma empresa especializada em importar e distribuir materiais de última geração destinados as diversas áreas da Odontologia. A nossa filosofia é oferecer excelência de qualidade através

Leia mais

SISTEMAS ADESIVOS EM ENDODONTIA: REVISÃO DA LITERATURA

SISTEMAS ADESIVOS EM ENDODONTIA: REVISÃO DA LITERATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA Cirurgiã-Dentista : Andrea Milanez SISTEMAS ADESIVOS EM ENDODONTIA: REVISÃO DA LITERATURA Monografia apresentada à Faculdade de

Leia mais

RESINOMER. Bisco CE0459. Instructions for Use. Dual- Cured. Amalgam Bonding/Luting System

RESINOMER. Bisco CE0459. Instructions for Use. Dual- Cured. Amalgam Bonding/Luting System Bisco CE0459 RESINOMER Dual- Cured Amalgam Bonding/Luting System Instructions for Use PT IN-029R7 Rev. 11/14 BISCO, Inc. 1100 W. Irving Park Road Schaumburg, IL 60193 U.S.A. 847-534-6000 1-800-BIS-DENT

Leia mais

4 Materiais e Métodos

4 Materiais e Métodos 4 Materiais e Métodos 4.1. Ensaio de Microdureza 4.1.1. Seleção dos Dentes Quinze caninos superiores humanos extraídos foram obtidos do estoque de dentes da Disciplina de Endodontia da Universidade do

Leia mais

! 1. Alterar forma e/ou cor vestibular dos dentes; 2. Realinhar dentes inclinados para lingual. Restaurações estéticas anteriores diretas.

! 1. Alterar forma e/ou cor vestibular dos dentes; 2. Realinhar dentes inclinados para lingual. Restaurações estéticas anteriores diretas. Restaurações estéticas anteriores diretas. O crescente desenvolvimento de materiais resinosos e técnicas adesivas, possibilita o planejamento e execução de restaurações de resina composta na dentição anterior.

Leia mais

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE REPARO DE COMPÓSITOS APÓS DIFERENTES MÉTODOS DE TRATAMENTOS DE SUPERFÍCIE (2011) 1

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE REPARO DE COMPÓSITOS APÓS DIFERENTES MÉTODOS DE TRATAMENTOS DE SUPERFÍCIE (2011) 1 AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE REPARO DE COMPÓSITOS APÓS DIFERENTES MÉTODOS DE TRATAMENTOS DE SUPERFÍCIE (2011) 1 SINHORI, Bruna Salamoni 2 ; BALBINOT, Carlos Eduardo Agostini 3 1 Trabalho de Iniciação

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 37. Em relação à resina composta para restaurações indiretas, é CORRETO afirmar:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 37. Em relação à resina composta para restaurações indiretas, é CORRETO afirmar: 8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 37 QUESTÃO 17 Em relação à resina composta para restaurações indiretas, é CORRETO afirmar: a) Sua composição química é bem diferente das resinas compostas de uso

Leia mais

Fundamentos essenciais na remoção de pinos pré-fabricados não metálicos: onde a magnificação faz a diferença?

Fundamentos essenciais na remoção de pinos pré-fabricados não metálicos: onde a magnificação faz a diferença? Capítulo15 Fundamentos essenciais na remoção de pinos pré-fabricados não metálicos: onde a magnificação faz a diferença? Patrick Baltieri patrick baltieri Graduado em Odontologia pela FOP- UNICAMP (2003);

Leia mais

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin; Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin; Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin; Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst Técnica 1: Faceta I.Dente vital e preparo protético pronto. 1. Medir a altura e a largura do dente homológo do

Leia mais

27/05/2014. Dentística I. Classe III. Classe I. Classe V. Terapêutica ou protética; Simples, composta ou complexa.

27/05/2014. Dentística I. Classe III. Classe I. Classe V. Terapêutica ou protética; Simples, composta ou complexa. Mauro A Dall Agnol UNOCHAPECÓ mauroccs@gmail.com Classe I Classe II Classe III Classe IV Classe V Classe I Classe II Classe III Classe IV Classe V Dentística I Terapêutica ou protética; Simples, composta

Leia mais

INSTRUMENTAL E INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIA

INSTRUMENTAL E INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIA Aplicação do t Manual INSTRUMENTAL E INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIA Classificação Geral Identificação dos instrumentos t SONDAS PERIODONTAIS EXPLORADORES CURETAS ENXADAS FOICES LIMAS Instrumentos Exploradores

Leia mais

Harmonia. Caso Selecionado. Sidney Kina e José Carlos Romanini

Harmonia. Caso Selecionado. Sidney Kina e José Carlos Romanini Caso Selecionado Harmonia Sidney Kina e José Carlos Romanini Na busca para encontrar uma composição agradável no sorriso, alguns fatores de composição estética devem ser observados, para orientação na

Leia mais

Restauração semidireta associada a um retentor intrarradicular em dente anterior

Restauração semidireta associada a um retentor intrarradicular em dente anterior Restauração semidireta associada a um retentor intrarradicular em dente anterior 4 Semi-direct restoration in association with an intraradicular retainer in anterior tooth Vanessa Paola Filter 1 Franciele

Leia mais

RÉGIS GONTIJO VIEIRA ANÁLISE DE IMPORTANTES ASPECTOS RELACIONADOS À CIMENTAÇÃO INTRARRADICULAR DE PINOS DE FIBRA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

RÉGIS GONTIJO VIEIRA ANÁLISE DE IMPORTANTES ASPECTOS RELACIONADOS À CIMENTAÇÃO INTRARRADICULAR DE PINOS DE FIBRA: UMA REVISÃO DE LITERATURA RÉGIS GONTIJO VIEIRA ANÁLISE DE IMPORTANTES ASPECTOS RELACIONADOS À CIMENTAÇÃO INTRARRADICULAR DE PINOS DE FIBRA: UMA REVISÃO DE LITERATURA Faculdade de Odontologia Universidade Federal de Minas Gerais

Leia mais

ANATOMIA INTERNA DENTAL

ANATOMIA INTERNA DENTAL ANATOMIA INTERNA DENTAL Cavidade Pulpar: Espaço no interior dos dentes onde se aloja a polpa. Esta cavidade reproduz a morfologia externa do dente,podendo se distinguir duas porções: uma coronária e outra

Leia mais

5 Discussão dos Resultados

5 Discussão dos Resultados 87 5 Discussão dos Resultados No procedimento de análises das imagens gráficas obtidas nas simulações pelo método de elementos finitos, comparou-se a distribuição das tensões nas restaurações com material

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO INGÁ PROGRAMA DE PÓS - GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA SUBÁREA PRÓTESE DENTÁRIA SÔNIA MARIA MECA MARTINELLI

FACULDADE DE ENSINO INGÁ PROGRAMA DE PÓS - GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA SUBÁREA PRÓTESE DENTÁRIA SÔNIA MARIA MECA MARTINELLI FACULDADE DE ENSINO INGÁ PROGRAMA DE PÓS - GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA SUBÁREA PRÓTESE DENTÁRIA SÔNIA MARIA MECA MARTINELLI INFLUÊNCIA DA PROFUNDIDADE DE CIMENTAÇÃO DE PINOS DE FIBRA DE VIDRO FRENTE AO TESTE

Leia mais

PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC

PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC A) TIPOS DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A.1 Consulta Inicial Entende-se como exame clínico,

Leia mais

ANATOMIA DO PERIODONTO

ANATOMIA DO PERIODONTO INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação DISCIPLINA DE PERIODONTIA ANATOMIA DO PERIODONTO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com 2012 PERIODONTO DE SUSTENTAÇÃO Ligamento

Leia mais

Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14

Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 C U R S O O D O N T O L O G I A Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA II Código: ODO-028 Pré-requisito:

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso

Trabalho de Conclusão de Curso 1 Trabalho de Conclusão de Curso TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: CIMENTAÇÃO DE PINOS DE FIBRA REVISÃO DE LITERATURA Leonardo Pedroso Niehues Universidade Federal de Santa Catarina Curso de Graduação em

Leia mais

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Vamos descrever a seguir as principais imagens das alterações da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas patológicas. FORMA

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II TECNOLOGIA DA ARGAMASSA E DO CONCRETO

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II TECNOLOGIA DA ARGAMASSA E DO CONCRETO SEÇÃO DE ENSINO DE ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO MAJ MONIZ DE ARAGÃO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II TECNOLOGIA DA ARGAMASSA E DO CONCRETO Ensaio de Compressão de Corpos de Prova Resistência do Concreto

Leia mais

Introdução a Prótese Fixa Princípios Biomecânicos Aplicados a Prótese Dentária (Atualizado com Imagens)

Introdução a Prótese Fixa Princípios Biomecânicos Aplicados a Prótese Dentária (Atualizado com Imagens) Introdução a Prótese Fixa Princípios Biomecânicos Aplicados a Prótese Dentária (Atualizado com Imagens) Prótese é a ciência e arte que proporciona substitutos adequados para as porções coronárias de um

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC

PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC FERREIRA, Jean Carlos Barbosa.*¹; MARQUES, Aline Silva¹; SILVA, Julio. Almeida² DECURCIO, Daniel Almeida²; ALENCAR, Ana Helena Gonçalves³;

Leia mais

SEQUÊNCIA DE POLIMENTO DE CERÔMEROS

SEQUÊNCIA DE POLIMENTO DE CERÔMEROS SEQUÊNCIA DE POLIMENTO DE CERÔMEROS Dr. Alex Antônio Maciel de Oliveira Especialista em Implantodontia Consultor científico do Sistema Friccional de Implantes Kopp Contato: alexamaciel@hotmail.com Nos

Leia mais

DANIELA FERNANDES PEREIRA FABIANE POLETO AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DE UM SISTEMA DE UNIÃO EM DIFERENTES SUBSTRATOS DENTINÁRIOS

DANIELA FERNANDES PEREIRA FABIANE POLETO AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DE UM SISTEMA DE UNIÃO EM DIFERENTES SUBSTRATOS DENTINÁRIOS 1 DANIELA FERNANDES PEREIRA FABIANE POLETO AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DE UM SISTEMA DE UNIÃO EM DIFERENTES SUBSTRATOS DENTINÁRIOS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito

Leia mais

PINOS PRÉ-FABRICADOS INTRA-RADICULARES: SISTEMAS E TÉCNICAS 1. INTRODUÇÃO 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A RESTAURAÇÃO DE DENTES DESPOLPADOS

PINOS PRÉ-FABRICADOS INTRA-RADICULARES: SISTEMAS E TÉCNICAS 1. INTRODUÇÃO 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A RESTAURAÇÃO DE DENTES DESPOLPADOS PINOS PRÉ-FABRICADOS INTRA-RADICULARES: SISTEMAS E TÉCNICAS RODRIGO DE CASTRO ALBUQUERQUE Especialista, Mestre e Doutor em Dentística Restauradora pela Faculdade de Odontologia de Araraquara UNESP', Professor

Leia mais

Disciplina de Prótese Parcial Fixa

Disciplina de Prótese Parcial Fixa Disciplina de Prótese Parcial Fixa Docentes: Profa. Dra. Adriana Cristina Zavanelli Profa. Dra. Daniela Micheline dos Santos Prof. Dr. José Vitor Quinelli Mazaro Prof. Dr. Stefan Fiúza de Carvalho Dekon

Leia mais

ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE

ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE O órgão dentário, um dos elementos do aparelho mastigatório, é constituído por tecidos especificamente dentais (esmalte, dentina, polpa) e por tecidos periodontais

Leia mais

Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais

Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais 3.1 O ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa

Leia mais

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst TÉCNICA DIRETA. 1. Radiografia inicial para determinação da possibilidade de confecção de pino/núcleo. 2. O dente

Leia mais

APLICAÇÃO DE SISTEMAS ADESIVOS À DENTINA IRRADIADA COM LASER DE Nd:YAG: ESTUDO DA DURABILIDADE DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO

APLICAÇÃO DE SISTEMAS ADESIVOS À DENTINA IRRADIADA COM LASER DE Nd:YAG: ESTUDO DA DURABILIDADE DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO ALEXANDRE RODRIGUEZ HEREDIA APLICAÇÃO DE SISTEMAS ADESIVOS À DENTINA IRRADIADA COM LASER DE Nd:YAG: ESTUDO DA DURABILIDADE DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção

Leia mais

Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética

Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética Figura 9 1A Diagrama de secção transversal mostrando um implante no local do incisivo. A forma côncava do rebordo vestibular é evidenciada.

Leia mais

Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível

Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível Weider Silva Especialista em Dentística. Especialista em Prótese. Especialista em Implantodontia. Professor do Curso de Especialização de Dentística

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 23

PROVA ESPECÍFICA Cargo 23 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 23 QUESTÃO 31 Com relação aos tecidos dentários, analise as afirmativas abaixo: 1) O esmalte é um tecido duro, que constitui a maior parte do dente, determinando a forma da coroa.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E ASSUNTOS JURIDICOS DEPARTAMENTO DE COMPRAS REGISTRO DE PREÇOS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E ASSUNTOS JURIDICOS DEPARTAMENTO DE COMPRAS REGISTRO DE PREÇOS PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E ASSUNTOS JURIDICOS DEPARTAMENTO DE COMPRAS REGISTRO DE PREÇOS Ata: 338 Pregão: 113 Proc.: 195 Data do Pregão: 12/06/15 Validade

Leia mais

CIMENTOS RESINOSOS AUTOADESIVOS

CIMENTOS RESINOSOS AUTOADESIVOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE ODONTOLOGIA CIMENTOS RESINOSOS AUTOADESIVOS Isabella Gaudêncio Mendes Ferreira BELO HORIZONTE 2012 Isabella Gaudêncio Mendes Ferreira CIMENTOS RESINOSOS

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ESTUDAR COM ATENÇÃO AMPLIAR AS IMAGENS PARA OBSERVAR OS DETALHES O periodonto (peri= em redor de; odontos = dente) compreende a gengiva, o ligamento periodontal,

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ODONTÓLOGO

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ODONTÓLOGO 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ODONTÓLOGO QUESTÃO 21 Assinale a alternativa CORRETA quanto à obtenção da analgesia (anestesia regional): a) O método do bloqueio de nervo é aplicado para a obtenção

Leia mais

Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico. Josiane Cristina Gama

Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico. Josiane Cristina Gama Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico Josiane Cristina Gama Análise radiográfica retrospectiva da porcentagem de núcleos metálicos que obedecem aos critérios estabelecidos em dentes

Leia mais

RESTAURAÇÕES DIRETAS EM DENTES POSTERIORES

RESTAURAÇÕES DIRETAS EM DENTES POSTERIORES RESTAURAÇÕES DIRETAS EM DENTES POSTERIORES 3M ESPE Ionômero de Vidro Vitrebond MR Prepare o dente e isole. Aplique um material forrador, se desejado: Misture uma colher nivelada do pó do Vitrebond com

Leia mais

REPARO EM PORCELANA. 3M ESPE Adper Single Bond TM 2 Adesivo Fotopolimerizável

REPARO EM PORCELANA. 3M ESPE Adper Single Bond TM 2 Adesivo Fotopolimerizável REPARO EM PORCELANA Preparação: Isole e limpe a superfície. Deixe a superfície metálica rugosa com uma broca ou através da técnica de jateamento. Remova toda porcelana enfraquecida. Bisele as margens.

Leia mais

Gislaine Adams Sabrine Louise Souza

Gislaine Adams Sabrine Louise Souza Caso Clínico Clínica Integrada IV Necropulpectomia Gislaine Adams Sabrine Louise Souza Universidade Positivo 5º período Anamnese Paciente M.M. Sexo feminino 21 anos Fumante Procurou o serviço de emergência

Leia mais

Obturação dos Canais Radiculares

Obturação dos Canais Radiculares Obturação dos Canais Radiculares EML Rodrigo Del Monaco 2012 É o preenchimento tridimensional, completo e hermético do canal tanto no seu comprimento quanto na sua largura. FINALIDADE DA OBTURAÇÃO Preencher

Leia mais

ANATOMIA DENTAL INTERNA

ANATOMIA DENTAL INTERNA ANATOMIA DENTAL INTERNA VERSIANI, 2014 Anatomia Dental Interna Características Gerais Grupo dos incisivos Grupo dos caninos Grupo dos pré-molares Grupo dos molares VERSIANI, 2014 Anatomia Dental Interna

Leia mais

PLASTEEL MASSA 4:1 PLASTEEL MASSA

PLASTEEL MASSA 4:1 PLASTEEL MASSA PLASTEEL MASSA 4:1 PLASTEEL MASSA 4:1 é um composto epóxi bi-componente com carga metálica, característica de massa na cor preta, pode ser aplicado com espátula, cura a frio, substituindo de maneira muito

Leia mais

Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial

Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial Produto: Parabond 700 é um adesivo de alta qualidade, cura rápida, permanentemente elástico, à base de MS polímero, com

Leia mais

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO EXAME CLÍNICO DA DOENÇA PERIODONTAL DIAGNÓSTICO PERIODONTAL CONSISTE O DIAGNÓSTICO NA ANÁLISE DO PERIODONTAL HISTÓRICO DO CASO, NA AVALIAÇÃO DOS SINAIS CLÍNICOS E SINTOMAS, COMO TAMBÉM DOS RESULTADOS DE

Leia mais

Aprovados sem restrições para cavidades oclusais. Diamond

Aprovados sem restrições para cavidades oclusais. Diamond Grandio SO Heavy Grandio SO Heavy Aprovados sem restrições para cavidades oclusais Com o lançamento do compósito compactável, a VOCO introduziu no mercado um material de restauração semelhante ao dente

Leia mais

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com.

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com. Site: www.conteste.com.br - E-mail: conteste@conteste.com.br 1 ÍNDICE 1 Controle Tecnológico em Pavimentação SOLOS 2 Controle Tecnológico em Pavimentação MATERIAIS BETUMINOSOS 3 Materiais Metálicos Ensaio

Leia mais

CONCEITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho

CONCEITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho CONCEITOS Materiais e Processos de Produção ESTRUTURA DA MATÉRIA ÁTOMOS PRÓTONS NÊUTRONS ELÉTRONS MOLÉCULAS ESTADOS DA MATÉRIA TIPO DE LIGAÇÃO ESTRUTURA (ARRANJO) IÔNICA COVALENTE METÁLICA CRISTALINO AMORFO

Leia mais

ESTUDO DAS TENSÕES EM DENTE RESTAURADO COM COROA METALOCERÂMICA E DOIS FORMATOS DE RETENTORES INTRA-RADICULARES. - MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS

ESTUDO DAS TENSÕES EM DENTE RESTAURADO COM COROA METALOCERÂMICA E DOIS FORMATOS DE RETENTORES INTRA-RADICULARES. - MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ODONTOLOGIA ESTUDO DAS TENSÕES EM DENTE RESTAURADO COM COROA METALOCERÂMICA E DOIS FORMATOS DE RETENTORES INTRA-RADICULARES. - MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS ISAAC

Leia mais

Aspectos de interesse à endodontia

Aspectos de interesse à endodontia SISTEMA DE CANAIS RADICULARES Anatomia das cavidades pulpares Aspectos de interesse à endodontia CAVIDADE PULPAR CAVIDADE PULPAR CAVIDADE ANATÔMICA CONTIDA NO INTERIOR DO DENTE, CIRCUNDADA POR DENTINA,

Leia mais

5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico

5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico 5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico de Jesus Djalma Pécora com a colaboração de Eduardo Luiz Barbin; Júlio César Emboava Spanó; Luis Pascoal Vansan e Ricardo Novak Savioli

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ODONTOLOGIA CURSO DE DOUTORADO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ODONTOLOGIA CURSO DE DOUTORADO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ODONTOLOGIA CURSO DE DOUTORADO Autorizado pela Resolução Univ. nº 10 de 27 de março de 2008. Para completar o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Odontologia

Leia mais

Ufi Gel SC/P Ufi Gel hard/c. Ufi Gel SC / P Ufi Gel hard / C. aplicação

Ufi Gel SC/P Ufi Gel hard/c. Ufi Gel SC / P Ufi Gel hard / C. aplicação Ufi Gel SC/P Ufi Gel hard/c Ufi Gel SC / P Ufi Gel hard / C O sistema reembasador para qualquer aplicação Ufi Gel SC/P Ufi Gel hard/c O sistema reembasador para qualquer aplicação A atrofia do osso alveolar

Leia mais

JOÃO PAULO FILGUEIRAS RIBEIRO

JOÃO PAULO FILGUEIRAS RIBEIRO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA MESTRADO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: CLÍNICA INTEGRADA JOÃO PAULO FILGUEIRAS RIBEIRO ANÁLISE

Leia mais

CEC - Cursos de Educação Continuada

CEC - Cursos de Educação Continuada CEC - Cursos de Educação Continuada DATA DIA TIPO PROFESSOR TEMA CURRÍCULO LOCAL 3/9/11 SAB CEC Raphael Monte Alto Pinos em Fibra de Vidro: Indicações e Técnicas Prof. Adjunto da Disciplina de Clínica

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS CATÁLOGO DE PRODUTOS ANESTESIA E CIRURGIA SEPTOJECT XL Agulha estéril descartável com maior calibre interno Tribiselada, siliconizada, bisel interno e pré-rosqueada; Indicador de bisel; Menor esforço para

Leia mais

ALL BOND 3 GUIA TÉCNICO DPO IMP. EXP. E COM. DE PRODUTOS ODONTOLÓGICOS LTDA

ALL BOND 3 GUIA TÉCNICO DPO IMP. EXP. E COM. DE PRODUTOS ODONTOLÓGICOS LTDA ALL BOND 3 GUIA TÉCNICO DPO IMP. EXP. E COM. DE PRODUTOS ODONTOLÓGICOS LTDA Rua Itapicuru, 495 Perdizes CEP 05006-000 São Paulo SP Fone (11) 3670-1070 www.oraltech.com.br INFORMAÇÕES GERAIS ALL BOND 3

Leia mais

Reconstrução do sorriso em dentes tratados endodonticamente

Reconstrução do sorriso em dentes tratados endodonticamente Reconstrução do sorriso em dentes tratados endodonticamente Este caso apresenta o tratamento a um paciente em que foi utilizada uma associação de pinos de fibra de vidro, de cimento auto-adesivo e de resina

Leia mais

JUVORA TM Disco Dentário. Guia de Processamento

JUVORA TM Disco Dentário. Guia de Processamento JUVORA TM Disco Dentário Guia de Processamento Guia de Processamento Instruções de Utilização e Precauções de Segurança: O JUVORA TM Disco Dentário só pode ser processado de acordo com este manual e as

Leia mais

CADERNO DE PROVA 15 DE SETEMBRO DE 2012 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA

CADERNO DE PROVA 15 DE SETEMBRO DE 2012 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA 1 Cada candidato receberá: CADERNO DE PROVA 15 DE SETEMBRO DE 2012 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA - 01 (um) Caderno de Prova de 10 (dez) páginas, contendo 25 (vinte e cinco) questões de múltipla

Leia mais

MILHÕES P O O S A I S O M E N I T M U 8DE SORRISOS. www.fgm.ind.br 0800 644 6100 PROMOÇÕES VÁLIDAS ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES.

MILHÕES P O O S A I S O M E N I T M U 8DE SORRISOS. www.fgm.ind.br 0800 644 6100 PROMOÇÕES VÁLIDAS ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES. MILHÕES 8DE SORRISOS M U I T M U O I T M A I S O M E N P O O S R BRINDES DESCONTOS ECONOMIA QUALIDADE www.fgm.ind.br 0800 644 6100 PROMOÇÕES VÁLIDAS ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES. LEVE AGORA! WHITE CLASS

Leia mais

Curso de Extensão em Clínica Odontológica Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP

Curso de Extensão em Clínica Odontológica Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP Restauração Indireta em Dente Posterior Associando Adesivo e Compósito com Nanopartículas Mario Fernando de Góes Cristiana Azevedo Vinicius Di Hipólito Luís Roberto Martins Cláudio Bragoto Curso de Extensão

Leia mais

1ª Semana de Composites Avançados São José dos Campos - SP III CONGRESSO SAMPE BRASIL

1ª Semana de Composites Avançados São José dos Campos - SP III CONGRESSO SAMPE BRASIL 1ª Semana de Composites Avançados São José dos Campos - SP III CONGRESSO SAMPE BRASIL CARACTERIZAÇÃO EXPERIMENTAL DA RIGIDEZ À FLEXÃO EM MATERIAL COMPÓSITO CARBONO-EPÓXI CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FEI Aluno:

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ADERÊNCIA DE SISTEMAS ARGAMASSADOS SOBRE MANTAS ASFÁLTICAS

AVALIAÇÃO DA ADERÊNCIA DE SISTEMAS ARGAMASSADOS SOBRE MANTAS ASFÁLTICAS AVALIAÇÃO DA ADERÊNCIA DE SISTEMAS ARGAMASSADOS SOBRE MANTAS ASFÁLTICAS IRENE DE AZEVEDO LIMA JOFFILY (1) MARCELO BRAGA PEREIRA (2) (1) Professora Mestre do UniCeub/Virtus Soluções (2) Graduando em Engenharia

Leia mais

Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 8 Especialidade: DENTÍSTICA RESTAURADORA

Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 8 Especialidade: DENTÍSTICA RESTAURADORA Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 8 Grupo: 100-Diagnose - As consultas deverão ser faturadas em Guias de Atendimento - GA, separadamente dos demais procedimentos, que serão faturados na

Leia mais

RAFAELA GHELLER COLAGEM DE DENTE FRATURADO EM NÍVEL CERVICAL: RELATO DE CASO

RAFAELA GHELLER COLAGEM DE DENTE FRATURADO EM NÍVEL CERVICAL: RELATO DE CASO RAFAELA GHELLER COLAGEM DE DENTE FRATURADO EM NÍVEL CERVICAL: RELATO DE CASO Londrina 2013 RAFAELA GHELLER COLAGEM DE DENTE FRATURADO EM NÍVEL CERVICAL: RELATO DE CASO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado

Leia mais

PREPARO DO CANAL. - Indicação. 1. Material necessário Instrumentos Manuais tipo K. - Pulpectomias e Desobturações. Flexofile ou Flex-R.

PREPARO DO CANAL. - Indicação. 1. Material necessário Instrumentos Manuais tipo K. - Pulpectomias e Desobturações. Flexofile ou Flex-R. PREPARO DO CANAL 1. Material necessário Instrumentos Manuais tipo K - Pulpectomias e Desobturações Flexofile ou Flex-R (FIG.1) (FIG.5) (FIG.2) - núcleo quadrangular (FIG.2) - pouco flexível - bom corte

Leia mais

SISTEMAS ADESIVOS - ATUALIDADES E PERSPECTIVAS

SISTEMAS ADESIVOS - ATUALIDADES E PERSPECTIVAS SISTEMAS ADESIVOS - ATUALIDADES E PERSPECTIVAS André Figueiredo Reis Professor Adjunto, Área de Dentística, Centro de Pós-Graduação Pesquisa e Extensão, Universidade Guarulhos Patrícia Nóbrega Rodrigues

Leia mais

CURSO EXTENSIVO DE ENCERAMENTO E CERÂMICA

CURSO EXTENSIVO DE ENCERAMENTO E CERÂMICA Dr. Dario Adolfi Dr. Ivan Ronald Huanca Duração: 6 meses/módulos de 2 dias. Datas: 11 e 12 de março de 2010 8 e 9 de abril de 2010 13 e 14 de maio de 2010 17 e 18 de junho de 2010 15 e 16 de julho de 2010

Leia mais

Aplicação clínica e conceitos atuais

Aplicação clínica e conceitos atuais CAPÍTULO? SISTEMAS ADESIVOS Aplicação clínica e conceitos atuais OSWALDO SCOPIN DE ANDRADE * SIDNEY KINA ** RONALDO HIRATA *** INTRODUÇÃO O conceito de adesão dos materiais odontológicos ao substrato elemento

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MPB0228 MICROINFILTRAÇÃO MARGINAL EM RESTAURAÇÕES DE CIMENTO DE IONÔMERO

Leia mais